Aula Dica 2014 - Lâminas

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Aula Dica 2014 - Lâminas

  1. 1. XÔ ANSIEDADE
  2. 2. Matemática e suas tecnologias
  3. 3. Matemática ANÁLISE COMBINATÓRIA Matemática
  4. 4. Matemática FATORIAL n ! = n.(n-1).(n-2).(n-3).......1 OBS. 0 ! = 1 1 ! = 1 Matemática
  5. 5. Matemática ARRANJOS SIMPLES São agrupamentos de elementos distintos nos quais A ORDEM DO ELEMENTOS É IMPORTANTE. ( )! ! , n p n A n p   10.9.8 10,3 A  8.7.6.5 1680 8,4 A   Matemática
  6. 6. Dentre os oito diretores de uma empresa, deve ser escolhida uma chapa constituída de um presidente e um vice-presidente. Se x é o número de chapas distintas que podem ser formadas então x é igual a: a) 8 b) 28 c) 32 d) 56 e) 336 8.7 56 8,2 A   P V Matemática Rodrigo e Arthur Arthur e Rodrigo ou Matemática
  7. 7. COMBINAÇÕES SIMPLES São agrupamentos de elementos distintos nos quais A ORDEM DOS ELEMENTOS NÃO É IMPORTANTE. ! , , p A C n p n p  Matemática 45 2.1 10.9 2! 10,2 10,2    A C Matemática
  8. 8. Numa empresa trabalham 7 baianos e 4 pernambucanos. Deseja-se formar um número de comissões com 5 nordestinos. Considerando-se que cada comissão será constituída por 3 baianos e 2 pernambucanos, pode-se afirmar que o número de comissões a se formar é igual a: a) 210 b) 180 c) 160 d) 90 e) 40 210 2.1 4.3 3.2.1 7.6.5 . 7,3 4,2 C C  x  B1 B2 B3 e P1 P2 MaMtaetemmáátitcaic a
  9. 9. PERMUTAÇÃO SIMPLES É UM ARRANJO SIMPLES NO QUAL n = p. ! , A P n n n n   PERMUTAÇÃO COM REPETIÇÃO !. ! ! , x y n P x y n  MaMtaetemmáátitcaic a
  10. 10. O número de anagramas distintos da palavra sucesso é igual a a) 840 b) 720 c) 600 d) 540 e) 400 840 3! 7! 3 7 P   s u c e s s o MaMtaetemmáátitcaic a
  11. 11. PROBABILIDADE Matemática Matemática
  12. 12. ( ) ( ) n U n E P  n(E) : NÚMERO DE ELEMENTOS DO EVENTO n(U) : NÚMERO DE ELEMENTOS DO ESPAÇO AMOSTRAL PROBABILIDADE DO EVENTO MaMtaetemmáátitcaic a
  13. 13. Matemática PROBABILIDADE DA UNIÃO DE EVENTOS P(AB)  P(A)  P(B)  P(AB) Matemática
  14. 14. Matemática TURMA A TURMA B TURMA C NÚMERO DE MENINOS 17 18 15 NÚMERO DE MENINAS 23 22 25 Observe a tabela abaixo, na qual consta a distribuição de alunos por sexo e turma de uma determinada série de uma escola. Sorteando-se um estudante do curso, a probabilidade de ser uma menina ou ser da turma A é de: a) 87/120 b) 110/120 c) 97/120 d) 90/120 e) 107/120 P(M  A)  P(M)  P(A)  P(M  A) 120 87 120 23 120 40 120 70 P(M  A)     Matemática
  15. 15. Ação de véspera
  16. 16. Ciências humanas e suas tecnologias
  17. 17. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  Antecedentes: A Era das Revoluções Humanas
  18. 18. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  Antecedentes: A Revolução Tecnológica Humanas
  19. 19. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  Antecedentes: O Imperialismo Humanas
  20. 20. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  Antecedentes: Sistema de Alianças Tríplice Aliança Tríplice Entente França Rússia Alemanha Áustria Itália Humanas Inglaterra
  21. 21. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  Antecedentes: Alianças na Região Balcânica Aliada da Rússia Aliada da Áustria
  22. 22. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  Antecedentes: O Existencialismo Filósofos: Kierkegaard, Nietzsche, Husserl e Heidegger. Heidegger negou-o com veemência e Nietzsche morreu antes que alguém pudesse lhe dizer que ele era. Humanas
