ESTÁGIO BÁSICO PARA SARGENTO TEMPORÁRIO PPE 07/3

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ESTÁGIO BÁSICO PARA SARGENTO TEMPORÁRIO PPE 07/3

  1. 1. SEM OBJETIVOS BEM DEFINIDOS, SOMENTE POR ACASO CHEGAREMOS A ALGUM LUGAR Edição Inicial 2000 - Aprovada pela Portaria Nr 024 - COTER, de 16 Nov 99 para os anos de 2000 e 2001. 1.00
  2. 2. 2.00
  3. 3. A PARTIR DE UMA VISÃO IDEAL E ADEQUADA DE PREPARAÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA, O SISTEMA DE INSTRUÇÃO MILITAR DO EXÉRCITO BRASILEIRO PROCURA PROMOVER A EXECUÇÃO DESSA ATIVIDADE COM ABSOLUTA FLEXIBILIDADE, PARA QUE POSSAM SER ABSORVIDAS AS CONDIÇÕES, PECULIARIDADES E RESTRIÇÕES CONJUNTURAIS EM CADA COMANDO DE ÁREA, EM CADA GRANDE UNIDADE E EM CADA UNIDADE, SEM PERDAS SUBSTANCIAIS NOS RESULTADOS E COM A GARANTIA DE CONSECUÇÃO DOS OBJETIVOS AOS QUAIS SE PROPÕE. 3.00 A concepção de preparação da Força Terrestre Brasileira, consubstanciada nos Programas- Padrão, pode ser resumida em apenas uma sentença: A não ser que esteja explicitamente especificado, o gênero utilizado nas palavras contidas neste Programa-Padrão de Instrução tanto serve para identificar o segmento masculino, quanto o feminino, indistintamente.
  4. 4. 4.00 E S T E P R O G R A M A - P A D R Ã O E S T Á O R G A N I Z AD O E M D U A S PARTES: 1ª PARTE - INSTRUÇÃO INDIVIDUAL BÁSICA - 1ª FASE 2ª PARTE - APLICAÇÃO DE CONHECIMENTOS - 2ª FASE
  5. 5. 1ª PARTE - EBST / 1ª FASE I. INTRODUÇÃO __________________________________________________________________________________ 7.00 1. Finalidade ____________________________________________________________________________________ 8.00 2. Referências __________________________________________________________________________________ 8.00 3. Objetivo do EBST/1ª Fase _______________________________________________________________________ 8.00 4. Execução do EBST/1ª Fase _____________________________________________________________________ 8.00 5. Estrutura da Instrução _________________________________________________________________________ 9.00 6. Direção e Condução do Estágio _________________________________________________________________ 10.00 7. Avaliação ____________________________________________________________________________________ 11.00 8. Interpretação dos OII __________________________________________________________________________ 13.00 9. Estrutura do Programa-Padrão __________________________________________________________________ 14.00 10. Normas Complementares _______________________________________________________________________ 14.00 II. QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO _____________________________________________________ 16.00 III. MODELO DE FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DO ESTAGIÁRIO ___________________________________ 19.00 IV. MODELO DE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DO ESTAGIÁRIO ________________________________ 22.00 V. ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA ___________________________________________________________________ 25.00 VI. PROGRAMA DE MATÉRIAS _______________________________________________________________________ 29.00 1. Armamento, Munição e Tiro _____________________________________________________________________ 30.00 2. Continência e Sinais de Respeito ________________________________________________________________ 34.00 3. Instrução Geral _______________________________________________________________________________ 36.00 4. Defesa das Instituições e do Estado de Direito _____________________________________________________ 40.00 5. Marchas, Estacionamentos e Serviço em Campanha ________________________________________________ 42.00 6. Ordem Unida _________________________________________________________________________________ 44.00 7. Administração Militar __________________________________________________________________________ 45.00 8. Higiene e Primeiros Socorros ___________________________________________________________________ 46.00 9. Treinamento Físico Militar ______________________________________________________________________ 48.00 5.00 Página
  6. 6. 6.00
  7. 7. 7.00 As páginas que se seguem contêm uma série de informações, cuja leitura é considerada indispensável para os usuários da 1ª Parte do presente Programa-Padrão de Instrução. I. INTRODUÇÃO – 1ª FASE
  8. 8. I. INTRODUÇÃO 1. Finalidade A 1ª Parte do Programa-Padrão regula o planejamento e a execução da 1ª Fase do Estágio Básico de Sargento Temporário (EBST/1ª Fase). 2. Referências 1) Portaria Ministerial Nr 153, de 25 de março de 1998. 2) Portaria Ministerial Nr 387, de 10 de julho de 1998. 3) Portaria Nr 043-DGP, de 26 de outubro de 1998. 4) Portaria Nr 067-EME, de 10 de agosto de 1999. 3. Objetivos do EBST/1ª Fase a. Objetivos Gerais Definidos na Portaria Nr 043-DGP, de 26 de outubro de 1998. O EBST destina-se aos reservistas de 1ª e 2ª categorias, aos dispensados de incorporação e às mulheres − todos integrantes de categorias profissionais de nível médio e voluntários − convocados ou incorporados como 3º Sargentos Técnicos Temporários para a ocupação de cargos relacionados com áreas de conhecimento de interesse do Exército. A 1ª Fase tem os seguintes objetivos gerais: 1) adaptar os Estagiários à vida militar; 2) adquirir conhecimentos, habilidades e destrezas indispensáveis para o exercício das funções inerentes ao 3º Sargento Técnico Temporáro; 3) desenvolver os Atributos da Área Afetiva que conformam o Caráter Militar, essenciais ao graduado. b. Objetivos Parciais Ligados à natureza didática das atividades de instrução e às áreas de aprendizagem: 1) Adquirir determinados conhecimentos de imediata necessidade do 3º Sargento Técnico Temporário; 2) Desenvolver Padrões de Desempenho Físico; 3) Iniciar a Criação de Hábitos; 4) Iniciar a Formação do Caráter Militar; 5) Desenvolver determinadas Habilitações Técnicas; 6) Obter Padrões de Procedimentos; 7) Obter reflexos relacionados à execução de Técnicas Individuais de Combate. 4. Execução do EBST/1ª Fase a. Condições de Execução Os Estagiários serão convocados ou incorporados como 3º Sargentos Técnicos Temporários. Esta graduação será confirmada quando os Estagiários terminarem a 2ª Fase do EBST com aproveitamento. O Estágio será conduzido conforme as prescrições do PPB/1 (páginas de 023 a 033). A Direção de Instrução deverá atentar para as peculiaridades da instrução do segmento feminino. Não só a Direção de Instrução, mas todos os Oficias, Subtenentes e Sargentos da OM deverão concorrer para promover a integração dos Estagiários e para desenvolver laços de vinculação, fazendo deles incondicionais colaboradores no serviço e no seio da comunidade nacional, onde o Exército deve ter as suas mais profundas raízes. b. Duração O EBST/1ª Fase terá a duração de 45 dias. Os Comandantes Militares de Área poderão autorizar sua redução para 30 (trinta) dias. Tal redução deverá ser adotada apenas em casos de excepcional conveniência para o serviço, devido aos prejuízos decorrentes para a adaptação e o enquadramento dos Estagiários. c. Locais de Realização O EBST/1ª Fase será realizado em OM Operacional designada pelo Comando da Região Militar, devendo estar sediada na mesma Guarnição onde os Estagiários realizarão o EBST/2ª Fase - Aplicação de Conhecimentos. A OM Operacional encarregada de realizar o EBST/1ª Fase deverá adotar as medidas relativas às peculiaridades do segmento feminino. d. Participantes Os reservistas de 1ª e 2ª categorias, os dispensados de incorporação e as mulheres − todos integrantes de categorias profissionais de nível médio 8.00
  9. 9. e voluntários − convocados ou incorporados como 3º Sargentos Técnicos Temporários. 5. Estrutura da Instrução a. Características 1) O programa de treinamento constante deste Programa-Padrão baseia-se na instrução voltada para o desempenho. Tem em vista habilitar os Estagiários para a execução de atividades básicas de um 3º Sargento Técnico Temporário e ambientá-lo ou reambientá-lo à vida militar. Os Estagiários deverão atingir um elenco de Objetivos Individuais de Instrução (OII) grupados em Atividades e Matérias: a) Atributos da Área Afetiva; b) Armamento, Munição e Tiro; c) Continência e Sinais de Respeito; d) Instrução Geral; e) Marchas, Estacionamentos e Serviços em Campanha; f) Ordem Unida; g) Administração Militar; e h) Treinamento Físico. 2) Os Objetivos Individuais de Instrução estabelecem o desempenho individual esperado do Estagiário, tendo em vista as finalidades do Estágio. Identificam as Tarefas a serem executadas pelo Estagiário, segundo determinadas Condições e visando a uma ação que se situa dentro de um Padrão Mínimo. 3) Os Objetivos Intermediários são apresentados como um elemento auxiliar para o Diretor do Estágio, para o Instrutor e, sobretudo, para o próprio Estagiário, indicando atividades preliminares e necessárias para o alcance do desempenho descrito no OII. 4) Os Atributos da Área Afetiva indicados neste PP, juntamente com a observação de outras atitudes e comportamentos demonstrados no serviço, na vida privada e no convívio social, servirão de base para a apreciação subjetiva e a conceituação do Caráter Militar do Estagiário. 5) A Avaliação do desempenho individual do Estagiário será realizada por meio da execução dos Objetivos Individuais de Instrução e da observação de seu comportamento como participante das atividades correntes da OM. b. Compreensão dos Objetivos Parciais 1) (AC) Adquirir determinados conhecimentos. A aquisição de conhecimentos deve ser entendida como a retenção de informações de imediata necessidade dos Estagiários. A apreensão desses conhecimentos ocorrerá na participação das atividades previstas neste PP. 2) (CF) Desenvolver Padrões de Desempenho Físico. Os Padrões de Desempenho Físico correspondem às condições de vigor físico necessário e desejável ao exercício das funções militares e para suportar esforços prolongados. Assim, por intermédio da participação no Treinamento Físico dos Sargentos e, se necessário, em grupamento próprio, os Estagiários deverão preparar-se para a execução do Teste de Aptidão Física (TAF), cujos índices serão verificados na última semana do Estágio. 3) (CH) Iniciar a Criação de Hábitos. Deve ser desenvolvida nos Estagiários a criação de disposições permanentes, por via da repetição de determinados hábitos adequados à Vida Militar. 4) (FC) Iniciar a Formação do Caráter Militar. O Caráter Militar é constituído por um conjunto de valores aceitos pela maioria do grupo militar e julgados importantes para o Exército. Sua aceitação promove ações e reações individuais semelhantes em termos de procedimentos, sentimentos e julgamentos. Os valores integrantes do Caráter Militar são identificados como Atributos da Área Afetiva cujo desenvolvimento deve ser promovido no ambiente militar, por intermédio do exemplo, da ação de convencer, persuadir, motivar e exaltar. No EBST, será proporcionada aos Estagiários a oportunidade de, por empenho próprio, interpretar e compreender os atributos que devem ornar o caráter do Sargento do Exército Brasileiro. A atuação na Área Afetiva, entretanto, não se limitará a esta tarefa. Caberá a todos os Quadros da Unidade constituírem-se em modelos, servindo de exemplos de atitudes, de comportamentos e de evidência dos atributos que conformam o Caráter Militar. 5) (HT) Desenvolver determinadas Habilitações Técnicas. Os Estagiários devem adquirir conhecimentos e destrezas indispensáveis ao desempenho de suas funções como Sargentos Técnicos Temporários . 9.00
