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ADM Financeira I
Sistema Financeiro
Nacional
Sistema Financeiro Nacional - SFN
Conselho Monetário Nacional - CMN
Banco Central do Brasil - BCB
Órgão executivo.
Órgão normativo, dirigido pelo Ministro da Fazenda.
“conjunto de instituições e órgãos que regulam, fiscalizam e executam as
operações relativas à circulação da moeda e do crédito”.
Comissão de valores mobiliários - CVM
Regulamenta e fomenta o mercado de valores mobiliários.
Sistema Financeiro Nacional - SFN
transferir recursos
dos agentes
econômicos
(pessoas,
empresas,
governo)
superavitários
para os
deficitários.
SFN
Deficitário:
são aqueles que
assumem uma
posição de
tomadores de
mercado, isto é,
que gastem em
investimento e
consumo os
valores mais altos
que suas rendas.
Superavitários:
são aqueles
capazes de gastar
em consumos e
investimentos
menos do que a
renda auferida,
formando um
excedente de
poupança.
ASSAF apud BARROS (2007).
• 1808: nasce o primeiro Banco do Brasil quando o rei de
Portugal abriu os portos e realizou acordos comerciais com a
Europa e as colônias.
• 1829: fecha o Banco do Brasil quando João VI levou para
Portugal grande parte do lastro metálico depositado fazendo-
o perder dinheiro em exportações.
• 1836: nasce o primeiro banco comercial privado: o Banco do
Ceará.
• 1863: “London & Brazilian Bank” e o "The Brazilian and
Portuguese Bank", primeiros bancos estrangeiros.
• 1888: abolição da escravatura e libertação de 800.000
escravos. Caos econômico na época provocado (perdas das
colheitas) > “primeira onda de industrialização” (Gualberto).
• 1889 a 1891 – início do Encilhamento: política econômica de
incentivo a emissão de papel moeda e viabilização do
processo de industrialização (ANGELO). (terminou devido a
desvalorização da moeda da época e conseqüente surto
inflacionário (ANGELO).
EVOLUÇÃO HISTÓRICA
• 1944: são criados o “Fundo Monetário Internacional (FMI) e o
Banco Mundial, resultado da Conferência de Bretton Woods,
em New Hampshire, sob a influência de Harry Dexter White,
secretário-adjunto para Assuntos Internacionais do Tesouro
dos EUA, e de John Maynard Keynes.” (FREITAS).
• 1952: BNDE: financiar a longo prazo os empreendimentos
que contribuam para o desenvolvimento do País. Em 1982
mudou de BNDE para BNDES.
• 1964: Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco
Central do Brasil, regulamentando o Sistema Financeiro
Nacional.
• 1966: nascem os bancos de investimentos.
• 1969: Sistema Integrado Regional de Compensação (SIRC),
o qual permitiu a integração de praças localizadas em uma
mesma região.
• 1976: Comissão de Valores Mobiliários (CVM): regulamentar
o mercado de valores mobiliários.
• 1979: surge o Sistema Especial de Liquidação e Custódia
(SELIC): realizava a custódia e a liquidação financeira das
operações envolvendo títulos públicos.
EVOLUÇÃO HISTÓRICA
• 1988: A Constituição Federal atribuiu ao Sistema Financeiro
Nacional, através do artigo 192, a promoção do
desenvolvimento equilibrado do país e ratificou o sigilo
bancário já previsto anteriormente na Lei nº 4.595/64.
• 1988: Compensação Eletrônica
• 1996: o Comitê de Política Monetária (COPOM) é criado
para estabelecer “diretrizes da política monetária, definir a
meta da Taxa SELIC e seu eventual viés e analisar o
Relatório de Inflação (...) introduziu a sistemática de "metas
para a inflação" como diretriz para a fixação do regime de
política monetária”. (FREITAS)
• 1999: é criada a Cédula de Crédito Bancário: ferramenta
simples e padronizada que possibilitava a contratação de
todas as espécies de operações de credito, tornando essas
operações mais formalizadas e com menos custos.
• 2002: surge o novo Sistema de Pagamentos Brasileiro
(SPB) através do Banco Central do Brasil. Nasce também a
Transferência Eletrônica Disponível (TED) que possibilita a
transferência eletrônica de fundos entre os bancos com
liquidação no mesmo dia.
EVOLUÇÃO HISTÓRICA
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Os Segmentos
do SFN
MERCADO MONETÁRIO
Moeda
MOEDA
Funções
Reserva de
valor
padrão para
pagamentos
diferidos.
Meio de
troca
Denominador
comum de valor
Escambo: troca de mercadoria por outra mercadoria sem equivalência de valor.
Divisibilidade: permite a comparação e a atribuição de valor a mercadoria.
Acúmulo: sujeita a um processo inflacionário que possa ocorrer no decorrer do tempo.
moeda fiduciária = papel moeda.
• Sem valor próprio (material de fabricação)
• valor que decorre da garantia que o governo estabelece, por intermédio das autoridades
monetárias
• tem curso legal e obrigatório no país
• todas as transações comerciais e financeiras no âmbito do país através dela.
No Brasil = real (VIEIRA, 2007).
Moeda Escritural
mesma liquidez da
moeda manual >
disposição do cliente.
MERCADO MONETÁRIO
Meios de pagamento
Mantém o caixa do
banco e disponibiliza
saques e cheques a
vista.
MP atuais no país: papel moeda e
moeda escritural.
M = PM + ME.
M = meios de pagamento
PM = papel-moeda
ME = moeda escritural
Depósito
Empréstimo
Banco Central e
bancos comerciais
MERCADO MONETÁRIO
Multiplicador Bancário
• Instrumento
• que valor é necessário para atender a soma
de todas as transações verificadas num dado
período de tempo e espaço geográfico
específico;
MERCADO MONETÁRIO
Instrumentos de Política Monetária
• Controle da circulação da moeda e do crédito
• COPOM - Comitê de Política Monetária –
estabelece
• Banco Central - executa
Clientes
superavitários
BANCO
DC
BCB
Clientes
deficitários
Taxas
DC  Juros
 DC  Juros
MERCADO MONETÁRIO
Instrumentos de Política Monetária
• Opção de investimento para a sociedade
• Objetivam a captação de recursos para o financiamento da dívida
pública e de outras atividades do governo federal, como por exemplo,
educação, saúde e infra-estrutura (conforme Tesouro Nacional).
• GOVERNO: VENDA OU COMPRA
VENDA COMPRA
• Tira moeda do mercado
• Retem para si
• Diminui a oferta monetária
= aumento taxa de juros
• resgata títulos públicos
• injeta moeda no mercado
• Aumento da oferta monetária
= redução taxa de juros
Maior oferta de TP = mais baratos > maior remuneração (juros) > reduz
demanda crédito > reduz liquidez no sistema
Menor oferta de TP = mais caro > menor remuneração (juros) > aumento
demanda crédito > aumento liquidez no sistema
MERCADO MONETÁRIO
Instrumentos de Política Monetária
• Assistência
• Banco Central Instituições Financeiras
• Situações de emergência
• Controle e seleção da emissão de créditos
• taxa de juros maior para a Assistência Financeira a
Liquidez = caráter punitivo e de controle
MERCADO MONETÁRIO
Instrumentos de Política Monetária
MERCADO MONETÁRIO
Mercado de títulos públicos
• Lançamento de novos títulos no mercado ou
resgate de outros que estão vencendo
• de acordo com as necessidades de pagamento
do governo e seus gastos, como dívida
pública, gastos com funcionalismo, etc.