  23. 23. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  A Guerra: O Encontro Fatal Humanas
  24. 24. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  A Guerra: 1ª Fase (1914-15)-Movimento Humanas
  25. 25. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  A Guerra: 2ª fase (1915-17) Trincheiras Humanas
  26. 26. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  A Guerra: 3ª fase: out. 1917 – mar. 1918 oRússia: Mais de 3.300.000 mortos- Revolução 1917 Humanas
  27. 27. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  A Guerra: 3ª fase: out. 1917 – mar. 1918 oA entrada dos EUA na guerra Humanas
  28. 28. 1ª Guerra Mundial (1914-1918)  Consequências oEuropa destruída, revanchismo Alemão, difusão do comunismo a partir da Rússia, EUA como potência... Humanas
  29. 29. Entre Guerras(1918-1939)  A ESCOLA DE FRANKFURT Instituto de Pesquisa Social, fundada no auditório da Universidade de Frankfurt em 22 de junho de 1924... Humanas
  30. 30. Entre Guerras(1918-1939)  A ESCOLA DE FRANKFURT Theodor Adorno, Max Horkheimer, Herbert Marcuse, Walter Benjamin, Hannah Arendt, Jürgen Habermas. Humanas
  31. 31. Entre Guerras(1918-1939)  Existencialismo: Pós 2ª Guerra Mundial O existencialismo vingou, com o aparecimento do filósofo francês Jean-Paul Sartre Humanas
  32. 32. A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985) Humanas
  33. 33. A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)  A ideia inicial: um golpe passageiro contra o populismo de Jango Humanas
  34. 34. A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985) o1º Arthur da Costa e Silva  OS ANOS DE CHUMBO: 1968 – 1974- A Linha Dura no poder Humanas
  35. 35. A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)  OS ANOS DE CHUMBO: 1968 – 1974- A Linha Dura no poder o1968- morte do estudante Edson Luís, VPR lança carro-bomba, Passeata dos Cem Mil, discurso do deputado Márcio Moreira Alves... Humanas
  36. 36. A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)  OS ANOS DE CHUMBO: 1968 – 1974- A Linha Dura no poder AI-05 Humanas
  37. 37. A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)  OS ANOS DE CHUMBO: 1968 – 1974- A Linha Dura no poder Humanas
  38. 38. A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)  OS ANOS DE CHUMBO: 1968 – 1974- A Linha Dura no poder Humanas
  39. 39. A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)  OS ANOS DE CHUMBO: 1968 – 1974- A Linha Dura no poder oAuge: Emílio Garrastazu Médici Humanas
  40. 40. A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)  OS ANOS DE CHUMBO: 1968 – 1974- A Linha Dura no poder oAuge: Emílio Garrastazu Médici Humanas
  41. 41. A Ditadura Militar no Brasil (1964-1985)  A crise e os indicadores do período Humanas
  42. 42. QUESTÕES ÉTNICO-NACIONALISTAS Humanas
  43. 43. RAÇA O conceito de “raças” foi usado pelos regimes coloniais (apartheid na África do Sul), para perpetuar a submissão dos colonizados (maioria negra, mas sem recursos). Reúne basicamente características morfológicas. Humanas
  44. 44. ETNIA Uma etnia ou um grupo étnico é, no sentido mais amplo, uma comunidade humana definida por afinidades linguísticas, culturais e genéticas. Humanas
  45. 45. POVO, NAÇÃO, PAÍS, ESTADO... ETNIA Humanas
  46. 46. QUESTÃO ÁRABE-ISRAELENSE Humanas
  47. 47. QUESTÃO SÍRIA Humanas
  48. 48. QUESTÃO DA CRIMÉIA Humanas
  49. 49. QUESTÃO DA CATALUNHA Humanas
  50. 50. QUESTÃO DO PAÍS BASCO Humanas
