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Eliete Santana
As crianças tem um período chamados de período
"latente" na vida de uma criança.
Por serem assim, e porque durante este estágio a
criança, como em nenhum outro período da vida,
procura agradar os pais e outros adultos, podemos ser
tentados a nos descuidarmos e negligenciar
algumas de nossas mais importantes
responsabilidades e oportunidades.
Pelo fato de a criança parecer cooperadora, os pais são
tentados a crer que a maior parte de suas
responsabilidades na educação dela não precisa ser
usada. A agressão e o confronto, manifestados pela
criança nos seus primeiros anos parece ter-se
convertido em introspecção.
Os conflitos deram lugar ao ajustamento
Mas, na realidade, esse período latente é um curto
momento que pais e filhos têm para aprenderem a se
conhecer mutuamente. Num sentido real, esta é a última
oportunidade de que os pais dispõem para desempenhar
um papel verdadeiramente completo e especial como
amigos, conselheiros e guias. Os pais devem
ajudar, agora, seu filho a revelar- se, enquanto ainda
existe a possibilidade de moldá-lo.
A necessidade de afeição
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Nas enfermarias dos hospitais para crianças, os médicos
frequentemente prescrevem ASG - Amor Solícito e Gentil -
para seus jovens
pacientes. O maior obstáculo
para o crescimento do
espírito é a falta de amor.
Há crianças que ficam
enfraquecidas e morrem fisicamente por falta de amor.
Muitas outras ficam exauridas e morrem emocionalmente
pelo mesmo motivo.
Um líder em educação pública, falando a administradores de
escola, disse: muitas crianças inteligentes e capazes
não conseguem um bom desempenho, não por necessitarem de
disciplina mais estrita, mais habilidades e melhores métodos
educacionais.
Antes, elas não são bem sucedidas porque se sentem alienadas.
Elas precisam sentir que são amadas e pertencem a alguém. “Por
isso", ele incitou administradores e professores a que
"façam que o amor brilhe em seus olhos".
Não estamos exagerando ao afirmar que, neste meio
estágio da infância, a razão mais importante de a criança
desejar ser boa é o fato de se sentir amada por seus pais.
Quando esse amor se perde ou não é sentido, a criança
tem pouco motivo para ser boa.
A criança vive mais pelo amor do
que pelo abrigo, alimento, roupas
e brinquedos.
O crescimento emocional da criança
Durante a idade de seis a doze anos, o
desenvolvimento emocional e cognitivo da
criança acontece rapidamente. A criança não
somente lembra os fatos acontecidos, mas é
igualmente capaz de recordar os sentimentos que
acompanharam cada situação - uma viagem, um
acidente ou uma visita. Tanto se registram nesta
idade os detalhes da duração da viagem, ou quão
sério foi o ferimento, ou o que foi dito ou feito,
como também tudo o que foi sentido.
A criança tende a lembrar e sentir
emoções de uma experiência, talvez
mais do que ensinos preciosos, e está
alerta sobre como e em que tom
alguma coisa foi dita, como também
sobre o que foi dito. A criança está apta
a se lembrar com exatidão de suas
reações emocionais, tanto quanto do
que aconteceu fisicamente.
Para que o ensino seja recebido
interiormente, os sentimentos de
uma criança devem ser
envolvidos.
Independentemente de quão bom
o ensino possa ser, se a atmosfera
ou atitude durante o ensino é
desagradável, os sentimentos se
tornam mais determinantes do
que o ensino.
A necessidade de Incentivo
“Quando eu tinha oito anos de idade,
estava brincando em casa e cantando
algumas das músicas que havia
aprendido na escola. Minha mãe veio
até meu quarto e disse: Você tem uma
voz muito bonita. Continuei os
estudos de música até me tornar
professora, tendo ensinado durante
toda a minha vida“.
Uma senhora contou- me esta história
em Illinois após eu ter falado sobre a
importância do incentivo. No
desenvolvimento da criança, desde o
recém-nascido até os primeiros passos,
do pré-escolar à idade escolar, o papel
dos pais muda de provedores de
cuidados a protetor, educador e, por
fim, incentivador.
A criança neste estágio desabrocha à
custo de incentivos. Nesta idade a
criança faz de tudo para agradar os pais.
Certamente, neste estágio, uma meta
primordial dos pais é promover o auto-
respeito dos filhos, ao mesmo tempo
que incentivar gradualmente sua maior
independência e autodisciplina.
Ativo e barulhento
Um pré-adolescente saudável e feliz é um
jovem ativo e barulhento que acha difícil ficar
imóvel. Esses jovens
praticam incessantemente o desenvolvimento
de suas habilidades em esportes, música e
outras áreas que os fascinam no momento.
Tudo isso é bom e apropriado, desde que o
jovem, desta forma, desenvolva a
autoconfiança e descubra seus interesses
particulares.
