Amar é acolher 1ª reunião

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Amar é acolher 1ª reunião

  1. 1. A C O L H I M E N T O E A D A P T A Ç Ã O“AMAR É ACOLHER” – A IMPORTÂNCIADO ACOLHIMENTO NA EDUCAÇÃOINFANTIL
  2. 2. ACOLHIMENTO E ADAPTAÇÃO NAEDUCAÇÃO INFANTIL“Amar é acolher,É compreender,É fazer o outro crescer,É o aconchego da segurança,Acolher é abrir os braços da confiança.”Zilda Arns
  3. 3. HÁ MUITO TEMPO ATRÁS NAS CRECHES E PRÉ-ESCOLAS EATÉ MESMO NAS ESCOLAS DE ENSINOFUNDAMENTAL, PARECIA NÃO HAVER OUTRO JEITO: OU ASCRIANÇAS SE ADAPTAVAM OU SE ADAPTAVAM. A MÃE“PRECISAVA” TRABALHAR E A CRIANÇA “PRECISAVA” FICARNA CRECHE. OS PRIMEIROS DIAS EM UMA INSTITUIÇÃOEDUCACIONAL ERAM VISTO COMO UM MAL NECESSÁRIOPELO QUAL TODA CRIANÇA DEVERIA PASSAR. A IDEIA QUEMAIS CEDO OU MAIS TARDE A CRIANÇA ACABARIA SEACOSTUMANDO, O QUE DE FATO ACABAVAACONTECENDO, FAZIA PARTE DO SENSO COMUM.SOFRIMENTO, INSEGURANÇA, DESAMPARO E OUTRASPOSSÍVEIS DECORRÊNCIAS DESTE PROCESSO ERAMDESCONHECIAS E POR VEZES IGNORADOS.
  4. 4. COMO EU ME SENTI NO MEU PRIMEIRO DIA DE AULA?REFLETIR SOBRE ESTES SENTIMENTOS QUE FAZEM PARTEDA NOSSA VIDA E DA NOSSA MEMÓRIA GERAMIMPORTANTES QUESTIONAMENTOS SOBRE O PROCESSO DEADAPTAÇÃO DOS NOSSOS PEQUENOS.LENTAMENTE, A EDUCAÇÃO PASSOU A INCORPORAR ASDESCOBERTAS DERIVADAS DA PSICOLOGIA E EM ESPECIALDA PSICANÁLISE QUE SE PREOCUPAVAM COM OSSENTIMENTOS, AS EMOÇÕES, A INDIVIDUALIDADE, ACONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE E O PROCESSO DESOCIALIZAÇÃO.
  5. 5. LEMBREM-SE DE QUE TEMOS EM NOSSO PROJETOPEDAGÓGICO A CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA QUE ENTENDENOSSAS CRIANÇAS COMO SUJEITO SOCIAL E HISTÓRICOQUE FAZ PARTE DE UMA ORGANIZAÇÃO FAMILIAR INSERIDANA SOCIEDADE. É PROFUNDAMENTE MARCADA PELO MEIOSOCIAL EM QUE SE DESENVOLVE E TAMBÉM O MARCA. ENTÃOQUE MARCAS QUEREMOS DEIXAR EM NOSSAS CRIANÇAS DOSEU PRIMEIRO DIA DE AULA?
  6. 6. JÁ ENTENDEMOS QUE A ENTRADA NA ESCOLA PODEGERAR ESTRESSE NOS ENVOLVIDOS, CRIANÇA, FAMÍLIA EPROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO, E QUE ESTE PODE SERSUAVIZADO AO MÁXIMO, ATRAVÉS DE UM PLANEJAMENTOCUIDADOSO E DA ANTECIPAÇÃO DE INTERCORRÊNCIAS.
