SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 25
Baixar para ler offline
Estágio: diferentes concepções
• O estágio sempre foi identificado como a 
parte prática dos cursos,em contraposição a 
teoria. 
• “Que a teoria na prática é outra,essa 
afirmação expõe que no caso da formação de 
professores ,que os cursos não fundamentam 
teoricamente e nem toma a prática como 
referência para fundamentação teórica .Ou 
seja carece de teoria e prática.
A prática como 
instrumentalização técnica 
• Nessa perspectiva, o profissional fica reduzido 
ao “pratico”, ao “como fazer”; 
• O conhecimento cientifico (TEORIA) não é o 
mais importante; 
• O que é relevante é a pratica, é adquirir 
habilidades.
O que entendemos por teoria e por 
prática 
O reducionismo dos estágios às perspectivas 
da prática instrumental e do criticismo, expõe 
os problemas na formação profissional 
docente. A dissociação entre teoria e prática aí 
presente resulta em um empobrecimento das 
práticas nas escolas, o que evidencia a 
necessidade de se explicitar por que o estágio 
é teoria e prática (e não teoria ou prática);
• A profissão de educador é uma prática 
social, é uma forma de se intervir na 
realidade social, no caso, por meio da 
educação, nas instituições de ensino. Isso 
porque a atividade docente é ao mesmo 
tempo prática e ação;
•Para Sacristán (1999), a prática é 
institucionalizada; são as formas de educar 
que ocorrem em diferentes contextos 
institucionalizados, configurando a cultura 
e a tradição das instituições. Essa tradição 
seria o conteúdo e o método da educação;
• Em sentido amplo, ação designa a atividade 
humana, um fazer efetivo ou a simples 
oposição a um estado passivo. A ação, em 
uma compreensão filosófica e sociológica, é 
sempre referida a objetivos, finalidades e 
meios, implicando a consciência dos 
sujeitos para essas escolhas, supondo um 
certo saber e conhecimento. 
• Assim, denominamos ação pedagógica as 
atividades que os professores realizam no 
coletivo escolar, supondo o 
desenvolvimento de certas atividades 
materiais, orientadas e estruturadas;
•Tais atividades têm por finalidade a 
efetivação do ensino e da aprendizagem 
por parte dos professores e alunos. Esse 
processo de ensino e aprendizagem é 
composto de conteúdos educativos, 
habilidades e posturas científicas, sociais, 
afetivas, humanas;
• Nesse processo, o papel das teorias é 
iluminar e oferecer instrumentos e 
esquemas para análise e investigação, 
que permitam questionar as práticas 
institucionalizadas e as ações dos sujeitos 
e, ao mesmo tempo, colocar elas próprias 
em questionamento, uma vez que as 
teorias são explicações sempre 
provisórias da realidade;
• Portanto, no estágio dos cursos de 
formação de professores, compete 
possibilitar que os futuros professores 
compreendam a complexidade das 
práticas institucionais e das ações aí 
praticadas por seus profissionais, como 
alternativa no preparo para sua inserção 
profissional,
•Isso pode ser conseguido se o estágio for uma 
preocupação, um eixo de todas as disciplinas do curso, e 
não apenas daquelas denominadas “práticas”. Todas as 
disciplinas são ao mesmo tempo “teóricas” e “práticas”. 
Em um curso de formação de professores, todas as 
disciplinas, devem contribuir para a sua finalidade que é 
a de formar professores, a partir da análise, da crítica e 
da proposição de novas maneiras de fazer educação.
O estágio como pesquisa e a pesquisa 
do estágio 
• A pesquisa no estágio é uma estratégia, um 
método, uma possibilidade de formação 
• Se traduz de um lado, na mobilização de 
pesquisa que permitem ampliação das analises 
dos contextos onde os estágios se realizam. 
• E por outro lado nas na possibilidade de 
desenvolver nos estagiários postura e habilidade 
de pesquisador a partir das situações de estagio 
elaborando projetos que permitam ao mesmo 
tempo compreender e problematizar situações 
que observam.
Origens da pesquisa do estagio 
• A valorização da pesquisa no estagio no Brasil 
tem sua origem na década de 90 
• A partir dos questionamentos que então se 
faziam parte, no campo da didática e da 
formação dos professores sobre a 
indissociabilidade entre teoria e pratica. 
• Abriu-se então um espaço para um inicio de 
compreensão do estagio como uma 
investigação das praticas pedagógicas nas 
instituições educativas.
• O objetivo do estagiário era o resultado da 
pesquisa. 
• Possibilitou o desenvolvimento dessa 
perspectiva a veiculação das contribuições de 
autores sobre a concepção do professor como 
