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Imposição a Novos Padrões de Produção 
Luciano Trentini – Presidente do Colégio de Produtores da AREFLH 
Marco Cestaro – D...
Tal situação determina uma “Torre de Babel” 
com consequente aumento do custo de produção. 
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86% dos consumidores europeus têm medo das contaminações químicas e biológicas. 
77% dos consumidores europeus têm medo do...
a. Food Quality & Safety 
*Source: Eurobarometer ‘Risk issues’ February 2006 
O que os consumidores Europeus têm mais medo...
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Introdução ao Tema 
Produção Integrada na 
Área Animal
Carlos Palomar - Diretor Geral da AEPLA 
Introdução 
A Produção integrada é a resposta às exigências sociais atuais 
Compa...
Carlos Palomar - Diretor Geral da AEPLA 
Futuro dos fitossanitários e a 
produção integrada 
A agricultura européia do fut...
Carlos Palomar - Diretor Geral da AEPLA 
Desafios 
Regulamento que substitua a Diretriz 91/44CEE (Novos Produtos Fitossani...
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Sistema 
Produzione 
integrata 
“Componenti del sistema 
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Ricerca e 
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La mappa dei prodotti DOP & IGP 
Emilia-Romagna 
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Creso, 20 gennaio 
2006 
Apo Conerpo, Bologna-Italy 26
Produção Integrada em Portugal 
Em outubro de 2007, entrou em vigor em Portugal um “Novo Modelo Agro-Ambiental” com uma ar...
Normas de Produção Integrada – Componente Animal 
Nas Normas de Produção Integrada, Componente Animal, são considerados os...
Normas de Produção Integrada – Animal 
Nas Normas de Produção Integrada, Componente Animal, são considerados os seguintes ...
Caderno de Especificações Arroz Carolino das Lezírias Ribatejanas - Indicação Geográfica Protegida 
DENOMINAÇÃO DE ORIGEM ...
Normas Gerais de Produção Integrada da Espanha Área Animal (em discussão) 
As Normas se aplicam na Propriedade e na Indúst...
Produção Integrada Animal nas Comunidades Autônomas 
Norma Técnica de Produção Integrada de Gado de Leite do País Vasco 
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Norma Técnica de Produção Integrada de Gado de Leite do País Vasco 12 áreas temáticas: 01) – Requisitos Prévios a Inscriçã...
Regulamento da Produção Integrada de Gado de Leite de Navarra 
8 áreas temáticas: 
1) – Requisitos dos Animais 
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RESOLUCIÓN 1184/2009, de 13 de noviembre, del Director General de Agricultura y Ganadería, por la que se aprueba el Reglam...
Regulamento da Produção Integrada Animal em Andaluzia 13 áreas temáticas: 01) – Característica dos Animais 02) – Manejo do...
Regulamento Específico de Produção Integrada para a Indústria de Obtenção e Elaboração de Carnes Bovinas, Ovinas, Caprinas...
REGLAMENTO ESPECÍFICO PARA LA PRODUCCIÓN INTEGRADA DE GANADO PORCINO EXTENSIVO EN DEHESA EN ANDALUCÍA 1. RECONOCIMIENTO DE...
CONSEJERÍA DE AGRICULTURA Y PESCA DE ANDALUCIA 
DECRETO 229/2007, de 31 de julio, por el que se 
regula la marca «Calidad ...
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Cordero de Navarra La I.G.P. Cordero de Navarra distingue dos tipos de animales: Cordero lechal. De carne suave y jugosa, ...
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Mateo Blay 
Presidente agr! agro
Nossa Missão é conseguir que consumidores e compradores 
elejam suas marcas e produtos.
Uma marca não é mais que uma promessa associada 
a uns valores dos produtos que suporta
Os 4 passos para promover os alimentos da 
Produção Integrada de forma eficaz. 
