Sistema financeiro nacional

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Sistema financeiro nacional

  1. 1. LOGO LOGO ADM Financeira I Sistema Financeiro Nacional
  2. 2. Sistema Financeiro Nacional - SFN Conselho Monetário Nacional - CMN Banco Central do Brasil - BCB Órgão executivo. Órgão normativo, dirigido pelo Ministro da Fazenda. “conjunto de instituições e órgãos que regulam, fiscalizam e executam as operações relativas à circulação da moeda e do crédito”. Comissão de valores mobiliários - CVM Regulamenta e fomenta o mercado de valores mobiliários.
  3. 3. Sistema Financeiro Nacional - SFN transferir recursos dos agentes econômicos (pessoas, empresas, governo) superavitários para os deficitários. SFN Deficitário: são aqueles que assumem uma posição de tomadores de mercado, isto é, que gastem em investimento e consumo os valores mais altos que suas rendas. Superavitários: são aqueles capazes de gastar em consumos e investimentos menos do que a renda auferida, formando um excedente de poupança. ASSAF apud BARROS (2007).
  4. 4. • 1808: nasce o primeiro Banco do Brasil quando o rei de Portugal abriu os portos e realizou acordos comerciais com a Europa e as colônias. • 1829: fecha o Banco do Brasil quando João VI levou para Portugal grande parte do lastro metálico depositado fazendo- o perder dinheiro em exportações. • 1836: nasce o primeiro banco comercial privado: o Banco do Ceará. • 1863: “London & Brazilian Bank” e o "The Brazilian and Portuguese Bank", primeiros bancos estrangeiros. • 1888: abolição da escravatura e libertação de 800.000 escravos. Caos econômico na época provocado (perdas das colheitas) > “primeira onda de industrialização” (Gualberto). • 1889 a 1891 – início do Encilhamento: política econômica de incentivo a emissão de papel moeda e viabilização do processo de industrialização (ANGELO). (terminou devido a desvalorização da moeda da época e conseqüente surto inflacionário (ANGELO). EVOLUÇÃO HISTÓRICA
  5. 5. • 1944: são criados o “Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, resultado da Conferência de Bretton Woods, em New Hampshire, sob a influência de Harry Dexter White, secretário-adjunto para Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, e de John Maynard Keynes.” (FREITAS). • 1952: BNDE: financiar a longo prazo os empreendimentos que contribuam para o desenvolvimento do País. Em 1982 mudou de BNDE para BNDES. • 1964: Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central do Brasil, regulamentando o Sistema Financeiro Nacional. • 1966: nascem os bancos de investimentos. • 1969: Sistema Integrado Regional de Compensação (SIRC), o qual permitiu a integração de praças localizadas em uma mesma região. • 1976: Comissão de Valores Mobiliários (CVM): regulamentar o mercado de valores mobiliários. • 1979: surge o Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC): realizava a custódia e a liquidação financeira das operações envolvendo títulos públicos. EVOLUÇÃO HISTÓRICA
  6. 6. • 1988: A Constituição Federal atribuiu ao Sistema Financeiro Nacional, através do artigo 192, a promoção do desenvolvimento equilibrado do país e ratificou o sigilo bancário já previsto anteriormente na Lei nº 4.595/64. • 1988: Compensação Eletrônica • 1996: o Comitê de Política Monetária (COPOM) é criado para estabelecer “diretrizes da política monetária, definir a meta da Taxa SELIC e seu eventual viés e analisar o Relatório de Inflação (...) introduziu a sistemática de "metas para a inflação" como diretriz para a fixação do regime de política monetária”. (FREITAS) • 1999: é criada a Cédula de Crédito Bancário: ferramenta simples e padronizada que possibilitava a contratação de todas as espécies de operações de credito, tornando essas operações mais formalizadas e com menos custos. • 2002: surge o novo Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) através do Banco Central do Brasil. Nasce também a Transferência Eletrônica Disponível (TED) que possibilita a transferência eletrônica de fundos entre os bancos com liquidação no mesmo dia. EVOLUÇÃO HISTÓRICA
  7. 7. LOGO LOGO Os Segmentos do SFN
  8. 8. MERCADO MONETÁRIO Moeda MOEDA Funções Reserva de valor padrão para pagamentos diferidos. Meio de troca Denominador comum de valor Escambo: troca de mercadoria por outra mercadoria sem equivalência de valor. Divisibilidade: permite a comparação e a atribuição de valor a mercadoria. Acúmulo: sujeita a um processo inflacionário que possa ocorrer no decorrer do tempo. moeda fiduciária = papel moeda. • Sem valor próprio (material de fabricação) • valor que decorre da garantia que o governo estabelece, por intermédio das autoridades monetárias • tem curso legal e obrigatório no país • todas as transações comerciais e financeiras no âmbito do país através dela. No Brasil = real (VIEIRA, 2007).