profissional reflexivo, que valoriza os saberes 
da pratica docente (Schon,1992) em contextos 
institucionais capazes de produzir 
conhecimento (Nóvoa,1990).
Mas o que significa professor 
reflexivo? E professor pesquisador? 
• A expressão “professor reflexivo”, cunhada por 
Donald Schon tomou conta do cenário 
educacional. 
• Valorizando a experiência e a reflexão na 
experiência, conforme Dewey, e o conhecimento 
tácito, conforme Luria e Polanyi, Schon propõe 
uma formação baseada numa epistemologia da 
prática, ou seja, na valorização da prática 
profissional como momento de construção de 
conhecimento por meio de reflexão de análise e 
problematização dessa prática.
• Encontramos em Schon uma forte valorização 
da prática na formação dos profissionais, mas 
uma prática refletida, que os possibilita 
responder com situações novas ás situações 
de incerteza e indefinição.
• Uma linha de investigação que vem se 
firmando concomitantemente ao 
reconhecimento do professor como produtor 
de saberes é uma epistemologia prática 
docente, capaz de conferir estatuto próprio de 
conhecimento ao desenvolvimento dos 
saberes docentes;
• A proposta de epistemologia da prática, 
conforme Sacristán (1999, p.12), considera 
inseparável teoria e prática no plano da 
subjetividade do professor, pois sempre há um 
diálogo do conhecimento pessoal com a 
ação.Assim a teoria além de seu poder 
formativo, dota os sujeitos de pontos de vista 
variados sobre a ação contextualizada.
• Os saberes teóricos propositivos se articulam pois, 
aos saberes da ação do professor e da prática 
institucional, ressignificando-os e sendo por eles 
ressignificados. 
• O estágio abre possibilidades para os professores 
orientadores proporem a mobilização de pesquisa 
para ampliar a compreensão das situações 
vivenciadas e observadas nas escolas, nos 
sistemas de ensino e nas demais situações ou 
estimularem, a partir dessa vivência e elaboração 
de projetos de pesquisa a ser desenvolvidos 
concomitantemente ou após o período de estágio.
• Os conceitos de professor crítico-reflexivo e 
professor pesquisador, conforme retomados 
neste texto, mostram sua fertilidade para a 
realização do estágio como pesquisa e para a 
utilização de pesquisas no estágio. 
• Para Libâneo (1998) a importância da 
apropriação e produção de teorias como 
marco para a melhoria das práticas de ensino 
e de seus resultados.
• Contreras (1997) chama a atenção para o fato de 
que a prática dos professores precisa ser analisada, 
considerando que a sociedade é plural, no sentido 
da pluralidade de saberes, mas também desigual, no 
sentido das desigualdades sociais, econômicas, 
culturais e políticas. 
• Portanto a análise contextualizada do conceito de 
professor reflexivo permite superar suas limitações, 
afirmando-o como um conceito político-epistemológico 
que requer o suporte das políticas 
públicas consequentes para sua efetivação.
Quais as decorrências da concepção de 
professor intelectual critico e reflexivo 
para a compreensão de estagio? 
• A complexibilidade da educação como 
pratica social permite tratar um sistema 
educacional em uma dada sociedade em um 
tempo histórico determinado. 
• Parte da analise do real com um recurso das 
teoria, da cultura pedagógica, para propor e 
gestar novas praticas, num exercício coletivo 
de criatividade.
• Desenvolver atividades que possibilitem o 
conhecimento, analise e reflexão do trabalho 
docente das ações nas instituições. 
• Postura investigativa, favorecendo a construção 
de projetos. 
• É importante observar que a pratica sempre 
esteve presente na formação do 
professor(Pimenta 1994, p. 23) 
• O estagio como pesquisa se coloca no momento 
atual como uma postura teórico metodologica e 
desafio.
• Enfim o estagio prepara para um trabalho 
docente coletivo, uma vez que o ensino não é um 
assunto individual do professor, pois a tarefa 
escolar é resultado das ações coletivas dos 
professores e das praticas institucionais, situadas 
em contextos sociais, históricos e culturais. 
• O desafio é proceder ao intercambio, durante o 
processo formativo,entre o que se teoriza e o que 
se pratica em ambas.
REFERÊNCIA 
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro 
Lucena. Estágio e Docência. 2 ed. São Paulo: 
Cortez, 2004. (Coleção docência em formação. 
Série saberes pedagógicos)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Planejamento e Avaliação
Planejamento e AvaliaçãoPlanejamento e Avaliação
Planejamento e AvaliaçãoJOAO AURELIANO
 