  7. 7. QUE TAL CONSIDERARMOS O PROCESSO DO ACOLHIMENTOCOMO UM CUIDADO INERENTE AO PROJETO EDUCATIVO DAINSTITUIÇÃO E COMO UM INDICADOR DE QUALIDADE DOSERVIÇO PRESTADO PELA INSTITUIÇÃO? EM 2012 JÁVIVENCIAMOS ESTA PREOCUPAÇÃO E TODOS NÓS NOSSAÍMOS MUITO BEM. AS CRIANÇAS E AS FAMÍLIAS FORAMRECEBIDAS COM MUITO CARINHO E AS ATIVIDADES FORAMPLANEJADAS DE FORMA A VIVERMOS NA PRÁTICA ASPALAVRAS DE ZILDA ARNS.
  8. 8. MESMO ASSIM, VAMOS RELEMBRAR ALGUMAS QUESTÕESDO INÍCIO DE 2012.SEGUNDO CISELE ORTIZ:A ADAPTAÇÃO PODE SER ENTENDIDA COMO OESFORÇO QUE A CRIANÇA REALIZA PARA FICAR, E BEM, NOESPAÇO COLETIVO, POVOADO DE PESSOAS GRANDES EPEQUENAS, DESCONHECIDAS, DIFERENTES DAQUELES DOESPAÇO DOMÉSTICO A QUE ELA ESTÁ ACOSTUMADA.HÁ, DE FATO, UM GRANDE ESCORÇO POR PARTE DACRIANÇA QUE CHEGA E QUE ESTÁ CONHECENDO O AMBIENTEDA INSTITUIÇÃO, MAS, AO CONTRÁRIO DO QUE O TERMOSUGERE, NÃO DEPENDE EXCLUSIVAMENTE DELA, ADAPTAR-SEOU NÃO À NOVA SITUAÇÃO. “DEPENDE TAMBÉM DA FORMACOMO É ACOLHIDA”.
  9. 9. CONSIDERANDO A ADAPTAÇÃO SOB O ASPECTO DANECESSIDADE DE ACOLHER, ACONCHEGAR, PROCURAR O BEMESTAR, O CONFORTO FÍSICO E EMOCIONAL, AMPARAR,AMPLIA SIGNIFICATIVAMENTE O PAPEL E ARESPONSABILIDADE DA INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO NESTEPROCESSO.
  10. 10. A QUALIDADE DO ACOLHIMENTO É QUE GARANTIRÁ AQUALIDADE DA ADAPTAÇÃO, PORTANTO NÃO SE TRATA DEUMA OPÇÃO PESSOAL, MAS DE COMPREENDER QUE HÁ UMINTER-JOGO DE MOVIMENTOS TANTO DA CRIANÇA COMO DAINSTITUIÇÃO DENTRO DE UM MESMO PROCESSO.
  11. 11. PODEMOS FOCAR O ACOLHIMENTO DIFERENTES PONTOS DEVISTA:1. DAS FAMÍLIAS QUE COMPARTILHAM A EDUCAÇÃO DA CRIANÇACOM A CRECHE/PRÉ-ESCOLA;2. DA CRIANÇA, DO SIGNIFICADO E EMOÇÃO QUE É PASSAR DE UMESPAÇO SEGURO E CONHECIDO, PARA OUTRO EM QUE ÉNECESSÁRIO UM INVESTIMENTO AFETIVO E INTELECTUAL PARAPODER ESTAR BEM;3. DO PROFESSOR QUE RECEBE UMA CRIANÇA DESCONHECIDA EAINDA TEM AS OUTRAS DO GRUPO PARA ACOLHER4. DAS OUTRAS CRIANÇAS QUE ESTÃO CHEGANDO OU QUE FAZEMPARTE DO GRUPO E PRECISAM ENCARAR O FATO DE QUE HÁ MAISUM, PARA REPARTIR, MAS TAMBÉM PARA SOMAR.5. DA INSTITUIÇÃO, NOS ASPECTOS ORGANIZACIONAL E DEGESTÃO, QUE PREVÊ ESPAÇO FÍSICO, MATERIAIS, TEMPO ERECURSOS HUMANOS COM COMPETÊNCIA PARA ESTA AÇÃO.