  9. 9. Moeda Escritural mesma liquidez da moeda manual > disposição do cliente. MERCADO MONETÁRIO Meios de pagamento Mantém o caixa do banco e disponibiliza saques e cheques a vista. MP atuais no país: papel moeda e moeda escritural. M = PM + ME. M = meios de pagamento PM = papel-moeda ME = moeda escritural Depósito Empréstimo Banco Central e bancos comerciais
  10. 10. MERCADO MONETÁRIO Multiplicador Bancário • Instrumento • que valor é necessário para atender a soma de todas as transações verificadas num dado período de tempo e espaço geográfico específico;
  11. 11. MERCADO MONETÁRIO Instrumentos de Política Monetária • Controle da circulação da moeda e do crédito • COPOM - Comitê de Política Monetária – estabelece • Banco Central - executa
  12. 12. Clientes superavitários BANCO DC BCB Clientes deficitários Taxas DC  Juros  DC  Juros MERCADO MONETÁRIO Instrumentos de Política Monetária
  13. 13. • Opção de investimento para a sociedade • Objetivam a captação de recursos para o financiamento da dívida pública e de outras atividades do governo federal, como por exemplo, educação, saúde e infra-estrutura (conforme Tesouro Nacional). • GOVERNO: VENDA OU COMPRA VENDA COMPRA • Tira moeda do mercado • Retem para si • Diminui a oferta monetária = aumento taxa de juros • resgata títulos públicos • injeta moeda no mercado • Aumento da oferta monetária = redução taxa de juros Maior oferta de TP = mais baratos > maior remuneração (juros) > reduz demanda crédito > reduz liquidez no sistema Menor oferta de TP = mais caro > menor remuneração (juros) > aumento demanda crédito > aumento liquidez no sistema MERCADO MONETÁRIO Instrumentos de Política Monetária
  14. 14. • Assistência • Banco Central Instituições Financeiras • Situações de emergência • Controle e seleção da emissão de créditos • taxa de juros maior para a Assistência Financeira a Liquidez = caráter punitivo e de controle MERCADO MONETÁRIO Instrumentos de Política Monetária
  15. 15. MERCADO MONETÁRIO Mercado de títulos públicos • Lançamento de novos títulos no mercado ou resgate de outros que estão vencendo • de acordo com as necessidades de pagamento do governo e seus gastos, como dívida pública, gastos com funcionalismo, etc.
