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  1. 1. As Teorias Pós- Críticas Diferença e identidade:o currículo multiculturalista Texto de Tomaz Tadeu da Silva,Documentos de identidade;Uma introdução às teorias do Currículo. Apresentado pela graduando Noemi da Silva Cruz
  2. 2. Introdução <ul><li>A obra intitulada Documentos de Identidade: uma introdução às teorias do currículo , de Tomaz Tadeu da Silva, (2009)- Diferença e identidade: o currículo multiculturalista.p.85-90 faz uma relevante análise sobre as teorias do currículo, desde sua origem até as teorias pós-criticas, e suas contribuições nos estudos sobre o currículo e suas implicações na formação da subjetividade e identidade dos sujeitos. </li></ul><ul><li>Nesta perspectiva das abordagens sobre diferença e identidade,o currículo multiculturalista se apresenta como uma possibilidade de abordagem e inclusão dos grupos raciais e étnicos, pois representa um importante instrumento de luta política “poder”.Essa análise crítica divide-se em: o currículo multiculturalista entre as concepções pós-estruturalista e materialista.Na qual veremos adiante. </li></ul>
  3. 3. O multiculturalismo <ul><li>é um fenômeno que teve sua origem nos países dominantes do Norte; </li></ul><ul><li>É questionado em duas vertentes: </li></ul><ul><li>é um movimento legitimo de reivindicação dos grupos culturais dominados no interior daqueles países para terem suas formas culturais reconhecidas e representadas na cultura nacional. </li></ul><ul><li>é visto como resolução para os problemas que apresentam presença de grupos raciais e étnicos do interior daqueles países para a cultura nacional dominante. </li></ul>
  4. 4. Áreas especializadas da antropologia <ul><li>O multiculturalismo antes de ser remetido ao campo político esteve restrito a algumas áreas especializadas da antropologia; </li></ul><ul><li>Não deixa de criar suas próprias relações de saber- poder; </li></ul><ul><li>Todas as culturas são epistemológica e antropologicamente equivalentes; </li></ul>
  5. 5. Concepções pós-estruturalista e materialista. <ul><li>Na concepção pós- estruturalista, a diferença entre as culturas ocorre essencialmente no processo lingüístico e discursivo; </li></ul><ul><li>A “materialista” é inspirada no marxismo e enfatiza os processos institucionais, econômicos, estruturais que estariam na base da produção. Enfim acaba fortalecendo a discriminação e desigualdades baseadas na diferença cultural. Importa compreender como as diferenças são produzidas através das relações de desigualdade. Para obter a igualdade, é necessário uma modificação substancial do currículo existente. </li></ul>
  6. 6. O multiculturalismo como uma questão curricular <ul><li>Foi no Estados Unidos da América onde se iniciou as discussões sobre o multiculturalismo; </li></ul><ul><li>A existência de grupos culturais subordinados o cânon literário,estético e científico do currículo universitário tradicional,esses grupos começaram a criticar: </li></ul><ul><li>Mulheres,negros e homens e mulheres homossexuais; </li></ul>
  7. 7. Na visão liberal ou humanística <ul><li>o currículo multiculturalista deve ser baseado nas ideias de tolerância, respeito e convivência harmoniosa entre as culturas, mas a perspectiva crítica entende que estas noções deixam intactas as relações de poder e que o mais desejável seria uma analise dos processos pelos quais as diferenças são produzidas através de relações de assimetria e desigualdade; </li></ul>
  8. 8. Considerações Finais <ul><li>O Brasil tem uma enorme diversidade cultural e étnica, registradas pela própria história de um povo onde há uma contribuição entre três raças, a construção da identidade baseada nessa pluralidade, faz com que cada indivíduo suas diferença conviva uns com outros ,com isso é fundamental o rompimento da lógica de homogeneização curricular impregnada na escola, a fim de que possamos reconhecer e problematizar a complexidade da identidade e da diferença.Como afirma o autor Tomaz Tadeu, em seu livro Identidade e Diferença: a perspectiva dos estudos culturais,Petrópolis, RJ, Vozes 2000- faz uma análise descrevendo o que a identidade não é e o que a identidade é, destacando que tudo vale igualmente para diferença. Segundo ele: </li></ul><ul><li>“ Primeiramente, a identidade não é uma essência; não é um dado ou um fato – seja da natureza, seja da cultura. A identidade não é fixa estável, coerente, unificada, permanente.A identidade tampouco é homogênea, definitiva, acabada,idêntica, transcendental. Por outro lado podemos dizer que a identidade é uma construção, um efeito, um processo de produção, uma relação, um ato performativo. A identidade é instável, contraditória, fragmentada, inconsistente, inacabada. A identidade está ligada a estruturas discursivas e narrativas. A identidade esta ligada a sistemas de representação. A identidade tem estreitas relações com conexões de poder.”(Silva2000,p.96/97). </li></ul>
  9. 9. <ul><li>O cotidiano de uma escola apresenta uma riqueza fantástica de diversidades culturais, políticas, econômicas, religiosas dentre outras. que identificamos nas relações, entre alunos, professores, coordenadores, direção, funcionários e famílias, ou seja, nas relações sociais da comunidade escolar. Essa vida em comunidade assegura trocas e experimentações necessárias ao desenvolvimento do ser humano. Concordo com o autor quando afirma que a igualdade não se obtém simplesmente através da igualdade de acesso ao currículo hegemônico e que é preciso mudanças substanciais do currículo existente e que estas mudanças perpassem por reflexões acerca de como as diferenças são produzidas através das relações sociais </li></ul>
  10. 10. Referência bibliográfico <ul><li>SILVA, Tomaz Tadeu da. Diferença e identidade: o currículo multiculturalista. In: ______. Documentos de identidade: uma introdução ás teorias do currículo. 2. ed. Belo Horizonte: Autentica, 2009. p. 85-90. </li></ul><ul><li>SILVA, Tomaz Tadeu da. Identidade e Diferença: a perspectiva dos estudos culturais,Petrópolis, RJ, Vozes 2000. </li></ul>

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