Projeto estágio séries iniciais set-2014

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Projeto estágio séries iniciais set-2014

  1. 1. Centro Universitário Leonardo Da Vinci Educacional Leonardo Da Vinci SOLANGE APARECIDA COUTINHO DA VEIGA (PED 0518) PROJETO DE ESTÁGIO III DOCÊNCIA NAS SÉRIES INICIAIS BLUMENAU 2014 CIDADE ANO
  2. 2. SUMÁRIO 1 PARTE I: PESQUISA 03 1.1 A ESCOLA INCLUSIVA E OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM NA PERSPECTIVA DAS SÉRIES INICIAIS 03 1.2 OBJETIVOS 04 1.3 AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E AS SÉRIES INCIAIS 05 1.3.1 A LINGUA PORTUGUESA E AS SÉRIES INICIAIS 05 1.3.2 O ENSINO DA MATEMÁTICA NAS SÉRIES INCIAIS 06 2 PARTE II PROCEDIMENTOS DO ESTÁGIO 2.1 CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA 07 2.2 PLANEJAMENTO SEMANAL DE AULAS 10 2.3 CRONOGRAMA 16 REFERÊNCIAS 16 ANEXOS 2 2
  3. 3. 1 PARTE I: PESQUISA 1.1 A ESCOLA INCLUSIVA E OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM NA PERSPECTIVA DAS SÉRIES INICIAIS: Este estudo que compõe o Estágio III tem como tema: A ESCOLA INCLUSIVA E OS DESAFIOS DA APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Esse estudo tem como objetivo a prática em classe de aula no ensino na Educação nas Séries Iniciais e como os professores tem buscado partilhar saberes com essa classe de alunos, sendo que nesse momento de ensino estaremos participando da fundamentação da educação alfabetizadora e com responsabilidades bem mais preocupantes. O trabalho escolar de primeira série tem vários objetivos, mas o principal deles é alfabetizar as crianças. A alfabetização é uma das coisas mais importantes que as pessoas fazem na escola e na vida. Os esforços devem estar voltados para isso, embora a escola não deva se esquecer dos outros objetivos que tem como instituição. (CAGLIARI, 1998, p.104). Dentro desse aspecto particular do universo da Educação nas Séries Iniciais ou Fundamental, podemos mencionar que as crianças que possuem alguma deficiência também encontram atendimento de acordo com as suas necessidades. A Escola Inclusiva significa educar todos os alunos em salas de aula comum. Isto significa que todos, sem exceção, recebem educação, frequentam as mesmas aulas e, consequentemente, significa que todos recebem oportunidades educacionais adequadas. Além disso, é necessário também que o aluno e seu Professor recebam todo o auxílio que necessitarem para oferecer este ensino. Mas, além disso, a escola inclusiva é um local em que todos fazem parte, onde existe aceitação e cooperação entre seus membros. ( SILVEIRA, 2011, p. 25) Mas, sempre, participando em grupo e interagindo com o cotidiano dos demais alunos em sala, embora, entendemos que o ensino tem abrangido melhor essa categoria de educandos, com o ensino de apoio ou as classes de 3 3
  4. 4. aula multidisciplinar, que promovem reforço das matérias em que esses alunos encontrarem maior dificuldade de aprendizagem. 1.2 OBJETIVOS Com a área de concentração optada como sendo a Educação Inclusiva, o tema estabelecido de acordo com o Estágio III, se nomeará, A Escola Inclusiva e os Desafios da Aprendizagem na Perspectiva da Educação nas Séries Iniciais ou Fundamental, poderíamos traçar os seguintes objetivos:, - Distinguir as práticas pedagógicas na Educação nas Séries iniciais - Averiguar as atividades didáticas e práticas utilizadas que promovam melhor qualidade de ensino - As crianças serão avaliadas pelo seu envolvimento e participação, pela escrita, oralidade e assimilação do conteúdo trabalhado 1.3 AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E AS SÉRIES INCIAIS A natureza da criança é a de ser naturalmente curiosa, ao decidirmos aproveitar essa característica para ensinar “certo” e pensar “certo”, seremos capazes de ministrar respeito à cultura e vida social de cada indivíduo, demonstrando como professor, que a diversidade, seja ela física, mental ou religiosa, deve ser encarada com respeito e dignidade primeiro por parte do professor e consequentemente o será seguido pelo seu