Mateo Blay 
Presidente agr! agro
1 Definir os Segmentos de mercado: 
Onde queremos chegar? 
A quem vamos dirigir-nos? 
- Em qual âmbito geográfico? 
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2- Dimensionar a Propaganda: 
De onde partiremos? 
O que é que vão valorizar? 
Estão dispostos a escolher e pagar mais? 
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3 Escolher o posicionamento: 
O que queremos dizer? 
Para que seja eficaz, o posicionamento deve 
basear-se em um valor – ...
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O que queremos dizer? 
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Como e através do que vamos dizer? 
-Eleger as disciplinas da 
comunicação a utilizar. 
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Queremos chegar unicamente ao 
distribuidor comercial ou 
também ao consumidor final? 
Mateo Blay 
Presidente agr! agro
Produção Integrada de Gado de Leite de Navarra/ES
Asociación de Amas de Casa, Consumidores y Usuarios Santa María la Real.
Reconocimiento “Sabor del Año 2008” concedido en la Feria Alimentaria de Barcelona 
Premio Triplo “Sabor Superior 2009” qu...
(de izquierda a derecha) Jose Manuel Saiz (CNTA), cocineros Eurotoques Francia y Luxemburgo, Fermin Ciilveti (LACTURALE), ...
PRESENTACIÓN EN SOCIEDAD DEL LECHÓN DE NAVARRA El día 21 de mayo en las Bodegas Quaderna Vía de Iguzkiza-Navarra, se celeb...
La marca Lechón de Navarra abre a una salida a la crisis a pequeños ganaderos 
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Principais características da Produção Integrada do Leitão de Navarra: 
•As propriedades devem ser do tipo familiar com me...
Cerda de raza Pío Negro 
Una raza autóctona que se conserva en Baztán y en la Baja Navarra (Alduides)
Principais características da Produção Integrada do Leitão de Navarra: 
•Os leitões devem ser amamentados até o transporte...
Identificação em cada orelha é obrigatória para a rastreabilidade.
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  1. 1. ESTADO DA ARTE DA PRODUÇÃO INTEGRADA AGROPECUÁRIA E SEGURANÇA DOS ALIMENTOS NA UNIÃO EUROPÉIA* Luiz Carlos Bhering Nasser Foz do Iguaçu, 12 a 13 novembro de 2014 luinasser.uniceub@gmail.com rozalvo2@gmail.com *Material fornecido por José Rozalvo Andrigueto
  2. 2. Imposição a Novos Padrões de Produção Luciano Trentini – Presidente do Colégio de Produtores da AREFLH Marco Cestaro – Direção Geral de Agricultura da Região de Emilia-Romagna • As grandes Cadeias de Distribuição de Alimentos, seja na Europa ou no resto do Mundo, têm adquirido uma posição de domínio frente às empresas produtoras, impondo novos padrões de produção ( GlobalGAP, BRC, IFS, Nature`s Choice, etc..). • Alguns dos Pontos de Controle que esses protocolos impõem não se fundamentam em critérios agronômicos e nem sanitários. Estabelecem um nível de resíduos sobre os produtos não superior a 1/3 do LMR, não tomando em consideração os LMR´s fixados por Lei e que são calculados para a segurança dos consumidores.
  3. 3. Tal situação determina uma “Torre de Babel” com consequente aumento do custo de produção. Luciano Trentini – Presidente do Colégio de Produtores da AREFLH Marco Cestaro – Direção Geral de Agricultura da Região de Emilia-Romagna
  4. 4. 86% dos consumidores europeus têm medo das contaminações químicas e biológicas. 77% dos consumidores europeus têm medo dos OGM´s 39% dos consumidores europeus procuram por qualidade Luciano Trentini – Presidente do Colégio de Produtores da AREFLH Marco Cestaro – Direção Geral de Agricultura da Região de Emilia-Romagna
  5. 5. a. Food Quality & Safety *Source: Eurobarometer ‘Risk issues’ February 2006 O que os consumidores Europeus têm mais medo sobre os alimentos?