  10. 10. 6) (OP) Obter Padrões de Procedimentos. Os Padrões de Procedimento identificam-se com um conjunto de ações e reações adequadas à integração dos Estagiários ao ambiente e às atividades militares. Determinados Padrões de Procedimento deverão ser assimilados pelos Estagiários, por meio da observação da conduta dos Quadros no exercício de suas funções, e deverão ser consolidados pela aplicação orientada e exigida nas atividades correntes da OM. 7) (OU) Obter determinados Padrões de Ordem Unida. A Ordem Unida caracteriza uma disposição individual e consciente, altamente motivada, para a obtenção de determinados padrões coletivos de uniformidade, de sincronização e de garbo militar. Deve ser considerada por todos os participantes - Instrutores e Estagiários, comandantes e execu- tantes - como um significativo e veemente esforço para demonstrar a própria disciplina militar, isto é, a situação de ordem e obediência que se estabelece voluntariamente entre militares, como decorrência da convicção de cada um da necessidade de eficiência na guerra. 8) (TE) Obter reflexos relacionados à execução de Técnicas Individuais de Combate. Uma Técnica Individual de Combate é caracterizada pela sucessão de atos e habilidades especiais que proporcionam a consecução de um determinado propósito, de forma vantajosa para os Estagiários. 6. Direção e Condução do Estágio a. Direção do Estágio À Direção de Instrução da OM designada para aplicar o Estágio cabem as seguintes responsabilidades: 1) Comandante da Unidade a) Designar o Diretor de Estágio, em princípio, o S/3 da OM. b) Designar o Adjunto do Diretor do Estágio, os Instrutores e os Monitores. Em princípio, o Adjunto do Diretor será o Comandante da Subunidade responsável pelos Estagiários. c) Selecionar, modificar ou estabelecer novos OII para atender às peculiaridades dos Estagiários, às possíveis limitações da OM e a outras condicionantes da execução do Estágio, tendo sempre em vista os seus objetivos gerais e as orientações particulares do Comandante Militar de Área ou da Região Militar. d) Promover as melhores condições e proporcionar adequadas oportunidades para os Estagiários se ambientarem e se integrarem à vida militar. e) Realizar a avaliação dos Estagiários - ao término da 1ª Fase do CFST - e emitir um parecer pessoal. f) Remeter, ao Comandante da Região Militar, as Fichas de Avaliação e Conceituação dos Estagiários (modelo na página 18.00). O Comandante poderá modificar ou estabelecer novos OII, visando a melhor atender às peculiaridades do Estágio e às características da OM, tendo sempre em vista os objetivos gerais e as orientações particulares dos Comandos enquadrantes. 2) Diretor do Estágio (S/3 da OM, em princípio) a) Assessorar o comandante da OM. b) Planejar e programar o EBST: - estabelecendo as oportunidades e semanas de instrução para verificação do desempenho individual indicado em cada OII; - orientando o desenvolvimento da instrução; - conciliando a programação com as demais atividades da OM. c) Acompanhar e avaliar o desempenho dos Estagiários e fazer o registro na Ficha de Controle de Instrução do Estagiário (FCIE - modelo na página 16.00). 3) Adjunto do Diretor de Estágio (Cmt Subunidade) a) Elaborar o Quadro de Trabalho Semanal. b) Designar, em QTS, os instrutores das diversas matérias e orientar as suas atividades. c) Proporcionar e facilitar as condições para a efetiva aprendizagem dos Estagiários. d) Acompanhar e orientar os Estagiários, particularmente quanto à sua participação nas atividades correntes da Unidade. e) Observar o desempenho dos Estagiários, suas atitudes, comportamentos e a evidência dos Atributos da Área Afetiva, ficando em condições de assessorar o Comandante na elaboração da Ficha de Avaliação e Conceituação do Estagiário. 4) Oficial Instrutor 10.00
  11. 11. a)Envidar todos os esforços necessários à consecução, pelos Estagiários, dos padrões mínimos exigidos nos OII e nos objetivos da área afetiva. b) Verificar o desempenho individual dos Estagiários, conforme estabelecido nos OII. c) Comunicar ao Adjunto do Diretor de Estágio, para registro, os resultados da verificação dos OII e suas observações sobre o desempenho dos Estagiários. 5) Estagiário a) Conhecer a programação do EBST e os detalhes referentes aos OII que deverá cumprir, assim como a ocasião de sua verificação. b) Colocar todo o seu empenho no desenvolvimento do Estágio, realizando com correção e oportunidade as atividades previstas, tendo em vista o cumprimento dos OII programados. c) Nas instruções programadas em QTS, demonstrar o desempenho individual estabelecido nos OII. b. Planejamento da Instrução 1) O Quadro de Trabalho Semanal regulará a execução do programa. Nele serão indicadas todas as atividades do Estágio, tendo em vista a: a) realização das atividades previstas; b) verificação dos OII; c) participação, se for o caso, em outras atividades correntes. 2) O Programa-Padrão faz uma estimativa de carga horária por matéria, consolidada no Quadro Geral de Distribuição de Tempo (página 19.00). Cabe à Direção de Instrução da OM apropriar a carga horária estimada e distribuí-la pelos diversos OII, em função da interpretação que deu ao desenvolvimento desses OII. c. O Caráter Prático da Instrução 1) A instrução deve ser orientada para o desempenho do Estagiário. Essa orientação fundamental impõe que o instruendo deva aprender fazendo. Portanto, a instrução deve voltar-se para o instruendo. O papel do instrutor é buscar resultados e não, simplesmente, expor assuntos com maior ou menor brilhantismo. A instrução voltada para o desempenho e seu caráter prático determinam certos procedimentos: a) as palestras são utilizadas apenas quando indispensáveis. Devem ser curtas e, imediatamente, seguidas de aplicação prática. Os aspectos cognitivos da aprendizagem não são um fim, mas suportes para a aquisição da capacidade de fazer coisas; b) a instrução deve ser desenvolvida em ambiente semelhante àquele em que será evidenciado o desempenho desejado. As condições de execução dos OII e dos respectivos Objetivos Intermediários devem corresponder às características do ambiente em que a Sessão de Instrução será desenvolvida (características locais e do terreno, oportunidade, duração, presença de ações adversas, grau de complexidade das ações e outras); c) o instruendo deve manipular e operar os equipamentos reais. Os simuladores, simulacros e outros meios auxiliares são recursos eficientes para iniciá-lo e desenvolver suas habilidades e destrezas. Porém, seu desempenho só poderá ser objetivamente avaliado em condições as mais próximas da realidade; d) as habilidades e destrezas são assimiladas e consolidadas apenas pela prática repetitiva de tarefas específicas. O desempenho será evidenciado não apenas pelo saber fazer, mas pelo reflexos adquiridos e pelo desembaraço em fazer as coisas. A alma da profissionalização é a perícia; e) cada Sessão de Instrução não deve se constituir numa atividade estanque, limitada a um assunto determinado e voltada apenas para seus objetivos específicos. Deverá ser a oportunidade para aplicação de conhecimentos, habilidades e destrezas desenvolvidas em sessões anteriores, promovendo, desse modo, a integração e a consolidação da aprendizagem. 2) Os métodos e processos de instrução preconizados no CI 21-5/2, no T21-250 e em outros documentos devem ser criteriosamente selecionados e aplicados, tendo sempre presente o caráter prático da instrução e a busca do desempenho. 7. Avaliação A avaliação de cada Estagiário será conduzida com base nos aspectos fundamentais que caracterizam a consecução dos Objetivos Gerais do Estágio: 1º) O Desempenho individual revelado: - na execução dos OII programados (aproveitamento); - na participação em atividades correntes da OM. 2º) O Caráter Militar revelado pela: - evidência dos Atributos da Área Afetiva definidos em OII; - demonstração de atitudes e comportamentos adequados à vida militar e à convivência no Círculo dos Subtenentes e Sargentos. A execução de um Estágio deve ser orientada com a preocupação básica de homogeneização de resultados 11.00
  12. 12. da aprendizagem sem, contudo, haver preocupação de eliminação ou de inabilitação de Estagiário (PPB/1). Na 1ª Fase do EBST, os resultados da avaliação serão expressos em termos de Suficiente (I) ou Insuficiente (I). O Diretor do Estágio registrará esses resultados na Ficha de Controle de Instrução do Estagiário (FCIE - modelo à página 16.00). Eventualmente, um Estagiário poderá não demonstrar o Desempenho Individual previsto ou não evidenciar os atributos e qualidades do Caráter Militar exigidos. Tal ocorrência, no entanto, representará, mais do que um insucesso individual, uma falha na seleção ou decorrência de uma deficiência pessoal acidental. Quando esse fato for constatado, deverá ser registrado na FCIE e na Ficha de Avaliação e Conceituação do Estagiário, de forma a possibilitar a adoção das medidas corretivas cabíveis, durante a 2ª Fase do Estágio. a. Desempenho Individual DESEMPENHO INDIVIDUAL é a capacidade profissional com que um militar executa as tarefas que correspondem às funções do cargo que ocupa (PPB/1). A avaliação do Desempenho Individual será realizada de acordo com os seguintes critérios: 1) Aproveitamento O aproveitamento do Estagiário ficará demonstrado quando o mesmo atingir todos os OII previstos no EBST/1ª Fase. Nas oportunidades programadas em Quadro de Trabalho, o Oficial Instrutor verificará o desempenho do Estagiário na execução da Tarefa estabelecida no OII, dentro das respectivas Condições e tendo por critério o Padrão Mínimo. 2) Desembaraço Avaliação feita pelo Diretor do Estágio, por meio da observação do Estagiário nas atividades correntes da OM, na concretização dos OII e no trato com superiores, pares e subordinados. b. Avaliação do Caráter Militar CARÁTER MILITAR é o conjunto de valores aceitos pela maioria dos integrantes de um agrupamento, capaz de conferir ao mesmo, como um todo, reações coletivas semelhantes, em termo de procedimentos e sentimentos (PPB/1) Os atributos relacionados com o Caráter Militar serão avaliados pelo Diretor do Estágio, ao final do mesmo. Essa avaliação será realizada de acordo com os seguintes critérios: 1) Atributos da Área Afetiva Definidos em OII próprios e evidenciados nas condições por eles especificadas. Resultará da observação contínua do Estagiário, em todas as oportunidades, no serviço e fora dele, nas relações com superiores, pares e subordinados, na vida privada e nas atividades sociais. 2) Conduta Militar A avaliação será feita por meio da observação das atitudes e comportamentos revelados pelo Estagiário, considerando, particularmente, as manifestações de disciplina, de cumprimento do dever e das formas de tratamento com superiores, pares e subordinados. 3) Conduta Civil A avaliação será feita através da observação do comportamento social do Estagiário, particularmente as manifestações de educação, urbanidade, boas maneiras, dentro e fora do serviço. c. Parecer do Comandante 1) Cabe ao Comandante da OM a avaliação final do Estagiário e a emissão de seu parecer pessoal sobre o mesmo. Ao término do EBST/1ª fase, ele apreciará os registros lançados na Ficha de Controle de Instrução do Estagiário (FCIE). Baseado nessa apreciação e em suas observações pessoais, atribuirá menção Suficiente (S) ou Insuficiente (I) ao Estagiário, em cada item constante da Ficha de Avaliação e Conceituação do Estagiário (modelo na página 18.00). 12.00