• Sem intervenção do governo
• Diretamente entre os bancos
• Via taxa Selic
• Duração de 1 dia – compromisso de recompra/venda para o
dia seguinte
SELIC Débito Crédito
Conta Reserva Compra Venda
Conta Custódia Venda Compra
Compra e Venda de Títulos Públicos - Sistema Especial de Liquidação e Custódia
MERCADO MONETÁRIO
Mercado de títulos públicos
• MERCADO TOMADOR – quando…
• Bancos: escassez de dinheiro
• vender títulos públicos
• aumento taxa de juros
• Intervenção do Banco central: comprando esses títulos para
evitar uma grande elevação da taxa de juros.
MERCADO MONETÁRIO
Mercado de títulos públicos
• MERCADO DOADOR– quando…
• excesso de dinheiro no mercado
• Aumento da demanda por TP
• Redução taxa de juros
• Intervenção do Banco central: vendendo títulos para evitar
uma queda acentuada da taxa de juros.
Emissão de TP: Tesouro Nacional
MERCADO MONETÁRIO
Mercado de títulos públicos
MERCADO MONETÁRIO
Mercado interbancário
Depósito Interfinanceiro – DI
Taxas Over
Certificado de Depósito Bancário - CDB
Títulos emitidos entre instituições financeiras > empréstimos no mercado interbancário.
Função: transferir recursos de uma instituição financeira para outra.
Operações são registradas na CETIP (Central de Custódia e Liquidação de Títulos Privados)
Obrigações de pagamento futuro das importâncias depositadas, ou seja, são exigibilidades
dos bancos que as emitem.
Prefixados: negociados com base em uma taxa efetiva anual (360 dias corridos)
Posfixados: negociados com base na taxa CDI.
Taxas que remuneram emprestimos de um dia (base de 252 dias úteis)
Taxas CDI – operações do mercado interbancário
Taxa Selic – operações do mercado de títulos públicos
MERCADO CAMBIAL
OPERAÇÕES DE TROCA DE MOEDA ESTRANGEIRA .
• Demandas de viagens e do comércio exterior;
• Regulamentado pelo Banco Central > fiscalização e controle das
operações e taxas de câmbio = Política Cambial;
• Importadores, exportadores, bolsas de valores, corretores e todos que
realizam operações com o exterior;
• Transações – entre instituições autorizadas – nunca diretamente entre
comprador e vendedor;
• Taxa de câmbio: moeda nacional uma unidade monetária estrangeira
 Baseada na oferta e demanda dessa moeda
no mercado cambial através dos agentes;
MERCADO CAMBIAL
• Agentes ofertantes: turistas estrangeiros,
exportadores de bens e serviços, receptores e
tomadores de empréstimos e financiamentos do
exterior;
• Agentes demandantes: turistas brasileiros,
investidores brasileiros no exterior, importadores de
bens e serviços, repatriadoras de investimentos
externo, e empresas em fase de amortização de
principal ou pagamento de juros sobre empréstimos e
financiamentos no exterior;
MERCADO DE CAPITAIS
• Sistema de distribuição de valores mobiliários;
• Viabilizar o processo de capitalização e liquidez aos títulos de
emissão de empresas;
• Através das bolsas de valores, sociedades corretoras e outras
instituições financeiras;
• Diretamente entre empresas, poupadores e intermediários
financeiros não bancários e se constitui-se em um mercado
de renda variável em sua maior parte;
MERCADO DE CAPITAIS
• Função: concentrar os recursos financeiros dos poupadores e
investidores (sociedade) para as atividades econômicas
(comércio, indústria, etc) e para o próprio governo
• Agentes econômicos: poupadores e investidores;
– Superavitários: aqueles que realizam investimentos menores que a
capacidade de sua poupança (recursos excedentes)
– Deficitários: aqueles que realizam investimentos maiores que a sua
capacidade de poupança, necessitando então a captura de recursos;
• Formado pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e
outras instituições financeiras autorizadas ;
MERCADO DE CRÉDITO
• Processo de empréstimos bancários, onde o banco lhe
empresta dinheiro ao custo de juros (investimento no
cliente);
• Cheque especial, financiamento, duplicatas descontadas,
entre outros.
• Objetivo principal: suprir a necessidade de recursos aos
agentes deficitários;
• Banco Central: controle e fiscalização;
INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS
• Instituições: atender aos diversos interesses entre
companhias e investidores, efetuando a destinação dos
recursos financeiros na economia e harmonizando as
necessidades destes;
• Bancos múltiplos, comerciais, de investimento, caixas
econômicas, sociedades de crédito imobiliário, sociedades de
crédito e financiamento, empresas corretoras e
distribuidoras, etc
• Hierarquia de importância:
– Bancos comerciais, múltiplos e as caixas econômicas,
Cooperativas de crédito (2008: 1.453 unidades)
Instituições Financeiras
• Bancos Comerciais
• Bancos de Desenvolvimento
• Cooperativas de Crédito
• Bancos de Investimento
• Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimentos
• Sociedades Corretoras
• Sociedades Distribuidoras
• Sociedade de Arrendamento Mercantil
• Associações de Poupança e Empréstimos
• Sociedades de Crédito Imobiliário
• Investidores Institucionais
• Entidades Fechadas de Previdência Privada
• Seguradoras
• Companhias Hipotecárias
• Agencias de Fomento
• Bancos Múltiplos
• Bancos Cooperativos
Ativos Financeiros
• Os ativos financeiros da economia podem ser
diferencidados conforme os atributos rendimentos e
liquidez. Assim, tem-se:
• Ativos financeiros monetários: liquidez absoluta,
rendimento zero e usados como meio de
pagamento. Ex: papel moeda em poder do público
(PMPP) e depósito à vista nos bancos comerciais
públicos e privados.
• Ativos financeiros não-monetários: menor grau de
liquidez e rendimento. Ex: depósito de poupança.
Conselho Monetário Nacional
• Órgão eminente normativo, composto pelo Ministro
da Fazenda, seu presidente, Ministro do
Planejamento e o Presidente do Banco do Brasil.
• - Estabelece as diretrizes gerais das políticas
monetária, cambial e creditaria;
• Regula taxas de juros e comissões; operações de
redescontos e as operações no âmbito do mercado
aberto;
Banco Central do Brasil
• Principal poder executivo das políticas traçadas pelo Conselho
Monetário e órgão fiscalizador do SFN.