  6. 6. 6 Introdução ao Tema Produção Integrada na Área Animal
  7. 7. Carlos Palomar - Diretor Geral da AEPLA Introdução A Produção integrada é a resposta às exigências sociais atuais Compatibiliza a agricultura intensiva com as exigências ecológicas Proposta de compromisso ético do agricultor com a sociedade Os produtos fitossanitários como técnica para a produção agrária Há uma evolução (de critérios produtivos (eficácia) a critérios de respeito ao meio ambiente e a segurança do trabalhador e do consumidor) Asseguram a produção de: Alimentos seguros De boa qualidade A preços razoáveis Com abastecimento confiável e contínuo durante todo o ano
  8. 8. Carlos Palomar - Diretor Geral da AEPLA Futuro dos fitossanitários e a produção integrada A agricultura européia do futuro será integrada ou não existirá Estabelecerá critérios europeus Harmonizará as diversidades Facilitará a trabalho do agricultor Poderá melhorar a percepção do consumidor e da cadeia de distribuição.
  9. 9. Carlos Palomar - Diretor Geral da AEPLA Desafios Regulamento que substitua a Diretriz 91/44CEE (Novos Produtos Fitossanitários) coerente com a Diretriz de uso sustentável. Que se promova realmente o conceito da Produção Integrada. Campanhas de valorização e promoção. Logotipo único e comum. Colaboração de todos os participantes no setor agrícola na divulgação, formação, comunicação, etc..
  10. 10. A PRODUÇÃO INTEGRADA NA EUROPA • Áustria: Baseadas na OILB e medidas agro-ambientais • Bélgica: Nacional - Frutas e Cultivos Protegidos. • França: 1970. Esforços recentes • Alemanha: 10 regiões, baseadas na OILB. • Itália: Regulamentos Regionais Carlo Malavolta y Jesús Avilla cmalavolta@regione.emilia-romagna.it avilla@pvcf.udl.es • Portugal: Legislação Nacional desde outubro de 2007 • Holanda: Produção Ambientalmente Amigável - hortícolas • Espanha: Legislação Nacional e Autonômica • Suécia: Sem Legislação, porém aplica PI • Suíça: Legislação Nacional • Reino Unido: Organizações Privadas
  11. 11. 12 Sistema Produzione integrata “Componenti del sistema della produzione integrata” Ricerca e sperimentazione Rapporti con altre Regioni Rapporti con Industria Coordinamento Assistenza Tecnica Supporti per Assistenza Tecnica Assistenza tecnica ai produttori Disciplinari di Produzione integrata Rapporto con il mercato Tessa Gelisio
  12. 12. La mappa dei prodotti DOP & IGP Emilia-Romagna Una terra specialista in specialità I prodotti DOP 1 Parmigiano-Reggiano DOP 2 Grana Padano DOP 3 Provolone Valpadana DOP 4 Prosciutto di Parma DOP 5 Prosciutto di Modena DOP 6 Culatello di Zibello DOP 7 Pancetta Piacentina DOP 8 Salame Piacentino DOP 9 Coppa Piacentina DOP 10 Salamini italiani alla cacciatora DOP 11 Olio Extra Vergine di oliva di Brisighella DOP 12 Olio Extra Vergine di oliva Colline di Romagna DOP 13 Aceto Balsamico Tradizionale di Modena DOP 14 Aceto Balsamico Tradizionale di Reggio Emilia DOP I prodotti IGP Mortadella Bologna IGP 15 Zampone Modena IGP 16 Cotechino Modena IGP 17 Vitellone bianco dell’Appennino centrale IGP 18 Asparago verde di Altedo IGP 19 Scalogno di Romagna IGP 20 Fungo di Borgotaro IGP 21 Marrone di Castel del Rio IGP 22 Pere dell’Emilia-Romagna IGP 23 Pesca e nettarina di Romagna IGP 24 Coppia ferrarese IGP 25
  13. 13. Creso, 20 gennaio 2006 Apo Conerpo, Bologna-Italy 26
  14. 14. Produção Integrada em Portugal Em outubro de 2007, entrou em vigor em Portugal um “Novo Modelo Agro-Ambiental” com uma arquitetura estruturada em dois vetores fundamentais: Apoio à alteração do modo de produção Apoio à manutenção de atividades agrícolas e florestais relevantes para a conservação da biodiversidade O vetor 1 deverá ter um caráter horizontal, aplicado a todo o território de Portugal Continental, e tem por objetivo central induzir a transformação dos métodos e sistemas de produção agrícolas e silvícolas no sentido da sua sustentabilidade. Concretizado através de três medidas: - Produção Integrada - Agricultura Biológica - Gestão Florestal Sustentável
