Aula IV: Informática em Saúde- UnB-FGA/Gama

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Prontuário Eletrônico do Paciente

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Aula IV: Informática em Saúde- UnB-FGA/Gama

  1. 1. Prontuário Eletrônico do Paciente Informática em Saúde Profa. Dra. Lourdes Brasil Profa. MSc. Camila Hamdan
  2. 2. SumárioIntrodução GeralConceitosVantagens e DesvantagensPadronizaçãoAplicações
  3. 3. Introdução Geral• Se há uma constante na indústria de saúde, é a mudança.• O modelo de tecnologia para os cuidados da saúde está em constante progresso, à medida que os pesquisadores se deparam com novos desafios.• Ao mesmo tempo, as indústrias de produtos de saúde procuram meios de reduzir custos e de introduzir novos avanços.
  4. 4. Introdução Geral• Depois de décadas atrás das outras indústrias, as indústrias de saúde estão se voltando para a tecnologia da informação para reduzir gastos e implementar produtos inovadores e mais eficientes.• Em particular, desde 2002 em diante, mundialmente viram um aumento das implementações de Prontuários Eletrônicos baseados na troca de informação e documentação de imagens.• Não é surpresa a melhoria de eficiência para aqueles que utilizam essa tecnologia.
  5. 5. Introdução Geral• Depois de décadas atrás das outras indústrias, as indústrias de saúde estão se voltando para a tecnologia da informação para reduzir gastos e implementar produtos inovadores e mais eficientes.• Em particular, desde 2002 em diante, mundialmente viram um aumento das implementações de Prontuários Eletrônicos baseados na troca de informação e documentação de imagens.• Não é surpresa a melhoria de eficiência para aqueles que utilizam essa tecnologia.
  6. 6. Introdução Geral• Alguns consultores de mercado afirmam que mais de 60% das Instituições de Saúde já tem implementado ou pretendem implementar essa tecnologia.• Essa aceitação de mercado se dá, principalmente, pela possibilidade de acesso simultâneo, rápido e seguro de todo o histórico do paciente, incluindo informação multimídia.
  7. 7. Introdução Geral• A utilização de recursos computacionais pode auxiliar a prática médica, tanto em diagnósticos como na análise dos procedimentos.• Previsões de resultados, bem como acesso a informações dispersas, podem dar origem a serviços de melhor qualidade e menor custo.
  8. 8. Conceitos• Um Prontuário Médico pode ser entendido como [1]: Um conjunto de documentos padronizados, ordenados e concisos, destinados ao registro dos cuidados médicos e paramédicos prestados ao paciente pelo hospital; Um conjunto de informações coletadas pelos médicos e outros profissionais de saúde que cuidam do paciente; Um registro de saúde do indivíduo, contendo toda a informação referente à sua saúde, desde o nascimento até a morte; Um acompanhamento do bem-estar do indivíduo: assistência, fatores de risco, exercício e perfil psicológico.
  9. 9. Conceitos• Van Ginneken e Moorman [2] destacam as finalidades de um prontuário: Suporte à assistência ao paciente: como fonte para avaliação e tomada de decisão e como fonte de informação a ser compartilhada entre os profissionais de saúde; Um documento legal dos dados médicos; Suporte à pesquisa: pesquisa clinica, estudos epidemiológicos, avaliação da qualidade do atendimento e ensaios clínicos; Apoio ao ensino para os profissionais da saúde; Gerenciamento e serviços: faturamento, autorização de procedimentos, administração, custos, etc.
  10. 10. Conceitos• Prontuário em papel O prontuário em papel vem sendo usado há milhares de anos, já desde os tempos de Hipócrates, passando por diversas transformações ao longo do tempo, principalmente no último século quando se tornou mais sistematizado. O prontuário em papel apresenta diversas limitações, tanto práticas como lógicas, sendo ineficiente para o armazenamento e organização de grande número de dados de tipos diferentes, apresentando diversas desvantagens em relação ao prontuário eletrônico [2] [3].
  11. 11. Conceitos• Prontuário em papel Limitações: o prontuário pode estar presente em um único lugar ao mesmo tempo, ilegibilidade, ambigüidade, perda freqüente da informação, multiplicidade de pastas, dificuldade de pesquisa coletiva, falta de padronização, dificuldade de acesso e fragilidade do papel. Em contrapartida, um prontuário em papel bem estruturado apresenta algumas vantagens, ainda que contestáveis, em relação ao eletrônico [2]:  facilidade para serem transportados, maior liberdade na forma de escrever,  facilidade no manuseio, não requer treinamento especial e nunca fica "fora do ar“ (como os computadores).
