<ul><li>Um dialecto é </li></ul><ul><li>a) uma maneira de falar menos correcta do que a norma. </li></ul><ul><li>b) uma lí...
<ul><li>Um dicionário etimológico informa sobre </li></ul><ul><li>a) o significado das palavras. </li></ul><ul><li>b) a or...
<ul><li>O  Dicionário cronológico do português , que apresenta as datas da primeira primeira abonação de cada palavra em p...
<ul><li>O português do Brasil  </li></ul><ul><li>a) é uma variedade sociolectal do português. </li></ul><ul><li>b) tenderá...
<ul><li>Se alguém — cultíssimo e de boas famílias — se irritar e disser palavrões, terá sucedido que </li></ul><ul><li>a) ...
<ul><li>Na Guiné-Bissau,  </li></ul><ul><li>a) mais de 50% da população fala português. </li></ul><ul><li>b) menos de 1% d...
<ul><li>Na variante europeia do português, em contraste com o que acontece no Brasil, costuma haver </li></ul><ul><li>a) ê...
<ul><li>As vogais átonas são  </li></ul><ul><li>a) mais abertas em português europeu do que nas outras variantes do portug...
<ul><li>São características do português do Brasil </li></ul><ul><li>a) perifrástica com gerúndio; omissão de artigo antes...
<ul><li>O crioulo de Cabo Verde </li></ul><ul><li>a) inclui-se entre as variantes africanas do português. </li></ul><ul><l...
<ul><li>Em Cabo Verde, o português é </li></ul><ul><li>a) língua materna. </li></ul><ul><li>b) língua de alfabetização. </...
<ul><li>O que outros designaram «manuelmachadês» pode ser descrito como </li></ul><ul><li>a) sociolecto, na medida em que ...
<ul><li>Chamamos «epêntese», por exemplo, à </li></ul><ul><li>a) introdução de uma vogal entre duas consoantes. </li></ul>...
<ul><li>O quimbundo é uma das </li></ul><ul><li>a) nádegas do Joaquim. </li></ul><ul><li>b) línguas faladas em Moçambique....
<ul><li>Em Portugal são características mais nortenhas que sulistas </li></ul><ul><li>a) o /ü/ (à francesa); a «troca dos ...
<ul><li>Estão certas as formas </li></ul><ul><li>a) tu viste-las; pu-las; trá-la-ás. </li></ul><ul><li>b) chegámos-nos; di...
<ul><li>Em «Ele é alegre», </li></ul><ul><li>a) «alegre» é o complemento directo. </li></ul><ul><li>b) «alegre» é o nome p...
<ul><li>Na frase «Miríades de moscas rondavam o cocó de cão», o sujeito é </li></ul><ul><li>a) «moscas». </li></ul><ul><li...
<ul><li>Um gentílico é </li></ul><ul><li>a) uma expressão de cortesia. </li></ul><ul><li>b) uma expressão pouco cortês. </...
<ul><li>Em «Nas frases passivas a função sintáctica de sujeito é desempenhada pelo complemento directo da frase activa», o...
<ul><li>Quanto à forma, «Aquele cão é que fez um feiíssimo cocó » é uma frase </li></ul><ul><li>a) afirmativa, neutra. </l...
<ul><li>Em «As lágrimas formavam um rio, as mães ignoravam os filhos, os cocós de cão constituíam cordilheiras inultrapass...
<ul><li>A 1.ª pessoa do plural do Pretérito Imperfeito do Conjuntivo de «ficar» é </li></ul><ul><li>a) ficássemos. </li></...
<ul><li>Em «Amares-me enjoa-me», o sujeito é </li></ul><ul><li>a) «tu». </li></ul><ul><li>b) indeterminado. </li></ul><ul>...
<ul><li>«Perífrase» é dizer </li></ul><ul><li>a) de modo alongado o que poderia ser dito de modo directo e breve.  </li></...
<ul><li>Há rima entre </li></ul><ul><li>a) Sporting / ringue </li></ul><ul><li>b) TIC / tique </li></ul><ul><li>c) estúpid...