  15. 15. Normas de Produção Integrada – Componente Animal Nas Normas de Produção Integrada, Componente Animal, são considerados os seguintes aspectos: - Características Gerais: Identificação dos Animais Rastreabilidade Caderno de Campo - Manejo dos Animais, Conservação do Solo e Ecossistemas. - Alimentação dos Animais – No mínimo ¾ da alimentação (matéria seca) deve ser de origem de Campos de Produção Integrada. - Profilaxia e Cuidados Veterinários. - Bem-Estar dos Animais (Reprodução, Manejo e Instalações). - Gestão e Manejo dos Resíduos.
  16. 16. Normas de Produção Integrada – Animal Nas Normas de Produção Integrada, Componente Animal, são considerados os seguintes aspectos: - Características Gerais: Identificação dos Animais Rastreabilidade Caderno de Campo - Manejo dos Animais, Conservação do Solo e Ecossistemas. - Alimentação dos Animais – No mínimo ¾ da alimentação (matéria seca) deve ser de origem de Campos de Produção Integrada. - Profilaxia e Cuidados Veterinários. - Bem-Estar dos Animais (Reprodução, Manejo e Instalações). - Gestão e Manejo dos Resíduos.
  17. 17. Caderno de Especificações Arroz Carolino das Lezírias Ribatejanas - Indicação Geográfica Protegida DENOMINAÇÃO DE ORIGEM PROTEGIDA Diversificação da Produção Frutícola
  18. 18. Normas Gerais de Produção Integrada da Espanha Área Animal (em discussão) As Normas se aplicam na Propriedade e na Indústria de Transformação dos produtos de origem animal e devem cumprir os seguintes requisitos: 01. Sistema de Análises de Perigos e Pontos Críticos de Controle – APPCC 02. Alimentação Animal 03. Sanidade Animal 04. Requisitos das Instalações 05. Bem-Estar dos Animais 06. Meio Ambiente 07. Planos de Emergência 08. Segurança e Higiene no Trabalho
  19. 19. Produção Integrada Animal nas Comunidades Autônomas Norma Técnica de Produção Integrada de Gado de Leite do País Vasco Regulamento da Produção Integrada de Gado de Leite de Navarra Regulamento da Produção Integrada de Leitão de Navarra Regulamento da Produção Integrada Animal de Andaluzia Regulamento Específico de Produção Integrada para a Indústria de Obtenção e Elaboração de Carnes Bovinas, Ovinas, Caprinas e Suínas da Comunidade de Andaluzia
  20. 20. Norma Técnica de Produção Integrada de Gado de Leite do País Vasco 12 áreas temáticas: 01) – Requisitos Prévios a Inscrição nos Registros 02) – Controle e Identificação dos Animais 03) – Instalações, Equipamentos e Manutenção dos Equipamentos 04) – Genética e Reprodução 05) – Alimentação dos Animais 06) – Sistema de Reprodução e de Manejo 07) – Sanidade Animal 08) – Higiene, Limpeza e Desinfecção 09) – Qualificação Professional, Segurança e Bem-Estar do Trabalhador 10) – Gestão de Resíduos 11) – Proteção ao Meio Ambiente 12) – Caderno de Campo
  21. 21. Regulamento da Produção Integrada de Gado de Leite de Navarra 8 áreas temáticas: 1) – Requisitos dos Animais 2) – Requisitos das Instalações 3) – Alimentação dos Animais 4) – Requisitos dos Equipamentos (Ordenha, Tubulações, Armazenamento e Resfriamento do Leite) 5) – Requisitos Relativos a Condições de Ordenha 6) – Tratamentos do Leite 7) – Gestão dos Resíduos 8) – Requisitos Exigíveis do Leite Cru
  22. 22. RESOLUCIÓN 1184/2009, de 13 de noviembre, del Director General de Agricultura y Ganadería, por la que se aprueba el Reglamento Técnico para la Producción Integrada de Lechón en la Comunidad Foral de Navarra.