• - Banqueiro do governo e gestor do sistema financeiro;
• - Fiscaliza as instituições financeiras;
• - Supervisiona os serviços de compensação de cheques entre
instituições financeiras; Recebe depósitos compulsórios das
instituições financeiras;
• - Executor das políticas monetária e cambial;
• - Depositário das reservas internacionais;
• - Assessor econômico do governo.
Comissão de Valores Mobiliários
• Autarquia vinculada ao poder executivo, que age sob
a orientação do Conselho Monetário Nacional.
Administrada por um presidente e quatro diretores,
todos nomeados pelo Presidente da República.
• Controla o mercado de valores mobiliários;
• Incentiva o mercado acionário, protege investidores
e assegura a lisura nas operações de compra e venda
de valores mobiliários.
• - Sua abrangência são os bancos de investimento,
bolsas, corretoras e fundos.
Banco do Brasil
• Sociedade anônima de capital misto, cujo controle
acionário é exercido pela União.
• - Executa a política creditícia e financeira do Governo
Federal;
• - Exerce atividades próprias de um Banco Comercial;
• - Opera créditos a médio e longo prazo, como um
Banco de Investimento e Desenvolvimento;
BNDES
• Empresa pública vinculada ao Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Reequipa e fomenta as empresas consideradas de
interesse ao desenvolvimento do país.
• Possui quatro subsidiárias:
• FINAME: agência especial de financiamento
industrial; EMBRAMEC: mecânica brasileira; FIBASA:
insumos básico; IBRASA: investimentos brasileiros
CAIXA ECONÔMICA SOCIAL – CEF
• Instituição financeira pública. Órgão auxiliar
do Governo Federal na execução de sua
política creditícia.
• Principal agente do SFH; Loterias federais;
Principal arrecadador do FGTS; Monopólio das
operações de penhor. Empréstimos
garantidos por bens de valor e alta liquidez.
COMPANHIAS HIPOTECÁRIAS
• Instituições financeiras constituídas sob a
forma de sociedade anônima.
• - Concede financiamentos destinados à
produção, reforma ou comercialização de
imóveis residenciais ou comerciais;
• - Principais operações passivas e operações
ativas.
AGÊNCIAS DE FOMENTO
• Constituem e mantem fundo de liquidez equivalente,
no mínimo, a 10% do valor de suas obrigações, a ser
integralmente aplicado em títulos públicos federais.
• Concede financiamento de capital fixo e de giro
associado a projetos na Unidade da Federação;
• Sociedade anônima de capital fechado e sob o
controle de Unidade da Federação;
• Instituição financeira.
BANCOS MÚLTIPLOS
• Instituições financeiras privadas ou públicas que realizam as
operações ativas, passivas e acessórias das diversas
instituições financeiras. Na sua denominação social deve
constar a expressão "Banco".
• - Operações sujeitas às mesmas normas legais e
regulamentares aplicáveis às instituições singulares
correspondentes às suas carteiras;
• - Carteira de desenvolvimento somente operada por banco
público;
• - Constituído com, no mínimo, duas carteiras;
• - Instituições com carteira comercial podem captar depósitos
à vista.
BANCOS COOPERATIVOS
• Verdadeiros bancos comerciais surgidos a
partir de cooperativas de crédito.
• - Voltados para a concessão de crédito e
prestação de serviços bancários aos
cooperados, quase sempre produtores rurais;
OS SERVIÇOS QUE AS INSTITUIÇÕES
FINANCEIRAS OFERECEM
• Os serviços bancários são fundamentais para
o adequado funcionamento das atividades
econômicas, sendo tais atividades tanto
pagamentos, créditos ou investimentos.
• O dinheiro, para as instituições financeiras,
funciona como uma mercadoria ou qualquer
outro bem e seus lucros provêm da diferença
entre os juros pagos e os juros recebidos
EMPRÉSTIMOS
• Acordo entre duas partes: devedor e credor
• Prazo de retorno estipulado, onde cada parte assina
um contrato de responsabilidade.
• Após assinado o contrato, o devedor recebe o valor
ou bem e o credor passa a cobrar pelo serviço
através de prestações, acrescentando taxas de juros
incidentes ao valor monetário emprestado.
• Alguns tipos de empréstimos podem ter taxas
padrões, quando oferecidos através de recursos de
fundos, como ocorre com a poupança e o FGTS.
Tipos de empréstimos
A oferta de empréstimo, assim como as suas modalidades, vem crescendo
nos últimos anos. Abaixo algumas modalidades:
• Empréstimo sem consulta: o tomador do empréstimo tem um limite pré-
aprovado de crédito, desde que atenda aos pré-requisitos da financeira
ou banco, independente da sua renda;
• Empréstimo consignado: as parcelas são descontadas diretamente do
salário do tomador;
– Empréstimo crédito rotativo: oferecido através de financeiras em cartões
magnéticos de lojas e supermercados;
• Empréstimo online: linha de crédito oferecida pela financeira pelo
tomador.
• Outros tipos: criados conforme as necessidades do tomador e formatados
da maneira mais apropriada.
• Os empréstimos são também oferecidos por agiotas, os quais determinam
juros acima da taxa cobrada pelos bancos e financeiras, tendo nesse caso,
o tomador de serviço, a vantagem e a rapidez e a consulta reduzida de
dados para liberação o dinheiro.
CONTA CORRENTE - CC
Esse tipo de conta permite que o cliente:
• receba quantias através de depósitos ou transferências;
• faça empréstimos;
• utilize o limite estipulado (quando a conta for especial,
mediante pagamento de juros),
• peça cartões de crédito e débito;
• realize operações específicas da CC;
• serve também como controle de transações comerciais
(detalhamento de descontos de parcelas de cartões de
crédito e débito, por exemplo) e operações monetárias, assim
como controle de quantias sacadas e depositadas.
SIMPLES E ESPECIAL.
COFRE DE SEGURANÇA
Segundo Nelson Abraão apud Santos et al.,
• “o contrato de cofre de segurança, ou de cofre-forte,
é aquele pelo qual o banco coloca à disposição do
cliente um compartimento ou cavidade para guarda
de dinheiro, objetos preciosos ou documentos,
mediante remuneração. Esse serviço se reveste de
dois aspectos fundamentais: a vigilância e o
segredo”.
• De acordo com Santos, atualmente poucos bancos
mantêm o serviço e também não fazem propaganda,
talvez em função da baixa rentabilidade, aumento
dos assaltos e riscos decorrentes.
DEPÓSITOS
• São captações de recursos não remunerados junto aos
correntistas.
• Os depósitos não têm validade e as quantias permanecem no
banco, estando à disposição para qualquer tipo de
movimentação e transação assim que desejar.
• Quando se trata de depósitos em poupança, tais depósitos
são tratados como investimentos e, consequentemente, há
remuneração de juros. Os depósitos são utilizados pelo banco
como fundos. No Brasil a lei obriga os bancos a efetuarem
depósitos compulsórios junto ao Banco Central para, dessa
forma, garantir o poder de compra da moeda e execução da
política monetária.
POUPANÇA
• Vista como de baixo risco, é um dos investimentos
mais populares do país.