<ul><li>ÓRTINGUE </li></ul><ul><li>INGUE </li></ul><ul><li>IQUE </li></ul><ul><li>IQUE </li></ul><ul><li>ÚPIDA </li></ul><...
<ul><li>Na frase «Não há lodo no cais», o sujeito é </li></ul><ul><li>a) «lodo». </li></ul><ul><li>b) subentendido. </li><...
<ul><li>Em  </li></ul><ul><li>«Estava ali um  colega ,  Professor Esperança , a passar uma gravação e eu, por causa disso,...
<ul><li>a função sintáctica de «Professor Esperança» é de </li></ul><ul><li>a) sujeito. </li></ul><ul><li>b) aposto. </li>...
<ul><li>Na frase da questão anterior [ ver em cima, por favor ], «um colega» tem a função sintáctica de </li></ul><ul><li>...
<ul><li>O verso que não tem sete sílabas métricas é </li></ul><ul><li>a) Es|ta|va o| Ar|nal|do |triste. </li></ul><ul><li>...
<ul><li>O verso que tem dez sílabas métricas é </li></ul><ul><li>a) O| Ben|fi|ca é| me|lhor| do| que o| Fo|fó. </li></ul><...
<ul><li>Segundo a ortografia portuguesa, seriam palavras possíveis </li></ul><ul><li>a) amaul; cainha; tuíndo. </li></ul><...
<ul><li>O período com pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) E se o jogador do Porto não tivesse sido expulso, os tripe...
<ul><li>O período que tem pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) Distraído Quaresma perdeu o golo, mas, pelo menos, ten...
<ul><li>Numa carta, o remetente é </li></ul><ul><li>a) o carteiro.  </li></ul><ul><li>b) quem escreveu a carta. </li></ul>...
<ul><li>Num requerimento, usa-se a  </li></ul><ul><li>a) 1.ª pessoa do singular. </li></ul><ul><li>b) 3.ª pessoa do singul...
<ul><li>A fórmula de fecho típica dos requerimentos é </li></ul><ul><li>a) «Pede deferimento. / [Data] / [Fulano]». </li><...
<ul><li>A lírica de Camões de cariz tradicional socorre-se de versos com </li></ul><ul><li>a) oito ou dez sílabas métricas...
<ul><li>Uma redondilha maior </li></ul><ul><li>a) é a chamada «medida nova». </li></ul><ul><li>b) tem cinco sílabas métric...
<ul><li>Glosas são </li></ul><ul><li>a) sinónimas de «mote» e servem de motivo de inspiração para o desenvolvimento de uma...
 
<ul><li>Ler </li></ul><ul><li>Escrever </li></ul><ul><li>Falar/Ouvir </li></ul><ul><li>Gramática </li></ul>
<ul><li>Escrita </li></ul><ul><li>redacções na aula </li></ul><ul><li>redacções em casa </li></ul><ul><li>tepecês (conclus...
<ul><li>Leitura </li></ul><ul><li>questionários de compreensão </li></ul><ul><li>em geral, as fichas que vão sendo feitas ...
<ul><li>Falar & Ouvir </li></ul><ul><li>questionários de compreensão (de gravações ou de vídeo) </li></ul><ul><li>leitura ...
<ul><li>Gramática  </li></ul><ul><li>[= Funcionamento da Língua] </li></ul><ul><li>trabalho geral perto do final do períod...
<ul><li>Porei  tepecê de férias  </li></ul><ul><li>em  Gaveta de Nuvens ; </li></ul><ul><li>para já, vale a pena tratar do...
<ul><li>4.1. As aspas indicam o «discurso» do destino do sujeito lírico (primeira quadra), o discurso do  eu  que interpel...
<ul><li>4.2. Os interlocutores do  eu  são o seu destino, que lhe disse «a chorar» que procurasse o amor, evidenciando a i...
<ul><li>4.3. Na segunda quadra, o eu lírico caminha pela estrada da vida «a rir e a cantar», eufórico, confiante, sonhador...
<ul><li>5.1. Por exemplo, o último verso do poema: «Sou a charneca rude a abrir em flor!». Note-se que o título do soneto ...