  23. 23. Regulamento da Produção Integrada Animal em Andaluzia 13 áreas temáticas: 01) – Característica dos Animais 02) – Manejo dos Animais, visando à conservação do solo 03) – Alimentação dos Animais 04) – Profilaxia e Cuidados Veterinários 05) – Reprodução e Gestão Zootécnica 06) – Transporte dos Animais 07) – Identificação dos Animais e Produtos Obtidos 08) – Gestão e Manejo de Excrementos e Resíduos 09) – Instalações e Manejo dos Animais 10) – Sacrifício dos Animais 11) – Higiene nas instalações da Indústria de Transformação e Conservação dos Produtos 12) – Assessoramento Competente 13) – Formação, Capacitação e Informação para as pessoas que trabalham na propriedade
  24. 24. Regulamento Específico de Produção Integrada para a Indústria de Obtenção e Elaboração de Carnes Bovinas, Ovinas, Caprinas e Suínas em Andaluzia 15 áreas temáticas: 01) – Transporte dos Animais 02) – Recepção e Descarga dos Animais 03) – Repouso, Controle e Pesagem dos Animais 04) – Sacrifício dos Animais 05) – Transporte dos Animais Abatido. 06) – Corte e Manipulação da Carne 07) – Preparo de Embutidos ou de outros Produtos 08) – Embalagem, Conservação e Transporte da Carne Resfriada 09) – Identificação, Rastreabilidade de Procedência dos Animais, das Carnes Resfriadas, Embutidos ou de outros Produtos 10) – Condições Gerais das Instalações 11) – Característica da Construção, Desenho e Manutenção 12) – Higiene e Desinfecção das Instalações 13) – Condições Gerais 14) – Formação, Capacitação, Saúde e Segurança do Pessoal 15) – Controle de Qualidade
  25. 25. REGLAMENTO ESPECÍFICO PARA LA PRODUCCIÓN INTEGRADA DE GANADO PORCINO EXTENSIVO EN DEHESA EN ANDALUCÍA 1. RECONOCIMIENTO DE APIS Para el reconocimiento de una API de porcino deberá contarse con al menos diez productores y 1000 UGM, de acuerdo con la tabla mostrada a continuación: 2. CARACTERÍSTICAS GANADERAS 3. MANEJO DEL GANADO PARA LA CONSERVACIÓN DE LAS TIERRAS ASOCIADAS 4. PROFILAXIS Y CUIDADOS VETERINARIOS 5. REPRODUCCIÓN Y GESTIÓN ZOOTÉCNICA 6. TRANSPORTE 7. IDENTIFICACIÓN DE ANIMALES Y PRODUCTOS OBTENIDOS 8. GESTIÓN Y MANEJO DE EXCRETAS Y RESIDUOS 9. ALOJAMIENTOS Y MANEJO DE GANADO 10. ASESORAMIENTO TÉCNICO COMPETENTE
  26. 26. CONSEJERÍA DE AGRICULTURA Y PESCA DE ANDALUCIA DECRETO 229/2007, de 31 de julio, por el que se regula la marca «Calidad Certificada» para los productos agroalimentarios y pesqueros. Artículo 2. Finalidad de la marca y representación gráfica. 1. La finalidad de la marca «Calidad Certificada» es la de garantizar la calidad diferenciada de los productos agroalimentarios y pesqueros elaborados o distribuidos por personas físicas o jurídicas debidamente autorizadas, así como facilitar su distinción en el mercado. La marca «Calidad Certificada» es propiedad de la Comunidad Autónoma de Andalucía en virtud de la inscripción en el correspondiente Registro.