aluno, independentemente da idade desse indivíduo. Não há prática educativa sem conteúdo, quer dizer sem objetivo de conhecimento a ser ensinado pelo educador e aprendido pelo educando. Isto por que a prática educativa é naturalmente gnosiológica e não é possível conhecer nada a não ser que nada se substantive e vire objeto a ser conhecido, portanto que vire conteúdo. A questão fundamental é política. Tem que ver com: que conteúdos ensinar, a quem e a favor de quê e de quem contra o quê, como ensinar. Tem que ver com quem decide sobre os conteúdos ensinar, que participação têm os estudantes, os pais os professores, os movimentos populares na discussão em torna da organização dos conteúdos programáticos. (FREIRE, 1996, p.44). 4 4
  5. 5. Mas, enquanto a escola tem como foco o aluno e a metodologia de ensinar as diferentes áreas em forma de aulas é importante ressaltar que a prática escolar é diferente de outras práticas educativas, como as quais acontecem na família, no meio social, pois ela constitui-se de forma sistemática, planejada e contínua. A escola precisa ter uma prática planejada no sentido de contribuir para que os alunos se apropriem dos conteúdos de maneira crítica e construtiva. No cotidiano escolar os docentes adquirem saberes essenciais para desenvolverem uma prática pedagógica eficiente. [...] educar não significa apenas transmitir o legado cultural às novas gerações, mas também ajudar o aluno a aprender o aprender, despertar vocações, proporcionar condições para que cada um alcance o máximo de sua potencialidade e, finalmente, permitir que cada um conheça suas finalidades e tenha competências para mobilizar meios para concretizá-las, chega-se ao sentido estrutural da questão: o que significa educar. Em síntese ; aprender a conhecer, fazer, viver junto e aprender a ser.[...]. (STEUCK, 2013, p.229) Escola é o lugar onde professores e alunos interagem e constroem conhecimentos, por isso ela deve ser um espaço de formação, em que à aprendizagem de conteúdos deve favorecer ao aluno no dia-a-dia conhecimentos relativos as questões sociais, culturais, nessa perspectiva ela deve também oportunizar ao aluno o desenvolvimento de capacidades, habilidades, para facilitar a compreensão dos fenômenos sociais, culturais, econômicos, além de ter o compromisso de intervir efetivamente para promover o desenvolvimento e a socialização destes. 1.3.3 A LINGUA PORTUGUESA E AS SÉRIES INICIAIS Os ensinos da língua portuguesa como matéria nas séries iniciais passam pelos desafios da alfabetização e da continuidade da aprendizagem ao longo dos próximos anos letivos da criança. A comunicação pode ser concebida como um espaço de interlocução realizada enquanto processo social. O pressuposto dessa concepção prioriza a relação sujeito com a língua e suas condições de uso, 5 5
  6. 6. considerando-a não só instrumento de informação, mas constitutiva do homem, como resultado das interações sociais. De acordo com Bordenave (1986, p. 27) a comunicação se confunde com a vida, comunicamos tanto quanto respiramos ou andamos, “somente percebemos a sua importância quando, por acidente ou doença perdemos a capacidade de nos comunicar” (PASQUALINI, 2012, p.3) O ensino da língua portuguesa tem sido um desafio para os professores nas séries iniciais, pois nos deparamos com diversos obstáculos que dificultam essa ação. Mas cabe ao educador transmitir conceitos e diretrizes para que esse processo se torne, interessante e motivador para as crianças. 