  12. 12. NESTE SENTIDO, EM NENHUMMOMENTO, RESPONSABILIZAMOS SOMENTE A FAMÍLIA PARA QUEA ADAPTAÇÃO DÊ CERTO. MUITAS VEZES, POR MAIS QUE TENTEMOSPASSAR SEGURANÇA AOS NOSSOS FILHOS, ESTAMOS MUITOTRISTES POR DENTRO POR PRECISAR DEIXÁ-LO COM UMA PESSOAQUE NEM EU CONHEÇO. EU ME LEMBRO MUITO BEM DO PRIMEIRODIA QUE FUI TRABALHAR E DEIXEI MEU FILHO COM A MINHA MÃE.CHOREI A TARDE TODA. MEUS ALUNOS FALAVAM“PROFESSORA, NÃO CHORE! DAQUI HÁ POUCO A AULA ACABA E ASENHORA VAI PODER VER SEU FILHO!”. DESTE PONTO DE VISTA, DEQUEM É A ADAPTAÇÃO??? AH, E QUANDO EU DEIXEI MEU FILHO NAESCOLA, EU, EDUCADORA, FIQUEI CHORANDO NO PORTÃO... EENTÃO, DE QUEM FOI A ADAPTAÇÃO??? NEM EU ACREDITAVA NOQUE ESTAVA FAZENDO.... E PENSAM QUE NO SEGUNDO FILHO FOIDIFERENTE?? QUE NADA!!! CHOREI TUDO DE NOVO!!!! E AINDAOUVIA AS RISADAS DA GIGI BRINCANDO PORQUE ELA ENTROU COMO IRMÃO E NEM TCHAU ME DEU DIREITO!!!!
  13. 13. MAS, VOLTANDO AO TEXTO... QUANDO SOMOSACOLHIDOS, BEM RECEBIDOS, EM QUALQUER LUGAR, EMGERAL NOSSA REAÇÃO É DE SIMPATIA EABERTURA, ESPERANDO O MELHOR DAQUELE AMBIENTEDAQUELAS PESSOAS. QUANDO AO CONTRÁRIO SOMOSRECEBIDOS FRIAMENTE, NOSSA TENDÊNCIA É TAMBÉMIGNORAR. E O QUE ACONTECE QUANDO SOMOS MALRECEBIDOS? A GENTE JURA NÃO VOLTAR MAIS ÀQUELELUGAR!”
  14. 14. “POR QUE COM A CRIANÇA E SUA FAMÍLIADEVERIA SER DIFERENTE?”
  15. 15. SE CONSIDERARMOS QUE CUIDAR É CONSIDERAR E ATENDER ASNECESSIDADES INFANTIS, OUVIR E OBSERVAR ASCRIANÇAS, SEGUIR AO PRINCÍPIO DE PROMOÇÃO DE SAÚDE, TANTOAMBIENTAL COMO FÍSICA E MENTAL, INTERESSAR-SE PELACRIANÇA, PELO QUE ELA PENSA, SENTE, SABE SOBRE ASCOISAS, SOBRE OS OUTROS E SOBRE SI MESMA, ADOTAR ATITUDESE PROCEDIMENTOS ADEQUADOS E FUNDAMENTADOS EMCONHECIMENTOS CONSTRUÍDOS SOBRE AS DIFERENTES FAIXASETÁRIAS E REALIDADES SOCIAIS E CULTURAIS, O PROCESSO DEACOLHIMENTO É UM DOS PRIMEIROS A SER OBJETO DE CUIDADOEM RELAÇÃO À CRIANÇA.
  16. 16. PARA A CRIANÇA ENTRAR NA CRECHE, PRÉ-ESCOLA EMESMO NA ESCOLA SIGNIFICA UM PROCESSO ATIVO DECONSTRUÇÃO DE NOVOS CONHECIMENTOS E DEVÍNCULOS. QUANDO A CRIANÇA CHEGA NA INSTITUIÇÃOELA JÁ TEM EXPECTATIVAS SOBRE O COMPORTAMENTODOS ADULTOS, DAS OUTRAS CRIANÇAS E ATÉ MESMO DAFORMA DE SE RELACIONAR COM OS OBJETOS EBRINQUEDOS, POIS ELA JÁ CONSTRUIU REFERÊNCIAS APARTIR DE SUAS VIVÊNCIAS E EXPERIÊNCIAS, MESMO QUESEJA UMA CRIANÇA BEM PEQUENINA, UM BEBÊ.