Didática
DidáticaDidática
Didáticagadea
 
Gestão democrática na escola pública
Gestão democrática na escola públicaGestão democrática na escola pública
Gestão democrática na escola públicaUlisses Vakirtzis
 
Estágio Educação Infantil
Estágio Educação InfantilEstágio Educação Infantil
Estágio Educação InfantilLuúh Reis
 
Tendências Pedagógicas
Tendências PedagógicasTendências Pedagógicas
Tendências PedagógicasMarcelo Assis
 
Eja – Formação e prática de professores - IFMA
Eja – Formação e prática de professores - IFMAEja – Formação e prática de professores - IFMA
Eja – Formação e prática de professores - IFMALeandro Marques
 
Avaliação: tipos e funções
Avaliação: tipos e funçõesAvaliação: tipos e funções
Avaliação: tipos e funçõesKogen Gouveia
 
Objetivos didáticos slides de didática
Objetivos didáticos  slides de didáticaObjetivos didáticos  slides de didática
Objetivos didáticos slides de didáticaWellinton Prestes
 
Currículo - Pedagogia para Concursos
Currículo - Pedagogia para ConcursosCurrículo - Pedagogia para Concursos
Currículo - Pedagogia para ConcursosAdriano Martins
 
TRABALHO DA DISCIPLINA DIDÁTICA - 4º PERÍODO - PEDAGOGIA - UERJ - 2011.1
TRABALHO DA DISCIPLINA DIDÁTICA - 4º PERÍODO - PEDAGOGIA - UERJ - 2011.1TRABALHO DA DISCIPLINA DIDÁTICA - 4º PERÍODO - PEDAGOGIA - UERJ - 2011.1
TRABALHO DA DISCIPLINA DIDÁTICA - 4º PERÍODO - PEDAGOGIA - UERJ - 2011.1Jana Caetano
 
O pedagogo e a educação não-formal
O pedagogo e a educação não-formalO pedagogo e a educação não-formal
O pedagogo e a educação não-formalprofamiriamnavarro
 
O ensino de ciências e suas metodológias
O ensino de ciências e suas metodológiasO ensino de ciências e suas metodológias
O ensino de ciências e suas metodológiasRenato De Souza Abelha
 
Educação de jovens e adultos
Educação de jovens e adultosEducação de jovens e adultos
Educação de jovens e adultosLinda-maria12
 

Mais procurados (20)

Avaliação Escolar
Avaliação EscolarAvaliação Escolar
Avaliação Escolar
 
Metodologias Ativas
Metodologias AtivasMetodologias Ativas
Metodologias Ativas
 
Planejamento e Avaliação
Planejamento e AvaliaçãoPlanejamento e Avaliação
Planejamento e Avaliação
 
Didática
DidáticaDidática
Didática
 
Estagio supervisionado
Estagio supervisionado Estagio supervisionado
Estagio supervisionado
 
Gestão democrática na escola pública
Gestão democrática na escola públicaGestão democrática na escola pública
Gestão democrática na escola pública
 
Estágio Educação Infantil
Estágio Educação InfantilEstágio Educação Infantil
Estágio Educação Infantil
 
Introdução a Pedagogia
Introdução a PedagogiaIntrodução a Pedagogia
Introdução a Pedagogia
 
Tendências Pedagógicas
Tendências PedagógicasTendências Pedagógicas
Tendências Pedagógicas
 
Eja – Formação e prática de professores - IFMA
Eja – Formação e prática de professores - IFMAEja – Formação e prática de professores - IFMA
Eja – Formação e prática de professores - IFMA
 
Avaliação: tipos e funções
Avaliação: tipos e funçõesAvaliação: tipos e funções
Avaliação: tipos e funções
 
Objetivos didáticos slides de didática
Objetivos didáticos  slides de didáticaObjetivos didáticos  slides de didática
Objetivos didáticos slides de didática
 
O curriculo
O curriculoO curriculo
O curriculo
 
Currículo - Pedagogia para Concursos
Currículo - Pedagogia para ConcursosCurrículo - Pedagogia para Concursos
Currículo - Pedagogia para Concursos
 
TRABALHO DA DISCIPLINA DIDÁTICA - 4º PERÍODO - PEDAGOGIA - UERJ - 2011.1
TRABALHO DA DISCIPLINA DIDÁTICA - 4º PERÍODO - PEDAGOGIA - UERJ - 2011.1TRABALHO DA DISCIPLINA DIDÁTICA - 4º PERÍODO - PEDAGOGIA - UERJ - 2011.1
TRABALHO DA DISCIPLINA DIDÁTICA - 4º PERÍODO - PEDAGOGIA - UERJ - 2011.1
 