  16. 16. • Sem intervenção do governo • Diretamente entre os bancos • Via taxa Selic • Duração de 1 dia – compromisso de recompra/venda para o dia seguinte SELIC Débito Crédito Conta Reserva Compra Venda Conta Custódia Venda Compra Compra e Venda de Títulos Públicos - Sistema Especial de Liquidação e Custódia MERCADO MONETÁRIO Mercado de títulos públicos
  17. 17. • MERCADO TOMADOR – quando… • Bancos: escassez de dinheiro • vender títulos públicos • aumento taxa de juros • Intervenção do Banco central: comprando esses títulos para evitar uma grande elevação da taxa de juros. MERCADO MONETÁRIO Mercado de títulos públicos
  18. 18. • MERCADO DOADOR– quando… • excesso de dinheiro no mercado • Aumento da demanda por TP • Redução taxa de juros • Intervenção do Banco central: vendendo títulos para evitar uma queda acentuada da taxa de juros. Emissão de TP: Tesouro Nacional MERCADO MONETÁRIO Mercado de títulos públicos
  19. 19. MERCADO MONETÁRIO Mercado interbancário Depósito Interfinanceiro – DI Taxas Over Certificado de Depósito Bancário - CDB Títulos emitidos entre instituições financeiras > empréstimos no mercado interbancário. Função: transferir recursos de uma instituição financeira para outra. Operações são registradas na CETIP (Central de Custódia e Liquidação de Títulos Privados) Obrigações de pagamento futuro das importâncias depositadas, ou seja, são exigibilidades dos bancos que as emitem. Prefixados: negociados com base em uma taxa efetiva anual (360 dias corridos) Posfixados: negociados com base na taxa CDI. Taxas que remuneram emprestimos de um dia (base de 252 dias úteis) Taxas CDI – operações do mercado interbancário Taxa Selic – operações do mercado de títulos públicos
  20. 20. MERCADO CAMBIAL OPERAÇÕES DE TROCA DE MOEDA ESTRANGEIRA . • Demandas de viagens e do comércio exterior; • Regulamentado pelo Banco Central > fiscalização e controle das operações e taxas de câmbio = Política Cambial; • Importadores, exportadores, bolsas de valores, corretores e todos que realizam operações com o exterior; • Transações – entre instituições autorizadas – nunca diretamente entre comprador e vendedor; • Taxa de câmbio: moeda nacional uma unidade monetária estrangeira  Baseada na oferta e demanda dessa moeda no mercado cambial através dos agentes;
  21. 21. MERCADO CAMBIAL • Agentes ofertantes: turistas estrangeiros, exportadores de bens e serviços, receptores e tomadores de empréstimos e financiamentos do exterior; • Agentes demandantes: turistas brasileiros, investidores brasileiros no exterior, importadores de bens e serviços, repatriadoras de investimentos externo, e empresas em fase de amortização de principal ou pagamento de juros sobre empréstimos e financiamentos no exterior;
  22. 22. MERCADO DE CAPITAIS • Sistema de distribuição de valores mobiliários; • Viabilizar o processo de capitalização e liquidez aos títulos de emissão de empresas; • Através das bolsas de valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras; • Diretamente entre empresas, poupadores e intermediários financeiros não bancários e se constitui-se em um mercado de renda variável em sua maior parte;
  23. 23. MERCADO DE CAPITAIS • Função: concentrar os recursos financeiros dos poupadores e investidores (sociedade) para as atividades econômicas (comércio, indústria, etc) e para o próprio governo • Agentes econômicos: poupadores e investidores; – Superavitários: aqueles que realizam investimentos menores que a capacidade de sua poupança (recursos excedentes) – Deficitários: aqueles que realizam investimentos maiores que a sua capacidade de poupança, necessitando então a captura de recursos; • Formado pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras autorizadas ;
  24. 24. MERCADO DE CRÉDITO • Processo de empréstimos bancários, onde o banco lhe empresta dinheiro ao custo de juros (investimento no cliente); • Cheque especial, financiamento, duplicatas descontadas, entre outros. • Objetivo principal: suprir a necessidade de recursos aos agentes deficitários; • Banco Central: controle e fiscalização;
  25. 25. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS • Instituições: atender aos diversos interesses entre companhias e investidores, efetuando a destinação dos recursos financeiros na economia e harmonizando as necessidades destes; • Bancos múltiplos, comerciais, de investimento, caixas econômicas, sociedades de crédito imobiliário, sociedades de crédito e financiamento, empresas corretoras e distribuidoras, etc • Hierarquia de importância: – Bancos comerciais, múltiplos e as caixas econômicas, Cooperativas de crédito (2008: 1.453 unidades)
  26. 26. Instituições Financeiras • Bancos Comerciais • Bancos de Desenvolvimento • Cooperativas de Crédito • Bancos de Investimento • Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimentos • Sociedades Corretoras • Sociedades Distribuidoras • Sociedade de Arrendamento Mercantil • Associações de Poupança e Empréstimos • Sociedades de Crédito Imobiliário • Investidores Institucionais • Entidades Fechadas de Previdência Privada • Seguradoras • Companhias Hipotecárias • Agencias de Fomento • Bancos Múltiplos • Bancos Cooperativos
  27. 27. Ativos Financeiros • Os ativos financeiros da economia podem ser diferencidados conforme os atributos rendimentos e liquidez. Assim, tem-se: • Ativos financeiros monetários: liquidez absoluta, rendimento zero e usados como meio de pagamento. Ex: papel moeda em poder do público (PMPP) e depósito à vista nos bancos comerciais públicos e privados. • Ativos financeiros não-monetários: menor grau de liquidez e rendimento. Ex: depósito de poupança.