  17. 17. ELA PRECISA DE UM TEMPO PARA QUECONSCIENTEMENTE FIQUE CLARO PARA ELA ASDIFERENÇAS ENTRE SUA CASA E A ESCOLA, ASSIM COMOPARA QUE ELA TRANSFIRA SEUS SENTIMENTOS BÁSICOSDE CONFIANÇA E SEGURANÇA PARA ALGUÉM. ESTE TEMPOÉ BASTANTE INDIVIDUALIZADO, ALGUMAS CRIANÇASPASSAM POR ESTE MOMENTO DE FORMA MAIS RÁPIDA,OUTROS MAIS LENTA, NÃO PODEMOS ESTABELECER ISTOA PRIORI.
  18. 18. PRINCÍPIOS PARA PLANEJAR UMA BOA ACOLHIDAA) COM O GRUPO DE PROFESSORES E AUXILIARES DE SALAS:1. MANTER A ROTINA QUE A CRIANÇA PEQUENA TEM EM CASA, NOCASO DE MENORES DE 3 ANOS, QUANTO AOS CUIDADOSESPECÍFICOS. MANTER OS RITUAIS PARA DORMIR, COMER OU USARO BANHEIRO.
  19. 19. 2. PARA OS ALUNOS QUE ERAM NOSSOS EM 2012 EXPLICARCOMO SERÁ O SEU DIA A DIA E COLOCAR A ROTINAVISUALMENTE NA LOUSA, PARA QUE A CRIANÇA APRENDA ACONTROLAR OS DIFERENTES MOMENTOS.
  20. 20. 3. OBJETOS TRANSICIONAIS OU OBJETOS DE APEGO – ALGUMASCRIANÇAS USAM OBJETOS TAIS COMOPANINHOS, CHUPETAS, BRINQUEDOS E FICAM APEGADAS A ELAS.ESTAS COISAS TÊM UM SIGNIFICADO ESPECIAL PARA ELAS POISCRIAM A ILUSÃO DE QUE A MÃE OU A PESSOA NA QUAL INVESTEMAFETO ESTÃO PRÓXIMAS, LHES PROPORCIONA MAIOR CONFORTOEMOCIONAL E SEGURANÇA.
  21. 21. 4. VALORIZAR A IDENTIDADE DA CRIANÇA, E ESCOLHER JUNTO COMELA SEU LOCAL DE COLOCAR SUAS COISAS TALVEZ ESCREVENDOSEU NOME E COLANDO-O NA PAREDE.5. NÃO FICAR ANSIOSA PARA QUE A CRIANÇA AJUSTE SUA ROTINAA DO GRUPO MUITO RAPIDAMENTE. DEIXAR QUE A CRIANÇAMANTENHA SEU JEITO DE SER, SEUS RITUAIS E SUA ROTINAINDIVIDUALIZADA, PARA AOS POUCOS SE AJUSTAR AO GRUPO,PROPORCIONA SUAVIDADE AO PROCESSO SEM RUPTURAS BRUSCASE MAIOR CONTROLE DO ADULTO SOBRE O PROCESSO.
  22. 22. 6. CONVERSAR COM A CRIANÇA SOBRE SEUSSENTIMENTOS, SOBRE A ROTINA, CONTAR O QUE VAIACONTECER COM ELA, AJUDA A CRIANÇA A EXPRESSAR SEUSSENTIMENTOS E VALORIZÁ-LA ENQUANTO PESSOAPROMOVENDO SUA AUTO- CONFIANÇA PARA LIDAR COMESTA SITUAÇÃO.
  23. 23. 7. A PROFESSORA DEVE PROCURAR MANTER UMA ROTINAESTÁVEL SEM MUITAS VARIAÇÕES PARA QUE A CRIANÇA VÁDOMINANDO AOS POUCOS A ROTINA. ELAS APRENDEM A SELOCALIZAR NO TEMPO, NO ESPAÇO E COM AS ATIVIDADESQUANDO A ROTINA É MANTIDA, ALÉM DE CONSTRUIRVÍNCULOS E SE ORGANIZAR PARA A APRENDIZAGEM.