  51. 51. # MEUCONCORRENTESERASGOUTODO
  52. 52. Matriz Energética Humanas
  53. 53. Gás de Xisto Seria a solução? Humanas
  54. 54. Matriz de Transportes Humanas
  55. 55. Busca por uma solução Humanas
  56. 56. Amazônia Brasil possui 64% da área total. 20% da área devastada Destaque para Agropecuária e Mineração. PIB aquecido Geração de energia Humanas
  57. 57. Migrações Internacionais NOVOS DESTINOS: BRASIL; MÉXICO; CATAR e EMIRADOS ÁRABES •FLUXOS TRADICIONAIS: AMÉRICA LATINA  ESTADOS UNIDOS ÁFRICA  EUROPA OCIDENTAL
  58. 58. Migrações: Brasil Humanas
  59. 59. Deslocados (Migrações Forçadas) •16,7 milhões de REFUGIADOS: pessoas que fugiram para outro país, onde receberam asilo; •33,3 milhões de DESLOCADOS INTERNAMENTE: pessoas que não saíram das nações em que nasceram; •1,2 milhão de SOLICITANTES DE ASILO: que ainda estão esperando. Humanas
  60. 60. Migrações: Brasil Humanas
  61. 61. Dilemas do envelhecimento Humanas
  62. 62. Um Forte abraço, sucesso a todos.
  63. 63. Escolha a roupa
  64. 64. Matemática e suas tecnologias
  65. 65. Matemática ESCALA TAMANHO REAL TAMANHO NO DESENHO ESCALA  CUIDADO AO VERIFICAR AS UNIDADES TRABALHADAS EM CADA GRANDEZA ! Matemática
  66. 66. ENEM Sabe-se que a distância real, em linha reta, de uma cidade A, localizada no Estado de São Paulo, a uma cidade B localizada no Estado de Alagoas, é igual a 2000 km. Um estudante, ao analisar um mapa, verificou com sua régua que a distância entre essas duas cidades, A e B, era de 8 cm. Os dados nos indicam que o mapa observado pelo estudante está na escala de a) 1: 250 b) 1: 25 000 c) 1 : 25 000 000 d) 1: 2 500 e) 1: 250 000 Matemática
  67. 67. ENEM 2 000 km = 200 000 000 cm TAMANHO REAL TAMANHO NO DESENHO ESCALA  200 000 000 cm 8 cm ESCALA  ou 1: 25 000 000 25 000 000 1 ESCALA  Matemática
  68. 68. Matemática PORCENTAGEM(%) É uma razão com denominador 100, ou seja, é dividir um número por 100. 0,15 100 15 15%   Matemática
  69. 69. ENEM Matemática
  70. 70. ENEM
  71. 71. Matemática RAZÕES TRIGONOMÉTRICAS NO TRIÂNGULO RETÂNGULO HIPOTENUSA CATETO OPOSTO SENO  HIPOTENUSA CATETO ADJACENTE COSSENO  CATETO ADJACENTE CATETO OPOSTO TANGENTE  C.O. C.A. HIP. Matemática
  72. 72. Matemática ESTATÍSTICA n x x ... x Média 1 2 n     Moda : a classe mais frequente Mediana : classe que ocupa a posição central do ROL Matemática
  73. 73. ENEM
  74. 74. ENEM
  75. 75. Matemática FUNÇÃO DO 1º GRAU ; ( 0) :    x ax b a f R R  FUNÇÃO DO 2º GRAU ; ( 0) : 2     x ax bx c a f R R  Matemática
  76. 76. ENEM Matemática
  77. 77. Matemática Matemática
  78. 78. Horário de verão
  79. 79. Linguagens e suas tecnologias
  80. 80. REDAÇÃO
  81. 81. Cubismo Les demoiselles d’Avignon Garota com o bandolim Fragmentação Simultaneidade de ângulos Sobreposição de planos Linguagens
  82. 82. O pintor espanhol Pablo Picasso (1881-1973), um dos mais valorizados no mundo artístico, tanto em termos financeiros quanto históricos, criou a obra Guernica em protesto ao ataque aéreo à pequena cidade basca de mesmo nome. A obra, feita para integrar o Salão Internacional de Artes Plásticas de Paris, percorreu toda a Europa, chegando aos EUA e instalando-se no MoMA, onde sairia apenas em 1981. Essa obra cubista apresenta elementos plásticos identificados pelo PICASSO, P. Guernica. Óleo sobre tela. 349x776cm. Centro de Arte Reina Sofia,Espanha,1937. Disponível em: http://www.fddreis.files.wordpress.com. Aceso em: 26 jul.2010.