<ul><li>5.2. O sujeito poético, profundamente idealista, reconhece-se e identifica-se com a natureza, a «charneca», o mato...
 
<ul><li>nigrors </li></ul><ul><li>nigrores </li></ul><ul><li>hamsters </li></ul><ul><li>hamsteres </li></ul>
 
 
 
 
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 89 90

1.260 visualizações

Publicada em

Publicada em: Negócios
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.260
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
18
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
32
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

ApresentaçãO Para DéCimo Ano, Aula 89 90

  1. 2. <ul><li>Um dialecto é </li></ul><ul><li>a) uma maneira de falar menos correcta do que a norma. </li></ul><ul><li>b) uma língua que não tem o mesmo estatuto das línguas nacionais. </li></ul><ul><li>c) a língua tal como se fala num dado espaço. </li></ul><ul><li>d) a língua falada num local, com características que a tornam menos aceitável do que a da capital. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Um dicionário etimológico informa sobre </li></ul><ul><li>a) o significado das palavras. </li></ul><ul><li>b) a origem das palavras. </li></ul><ul><li>c) o significado dos nomes próprios. </li></ul><ul><li>d) sinónimos e antónimos. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>O Dicionário cronológico do português , que apresenta as datas da primeira primeira abonação de cada palavra em português, é um recurso útil sobretudo a estudos linguísticos de ordem </li></ul><ul><li>a) sincrónica. </li></ul><ul><li>b) diatópica. </li></ul><ul><li>c) diacrónica. </li></ul><ul><li>d) sociológica. </li></ul>
  4. 5. <ul><li>O português do Brasil </li></ul><ul><li>a) é uma variedade sociolectal do português. </li></ul><ul><li>b) tenderá a constituir-se como língua diferente do português europeu. </li></ul><ul><li>c) é um dialecto do português. </li></ul><ul><li>d) é uma língua diferente do português europeu. </li></ul>
  5. 6. <ul><li>Se alguém — cultíssimo e de boas famílias — se irritar e disser palavrões, terá sucedido que </li></ul><ul><li>a) esse registo demasiado informal foi exemplo da variação situacional. </li></ul><ul><li>b) esse nível popular da linguagem adveio da variação da língua em termos sociolectais. </li></ul><ul><li>c) ficou ilustrada a variação resultante em função da diacronia. </li></ul><ul><li>d) esse calão ilustrou a variação dialectal. </li></ul>
  6. 7. <ul><li>Na Guiné-Bissau, </li></ul><ul><li>a) mais de 50% da população fala português. </li></ul><ul><li>b) menos de 1% da população tem o português como língua materna. </li></ul><ul><li>c) são três as línguas maternas faladas (manjaca, fula, balanta). </li></ul><ul><li>d) a língua materna mais importante é o crioulo da Guiné. </li></ul>
  7. 8. <ul><li>Na variante europeia do português, em contraste com o que acontece no Brasil, costuma haver </li></ul><ul><li>a) ênclise (ou seja, posposição do pronome) nas subordinantes. </li></ul><ul><li>b) ênclise nas subordinadas. </li></ul><ul><li>c) mesóclise nas subordinadas, desde que no futuro ou no condicional. </li></ul><ul><li>d) mesóclise nas subordinantes. </li></ul>