  24. 24. 8. ORGANIZAR CANTOS DE ATIVIDADES DIVERSIFICADAS COMAQUELAS QUE ELE SABE QUE DÃO MAIS IBOPE PARA AQUELA FAIXAETÁRIA ESPECÍFICA, AUXILIA O PROFESSOR A DESPERTAR OINTERESSE DA CRIANÇA PELA BRINCADEIRA E A SE INTERESSARPELA ESCOLA. VALE TAMBÉM SABER QUAIS AS BRINCADEIRAS EBRINQUEDOS PREFERIDOS DA CRIANÇA PARA INTRODUZI-LOSNESTE MOMENTO. (ISTO É ALGO QUE PODEMOS PERGUNTAR NO DIADA REUNIÃO DE PAIS, QUE TAL UM QUESTIONÁRIO SIMPLES PARASABERMOS QUAIS AS PREFERÊNCIAS DAS CRIANÇAS??) OS CANTOSDE ATIVIDADES PODEM TAMBÉM FAVORECER QUE AS OUTRASCRIANÇAS FIQUEM MAIS LIVRES E BRINCANDO ENTRESI, ENQUANTO O PROFESSOR PODE DISPENSAR UMA ATENÇÃOESPECIAL PARA A CRIANÇA NOVA.
  25. 25. 9. CONSIDERAR O PARQUE COMO UM ESPAÇO DE ATIVIDADE EPLANEJAR TAMBÉM INTERVENÇÕES PARA ESTE MOMENTO.PODEMOS PENSAR EM BOLINHAS DE SABÃO, BEXIGAS, PASSEIOSMONITORADOS PELA ESCOLA E ETC.10. PROPOR ATIVIDADES CULINÁRIAS SIMPLES: FAZERGELATINA, PIPOCA, SUCO, DOCINHO DE LEITE EM PÓ, SALADA DEFRUTAS PARA O LANCHE OU SOBREMESA, FAVORECE QUE A CRIANÇAPERCEBA A CONTINUIDADE TEMPORAL, PRINCIPALMENTE PARA OSMINI GRUPOS I E II.
  26. 26. 11. PROPOR LEITURAS E CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS COMOMETÁFORAS DOS MOMENTOS QUE A CRIANÇA VIVE. PODE-SECONVERSAR SOBRE AS HISTÓRIAS FALANDO DOS MEDOSBÁSICOS DE TODAS AS CRIANÇAS FAZENDO COM QUE LIDEMELHOR COM SEUS SENTIMENTOS. (QUE TAL A SÉRIE DELIVROS DE RUTH ROCHA, QUEM TEM MEDO DE QUÊ?)
  27. 27. NOSSAS EQUIPES TERCEIRIZADAS DE ALIMENTAÇÃO ELIMPEZA TAMBÉM FAZEM PARTE DESTE PROCESSO DEADAPTAÇÃO E ACOLHIMENTO. UM AMBIENTE LIMPO ÉACOLHEDOR E DE IMPORTÂNCIA PRIMORDIAL. AS FAMÍLIASSENTEM-SE MAIS SEGURAS EM DEIXAR SEUS FILHOS EM UMLOCAL LIMPO E ORGANIZADO.´A EQUIPE DE ALIMENTAÇÃO TAMBÉM DEVE FICAR ATENTASA UMA DEMORA MAIOR DURANTE O ALMOÇO E JANTAR. AAUTONOMIA É ADQUIRIDA GRADATIVAMENTE. E EM CASAAS CRIANÇAS NÃO TEM HORÁRIO DE INÍCIO E TÉRMINO DAREFEIÇÃO. TAMBÉM DEVEMOS ATENTAR PARA AS CRIANÇASCOM DIETAS ESPECÍFICAS.