Tendência liberal tradicional
Tendência liberal tradicionalTendência liberal tradicional
Tendência liberal tradicional
 
O pedagogo e a educação não-formal
O pedagogo e a educação não-formalO pedagogo e a educação não-formal
O pedagogo e a educação não-formal
 
O ensino de ciências e suas metodológias
O ensino de ciências e suas metodológiasO ensino de ciências e suas metodológias
O ensino de ciências e suas metodológias
 
Educação de jovens e adultos
Educação de jovens e adultosEducação de jovens e adultos
Educação de jovens e adultos
 
Conceitos de curriculo
Conceitos  de curriculoConceitos  de curriculo
Conceitos de curriculo
 

Semelhante a Estágio: diferentes concepções

PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTEPROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTEProfessorPrincipiante
 
Slides_Diferentes concepções de estágio.pptx
Slides_Diferentes concepções de estágio.pptxSlides_Diferentes concepções de estágio.pptx
Slides_Diferentes concepções de estágio.pptxLuanaFrancisleyde
 
DIÁLOGOS ENTRE OS SABERES DA PRÁTICA E A TEORIA: O QUE DIZEM OS (AS) ACADÊMIC...
DIÁLOGOS ENTRE OS SABERES DA PRÁTICA E A TEORIA: O QUE DIZEM OS (AS) ACADÊMIC...DIÁLOGOS ENTRE OS SABERES DA PRÁTICA E A TEORIA: O QUE DIZEM OS (AS) ACADÊMIC...
DIÁLOGOS ENTRE OS SABERES DA PRÁTICA E A TEORIA: O QUE DIZEM OS (AS) ACADÊMIC...ProfessorPrincipiante
 
TEXTO3.2-Percepção acerca do prof reflexivo.pdf
TEXTO3.2-Percepção acerca do prof reflexivo.pdfTEXTO3.2-Percepção acerca do prof reflexivo.pdf
TEXTO3.2-Percepção acerca do prof reflexivo.pdfDrikaSato
 
Slide introduçao a pedagogia
Slide introduçao a pedagogiaSlide introduçao a pedagogia
Slide introduçao a pedagogiaCamilla Follador
 
DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE: ANÁLISE DA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA DE PROF...
DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE: ANÁLISE DA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA DE PROF...DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE: ANÁLISE DA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA DE PROF...
DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE: ANÁLISE DA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA DE PROF...ProfessorPrincipiante
 
O POTENCIAL DA INVESTIGAÇÃO-AÇÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊ...
O POTENCIAL DA INVESTIGAÇÃO-AÇÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊ...O POTENCIAL DA INVESTIGAÇÃO-AÇÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊ...
O POTENCIAL DA INVESTIGAÇÃO-AÇÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊ...ProfessorPrincipiante
 
Texto capaciação 1
Texto capaciação 1Texto capaciação 1
Texto capaciação 1elannialins
 
Professor como protagonista
Professor como protagonistaProfessor como protagonista
Professor como protagonistaJovina Aguiar
 
Planejamento de ensino[1]
Planejamento de ensino[1]Planejamento de ensino[1]
Planejamento de ensino[1]UNICEP
 
A contribuição do estágio supervisionado para o curso de pedagogia
A contribuição do estágio supervisionado para o curso de pedagogiaA contribuição do estágio supervisionado para o curso de pedagogia
A contribuição do estágio supervisionado para o curso de pedagogiaPatricia Custodio
 
DIÁLOGOS E ACOMPANHAMENTO: OS PROFESSORES INICIANTES E SUAS PRÁTICAS EM QUESTÃO
DIÁLOGOS E ACOMPANHAMENTO: OS PROFESSORES INICIANTES E SUAS PRÁTICAS EM QUESTÃODIÁLOGOS E ACOMPANHAMENTO: OS PROFESSORES INICIANTES E SUAS PRÁTICAS EM QUESTÃO
DIÁLOGOS E ACOMPANHAMENTO: OS PROFESSORES INICIANTES E SUAS PRÁTICAS EM QUESTÃOProfessorPrincipiante
 
A investigação ação na formação
A investigação ação na formaçãoA investigação ação na formação
A investigação ação na formaçãoMary Carneiro Rezende
 
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...Jordano Santos Cerqueira
 

Semelhante a Estágio: diferentes concepções (20)

PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTEPROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
PROFESSOR INICIANTE: O SER E ESTAR NA PROFISSÃO DOCENTE
 