  83. 83. a) painel ideográfico, monocomático, que enfoca várias dimensões de um evento, renunciando à realidade, colocando-se em plano frontal ao espectador. b) horror da guerra de forma fotográfica, com o uso da perspectiva clássica, envolvendo o espectador nesse exemplo brutal de crueldade do ser humano. c) uso das formas geométricas no mesmo plano, sem emoção e expressão, despreocupado com o volume, a perspectiva e a sensação escultórica. d) esfacelamento dos objetos abordados na mesma narrativa, minimizando a dor humana a serviço da objetividade, observada pelo uso do claro-escuro. e) uso de vários ícones que representam personagens fragmentados bidimensionalmente, de forma fotográfica livre de sentimentalismo.
  84. 84. a) painel ideográfico, monocomático, que enfoca várias dimensões de um evento, renunciando à realidade, colocando-se em plano frontal ao espectador. b) horror da guerra de forma fotográfica, com o uso da perspectiva clássica, envolvendo o espectador nesse exemplo brutal de crueldade do ser humano. c) uso das formas geométricas no mesmo plano, sem emoção e expressão, despreocupado com o volume, a perspectiva e a sensação escultórica. d) esfacelamento dos objetos abordados na mesma narrativa, minimizando a dor humana a serviço da objetividade, observada pelo uso do claro-escuro. e) uso de vários ícones que representam personagens fragmentados bidimensionalmente, de forma fotográfica livre de sentimentalismo.
  85. 85. O autor da tira utilizou os princípios de composição de um conhecido movimento artístico para representar a necessidade de um mesmo observador aprender a considerar, simultaneamente, diferentes pontos de vista.
  86. 86. Das obras reproduzidas, todas de autoria do pintor espanhol Pablo Picasso, aquela em cuja composição foi adotado um procedimento semelhante é: Os amantes a) Retrato de Françoise b) Pobres na Praia c) Os dois saltimbancos d) Marie-Therèse apoiada no cotovelo e)
  87. 87. Os amantes a) Retrato de Françoise b) Pobres na Praia c) Os dois saltimbancos d) Marie-Therèse apoiada no cotovelo e) Das obras reproduzidas, todas de autoria do pintor espanhol Pablo Picasso, aquela em cuja composição foi adotado um procedimento semelhante é:
  88. 88. •Intertextualidade •Intratextualidade •Paródia •Paráfrase Linguagens Diálogos artísticos
  89. 89. TEXTO I Lutar com palavras É a luta mais vã. Entanto lutamos Mal rompe a manhã. São muitas, eu pouco. Algumas, tão fortes Como o javali. Não me julgo louco. Se o fosse, teria Poder de encantá-las. Mas lúcido e frio, Apareço e tento Apanhar algumas Para meu sustento Num dia de vida. (ANDRADE, Carlos Drummond de. Poesia e Prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1992, p. 84)
  90. 90. TEXTO II Lutar com palavras Até nos domingos É voltar à infância Por outros caminhos. Lutar com palavras É luta profunda. Começa na estúpida Manhã de segunda. Lutar com palavras É luta perversa. No entanto voltamos À luta na terça. Lutar com palavras No verso ou na carta De amor. Por desleixo, Lutamos na quarta. Lutar com palavras De forma sucinta É estar acordado À espera da quinta. Lutar com palavras É a luta mais besta E falaz. Mas sempre Lutamos na sexta. Lutar com palavras Em dia de sábado É não se dar conta Do tempo acabado. (CARVALHO,Francisco. Mortos não jogam xadrez. Fortaleza: Expressão Gráfica, 2008, p. 49)