  12. 12. Conceitos• Prontuário Eletrônico  Os antigos registros médicos ou prontuários baseados em papel, passaram a ser informatizados, com o advento da informática médica, criando-se o conceito de Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP), que além de registrar as informações em meio eletrônico, introduziu também novos conceitos, permitindo que novos recursos fossem introduzidos e oferecidos aos profissionais de saúde no momento do registro dessas informações.
  13. 13. Conceitos• Um Prontuário Eletrônico do Paciente é [4]:  Institute of Medicine: "o registro computadorizado de paciente é um registro eletrônico que reside em um sistema especificamente projetado para dar apoio aos usuários através da disponibilidade de dados completos e corretos, lembretes e alertas aos médicos, sistemas de apoio à decisão, links para bases de conhecimento médico, e outros auxílios".  Computer-based Patient Record Institute: "Um registro computadorizado de paciente é uma informação mantida eletronicamente sobre o status e cuidados de saúde de um indivíduo durante toda a sua vida".
  14. 14. Conceitos• Um Prontuário Eletrônico do Paciente é [4]:  Murphy, Hanken e Waters, 1999: "Um registro eletrônico de saúde é qualquer informação relacionada com o passado, presente ou futuro da saúde física e mental, ou condição de um indivíduo, que reside num sistema eletrônico usado para capturar, transmitir, receber, armazenar, disponibilizar, ligar e manipular dados multimídia com o propósito primário de um serviço de saúde".
  15. 15. Vantagens• Eis uma lista de vantagens de um Prontuário Eletrônico (Adaptado de Sittig [5]):  Acesso remoto e simultâneo: Vários profissionais podem acessar um mesmo prontuário simultaneamente e de forma remota. Com a possibilidade de transmissão segura através da Web, os médicos podem rever e editar os prontuários de seus pacientes a partir de qualquer lugar do mundo.  Legibilidade: Registros feitos à mão são notoriamente difíceis de ler. Os dados na tela, ou mesmo impressos, são muito mais legíveis do que os manuscritos.
  16. 16. Vantagens• Eis uma lista de vantagens de um Prontuário Eletrônico (Adaptado de Sittig [5]):  Segurança dos dados: Freqüentemente, alguns usuários preocupam-se com a possível perda de dados devido ao mau funcionamento de alguns sistemas. Entretanto, em um sistema bem projetado, com esquemas seguros de backup e planos contra desastres, o PEP é muito mais confiável e menos passível de perda de dados co que os prontuário convencionais em papel.  Confidencialidade dos dados do paciente: O acesso ao prontuário pode ser restrito e monitorado automaticamente, com cada usuário tendo um nível de acesso específico. Além disso, registros de auditoria podem ser utilizados para a detecção de acessos não-autorizados.
  17. 17. Vantagens• Eis uma lista de vantagens de um Prontuário Eletrônico (Adaptado de Sittig [5]):  Flexibilidade do layout dos dados: Os usuários podem usufruir formas diferentes para a visualização dos dados, vê-los em ordens diferentes, localmente ou via internet.  Captura automática de Dados: Dados fisiológicos podem ser tutorados automaticamente de monitores de beira-de-leito, analisadores de laboratório e equipamentos de imagens localizados em qualquer parte do hospital, evitando-se erros de digitação, por exemplo.
  18. 18. Vantagens• Eis uma lista de vantagens de um Prontuário Eletrônico (Adaptado de Sittig [5]):  Processamento contínuo dos dados: os dados são estruturados e codificados de forma não-ambígua. Os softwares podem continuamente checar e filtrar os dados em busca de erros, sumarizar e interpretar, bem como emitir alertas e lembretes para os médicos.  Assistência à pesquisa: os sistemas podem pesquisar em texto livre, palavras-chave bem como armazenados de forma estruturada, encontrar dados específicos para determinar se um item em particular foi registrado ou não; permitindo pesquisas coletivas e facilitando o levantamento estatístico.