Senso de habilidade e competência
Durante esses anos a criança está cheia de energia,
curiosidade e desejo de fazer coisas. É então que as
atitudes para com as tarefas, hábitos de trabalho,
competência e capacidades em áreas de interesse
específico estão sendo formados. Este é o
momento de os pais e professores promoverem
todos os tipos de oportunidade e experiências para
que a criança seja bem sucedida. É a fase em que
os hábitos se formam e se estendem para o resto
da vida.
Por outro lado, se uma criança nesta
maravilhosa idade do "fazer" recebe
crítica, tem repetidas experiências
fracassadas e não é cumprimentada e
incentivada, ela viverá com o complexo
de incompetência e inferioridade. Uma
criança nesta faixa de idade pode
prontamente carregar muitos temores
de inferioridade quando tentar novas
coisas, o lugar do elogio.
Incentive sempre seu filho, sem importar- se com o
tamanho de seu sucesso. Toda criança melhora seu
desempenho graças à aprovação, sucesso e realização.
Cuidado com a crítica. Durante a pré-adolescência,
principalmente, a crítica negativa pode criar uma
criança hesitante e desalentada que recua diante de
qualquer tipo de ação ou decisão. Por outro lado, o
elogio estimula a criança a desenvolver habilidades e
confiabilidade, uma vez que toda criança tem um
profundo desejo de agradar.
William Jones escreveu: "O princípio
mais profundo da natureza humana é o
ardente desejo de ser apreciado."
Nunca isto foi mais verdadeiro do que
na pré-adolescência.
O gosto pela aventura
As crianças desta faixa etária
antegozam e desfrutam a aventura -
tanto em jogos ou brinquedos como
em questões intelectuais. Quanto mais
alargamos esses horizontes, mais
coisas provemos para o aprendizado
da criança e melhor a preparamos
para uma adolescência mais rica.
Muitas crianças são amantes entusiásticas de
livros nesta idade, podendo encontrar uma
grande porção de aventura na prática de leitura.
Histórias de aventura que retratam heróis íntegros
podem ser de grande influência. Levar as
crianças a visitar lugares importantes e pessoas
significativas nesse estágio da vida também pode
deixar nelas impressões duradouras.
A necessidade de regras
Se as regras são de importância
básica durante os primeiros curtos
anos da vida de uma criança, elas
permanecem essenciais para as
crianças dos seis aos doze anos. As
crianças sentem-se seguras quando
as regras são claras e aplicadas
especificamente.
Isto não quer dizer que os pais precisam de uma longa
lista de regras; antes, quer dizer que os pais devem expor
regras importantes que a criança compreenda e às quais
se amolde como membro da família. Uma boa regra tem
pelo menos três ingredientes importantes.
· Prejudica ou ajuda a si mesmo ou a outros?
· Trata do que é moralmente certo ou errado?
· Trata das coisas que a família, sob a liderança dos pais,
decidiu que será a prática de todos dentro do grupo?
Pais prudentes usam a disciplina
que coloca cada vez mais
responsabilidade nas mãos da
criança, para assim prepará-la
para a verdadeira maturidade.
A necessidade de trocar ideias e fazer
coisas juntos
O que a criança necessita especialmente
durante esses anos é um clima em que
possa expressar livremente suas ideias.
A criança precisa comunicar
pensamentos e sentimentos e será
grandemente beneficiada se os pais
usarem esse tempo para aprender a
conhecer e compreender o seu modo
de pensar e os seus desejos.
O pré-adolescente é
perfeitamente capaz de
raciocinar, desde que prevaleça o
tipo certo de atmosfera. Os filhos
participarão na medida em que
saibam que continuam sendo
amados e aceitos.
Este é também o tempo em que a criança se torna mais
curiosa a respeito do sexo e das relações humanas. Os pais
precisam estar preparados para perguntas de toda
sorte sobre sexo, mentiras e furtos. Não devemos ser
apanhados desprevenidos e ter de recorrer a respostas
como: “Você é um menino sujo”, ou “Crianças educadas não
falam desta maneira”, ou “Você é mau”.
A menos que nós, pais, nos preparemos a respeito do
significado desse tipo de comportamento, podemos ser
tentados a reagir ou responder muito rapidamente.
Mas, se fizermos um esforço para compreender o
desenvolvimento de nosso filho, bem como pensar mais à
frente sobre como nos sentimos a respeito do
comportamento que eles querem discutir, teremos mais
facilidade de manejo quando essas situações surgirem. A
forma como respondermos determinará, em grande parte,
quão aberta a criança será conosco durante os anos da
adolescência.
Lembre-se, uma criança se abrirá
somente na medida em que saiba
que continua a ser amada e aceita.
Certamente, isto é verdade em
todos os níveis e idades.