  27. 27. Para los productos amparados por denominaciones de origen, indicaciones geográficas protegidas, denominaciones específicas, vinos de la tierra, especialidades tradicionales garantizadas, indicación agricultura ecológica y producción integrada, certificado del organismo certificador autorizado en el que conste la inscripción en los correspondientes registros de los productos, marcas, formatos o envases para los que se solicite la utilización del distintivo «Calidad Certificada». h) Para los productos agroalimentarios y pesqueros contemplados en los apartados 4.d) y e) del presente Decreto, certificado del organismo certificador autorizado. 9 DE AGOSTO DE 2007.
  28. 28. En lo que hace referencia a la identificación de los terneros, en las explotaciones registradas en la I.G.P. se realizará una identificación individualizada, cumpliendo los plazos y conforme a las normas establecidas por la Autoridad Competente, para su incorporación en el SIMOGAN. El Consejo Regulador ha aprobado como “crotal” para la identificación de los terneros, la doble marca auricular dispuesta por la Autoridad Competente, para la identificación de los animales bovinos, llevando las marcas de ambas orejas el mismo y único código de identificación. La inscripción de terneros en la I.G.P. “Ternera Asturiana”, se realiza por el propio Consejo Regulador antes de los cinco meses de edad, tomando del SIMOGAN los datos facilitados por las ganaderías inscritas, en lo referente a declaraciones de nacimiento de los terneros, cuyas madres cumplen los requisitos raciales establecidos en el Reglamento. En este momento se extiende una ficha individual para cada ternero, en la que figuran todos los datos relativos al animal y también los del titular de la explotación. Esta ficha individual deberá acompañar en todo momento al animal hasta su llegada al matadero.
  29. 29. Como se ha explicado a partir de la inscripción, se recoge toda la información de manera individualizada para cada ternero, quedando registrada en una base de datos informatizada, que periódicamente se cruza con el SIMOGAN para realizar el seguimiento de cada ternero, ya que como mínimo ha de permanecer junto a su madre los cinco primeros meses de vida, pues el Reglamento de la I.G.P. exige de forma obligatoria, este periodo de amamantamiento natural. El Consejo Regulador en el Manual de Calidad establece un sistema de marcado e identificación, para las canales y piezas que vayan a ser protegidas, de forma que esté garantizada su identificación en cualquier momento del faenado y comercialización de la carne. Únicamente se Certifican al amparo de la I.G.P. “Ternera Asturiana”, aquellas canales que cumplen todos los requisitos recogidos en su Reglamento, además de las normas establecidas por el Consejo Regulador en el Manual de Calidad y cuando esto se cumple, se identifican con los siguientes distintivos: - Cuatro precintos de polietileno y armadura metálica, uno para cada cuarto, color amarillo, de 31x18mm, con numeración y con el logotipo de la I.G.P. en la parte anterior y la leyenda Consejo Regulador de la I.G.P. en la posterior.