Slides_Diferentes concepções de estágio.pptx
Slides_Diferentes concepções de estágio.pptxSlides_Diferentes concepções de estágio.pptx
Slides_Diferentes concepções de estágio.pptx
 
DIÁLOGOS ENTRE OS SABERES DA PRÁTICA E A TEORIA: O QUE DIZEM OS (AS) ACADÊMIC...
DIÁLOGOS ENTRE OS SABERES DA PRÁTICA E A TEORIA: O QUE DIZEM OS (AS) ACADÊMIC...DIÁLOGOS ENTRE OS SABERES DA PRÁTICA E A TEORIA: O QUE DIZEM OS (AS) ACADÊMIC...
DIÁLOGOS ENTRE OS SABERES DA PRÁTICA E A TEORIA: O QUE DIZEM OS (AS) ACADÊMIC...
 
TEXTO3.2-Percepção acerca do prof reflexivo.pdf
TEXTO3.2-Percepção acerca do prof reflexivo.pdfTEXTO3.2-Percepção acerca do prof reflexivo.pdf
TEXTO3.2-Percepção acerca do prof reflexivo.pdf
 
Slide introduçao a pedagogia
Slide introduçao a pedagogiaSlide introduçao a pedagogia
Slide introduçao a pedagogia
 
Artigo sobre projetos interdisciplinares
Artigo sobre projetos interdisciplinaresArtigo sobre projetos interdisciplinares
Artigo sobre projetos interdisciplinares
 
3
33
3
 
DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE: ANÁLISE DA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA DE PROF...
DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE: ANÁLISE DA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA DE PROF...DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE: ANÁLISE DA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA DE PROF...
DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOCENTE: ANÁLISE DA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA DE PROF...
 
O POTENCIAL DA INVESTIGAÇÃO-AÇÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊ...
O POTENCIAL DA INVESTIGAÇÃO-AÇÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊ...O POTENCIAL DA INVESTIGAÇÃO-AÇÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊ...
O POTENCIAL DA INVESTIGAÇÃO-AÇÃO NA FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE CIÊ...
 
Prof reflexivo alarcao01
Prof reflexivo   alarcao01Prof reflexivo   alarcao01
Prof reflexivo alarcao01
 
Texto capaciação 1
Texto capaciação 1Texto capaciação 1
Texto capaciação 1
 
Professor como protagonista
Professor como protagonistaProfessor como protagonista
Professor como protagonista
 
Planejamento de ensino[1]
Planejamento de ensino[1]Planejamento de ensino[1]
Planejamento de ensino[1]
 
A contribuição do estágio supervisionado para o curso de pedagogia
A contribuição do estágio supervisionado para o curso de pedagogiaA contribuição do estágio supervisionado para o curso de pedagogia
A contribuição do estágio supervisionado para o curso de pedagogia
 
Atitude critica
Atitude criticaAtitude critica
Atitude critica
 
DIÁLOGOS E ACOMPANHAMENTO: OS PROFESSORES INICIANTES E SUAS PRÁTICAS EM QUESTÃO
DIÁLOGOS E ACOMPANHAMENTO: OS PROFESSORES INICIANTES E SUAS PRÁTICAS EM QUESTÃODIÁLOGOS E ACOMPANHAMENTO: OS PROFESSORES INICIANTES E SUAS PRÁTICAS EM QUESTÃO
DIÁLOGOS E ACOMPANHAMENTO: OS PROFESSORES INICIANTES E SUAS PRÁTICAS EM QUESTÃO
 
7.1 resumo Zabala
7.1 resumo Zabala7.1 resumo Zabala
7.1 resumo Zabala
 
A investigação ação na formação
A investigação ação na formaçãoA investigação ação na formação
A investigação ação na formação
 
Itanildes silva
Itanildes silvaItanildes silva
Itanildes silva
 
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
FACELI - Disciplina Especial - Didática com Márcia Perini Valle - 06 - Prova ...
 