  8. 9. <ul><li>As vogais átonas são </li></ul><ul><li>a) mais abertas em português europeu do que nas outras variantes do português. </li></ul><ul><li>b) mais abertas em português brasileiro e na(s) variante(s) africana(s) do que em português europeu. </li></ul><ul><li>c) mais reduzidas em português europeu do que na variante brasileira, mas mais abertas em português europeu do que na(s) variante(s) africana(s). </li></ul><ul><li>d) mais abertas em português europeu do que na(s) variante(s) africana(s). </li></ul>
  9. 10. <ul><li>São características do português do Brasil </li></ul><ul><li>a) perifrástica com gerúndio; omissão de artigo antes de possessivo; anteposição do pronome ao verbo. </li></ul><ul><li>b) omissão de –r final; abertura maior das vogais átonas; posposição de pronome a verbo. </li></ul><ul><li>c) palatalização de «t» e «d» antes de i ; palatalização das sibilantes em final de palavra ou de sílaba; «você» + 3.ª pessoa como forma de tratamento. </li></ul><ul><li>d) perifrástica com infinitivo; «você» + 3.ª pessoa como tratamento; semivocalização de –l final. </li></ul>
  10. 11. <ul><li>O crioulo de Cabo Verde </li></ul><ul><li>a) inclui-se entre as variantes africanas do português. </li></ul><ul><li>b) é um exemplo de variação geográfica do português. </li></ul><ul><li>c) é uma língua. </li></ul><ul><li>d) é um dialecto. </li></ul>
  11. 12. <ul><li>Em Cabo Verde, o português é </li></ul><ul><li>a) língua materna. </li></ul><ul><li>b) língua de alfabetização. </li></ul><ul><li>c) língua estrangeira aprendida nos liceus. </li></ul><ul><li>d) língua de vaca. </li></ul>
  12. 13. <ul><li>O que outros designaram «manuelmachadês» pode ser descrito como </li></ul><ul><li>a) sociolecto, na medida em que se trata de discurso com muito léxico da gíria de futebolistas. </li></ul><ul><li>b) dialecto, porque se percebe tratar-se de maneira de falar minhota. </li></ul><ul><li>c) exemplo da variação situacional (com o falante a conformar-se ao formalismo exigido pelo contexto). </li></ul><ul><li>d) relativa inadaptação ao meio oral, na medida em que se abusa de um registo muito formal (mais acolhível pelo meio escrito). </li></ul>
  13. 14. <ul><li>Chamamos «epêntese», por exemplo, à </li></ul><ul><li>a) introdução de uma vogal entre duas consoantes. </li></ul><ul><li>b) Tia Albertina, quando esta nos irrita. </li></ul><ul><li>c) palatalização de «d» ou «t» antes de «i». </li></ul><ul><li>d) paragoge, que ocorre sobretudo no Alentejo (e Algarve). </li></ul>
  14. 15. <ul><li>O quimbundo é uma das </li></ul><ul><li>a) nádegas do Joaquim. </li></ul><ul><li>b) línguas faladas em Moçambique. </li></ul><ul><li>c) línguas faladas em Angola. </li></ul><ul><li>d) línguas faladas em Cabo Verde. </li></ul>
  15. 16. <ul><li>Em Portugal são características mais nortenhas que sulistas </li></ul><ul><li>a) o /ü/ (à francesa); a «troca dos bês por vês». </li></ul><ul><li>b) a «troca dos bês por vês»; ditongações (/uâ/ ou /uô/, por /ô/). </li></ul><ul><li>c) certa maneira de dizer sibilantes ( s- dito quase /ch/); pronúncia como /a/ do e antes de -lh , -ch , ... («jo[a]lho», «f[a]cho»). </li></ul><ul><li>d) sobrevivência da 2.ª pessoa do plural; «troca dos vês por bês»; o /ü/ (à francesa). </li></ul>
