ORGANIZAÇÃO DE ACERVO AUDIOVISUAL:     o bibliotecário inserido no contexto                 museológico                   ...
“Os arquivos, as bibliotecas e os museus incluem-se   entre as instituições culturais responsáveis pela    armazenagem, co...
OBJETOS EM MUSEUS Variedade de tipologia de acervo; Informação não embutida na peça; Contexto histórico; Peças únicas.
ACERVOS AUDIOVISUAIS“As formas audiovisuais são testemunhos vivos dahistória da tecnologia, da performance e da cultura.  ...
EXPERIÊNCIA: MUSEU DA IMAGEM E DO SOM Missão: "Prestar serviços à sociedade através da  preservação,    documentação,    ...
EQUIPE DO PROJETO DE DOCUMENTAÇÃO DO                ACERVO               Coordenação:        Museóloga Rosana Nascimento  ...
CONHECER Políticas e documentos já existentes sobre  a instituição; Conhecer como as coleções foram  formadas; Decreto ...
APRESENTARApresentação da Equipe do projeto;Apresentação das atividades a seremrealizadas ao corpo de funcionários dains...
SISTEMA DE NUMERAÇÃO Coleção I – Filmes Coleção II – Som Coleção III – Imagem Coleção IV – Equipamentos Coleção V – R...
COLEÇÃO I - FILMES Películas 35mm, 16mm, 8mm e super 8 Fitas  VHS, Umatic, DVcam, MiniDV, Betacam, Betamax DVDs
CONTROLE NUMÉRICO, ETIQUETA E                 MARCAÇÃO Controle numérico:     atribuição do código da coleção em  ordem s...
Fotos: Equipe do Projeto
CATALOGAÇÃOFoi criado um banco de dados no Microsoft Access,que possui cinco fichas diferentes, uma para cadacoleção. Cada...
Fotos: Equipe do Projeto
INVENTÁRIO (REGISTRO PATRIMONIAL) É o documento oficial de registro dos objetos da  instituição. Para esta fase, foi fei...
ACERVO ORGANIZADO         154   98   130                    1278                                    Filmes                ...
COLEÇÃO I - FILMES      167           214                                            Película                          11 ...
DOCUMENTAÇÃO CRIADA   Ficha de Entrada para Estudo e Posterior Aquisição;   Recibo de Estudo e Posterior Aquisição;   D...
MANUAL DE PROCEDIMENTOS Orienta os responsáveis pelo acervo para garantir a  uniformidade nos procedimentos, a partir da ...
NOMENCLATOR DO BANCO DE DADOS
NOMENCLATOR DO INVENTÁRIO
CONSIDERAÇÕES FINAISA oportunidade de trabalhar com o tratamentode um acervo museológico, certamente ampliaos conhecimento...
Fotos: Equipe do Projeto
Foto: Equipe do Projeto
Foto: Equipe do Projeto
Fotos: Equipe do Projeto
Foto: Equipe do Projeto
OBRIGADA!                Juliana Gulka    julianagulka@gmail.com                 Foto: Equipe do Projeto
REFERÊNCIASCALDEIRA, Paulo da Terra. Museus. In: CAMPELLO, Bernadete Santos;CALDEIRA, Paulo da Terra; MACEDO, Vera Amália ...
ORGANIZAÇÃO DE ACERVO AUDIOVISUAL:  o bibliotecário inserido no contexto museológico
ORGANIZAÇÃO DE ACERVO AUDIOVISUAL:  o bibliotecário inserido no contexto museológico
ORGANIZAÇÃO DE ACERVO AUDIOVISUAL:  o bibliotecário inserido no contexto museológico
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

ORGANIZAÇÃO DE ACERVO AUDIOVISUAL: o bibliotecário inserido no contexto museológico

2.369 visualizações

Publicada em

Trabalho apresentado na I Semana de Interatividade da Biblioteconomia organizado pela UDESC, em Florianópolis - SC.