Texto extraído do livro: “Quando seu
filho tem entre 6 e 12 anos” - John M.
Drescher -United Press.

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  • 2. As crianças tem um período chamados de período "latente" na vida de uma criança. Por serem assim, e porque durante este estágio a criança, como em nenhum outro período da vida, procura agradar os pais e outros adultos, podemos ser tentados a nos descuidarmos e negligenciar algumas de nossas mais importantes responsabilidades e oportunidades.
  • 3. Pelo fato de a criança parecer cooperadora, os pais são tentados a crer que a maior parte de suas responsabilidades na educação dela não precisa ser usada. A agressão e o confronto, manifestados pela criança nos seus primeiros anos parece ter-se convertido em introspecção. Os conflitos deram lugar ao ajustamento
  • 4. Mas, na realidade, esse período latente é um curto momento que pais e filhos têm para aprenderem a se conhecer mutuamente. Num sentido real, esta é a última oportunidade de que os pais dispõem para desempenhar um papel verdadeiramente completo e especial como amigos, conselheiros e guias. Os pais devem ajudar, agora, seu filho a revelar- se, enquanto ainda existe a possibilidade de moldá-lo. A necessidade de afeição
  • 6. Nas enfermarias dos hospitais para crianças, os médicos frequentemente prescrevem ASG - Amor Solícito e Gentil - para seus jovens pacientes. O maior obstáculo para o crescimento do espírito é a falta de amor. Há crianças que ficam enfraquecidas e morrem fisicamente por falta de amor. Muitas outras ficam exauridas e morrem emocionalmente pelo mesmo motivo.
  • 7. Um líder em educação pública, falando a administradores de escola, disse: muitas crianças inteligentes e capazes não conseguem um bom desempenho, não por necessitarem de disciplina mais estrita, mais habilidades e melhores métodos educacionais. Antes, elas não são bem sucedidas porque se sentem alienadas. Elas precisam sentir que são amadas e pertencem a alguém. “Por isso", ele incitou administradores e professores a que "façam que o amor brilhe em seus olhos".
  • 8. Não estamos exagerando ao afirmar que, neste meio estágio da infância, a razão mais importante de a criança desejar ser boa é o fato de se sentir amada por seus pais. Quando esse amor se perde ou não é sentido, a criança tem pouco motivo para ser boa. A criança vive mais pelo amor do que pelo abrigo, alimento, roupas e brinquedos.
  • 10. Durante a idade de seis a doze anos, o desenvolvimento emocional e cognitivo da criança acontece rapidamente. A criança não somente lembra os fatos acontecidos, mas é igualmente capaz de recordar os sentimentos que acompanharam cada situação - uma viagem, um acidente ou uma visita. Tanto se registram nesta idade os detalhes da duração da viagem, ou quão sério foi o ferimento, ou o que foi dito ou feito, como também tudo o que foi sentido.
  • 11. A criança tende a lembrar e sentir emoções de uma experiência, talvez mais do que ensinos preciosos, e está alerta sobre como e em que tom alguma coisa foi dita, como também sobre o que foi dito. A criança está apta a se lembrar com exatidão de suas reações emocionais, tanto quanto do que aconteceu fisicamente.
  • 12. Para que o ensino seja recebido interiormente, os sentimentos de uma criança devem ser envolvidos. Independentemente de quão bom o ensino possa ser, se a atmosfera ou atitude durante o ensino é desagradável, os sentimentos se tornam mais determinantes do que o ensino.
  • 13. A necessidade de Incentivo
  • 14. “Quando eu tinha oito anos de idade, estava brincando em casa e cantando algumas das músicas que havia aprendido na escola. Minha mãe veio até meu quarto e disse: Você tem uma voz muito bonita. Continuei os estudos de música até me tornar professora, tendo ensinado durante toda a minha vida“.
  • 15. Uma senhora contou- me esta história em Illinois após eu ter falado sobre a importância do incentivo. No desenvolvimento da criança, desde o recém-nascido até os primeiros passos, do pré-escolar à idade escolar, o papel dos pais muda de provedores de cuidados a protetor, educador e, por fim, incentivador.
  • 16. A criança neste estágio desabrocha à custo de incentivos. Nesta idade a criança faz de tudo para agradar os pais. Certamente, neste estágio, uma meta primordial dos pais é promover o auto- respeito dos filhos, ao mesmo tempo que incentivar gradualmente sua maior independência e autodisciplina.
  • 18. Um pré-adolescente saudável e feliz é um jovem ativo e barulhento que acha difícil ficar imóvel. Esses jovens praticam incessantemente o desenvolvimento de suas habilidades em esportes, música e outras áreas que os fascinam no momento. Tudo isso é bom e apropriado, desde que o jovem, desta forma, desenvolva a autoconfiança e descubra seus interesses particulares.