• Também possui baixa rentabilidade. A remuneração
da poupança é de 0,5 ao mês (6,17% a.a.), mais a
variação do TR (índice complementar de juros pagos
na poupança, calculado a partir da SELIC e da média
de CDB, pré-fixado, de 30 dias), é regulamentada
pelo Banco Central do Brasil e seus recursos são
utilizados como investimento na área de infra-
estrutura habitacional.
TRANSAÇÕES
• DOC (Documento de Crédito): transferência
automática feita entre diferentes bancos, o emissor
(que debita o valor correspondente do cliente
emissor) para o banco receptor (que credita o valor
correspondente do cliente destinatário). Os DOCs
podem ser feitos em qualquer agência ou através da
Internet e são destinados, conforme normas do
Banco Central do Brasil a transferências de valores
inferiores a R$ 5.000,00. O valor entra na conta do
destinatário um dia após a efetuação da transação.
TRANSAÇÕES
• TED (Transferência Eletrônica Disponível):
transferência automática, feita no mesmo dia,
sem necessidade de prazo de compensação,
para valores iguais ou acima R$ 5.000,00,
garantindo rapidez e segurança na transação.
A operação é irreversível e só é realizada
mediante constatação de recursos na conta
corrente do pagador.
ASSESSORIA FINANCEIRA
• serviço de orientação oferecido por bancos
através de pessoal especializado no mercado
financeiro a fim de proporcionar ao investidor
a otimização de recursos, a personalização de
investimentos conforme o perfil do cliente e a
avaliação de alocações de portifólio, conforme
mudanças no cenário econômico e no
mercado de capitais.
DESCONTO DE TÍTULOS
• Serviço de antecipação de receitas oferecido
pelos bancos através de duplicatas. Empresas
oferecem prazos para os seus clientes e o
banco antecipa os valores, mediante
condições estipuladas.
EX. BANCO DO BRASIL
• Total gerenciamento da carteira de cobrança
pelo Gerenciador Financeiro;
• Prazo das duplicatas de até 360 dias;
• Taxas de juros atrativas, de acordo com a
parceria negocial com o BB;
• Envio dos títulos por meio eletrônico,
diretamente da sua Empresa, pelo
Gerenciador Financeiro.
OPERAÇÕES DE ABERTURA DE CRÉDITO
• São linhas de crédito com um limite pré-
estabelecido que a empresa utiliza conforme
suas necessidades mediante saque único ou
repetido.
BOLSA DE VALORES
• São locais onde são emitidos títulos por empresas de
capital misto, público e privado. As ações
representam pequenas parcelas de uma organização
e quem as compras adquire o direito aos lucros
obtidos por ela, de acordo com a quantidade
adquirida. Apesar de tornar-se “dono” da empresa,
mesmo que parcialmente, pequenas quantias de
ações não dão direito do comprador “opinar”
diretamente nas questões da instituição, ao menos
que ele compre uma quantia relevante.
BOLSA DE VALORES
• Além de ações, as Bolsas de Valores também
negociam debêntures (título emitido para
obtenção de empréstimos em longo prazo),
neste caso a empresa garantirá o pagamento
através da hipoteca de se patrimônio. As
principais bolsas de valores do mundo são:
Nasdaq, Bolsa de Nova Iorque, Bolsa de
Chicago, Bolsa de Frankfurt e no Brasil, a
Bovespa (Bolsa de São Paulo).
BOLSA DE VALORES
• Segundo o Portal Brasil, as ações mais
negociadas são chamadas de “bluechips” (de
primeira linha), as de empresas de médio
porte são as de “segunda linha”, as de
grandes empresas e instituições financeiras
são as de “segunda linha nobre” e as ações de
empresas de pequeno porte são as de
“terceira linha” e tem menor liquidez, pois são
negociadas a longo prazo.
SISTEMA MONETÁRIO
• É constituído pelas Instituições Financeiras
responsáveis pela criação dos meios de
pagamentos (papel-moeda e depósito à vista)
e executa a Política Monetária do país (Banco
Central do Brasil, Banco do Brasil, Banco
Comercial e Bancos Múltiplos).
SISTEMA NÃO-MONETÁRIO
• Composto por Instituições de Intermediação
Financeira que operam nos mercados de crédito e de
capitais, sendo assim responsáveis pela emissão de
ativos financeiros não monetários (Banco Nacional
de Desenvolvimento, Caixa Econômica, Banco de
Investimento, Sociedade de Crédito, Financiamento
e Investimento, Sociedade de Crédito Imobiliário,
Associação de Poupança e Empréstimo, Bolsa de
Valores, Sociedades Corretoras, Sociedades
Distribuidoras, Bancos de Desenvolvimento).
CONCLUSÃO
Como Pudemos constatar o Sistema Financeiro Nacional é
formado por um conjunto de instituições financeiras ou não
financeiras, voltadas para a gestão da política monetária do
governo federal. É composto por entidades supervisoras e por
operadoras que atuam no mercado nacional e orientado por
três órgãos normativos: o Conselho Monetário Nacional
(CMN), o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e o
Conselho Nacional da Previdência Complementar (CNPC). O
SFN é estruturado de forma a promover o desenvolvimento
equilibrado do país e a servir aos interesses da coletividade
em todas as partes que o compõem, abrangendo as
cooperativas de crédito.
BIBLIOGRAFIA
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•NAVARRO, Sérgio e PROCIANOY, Jairo Laser. A reação dos acionistas à instituicionalização do banco múltiplo. Revista de Administração,
São Paulo, v.32, n.1, p. 68-79, janeiro-março 1997. Disponível em <http://www.rausp.usp.br/download.asp?file=3201068.pdf > Acesso em 15
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•PORTAL DO INVESTIDOR. O que é Bolsa de valores. Disponível em
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•PORTAL EMPRÉSTIMO Hoje. Empréstimos. Disponível em: <http://www.emprestimohoje.com.br/emprestimo.php> Acesso em 21 ago 2011.
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•ROCHA, Adilson, Prof. MSc – Centro Paula Souza – Fatec Sorocaba – Governo de São Paulo. Economia e Finanças Empresariais (EFE) –
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•SANTOS, Joilson Ferreira et al. Cofre Bancário. Disponível em: <http://abusosdosbancos.com.br/lertexto.php?edi=10> Acesso em 19 ago
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BIBLIOGRAFIA
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Capitais no Mercado de Ações no Brasil. 2003. Disponível em <http://www.ufrrj.br/posgrad/ppgen/03/19.pdf > Acesso
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•TERUMI, Nívea. Depósito compulsório. Você sabe o que é? 2010. Disponível em
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•TESOURO NACIONAL. O que são títulos públicos. Disponível em
<http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/titulos_publicos.asp> Acesso em 18 ago 2011.