0 comentários
5 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.369
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
77
Comentários
0
Gostaram
5
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

ORGANIZAÇÃO DE ACERVO AUDIOVISUAL: o bibliotecário inserido no contexto museológico

  1. 1. ORGANIZAÇÃO DE ACERVO AUDIOVISUAL: o bibliotecário inserido no contexto museológico Juliana Gulka Graduanda em Biblioteconomia – UFSC julianagulka@gmail.comI Semana de Interatividade da Biblioteconomia: tour pela informação 21 a 25 de maio de 2012 ● Florianópolis - SC
  2. 2. “Os arquivos, as bibliotecas e os museus incluem-se entre as instituições culturais responsáveis pela armazenagem, conservação e divulgação dos acervos coletados ao longo da trajetória das comunidades humanas” (CALDEIRA, 1998, p.393)
  3. 3. OBJETOS EM MUSEUS Variedade de tipologia de acervo; Informação não embutida na peça; Contexto histórico; Peças únicas.
  4. 4. ACERVOS AUDIOVISUAIS“As formas audiovisuais são testemunhos vivos dahistória da tecnologia, da performance e da cultura. Ao apresentar imagens e sons de culturasestrangeiras e moldar nossa memória coletiva sobre momentos históricos, elas ajudam a construir as bases do diálogo intercultural e enriquecem o conhecimento humano” Irinia Bokova Diretora-Geral da UNESCO (2011)
  5. 5. EXPERIÊNCIA: MUSEU DA IMAGEM E DO SOM Missão: "Prestar serviços à sociedade através da preservação, documentação, pesquisa e comunicação de seu acervo contribuindo para o fortalecimento da identidade e cidadania do povo catarinense." O acervo audiovisual do MIS, é um importante registro da produção cultural catarinense.
  6. 6. EQUIPE DO PROJETO DE DOCUMENTAÇÃO DO ACERVO Coordenação: Museóloga Rosana Nascimento Execução: Bibliotecária Renilda Oliveira Apoio: Estagiária em Biblioteconomia - Juliana Gulka
  7. 7. CONHECER Políticas e documentos já existentes sobre a instituição; Conhecer como as coleções foram formadas; Decreto de criação do Museu, regimento interno.
  8. 8. APRESENTARApresentação da Equipe do projeto;Apresentação das atividades a seremrealizadas ao corpo de funcionários dainstituição, atentando para as rotinas queseriam tomadas com a execução do projeto.
  9. 9. SISTEMA DE NUMERAÇÃO Coleção I – Filmes Coleção II – Som Coleção III – Imagem Coleção IV – Equipamentos Coleção V – Registros Textuais
  10. 10. COLEÇÃO I - FILMES Películas 35mm, 16mm, 8mm e super 8 Fitas VHS, Umatic, DVcam, MiniDV, Betacam, Betamax DVDs
  11. 11. CONTROLE NUMÉRICO, ETIQUETA E MARCAÇÃO Controle numérico: atribuição do código da coleção em ordem sequencial. Etiqueta: número anotado a lápis em cartolina e preso com barbante no objeto, o que consiste na etiqueta de controle do mesmo. Marcação: consiste em registrar na peça, de forma definitiva, o número que é único e intransferível. A mesma não deve ser realizada em locais muito aparentes ou que comprometam a estética da peça, mas deve ser escrita de forma legível. Também se devem evitar laterais e bases que podem se desgastar com facilidade e comprometer a inscrição.
  12. 12. Fotos: Equipe do Projeto
