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CODÓ – MA
NOVEMBRO DE
2015
CONSCIÊNCIA NEGRA
MONITOR: ANTONIO CARLOS
ESCOLA FAMÍLIAAGRÍCOLA
IRMÃ RITA LORE WICKLEIN
O QUE SE COMEMORAEM
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INTRODUÇÃO
 Na história da humanidade, percebe-se a forte
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INTRODUÇÃO
 E no Brasil, como não poderia ser diferente, a
igreja e a coroa não se opuseram à escravidão,
obtendo com a mesma vantagens;
 A escravidão era justificada por sua
preexistência no continente africano;
INTRODUÇÃO
 . O africano escravizado levado para a Europa
e novo mundo, passava a ser considerado como
propriedade, não civilizado, racionalmente
inferior, uma coisa... Apenas força de trabalho.
VÍDEO
AFRODESCENDENTE
 O termo afrodescendente se refere ao descendente
de africano, em contexto de aproximação política e
cultural, e é utilizado como correlato de negros ou
as vezes “pretos” nos países de língua portuguesa,
como no Brasil, de African American, na língua
inglesa, em países como nos Estados Unidos onde
se usa também o termo black.
FATOS HISTÓRICOS
 Revolução Industrial;
 Tratado de Bill Aberdeen em 1845 (motivado pelo
capitalismo);
 Lei Ausébio de Queirós em 1850;
 Aprovação da Lei do Ventre livre em 1871;
 Aprovação da Lei do Sexagenário em 1885;
 Lei Auria em 13 de maio de 1888.
RESISTÊNCIAÀ ESCRAVIDÃO
 Conflitos diretos;
 Fugas e criação de Quilombos;
 Suicídios;
 Manifestações Religiosas;
 Mulheres negras evitavam engravidar;
 Aborto.
CLASSE DOMINANTE
 Branqueamento da população da ex-colônia de
Portugal;
 Incentivo a imigração européia;
 Cultura norte americanizada;
 Lei de Terras (beneficiou o latifundiário).
MOVIMENTO NEGRO
 Revolta da Chibata – 1910 liderada pelo
marinheiro negro João Cândido contra as
humilhações, dentre eles os castigos corporais;
 Frente Negra - criada em 16 de setembro de 1931,
combatia o racismo, alertava contra as péssimas
condições de vida da população negra, saúde e
educação no Estado de São Paulo;
MOVIMENTO NEGRO
 Revolta dos Malês em 1835, na Bahia os revoltosos da
religião muçulmana proibidos de exercer sua fé islâmica, porque
a religião oficial do Estado era a Católica, além de buscar
libertar os negros escravos através da alforria;
 Movimento Negro Unificado (MNU)– em 7 de julho de 1978
o MNU vai realizar sua primeira manifestação pública, tendo
como motivo o racismo sofrido por quatro jovens negros no
time juvenil de voleibol do Clube de Regatas do Tietê, além da
morte de um trabalhador negro, torturado e morto por policiais;
MOVIMENTO NEGRO
 Quilombos - Quilombolas contam com o apoio
de outras organizações tais como: a Rede Social
de Justiça e Direitos Humanos, o Centro de
Justiça Global e o Centro pelo Direito à Moradia
contra Despejos e de diversos pesquisadores
como os ligados a Universidade Federal do
Maranhão.
MOVIMENTO NEGRO
 Atualmente há uma diversidade de
movimentos negros combativos, em todo o
território nacional que, procuram promover a
conscientização do negro, no que diz respeito a
sua cor, sua cultura, e enfrentando o racismo por
uma sociedade mais democrática.
MOVIMENTO NEGRO
 Dentre eles podemos destacar: o Centro de Cultura
Negra do Maranhão (CCN) – criado em 1979 e a
Associação das Comunidades Negras Rurais
Quilombolas do Maranhão (ACONERUC) –
fundada no ano de 1997 com objetivos específicos
de fortalecer a organização do movimento
quilombola e, ainda, lutar em conjunto com as
comunidades pela regularização de suas terras.
CONQUISTAS
 Constituição do Brasil de 1988 do art. 3º - 5º que
trata da discriminação;
 Lei nº 7716 de 16 de janeiro de 1989 contra crimes de
racismo;
 Leis de Cotas de nº 8213/1991;
 Estatuto da Igualdade Racial de 20/10/2010;
 História e Cultura Afro-brasileira (Lei de nº
10639/2003).
REFERÊNCIAS
CHNNEEBERGER, Carlos Alberto. História do
Brasil: Teoria e Prática. 1. ed. São Paulo: Rideel,
2006, p. 243-253;
FERRETI, Mundicarmo Maria Rocha. Deceu na
guna: o caboclo do tambor de mina em um terreiro
de São luis. 2. ed. Ver. atual. São Luis: EDUFMA,
2000.
Orientações e ações para Educação das Relações
Étnico-raciais. Brasília: SECAD, 2010.
20 de novembro, dia da consciência
negra
“Jamais devemos nos esquecer de onde
viemos, pois dessa maneira, poderemos avaliar
nossa postura fazendo uma análise se realmente
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Dia da Consciência Negra

  • 1. CODÓ – MA NOVEMBRO DE 2015 CONSCIÊNCIA NEGRA MONITOR: ANTONIO CARLOS ESCOLA FAMÍLIAAGRÍCOLA IRMÃ RITA LORE WICKLEIN
  • 2. O QUE SE COMEMORAEM NOVEMBRO?