  13. 13. A Média Final será transformada em Menção, segundo os seguintes critérios: 2) Nessa mesma ficha, o Comandante emitirá seu conceito pessoal sobre as condições nas quais o Estagiário concluiu o EBST/1ª Fase. Esse conceito será expresso em termos de Muito Bem (MB), Bem (B), Regular (R) ou Insuficiente (I). A atribuição de um conceito Insuficiente será justificada pelo próprio Comandante, no verso da folha. 3) O Estagiário que obtiver o conceito Insuficiente realizará a 2ª Fase do Estágio, conforme prescrito na legislação, devendo ser alvo de atenção específica, no sentido de recuperar-se das deficiências constatadas na 1ª Fase. 8. Interpretação dos OII a. Análise dos elementos A interpretação dos OII contidos no Programa-Padrão é realizada pela análise dos elementos que os definem (Tarefa, Condições, Padrão Mínimo), da matéria e dos assuntos a eles relacionados e deve ser concluída pela identificação de: - objetivos intermediários; - processos de instrução mais adequados; - tempo estimado para atingir o OII. b. Objetivos Intermediários 1) A simplicidade de alguns OII permite que o processo ensino- aprendizagem alcance, diretamente, o desempenho individual desejado. Outros OII, no entanto, são complexos e não podem ser imediatamente atingidos, senão por intermédio da consecução de objetivos intermediários, os quais se constituem em passos que auxiliam o instruendo a alcançar o desempenho individual estabelecido no OII. 2) Cada objetivo intermediário deverá definir uma tarefa que conduzirá ao OII considerado. O processo de definição dos objetivos intermediários, sempre orientado para o OII, resulta de um estudo envolvendo: - análise da matéria; - análise dos assuntos; - análise da tarefa e de elementos de definição do OII; - objetivos intermediários sugeridos no PP; - experiência profissional do interpretador; - bibliografia disponível. 3) Um ou mais objetivos intermediários poderão constituir os objetivos da Sessão de Instrução, orientando a programação do OII. Deverão ser organizados em uma seqüência lógica de progressividade ou de complexidade crescente, de modo que sejam identificados, perfeitamente, aqueles que são pré-requisitos dos outros. - Assunto - Obj Intermediários sugeridos nos PP OBJETIVOS OII - Experiência Profis- INTERMEDIÁRIOS sional - Bibliografia dispo- nível c. Processo de Instrução Decorre da consideração a respeito da natureza dos objetivos intermediários ou OII considerados. Assim, a análise do OII, dos objetivos intermediários, da matéria e dos assuntos possibilitará a seleção de procedimentos mais adequados à natureza dos mesmos: palestras, demonstrações, estudos dirigidos, exercícios práticos, práticas dirigidas etc. d. Carga Horária Estabelecidos os objetivos intermediários e as Sessões de Instrução para a consecução do OII, deve-se estipular o tempo estimado para cada OII de uma matéria, sendo necessário confrontá-lo com a disponibilidade de tempo e fazer os reajustamentos que se fizerem precisos. e. Módulo Didático de Instrução A interpretação de cada OII resulta em um pequeno programa: o Módulo Didático de Instrução (ver PPB/1). Esse Módulo Didático será a base para programação e execução da instrução: 13.00
  14. 14. 1) Programação da Fase A Programação do Estágio é expressa no Quadro de Desenvolvimento da Instrução (QDI). Nele são relacionados os OII, por matéria, e os respectivos Módulos Didáticos são desenvolvidos, ao longo das semanas de instrução, numa seqüência lógica e conveniente. O QDI orienta a programação semanal e estabelece os prazos para consecução dos OII. 2) Programação Semanal A programação semanal é expressa no Quadro de Trabalho Semanal (QTS) elaborado pelo Diretor do Estágio. No QTS, são indicados a matéria, o OII e os objetivos da sessão programada, isto é, os objetivos intermediários. O OII pode, também, constituir-se no próprio objetivo da sessão, quando esta se destina à verificação do desempenho individual do instruendo. 3) Execução da Instrução O instrutor preparará a sessão de instrução, orientado pelos elementos definidos na interpretação do OII: - objetivos intermediários relativos à sessão; - processo de instrução; - tempo estimado. É importante que os objetivos da sessão e o respectivo OII sejam apresentados ostensivamente no local de instrução em um cartaz ou quadro mural. Seu conhecimento é indispensável, tanto para o instruendo, que identifica o que dele se espera em termos de desempenho individual, quanto para o próprio instrutor, cuja atividade deve estar sempre orientada para objetivos nítidos. 9. Estrutura do Programa-Padrão Basicamente, o Programa-Padrão é constituído por um elenco de Objetivos Individuais de Instrução (OII), os quais devem ser atingidos pelos Estagiários. Os OII são grupados, segundo os assuntos a que se referem,, em Matérias de Instrução e em Atributos da Área Afetiva. Como orientação para a interpretação dos OII, são sugeridos os respectivos Objetivos Intermediários, a partir dos quais são visualizadas as Sessões de Instrução. Há, ainda, a indicação do Objetivo Parcial ao qual está vinculado o OII (FC, OP, AC e outros). Os Objetivos Parciais são definidos por áreas e se relacionam a um conjunto de assuntos da mesma natureza. A sua compreensão, na interpretação do OII, é valiosa, justamente para a escolha do processo de instrução adequado. A forma de apresentação do Programa-Padrão indica a ordem em que devem ser considerados, na programação e execução da instrução, os seus diversos assuntos: em primeiro lugar, a definição do OII (Tarefa, Condição, Padrão Mínimo); em segundo lugar, sugestões de Objetivos Intermediários e, finalmente, a relação dos assuntos relativos ao OII. Trata-se, como já foi comentado, de uma orientação para o planejamento da instrução. 10. Normas complementares As normas estabelecidas neste PP serão complementadas por outros documentos normativos e ligados á execução do Estágio: - PBIM/COTER - Diretrizes de Instrução dos Grandes Comandos e Regiões Militares; - Planos e Programas das OM. 14.00
  15. 15. 15.00 Você encontrará, na página que se segue, uma proposta de distribuição de tempo para o desenvolvimento do Programa de Instrução que visa à execução do Estágio Básico de Sargento Temporário (EBST-1ª fase). O Comandante, Chefe ou Diretor de OM poderá, em função dos recursos disponíveis, das características dos instruendos e de outros fatores conjunturais, alterar as cargas horárias das matérias discriminadas na distribuição sugerida. II. QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO - 1ª FASE
  16. 16. ESTÁGIO BÁSICO DE SARGENTO TEMPORÁRIO (EBST - 1ª Fase) QUADRO GERAL DE DISTRIBUIÇÃO DE TEMPO Matérias Fundamentais Carga Horária Estimada Diurnas Noturnas 1. Armamento, Munição e Tiro 2. Continência e Sinais de Respeito 3. Instrução Geral 4. Defesa das Instituições e do Estado de Direito 5. Marchas, Estacionamentos e Serviço em Campanha 6. Ordem Unida 7. Administração Militar 8. Higiene e Primeiros Socorros 9. Treinamento Físico-Militar 20 6 24 6 24 24 4 6 30 8 TEMPO DESTINADO A ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA (+Proj Esperança) 16 TEMPO À DISPOSIÇÃO DO COMANDANTE 50 TOTAL 210 8 Obs:1) Após a realização do EBST/1ª fase, solicita-se que o relatório do estágio indique se esta distribuição está adequada ou se necessita reformulação. 2) O tempo à disposição do comando destina-se, também, às atividades administrativas, feriados e, principalmente, à revisão e recuperação da instrução. 16.00
  17. 17. 17.00 Não há instrução individual que possa ser conduzida, satisfatoriamente, sem controle individual. Na folha que se segue, é apresentado o modelo da FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DO ESTAGIÁRIO (FCIE). Os registros na FCIE são da responsabilidade do Diretor do Estágio e serão submetidos à apreciação do Comandante, Chefe ou Diretor da OM. III . MODELO DE FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DO ESTAGIÁRIO – 1ª FASE
  18. 18. ESTÁGIO BÁSICO DE SARGENTO TEMPORÁRIO / 1ª FASE FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DO ESTAGIÁRIO (FCIE) 3º Sgt Tec Tmpr: APROVEITAMENTO OII PADRÃO MÍNIMO ALCANÇADO SIM NÃO ` APROVEITAMENTO OII PADRÃO MÍNIMO ALCANÇADO SIM NÃO ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA OII PADRÃO EVIDENCIADO SIM NÃO DEMONSTRAÇÃO DE ATITUDES E COMPORTAMENTOS Suficiente Insuficiente Conduta Militar Conduta Civil PARTICIPAÇÃO NAS ATIVIDADES CORRENTES DA OM Suficiente Insuficiente Desembaraço 18.00 Quartel em __________________________ , ________________ _____________________________________ Assinatura do Diretor do Estágio (local)(data)
  19. 19. Na página seguinte, é apresentado o modelo da FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DO ESTAGIÁRIO. Os resultados nela registrados serão publicados em Boletim Interno da OM. ESSE REGISTRO CORRESPONDERÁ À AVALIAÇÃO FINAL DO ESTAGIÁRIO NO EBST/1ª FASE. IV. MODELO DE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DO ESTAGIÁRIO – 1ª FASE
  20. 20. ESTÁGIO BÁSICO DE SARGENTO TEMPORÁRIO / 1ª FASE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DO ESTAGIÁRIO NOME IDENTIDADE HABILITAÇÃO / ESPECIALIZAÇÃO ATRIBUTO MENÇÃO (1) DESEMPENHO INDIVIDUAL Aproveitamento Desembaraço CARÁTER MILITAR Atributos da Área Afetiva Conduta Militar Conduta Civil MENÇÃO FINAL PARECER FINAL DO COMANDANTE Concluiu a 1ª Fase do Estágio Básico de Sargento Temporário com o conceito ________________________ . Quartel em ___________________________________________ (Local e data) ___________________________________________ (Assinatura do Comandante da OM) (2) (1) Suficiente ou Insuficiente. (2) Muito Bem, Bem, Regular ou Insuficiente.