  16. 17. <ul><li>Estão certas as formas </li></ul><ul><li>a) tu viste-las; pu-las; trá-la-ás. </li></ul><ul><li>b) chegámos-nos; disseram-nos; come-a. </li></ul><ul><li>c) di-lo-ão; dei-as; fá-lo-ia. </li></ul><ul><li>d) dão-na; vende-la-ão; comprá-la-emos. </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Em «Ele é alegre», </li></ul><ul><li>a) «alegre» é o complemento directo. </li></ul><ul><li>b) «alegre» é o nome predicativo do sujeito. </li></ul><ul><li>c) «é» é o predicado. </li></ul><ul><li>d) «alegre» é o sujeito. </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Na frase «Miríades de moscas rondavam o cocó de cão», o sujeito é </li></ul><ul><li>a) «moscas». </li></ul><ul><li>b) «miríades de moscas». </li></ul><ul><li>c) «miríades». </li></ul><ul><li>d) «cocó de cão». </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Um gentílico é </li></ul><ul><li>a) uma expressão de cortesia. </li></ul><ul><li>b) uma expressão pouco cortês. </li></ul><ul><li>c) um nome que designa a naturalidade. </li></ul><ul><li>d) um nome que designa o princípio de cortesia. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>Em «Nas frases passivas a função sintáctica de sujeito é desempenhada pelo complemento directo da frase activa», o agente da passiva é </li></ul><ul><li>a) «Nas frases passivas». </li></ul><ul><li>b) «pelo complemento directo da frase activa». </li></ul><ul><li>c) «a função sintáctica de sujeito». </li></ul><ul><li>d) «complemento directo». </li></ul>
  21. 22. <ul><li>Quanto à forma, «Aquele cão é que fez um feiíssimo cocó » é uma frase </li></ul><ul><li>a) afirmativa, neutra. </li></ul><ul><li>b) enfática, afirmativa. </li></ul><ul><li>c) negativa, neutra. </li></ul><ul><li>d) porca, estúpida. </li></ul>
  22. 23. <ul><li>Em «As lágrimas formavam um rio, as mães ignoravam os filhos, os cocós de cão constituíam cordilheiras inultrapassáveis», há </li></ul><ul><li>a) hipérbatos. </li></ul><ul><li>b) oxímoros. </li></ul><ul><li>c) paradoxos. </li></ul><ul><li>d) hipérboles. </li></ul>
  23. 24. <ul><li>A 1.ª pessoa do plural do Pretérito Imperfeito do Conjuntivo de «ficar» é </li></ul><ul><li>a) ficássemos. </li></ul><ul><li>b) ficáramos. </li></ul><ul><li>c) ficava-mos. </li></ul><ul><li>d) ficávamos. </li></ul>
  24. 25. <ul><li>Em «Amares-me enjoa-me», o sujeito é </li></ul><ul><li>a) «tu». </li></ul><ul><li>b) indeterminado. </li></ul><ul><li>c) «Amares-me». </li></ul><ul><li>d) «me». </li></ul>
  25. 26. <ul><li>«Perífrase» é dizer </li></ul><ul><li>a) de modo alongado o que poderia ser dito de modo directo e breve. </li></ul><ul><li>b) com palavras mais doces o que, denotativamente, é cru. </li></ul><ul><li>c) com palavras mais cruas o que é, denotativamente, desagradável. </li></ul><ul><li>d) algo de modo antitético. </li></ul>
  26. 27. <ul><li>Há rima entre </li></ul><ul><li>a) Sporting / ringue </li></ul><ul><li>b) TIC / tique </li></ul><ul><li>c) estúpida / entupida </li></ul><ul><li>d) mancia / ambulância </li></ul>
  27. 28. <ul><li>ÓRTINGUE </li></ul><ul><li>INGUE </li></ul><ul><li>IQUE </li></ul><ul><li>IQUE </li></ul><ul><li>ÚPIDA </li></ul><ul><li>IDA </li></ul><ul><li>IA </li></ul><ul><li>ÂNCIA </li></ul>
  28. 29. <ul><li>Na frase «Não há lodo no cais», o sujeito é </li></ul><ul><li>a) «lodo». </li></ul><ul><li>b) subentendido. </li></ul><ul><li>c) «cais». </li></ul><ul><li>d) inexistente. </li></ul>
  29. 30. <ul><li>Em </li></ul><ul><li>«Estava ali um colega , Professor Esperança , a passar uma gravação e eu, por causa disso, saí da sala, fui bater-lhe à porta, estragando-lhe o questionário de compreensão oral, tudo para grande felicidade dos alunos que se supunha eu estivesse a vigiar (já que, claro, nesses minutos terão copiado não poucas perguntas do desnecessário teste intermédio de Biologia)», </li></ul>