  28. 28. Conselho Monetário Nacional • Órgão eminente normativo, composto pelo Ministro da Fazenda, seu presidente, Ministro do Planejamento e o Presidente do Banco do Brasil. • - Estabelece as diretrizes gerais das políticas monetária, cambial e creditaria; • Regula taxas de juros e comissões; operações de redescontos e as operações no âmbito do mercado aberto;
  29. 29. Banco Central do Brasil • Principal poder executivo das políticas traçadas pelo Conselho Monetário e órgão fiscalizador do SFN. • - Banqueiro do governo e gestor do sistema financeiro; • - Fiscaliza as instituições financeiras; • - Supervisiona os serviços de compensação de cheques entre instituições financeiras; Recebe depósitos compulsórios das instituições financeiras; • - Executor das políticas monetária e cambial; • - Depositário das reservas internacionais; • - Assessor econômico do governo.
  30. 30. Comissão de Valores Mobiliários • Autarquia vinculada ao poder executivo, que age sob a orientação do Conselho Monetário Nacional. Administrada por um presidente e quatro diretores, todos nomeados pelo Presidente da República. • Controla o mercado de valores mobiliários; • Incentiva o mercado acionário, protege investidores e assegura a lisura nas operações de compra e venda de valores mobiliários. • - Sua abrangência são os bancos de investimento, bolsas, corretoras e fundos.
  31. 31. Banco do Brasil • Sociedade anônima de capital misto, cujo controle acionário é exercido pela União. • - Executa a política creditícia e financeira do Governo Federal; • - Exerce atividades próprias de um Banco Comercial; • - Opera créditos a médio e longo prazo, como um Banco de Investimento e Desenvolvimento;
  32. 32. BNDES • Empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Reequipa e fomenta as empresas consideradas de interesse ao desenvolvimento do país. • Possui quatro subsidiárias: • FINAME: agência especial de financiamento industrial; EMBRAMEC: mecânica brasileira; FIBASA: insumos básico; IBRASA: investimentos brasileiros
  33. 33. CAIXA ECONÔMICA SOCIAL – CEF • Instituição financeira pública. Órgão auxiliar do Governo Federal na execução de sua política creditícia. • Principal agente do SFH; Loterias federais; Principal arrecadador do FGTS; Monopólio das operações de penhor. Empréstimos garantidos por bens de valor e alta liquidez.
  34. 34. COMPANHIAS HIPOTECÁRIAS • Instituições financeiras constituídas sob a forma de sociedade anônima. • - Concede financiamentos destinados à produção, reforma ou comercialização de imóveis residenciais ou comerciais; • - Principais operações passivas e operações ativas.
  35. 35. AGÊNCIAS DE FOMENTO • Constituem e mantem fundo de liquidez equivalente, no mínimo, a 10% do valor de suas obrigações, a ser integralmente aplicado em títulos públicos federais. • Concede financiamento de capital fixo e de giro associado a projetos na Unidade da Federação; • Sociedade anônima de capital fechado e sob o controle de Unidade da Federação; • Instituição financeira.