1.3.4 O ENSINO DA MATEMÁTICA NAS SÉRIES INCIAIS Ensinar matemática é de longe, um dos grandes desafios dessa fase na educação escolar da criança, pois nessa idade a mente das crianças ainda tem nas brincadeiras sua atenção maior, esbarram com as responsabilidades de entenderem e aprenderem, não somente ler e escrever, mas também a cálculos e suas diversas característica peculiares e normativas a matéria. Na Educação Infantil e nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental, o trabalho com as quatro operações fundamentais pode ser desenvolvido com materiais como : figurinhas, palitos, pedrinhas , tampinhas de garrafa, bolinhas de gude. Esses são materiais fáceis de serem conseguidos, pois fazem parte do cotidiano da criança. Além disso, podemos utilizar materiais estruturados, como o material dourado, o Ábaco e o Quadro de Pregas. (JACQUES, 2007, p. 78) Apresentar a matemática de uma forma divertida e interessante, possibilitará uma adaptação mais fácil e um aprendizado mais dinâmico, existem também jogos de computadores que viabilizam também uma visualização e como os alunos estão em sua maioria já familiarizados com o material eletrônico, tendem a se ambientar e entenderem os jogos rapidamente, logo nos dia de hoje ensinar matemática pode ser muito prazeroso não somente para os alunos mas também para o educador, que encontra varias formas de trabalhar essa matéria sem torna-la enfadonha e desmotivadora. 6 6
  7. 7. 2.1 CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA: Meu estágio foi realizado na Escola Básica Machado de Assis. Procurei pesquisar e me informar sobre os dados da escola, sua história e qualidades arquitetônicas. Segue relato: Histórico: O Círculo de Pais e professores (CPP) hoje “Associação de Pais e Professores (APP) da Escola Básica Municipal Machado de Assis”, teve sua fundação em 12 de março de 1949, na sala “Miguel Couto”, conforme relatos da memória da Escola Básica Municipal Machado de Assis – 1992. Constam nesse documento, além de todo o processo de formação do CPP, os componentes da APP até a 37ª diretoria – 1991. O registro do extrato do estatuto da Associação de Pais e Professores da E.B.M. Machado de Assis foi lavrado no ofício Blumenau em 26 de abril de 1976., conforme constam no livro da “Associação de Pais e Professores E.B.M. “Machado de Assis” – APP – 02. Em 17 de outubro de 2006, em Assembléia Geral Extraordinária, é apresentado e aprovado por unanimidade o novo estatuto da APP que passa a vigorar em 2007, após análise do advogado da Procuradoria do Município, Dr. Paulo S. de Almeida, OAB/SC 9600 e posterior registro em cartório. Atividades desenvolvidas: A Associação de Pais e professores da E.B.M. Machado de Assis é uma entidade sem fins lucrativos com objetivo de manter a escola organizada, agradável e bonita para todos, alunos, profissionais e pais. Acompanha o dia a dia da escola com observação das carências e necessidades por que a escola passa, priorizando pequenas tarefas de caráter emergencial. Para tanto, além de pontuar os problemas, as atividades a serem desenvolvidas, seu objetivo é gerar pequenos eventos que promovam a manutenção e realização de obras da escola. A eleição da APP acontece a cada 2 anos, com direito a reeleição da diretoria uma única vez, em assembleia de pais e professores, realizada na escola. Reuniões: As reuniões da APP acontecem na escola, pelo menos uma vez por mês, no período noturno, nas dependências da escola, com qualquer número de participantes. Localização: Rua Paul Werner, 1334 – Itoupava Seca – Blumenau – Santa Catarina – Brasil. Membros da Diretoria: Presidente, Vice-Presidente, Secretário, Tesoureiro e Conselho Fiscal. 7 7
  8. 8. Infra-estrutura Atualmente a nossa escola conta: Prédio da Escola  Salas de aula: 29 salas de aula, sendo 12 salas das séries finais e 15 salas de séries iniciais, 2 salas de pré-escola  Coordenação Pedagógica: 2 salas equipadas com 2 computadores  Biblioteca: 1 sala de séries iniciais e 1 de séries finais equipada com 1 computador administrativo e outro pedagógico  Computação: 1 sala de Pré ao 5º ano equipada com 20 computadores e 1 sala de 6º ano a 8ª série equipada com 21 computadores  Vídeo: 2 salas de vídeo I e II  Salas de artes: 3 salas  Laboratório de Ciências: 1 sala  Sala de estudos: 1 sala  Fanfarra: 1 sala  Auditório: 1 sala  Sala de professores: 1 sala com 2 computadores e cozinha Administrativo  Recepção: 1 sala  Secretaria: 1 sala com 4 computadores  Direção: 1 sala com 1 computador  Financeiro e Xerox: 1 sala com 1 computador  Almoxarifado: 1 sala  Arquivo inativo: 1 sala Outros  Clube de mães: 1 sala  Consultório dentário: 1 sala  Cozinha geral: 1 sala  Cozinha serviços gerais: 1 sala  Parque infantil, pátio coberto e pátio aberto  Refeitório dos alunos Ginásio Poliesportivo  Ginásio de esportes: 1 – equipado com sala dos professores, WC, vestiário, sala de troféu, 1 computador e 1 quadra desportiva  Quadra desportiva: 1 aberta  Sala para jogos de xadrez: 1 sala 8 8