  30. 31. <ul><li>a função sintáctica de «Professor Esperança» é de </li></ul><ul><li>a) sujeito. </li></ul><ul><li>b) aposto. </li></ul><ul><li>c) vocativo. </li></ul><ul><li>d) complemento directo. </li></ul>
  31. 32. <ul><li>Na frase da questão anterior [ ver em cima, por favor ], «um colega» tem a função sintáctica de </li></ul><ul><li>a) complemento directo. </li></ul><ul><li>b) predicativo do sujeito. </li></ul><ul><li>c) sujeito. </li></ul><ul><li>d) complemento indirecto. </li></ul>
  32. 33. <ul><li>O verso que não tem sete sílabas métricas é </li></ul><ul><li>a) Es|ta|va o| Ar|nal|do |triste. </li></ul><ul><li>b) Dê|-me e|sse| lin|do |co|prólito. </li></ul><ul><li>c) Ó |Ro|sa, a|rre|don|da a| saia. </li></ul><ul><li>d) Quem| e|la| quer| sa|bemos. </li></ul>
  33. 34. <ul><li>O verso que tem dez sílabas métricas é </li></ul><ul><li>a) O| Ben|fi|ca é| me|lhor| do| que o| Fo|fó. </li></ul><ul><li>b) Ar|nal|do e|ra um| mé|di|o| da| Cuf. </li></ul><ul><li>c) Es|te| di|no|ssau|ro| fa|la| por|tu|guês. </li></ul><ul><li>d) A|que|la| tris|te e| a|le|gre| ma|dru|gada. </li></ul>
  34. 35. <ul><li>Segundo a ortografia portuguesa, seriam palavras possíveis </li></ul><ul><li>a) amaul; cainha; tuíndo. </li></ul><ul><li>b) fíja; tété; leúne. </li></ul><ul><li>c) matu; lencra; nainha. </li></ul><ul><li>d) deçélio; vaul; jainho. </li></ul>
  35. 36. <ul><li>O período com pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) E se o jogador do Porto não tivesse sido expulso, os tripeiros ganhavam o jogo. </li></ul><ul><li>b) Quando o árbitro, não expulsou Helton, vi logo que o Porto ia perder. </li></ul><ul><li>c) Mas, quando estou a escrever esta frase, ainda está 1-0. </li></ul><ul><li>d) Lucho o melhor portista interceptou a bola com o braço e levou amarelo. </li></ul>
  36. 37. <ul><li>O período que tem pontuação correcta é </li></ul><ul><li>a) Distraído Quaresma perdeu o golo, mas, pelo menos, tentou. </li></ul><ul><li>b) Nas grandes penalidades, o S c halke, venceria, porque tem um bom guarda-redes. </li></ul><ul><li>c) Este sábado, irei à manifestação de professores, que é muito justa. </li></ul><ul><li>d) Este sábado, será um belo dia de V erão. </li></ul>
  37. 38. <ul><li>Numa carta, o remetente é </li></ul><ul><li>a) o carteiro. </li></ul><ul><li>b) quem escreveu a carta. </li></ul><ul><li>c) o destinatário da carta. </li></ul><ul><li>d) para quem a carta é remetida. </li></ul>
  38. 39. <ul><li>Num requerimento, usa-se a </li></ul><ul><li>a) 1.ª pessoa do singular. </li></ul><ul><li>b) 3.ª pessoa do singular. </li></ul><ul><li>c) 1.ª pessoa do plural. </li></ul><ul><li>d) 2.ª pessoa do plural. </li></ul>
  39. 40. <ul><li>A fórmula de fecho típica dos requerimentos é </li></ul><ul><li>a) «Pede deferimento. / [Data] / [Fulano]». </li></ul><ul><li>b) «Anexo cheque (é apenas uma atençãozinha). / [Data] / [Fulano]». </li></ul><ul><li>c) «Com os melhores cumprimentos. / [Data] / [Fulano]». </li></ul><ul><li>d) «Beijinhos. / [Data] / [Fulano]» </li></ul>
  40. 41. <ul><li>A lírica de Camões de cariz tradicional socorre-se de versos com </li></ul><ul><li>a) oito ou dez sílabas métricas. </li></ul><ul><li>b) dez sílabas métricas. </li></ul><ul><li>c) cinco ou sete sílabas métricas. </li></ul><ul><li>d) cinco ou seis sílabas métricas. </li></ul>
  41. 42. <ul><li>Uma redondilha maior </li></ul><ul><li>a) é a chamada «medida nova». </li></ul><ul><li>b) tem cinco sílabas métricas. </li></ul><ul><li>c) tem sete sílabas métricas. </li></ul><ul><li>d) tem dez sílabas métricas. </li></ul>