  36. 36. BANCOS MÚLTIPLOS • Instituições financeiras privadas ou públicas que realizam as operações ativas, passivas e acessórias das diversas instituições financeiras. Na sua denominação social deve constar a expressão "Banco". • - Operações sujeitas às mesmas normas legais e regulamentares aplicáveis às instituições singulares correspondentes às suas carteiras; • - Carteira de desenvolvimento somente operada por banco público; • - Constituído com, no mínimo, duas carteiras; • - Instituições com carteira comercial podem captar depósitos à vista.
  37. 37. BANCOS COOPERATIVOS • Verdadeiros bancos comerciais surgidos a partir de cooperativas de crédito. • - Voltados para a concessão de crédito e prestação de serviços bancários aos cooperados, quase sempre produtores rurais;
  38. 38. OS SERVIÇOS QUE AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS OFERECEM • Os serviços bancários são fundamentais para o adequado funcionamento das atividades econômicas, sendo tais atividades tanto pagamentos, créditos ou investimentos. • O dinheiro, para as instituições financeiras, funciona como uma mercadoria ou qualquer outro bem e seus lucros provêm da diferença entre os juros pagos e os juros recebidos
  39. 39. EMPRÉSTIMOS • Acordo entre duas partes: devedor e credor • Prazo de retorno estipulado, onde cada parte assina um contrato de responsabilidade. • Após assinado o contrato, o devedor recebe o valor ou bem e o credor passa a cobrar pelo serviço através de prestações, acrescentando taxas de juros incidentes ao valor monetário emprestado. • Alguns tipos de empréstimos podem ter taxas padrões, quando oferecidos através de recursos de fundos, como ocorre com a poupança e o FGTS.
  40. 40. Tipos de empréstimos A oferta de empréstimo, assim como as suas modalidades, vem crescendo nos últimos anos. Abaixo algumas modalidades: • Empréstimo sem consulta: o tomador do empréstimo tem um limite pré- aprovado de crédito, desde que atenda aos pré-requisitos da financeira ou banco, independente da sua renda; • Empréstimo consignado: as parcelas são descontadas diretamente do salário do tomador; – Empréstimo crédito rotativo: oferecido através de financeiras em cartões magnéticos de lojas e supermercados; • Empréstimo online: linha de crédito oferecida pela financeira pelo tomador. • Outros tipos: criados conforme as necessidades do tomador e formatados da maneira mais apropriada. • Os empréstimos são também oferecidos por agiotas, os quais determinam juros acima da taxa cobrada pelos bancos e financeiras, tendo nesse caso, o tomador de serviço, a vantagem e a rapidez e a consulta reduzida de dados para liberação o dinheiro.
  41. 41. CONTA CORRENTE - CC Esse tipo de conta permite que o cliente: • receba quantias através de depósitos ou transferências; • faça empréstimos; • utilize o limite estipulado (quando a conta for especial, mediante pagamento de juros), • peça cartões de crédito e débito; • realize operações específicas da CC; • serve também como controle de transações comerciais (detalhamento de descontos de parcelas de cartões de crédito e débito, por exemplo) e operações monetárias, assim como controle de quantias sacadas e depositadas. SIMPLES E ESPECIAL.
  42. 42. COFRE DE SEGURANÇA Segundo Nelson Abraão apud Santos et al., • “o contrato de cofre de segurança, ou de cofre-forte, é aquele pelo qual o banco coloca à disposição do cliente um compartimento ou cavidade para guarda de dinheiro, objetos preciosos ou documentos, mediante remuneração. Esse serviço se reveste de dois aspectos fundamentais: a vigilância e o segredo”. • De acordo com Santos, atualmente poucos bancos mantêm o serviço e também não fazem propaganda, talvez em função da baixa rentabilidade, aumento dos assaltos e riscos decorrentes.
  43. 43. DEPÓSITOS • São captações de recursos não remunerados junto aos correntistas. • Os depósitos não têm validade e as quantias permanecem no banco, estando à disposição para qualquer tipo de movimentação e transação assim que desejar. • Quando se trata de depósitos em poupança, tais depósitos são tratados como investimentos e, consequentemente, há remuneração de juros. Os depósitos são utilizados pelo banco como fundos. No Brasil a lei obriga os bancos a efetuarem depósitos compulsórios junto ao Banco Central para, dessa forma, garantir o poder de compra da moeda e execução da política monetária.