  9. 9.  Cozinha ginásio de esportes: 1 sala O primeiro contato, coma recepcionista, que me encaminhou para o preenchimento dos documentos e entrega dos mesmos, após, eu falei com a Diretora da Escola, que muito gentilmente, me recebeu, conversamos sobre a permissão para o estágio, conversei com a secretária financeira da APP, que fica no corredor próximo a direção, todas foram muito simpáticas e educadas, respondi ao questionamento da senhora Solange, sobre a questão do fechamento das APAES no Brasil, mas na verdade, expliquei-lhe, não se trata do fechamento das Entidades e sim da questão das escolas que essas ONG’s, tem em seu trabalho. Devido a lei sobre a inclusão. Seria o PNE-Plano nacional e Educação e sua nova cartilha para os próximos dez anos ou mais. Após esse breve contato, fui direcionada a conversar com a Coordenadora Pedagógica Tamara , outra pessoa incrivelmente educada e competente, precisei aguardar uns instantes, pois era preciso que ela atendesse a situações com os alunos primeiro. Depois ela me levou pela escola e me conduziu até a sala de aula da Professora Diane Deschamps Machado. A classe da Professora Diane, é a da segunda série do ensino fundamental, Segundo Ano C, eu sou recebida pela Professora Diane e ela me apresenta a classe de aula, pelo meu nome e explicando que eu ficaria com a sala durante aquela tarde. 2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO As horas de observação constituíram-se em momentos de entender o funcionamento da classe de aula, de como professora regente procedia em seu ambiente letivo, de como se comportavam os alunos em classe, de qual forma se dava a didática da professora regente. Questionar quais as diretrizes a serem seguidas como base de fundamentação para os planos de aula a serem ministrados em meu momento de docência. Foi solicitado que planejasse a semana dividindo em aulas com ensino da aplicação da língua portuguesa abrangendo especificamente o singular e o plural, suas especificidades e aplicações na gramática, oral e escrita. Na segunda parte da semana deveria ser ensinado sobre o sistema monetário brasileiro e suas aplicações orais e escrita. Dentro dessas solicitações, estabeleci o seguinte planejamento escolar semanal, primeiramente estudaremos a língua portuguesa e a aplicação do singular e plural, na segunda parte elaborei uma sistemática com apelo lúdico e interativo para o 9 9
  10. 10. aprendizado do sistema monetário brasileiro, conforme especificado nos seguintes planos de aula. 2.2 PLANOS DE AULAS : PLANEJAMENTO DE AULAS - SEMANAL Planos de Aulas - Semanal PLANO DE AULA Data da abordagem: 15/09 /2014 Nome da Escola: Escola Básica Municipal Machado de Assis Diretora: SolangeClebesch Professora Regente: Diane Deschamps Turma: 2 ano C Estagiária: Solange Aparecida Coutinho da Veiga Assunto: Singular e Plural Objetivos: - Reconhecer as diferenças e identificar a grafia das palavras; - Identificare compreender as aplicações na escrita e oralidade; - Adquirir conhecimento prático; tarefa escolar. Áreas do conhecimento e Conteúdos: Ciências:Corpo Humano Matemática:Quantidade de letras e partes do corpo humano Língua portuguesa: leitura, escrita, oralidade, letras, palavras, Sequência Didática/Desenvolvimento: Apresentação: Conversar Com a classe e explicar o motivo da minha presença nessa semana, socializar com os alunos e após iniciar a matéria solicitada pela Professora Regente Diane Dechamps, de acordo com a solicitação pré estabelecida pela mesma. 1- Agora compor com esses nomes duas listas: Singular Plural Menina meninas Menino meninos Brinquedo brinquedos Sorvete Sorvetes Casa Casas Janela janelas Cachorro cachorros Gato gatos Pássaro pássaros Peixe peixes Professora professoras Aluno alunos Aluna alunas 10 10
