Métodos Contracetivos Naturais

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Métodos Contracetivos Naturais

  1. 1. Introdução aos métodos contracetivos Este trabalho insere-se no âmbito da disciplina de Ciências Naturais. O tema que vamos abordar são os métodos contracetivos naturais. Pretende-se ficar a conhecer um pouco mais sobre este tema.Foram estudadas três possibilidades o método do calendário, o método do muco cervical e o método da temperatura. Assim, ficamos a conhecer os vários métodos contraceptivos naturais.
  2. 2. Métodos NaturaisOs métodos naturais implicam abstinências periódicas, podendo ser usadoscomo métodos contracetivos. Exigem aprendizagem durante algum tempo e o acordo dos parceiros. São também aconselhados para determinar a melhor altura para a conceção. Os métodos de abstinência periódica não protegem das IST (infecções sexualmente transmissíveis) e implicam uma observação diária (exceto o calendário). A sua a sua taxa de eficácia, em jovens e adolescentes, é relativamente baixa.
  3. 3. Método CalendárioEste método consiste em anotar durante mais ou menos 1 ano a duração dos ciclos menstruais. Uma vez feita esta contagem, tem de se subtrair ao ciclo mais longo 18 dias e ao ciclo mais curto 11 dias. A partir do momento em que estes resultados estão encontrados, o intervalo entre ambos, do menor para o maior, indica o espaço de tempo no qual a mulher se encontra no período mais fértil dos seus ciclos, onde ocorre a ovulação e é mais provável que aconteça uma gravidez. Por exemplo, imaginemos que uma mulher contabilizou o seu ciclo mais curto com 26 dias e o seu ciclo mais longo com 30 dias. Então: 26 – 18 = 8 e 30 – 11 = 19. Isto quer dizer que os dias mais férteis desta mulher são entre o oitavo e o décimo nono dia do ciclo, dias em que não deve ter relações sexuais ou, querendo-o, terá de utilizar um outro método contraceptivo. Convém não esquecer que o primeiro dia do ciclo é o primeiro dia em que aparece a menstruação.
  4. 4. Método Calendário Este método tem as suas vantagens e desvantagens: pode ser usado para evitar ou alcançar uma gravidez; não apresenta efeitos colaterais físicos; grátis; aumenta o conhecimento da mulher sobre o seu sistema reprodutor; retorno imediato da fertilidade. alta incidência de falha (de 14 a 47%); difícil para algumas mulheres detectar o período fértil; não protege contra SIDA e doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
  5. 5. Método muco cervical O muco é uma substância gelatinosa produzida pelas glândulas do colo do úteroque sofre alterações ao longo do ciclo menstrual. Na altura da ovulação adquireuma aparência de clara de ovo com grande elasticidade. Este muco facilita aentrada de espermatozóides no útero. Se uma mulher quiser utilizar este método para contraceção deverá, todas asmanhãs, observar se tem muco na vulva e como é a sua aparência. Aaprendizagem pode demorar algum tempo, porque pode ser difícil distinguir omuco de sémen ou de algum corrimento. Convém ser acompanhada por ummédico ou alguém que seja um bom conhecedor deste método. Para aumentar aeficácia contracetiva deste método, a mulher / rapariga só deverá ter relaçõessexuais 3 dias depois da ocorrência do ponto máximo de elasticidade do muco.
  6. 6. Método muco cervicalO método do muco cervical tem as suas vantagens e desvantagens: Não tem efeitos físicos colaterais. Permite um melhor conhecimento do corpo feminino, do ciclo menstrual e do período fértil, além de ensinar a mulher a tocar-se. Favorece a participação do homem no planeamento familiar, fazendo com que ele acompanhe os ciclos de fertilidade e a menstruação da mulher. Este método é muito utilizado por quem deseja engravidar, sendo um método auxiliar no tratamento da infertilidade. Exige disciplina em estar atenta ao próprio corpo e abstenção de relações ou uso de preservativo nos dias que indiquem fertilidade; Mulheres com ciclo menstrual irregular não devem utilizar este método Mulheres que apresentam inflamações crónicas, com presença constante de corrimento, não têm como verificar de forma correcta os dias em que ocorre a presença do líquido (muco); Não previne contra as DST. Não é recomendado para adolescentes, pois pode ocorrer falhas e gravidez