  21. 21. A seguir, encontrar-se-á a série de Objetivos Individuais de Instrução (OII) relacionados, especificamente, aos Atributos da Área Afetiva. Além da carga horária básica, é imprescindível a atividade dos Oficiais, Subtenentes e Sargentos da Organização Militar, observando, orientando e estimulando o Estagiário em todas as oportunidades, durante a 1ª Fase do Estágio Básico de Sargento Temporário. V. ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA – 1ª FASE
  22. 22. ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA Tempo estimado: 16 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO NOME E DEFINIÇÃO DO ATRIBUTO CONDIÇÃO PADRÃO-EVIDÊNCIA E - 07/3 001 (FC) Camaradagem: Capacidade de compreender e auxiliar os companheiros em qualquer situação. No relacionamento diário com os camaradas, dentro e fora do quartel. O Estagiário deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. 1) Compreender cada atributo, valendo-se do Audiovisual correspondente. 2) Interpretar o atributo cada Audiovisual (orientação no CI 20/2). 3) Evidenciar o atributo nas condições estabelecidas no OII. E - 07/3 002 (FC) Lealdade: Capacidade de demonstrar fidelidade a pessoas, grupos ou instituições em função dos valores que defendem ou representam No relacionamento com camaradas e superiores O Estagiário deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. E - 07/3 003 (FC) Dedicação: Capacidade de realizar atividades com empenho Durante o cumprimento de missões e de tarefas que lhes forem atribuídas. O Estagiário deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. E - 07/3 004 (FC) Iniciativa: Capacidade de tomar medidas oportunas em situações diversas e de emergência, sem necessidade de acionamento de superiores. Durante o cumprimento de missões e de tarefas que lhes forem atribuídas e em qualquer circunstância em que couber a sua intervenção O Estagiário deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas.
  23. 23. ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA Tempo estimado: 16 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO NOME E DEFINIÇÃO DO ATRIBUTO CONDIÇÃO PADRÃO-EVIDÊNCIA E - 07/3 005 (FC) Coragem: Capacidade de enfrentar, com energia, situações perigosas. Durante a execução de missões, tarefas e atividades, dentro e fora do quartel. O Estagiário deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. 1) Compreender cada atributo, valendo-se do Audiovisual correspondente. 2) Interpretar o atributo cada Audiovisual (orientação no CI 20/2). 3) Evidenciar o atributo nas condições estabelecidas no OII. E - 07/3 006 (FC) Responsabilidade: Capacidade de desenvolver integralmente, e com correção, todas as atividades sob sua incumbência. Durante a execução de missões e de tarefas que lhes forem atribuídas. O Estagiário deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. E - 07/3 007 (FC) Perseverança: Capacidade de concluir uma ação iniciada a despeito de qualquer dificuldade encontrada. No cumprimento de missões e de tarefas complexas e difíceis e em outras situações. O Estagiário deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. E - 07/3 008 (FC) Liderança: Capacidade de dirigir um grupo. Chefiando uma equipe, um grupo de trabalho ou em outras situações. O Estagiário deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas. E - 07/3 009 (FC) Espírito de Corpo: Capacidade de integrar-se no caráter coletivo do grupo. Na vida diária da OM, no relacionamento com os companheiros quando estiver atuando numa equipe ou participando de competições O Estagiário deverá evidenciar o atributo nas condições estabelecidas.
  24. 24. O Comandante poderá selecionar, modificar ou estabelecer novos OII para atender às peculiaridades da OM, suas limitações e outras condicionantes da execução do Estágio, sem perder de vista seus objetivos gerais. A seguir, você encontrará o conjunto de OII relacionados ao Programa de Matérias. Lembre-se que o êxito da instrução VI. PROGRAMAS DE MATÉRIAS – 1ª FASE
  25. 25. 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO Tempo estimado: 20 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 010 (HT) Desmontar e montar a arma. Em situação de completo escurecimento. O Estagiário deverá: - fazer a desmontagem de 1º escalão revelando destreza; - identificar, corretamente, as peças; - fazer a montagem de 1º escalão - após a montagem, a arma deverá estar em perfeitas condições de funcionamen-to. 1) Identificar os principais procedimentos de segurança no manuseio de arma. 2) Identificar as caraterísticas básicas da arma. 3) Identificar a munição. 4) Identificar, pelo nome, as partes e peças principais da arma 5) Desmontar e montar a arma (1º escalão). 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII 1. Fuzil a. Generalidades. b. Características. c. Manejo. e. Desmontagem. f. Acessórios. E - 07/3 011 (HT) Aplicar as técnicas de execução da pontaria e do tiro. Conforme o previsto na Instrução Preparatória para o Tiro (IPT), preconizada no C 23-1. O Estagiário deverá evidenciar domínio das técnicas de execução da pontaria e do tiro, de acordo com os critérios da IPT (C 23- 1), ficando apto para realizar o tiro real. 1) Tomar a Linha de Mira e a Linha de Visada: - fazer a "fotografia". 2) Manejar a arma. 3) Demonstrar constância na pontaria 4) Tomar as diversas posições de tiro: - empunhar a arma. 5) Demonstrar controle do gatilho: - indicar (cantar) o tiro. 6) Descrever os procedimentos no estande e as regras de segurança. 7) Demonstrar as técnicas de execução da pontaria e do tiro. 8) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. g. Fundamentos da pontaria. h. Fundamentos do tiro. i. Posições do tiro. j. Detalhes para a execução do tiro. l. Instrução preparatória. m. Normas para a execução do tiro 2. Segurança e procedimentos no estande.
  26. 26. 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO Tempo estimado: 20 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 012 (HT) Sanar os incidentes de tiro. Durante a realização da IPT, serão simulados incidentes de tiro. O Estagiário deverá identificar e resolver todos os incidentes de tiro apresentados. 1) Descrever o funcionamento da arma. 2) Descrever os procedimentos e as técnicas para sanar os incidentes de tiro mais comuns 3) Demonstrar habilidade para sanar incidentes de tiro. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 3. Funcionamento do fuzil. E - 07/3 013 (TE) Atirar, aplicando as técnicas e os procedimentos para a realização da Pontaria e do Tiro. Conforme o previsto na IG 20-03 (IGTAEx). As condições dos Exercícios de Tiro do Módulo Didático de Tiro de Instrução Básica. O Estagiário deverá obter os índices de suficiência em todos os Exc Tir previstos no Módulo de Tiro (TIB). Conforme os exercícios de tiro previstos nas IGTAEx. 4. Tiro real com o fuzil. E - 07/3 014 (CH) Executar a manutenção de 1º escalão. Após a realização do tiro O Estagiário deverá executar a manutenção, de acordo com o prescrito nos manuais técnicos. 1) Descrever as operações relativas à manutenção da arma. 2) Limpar e lubrificar a arma. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 5. Manutenção de 1º escalão do fuzil.