  44. 44. POUPANÇA • Vista como de baixo risco, é um dos investimentos mais populares do país. • Também possui baixa rentabilidade. A remuneração da poupança é de 0,5 ao mês (6,17% a.a.), mais a variação do TR (índice complementar de juros pagos na poupança, calculado a partir da SELIC e da média de CDB, pré-fixado, de 30 dias), é regulamentada pelo Banco Central do Brasil e seus recursos são utilizados como investimento na área de infra- estrutura habitacional.
  45. 45. TRANSAÇÕES • DOC (Documento de Crédito): transferência automática feita entre diferentes bancos, o emissor (que debita o valor correspondente do cliente emissor) para o banco receptor (que credita o valor correspondente do cliente destinatário). Os DOCs podem ser feitos em qualquer agência ou através da Internet e são destinados, conforme normas do Banco Central do Brasil a transferências de valores inferiores a R$ 5.000,00. O valor entra na conta do destinatário um dia após a efetuação da transação.
  46. 46. TRANSAÇÕES • TED (Transferência Eletrônica Disponível): transferência automática, feita no mesmo dia, sem necessidade de prazo de compensação, para valores iguais ou acima R$ 5.000,00, garantindo rapidez e segurança na transação. A operação é irreversível e só é realizada mediante constatação de recursos na conta corrente do pagador.
  47. 47. ASSESSORIA FINANCEIRA • serviço de orientação oferecido por bancos através de pessoal especializado no mercado financeiro a fim de proporcionar ao investidor a otimização de recursos, a personalização de investimentos conforme o perfil do cliente e a avaliação de alocações de portifólio, conforme mudanças no cenário econômico e no mercado de capitais.
  48. 48. DESCONTO DE TÍTULOS • Serviço de antecipação de receitas oferecido pelos bancos através de duplicatas. Empresas oferecem prazos para os seus clientes e o banco antecipa os valores, mediante condições estipuladas.
  49. 49. EX. BANCO DO BRASIL • Total gerenciamento da carteira de cobrança pelo Gerenciador Financeiro; • Prazo das duplicatas de até 360 dias; • Taxas de juros atrativas, de acordo com a parceria negocial com o BB; • Envio dos títulos por meio eletrônico, diretamente da sua Empresa, pelo Gerenciador Financeiro.
  50. 50. OPERAÇÕES DE ABERTURA DE CRÉDITO • São linhas de crédito com um limite pré- estabelecido que a empresa utiliza conforme suas necessidades mediante saque único ou repetido.
  51. 51. BOLSA DE VALORES • São locais onde são emitidos títulos por empresas de capital misto, público e privado. As ações representam pequenas parcelas de uma organização e quem as compras adquire o direito aos lucros obtidos por ela, de acordo com a quantidade adquirida. Apesar de tornar-se “dono” da empresa, mesmo que parcialmente, pequenas quantias de ações não dão direito do comprador “opinar” diretamente nas questões da instituição, ao menos que ele compre uma quantia relevante.
  52. 52. BOLSA DE VALORES • Além de ações, as Bolsas de Valores também negociam debêntures (título emitido para obtenção de empréstimos em longo prazo), neste caso a empresa garantirá o pagamento através da hipoteca de se patrimônio. As principais bolsas de valores do mundo são: Nasdaq, Bolsa de Nova Iorque, Bolsa de Chicago, Bolsa de Frankfurt e no Brasil, a Bovespa (Bolsa de São Paulo).
  53. 53. BOLSA DE VALORES • Segundo o Portal Brasil, as ações mais negociadas são chamadas de “bluechips” (de primeira linha), as de empresas de médio porte são as de “segunda linha”, as de grandes empresas e instituições financeiras são as de “segunda linha nobre” e as ações de empresas de pequeno porte são as de “terceira linha” e tem menor liquidez, pois são negociadas a longo prazo.