  11. 11. Recursos: Quadro; cartolinas; cola; Lápis; lápis de cor; folhas impressas de apoio; livro didático. Avaliação: As crianças serão avaliadas pelo seu envolvimento e participação, pela escrita, oralidade e assimilação do conteúdo trabalhado. PLANO DE AULA Data da abordagem: 17/09/2014 Nome da Escola: Escola Básica Municipal Machado de Assis Diretora: Solange Clebesch Professora Regente: Diane Deschamps Turma: 2 ano C Estagiária: Solange Aparecida Coutinho da Veiga Assunto: Singular e Plural Objetivos: - Trabalhar a noção de número: singular e plural; - Identificar palavras que representam singular ou plural; - Substituir nomes na frase do singular para o plural ou vice-versa. - Ter o domínio da leitura e do código da escrita. Áreas do conhecimento e Conteúdos: Língua portuguesa: leitura, escrita, oralidade, letras, palavras, Sequência Didática/Desenvolvimento: Fazer um levantamento com a turma do que há na sala de aula que representa um só e mais de um e anotar no quadro. Então poderiam aparecer os nomes: UM SÓ: professor, apagador, mesa do professor, cadeira do professor, lixeira, diário de classe, porta MAIS DE UM: alunos, murais, armários, janelas, ventiladores, mesas, cadeiras, livros, cadernos, estojos, agendas, mochilas, lancheiras, canetas, lápis e outros Colocar a nomenclatura de singular e plural, para a compreensão melhor continuar usando: um só e mais de um. Até perceber que houve ligação entre as palavras. Propor comparar o nome da lista de um só (singular) com o mesmo nome, se representasse mais de um. Fazer o mesmo com os nomes da lista de mais de um (plural), como se fosse um só, destacando a diferença na terminação das palavras. Executar atividades de preencher e compor frases com os objetos expostos, colorir e depois faremos uma pequena sessão de compartilhar a frase mais elaborada pelo grupo. Explorar a palavra lápis e mostrar que há palavras que não se modificam com a mudança de número e servem para dar ideia de um só e mais de um, assim como: tênis, ônibus e pires. Direcionar a turma a concluir que há nomes em que no plural, apenas se acrescenta o s e em outros há modificações maiores. Por exemplo: ventiladores e murais. Recursos: - Figuras ou fotos de um e mais objetos - Espaço da sala de aula e material escolar - Folha A4 de apoio formato cópia 11 11
  12. 12. - Caderno de Atividades - Quadro Avaliação: As crianças serão avaliadas pelo seu envolvimento e participação,pela escrita, oralidade e assimilação do conteúdo trabalhado. PLANO DE AULA Data da abordagem: 17/09/2014 Nome da Escola: Escola Básica Municipal Machado de Assis Diretora: Solange Clebesch Professora Regente: Diane Deschamps Turma: 2 ano C Estagiária: Solange Aparecida Coutinho da Veiga Assunto: Singular e Plural e Introdução à Matemática Monetária Brasileira Objetivos: - Reconhecer as diferenças e identificar a grafia das palavras; - Identificar e compreender as aplicações na escrita e oralidade; - Incentivar a prática de compartilhamento de coisas importantes entre os alunos. - Incentivar a criança a falar em grupo, para ajudar na comunicação interpessoal. - Adquirir conhecimento prático; - Apresentação ao sistema de cédulas e moedas brasileiro - Tarefa escolar. Áreas do conhecimento e Conteúdos: Língua portuguesa: leitura, escrita, oralidade, letras, palavras, Matemática: Matemática Monetária Brasileira Sequência Didática/Desenvolvimento: Nessa aula iremos, promover a atividade de trocas de cartões com os desenhos efetuados em casa entre os colegas de classe. Ler para a classe cada aluno o cartão que recebeu e compor aquela palavra para o plural, ou, frase.. Retomar o cartaz feito com cartolinas para registrar as descobertas que realizaram sobre plural e pendurar no mural da sala e rever a matéria que escrevemos. Escrever as frases para o plural à partir de 10 desenhos e pintar os desenhos. Atividade surpresa, solicitar que cada criança pense em uma ou duas