Educação ambiental no ensino formal

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  • Devido não ser uma disciplina escolar e nem responsabilidade da escola, os professores não se interessam em relacionar aluno e educação ambiental. A INVESTIGAÇÃO PRINCIPAL DO TRABALHO É SABER PORQUE AS PRATICAS DE EA SÃO IGNORADAS EM SALA DE AULA.
  • mesmo com as possibilidades das praticas pedagógicas que proporciona uma aula mas explicativas, com idéias analógicas, ilustrações, exemplos e demonstrações.

    Assim vemos que a comunicação por narrativa é desconsiderada na area academica.
  • Técnica do Grupo Focal
    Criada para estudar como os grupos de indivíduos interagem entre si.
    Quatro métodos são usados para uma boa utilização de grupo focal:
    Colocar o maior número possível de assuntos importantes;
    Proporciona dados específicos;
    Promover interação que explore o sentimento do participante com o tem abordado;
    Levar em conta o contexto pessoal de cada resposta.
    Os grupos são formados entre 4 a 12 pessoas.
  • Para pesquisa foram utilizados dois grupos experimentais que abordam assuntos sobre a EA no ensino formal;
    A analise das discussões nos grupos experimentais mostrou que a metodologia funciona, porque provoca troca de experiências entre os membros de cada grupo;
    A partir daí buscou-se preparar material para realizar a metodologia do grupo focal em oficiais, com o objetivo de reunir voluntários para a pesquisa.

  • Educação ambiental no ensino formal

    1. 1. EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO ENSINO FORMAL: NARRATIVAS DE PROFESSORES SOBRE SUAS EXPERIÊNCIAS E PESPECTIVAS AUTORES: REGINA MENDES E ARNALDO VAZ EQUIPE: LARRISSA E JAKELYNE
    2. 2. A relação entre os professores e a prática escolar na (EA)  (EA) passou a ser obrigatória em 1988 sem ser disciplina isolada;  Não é responsabilidade da escola básica;  Mas, pode ser trabalhada por iniciativas pessoais ou grupais;  As praticas chamavam de “estudos do meio” ou “trabalho de campo” ;  Sofre desatenção dos órgãos públicos;  São ignoradas as praticas da EA e o potencial criativo dos professores em sala de aula.
    3. 3. Os saberes dos professores  Década 1980 iniciou a valorização do professor;  Tem-se reivindicado a igualdade profissional;  Acrescentar além das habilidade básicas as habilidades pedagógicas gerais;  Para a EA é importante também mostrar a relação entre sociedade e natureza.  A comunicação de um professor é mais por meio de exemplos do que de proposições;
    4. 4. A narrativa como principal organizados de experiência  A pratica narrativa não é considerada na área acadêmica;  Dissemina a visão de que o professor não é capaz de produzir conhecimento, apenas de aplicá-lo;  A narrativa na pratica docente pode proporcionar ao professor a realização de uma determinada atividade com seus alunos;  Revela perspectivas sobre as atividades;  Repensar sobre os métodos pedagógicos;  Mostra o objetivo principal do professor quando utilizada a experiência da pratica narrativa naquele momento;  Possibilita o trabalho em grupo e com colegas de trabalho.
    5. 5. Uma metodologia para nossa necessidade. Grupo 1 Grupo 4 Grupo 5 Grupo 2 Grupo 3 Grupo 6  Técnica do Grupo Focal  Quatro métodos são usados para uma boa utilização de grupo focal:  Colocar o maior número possível de assuntos importantes;  Proporciona dados específicos;  Promover interação que explore o sentimento do participante com o tem abordado;  Levar em conta o contexto pessoal de cada resposta.  Os grupos são formados entre 4 a 12 pessoas.
    6. 6. Grupo 1 Grupo 2 Ajuste do Grupo Focal para essa pesquisa. Grupo 1 Grupo 2  A analise das discussões nos grupos experimentais mostrou que a metodologia funciona, porque provoca troca de experiências entre os membros de cada grupo;
    7. 7. Desenho Final • O programa da oficina foi construído com a finalidade de demonstrar o potencial da metodologia de Grupo Focal para o desenvolvimento profissional e a construção de uma identidade docente em grupos de discussão que os participantes da oficina viessem a liderar. • Com esses objetivos, foi preparada a oficina, que se compunha, primeiramente, de um Grupo Focal sobre Educação Ambiental Formal. Primeira etapa: • Divisão o grupo de participantes em grupos menores; • Escolha de cinco temas gerais dentre os 28 propostos; • Justificativa da escolha pelo tema. Segunda etapa: • explicitação do que é um Grupo Focal; • como deve ser conduzido; • de que maneira podem tirar proveito dessa metodologia em sua relação profissional.
    8. 8. Analisando as falas dos professores • Foi extraído de cada transcrição de grupo focal as partes da narrativa que abordavam o tema proposto: “ Educação Ambiental na Escola. • Os trechos escolhidos para análise alternavam o relato de experiência com considerações pessoais sobre a experiência relatada. Chamamos esses trechos de “episódios”. Com base nos 17 episódios narrados, classificamos as experiências e as perspectivas dos professores pesquisados em categorias gerais, que têm nos mostrado de que modo eles comunicam aos pares seus saberes sobre a prática escolar da Educação Ambiental; • Pela contextualização e pela análise dos episódios narrados pelos professores, eles foram sendo classificados por nós, resultando nas categorias representadas no QUADRO 2.
    9. 9. Exemplo de categorização: professor Gérson Relato um trabalho que realizou com uma de suas turmas: Gérson - No terceiro ano, nós fizemos um trabalho que foi a identificação do meio ambiente nos meios de cultura. Então eles tiveram que procurar (...) cinco músicas que falassem do meio ambiente de alguma maneira e fazer uma análise crítica dessas músicas (...); pegar cinco histórias (...) e passar a imagem de meio ambiente que estava nessas historinhas (...); tiveram também que procurar cinco obras de arte que, de alguma maneira, o meio ambiente fosse [retratado] ali e tentar passar aí a visão de cada um sobre como ele via o meio ambiente naquelas obras de arte. Fatos notados com o trabalho de Gerson: • Não escolhe o material a ser analisado propositalmente incentivando os próprios alunos a pesquisarem; • Vincula conhecimentos para instrumentalizar os alunos de ensino fundamental; • Faz um diagnóstico dos valores do aluno com relação ao ambiente; • Utiliza estratégias pedagógicas para informar o aluno não só dos conhecimentos específicos da disciplina, mas também dos conhecimentos do professor sobre ações voltadas para uma educação ambiental
    10. 10. Conclusões • Os docentes possuem um saber sobre ações ambientalmente responsáveis e sobre seus objetivos que lembram em muito aqueles recomendados pelos especialistas em EA; • O professor que se interessa pela área demonstra possuir os fundamentos para introduzir a Educação Ambiental no espaço escolar; • A complexidade da atividade docente encontra consonância na complexidade da área ambiental, especificamente no campo da Educação Ambiental; • As experiências profissionais do professor, ao longo da sua atividade docente, capacitam-no a aproximar-se da questão ambiental; • Alia o conhecimento disciplinar, o conhecimento pedagógico, as experiências e a perspectiva profissional e pessoal do professor à realização de atividades de EA na escola; • A importância desse seu papel como implementador da EA formal pode também colaborar com o estabelecimento de uma identidade profissional docente.

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