  • 3. INTRODUÇÃO  Na história da humanidade, percebe-se a forte presença da exploração do homem pelo homem no decorrer dos tempos, com o objetivo de acumular riquezas. Isso se deu de muitas formas, porém, uma das mais cruéis foi a escravidão.
  • 4. INTRODUÇÃO  E no Brasil, como não poderia ser diferente, a igreja e a coroa não se opuseram à escravidão, obtendo com a mesma vantagens;  A escravidão era justificada por sua preexistência no continente africano;
  • 5. INTRODUÇÃO  . O africano escravizado levado para a Europa e novo mundo, passava a ser considerado como propriedade, não civilizado, racionalmente inferior, uma coisa... Apenas força de trabalho.
  • 7. AFRODESCENDENTE  O termo afrodescendente se refere ao descendente de africano, em contexto de aproximação política e cultural, e é utilizado como correlato de negros ou as vezes “pretos” nos países de língua portuguesa, como no Brasil, de African American, na língua inglesa, em países como nos Estados Unidos onde se usa também o termo black.
  • 8. FATOS HISTÓRICOS  Revolução Industrial;  Tratado de Bill Aberdeen em 1845 (motivado pelo capitalismo);  Lei Ausébio de Queirós em 1850;  Aprovação da Lei do Ventre livre em 1871;  Aprovação da Lei do Sexagenário em 1885;  Lei Auria em 13 de maio de 1888.
  • 9. RESISTÊNCIAÀ ESCRAVIDÃO  Conflitos diretos;  Fugas e criação de Quilombos;  Suicídios;  Manifestações Religiosas;  Mulheres negras evitavam engravidar;  Aborto.
  • 10. CLASSE DOMINANTE  Branqueamento da população da ex-colônia de Portugal;  Incentivo a imigração européia;  Cultura norte americanizada;  Lei de Terras (beneficiou o latifundiário).
  • 11. MOVIMENTO NEGRO  Revolta da Chibata – 1910 liderada pelo marinheiro negro João Cândido contra as humilhações, dentre eles os castigos corporais;  Frente Negra - criada em 16 de setembro de 1931, combatia o racismo, alertava contra as péssimas condições de vida da população negra, saúde e educação no Estado de São Paulo;
  • 12. MOVIMENTO NEGRO  Revolta dos Malês em 1835, na Bahia os revoltosos da religião muçulmana proibidos de exercer sua fé islâmica, porque a religião oficial do Estado era a Católica, além de buscar libertar os negros escravos através da alforria;  Movimento Negro Unificado (MNU)– em 7 de julho de 1978 o MNU vai realizar sua primeira manifestação pública, tendo como motivo o racismo sofrido por quatro jovens negros no time juvenil de voleibol do Clube de Regatas do Tietê, além da morte de um trabalhador negro, torturado e morto por policiais;
  • 13. MOVIMENTO NEGRO  Quilombos - Quilombolas contam com o apoio de outras organizações tais como: a Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, o Centro de Justiça Global e o Centro pelo Direito à Moradia contra Despejos e de diversos pesquisadores como os ligados a Universidade Federal do Maranhão.
  • 14. MOVIMENTO NEGRO  Atualmente há uma diversidade de movimentos negros combativos, em todo o território nacional que, procuram promover a conscientização do negro, no que diz respeito a sua cor, sua cultura, e enfrentando o racismo por uma sociedade mais democrática.
  • 15. MOVIMENTO NEGRO  Dentre eles podemos destacar: o Centro de Cultura Negra do Maranhão (CCN) – criado em 1979 e a Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Maranhão (ACONERUC) – fundada no ano de 1997 com objetivos específicos de fortalecer a organização do movimento quilombola e, ainda, lutar em conjunto com as comunidades pela regularização de suas terras.
  • 16. CONQUISTAS  Constituição do Brasil de 1988 do art. 3º - 5º que trata da discriminação;  Lei nº 7716 de 16 de janeiro de 1989 contra crimes de racismo;  Leis de Cotas de nº 8213/1991;  Estatuto da Igualdade Racial de 20/10/2010;  História e Cultura Afro-brasileira (Lei de nº 10639/2003).
  • 17. REFERÊNCIAS CHNNEEBERGER, Carlos Alberto. História do Brasil: Teoria e Prática. 1. ed. São Paulo: Rideel, 2006, p. 243-253; FERRETI, Mundicarmo Maria Rocha. Deceu na guna: o caboclo do tambor de mina em um terreiro de São luis. 2. ed. Ver. atual. São Luis: EDUFMA, 2000. Orientações e ações para Educação das Relações Étnico-raciais. Brasília: SECAD, 2010.
  • 18. 20 de novembro, dia da consciência negra “Jamais devemos nos esquecer de onde viemos, pois dessa maneira, poderemos avaliar nossa postura fazendo uma análise se realmente estamos valorizando os sofrimentos, resistências, e morte guerreira de milhares de negros trazidos a força para ser cruelmente escravizados em toda a Europa e novo mundo.” Antonio Carlos