  54. 54. SISTEMA MONETÁRIO • É constituído pelas Instituições Financeiras responsáveis pela criação dos meios de pagamentos (papel-moeda e depósito à vista) e executa a Política Monetária do país (Banco Central do Brasil, Banco do Brasil, Banco Comercial e Bancos Múltiplos).
  55. 55. SISTEMA NÃO-MONETÁRIO • Composto por Instituições de Intermediação Financeira que operam nos mercados de crédito e de capitais, sendo assim responsáveis pela emissão de ativos financeiros não monetários (Banco Nacional de Desenvolvimento, Caixa Econômica, Banco de Investimento, Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento, Sociedade de Crédito Imobiliário, Associação de Poupança e Empréstimo, Bolsa de Valores, Sociedades Corretoras, Sociedades Distribuidoras, Bancos de Desenvolvimento).
  56. 56. CONCLUSÃO Como Pudemos constatar o Sistema Financeiro Nacional é formado por um conjunto de instituições financeiras ou não financeiras, voltadas para a gestão da política monetária do governo federal. É composto por entidades supervisoras e por operadoras que atuam no mercado nacional e orientado por três órgãos normativos: o Conselho Monetário Nacional (CMN), o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e o Conselho Nacional da Previdência Complementar (CNPC). O SFN é estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do país e a servir aos interesses da coletividade em todas as partes que o compõem, abrangendo as cooperativas de crédito.
  57. 57. BIBLIOGRAFIA •ABITANTE, Kleber Giovelli. Modelos de séries temporais aplicados à análise prospectiva de concessão de crédito bancário. Disponível em <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11132/tde-24042007-135316/pt-br.php> Acesso em 15 ago 2011. •ANGELO, Vitor Amorim de. Política econômica tentou impulsionar a industrialização. Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação. Disponível em <http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/encilhamento-politica- economica-tentou-impulsionar-a-industrializacao.jhtm> Acesso em 15 ago 2011. •ASSAF NETO, A. Mercado Financeiro. 4 ed. São Paulo: Atlas,2001. 356p •Banco Central do Brasil. Sistema Financeiro Nacional. Disponível em <http://www.bcb.gov.br/Pre/bcUniversidade/Palestras/BC%20e%20Universidade%202.6.2006.pdf> Acesso em 15 ago 2011. •BANCO DO BRASIL ESTILO. Assessoria Financeira. Disponível em: <http://www.bb.com.br/portalbb/page3,114,5530,6,1,1,1.bb?codigoMenu=1552&codigoNoticia=877&codigoRet=1017 &bread=1> Acesso em 21 ago 2011. •BATHKE, Juliano e PEREIRA, Tatiana. Sistema Financeiro Nacional. Disponível em <http://www.administradores.com.br/informe-se/producao-academica/o-sistema-financeiro-nacional- brasil/524/download/> Acesso em 15 ago 2011. •BM&F Bovespa. Introdução ao mercado de capitais. Disponível em <http://www.bmfbovespa.com.br/pt- br/educacional/download/merccap.pdf> Acesso em 15 ago 2011. •CABRINO, Thiago. 2002. Marketing em Tempos de Recessão. Disponível em <http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Marketing%20em%20tempos%20de%20recessao.htm> Acesso em 15 ago 2011. •FANINI, Valter. Dívida pública mobiliária e mercado de títulos públicos. 2005. Disponível em <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/handle/1884/3062/D%C3%ADvida%20P%C3%BAblica%20Mobili%C3%A1ri a%20e%20Mercado%20T%C3%ADtulos%20P%C3%BAblicos.pdf?sequence=1> Acesso em 18 ago de 2011. •FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos. Transferências eletrônicas (TED) a partir de R$ 5 mil. Disponível em: <http://www.febraban.org.br/Arquivo/Servicos/SPB/ted_versao_final.asp> Acesso em 23 ago 2011. •FERREIRA, Ricardo J. O Sistema Financeiro Nacional pode ser definido como o conjunto de instituições e órgãos que regulam, fiscalizam e executam as operações relativas à circulação da moeda e do crédito. Disponível em <http://www.editoraferreira.com.br/publique/media/01SFN.pdf> Acesso em 15 ago 2011.
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