palavras no singular ou plural, ir até o quadro e escrever no quadro, depois falar se apalavra esta no singular ou plural. Efetuar uma atividade lúdica com as crianças no sentido de ligar os objetos do singular para o plural, bem como, desafiar a escrita dessas palavras. Preencher os espaços com as palavras passadas para o plural dentro das estrelinhas, depois pintar os desenhos e contornar com a canetinha colorida. Apresentar a matemática financeira do Brasil - questionando o que sabem a respeito de dinheiro e valores- Quem conhece as moedas e dinheiro em papel do Brasil Que bichos e caras tem nas notas do nosso dinheiro em papel e moeda Tarefa: Copiar do quadro 05 frases e passar para o singular: Os lápis são coloridos. Os cadernos tem páginas. As flores são bonitas. Os balões estão cheios de ar. 12 12
  13. 13. Os bolos têm chocolate. . Recursos: - Cartaz com as notas em tamanho maior - Cartaz com as moedas em tamanho maior - Lápis de cor -Lápis de escrever - Folhas de apoio - Livro didático - Cola - Fita Adesiva - Quadro Avaliação: As crianças serão avaliadas pelo seu envolvimento e participação, pela escrita, oralidade e assimilação do conteúdo trabalhado. PLANO DE AULA Data da abordagem: 18/09/2014 Nome da Escola: Escola Básica Municipal Machado de Assis Diretor: Solange Clebesch Professora Regente: Diane Deschamps Turma: 2 ano C Estagiária: Solange Aparecida Coutinho da Veiga Assunto: Sistema Monetário Brasileiro Objetivos: - Reconhecer as diferenças e identificar as notas e moedas correntes no País ; - Identificar e compreender os valores; - Adquirir conhecimento prático do conceito monetário; Áreas do conhecimento e Conteúdos: Matemática: Moeda corrente do Brasil, suas características e valores: Sequência Didática/Desenvolvimento: Apresentação de um cartaz com as fotos em relevo dos valores exemplificando como seria na realidade, tamanho menor, textura etc. Perguntar para os alunos quem reconhece os valores descritos, ordenadamente, de acordo com as mãos levantadas. Buscar perceber o que já é de real conhecimento dos alunos em saber como se apresentam esses valores Reforçar a questão de “Que bichos e caras tem nas notas do nosso dinheiro em papel e moeda” Explicar, o quanto a matemática é “legal” e como ela esta presente em nosso dia a dia, trazer a classe um sentimento de prazer pela matemática e dizer que hoje ela é nossa amiga diária. Interagir com a classe promovendo a efetuação de atividades que farão com que eles comecem a desenvolver familiaridade com as situações-problema, com coisas familiares e que possivelmente ocorram de uma ou outra forma na vida cotidiana dos educandos. Elaborar problemas e resolve-los com as crianças, para que possam desenvolver raciocínio lógico e desde já perceberem como aplicar esses valores no seu dia a dia. Algo de fácil racionalização e vivenciado no dia a dia por eles na escola, é trazer por exemplo os lanches e sucos da cantina da escola. - Tarefa – resolver os problemas de somatória, utilizando valores. 13 13
  14. 14. 1) Escreva ou desenhe duas maneiras diferentes de obter R$ 100,00 (algumas possibilidades: duas notas de R$ 50, 00;cinco notas de R$ 20,00; dez notas de R$ 10,00; 100 moedas de R$1,00. O aluno terá a oportunidade de perceber que, muitas vezes, uma situação-problema, apresenta mais de uma solução. 2) Num cofrinho, o menino economizou vinte moedas de R$1,00 mas no cofrinho das meninas haviam quinze moedas de R$ 1,00. Quanto cada um economizou Menino R$...... Menina R$..... Recursos: Cartaz com fotos dos valores em papel e moedas ; Material de apoio papel A4 impresso; Lápis de cor Quadro Avaliação: As crianças serão avaliadas pelo seu envolvimento e participação, socialização e assimilação dos conceitos e conteúdos trabalhados. PLANO DE AULA Data da abordagem: 19/09/2014 Nome da Escola: Escola Básica Municipal Machado de Assis Diretor: Solange Clebesch Professora Regente: Diane Deschamps Turma: 2 ano C Estagiária: Solange Aparecida Coutinho da Veiga Assunto: Sistema Monetário Brasileiro Objetivos: - Testar o