  27. 27. 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO Tempo estimado: 20 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 015 (HT) Desmontar e montar a arma. Em situação de completo escurecimento. O Estagiário deverá: - fazer a desmontagem de 1º escalão revelando destreza; - identificar, corretamente, as peças; - fazer a montagem de 1º escalão - Após a montagem, a arma deverá estar em perfeitas condições de funcionamento. 1) identificar os principais procedimentos de segurança no manuseio de arma. 2) identificar as caraterísticas básicas da arma. 3) identificar a munição. 4) identificar, pelo nome, as partes e peças principais da arma 5) desmontar e montar a arma (1º escalão). 6) demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII 2. Pistola a. Generalidades. b. Características. c. Manejo. e. Desmontagem. f. Acessórios. E - 07/3 016 (HT) Aplicar as técnicas de execução da pontaria e do tiro. Conforme o previsto na Instrução Preparatória para o Tiro (IPT), preconizada no C 23-1. O Estagiário deverá evidenciar domínio das técnicas de execução da pontaria e do tiro, de acordo com os critérios da IPT (C 23- 1), ficando apta para realizar o tiro real. 1) Tomar a Linha de Mira e a Linha de Visada: - fazer a "fotografia". 2) Manejar a arma. 3) Demonstrar constância na pontaria 4) Tomar as diversas posições de tiro: - empunhar a arma. 5) Demonstrar controle do gatilho: - Indicar (cantar) o tiro. 6) Descrever os procedimentos no estande e as regras de segurança. 7) Demonstrar as técnicas de execução da pontaria e do tiro. 8) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. g. Fundamentos da pontaria. h. Fundamentos do tiro. i. Posições do tiro. j. Detalhes para a execução do tiro. l. Instrução preparatória. m. Normas para a execução do tiro 2. Segurança e procedimentos no estande.
  28. 28. 1. ARMAMENTO, MUNIÇÃO E TIRO Tempo estimado: 20 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 017 (HT) Sanar os incidentes de tiro. Durante a realização da IPT, serão simulados incidentes de tiro. O Estagiário deverá identificar e resolver todos os incidentes de tiro apresentados. 1) Descrever o funcionamento da arma. 2) Descrever os procedimentos e as técnicas para sanar os incidentes de tiro mais comuns 3) Demonstrar habilidade para sanar incidentes de tiro. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 3. Funcionamento da pistola. E - 07/3 018 (TE) Atirar, aplicando as técnicas e os procedimentos para a realização da Pontaria e do Tiro. Conforme o previsto na IG 20-03 (IGTAEx). As condições dos Exercícios de Tiro do Módulo Didático de Tiro de Instrução Básica. O Estagiário deverá obter os índices de suficiência em todos os Exc Tir previstos no Módulo de Tiro (TIB). Conforme os exercícios de tiro previstos nas IGTAEx. 4. Tiro real com a pistola. E - 07/3 019 (CH) Executar a manutenção de 1º escalão. Após a realização do tiro O Estagiário deverá executar a manutenção, de acordo com o prescrito nos manuais técnicos. 1) Descrever as operações relativas à manutenção da arma. 2) Limpar e lubrificar a arma. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 5. Manutenção de 1º escalão da pistola.
  29. 29. 2. CONTINÊNCIA E SINAIS DE RESPEITO Tempo estimado: 06 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 020 (OP) Proceder, corretamente, em relação aos sinais de respeito Deverão ser apresentadas ao Estagiário situações concretas no interior do quartel, fora do quartel em situações diversas. Serão simuladas condições que exijam do Estagiário um procedimento especifico quanto aos sinais de respeito. Essas condições devem referir-se às previstas no Regulamento de Continência, Honras e Sinais de Respeito (R-2), Particularmente, as indicadas abaixo: - acompanhando um superior; - conduzindo veículo automóvel; - como passageiro de veículo automóvel; - na chefia de uma seção; - no refeitório dos Sargentos; - no içamento da Bandeira Nacional; - no canto do Hino Nacional Brasileiro. O Estagiário deverá proceder , corretamente, em todas as situações. 1) Executar a continência individual: - descrever o significado da continência; - demonstrar as formas de prestação da continência individual a pé firme e em deslocamento. 2) Executar a continência individual em diferentes situações. 3) Demonstrar determinados procedimentos em situações diversas, manifestando os sinais de respeito: - descrever as regras de tratamento entre militares. 4) Proceder a apresentação individual: - apresentar-se ao superior; - proceder corretamente para retirar-se. 5) Aplicar as regras de manifestação de respeito e prestar a continência individual em situações diversas. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Sinais de respeito. a. Procedimento do Estagiário quando: 1) Em motocicleta. 2) Conduzindo veículos auto. 3) Como passageiro de veículo. 4) Acompanhadaode um superior. 5) Estiver fumando. 6) Estiver na chefia de uma Seção. 7) Em relação à Bandeira e ao Hino Nacional. 8) Em relação aos superiores hierárquicos. 9) Em reuniões sociais com a presença de superiores hierárquicos. b. Continência. 1) Significado. 2) Ao Hino Nacional. 3) À Bandeira. 4) Às autoridades. 5) Aos superiores. 6) Às sentinelas. 7) À tropa 8) Aos companheiros c. Continência individual e suas diversas formas. 2. Apresentação individual e coletiva. - Mecanismo da apresentação 3. Cumprimento e transmissão de ordens. - Obediência às ordens.
  30. 30. 2. CONTINÊNCIA E SINAIS DE RESPEITO Tempo estimado: 06 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 021 (OP) Tratar, corretamente, os superiores, os companheiros e os subordinados. Em situação da vida diária do quartel ou em situações diversas. O Estagiário deverá demonstrar as atitudes adequadas para o relacionamento diário entre companheiros, com superiores e com subordinados. 1) Desenvolver atitudes corretas a serem observadas no trato com superiores, companheiros e subordinados. 2) Identificar vícios de linguagem ou de atitudes que devem ser evitados nestes relacionamentos. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 4. Tratamento entre militares. a. Modo correto de tratar os superiores, os companheiros e os subordinados. b. Vícios de linguagem ou de atitudes que devem ser evitados e corrigidos.
  31. 31. 3. INSTRUÇÃO GERAL Tempo estimado: 24 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 022 (CH) Usar o fardamento Em qualquer situação de rotina interna, em solenidades, em vias, em lugares públicos e durante os eventos sociais. O Estagiário deverá apresentar-se com: - a cobertura corretamente utilizada; - as peças metálicas, brilhantes e limpas; - os uniformes limpos e passados; - as peças dos uniformes corretamente colocadas. 1) Descrever a composição dos uniformes do Sargento. 2) Indicar o uso de cada uniforme nas atividades internas e externas. 3) Zelar pelo bom estado e boa apresentação do uniforme. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Peças componentes dos diversos uniformes do Sargento. 2. Cuidado. 3. Limpeza. 4. Uso correto dos uniformes. 5. Importância da boa apresentação para o Sargento e para o Exército. E - 07/3 023 (AC) Identificar os distintivos correspondentes a postos e graduações do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Serão apresentados ao Estagiário todos os símbolos representativos dos distintivos de postos e graduações das três Forças. O Estagiário deverá identificar, corretamente, todos os postos e graduações da três Forças, em particular, as do Exército. 1) Identificar os postos e graduações do Exército, da Marinha, da Aeronáutica, da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e respectivas insígnias. 2) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 6. Postos e graduações: a. Do Exercito, da Marinha, da Aeronáutica, do Corpo de Bombeiros e das Polícias Militares. b. Distintivos dos postos e das graduações.
  32. 32. E - 07/3 024 (AC) Identificar as transgressões disciplinares e suas conseqüências no comportamento militar. Deverão ser apresentadas situações dos Boletins Internos da OM e da sua vida diária e formuladas questões para teste oral ou escrito. O Estagiário deverá responder, corretamente, a todas as questões formuladas. 1) Interpretar a transgressão como violação da disciplina: - descrever as principais transgressões definidas no R-4. 2) Descrever o significado da punição disciplinar. 3) Citar as classificações do comportamento. 4) Descrever os recursos disciplinares. 7. Transgressões disciplinares a. Definição. b. Especificação. c. Classificação. d. Causas de justificação. e. Circunstâncias atenuantes. f. Circunstâncias agravantes.
  33. 33. 3. INSTRUÇÃO GERAL Tempo estimado: 24 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS 5) demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII 8. Penas disciplinares. a. Natureza e amplitude. b. Gradação. c. Execução. d. Anulação e. Atenuação. f. Agravação. g. Recursos disciplinares. 9. Comportamento militar. a. Classificação. b. Reflexos na vida militar. c. Melhoria. E - 07/3 025 (AC) Identificar os crimes militares e suas conseqüências. Deverão ser descritas situações que configurem crimes e situações que correspondam a transgressões disciplinares. O Estagiário deverá identificar, corretamente, todas as situações apresentadas. 1) Destingüir crime e transgressão disciplinar: - identificar as condições que caracterizam o crime de insubmissão, de deserção, desrespeito e desacato, negativa de cumprimento de ordens, abandono do serviço; - descrever as conseqüências do crime militar; - descrever a composição e a competência do Conselho de Justiça e da Auditoria de Justiça Militar. 2) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 10. Crimes militares. a. Conceituação. b. Insubordinação. c. Deserção. d. Penas.
  34. 34. 3. INSTRUÇÃO GERAL Tempo estimado: 24 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 026 (AC) Identificar as partes componentes dos Boletins Internos da OM (Ostensivo e Reservado). Serão apresentados ao Estagiário os Boletins internos da OM. O Estagiário deverá identificar, corretamente, todas as partes dos Boletins. 1) Distinguir as finalidades dos Boletins Internos (Ostensivo e Reservado). 2) Descrever as finalidades de cada parte dos Boletins Internos (Ostensivo e Reservado). 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 11. Boletim interno. a. Tipos b. Partes e finalidades. c. Obrigação de tomar conhecimento do Boletim, diariamente. E - 07/3 027 (AC) (CH) Redigir documentos de correspondência militar de uso mais freqüente no Exército. Será solicitado ao Estagiário que redija os documentos abaixo, de acordo com a IG 10-42 (Instruções Gerais para Correspondência, Publicações e Atos Normativos no Exército Brasileiro): - parte; - radiograma; - memorando. O Estagiário deverá redigir, corretamente, todos os documentos. 1) Classificar a Correspondência Militar quanto: - ao trânsito; - à natureza; - à tramitação. 2) Identificar os diversos tipos de documentos. 3) Descrever as finalidades dos diversos tipos de documentos. 4) Identificar os tipos mais utilizados na OM e no Exército. 5) Descrever as normas para elaboração de documentos. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 12. Correspondência Militar. a. Classificação. b. Tipos de documentos. c. Tipos de serviços. d. Normas para elaboração de documentos. E - 07/3 028 (AC) Participar do Serviço de Escala da OM Participar, como auxiliar, de 1 (um) Serviço de Sargento de Dia. O Estagiário deverá conhe-cer as principais atribuições do Sargento-de-Dia, que o habilite a exercer essa função nos Estabelecimentos de Saúde e de Ensino que têm esse serviço. 1) Identificar os Serviços Internos necessários à segurança e ao funcionamento da OM. 2) Descrever as principais atribuições do Sargento-de-Dia. 3) Aplicar os conhecimentos relativos à fiscalização dos demais Serviços de Escala. 4) Demonstrar o desempenho 13. Serviço de Escala da OM a. Deveres e Responsabilidades. b. Ordens Particulares e NGA. c. Procedimentos em situações diversas.