  • 19. Senso de habilidade e competência
  • 20. Durante esses anos a criança está cheia de energia, curiosidade e desejo de fazer coisas. É então que as atitudes para com as tarefas, hábitos de trabalho, competência e capacidades em áreas de interesse específico estão sendo formados. Este é o momento de os pais e professores promoverem todos os tipos de oportunidade e experiências para que a criança seja bem sucedida. É a fase em que os hábitos se formam e se estendem para o resto da vida.
  • 21. Por outro lado, se uma criança nesta maravilhosa idade do "fazer" recebe crítica, tem repetidas experiências fracassadas e não é cumprimentada e incentivada, ela viverá com o complexo de incompetência e inferioridade. Uma criança nesta faixa de idade pode prontamente carregar muitos temores de inferioridade quando tentar novas coisas, o lugar do elogio.
  • 22. Incentive sempre seu filho, sem importar- se com o tamanho de seu sucesso. Toda criança melhora seu desempenho graças à aprovação, sucesso e realização. Cuidado com a crítica. Durante a pré-adolescência, principalmente, a crítica negativa pode criar uma criança hesitante e desalentada que recua diante de qualquer tipo de ação ou decisão. Por outro lado, o elogio estimula a criança a desenvolver habilidades e confiabilidade, uma vez que toda criança tem um profundo desejo de agradar.
  • 23. William Jones escreveu: "O princípio mais profundo da natureza humana é o ardente desejo de ser apreciado." Nunca isto foi mais verdadeiro do que na pré-adolescência.
  • 24. O gosto pela aventura
  • 25. As crianças desta faixa etária antegozam e desfrutam a aventura - tanto em jogos ou brinquedos como em questões intelectuais. Quanto mais alargamos esses horizontes, mais coisas provemos para o aprendizado da criança e melhor a preparamos para uma adolescência mais rica.
  • 26. Muitas crianças são amantes entusiásticas de livros nesta idade, podendo encontrar uma grande porção de aventura na prática de leitura. Histórias de aventura que retratam heróis íntegros podem ser de grande influência. Levar as crianças a visitar lugares importantes e pessoas significativas nesse estágio da vida também pode deixar nelas impressões duradouras.
  • 28. Se as regras são de importância básica durante os primeiros curtos anos da vida de uma criança, elas permanecem essenciais para as crianças dos seis aos doze anos. As crianças sentem-se seguras quando as regras são claras e aplicadas especificamente.
  • 29. Isto não quer dizer que os pais precisam de uma longa lista de regras; antes, quer dizer que os pais devem expor regras importantes que a criança compreenda e às quais se amolde como membro da família. Uma boa regra tem pelo menos três ingredientes importantes. · Prejudica ou ajuda a si mesmo ou a outros? · Trata do que é moralmente certo ou errado? · Trata das coisas que a família, sob a liderança dos pais, decidiu que será a prática de todos dentro do grupo?
  • 30. Pais prudentes usam a disciplina que coloca cada vez mais responsabilidade nas mãos da criança, para assim prepará-la para a verdadeira maturidade.
  • 31. A necessidade de trocar ideias e fazer coisas juntos
  • 32. O que a criança necessita especialmente durante esses anos é um clima em que possa expressar livremente suas ideias. A criança precisa comunicar pensamentos e sentimentos e será grandemente beneficiada se os pais usarem esse tempo para aprender a conhecer e compreender o seu modo de pensar e os seus desejos.
  • 33. O pré-adolescente é perfeitamente capaz de raciocinar, desde que prevaleça o tipo certo de atmosfera. Os filhos participarão na medida em que saibam que continuam sendo amados e aceitos.
  • 34. Este é também o tempo em que a criança se torna mais curiosa a respeito do sexo e das relações humanas. Os pais precisam estar preparados para perguntas de toda sorte sobre sexo, mentiras e furtos. Não devemos ser apanhados desprevenidos e ter de recorrer a respostas como: “Você é um menino sujo”, ou “Crianças educadas não falam desta maneira”, ou “Você é mau”.
  • 35. A menos que nós, pais, nos preparemos a respeito do significado desse tipo de comportamento, podemos ser tentados a reagir ou responder muito rapidamente. Mas, se fizermos um esforço para compreender o desenvolvimento de nosso filho, bem como pensar mais à frente sobre como nos sentimos a respeito do comportamento que eles querem discutir, teremos mais facilidade de manejo quando essas situações surgirem. A forma como respondermos determinará, em grande parte, quão aberta a criança será conosco durante os anos da adolescência.
  • 36. Lembre-se, uma criança se abrirá somente na medida em que saiba que continua a ser amada e aceita. Certamente, isto é verdade em todos os níveis e idades.
  • 37. Texto extraído do livro: “Quando seu filho tem entre 6 e 12 anos” - John M. Drescher -United Press.