Mais de Lílian Reis

Educação dos surdos
Educação dos surdosEducação dos surdos
Educação dos surdosLílian Reis
 
O exílio em Londres, a Economia Política e O Capital
O exílio em Londres, a Economia Política e O CapitalO exílio em Londres, a Economia Política e O Capital
O exílio em Londres, a Economia Política e O CapitalLílian Reis
 
Esboço de organização de sistema de ensino com base no princípio educativo
Esboço de organização de sistema de ensino com base no princípio educativoEsboço de organização de sistema de ensino com base no princípio educativo
Esboço de organização de sistema de ensino com base no princípio educativo Lílian Reis
 
Quando deus fez os especiais
Quando deus fez os especiaisQuando deus fez os especiais
Quando deus fez os especiaisLílian Reis
 
Política Nacional da Ed. Infantil
Política Nacional da Ed. InfantilPolítica Nacional da Ed. Infantil
Política Nacional da Ed. InfantilLílian Reis
 
Pensamentos René Descartes
Pensamentos René DescartesPensamentos René Descartes
Pensamentos René DescartesLílian Reis
 
O direito à educação infantil
O direito à educação infantilO direito à educação infantil
O direito à educação infantilLílian Reis
 
Concepção de infância ao longo da história
Concepção de infância ao longo da históriaConcepção de infância ao longo da história
Concepção de infância ao longo da históriaLílian Reis
 
EJ.A paraiba e rio grande do sul
 EJ.A  paraiba e rio grande do sul EJ.A  paraiba e rio grande do sul
EJ.A paraiba e rio grande do sulLílian Reis
 
A educação na antiguidade clássica grécia
A educação na antiguidade clássica  gréciaA educação na antiguidade clássica  grécia
A educação na antiguidade clássica gréciaLílian Reis
 
Aula construção espaço geográfico
Aula construção espaço geográficoAula construção espaço geográfico
Aula construção espaço geográficoLílian Reis
 

Mais de Lílian Reis (20)

Dadaísmo
Dadaísmo Dadaísmo
Dadaísmo
 
Educação dos surdos
Educação dos surdosEducação dos surdos
Educação dos surdos
 
O exílio em Londres, a Economia Política e O Capital
O exílio em Londres, a Economia Política e O CapitalO exílio em Londres, a Economia Política e O Capital
O exílio em Londres, a Economia Política e O Capital
 
Esboço de organização de sistema de ensino com base no princípio educativo
Esboço de organização de sistema de ensino com base no princípio educativoEsboço de organização de sistema de ensino com base no princípio educativo
Esboço de organização de sistema de ensino com base no princípio educativo
 
Quando deus fez os especiais
Quando deus fez os especiaisQuando deus fez os especiais
Quando deus fez os especiais
 
Varicela
VaricelaVaricela
Varicela
 
Política Nacional da Ed. Infantil
Política Nacional da Ed. InfantilPolítica Nacional da Ed. Infantil
Política Nacional da Ed. Infantil
 
Pensamentos René Descartes
Pensamentos René DescartesPensamentos René Descartes
Pensamentos René Descartes
 
Higiene pessoal
Higiene pessoalHigiene pessoal
Higiene pessoal
 
Feminismo
FeminismoFeminismo
Feminismo
 
Genero
GeneroGenero
Genero
 
O direito à educação infantil
O direito à educação infantilO direito à educação infantil
O direito à educação infantil
 
Concepção de infância ao longo da história
Concepção de infância ao longo da históriaConcepção de infância ao longo da história
Concepção de infância ao longo da história
 
EJ.A paraiba e rio grande do sul
 EJ.A  paraiba e rio grande do sul EJ.A  paraiba e rio grande do sul
EJ.A paraiba e rio grande do sul
 
Sondagem
SondagemSondagem
Sondagem
 
A educação na antiguidade clássica grécia
A educação na antiguidade clássica  gréciaA educação na antiguidade clássica  grécia
A educação na antiguidade clássica grécia
 
metodo fônico
metodo fônicometodo fônico
metodo fônico
 
Louis althusser
Louis althusserLouis althusser
Louis althusser
 
Lev vygotsky
Lev vygotsky Lev vygotsky
Lev vygotsky
 
Aula construção espaço geográfico
Aula construção espaço geográficoAula construção espaço geográfico
Aula construção espaço geográfico
 

Último

organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxDeyvidBriel
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptxpamelacastro71
 
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024SamiraMiresVieiradeM
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxalessandraoliveira324
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxAntonioVieira539017
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfIedaGoethe
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAlexandreFrana33
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveaulasgege
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfaulasgege
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfdio7ff
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISVitor Vieira Vasconcelos
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira partecoletivoddois
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024Sandra Pratas
 

Último (20)

organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptxÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
ÁREA DE FIGURAS PLANAS - DESCRITOR DE MATEMATICA D12 ENSINO MEDIO.pptx
 
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptxAula 1, 2  Bacterias Características e Morfologia.pptx
Aula 1, 2 Bacterias Características e Morfologia.pptx
 