  91. 91. Linguagens
  92. 92. Linguagens
  93. 93. Em janeiro de 2004, pouco menos de um mês antes de o hoje todo- poderoso Mark Zuckerberg lançar o thefacebook – protótipo do que posteriormente viria a ser a atual maior rede social do mundo, o Orkut entrava no ar pela primeira vez. Batizada com o nome de seu idealizador, o turco Orkut Büyükkökten, a rede social americana rapidamente se popularizou no Brasil transformando-se em uma febre que parecia não arrefecer. Parecia. Depois de entrar em um longo processo decadente frente à concorrência e se tornar vítima de seu próprio mal – a ‘orkutização’; nesta terça-feira, 30 de setembro, a pioneira rede social do Google encerra as atividades deixando um enorme legado à social media e uma multidão de brasileiros nostálgicos. (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed818_o_fim_do_orkut)
  94. 94. Desde seu surgimento o Orkut teve grande impacto no Brasil, o que não veio a acontecer de forma concreta e duradoura em seu próprio país de origem, onde os números da época já mostravam a inclinação dos americanos pelo falecido MySpace, lançado em 2003. Não demorou para os brasileiros superarem os EUA na quantidade de usuários cadastrados: em junho de 2004 o país saiu da terceira posição para assumir a liderança no Orkut, com 30,63% do uso da rede, o que levou o Google a criar uma versão em português no ano seguinte. A adesão em massa, na época só possível através de convites de usuários já cadastrados, fomentou reações xenófobas que rechaçavam a onda verde e amarela. No entanto, comunidades como a ‘Too Many Brazilians on Orkut’ (‘Muitos brasileiros no Orkut’, em português) logo foram engolidas pela brasilidade dos usuários.
  95. 95. Charge Publicidade Letra de música Poesia Inglês no Enem é interpretacão de textos: Reportagem Linguagens
  96. 96. Estratégias de Leitura Foco na ideia central A Gramática como auxílio interpretativo Dicas tipográficas Conhecimento prévio Falsos cognatos Recursos visuais Linguagens
  97. 97. A Gramática como auxílio interpretativo Linguagens
  98. 98. ENEM/2011 Linguagens
  99. 99. ENEM/2011 A tira, definida como um segmento de história em quadrinhos, pode transmitir uma mensagem com efeito de humor. A presença desse efeito no diálogo entre Jon e Garfield acontece porque A.Jon pensa que sua ex-namorada e maluca e que Garfield não sabia disso. B.Jodell é a única namorada maluca que Jon teve, e Garfield acha isso estranho. C.Garfield tem certeza de que a ex-namorada de Jon é sensata , o maluco é o amigo. D.Garfield conhece as ex-namoradas de Jon e considera mais de uma como maluca. E.Jon caracteriza a ex-namorada como maluca e não entende a cara de Garfield.
  100. 100. ENEM/2013 Linguagens
  101. 101. ENEM/2013 Informações sobre pessoas famosas são recorrentes na mídia, divulgadas de forma impressa ou virtualmente. Em relação a Steve Jobs, esse texto propõe A.expor as maiores conquistas da sua empresa. B.descrever suas criações na área da tecnologia. C.enaltecer sua contribuição para o mundo digital. D.lamentar sua ausência na criação de novas tecnologias. E.discutir o impacto de seu trabalho para a geração digital. Linguagens
  102. 102. Good luck in the exam!