  35. 35. individual estabelecido pela OII. E - 07/3 029 (AC) Identificar os principais órgãos que compõem o Exército Brasileiro. Será apresentada ao Estagiário uma relação dos diversos órgãos do Exército Brasileiro. O Estagiário deverá identificar, corretamente, os principais órgãos e sua destinação. 1) Identificar os diversos órgãos do Exército Brasileiro. 2) Descrever as finalidades básicas dos principais órgãos. 14. Organização Básica do Exército Brasileiro.
  36. 36. 3. INSTRUÇÃO GERAL Tempo estimado: 24 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 030 (AC) Identificar a jurisdição dos Comandos e Regiões Militares. Será apresentada ao Estagiário uma relação de todos os Comandos e Regiões Militares. O Estagiário deverá identificar, corretamente, a Divisão Territorial do Brasil em Comandos e Regiões Militares. 1) Descrever as finalidades dos Comandos Militares de Área e das Regiões Militares. 2) Identificar os Estados do Brasil englobados pelos Grandes Comandos e Órgãos Territoriais (RM). 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 15. Divisão Territorial do Brasil. a. Comandos Militares de Área e Regiões Militares. b. Finalidade. c. Subordinação. E - 07/3 031 (AC) Descrever as missões das Armas e Serviços. Será apresentado ao Estagiário uma relação de todas as Armas e Serviços. O Estagiário deverá descrever, corretamente, as missões das Armas e Serviços. 1) Identificar as Armas Básicas. 2) Identificar as Armas de Apoio e os Serviços 3) Descrever as características das Armas e Serviços. 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 16. Armas e Serviços. a. Características. b. Missões. E - 07/3 032 (AC) Descrever as principais normas que regulamentam o Estágio Básico de Sargento Temporário e o Serviço Técnico Temporário. Serão formuladas questões sobre o Estágio Básico de Sargento Temporário e o Serviço Técnico Temporário. O Estagiário deverá responder, corretamente, às questões formuladas. 1) Descrever as finalidades do Serviço Militar. 2) Descrever as finalidades do Estágio Básico para Sargento Temporário (EBST); 3)Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 17. O Serviço Militar. a. Convocação. b. Constituição. c. Inclusão. d. Estágios. e. Prorrogação. f. Mobilização. E - 07/3 033 (AC) Identificar os deveres, direitos e prerrogativas do Sargento Técnico Temporário. Serão formuladas questões relativas aos deveres, aos direitos e às prerrogativas do Sgt Tec Tmpr, estabelecidos nas normas em vigor. O Estagiário deverá identificar os principais deveres, direitos e prerrogativas do Sgt Tec Tmpr 1) Distinguir direitos, deveres e prerrogativas. 2) Identificar os vencimentos a que faz juz o Sgt Tec Tmpr: - soldo; - indenizações; - descontos obrigatórios. 3) Demonstrar o desempenho 18. Deveres, direitos e prerrogativas do Sgt Tec Tmpr. a. Deveres. b. Direitos e prerrogativas.
  37. 37. individual estabelecido no OII.
  38. 38. 4. DEFESA DAS INSTITUIÇÕES E DO ESTADO DE DIREITO Tempo estimado: 06 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 034 (AC) Identificar aspectos da vida brasileira representativos da estrutura democrática da República Federativa do Brasil. Apresentados vinte aspectos da vida brasileira, entre os quais cinco que caracterizem a estrutura democrática da República Federativa do Brasil. O Estagiário deverá identificar, corretamente, os cinco aspectos característicos da estrutura democrática da República Federativa do Brasil. 1) Expressar o conceito de Democracia, apontando os seus valores fundamentais. 2) Caracterizar a estrutura democrática da República Federativa do BRASIL 3) Identificar as caraterísticas básicas da democracia brasileira. 4) Descrever o principais aspectos que nortearam a criação e a atuação da FEB, a conseqüente redemocratização do Pais promovida pelas FA em 1945, e a ameaça à democracia brasileira, debelada pela Revolução de 31 Mar 64. 5) Descrever as ameaças potenciais à democracia brasileira, decorrentes de fatores adversos (inflação, desemprego, violência, crime organizado, etc...) que podem ser explorados por defensores de ideologias ultrapassadas. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Democracia a. Conceituação b. Princípios e valores c. Liberdade e igualdade 2. Democracia Brasileira a. Democracia como filosofia de vida b. Liberdade com responsabi-lidade c. Igualdade de oportunidade d. Constituição Brasileira 3. Democracia Social: princípios do regime representativo 4. A ameaça totalitária do MCI e suas ramificações no BRASIL. A Intentona comunista de 1935. A ameaça nazi-fascista e conseqüente criação da FEB. A redemocratização de 1945. continuação da ameaça totalitária do MCI. A Revolução de 31 Mar 64. 5. As ameaças potenciais ao regime democrático vigente no BRASIL decorrentes de fatores adversos. Ideologias totalitárias fracassadas no mundo todo e que podem ameaçar a democracia brasileira. 6. Principais fundamentos da República Federativa do Brasil: a. Soberania b. Cidadania c. Dignidade da pessoa humana d. Valores sociais do trabalho e da livre iniciativa d. Pluralismo político
  39. 39. 4. DEFESA DAS INSTITUIÇÕES E DO ESTADO DE DIREITO Tempo estimado: 06 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 035 (AC) Identificar as principais causas da intervenção federal, da decretação do Estado de Defesa e do Estado de Sítio. Apresentadas dez situações, entre as quais quatro que caracterizem a necessidade de intervenção federal, da decretação do Estado de Defesa e do Estado de Sítio. O Estagiário deverá identificar as quatro situações corretamente. 1) Identificar os principais fundamentos do Estado Brasileiro. 2) Descrever as situações em que a União poderá intervir nos Estados e no Distrito Federal. 3) Identificar a destinação constitucional das Forças Armadas. 4) Caracterizar o Estado de Defesa. 5) Caracterizar o Estado de Sítio. 7. Situações de intervenção da União, com emprego das Forças Armadas: 8. Destinação constitucional das Forças Armadas: a. Defesa da Pátria b. Garantia dos poderes constitucionais c. Garantia da Lei e da ordem por iniciativa de qualquer dos poderes constitucionais. 9. Decretação do Estado de Defesa. 10. Decretação do Estado de Sítio. E - 07/3 036 (AC) Identificar a situação, à margem das leis, de indivíduos e grupos (Forças Adversas) e os dados de Inteligência importantes no quadro da garantia dos Poderes Constitucionais, da Lei e da Ordem. Apresentadas vinte situações, dez das quais relacionadas com a atividade militar da OM e dez outras relacionadas com atividades não militares do cotidiano dos municípios tributários, sendo que todas as situações devem caracterizar dados e informações de utilidade para o S2 da OM e importantes para as eventuais Forças Adversas regionais. O Estagiário deverá identificar 50% dos dados que deverão ser canalizados para o S2 da OM e 30% dos dados e conhecimentos que não poderão ser difundidos fora do Quartel. 1) Identificar em âmbito municipal, estadual e nacional as mais prováveis Forças Adversas e suas formas de atuação, que possam comprometer a ordem pública: - Grupos Extremistas - Crime Organizado - Narcotráfico - Invasores de Terras - Outras 2) Identificar assuntos que não devem ser tratados fora do quartel 3) Identicar fatos que devem ser informados ao Cmt imediato 4) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 11. Forças Adversas a. Definição b. Caracterização 1) Grupos Extremistas - Identificação 2) Crime Organizado - Estrutura - Atividades - Exploração das deficiências de atuação do Poder Público 3) Narcotráfico - Atuação - Poder de influência 4) Invasores de Terras - Organização - Forma de atuação 5) Outras 12. Sigilo dos conhecimentos a. A importância da discrição com os assuntos relacionados à atividade militar da OM. Exemplos práticos b. A necessidade de informar, ao comandante imediato, dados ou fatos
  40. 40. observados. Exemplos práticos. 5. MARCHAS, ESTACIONAMENTOS E SERVIÇO EM CAMPANHA Tempo estimado: 24 horas diurnas 08 horas noturnas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E-07/3 037 (OP) Realizar a marcha a pé, Diurna, de 8 Km. Após a marcha, realizar um acampamento com duração de 03 (três) jornadas e 02 (dois) pernoites. OM com disponibilidade de estradas. Uniforme 4ºA. Obs: As OM de Selva deverão adaptar este OII para desenvolverem a instrução de Adaptação à Selva. Deverão proceder de forma idêntica as OM de Emprego Peculiar (Caatinga, Pantanal, Montanha etc, quando for o caso). O Estagiário deverá realizar a marcha e o acampamento adotando os procedimentos corretos. 1) Descrever os procedimentos e as técnicas de execução das marchas a pé. 2) Identificar o equipamento e o material individual de campanha. 3) Executar o aprestamento individual. 4) Utilizar o equipamento. 5) Identificar as instalações do acampamento. 6) Adquirir noções do Serviço em Campanha. 7) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Marchas: a. Generalidades sobre marchas a pé e motorizadas. b. Organização. c. Destacamento precursor. d. Medidas de segurança. 2. Marchas a pé: a. Formação. b. Velocidade. c. Cadência entre os homens. d. Distância entre os homens. e. Altos. f. Disciplina de marcha. g. Sinalização. h. Comandos. 3. Equipamentos: a. Nomenclatura. b. Peças componentes. c. Cuidados e conservação. d. Adaptação do homem. e. Utilização. f. Arrumação da mochila (equipar e desequipar). 4. Estacionamentos: a. Tipos de estacionamentos. b. Procedimentos. c. Identificação das barracas e instalações. E-07/3 038 (TA) Executar um circuito básico de orientação. De dia, e de noite, com o emprego do passo duplo e processos expeditos de orientação, o instruendo recebe, no ponto A, os seguintes dados: 1) deslocar-se X metros (de 150 a 250) na direção tal (N, S, L ou O); 2) após, deslocar-se Y metros (de 150 a 250) na direção tal (90º definido pelo azimute ou O instruendo deverá realizar uma "pista de orientação" durante as horas de luz natural, como ambientação. À noite, deverá realizar outra "pista de orientação" como verificação da aprendizagem. O instruendo deverá chegar, no ponto B, com um erro tolerado dentro de 10 m de raio. 1) Descrever os processos de orientação em campanha (onde estou?, para onde vou?, por onde vou?, como vou?). 2) Identificar, por vários processos, os pontos cardeais e colaterais. 3) Aferir o passo-duplo. 4) Utilizar a bússola. 5) Descrever e empregar a técnica de navegação em campanha com 5. Orientação em campanha: a. Pontos cardeais. b. Orientação durante o dia. c. Orientação à noite. d. Orientação com o auxílio da bússola.