•VIEIRA, Roberto Hugo P. Economia & Finanças E Atualidades - Tópicos sobre a Moeda - Parte I. Disponível em
<http://www.eliezergomes.com/noticia/720/economia__financas_e_atualidades__topicos_sobre_a_moeda__parte_i/>
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  • 2. Sistema Financeiro Nacional - SFN Conselho Monetário Nacional - CMN Banco Central do Brasil - BCB Órgão executivo. Órgão normativo, dirigido pelo Ministro da Fazenda. “conjunto de instituições e órgãos que regulam, fiscalizam e executam as operações relativas à circulação da moeda e do crédito”. Comissão de valores mobiliários - CVM Regulamenta e fomenta o mercado de valores mobiliários.
  • 3. Sistema Financeiro Nacional - SFN transferir recursos dos agentes econômicos (pessoas, empresas, governo) superavitários para os deficitários. SFN Deficitário: são aqueles que assumem uma posição de tomadores de mercado, isto é, que gastem em investimento e consumo os valores mais altos que suas rendas. Superavitários: são aqueles capazes de gastar em consumos e investimentos menos do que a renda auferida, formando um excedente de poupança. ASSAF apud BARROS (2007).
  • 4. • 1808: nasce o primeiro Banco do Brasil quando o rei de Portugal abriu os portos e realizou acordos comerciais com a Europa e as colônias. • 1829: fecha o Banco do Brasil quando João VI levou para Portugal grande parte do lastro metálico depositado fazendo- o perder dinheiro em exportações. • 1836: nasce o primeiro banco comercial privado: o Banco do Ceará. • 1863: “London & Brazilian Bank” e o "The Brazilian and Portuguese Bank", primeiros bancos estrangeiros. • 1888: abolição da escravatura e libertação de 800.000 escravos. Caos econômico na época provocado (perdas das colheitas) > “primeira onda de industrialização” (Gualberto). • 1889 a 1891 – início do Encilhamento: política econômica de incentivo a emissão de papel moeda e viabilização do processo de industrialização (ANGELO). (terminou devido a desvalorização da moeda da época e conseqüente surto inflacionário (ANGELO). EVOLUÇÃO HISTÓRICA
  • 5. • 1944: são criados o “Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Mundial, resultado da Conferência de Bretton Woods, em New Hampshire, sob a influência de Harry Dexter White, secretário-adjunto para Assuntos Internacionais do Tesouro dos EUA, e de John Maynard Keynes.” (FREITAS). • 1952: BNDE: financiar a longo prazo os empreendimentos que contribuam para o desenvolvimento do País. Em 1982 mudou de BNDE para BNDES. • 1964: Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central do Brasil, regulamentando o Sistema Financeiro Nacional. • 1966: nascem os bancos de investimentos. • 1969: Sistema Integrado Regional de Compensação (SIRC), o qual permitiu a integração de praças localizadas em uma mesma região. • 1976: Comissão de Valores Mobiliários (CVM): regulamentar o mercado de valores mobiliários. • 1979: surge o Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC): realizava a custódia e a liquidação financeira das operações envolvendo títulos públicos. EVOLUÇÃO HISTÓRICA
  • 6. • 1988: A Constituição Federal atribuiu ao Sistema Financeiro Nacional, através do artigo 192, a promoção do desenvolvimento equilibrado do país e ratificou o sigilo bancário já previsto anteriormente na Lei nº 4.595/64. • 1988: Compensação Eletrônica • 1996: o Comitê de Política Monetária (COPOM) é criado para estabelecer “diretrizes da política monetária, definir a meta da Taxa SELIC e seu eventual viés e analisar o Relatório de Inflação (...) introduziu a sistemática de "metas para a inflação" como diretriz para a fixação do regime de política monetária”. (FREITAS) • 1999: é criada a Cédula de Crédito Bancário: ferramenta simples e padronizada que possibilitava a contratação de todas as espécies de operações de credito, tornando essas operações mais formalizadas e com menos custos. • 2002: surge o novo Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) através do Banco Central do Brasil. Nasce também a Transferência Eletrônica Disponível (TED) que possibilita a transferência eletrônica de fundos entre os bancos com liquidação no mesmo dia. EVOLUÇÃO HISTÓRICA
  • 8. MERCADO MONETÁRIO Moeda MOEDA Funções Reserva de valor padrão para pagamentos diferidos. Meio de troca Denominador comum de valor Escambo: troca de mercadoria por outra mercadoria sem equivalência de valor. Divisibilidade: permite a comparação e a atribuição de valor a mercadoria. Acúmulo: sujeita a um processo inflacionário que possa ocorrer no decorrer do tempo. moeda fiduciária = papel moeda. • Sem valor próprio (material de fabricação) • valor que decorre da garantia que o governo estabelece, por intermédio das autoridades monetárias • tem curso legal e obrigatório no país • todas as transações comerciais e financeiras no âmbito do país através dela. No Brasil = real (VIEIRA, 2007).
  • 9. Moeda Escritural mesma liquidez da moeda manual > disposição do cliente. MERCADO MONETÁRIO Meios de pagamento Mantém o caixa do banco e disponibiliza saques e cheques a vista. MP atuais no país: papel moeda e moeda escritural. M = PM + ME. M = meios de pagamento PM = papel-moeda ME = moeda escritural Depósito Empréstimo Banco Central e bancos comerciais
  • 10. MERCADO MONETÁRIO Multiplicador Bancário • Instrumento • que valor é necessário para atender a soma de todas as transações verificadas num dado período de tempo e espaço geográfico específico;
  • 11. MERCADO MONETÁRIO Instrumentos de Política Monetária • Controle da circulação da moeda e do crédito • COPOM - Comitê de Política Monetária – estabelece • Banco Central - executa
  • 12. Clientes superavitários BANCO DC BCB Clientes deficitários Taxas DC  Juros  DC  Juros MERCADO MONETÁRIO Instrumentos de Política Monetária
  • 13. • Opção de investimento para a sociedade • Objetivam a captação de recursos para o financiamento da dívida pública e de outras atividades do governo federal, como por exemplo, educação, saúde e infra-estrutura (conforme Tesouro Nacional). • GOVERNO: VENDA OU COMPRA VENDA COMPRA • Tira moeda do mercado • Retem para si • Diminui a oferta monetária = aumento taxa de juros • resgata títulos públicos • injeta moeda no mercado • Aumento da oferta monetária = redução taxa de juros Maior oferta de TP = mais baratos > maior remuneração (juros) > reduz demanda crédito > reduz liquidez no sistema Menor oferta de TP = mais caro > menor remuneração (juros) > aumento demanda crédito > aumento liquidez no sistema MERCADO MONETÁRIO Instrumentos de Política Monetária
  • 14. • Assistência • Banco Central Instituições Financeiras • Situações de emergência • Controle e seleção da emissão de créditos • taxa de juros maior para a Assistência Financeira a Liquidez = caráter punitivo e de controle MERCADO MONETÁRIO Instrumentos de Política Monetária
  • 15. MERCADO MONETÁRIO Mercado de títulos públicos • Lançamento de novos títulos no mercado ou resgate de outros que estão vencendo • de acordo com as necessidades de pagamento do governo e seus gastos, como dívida pública, gastos com funcionalismo, etc.