  103. 103. Charge Campanhas de prevenção Música Poemas (A)prova no Enem é muita linguagem: Artigo de Opinião Tirinhas
  104. 104. Pensando… Linguagens
  105. 105. Pensando… Linguagens
  106. 106. Pensando… Proteção da cultura e da história; Tombamento; Preservação e valorização do patrimônio cultural e natural; Restauração de parte do patrimônio. Linguagens
  107. 107. Pensando… Patrimônio Material (Cultural ou Natural); Patrimônio Imaterial. Linguagens
  108. 108. Devo levar
  109. 109. Matemática e suas tecnologias
  110. 110. Matemática SEMELHANÇA 2 x 2 y 1 x 1 y 3 x 3 y X Y 2 2 2 K h H l L s S            RAZÕES HOMOTETIA = SEMELHANÇA Matemática
  111. 111. Matemática PRISMA CILINDRO ÁREA LATERAL = PERÍMETRO DA BASE X ALTURA ÁREA TOTAL = 2 X ÁREA DA BASE + ÁREA LATERAL VOLUME = ÁREA DA BASE X ALTURA Matemática
  112. 112. ENEM
  113. 113. Matemática Matemática
  114. 114. Matemática ÁREA LATERAL = SEMI-PERÍMETRO DA BASE X APÓTEMA(GERATRIZ) ÁREA TOTAL = ÁREA DA BASE + ÁREA LATERAL VOLUME = (ÁREA DA BASE X ALTURA) 1 3 PIRÂMIDE CONE Matemática
  115. 115. ENEM Um arquiteto está fazendo um projeto de iluminação de ambiente e necessita saber a altura que deverá instalar a luminária ilustrada na figura. Sabendo-se que a luminária deverá iluminar uma área circular de 28,26 m2, considerando Π=3,14, a altura h será igual a: a) 3 m b) 4 m c) 5 m d) 9 m e) 16 m
  116. 116. Matemática Matemática h2 + r2 = g2 h2 + 32 = 52 h2 = 25 - 9 h = 4 m
  117. 117. A PROBABILIDADE DOS ALUNOS DO SARTRE FAZEREM UMA ÓTIMA PROVA DO ENEM É DE... UM GRANDE ABRAÇO E BOA PROVA!!!! 100% Matemática
  118. 118. Durma o suficiente
  119. 119. Ciências da natureza e suas tecnologias
  120. 120. C = C C = C CH3 CH3 C2H5 CH3 C2H5 C2H5 C2H5 CH3 CIS TRANS Isomeria geométrica Química
  121. 121. C = C C = C CH3 C3H7 CH3 C4H9 C3H7 C4H9 C2H5 C2H5 Z E Isomeria geométrica Química
  122. 122. Química
  123. 123. Esterificação R - C O OH + R’- OH + H2O R - C O O – R’ Éster Ácido Álcool Química
  124. 124. Esterificação R - C O OH + R’- OH + H2O R - C O O – R’ Éster Hidrólise Reação reversível Equilíbrio Químico Química
  125. 125. Hidrólise de ésteres R - C O O – R’ Éster + H2O R - C O + O – R’ HOH OH H Ácido Álcool Química
  126. 126. Hidrólise de ésteres Enem 2012 Ácido benzóico Etanol OH H Química
  127. 127. R - C O OH R = cadeia longa (graxo) HO - CH2 HO - CH HO - CH2 Glicerina 3 + - O - CH2 - O - CH - O - CH2 R - C O R - C O - O - CH2 CH CH2 R - C O R - C O - O - CH2 - O - CH - O - CH2 R - C O CH - O - CH2 R - C O R - C O + 3 H2O Triéster de glicerila Triglicerídeos Ácido graxo Glicerina Esterificação Química
  128. 128. Esterificação - O - CH2 - O - CH - O - CH2 R - C O R - C O - O - CH2 CH CH2 R - C O R - C O - O - CH2 - O - CH - O - CH2 R - C O CH - O - CH2 R - C O R - C O Óleos Gorduras Lipídios Química
  129. 129. Saponificação - O - CH2 - O - CH - O - CH2 R - C O R - C O - O - CH2 CH CH2 R - C O R - C O - O - CH2 - O - CH - O - CH2 R - C O CH - O - CH2 R - C O R - C O + NaOH - O - CH2 - O - CH - O - CH2 R - C O R - C O HO HO HO - O - CH2 - O - CH - O - CH2 R - C O R - C O - Na+ + Glicerina Sabões Química
  130. 130. Reciclagem Química
  131. 131. Reciclagem Química
  132. 132. Reciclagem Química
  133. 133. Reciclagem Química
  134. 134. Biologia Impactos ambientais
  135. 135. Maré negra
  136. 136. Maré negra Comprometimento da produtividade primária Redução de biodiversidade Intoxicação e magnificação Isolamento térmico (aves e mamíferos)
  137. 137. Bioacumulação Poder residual Compostos não biodegradáveis P O L U E N T E Magnificação trófica
  138. 138. Biorremediação Utilização de seres vivos ou de suas enzimas na recuperação de áreas contaminadas.