  41. 41. ponto cardeal); e sem auxílio da bússola:
  42. 42. 5. MARCHAS, ESTACIONAMENTOS E SERVIÇO EM CAMPANHA Tempo estimado: 24 horas diurnas 08 horas noturnas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS 3) em seguida, deslocar-se Z metros (de 150 a 250) na direção tal (90º definido pelo azimute ou ponto cardeal); 4) após, deslocar-se 50 a 100 metros na direção tal (90º definido pelo azimute ou ponto cardeal), atingindo o ponto B. - identificar as funções do homem- base, homem-bússola e homem- passo; - seguir um itinerário dado por direções cardeais e colaterais. - seguir um itinerário dado por azimutes magnéticos. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII.
  43. 43. 6. ORDEM UNIDA Tempo estimado: 24 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 039 (OU) Executar os movimentos de Ordem Unida a pé firme e em marcha. Durante a realização das instruções de Ordem Unida e nas formaturas da OM. O Estagiário deverá realizar, corretamente, todos os movimentos. 1) Executar os seguintes movimentos a pé firme - entrar e sair de forma; - cobrir e alinhar; - perfilar; - voltas; esquerda, direita, meia-volta. 2) Executar os seguintes movimentos em marcha: - deslocar-se em passo ordinário; -olhar à direita (esquerda) em marcha; - executar voltas em marchas; - deslocar-se em passo acelerado. 3) Executar movimentos e deslocamentos a toque de corneta. 4) Executar a continência do Sargento em marcha. 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Instrução individual sem arma. Posições (militares a pé) a. Sentido b. Descansar. c. À vontade. d. Em forma. e. Fora de forma. f. Olhar à direita. g. Olhar à esquerda. 2.Passos. a. Ordinário. b. Sem cadência. c. De estrada. d. Acelerado. 3. Marcha em passo sem cadência. a. Rompimento. b. Alto. c. Variações com o passo ordinário. 4. Marcha em passo de estrada: variações com o passo sem cadência, alto. 5. Marcha em passo acelerado. a. Rompimento. b. Passar do passo ordinário ao acelerado. c. Passar do passo sem cadência ao acelerado. d. Alto. e. Passar do passo acelerado para o passo ordinário. f. Marche-marche. g. Voltas: a pé firme e em marcha. 6. Continência do Estagiário em marcha, em forma na SU.
  44. 44. 7. ADMINISTRAÇÃO MILITAR Tempo estimado: 04 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E-07/3 040 (AC) Descrever os principais aspectos contidos no Regulamento de Administração do Exército (R-3) Serão formuladas questões sobre o Regulamento de Administração do Exército (R- 3). O Estagiário deverá responder, corretamente, 70% das questões formuladas. 1) Identificar os conceitos básicos da Administração Militar. 2) Identificar os princípios fundamentais da Administração Militar. 3) Distinguir as atribuições dos Agentes e Auxiliares da Administração. 4) Identificar os principais procedimentos administrativos. 5) Identificar as principais responsabilidades dos Agentes da Administração. 6) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 1. Fundamentos da Administração Militar. E-07/3 041 (AC) Identificar as atividades de manutenção. Serão formuladas questões relativas às atividades de manutenção. O Estagiário deverá identificar, com correção, 70% das atividades inerentes a manutenção. 1) Identificar os objetivos e as responsabilidades pela manu- tenção. 2) Distinguir as categorias e os escalões de manutenção. 3) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 2. Manutenção. E-07/3 042 (AC) Identificar a denominação, finalidade e funcionamento do Sistema de Previdência e Assistência Social do EB. Serão formuladas questões relativas ao FUSEX e SAMED. O Estagiário deverá responder, com acerto, 70% das questões formuladas. 1) Identificar a finalidade do Sistema de Previdência e Assistência Social do EB. 2) Identificar o funcionamento do sistema. 3) Descrever o Fundo de Saúde do Exército (FUSEX). 4) Descrever o Serviço de Assistência Médica (SAMED). 5) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 3. Sistema de Assistência e Previdência Social do Exército Brasileiro.
  45. 45. 8. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS Tempo estimado: 06 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E-07/3 043 (CH) Manter uma atitude consciente de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis. Nos debates durante a instrução e na vida diária. O Estagiário deverá demonstrar perfeito conhecimento dos riscos de contaminação pelas doenças sexualmente transmissíveis, especialmente pela AIDS, e tomar as medidas necessárias para precaver-se. 1) Citar as principais doenças sexualmente transmissíveis. 2) Descrever as formas de prevenção da contaminação pelas doenças sexualmente transmissíveis, particularmente, pela AIDS. 3) Descrever a forma de tratamento das doenças sexualmente transmissíveis e as conseqüências da contaminação pelo Vírus HIV. 1. Doenças sexualmente transmissíveis (DST). E-07/3 044 (HT) Aplicar, durante a jornada de campo, a técnica de primeiros socorros adequada a: - Fratura exposta e hemorragia. - Queimaduras graves. - Síndrome de calor. Durante a jornada de campo, serão apresentados ao Estagiário três casos simulados de: - Fratura exposta e hemorragia. - Queimaduras graves. - Síndrome de calor. O Estagiário deverá, durante a jornada de campo: - Realizar todas as operações a serem desenvolvidas, de acordo com as normas e prescrições da técnica considerada. - Atender às características dos casos apresentados. - Proceder, corretamente, em todas as situações. 1) Descrever a técnica das três medidas salva-vidas. 2) Demonstrar as técnicas de estancar a hemorragia, proteger o ferimento e prevenir o choque. 3) Identificar os componentes do pacote individual de primeiros socorros e o seu emprego. 4) Aplicar a técnica de socorro a fraturados: - Descrever as técnicas de imobilização. - Demonstrar as técnicas de imobilização. - Demonstrar o transporte de fraturados, a braço e com meios improvisados. 5) Aplicar as medidas de prevenção e de socorro aos afetados pela ação do calor e do sol: - Descrever os procedimentos. - Demonstrar as técnicas de transporte de feridos, a braço e com meios improvisados. 2. As três medidas salva- vidas. a. Estancar a hemorragia. b. Proteger o ferimento. c. Prevenir ou tratar o choque. 3. Pacote individual de curativo: a. Componentes. b. Artigos adicionais necessários. 4. Fraturas. 5. Prevenção e socorro aos acidentes produzidos pelo sol e calor. 6. Socorro em casos de ferimentos e hemorragias.
  46. 46. 8. HIGIENE E PRIMEIROS SOCORROS Tempo estimado: 06 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E-07/3 045 (HT) Aplicar, durante a jornada de campo, as técnicas de primeiros socorros adequadas ao tratamento de vítimas de picadas de animais peçonhentos e de intoxicação por animais venenosos. Serão apresentados ao Estagiário, durante a jornada de campo, pacientes que apresentem casos simulados de picadas de animais peçonhentos e de intoxicação por animais venenosos O Estagiário deverá, durante a jornada de campo, prestar, corretamente, o socorro adequado a cada um dos casos apresentados. 1) Aplicar as técnicas de socorro a vítimas de picadas de animais peçonhentos e de intoxicação por aimais venenosos: - Descrever as técnicas de socorro. - Demonstrar o socorro a vítimas de picadas de inseto. - Demonstrar o socorro a vítimas de picadas de ofídios. - Demonstrar o tratamento de vítimas de intoxicação por animais venenosos. 2) Demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII. 7. Reconhecimento de animais peçonhentos e venenosos. 8. Socorro à vítimas de animais peçonhentos e venenosos. E-07/3 046 (HT) Aplicar, durante a jornada de campo, a técnica de primeiro socorro a vítima de afogamento. Será apresentado ao Estagiário, durante a jornada de campo, uma vítima simulada de afogamento. O Estagiário deverá, durante a jornada de campo: - Colocar o paciente em uma posição que faça com que a cabeça fique mais baixa que o tronco. - Desobstruir as vias aéreas. - Aplicar qualquer técnica de respiração artificial. 1) Aplicar os procedimentos de socorro a vítimas de afogamento: - Descrever as medidas imediatas de socorro. - Demonstrar as técnicas de respiração artificial e massagem cardíaca. 2) Demonstrar o dempenho individual estabelecido no OII. 9. Primeiros socorros para o caso de afogamento. a. Boca a boca. b. Boca ao conduto de ar. c. Boca a nariz. d. Pressão no tórax.