  • 16. • Sem intervenção do governo • Diretamente entre os bancos • Via taxa Selic • Duração de 1 dia – compromisso de recompra/venda para o dia seguinte SELIC Débito Crédito Conta Reserva Compra Venda Conta Custódia Venda Compra Compra e Venda de Títulos Públicos - Sistema Especial de Liquidação e Custódia MERCADO MONETÁRIO Mercado de títulos públicos
  • 17. • MERCADO TOMADOR – quando… • Bancos: escassez de dinheiro • vender títulos públicos • aumento taxa de juros • Intervenção do Banco central: comprando esses títulos para evitar uma grande elevação da taxa de juros. MERCADO MONETÁRIO Mercado de títulos públicos
  • 18. • MERCADO DOADOR– quando… • excesso de dinheiro no mercado • Aumento da demanda por TP • Redução taxa de juros • Intervenção do Banco central: vendendo títulos para evitar uma queda acentuada da taxa de juros. Emissão de TP: Tesouro Nacional MERCADO MONETÁRIO Mercado de títulos públicos
  • 19. MERCADO MONETÁRIO Mercado interbancário Depósito Interfinanceiro – DI Taxas Over Certificado de Depósito Bancário - CDB Títulos emitidos entre instituições financeiras > empréstimos no mercado interbancário. Função: transferir recursos de uma instituição financeira para outra. Operações são registradas na CETIP (Central de Custódia e Liquidação de Títulos Privados) Obrigações de pagamento futuro das importâncias depositadas, ou seja, são exigibilidades dos bancos que as emitem. Prefixados: negociados com base em uma taxa efetiva anual (360 dias corridos) Posfixados: negociados com base na taxa CDI. Taxas que remuneram emprestimos de um dia (base de 252 dias úteis) Taxas CDI – operações do mercado interbancário Taxa Selic – operações do mercado de títulos públicos
  • 20. MERCADO CAMBIAL OPERAÇÕES DE TROCA DE MOEDA ESTRANGEIRA . • Demandas de viagens e do comércio exterior; • Regulamentado pelo Banco Central > fiscalização e controle das operações e taxas de câmbio = Política Cambial; • Importadores, exportadores, bolsas de valores, corretores e todos que realizam operações com o exterior; • Transações – entre instituições autorizadas – nunca diretamente entre comprador e vendedor; • Taxa de câmbio: moeda nacional uma unidade monetária estrangeira  Baseada na oferta e demanda dessa moeda no mercado cambial através dos agentes;
  • 21. MERCADO CAMBIAL • Agentes ofertantes: turistas estrangeiros, exportadores de bens e serviços, receptores e tomadores de empréstimos e financiamentos do exterior; • Agentes demandantes: turistas brasileiros, investidores brasileiros no exterior, importadores de bens e serviços, repatriadoras de investimentos externo, e empresas em fase de amortização de principal ou pagamento de juros sobre empréstimos e financiamentos no exterior;
  • 22. MERCADO DE CAPITAIS • Sistema de distribuição de valores mobiliários; • Viabilizar o processo de capitalização e liquidez aos títulos de emissão de empresas; • Através das bolsas de valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras; • Diretamente entre empresas, poupadores e intermediários financeiros não bancários e se constitui-se em um mercado de renda variável em sua maior parte;
  • 23. MERCADO DE CAPITAIS • Função: concentrar os recursos financeiros dos poupadores e investidores (sociedade) para as atividades econômicas (comércio, indústria, etc) e para o próprio governo • Agentes econômicos: poupadores e investidores; – Superavitários: aqueles que realizam investimentos menores que a capacidade de sua poupança (recursos excedentes) – Deficitários: aqueles que realizam investimentos maiores que a sua capacidade de poupança, necessitando então a captura de recursos; • Formado pelas bolsas de valores, sociedades corretoras e outras instituições financeiras autorizadas ;
  • 24. MERCADO DE CRÉDITO • Processo de empréstimos bancários, onde o banco lhe empresta dinheiro ao custo de juros (investimento no cliente); • Cheque especial, financiamento, duplicatas descontadas, entre outros. • Objetivo principal: suprir a necessidade de recursos aos agentes deficitários; • Banco Central: controle e fiscalização;
  • 25. INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS • Instituições: atender aos diversos interesses entre companhias e investidores, efetuando a destinação dos recursos financeiros na economia e harmonizando as necessidades destes; • Bancos múltiplos, comerciais, de investimento, caixas econômicas, sociedades de crédito imobiliário, sociedades de crédito e financiamento, empresas corretoras e distribuidoras, etc • Hierarquia de importância: – Bancos comerciais, múltiplos e as caixas econômicas, Cooperativas de crédito (2008: 1.453 unidades)
  • 26. Instituições Financeiras • Bancos Comerciais • Bancos de Desenvolvimento • Cooperativas de Crédito • Bancos de Investimento • Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimentos • Sociedades Corretoras • Sociedades Distribuidoras • Sociedade de Arrendamento Mercantil • Associações de Poupança e Empréstimos • Sociedades de Crédito Imobiliário • Investidores Institucionais • Entidades Fechadas de Previdência Privada • Seguradoras • Companhias Hipotecárias • Agencias de Fomento • Bancos Múltiplos • Bancos Cooperativos
  • 27. Ativos Financeiros • Os ativos financeiros da economia podem ser diferencidados conforme os atributos rendimentos e liquidez. Assim, tem-se: • Ativos financeiros monetários: liquidez absoluta, rendimento zero e usados como meio de pagamento. Ex: papel moeda em poder do público (PMPP) e depósito à vista nos bancos comerciais públicos e privados. • Ativos financeiros não-monetários: menor grau de liquidez e rendimento. Ex: depósito de poupança.
  • 28. Conselho Monetário Nacional • Órgão eminente normativo, composto pelo Ministro da Fazenda, seu presidente, Ministro do Planejamento e o Presidente do Banco do Brasil. • - Estabelece as diretrizes gerais das políticas monetária, cambial e creditaria; • Regula taxas de juros e comissões; operações de redescontos e as operações no âmbito do mercado aberto;
  • 29. Banco Central do Brasil • Principal poder executivo das políticas traçadas pelo Conselho Monetário e órgão fiscalizador do SFN. • - Banqueiro do governo e gestor do sistema financeiro; • - Fiscaliza as instituições financeiras; • - Supervisiona os serviços de compensação de cheques entre instituições financeiras; Recebe depósitos compulsórios das instituições financeiras; • - Executor das políticas monetária e cambial; • - Depositário das reservas internacionais; • - Assessor econômico do governo.
  • 30. Comissão de Valores Mobiliários • Autarquia vinculada ao poder executivo, que age sob a orientação do Conselho Monetário Nacional. Administrada por um presidente e quatro diretores, todos nomeados pelo Presidente da República. • Controla o mercado de valores mobiliários; • Incentiva o mercado acionário, protege investidores e assegura a lisura nas operações de compra e venda de valores mobiliários. • - Sua abrangência são os bancos de investimento, bolsas, corretoras e fundos.