  19. 19. Vantagens• Eis uma lista de vantagens de um Prontuário Eletrônico (Adaptado de Sittig [5]):  Diversas modalidades de saída de dados: Os dados podem ser apresentados para os usuários de diversas formas, voz, impresso, ou pro email. Além disso, instruções podem ser enviadas para equipamentos como bombas de infusão.  Construção de diversos tipos de relatórios: os dados podem ser impressos usando-se uma variedade de fontes, cores e tamanhos, ajudando a chamar a atenção dos médicos para os dados mais importantes. Além disso, imagens podem ser impressas em conjunto com os dados, criando-se figuras mais completas, que ilustram e ajudam a diagnosticar a doença do paciente.  Atualização contínua dos dados: Se o prontuário é integrado, então todos os dados estão disponíveis para todos os médicos da instituição.
  20. 20. Desvantagens• Há autores (McDonald e Barnett [6]) que também elencam uma série de desvantagens:  Necessidade de grandes investimentos em hardware, software e treinamento;  Os usuários podem não se acostumar com o uso dos procedimentos informatizados;  Demora em se ver os reais resultados da implantação do PEP;  Sujeito à falhas, tanto em hardware como em software, que podem deixar o sistema inoperante por horas ou dias, tornando as informações indisponíveis;  Dificuldade para a completa coleta dos fatos.
  21. 21. PEP – Utilização dos Dados• Capacidade explicativa – A capacidade explicativa deve ser explorada ao extremo, justamente para permitir que o médico se sinta seguro com a operação do sistema.
  22. 22. PEP – Utilização dos Dados• Capacidade explicativa – Por ex., ao encerrar o registro do atendimento, o computador deveria resumir para o médico tudo o que foi modificado (novos diagnósticos, solicitações de exames, prescrições) para que este confirme a sua intenção. Poderia também incluir que, na próxima consulta, ele será lembrado sobre alguma situação em especial.
  23. 23. PEP – Utilização dos Dados• Capacidade explicativa – O sistema tem de ser capaz de, no início, dar o maior número de explicações, mas, na medida em que note maior proficiência e confiança por parte do médico na interação, reduzir o "grau de intervenção" a um nível aceitável.
  24. 24. PEP – Utilização dos Dados• Capacidade explicativa – A capacidade de se "adaptar" ao modo de agir de cada profissional de saúde em particular é outro campo extremamente vasto com a possibilidade de aplicação de novas técnicas como é o caso das redes neurais artificiais.
  25. 25. PEP – Utilização dos Dados• Capacidade explicativa – A possibilidade de permitir que o profissional de saúde compare o resultado do tratamento de seus pacientes com o resultado de casos semelhantes manejados por outros colegas dentro do hospital ou mesmo da literatura.
  26. 26. PEP – Utilização dos Dados• Capacidade explicativa – A ligação com outros bancos de dados é de extrema utilidade, pois o profissional de saúde não teria outra forma de acessar rapidamente o "conhecimento" existente na literatura que não através da interação direta via computador.
  27. 27. PEP – Utilização dos Dados• Capacidade explicativa – A utilização de recursos gráficos mostrando as tendências ou padrões apresentados neste tipo de comparação, como também para comparação de qualquer outro parâmetro evolutivo do paciente, é mais um detalhe que pesa favoravelmente no sentido de uma maior interação do médico para com o computador.
  28. 28. PEP – Utilização dos Dados• Aspectos técnicos:  a manipulação de informações não estruturadas, sem imposição de limites quanto a tipo ou comprimento de campos;  flexibilidade total na definição do banco de dados, suportando redefinições, exceções, valores nulos, campos condicionais;
  29. 29. PEP – Utilização dos Dados• Aspectos técnicos:  armazenamento permanente da informação (sem eliminação), com o rastreamento dos dados válidos na atualidade, bem como a possibilidade de recuperar as informações passadas;  tratamento de abreviaturas e sinônimos com o devido mapeamento para os termos da instituição por ocasião da entrada de dados (adaptação do sistema a cada profissional de saúde).
  30. 30. Informática em Saúde Sistemas de Codificação e Padronização
  31. 31. Introdução• O profissional de saúde deve ser o usuário direto dos sistemas de prontuários eletrônicos: – a melhoria da qualidade de atendimento passa pela informatização da atividade clínica que é baseada em informação; – os profissionais de saúde são os reais provedores da informação necessária.
  32. 32. Introdução• Para que este objetivo possa ser alcançado, é necessário resolver uma série de problemas: – dificuldades de interação do profissional de saúde com o computador; – padronização da terminologia médica a ser utilizada;
  33. 33. Introdução• A padronização é necessária para que possa haver a comunicação, compreensão e recuperação da informação representada e transmitida. Um exemplo prático a nível mundial é a utilização da língua inglesa como padrão para comunicação.