  139. 139. Controle biológico Redução do uso de produtos químicos Uso de predadores, parasitas e feromônios para controlar pragas
  140. 140. Biologia Resíduos Reutilização Reciclagem Tratamento Rejeitos Disposição (Aterros sanitários) Gestão de resíduos sólidos
  141. 141. Biologia Gestão de resíduos sólidos
  142. 142. Biologia
  143. 143. Biologia Lixão
  144. 144. Biologia Aterro sanitário
  145. 145. Acelulares Dengue,Aids, Ebola, Chikungunya Envelope capsídeo Genoma viral Procariontes Unicelulares Bacterioses-Antibióticos Vírus e Bactérias Biologia
  146. 146. Protozoários e Fungos Eucariontes Unicelulares Heterótrofos Eucariontes Heterótrofos por absorção Leveduras/Pluricelulares (micélio) Biologia
  147. 147. Agente etiológico: Plasmodium sp •Esporozoário •Parasita intracelular •heteroxeno H.I. Homem H.D. Anopheles Distribuição: zona intertropical Malária - Protozoose Biologia
  148. 148. Modalidades de energia. Física
  149. 149. Modalidades de energia. Constante. Física
  150. 150. Experiência de Joule. 10Kg 10Kg 8,36m Repetiu a queda 10 vezes Ep = m.g.h Ep = 20. Ep = 16.720J Q = m.c.Δθ Q = 200.1.20 Q = 4.000 cal 10. 83,6 Δθ = 20oC
  151. 151. Experiência de Joule. 10Kg 10Kg 4,48m Repetiu a queda 10 vezes Ep = 16.720J Q = 4.000 cal 4.000 cal 16.720J 1 cal X J 1cal = 4,18J
  152. 152. Carregamento de eletrônicos sem fio Indução eletromagnética Física
  153. 153. Carregamento de eletrônicos sem fio
  154. 154. Como carregar celulares, escovas eletrônicas, câmeras digitais, iPod’s, computadores e até automóveis híbridos sem uso de fios? Carregamento de eletrônicos sem fio Física
  155. 155. Carregamento de eletrônicos sem fio Física
  156. 156. Como funciona Física
  157. 157. Como funciona No receptor do aparelho, as bobinas captam o campo eletro magnético produzido pela fonte oscilante, gerando uma corrente elétrica para o circuito interno do aparelho. Física
  158. 158. Como funciona Física
  159. 159. Como funciona Física
  160. 160. Futuro? Física
  161. 161. Inovações presentes Em 2006, pesquisadores do MIT descobriram que é possível transferir energia entre as bobinas distantes entre si de alguns metros por efeito de ressonância. O tamanho, o formato e a composição do material de um trompete determinam a sua frequência de ressonância. Física
  162. 162. Recarga por indução ressonante Física
  163. 163. Parafuso de Arquimedes •Trata-se de um grande parafuso (helicoide) que funciona de forma inclinada (plano inclinado) e gira movendo o fluido para a extremidade oposta do parafuso. Ele facilitava o trabalho no Egito transportando as águas do rio Nilo para os famosos diques de contenção. Podia ser movido por manivela, moinho ou com os pés (tipo bicicleta). Física
  164. 164. Parafuso de Arquimedes
  165. 165. Física
  166. 166. Nos dias de hoje: Física
  167. 167. Exemplo:
  168. 168. 70 . 500.10.4 2 500.2 50. .(2.3.1) 2 . . .(2 ) 2 . . 2 . 0 2 . 2 2 2 2 2 n voltas n mgh mv F n R mgh mv F d mgh mv mv E mão mão peso R C                    Resolução:
  169. 169. BOA PROVA !!!

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