  • 31. Banco do Brasil • Sociedade anônima de capital misto, cujo controle acionário é exercido pela União. • - Executa a política creditícia e financeira do Governo Federal; • - Exerce atividades próprias de um Banco Comercial; • - Opera créditos a médio e longo prazo, como um Banco de Investimento e Desenvolvimento;
  • 32. BNDES • Empresa pública vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Reequipa e fomenta as empresas consideradas de interesse ao desenvolvimento do país. • Possui quatro subsidiárias: • FINAME: agência especial de financiamento industrial; EMBRAMEC: mecânica brasileira; FIBASA: insumos básico; IBRASA: investimentos brasileiros
  • 33. CAIXA ECONÔMICA SOCIAL – CEF • Instituição financeira pública. Órgão auxiliar do Governo Federal na execução de sua política creditícia. • Principal agente do SFH; Loterias federais; Principal arrecadador do FGTS; Monopólio das operações de penhor. Empréstimos garantidos por bens de valor e alta liquidez.
  • 34. COMPANHIAS HIPOTECÁRIAS • Instituições financeiras constituídas sob a forma de sociedade anônima. • - Concede financiamentos destinados à produção, reforma ou comercialização de imóveis residenciais ou comerciais; • - Principais operações passivas e operações ativas.
  • 35. AGÊNCIAS DE FOMENTO • Constituem e mantem fundo de liquidez equivalente, no mínimo, a 10% do valor de suas obrigações, a ser integralmente aplicado em títulos públicos federais. • Concede financiamento de capital fixo e de giro associado a projetos na Unidade da Federação; • Sociedade anônima de capital fechado e sob o controle de Unidade da Federação; • Instituição financeira.
  • 36. BANCOS MÚLTIPLOS • Instituições financeiras privadas ou públicas que realizam as operações ativas, passivas e acessórias das diversas instituições financeiras. Na sua denominação social deve constar a expressão "Banco". • - Operações sujeitas às mesmas normas legais e regulamentares aplicáveis às instituições singulares correspondentes às suas carteiras; • - Carteira de desenvolvimento somente operada por banco público; • - Constituído com, no mínimo, duas carteiras; • - Instituições com carteira comercial podem captar depósitos à vista.
  • 37. BANCOS COOPERATIVOS • Verdadeiros bancos comerciais surgidos a partir de cooperativas de crédito. • - Voltados para a concessão de crédito e prestação de serviços bancários aos cooperados, quase sempre produtores rurais;
  • 38. OS SERVIÇOS QUE AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS OFERECEM • Os serviços bancários são fundamentais para o adequado funcionamento das atividades econômicas, sendo tais atividades tanto pagamentos, créditos ou investimentos. • O dinheiro, para as instituições financeiras, funciona como uma mercadoria ou qualquer outro bem e seus lucros provêm da diferença entre os juros pagos e os juros recebidos
  • 39. EMPRÉSTIMOS • Acordo entre duas partes: devedor e credor • Prazo de retorno estipulado, onde cada parte assina um contrato de responsabilidade. • Após assinado o contrato, o devedor recebe o valor ou bem e o credor passa a cobrar pelo serviço através de prestações, acrescentando taxas de juros incidentes ao valor monetário emprestado. • Alguns tipos de empréstimos podem ter taxas padrões, quando oferecidos através de recursos de fundos, como ocorre com a poupança e o FGTS.
  • 40. Tipos de empréstimos A oferta de empréstimo, assim como as suas modalidades, vem crescendo nos últimos anos. Abaixo algumas modalidades: • Empréstimo sem consulta: o tomador do empréstimo tem um limite pré- aprovado de crédito, desde que atenda aos pré-requisitos da financeira ou banco, independente da sua renda; • Empréstimo consignado: as parcelas são descontadas diretamente do salário do tomador; – Empréstimo crédito rotativo: oferecido através de financeiras em cartões magnéticos de lojas e supermercados; • Empréstimo online: linha de crédito oferecida pela financeira pelo tomador. • Outros tipos: criados conforme as necessidades do tomador e formatados da maneira mais apropriada. • Os empréstimos são também oferecidos por agiotas, os quais determinam juros acima da taxa cobrada pelos bancos e financeiras, tendo nesse caso, o tomador de serviço, a vantagem e a rapidez e a consulta reduzida de dados para liberação o dinheiro.
  • 41. CONTA CORRENTE - CC Esse tipo de conta permite que o cliente: • receba quantias através de depósitos ou transferências; • faça empréstimos; • utilize o limite estipulado (quando a conta for especial, mediante pagamento de juros), • peça cartões de crédito e débito; • realize operações específicas da CC; • serve também como controle de transações comerciais (detalhamento de descontos de parcelas de cartões de crédito e débito, por exemplo) e operações monetárias, assim como controle de quantias sacadas e depositadas. SIMPLES E ESPECIAL.
  • 42. COFRE DE SEGURANÇA Segundo Nelson Abraão apud Santos et al., • “o contrato de cofre de segurança, ou de cofre-forte, é aquele pelo qual o banco coloca à disposição do cliente um compartimento ou cavidade para guarda de dinheiro, objetos preciosos ou documentos, mediante remuneração. Esse serviço se reveste de dois aspectos fundamentais: a vigilância e o segredo”. • De acordo com Santos, atualmente poucos bancos mantêm o serviço e também não fazem propaganda, talvez em função da baixa rentabilidade, aumento dos assaltos e riscos decorrentes.
  • 43. DEPÓSITOS • São captações de recursos não remunerados junto aos correntistas. • Os depósitos não têm validade e as quantias permanecem no banco, estando à disposição para qualquer tipo de movimentação e transação assim que desejar. • Quando se trata de depósitos em poupança, tais depósitos são tratados como investimentos e, consequentemente, há remuneração de juros. Os depósitos são utilizados pelo banco como fundos. No Brasil a lei obriga os bancos a efetuarem depósitos compulsórios junto ao Banco Central para, dessa forma, garantir o poder de compra da moeda e execução da política monetária.
  • 44. POUPANÇA • Vista como de baixo risco, é um dos investimentos mais populares do país. • Também possui baixa rentabilidade. A remuneração da poupança é de 0,5 ao mês (6,17% a.a.), mais a variação do TR (índice complementar de juros pagos na poupança, calculado a partir da SELIC e da média de CDB, pré-fixado, de 30 dias), é regulamentada pelo Banco Central do Brasil e seus recursos são utilizados como investimento na área de infra- estrutura habitacional.
  • 45. TRANSAÇÕES • DOC (Documento de Crédito): transferência automática feita entre diferentes bancos, o emissor (que debita o valor correspondente do cliente emissor) para o banco receptor (que credita o valor correspondente do cliente destinatário). Os DOCs podem ser feitos em qualquer agência ou através da Internet e são destinados, conforme normas do Banco Central do Brasil a transferências de valores inferiores a R$ 5.000,00. O valor entra na conta do destinatário um dia após a efetuação da transação.