  34. 34. Introdução• O maior problema que enfrentamos quando tentamos padronizar a forma e o conteúdo da informação médica, é que nos utilizamos de linguagem natural para nos comunicarmos.
  35. 35. Introdução• Quando um médico descreve uma determinada patologia outro profissional pode relatar a mesma utilizando-se de outro vocabulário, isso representa uma dificuldade para o registro clínico informatizado. Há, então, a necessidade da padronização da terminologia médica.
  36. 36. Introdução• No Brasil, já existe um número considerável de hospitais que possuem algum nível de informatização de suas rotinas, onde existe a necessidade de interconectar módulos clínicos departamentais (laboratório, radiologia, etc.) ou de gestão administrativa e financeira, adquiridos isoladamente.
  37. 37. Introdução• Isto leva a necessidade de estabelecer padrões para a intercomunicação entre os diferentes softwares e equipamentos computadorizados já existentes.
  38. 38. Introdução• Esta padronização envolve três diferentes níveis: – a conexão a nível físico, envolvendo o tipo de conector, sinais a serem transmitidos, voltagens destes sinais, etc...; – o protocolo de transmissão de dados, envolvendo que espécie de informações são necessárias para a transmissão propriamente dita;
  39. 39. Introdução• Esta padronização envolve três diferentes níveis: – o formato dos dados, envolvendo a maneira como eles são codificados (números, caracteres), terminologia a ser empregada, unidades de medida, etc...
  40. 40. Vantagens da Codificação• Redução dos dados (eliminação das informações desnecessárias)• Terminologia padronizada• Suporte às avaliações estatísticas e realizações de pesquisas• Suporte as atividades de gerenciamento e planejamento• Possibilita o desenvolvimento de sistemas de suporte à decisão
  41. 41. Vantagens da Codificação• Informações com qualidade – uniformização e estruturação dos dados; – interoperabilidade dos dados
  42. 42. Codificação - Problemas• Quando se pretende manipular registros clínicos, mesmo que para fins exclusivamente de pesquisa científica, são vários os problemas encontrados quanto à sua codificação.
  43. 43. Codificação - Problemas• Qualquer que seja a codificação, ela só é totalmente útil se for empregada para a finalidade com que foi criada.• Encontram-se vários problemas de ambigüidade ou mesmo falta de definição quando se deseja utilizar uma determinada classificação com fins diversos ao que ela se destina originalmente.
  44. 44. Codificação - Problemas• a subjetividade e a falta de regras claras sobre como realizar uma classificação, a falta de treinamento específico, etc., levam a uma alta taxa de erros de codificação.
  45. 45. Codificação - Problemas• Uma forma de diminuir a subjetividade é trabalhar apenas com certos dados clínicos básicos, o que é conhecido como o conjunto mínimo de dados (minimum data set).
  46. 46. Codificação - Problemas• Este precisa ser estabelecido levando em conta as necessidades dos profissionais de saúde, do paciente e da instituição. Tal definição só pode ser atingida após uma extensa fase de planejamento.
  47. 47. Padrões• Representam conceitos médicos num banco de dados para fins de busca especializada. São uma coleção de especificações certificadas por uma organização (ISO, ASTM - American Society for Testing Materials, OMS)
  48. 48. Padrões• Exemplos de tipos de padrões: – Padrões para representação da informação médica ( CID, AMB, CFF, SNOMED, ATC, etc.); – Padrões de intercâmbio de informação (HL7, CORBAMED ) – de fundamental importância para o sucesso da integração dos sistemas de informação em saúde.
  49. 49. Padronização das Informações• Os padrões de intercâmbio de informações especializadas (por exemplo, entre laboratórios) são de grande ajuda quanto a codificação dos diversos tipos de exames e como seus resultados são comunicados.
  50. 50. Padronização das Informações• Entretanto, eles são fundamentais quando se pretende informatizar coisas mais complexas, tais como a história clínica, exame físico, prescrição, evolução, prognóstico, etc...
  51. 51. Padronização das Informações• As primeiras iniciativas neste sentido já são bastante antigas e correspondem aos métodos de classificação e codificação de informações médicas, tais como a Classificação Internacional de Doenças (CID), Standard Nomenclature of Medicine (SNOMED), etc...
  52. 52. Padronização das Informações• Vários são os trabalhos neste campo, tendo sido inclusive criado um grupo especial na International Medical Informatics Association (IMIA) para tratar do assunto.