  28. 28. PLANEJANDO A ADAPTAÇÃOCOM A FAMÍLIA OU COMO PREPARAR OSPAIS PARA PREPARAM AS CRIANÇAS E SEPREPARAREM PARA A ENTRADA NA ESCOLA.O PLANEJAMENTO DO ACOLHIMENTO COM ASFAMÍLIAS É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA SEPRETENDEMOS QUE O NOSSO PROJETO PEDAGÓGICO SEJATRANSPARENTE, RESPEITOSO E DE FATO COMPLEMENTAR AAÇÃO DA FAMÍLIA. MUITOS PAIS TAMBÉM SÃO DE PRIMEIRAVIAGEM E PRECISAM DE APOIO E ORIENTAÇÃO. ALGUMASETAPAS SÃO REQUERIDAS PARA QUE A CRIANÇA POSSAINICIAR SUA VIDA ESCOLAR COM SUCESSO.
  29. 29. NO DIA DA REUNIÃO INICIAL IREMOS:1. APRESENTAR A ESCOLA;2. PASSAR UM VÍDEO PARA QUE AS FAMÍLIAS SE SINTAM SEGURAS, VISUALIZANDO ASATIVIDADES DESENVOLVIDAS E A ALEGRIA DAS NOSSAS CRIANÇAS.3. PREPARAR A RECEPÇÃO DA ESCOLA PARA QUE ELA SEJA ACOLHEDORA E INFORMATIVA.(COM ÁGUA, CAFEZINHO A DISPOSIÇÃO DELES, ETC.)4. TER OUVIDOS ATENTOS AOS QUESTIONAMENTOS MAIS FREQUENTES.5. ESCLARECER SOBRE A IMPORTÂNCIA DO PERÍODO DE ADAPTAÇÃO E ACOLHIMENTO.EMBORA SAIBAMOS QUE UM HORÁRIO DIFERENCIADO PODE SER UM TRANSTORNOPARA A ROTINA FAMILIAR ELE É EXTREMAMENTE NECESSÁRIO PARA A CONSTRUÇÃO DEVÍNCULOS ENTRE CRIANÇA E A ESCOLA E PARA A GARANTIA DE UMA ADAPTAÇÃOTRANQUILA E SEGURA.6. RESSALTAR A IMPORTÂNCIA DA FAMÍLIA CONHECER O NOME DAS PROFESSORAS.(QUE TAL FAZER UM CRACHÁ BEM LINDO??)7. ESCLARECER A IMPORTÂNCIA DE CHEGAR CEDO NO MOMENTO DE PEGAR A CRIANÇA.ELA SE SENTE INSEGURA QUANDO VÊ QUE TODOS OS AMIGUINHOS ESTÃO INDOEMBORA MENOS ELA.8. ORIENTAR QUE NO MOMENTO DA ENTRADA PROCURAR ENTREGAR A CRIANÇA PARA APROFESSORA DA FORMA MAIS TRANQUILA POSSÍVEL. OS PAIS DEVEM EVITAR PEGAR ACRIANÇA NO COLO. TIRAR A CRIANÇA DO COLO DA MÃE É UMA MENSAGEM NEGATIVAMUITO FORTE. O IDEAL SERIA COLOCÁ-LO NO CHÃO E, AOS POUCOS, CONVENCER ACRIANÇA A ENTRAR NA SALA, NEM QUE OS PAIS PRECISEM ENTRAR POR UM POUCO DETEMPO TAMBÉM.
  30. 30. BIBLIOGRAFIA:ORTIZ, CISELE. “ADAPTAÇÃO E ACOLHIMENTO: UM CUIDADOINERENTE AO PROJETO EDUCATIVO DA INSTITUIÇÃO E UMINDICADOR DE QUALIDADE DO SERVIÇO PRESTADO PELAINSTITUIÇÃO. REVISTA AVISALÁ Nº2.BRASIL, MEC. REFERENCIAL NACIONAL CURRICULAR DEEDUCAÇÃO INFANTIL. 1998.GODOY, BETE. ACOLHIMENTO E ADAPTAÇÃO NA EDUCAÇÃOINFANTIL. IN BLOG PARA ALÉM DO CUIDAR.2010.

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