  • 46. TRANSAÇÕES • TED (Transferência Eletrônica Disponível): transferência automática, feita no mesmo dia, sem necessidade de prazo de compensação, para valores iguais ou acima R$ 5.000,00, garantindo rapidez e segurança na transação. A operação é irreversível e só é realizada mediante constatação de recursos na conta corrente do pagador.
  • 47. ASSESSORIA FINANCEIRA • serviço de orientação oferecido por bancos através de pessoal especializado no mercado financeiro a fim de proporcionar ao investidor a otimização de recursos, a personalização de investimentos conforme o perfil do cliente e a avaliação de alocações de portifólio, conforme mudanças no cenário econômico e no mercado de capitais.
  • 48. DESCONTO DE TÍTULOS • Serviço de antecipação de receitas oferecido pelos bancos através de duplicatas. Empresas oferecem prazos para os seus clientes e o banco antecipa os valores, mediante condições estipuladas.
  • 49. EX. BANCO DO BRASIL • Total gerenciamento da carteira de cobrança pelo Gerenciador Financeiro; • Prazo das duplicatas de até 360 dias; • Taxas de juros atrativas, de acordo com a parceria negocial com o BB; • Envio dos títulos por meio eletrônico, diretamente da sua Empresa, pelo Gerenciador Financeiro.
  • 50. OPERAÇÕES DE ABERTURA DE CRÉDITO • São linhas de crédito com um limite pré- estabelecido que a empresa utiliza conforme suas necessidades mediante saque único ou repetido.
  • 51. BOLSA DE VALORES • São locais onde são emitidos títulos por empresas de capital misto, público e privado. As ações representam pequenas parcelas de uma organização e quem as compras adquire o direito aos lucros obtidos por ela, de acordo com a quantidade adquirida. Apesar de tornar-se “dono” da empresa, mesmo que parcialmente, pequenas quantias de ações não dão direito do comprador “opinar” diretamente nas questões da instituição, ao menos que ele compre uma quantia relevante.
  • 52. BOLSA DE VALORES • Além de ações, as Bolsas de Valores também negociam debêntures (título emitido para obtenção de empréstimos em longo prazo), neste caso a empresa garantirá o pagamento através da hipoteca de se patrimônio. As principais bolsas de valores do mundo são: Nasdaq, Bolsa de Nova Iorque, Bolsa de Chicago, Bolsa de Frankfurt e no Brasil, a Bovespa (Bolsa de São Paulo).
  • 53. BOLSA DE VALORES • Segundo o Portal Brasil, as ações mais negociadas são chamadas de “bluechips” (de primeira linha), as de empresas de médio porte são as de “segunda linha”, as de grandes empresas e instituições financeiras são as de “segunda linha nobre” e as ações de empresas de pequeno porte são as de “terceira linha” e tem menor liquidez, pois são negociadas a longo prazo.
  • 54. SISTEMA MONETÁRIO • É constituído pelas Instituições Financeiras responsáveis pela criação dos meios de pagamentos (papel-moeda e depósito à vista) e executa a Política Monetária do país (Banco Central do Brasil, Banco do Brasil, Banco Comercial e Bancos Múltiplos).
  • 55. SISTEMA NÃO-MONETÁRIO • Composto por Instituições de Intermediação Financeira que operam nos mercados de crédito e de capitais, sendo assim responsáveis pela emissão de ativos financeiros não monetários (Banco Nacional de Desenvolvimento, Caixa Econômica, Banco de Investimento, Sociedade de Crédito, Financiamento e Investimento, Sociedade de Crédito Imobiliário, Associação de Poupança e Empréstimo, Bolsa de Valores, Sociedades Corretoras, Sociedades Distribuidoras, Bancos de Desenvolvimento).
  • 56. CONCLUSÃO Como Pudemos constatar o Sistema Financeiro Nacional é formado por um conjunto de instituições financeiras ou não financeiras, voltadas para a gestão da política monetária do governo federal. É composto por entidades supervisoras e por operadoras que atuam no mercado nacional e orientado por três órgãos normativos: o Conselho Monetário Nacional (CMN), o Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e o Conselho Nacional da Previdência Complementar (CNPC). O SFN é estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do país e a servir aos interesses da coletividade em todas as partes que o compõem, abrangendo as cooperativas de crédito.
  • 57. BIBLIOGRAFIA •ABITANTE, Kleber Giovelli. Modelos de séries temporais aplicados à análise prospectiva de concessão de crédito bancário. Disponível em <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11132/tde-24042007-135316/pt-br.php> Acesso em 15 ago 2011. •ANGELO, Vitor Amorim de. Política econômica tentou impulsionar a industrialização. Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação. Disponível em <http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/encilhamento-politica- economica-tentou-impulsionar-a-industrializacao.jhtm> Acesso em 15 ago 2011. •ASSAF NETO, A. Mercado Financeiro. 4 ed. São Paulo: Atlas,2001. 356p •Banco Central do Brasil. Sistema Financeiro Nacional. Disponível em <http://www.bcb.gov.br/Pre/bcUniversidade/Palestras/BC%20e%20Universidade%202.6.2006.pdf> Acesso em 15 ago 2011. •BANCO DO BRASIL ESTILO. Assessoria Financeira. Disponível em: <http://www.bb.com.br/portalbb/page3,114,5530,6,1,1,1.bb?codigoMenu=1552&codigoNoticia=877&codigoRet=1017 &bread=1> Acesso em 21 ago 2011. •BATHKE, Juliano e PEREIRA, Tatiana. Sistema Financeiro Nacional. Disponível em <http://www.administradores.com.br/informe-se/producao-academica/o-sistema-financeiro-nacional- brasil/524/download/> Acesso em 15 ago 2011. •BM&F Bovespa. Introdução ao mercado de capitais. Disponível em <http://www.bmfbovespa.com.br/pt- br/educacional/download/merccap.pdf> Acesso em 15 ago 2011. •CABRINO, Thiago. 2002. Marketing em Tempos de Recessão. Disponível em <http://www.portaldomarketing.com.br/Artigos/Marketing%20em%20tempos%20de%20recessao.htm> Acesso em 15 ago 2011. •FANINI, Valter. Dívida pública mobiliária e mercado de títulos públicos. 2005. Disponível em <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/handle/1884/3062/D%C3%ADvida%20P%C3%BAblica%20Mobili%C3%A1ri a%20e%20Mercado%20T%C3%ADtulos%20P%C3%BAblicos.pdf?sequence=1> Acesso em 18 ago de 2011. •FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos. Transferências eletrônicas (TED) a partir de R$ 5 mil. Disponível em: <http://www.febraban.org.br/Arquivo/Servicos/SPB/ted_versao_final.asp> Acesso em 23 ago 2011. •FERREIRA, Ricardo J. O Sistema Financeiro Nacional pode ser definido como o conjunto de instituições e órgãos que regulam, fiscalizam e executam as operações relativas à circulação da moeda e do crédito. Disponível em <http://www.editoraferreira.com.br/publique/media/01SFN.pdf> Acesso em 15 ago 2011.
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