  53. 53. Padronização das Intercomunicação • Um dos maiores esforços de desenvolvimento de padrões de intercâmbio de informações é o chamado Health Level Seven (HL7), cujo nome se refere ao nível 7 do padrão ISO/OSI para redes de computadores, ou seja, o nível de aplicação, definido pelo usuário, deste conhecido padrão internacional de intercomunicação.
  54. 54. Padronização da Intercomunicação• Desenvolvido por um grupo de hospitais, consultores e vendedores de sistemas, ele tem por objetivo definir padrões para a solicitação de exames, geração dos resultados, censo hospitalar e faturamento.
  55. 55. Resumo de Padronização• • HL7• ASTM Ver material do• SEBRAE/Carolina, CEN Levantamento de Dados para• IEEE a Construção de um• WHO Prontuário Eletrônico do• Paciente, UCB, 2004. • DICON• CORBA Trabalho Final_.pdf• XML• DATASUS• ABRANGE• SBIS
  56. 56. Aplicações
  57. 57. Informática em Saúde Prontuário Eletrônico do Paciente
  58. 58. Projeto: CMV – Consultório Médico Virtual• Ver material – Apresentação EPR Hanói.ppt.
  59. 59. Informática em SaúdeProntuário Eletrônico
  60. 60. Informática em Saúde Prontuário Eletrônico• Ver material – ProjetoFinal_Volume_I_r3.pdf – ProjetoFinal_Volume_II_r3.pdf
  61. 61. Usuários do Sistema• Médico: São os médicos das especializações de cardiologia e pneumologia cadastrados na Clínica. Serão os responsáveis pela gestão das informações dos prontuários dos pacientes. Não possui restrição no acesso, além de responder a questionamentos relacionados aos pacientes. O médico desempenhará as seguintes atividades: – Diagnosticar a doença através do exame: cardiológico ou pneumológico; – Solicitar exames médicos; – Emitir documentos médicos, como: receitas, atestados, laudos, etc; – Encaminhar paciente à fisioterapia.
  62. 62. Usuários do Sistema• Secretária: é a responsável por cadastrar as informações de identificação do paciente e possui acesso restrito a determinados módulos do sistema. Desempenhará as seguintes atividades: – Manter informações gerais de identificação do paciente; – Marcação de consulta e contato telefônico com pacientes. – Manter agendamento de consultas do paciente; – Manter agendamento de sessões do paciente; – Manter informações dos médicos externos.
  63. 63. Usuários do Sistema• Fisioterapeuta: é o responsável pelas informações dos prontuários dos pacientes, além de emitir relatórios para a UCB referente ao andamento dos atendimentos da Clínica, desempenhará as seguintes atividades: – Emitir relatórios anuais, mensais e semestrais; – Registrar prontuário do paciente; – Registrar os dados das sessões de fisioterapia do paciente..
  64. 64. Usuários do Sistema• Estagiário: desempenhará as mesmas atividades da Secretária.
  65. 65. Informática em Saúde Prontuário Eletrônico• Ver material – MIOLO_Livro_Informatica_Saude_Para_Re vis+úo.pdf, Cap. 7, a partir da pg.216 a 237
  66. 66. Bibliografia• [1] SABBATINI, R.M.E. - Microcomputers Applications in Medicine: a Review. Geneva: World Health Organization, Information Systems Support Division, mimeo, 1985.• [2] VAN GINNEKEN E MOORMAN - The Computer-Based Patient Record: An Essential Technology for Health Care, Revised Edition,1997.• [3] SABBATINI, R. M.E. - Uso do Computador no apoio ao Diagnóstico Médico; Núcleo de Informática Biomédica da Universidade Estadual de Campinas, 1992.• [4] COSTA, G. A., Desenvolvimento e Avaliação tecnológica de um sistema de prontuário eletrônico do paciente, baseado nos paradigmas de World Wide Web e da Engenharia de Software, Dissertação de Mestrado, Programa de Engenharia Biomédica, UNICAMP, São Paulo 267p., 2001.