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024
PLANO ANUAL 1ª SÉRIE - Língua portuguesa 2024
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
Combinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptxCombinatória.pptx
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO4_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdfCurrículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
Currículo escolar na perspectiva da educação inclusiva.pdf
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
 
treinamento brigada incendio 2024 no.ppt
treinamento brigada incendio 2024 no.ppttreinamento brigada incendio 2024 no.ppt
treinamento brigada incendio 2024 no.ppt
 
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chaveAula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
Aula - 2º Ano - Cultura e Sociedade - Conceitos-chave
 
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdfCultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
Cultura e Sociedade - Texto de Apoio.pdf
 
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdfHABILIDADES ESSENCIAIS  - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
HABILIDADES ESSENCIAIS - MATEMÁTICA 4º ANO.pdf
 
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGISPrática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
Prática de interpretação de imagens de satélite no QGIS
 
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parteDança Contemporânea na arte da dança primeira parte
Dança Contemporânea na arte da dança primeira parte
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
HORA DO CONTO5_BECRE D. CARLOS I_2023_2024
 

Estágio: diferentes concepções

  • 2. • O estágio sempre foi identificado como a parte prática dos cursos,em contraposição a teoria. • “Que a teoria na prática é outra,essa afirmação expõe que no caso da formação de professores ,que os cursos não fundamentam teoricamente e nem toma a prática como referência para fundamentação teórica .Ou seja carece de teoria e prática.
  • 3. A prática como instrumentalização técnica • Nessa perspectiva, o profissional fica reduzido ao “pratico”, ao “como fazer”; • O conhecimento cientifico (TEORIA) não é o mais importante; • O que é relevante é a pratica, é adquirir habilidades.
  • 4. O que entendemos por teoria e por prática O reducionismo dos estágios às perspectivas da prática instrumental e do criticismo, expõe os problemas na formação profissional docente. A dissociação entre teoria e prática aí presente resulta em um empobrecimento das práticas nas escolas, o que evidencia a necessidade de se explicitar por que o estágio é teoria e prática (e não teoria ou prática);
  • 5. • A profissão de educador é uma prática social, é uma forma de se intervir na realidade social, no caso, por meio da educação, nas instituições de ensino. Isso porque a atividade docente é ao mesmo tempo prática e ação;
  • 6. •Para Sacristán (1999), a prática é institucionalizada; são as formas de educar que ocorrem em diferentes contextos institucionalizados, configurando a cultura e a tradição das instituições. Essa tradição seria o conteúdo e o método da educação;
  • 7. • Em sentido amplo, ação designa a atividade humana, um fazer efetivo ou a simples oposição a um estado passivo. A ação, em uma compreensão filosófica e sociológica, é sempre referida a objetivos, finalidades e meios, implicando a consciência dos sujeitos para essas escolhas, supondo um certo saber e conhecimento. • Assim, denominamos ação pedagógica as atividades que os professores realizam no coletivo escolar, supondo o desenvolvimento de certas atividades materiais, orientadas e estruturadas;
  • 8. •Tais atividades têm por finalidade a efetivação do ensino e da aprendizagem por parte dos professores e alunos. Esse processo de ensino e aprendizagem é composto de conteúdos educativos, habilidades e posturas científicas, sociais, afetivas, humanas;
  • 9. • Nesse processo, o papel das teorias é iluminar e oferecer instrumentos e esquemas para análise e investigação, que permitam questionar as práticas institucionalizadas e as ações dos sujeitos e, ao mesmo tempo, colocar elas próprias em questionamento, uma vez que as teorias são explicações sempre provisórias da realidade;
  • 10. • Portanto, no estágio dos cursos de formação de professores, compete possibilitar que os futuros professores compreendam a complexidade das práticas institucionais e das ações aí praticadas por seus profissionais, como alternativa no preparo para sua inserção profissional,
  • 11. •Isso pode ser conseguido se o estágio for uma preocupação, um eixo de todas as disciplinas do curso, e não apenas daquelas denominadas “práticas”. Todas as disciplinas são ao mesmo tempo “teóricas” e “práticas”. Em um curso de formação de professores, todas as disciplinas, devem contribuir para a sua finalidade que é a de formar professores, a partir da análise, da crítica e da proposição de novas maneiras de fazer educação.