  30. 30. - Veinte etiquetas en papel de 90 gr de 45 x 55 mm para cada media canal, numeradas con la misma serie que los precintos, con los nombres de las piezas, color de fondo blanco y logotipo en el color determinado por el Consejo Regulador. - Un Certificado de Garantía por cada media canal. Las salas de despiece y mayoristas registradas deben disponer de un sistema, a ser posible informatizado que, unido al almacenamiento y faenado independiente de los canales amparados, permita garantizar la trazabilidad de los productos elaborados, haciendo constar en cada tipo de pieza un código (preferentemente el crotal o el número de certificado) que permita relacionarlo con el animal de procedencia. Los comercializadores deberán enviar semanalmente, por módem o fax, la entrada y salida de canales y/o piezas amparadas. De este modo se consigue una trazabilidad completa del producto pues el proceso de identificación y control abarca desde las explotaciones ganaderas hasta el momento en el que el consumidor compra carne protegida por la I.G.P. “Ternera Asturiana” en el punto de venta.
  31. 31. Cordero de Navarra La I.G.P. Cordero de Navarra distingue dos tipos de animales: Cordero lechal. De carne suave y jugosa, de color rosa pálido o blanco, tierna y de sabor suave. Cordero ternasco. De carne muy nutritiva, de color rosa, y sabor más pronunciado que el lechal debido a que es un animal de mayor tamaño y edad.
  32. 32. Alimentos artesanos La marca "Alimentos Artesanos" consiste en un signo distintivo que se incluye en el etiquetado de los productos agroalimentarios que cumplan las condiciones establecidas en las Normas Reguladoras del uso de la marca. Así, la marca "Alimentos Artesanos" certifica alguno de los siguientes aspectos: · las características intrínsecas del producto que lo diferencian cualitativamente respecto a productos de su misma naturaleza comúnmente regulados. · las características específicas de aquellos productos tradicionales que no estén definidos por la normativa nacional o comunitaria. · Aceite
  33. 33. Mateo Blay Presidente agr! agro
  34. 34. Nossa Missão é conseguir que consumidores e compradores elejam suas marcas e produtos.
  35. 35. Uma marca não é mais que uma promessa associada a uns valores dos produtos que suporta
  36. 36. Os 4 passos para promover os alimentos da Produção Integrada de forma eficaz. Mateo Blay Presidente agr! agro
  37. 37. 1 Definir os Segmentos de mercado: Onde queremos chegar? A quem vamos dirigir-nos? - Em qual âmbito geográfico? Mateo Blay Presidente agr! agro
  38. 38. 2- Dimensionar a Propaganda: De onde partiremos? O que é que vão valorizar? Estão dispostos a escolher e pagar mais? Que porcentagem de possíveis compradores e consumidores? Conhecem a PI e seus benefícios? ¿ Mateo Blay Presidente agr! agro
  39. 39. 3 Escolher o posicionamento: O que queremos dizer? Para que seja eficaz, o posicionamento deve basear-se em um valor – atributo: aquele mais relevante para o consumidor e um diferencial daquele da agricultura convencional. Mateo Blay Presidente agr! agro
  40. 40. 3 Escolher o posicionamento: O que queremos dizer? Origem? Sabor? Qualidade? Aspecto? Textura? Segurança?
  41. 41. 4 Como transmitir a mensagem: Como e através do que vamos dizer? -Eleger as disciplinas da comunicação a utilizar. -Escolher as criações mais adequadas. Mateo Blay Presidente agr! agro
  42. 42. Queremos chegar unicamente ao distribuidor comercial ou também ao consumidor final? Mateo Blay Presidente agr! agro
  43. 43. Produção Integrada de Gado de Leite de Navarra/ES
  44. 44. Asociación de Amas de Casa, Consumidores y Usuarios Santa María la Real.