  42. 43. <ul><li>Glosas são </li></ul><ul><li>a) sinónimas de «mote» e servem de motivo de inspiração para o desenvolvimento de uma poesia. </li></ul><ul><li>b) sinónimas de «voltas» e sugerem um mote. </li></ul><ul><li>c) as «voltas» de um soneto (inspiradas por uma «cabeça» ou mote). </li></ul><ul><li>d) voltas a um mote. </li></ul>
  43. 45. <ul><li>Ler </li></ul><ul><li>Escrever </li></ul><ul><li>Falar/Ouvir </li></ul><ul><li>Gramática </li></ul>
  44. 46. <ul><li>Escrita </li></ul><ul><li>redacções na aula </li></ul><ul><li>redacções em casa </li></ul><ul><li>tepecês (conclusão de nar-rativa grande [Lídia Jorge]; refor-mulações; envio do texto) </li></ul>
  45. 47. <ul><li>Leitura </li></ul><ul><li>questionários de compreensão </li></ul><ul><li>em geral, as fichas que vão sendo feitas em aula (mesmo que não as leve) </li></ul><ul><li>leituras combinadas (= «Leitura contratual») </li></ul><ul><li>tepecês: obra a ler; preparação de textos; bibliofilme </li></ul>
  46. 48. <ul><li>Falar & Ouvir </li></ul><ul><li>questionários de compreensão (de gravações ou de vídeo) </li></ul><ul><li>leitura em voz alta </li></ul><ul><li>recitação (tepecê) </li></ul><ul><li>bibliofilme (tepecês de um mês) </li></ul><ul><li>recuperação do bibliofilme quem o não fizera </li></ul>
  47. 49. <ul><li>Gramática </li></ul><ul><li>[= Funcionamento da Língua] </li></ul><ul><li>trabalho geral perto do final do período </li></ul><ul><li>tepecê: moodle </li></ul>
  48. 50. <ul><li>Porei tepecê de férias </li></ul><ul><li>em Gaveta de Nuvens ; </li></ul><ul><li>para já, vale a pena tratar do bibliofilme ; </li></ul><ul><li>do envio da palavra favorita ; </li></ul>
  49. 51. <ul><li>4.1. As aspas indicam o «discurso» do destino do sujeito lírico (primeira quadra), o discurso do eu que interpela um tu, o velhinho (primeiro terceto), e, por fim, um monólogo interior (última estrofe). A assinalar a simulação de diálogo é igualmente relevante a frase interrogativa directa («Viste o Amor acaso em teu caminho?»), marca linguística de discurso directo. </li></ul>
  50. 52. <ul><li>4.2. Os interlocutores do eu são o seu destino, que lhe disse «a chorar» que procurasse o amor, evidenciando a improbabilidade desse encontro, e um velhinho, símbolo da experiência e do conhecimento da vida. </li></ul>
  51. 53. <ul><li>4.3. Na segunda quadra, o eu lírico caminha pela estrada da vida «a rir e a cantar», eufórico, confiante, sonhador, determinado e crente na possibilidade de encontrar o «Amor». Contudo, essa esperança desmorona-se gradativamente, pois todos os que encontra na sua caminhada lhe dizem que nunca viram o amor, pelo que o eu, que cantava e ria, no final murmura, desiludido, ninguém viu o amor. É de salientar o recurso ao verbo «murmurar», que traduz características fónicas do acto de dizer, provando a decepção do eu. </li></ul>
  52. 54. <ul><li>5.1. Por exemplo, o último verso do poema: «Sou a charneca rude a abrir em flor!». Note-se que o título do soneto é uma parte deste verso. </li></ul>
  53. 55. <ul><li>5.2. O sujeito poético, profundamente idealista, reconhece-se e identifica-se com a natureza, a «charneca», o mato rude, no qual desabrocham flores. </li></ul>
  54. 57. <ul><li>nigrors </li></ul><ul><li>nigrores </li></ul><ul><li>hamsters </li></ul><ul><li>hamsteres </li></ul>

×