  7. 7. Método de temperaturaA temperatura basal do corpo de uma mulher, medida logo ao acordar e sempre à mesma hora, antes de comer e sem ter feito esforço muscular. A temperatura é medida na boca, no recto ou na vagina, usando sempre o mesmo termómetro. Esta é variável durante o seu ciclo. Assim, a temperatura nos dias entre a ovulação e a menstruação seguinte sobe cerca de 2 a 5 décimos de grau. Então, só três dias depois desta subida de temperatura ter acontecido é que é menor o risco da mulher engravidar.Não nos podemos esquecer de uma situação importante, que são as variações de temperatura que o nosso corpo pode ter, como por exemplo, no caso de ter febre ou de alterarmos a hora de dormir. Não podemos esquecer que para usar este método como contraceção, temos de conhecer bem o funcionamento do nosso corpo.
  8. 8. Método de temperaturaAs suas vantagens e desvantagens: Este método favorece a observação do corpo. Este método é muito utilizado por quem deseja engravidar, sendo um método auxiliar no tratamento da infertilidade. Tem pouca eficácia para a prevenção da gravidez. Exige muita disciplina. A temperatura precisa ser medida e anotada diariamente, pela manhã, ao acordar. Algumas doenças que provocam febre podem confundir as anotações da temperatura. Exige que o casal não tenha relações sexuais ou tenha relações usando preservativo durante os dias férteis. Não previne contra as DST
  9. 9. Método de temperatura
  10. 10. Introdução às IST?As IST, ou infeções sexualmente transmissíveis, são doenças contagiosascuja forma mais frequente de transmissão é através das relações sexuais(vaginais, orais ou anais).A prática de sexo mais seguro é a melhor maneira de prevenir a infecção.As IST mais conhecidas são:•VIH/SIDA;•Clamídia;•Gonorreia;•Herpes genital;•Hepatite B•Vírus do Papiloma Humano – HPV;•Sífilis;•Infeções por tricomas.A IST de que vamos falar é a Hepatite B.
  11. 11. Hepatite B : SintomasÉ uma doença que ataca o fígado, criando cirroses hepáticas epodendo mesmo causar cancro no fígado.A hepatite demora algumas semanas a preparar o seu ataque, masquando ataca o infetado pode ter:•dores de cabeça e no corpo;• febre;• cansaço;• falta de apetite;• aparentar uma coloração amarela;• comichão;• urina escura e fazes claras.
  12. 12. Hepatite B : Forma de contágioA maior parte dos danos sofridos durante a infecção acontecem devido àresposta do organismo, que tenta destruir as células infectadas.O VHB transmite-se da mesma maneira que o vírus do HIV: durante asrelações sexuais sem preservativo, através de seringas, partilha de objetoscomo lâminas de barbear ou escovas de dentes e de mãe para filho. O VHBé, no entanto, 50 a 100 vezes mais infeccioso que o HIV e muito maisresistente que este, podendo por exemplo, sobreviver pelo menos umasemana fora do organismo humano (o VIH morre fora do organismohumano ao fim de 1 ou 2 minutos), assim como é resistente a um PH ácido,calor moderado e temperaturas baixas.
  13. 13. Hepatite B : PrevençãoNão existe tratamento médico específico do vírus da hepatite B, havendocontudo uma vacina para esta doença, que tem uma eficácia muitoaceitável, cerca de 95%. Sendo assim, a melhor maneira de combater estadoença é através da produção de anticorpos pelo organismo. Caso oorganismo esteja debilitado e tal produção for afectada, o indivíduopoderá correr sérios riscos de vida.A utilização do preservativo é eficaz contra a transmissão desta doença.
  14. 14. Hepatite B : Agente InfeciosoO vírus da hepatite B é um Hepadnavirus com genoma de DNA bicatenar(dupla hélice) circular. Tem preferência forte pela infecção dos hepatócitosdo fígado. Ele multiplica-se no núcleo da célula infectada, utilizando DNAda própria célula humana.
  15. 15. Fontes: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/cienciasnatur ais/ciencias_trab/metodcontracnatur.htm http://boasaude.uol.com.br/lib/showdoc.cfm?LibCatID=1&Search=contracepti vos&CurrentPage=0&LibDocID=3951 http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/biologia/biolo gia_trabalhos/doencassextransm.htm#vermais http://www.apf.pt/?area=001&mid=007#hepatite http://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADrus_da_hepatite_B
  16. 16. FIM Trabalho realizado por: • Clara Novais • Marta Gouveia • Rita Pádua • Tiago Correia

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