  45. 45. Reconocimiento “Sabor del Año 2008” concedido en la Feria Alimentaria de Barcelona Premio Triplo “Sabor Superior 2009” que concede el Instituto Internacional de la Calidad y el Sabor de Bruselas (iTQi) Premio Triplo "Sabor Superior 2010" que concede el Instituto Internacional de la Calidad y el Sabor de Bruselas (iTQi) Premio "Alimentos de España a la Producción Agraria 2008" Agricultura por trabajar con un sistema de producción innovador como es la Producción Integrada de vacuno de leche. concedido por el Ministerio de Medio Ambiente y Medio Rural y Marino (MARM), "Empresa del Mes" el pasado mes de febrero por las Cooperativas Agroalimentarias de España
  46. 46. (de izquierda a derecha) Jose Manuel Saiz (CNTA), cocineros Eurotoques Francia y Luxemburgo, Fermin Ciilveti (LACTURALE), Delegada del Gobierno de Navarra en Bruselas Dª Maria Lozano Uriz, Juan Manuel Garro ( LACTURALE), cocineros Eurotoques Holanda y Belgica e Ignacio Baleztena Responsable de la Agencia Navarra de Innovación en Bruselas.
  47. 47. PRESENTACIÓN EN SOCIEDAD DEL LECHÓN DE NAVARRA El día 21 de mayo en las Bodegas Quaderna Vía de Iguzkiza-Navarra, se celebró un acto de presentación de la Producción Integrada de Lechón de Navarra, un nuevo producto de calidad amparado por Reyno Gourmet. En el transcurso del mismo, participaron representantes del Departamento de Desarrollo Rural y Medio Ambiente, de los productores, de los comercializadores, carniceros y cocineros, para dar a conocer las características de esta nueva producción de calidad.
  48. 48. La marca Lechón de Navarra abre a una salida a la crisis a pequeños ganaderos Seis explotaciones dan el primer paso para poner en marcha la certificación de producción integrada El proyecto supone recuperar una raza en peligro de extinción y poner en el mercado un producto nuevo de calidad
  49. 49. Principais características da Produção Integrada do Leitão de Navarra: •As propriedades devem ser do tipo familiar com menos de 120 matrizes e seu produto principal é o leitão para consumo. •Os leitões têm uma genética especial, mistura de raça Pio Negro (50%), de Landrace (25%) e de Large White (25%). Pio Negro é uma raça autóctona. As matrizes gestantes devem pastorear. Na alimentação da matrizes as rações não poderão conter farinha de carne e nem gordura de origem animal
  50. 50. Cerda de raza Pío Negro Una raza autóctona que se conserva en Baztán y en la Baja Navarra (Alduides)
  51. 51. Principais características da Produção Integrada do Leitão de Navarra: •Os leitões devem ser amamentados até o transporte ao matadouro. •O abate dos leitões devem ser com menos de 35 dias. O peso do leitão limpo deve ser inferior a 7 kilos e é obrigatório etiquetar pelo menos uma das patas. Não é permitido o congelamento dos leitões para venda como Produção Integrada.
  52. 52. Identificação em cada orelha é obrigatória para a rastreabilidade.
  53. 53. Presentación del Lechón de Navarra de Producción Integrada
  54. 54. Preparación de las piezas de lomo para la cata de lechón.
  55. 55. Imagen de una de las catas de expertos organizadas por ITG Ganadero en la que se valoró y puntuó las diferencias entre distintos tipos de gorrín asado
  56. 56. El Lechón de Navarra tiene un sabor y textura diferentes, testadas en catas de expertos y se vende con garantía certificada de Reyno Gourmet.
  57. 57. Bom apetite FIM
  58. 58. http://www.itgganadero.com/itg/portal/documentos2.asp?id=178 www.itgganadero.com/itg/portal/documentos2.asp www.itgganadero.com/itg/portal/documentos2.asp
  59. 59. luinasser.uniceub@gmail.com 61 – 9975-8127 Obs. O DVD com a literatura sobre Produção integrada na União Européia pode ser copiado no computador da organização do evento. Trabalho de Pós-doutorado desenvolvido pelo Dr. José Rozalvo Andrigueto. Agradeço a atenção de todos!!

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