  • 12. O estágio como pesquisa e a pesquisa do estágio • A pesquisa no estágio é uma estratégia, um método, uma possibilidade de formação • Se traduz de um lado, na mobilização de pesquisa que permitem ampliação das analises dos contextos onde os estágios se realizam. • E por outro lado nas na possibilidade de desenvolver nos estagiários postura e habilidade de pesquisador a partir das situações de estagio elaborando projetos que permitam ao mesmo tempo compreender e problematizar situações que observam.
  • 13. Origens da pesquisa do estagio • A valorização da pesquisa no estagio no Brasil tem sua origem na década de 90 • A partir dos questionamentos que então se faziam parte, no campo da didática e da formação dos professores sobre a indissociabilidade entre teoria e pratica. • Abriu-se então um espaço para um inicio de compreensão do estagio como uma investigação das praticas pedagógicas nas instituições educativas.
  • 14. • O objetivo do estagiário era o resultado da pesquisa. • Possibilitou o desenvolvimento dessa perspectiva a veiculação das contribuições de autores sobre a concepção do professor como profissional reflexivo, que valoriza os saberes da pratica docente (Schon,1992) em contextos institucionais capazes de produzir conhecimento (Nóvoa,1990).
  • 15. Mas o que significa professor reflexivo? E professor pesquisador? • A expressão “professor reflexivo”, cunhada por Donald Schon tomou conta do cenário educacional. • Valorizando a experiência e a reflexão na experiência, conforme Dewey, e o conhecimento tácito, conforme Luria e Polanyi, Schon propõe uma formação baseada numa epistemologia da prática, ou seja, na valorização da prática profissional como momento de construção de conhecimento por meio de reflexão de análise e problematização dessa prática.
  • 16. • Encontramos em Schon uma forte valorização da prática na formação dos profissionais, mas uma prática refletida, que os possibilita responder com situações novas ás situações de incerteza e indefinição.
  • 17. • Uma linha de investigação que vem se firmando concomitantemente ao reconhecimento do professor como produtor de saberes é uma epistemologia prática docente, capaz de conferir estatuto próprio de conhecimento ao desenvolvimento dos saberes docentes;
  • 18. • A proposta de epistemologia da prática, conforme Sacristán (1999, p.12), considera inseparável teoria e prática no plano da subjetividade do professor, pois sempre há um diálogo do conhecimento pessoal com a ação.Assim a teoria além de seu poder formativo, dota os sujeitos de pontos de vista variados sobre a ação contextualizada.
  • 19. • Os saberes teóricos propositivos se articulam pois, aos saberes da ação do professor e da prática institucional, ressignificando-os e sendo por eles ressignificados. • O estágio abre possibilidades para os professores orientadores proporem a mobilização de pesquisa para ampliar a compreensão das situações vivenciadas e observadas nas escolas, nos sistemas de ensino e nas demais situações ou estimularem, a partir dessa vivência e elaboração de projetos de pesquisa a ser desenvolvidos concomitantemente ou após o período de estágio.
  • 20. • Os conceitos de professor crítico-reflexivo e professor pesquisador, conforme retomados neste texto, mostram sua fertilidade para a realização do estágio como pesquisa e para a utilização de pesquisas no estágio. • Para Libâneo (1998) a importância da apropriação e produção de teorias como marco para a melhoria das práticas de ensino e de seus resultados.
  • 21. • Contreras (1997) chama a atenção para o fato de que a prática dos professores precisa ser analisada, considerando que a sociedade é plural, no sentido da pluralidade de saberes, mas também desigual, no sentido das desigualdades sociais, econômicas, culturais e políticas. • Portanto a análise contextualizada do conceito de professor reflexivo permite superar suas limitações, afirmando-o como um conceito político-epistemológico que requer o suporte das políticas públicas consequentes para sua efetivação.
  • 22. Quais as decorrências da concepção de professor intelectual critico e reflexivo para a compreensão de estagio? • A complexibilidade da educação como pratica social permite tratar um sistema educacional em uma dada sociedade em um tempo histórico determinado. • Parte da analise do real com um recurso das teoria, da cultura pedagógica, para propor e gestar novas praticas, num exercício coletivo de criatividade.
  • 23. • Desenvolver atividades que possibilitem o conhecimento, analise e reflexão do trabalho docente das ações nas instituições. • Postura investigativa, favorecendo a construção de projetos. • É importante observar que a pratica sempre esteve presente na formação do professor(Pimenta 1994, p. 23) • O estagio como pesquisa se coloca no momento atual como uma postura teórico metodologica e desafio.
  • 24. • Enfim o estagio prepara para um trabalho docente coletivo, uma vez que o ensino não é um assunto individual do professor, pois a tarefa escolar é resultado das ações coletivas dos professores e das praticas institucionais, situadas em contextos sociais, históricos e culturais. • O desafio é proceder ao intercambio, durante o processo formativo,entre o que se teoriza e o que se pratica em ambas.
  • 25. REFERÊNCIA PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 2 ed. São Paulo: Cortez, 2004. (Coleção docência em formação. Série saberes pedagógicos)