  67. 67. Bibliografia• [5] SITTIG DF. Personal health records on the internet: a snapshot of the pioneers at the end of the 20th Century. Int J Med Inf. 2002.• [6] MCDONALD E BARNETT – ‘Pay-per-view’ Concept in Healthcare: A Grounded Theory Perspective, 1990.• [7] VAN BEMMEL JH, Van Ginneken AM, Van der Lei J. Commentary. A progress report on computer-based patient records in Europe. In: Detmer D, Steen EB, eds. The Computer-based Patient Record . Washington DC: National Academy Press, 1997.• [8] MURPHY, G.F., HANKEN, M.A., WATERS, K.A. Electronic Health Records: Changing• the Vision. Philadelphia: W.B. Saunders Company, 1999• [9] A. DONABEDIAN. - The Quality of Care how can it be assessed?. JAMA 1988, v.260, n.12. sept. 1988;• [10] BLOIS e SHORTLIFFE - Medical informatics: computer applications in health care,1990.
  68. 68. Bibliografia• [11] TORRES, Gabriel, Redes de Computadores, Axcel , 1999.• [12] HL7 Health Level Seven – Data Model Development , Página da Web [http://www.hl7.org/] acessada em junho,2004.• [13] ASTM American Standards for Testing and Materials Página da Web acessada em julho,2004 http://www.astm.org/.• [14] CEN Comite Europeen de Normalisation . Página da Web acessada em julho, 2004. htpp://www.centc251.org/.• [15] IEEE Institute of Electrical and Electronics Engineers, Inc. Página da Web acessada em julho, 2004 http://www.ieee.org/.• [16] WHO World Health Organization Página da Web acessada em julho,2004. http://www.who.int/ .• [17] FREITAS, C.R.R. et al. Vocabulário Médico. [http://www.virtual.epm.br/material/tis/curred/temas/med5/med5t12000/voc/FINALZAO.htm]. Julho de 2003.• [18] DICON Digital Imaging and Communications in Medicine. Página da Web acessada em julho,2004. http://www.medical.nema.org/dicom.html.
  69. 69. Bibliografia• [19] NARDON, F.B., FURUIE, S., TACHINARDI, U. Novas Tecnologias para Construção do Prontuário Eletrônico do Paciente. In: Anais do Congresso da Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. São Paulo, 2000.• [20] FIALES V.R, Construção de um Serviço de Identificação de Pacientes, Página da Web acessada em julho, 2004. http://:www.sbc.org.br/reic/edicoes/2001e1/cientificos/Construcao_de_um_Servico_de_Identificac ao_de_Pacientes.pdf.• [21] W3C – W3 CONSORTIUM. Extensible Markup Language (XML), Página da Web acessada em julho,2004. [http://www.w3.org].• [22] SOKOLOSWSKI e DUDEK, 1999.• [23] DATASUS Página da Web acessada em julho,2004. [http://www.datasus.gov.br].• [24] MS - Ministério da Saúde/ Fundação Nacional de Saúde – Funasa/ Centro Nacinal e Epidemiologia – CINEPE. Sistemas de Informações – SM 2003.
  70. 70. Bibliografia• [25] SBIS - Sociedade Brasileira de Informática em Saúde. Página da Web acessada em julho, 2004. http://www.sbis.org.br.• [26] Manual de Requisitos de Segurança, Conteúdo e Funcionalidades para Sistemas de Registro Eletrônico em Saúde. Versão 2.1, São Paulo fevereiro, 2004. [GTCERT_20040219_RT_v2.1.pdf].• [27]ABREU, C.G, BRASIL, L. M,SILVA, R. R, SOUZA, N.C - Prontuário Eletrônico do paciente aplicado á cardiologia – Workshop de MGCTI, 2004.• [28] ABREU, C.G, BRASIL, L. M,SILVA, R. R, SOUZA, N.C - Prontuário Eletrônico do paciente para Web aplicado á cardiologia. Congresso de Informática em Hanói, Vietnã, 2004.• [29] PRC - Comitê de Padronização do Registro Clínico. Conjunto Essencial de Informações do Prontuário para Integração da Informação em Saúde. Novembro, 1999. Disponível em: [ftp://ftp.datasus.gov.br/prc/Rec_001.zip]. Acessado em: julho/2004.
  71. 71. Bibliografia• Cacilna Ferreira dos Santos, Karlen Santana de Almeida, Lidian Bezerra de Sousa. PW – Prontuário Web, Trabalho de Conclusão de Curso, Bacharelado em Sistemas da Informação, Universidade Católica de Brasília (UCB), 2007.• Antônio Domingues Neto, Lourdes M. Brasil, Valfran S. de Almeida, Mauricio A. Machado e Arlindo G. Vieira. Prontuário Eletrônico do Paciente. In: BRASIL, L.M. (Org.), Informática em Saúde. Editoras: Universa e Eduel, 2008.
  72. 72. OBRIGADA!

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