  13. 13. CATALOGAÇÃOFoi criado um banco de dados no Microsoft Access,que possui cinco fichas diferentes, uma para cadacoleção. Cada ficha de catalogação possui camposexclusivos para atender aquela tipologia de acervo.Para extrair as informações foram utilizadosequipamentos de reprodução: Filmes: projetores de 8mm e 16mm, videocassete, televisão, DVD, mesa enroladeira (para películas em 35 mm), aparelhos de DVCam, Umatic e lupa.
  14. 14. Fotos: Equipe do Projeto
  15. 15. INVENTÁRIO (REGISTRO PATRIMONIAL) É o documento oficial de registro dos objetos da instituição. Para esta fase, foi feito uma boneca de inventário, onde foram escolhidos seis itens que contemplam as informações mais importantes: número de registro; nome do objeto; data de registro; tipo de registro; autoria/função; observações. No inventário, diferentemente das fichas de catalogação, os itens são comuns a todas as coleções.
  16. 16. ACERVO ORGANIZADO 154 98 130 1278 Filmes Som Imagem Equipamentos Registros Textuais2122 TOTAL: 3782 peças
  17. 17. COLEÇÃO I - FILMES 167 214 Película 11 MiniDV143 6 DVCam7 VHS28 Betacam Betamax Umatic DVD 702 TOTAL: 1278 títulos
  18. 18. DOCUMENTAÇÃO CRIADA Ficha de Entrada para Estudo e Posterior Aquisição; Recibo de Estudo e Posterior Aquisição; Dossiê de Estudo; Termo de doação com restrições; Termo de doações sem restrições; Agradecimento por doação; Termo de Permuta; Contrato de licença de uso temporário de imagens; Edital de Exposições temporárias; Autorização para descarte; Formulário de solicitação de empréstimo Institucional; Contrato de comodato. Regimento Interno; Política de aquisição e descarte de acervos; Manual de procedimentos; Nomenclator do banco de dados; Nomenclator do Inventário.
  19. 19. MANUAL DE PROCEDIMENTOS Orienta os responsáveis pelo acervo para garantir a uniformidade nos procedimentos, a partir da entrada do objeto até a sua catalogação. Auxilia o responsável, em qualquer estágio de tramitação: Preencher os termos no ato do recebimento; Encaminhar os objetos na sua entrada para a Comissão de Acervo; Classificar os documentos após o parecer técnico da Comissão de Acervo; Catalogar os objetos.
  20. 20. NOMENCLATOR DO BANCO DE DADOS
  21. 21. NOMENCLATOR DO INVENTÁRIO
  22. 22. CONSIDERAÇÕES FINAISA oportunidade de trabalhar com o tratamentode um acervo museológico, certamente ampliaos conhecimentos dentro da própria ciência dainformação e propõe que exista umainterdisciplinaridade quanto a Biblioteconomia ea Museologia.Essa abordagem aponta para o desafio detrabalhar com informações que nem sempre sãoidentificadas prontamente.
  23. 23. Fotos: Equipe do Projeto
  24. 24. Foto: Equipe do Projeto
  25. 25. Foto: Equipe do Projeto
  26. 26. Fotos: Equipe do Projeto
  27. 27. Foto: Equipe do Projeto
  28. 28. OBRIGADA! Juliana Gulka julianagulka@gmail.com Foto: Equipe do Projeto
  29. 29. REFERÊNCIASCALDEIRA, Paulo da Terra. Museus. In: CAMPELLO, Bernadete Santos;CALDEIRA, Paulo da Terra; MACEDO, Vera Amália Amarante (orgs.).Formas e expressões do conhecimento: introdução às fontes deinformação. Belo Horizonte: Escola de Biblioteconomia da UFMG, 1998.p.393-414.ONU. Cultura audiovisual deve ser preservada, defende UNESCO. 27out. 2011. Disponível em: <http://www.onu.org.br/cultura-audiovisual-deve-ser-preservada-defende-unesco/>. Acesso em: 18 mai. 2012.SANTA CATARINA. Museu da Imagem e do Som. Plano MuseológicoMuseu da Imagem e do Som de Santa Catarina – MIS/SC.Florianópolis, 2011. Não publicado.

×