conhecimento de identificar as notas e moedas correntes no País ; - Promover a compreensão prática desses valores; - Trabalhar no sentido de adquirir o conhecimento e a distinção de cada moeda e seu respectivo valor; - Aprender a comprar e vender produtos; reconhecer e identificar o dinheiro brasileiro ( cédulas e moedas ); aprender a pagar; dar troco e conferir se o troco está correto; aprender a “calcular” o que pode comprar com o dinheiro que tem e a economizar nas compras. Áreas do conhecimento e Conteúdos: Matemática: Moeda corrente do Brasil, suas características e valores: Sequência Didática/Desenvolvimento 1- Apresentar a classe o momento de atividade de socialização através da criação em sala de aula de Número de Participantes: Grupos de 6 alunos: Um será o caixa do mini-mercado e cinco serão os compradores. 2- O um mini mercado com caixas de produtos diversos, garrafas pet, embalagens diversas, frutas, legumes e erduras, jornais de propagandas de mercados, com o 14 14
  15. 15. intuito de trazer para a prática e através da ludicidade a percepção de contexto desses valores - Família x compras – Fixar o conhecimento e transferir esse momento para a realidade do dia a dia 3- Exposição de produtos e frutas de época para que possam visualizar os itens com valores, demonstrando como seria num momento real, com valores colocados nos produtos. 4- Desenvolvimento e socialização através de praticar , da seguinte forma: Depois de colocado os produtos em uma mesa grande, fixarei com papel impresso um valor hipotético, já claramente explicado para os alunos, faremos um caixa de mercado ( alunos/ alunas) revezaremos as funções, após isso, faremos as compras e trabalharemos as equações , como será o valor a ser pago, quanto será o troco. Depois, conversaremos sobre o que aprendemos hoje e como transferir para a sua vida diária, compras na cantina, supermercados, no shopping, cinemas etc. 5- Após passaremos para as situações descritivas no caderno de atividades. 6- Tarefa: Marcos economizou 20 notas de R$ 50,00 e cem moedas de R$ 1,00 para comprar um vídeo game, quanto Marcos economizou. 7- Luisinha ganhou de presente de aniversário 06 notas de R$20,00; 15 moedas de R$ 1,00 e 05 notas de R$ 50,00, quanto Luisinha recebeu de presente. Recursos: • Cartaz de frutas específicas; • Frutas verdadeiras; • Caixas de leite, garrafas pet, latas de enlatados, bolachas; feijão etc. • Exposição com cesta e caracterização; • Dinheiro em papel em tamanho miniatura; • Avetal caracterizado com frutas; • Cartolina, • Material de Apoio - Papel A4 impresso; • Quadro 15 15
  16. 16. Avaliação: As crianças serão avaliadas pelo seu envolvimento e participação, socialização e assimilação dos conceitos e conteúdos trabalhados. 2.2 CRONOGRAMA Para cumprir as atividades previstas neste estágio III denominado de Docência nas Séries Iniciais, conforme o currículo a ser seguido, o qual solicita que fossem realizadas com o método de 08 horas de observação e 20 horas de aulas práticas, assim detalhadas conforme descrito na planilha abaixo. Data Turno e horário Atividade 25/08/14 7h30min às 11h30min Estágio de Observação 26/08/14 7h30min às 11h30min Estágio de Observação 15/09/14 7h30min às 11h30min Docência – Estagio III 16/09/14 7h30min às 11h30min Docência – Estagio III 17/09/14 7h30min às 11h30min Docência – Estagio III 18/09/14 7h30min às 11h30min Docência – Estagio III 19/09/14 7h30min às 11h30min Docência – Estagio III REFERÊNCIAS CAGLIAR, Luiz Carlos, Alfabetizando sem o Bá-bé-bi-bó-bu. São Paulo: Spicione, 1998. 399 p. FREIRE, Paulo, Pedagogia da Autonomia. São Paulo:PAZ E TERRA, 1996. 54 p. JACQUES, Eleide Mõnica da Veiga. Metodologia e conteúdos básicos da Matemática. Indial; UNIASSELVI. 2007. P.138. PASQUALINI, Joseni Terezinha Freiner. Metodologia e conteúdos básicos da língua portuguesa. Indaial: UNIASSELVI. 2012. p.183. SILVEIRA,Tatiana dos Santos da; NASCIMENTO,Luciana Monteiro do. Educação Inclusiva. Indaial: UNIASSELVI, 2011. 222 p. 16 16

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