  47. 47. 9. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR Tempo estimado: 30 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS E - 07/3 047 (CF) Executar os Testes de Avaliação Física Conforme previsto nos OII que caracterizam o Padrão Básico de Desempenho Físico (PBD). O Teste deverá ser executado na última semana do Estágio. Obs: 1) A Seleção dos Estagiários deverá incluir um Padrão de Aptidão Física Inicial (PAFI) que permita, por intermédio do treinamento físico, atingir o Padrão Mínimo do OII em 6 semanas. 2) Realizar o Exame Médico Sanitário na 1ª semana. O Estagiário deverá demonstrar um desempenho físico igual ou superior aos índices mínimos previstos para o Padrão Básico de Desempenho Físico (PBD). 1) 1ª Semana - Executar, correta-mente, os movimentos e ritmo dos exercícios: - preparatória (3 repetições); - ginástica básica adaptada (3 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1400m/12min). 2) 2ª Semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (3 a 4 repetições); - ginástica básica adaptada (3 a 4 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1500m;12min). 3) 3ª Semana -Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (4 repetições); - ginástica básica adaptada (4 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1700m/12min). 4) 4ª Semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (4 a 5 repetições); - ginástica básica adaptada (4 a 5 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); - corrida (1900m;12min). 5) 5ª Semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: - preparatória (5 a 6 repetições); - ginástica básica adaptada (5 a 6 repetições); - circuito adaptado (intensidade fraca); Treinamento Físico Militar: a. Exame Médico Sanitário. b. Preparatória. c. Ginástica Básica Adaptada. d. Circuito Adaptado. e. Corrida continua. f. Jogos.
  48. 48. - corrida (2050m/12min). 9. TREINAMENTO FÍSICO MILITAR Tempo estimado: 30 horas (OII) OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO ORIENTAÇÃO PARA INTERPRETAÇÃO TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO-MÍNIMO SUGESTÕES PARA OBJETIVOS INTERMEDIÁRIOS ASSUNTOS
  49. 49. 6) 6ª semana - Exercitar-se para realizar o 1º TAF: demonstrar o desempenho individual estabelecido no OII - PBD (1º TAF). Obs: De acordo com a Legislação em vigor.
  50. 50. 2ª PARTE - EBST / 2ª FASE I. INTRODUÇÃO___________________________________________________________________________________ 53.00 1. Finalidade ____________________________________________________________________________________ 54.00 2. Objetivo do EBST/2ª Fase _______________________________________________________________________ 54.00 3. Execução do EBST/2ª Fase _____________________________________________________________________ 54.00 4. Direção e Condução do EBST/2ª Fase ____________________________________________________________ 54.00 5. Avaliação ____________________________________________________________________________________ 55.00 II. MODELO DE FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DO ESTAGIÁRIO ___________________________________ 58.00 III. MODELO DE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DO ESTAGIÁRIO ________________________________ 61.00 Pagina
  51. 51. As páginas que se seguem contêm uma série de informações, cuja leitura é considerada indispensável para os usuários da 2ª Parte do presente Programa- Padrão de Instrução. I. INTRODUÇÃO – 2ª FASE
  52. 52. I. INTRODUÇÃO 1. Finalidade A 2ª Parte deste Programa-Padrão orienta o planejamento e a execução da 2ª Fase do Estágio Básico de Sargento Temporário (EBST/2ª Fase). 2. Objetivos do EBST/2ª Fase Definidos na Port Nr 043-DGP, de 26 de outubro de 1998. O EBST/2ª Fase destina-se à aplicação de conhecimentos técnico- profissionais dos 3º Sargentos Técnicos Temporários nas Organizações Militares para as quais foram convocados. Seus objetivos são: 1) adaptar os Estagiários à vida militar, particularmente no exercício dos cargos para os quais foram convocados; 2) proporcionar-lhe condições de aplicação de suas técnicas profissionais; e 3) torná-los mobilizáveis, quando reservistas, para exercer cargos de 2º Sargento de suas respectivas qualificações. 3. Execução do EBST/2ª Fase a. Condições de Execução O Estágio será conduzido, fundamentalmente, por meio da participação orientada do Estagiário nas atividades correntes da Organização Militar onde ocupará o cargo para o qual foi convocado. Serão criadas condições para a aplicação de suas habilitações profissionais e o seu convívio com os pares, superiores e subordinados. Além do Comando, Chefia ou Direção da OM, todos os Quadros deverão contribuir para a integração do Estagiário, fazendo dele incondicional colaborador no serviço e no seio da comunidade nacional, onde o Exército deve ter as suas mais profundas raízes. b. Duração O EBST/2ª Fase terá a duração de 10 meses e 15 dias, os quais, somados aos 45 (quarenta e cinco) dias da 1ª Fase, totalizarão os 12 meses previstos para o EBST, como um todo. c. Locais O EBST/2ª Fase será realizado nas Organizações Militares onde os Estagiários ocuparão os cargos para os quais foram convocados ou incorporados. As mulheres só poderão ocupar claros nos QDE das OM não- operacionais. d. Participantes Os 3º Sargentos Técnicos Temporários concludentes da 1ª Fase, com ou sem aproveitamento. Aqueles que concluírem a 1ª Fase sem aproveitamento deverão ser alvo de acompanhamento específico, com o objetivo de recuperar os aspectos nos quais evidenciaram deficiências. e. Adaptação Específica à OM e ao Cargo A 1ª Fase do EBST, realizada em OM Operacional, reúne Estagiários de diversas habilitações. Seus objetivos são relacionados com a adaptação do 3º Sargento Técnico Temporário à vida militar e o desenvolvimento de habilidades e procedimentos básicos. Na 2ª Fase do EBST, os Estagiários ocuparão cargos e exercerão funções em OM de características bastante diferenciadas. Em conseqüência, é fundamental que a primeira semana dessa fase seja destinada a uma adaptação específica. Caberá ao Diretor do Estágio elaborar um programa de instruções e visitas às instalações, adequado às peculiaridades da OM e dos Estagiários. 4. Direção e Condução do EBST/2ª Fase Atribuições e responsabilidades: a. Comandante, Chefe ou Diretor da OM 1) Assegurar que os Estagiários ocupem os cargos nos quais devem exercer suas atividades profissionais. 2) Designar o Diretor do Estágio. 3) Proporcionar as melhores condições e promover adequadas oportunidades para concretizar a rápida ambientação dos Estagiários e a sua integração ao Círculo de Subtenentes e Sargentos. 4) Ao final do Estágio, realizar a avaliação do desempenho e elaborar o conceito de cada Estagiário. Além disso, emitir parecer sobre as condições
  53. 53. para confirmação como 3º Sargento Técnico Temporário e para a concessão das prorrogações de tempo de serviço. 5) Remeter ao Comandante da Região Militar as Fichas de Avaliação e Conceituação dos Estagiários (modelo na página 51.00) . b. Diretor do Estágio 1) Assessorar o Comandante, Chefe ou Diretor da OM. 2) Planejar e programar as atividades do Estágio. 3) Acompanhar e orientar os Estagiários, particularmente, quanto à sua participação nas atividades correntes da OM e quanto à conduta e procedimento militares. 4) Observar o desempenho dos Estagiários, suas atitudes e comportamentos, bem como a evidência dos Atributos da Área Afetiva,, ficando em condições de assessorar o Comandante, Chefe ou Diretor da OM na elaboração da Ficha de Avaliação e Conceituação do Estagiário. 5) Avaliar o desempenho dos Estagiários e fazer o registro na Ficha de Controle de Instrução do Estagiário (FCIE - modelo na página 49.00). c. Estagiário 1) Conhecer a programação do EBST/2ª Fase e as tarefas que deverá cumprir, durante a realização do Estágio. 2) Colocar todo o seu empenho, aplicar a sua iniciativa e conhecimentos profissionais na realização das tarefas que lhe forem conferidas. 5. Avaliação A avaliação de cada Estagiário será conduzida com base nos aspectos fundamentais que caracterizam a consecução dos Objetivos Gerais do Estágio: 1º) O Desempenho Individual revelado: - na participação nas atividades correntes da OM; - na execução das tarefas que lhe forem atribuídas; e - no exercício das atividades profissionais. 2º) O Caráter Militar revelado pela: - evidência dos Atributos da Área Afetiva, definidos em Objetivos Individuais de Instrução (OII) (Ver EBST/1ª Fase); - demonstração de atitudes e comportamentos adequados à vida militar, à convivência no Círculo de Subtenentes e Sargentos e à prática profissional. A execução de um Estágio deve ser orientada com a preocupação básica de homogeneização de resultados da aprendizagem, sem, contudo, haver preocupação de eliminação ou de inabilitação do Estagiário (PPB/1). Na 2ª Fase do EBST, a avaliação será qualitativa, expressa pela menção e pela nota equivalente. Os resultados serão registrados pelo Diretor do Estágio na Ficha de Controle de Instrução do Estagiário (FCIE - modelo à página 49.00). Eventualmente, um Estagiário poderá ser inabilitado por não demonstrar o Desempenho Individual previsto ou não evidenciar os atributos e qualidades do Caráter Militar. Tal ocorrência, entretanto, representará, mais que um insucesso individual, uma falha na seleção ou uma deficiência pessoal acidental. a. Desempenho Individual DESEMPENHO INDIVIDUAL é a capacidade profissional com que um militar executa as tarefas que correspondem às funções do cargo que ocupa (PPB/1). A avaliação do Desempenho Individual será feita segundo os seguintes critérios: 1) Aproveitamento Demonstrado pelos padrões militares evidenciados nas atividades correntes da OM e na execução de tarefas atribuídas: - assiduidade e pontualidade; - correção no uso do uniforme; - manifestação dos sinais de respeito; e - correção no trato com superiores, pares e subordinados. 2) Desembaraço Avaliação feita pelo Diretor de Estágio por meio da observação do Estagiário nas atividades correntes da OM, na execução das tarefas atribuídas e no trato com superiores, pares e subordinados.
  54. 54. 3) Preparo Técnico-profissional Avaliação feita pelo Diretor de Estágio, por intermédio da observação do desempenho do Estagiário na participação nas atividades correntes da OM, no exercício das atividades funcionais e na execução das tarefas atribuídas. 4) Cultura Geral Avaliação feita pelo Diretor de Estágio, por meio da observação do Estagiário nas atividades correntes da OM, no exercício das atividades funcionais e no convívio com pares e superiores. 5) Inteligência Avaliação feita pelo Diretor de Estágio, por meio da observação do Estagiário nas atividades correntes da OM, no exercício de atividades funcionais, na execução de tarefas atribuídas e no convívio com pares e superiores. 6) Vigor e Desempenho Físico Avaliação feita por meio do Teste de Aptidão Física (3º TAF), no qual o Estagiário deverá satisfazer o Padrão Básico de Desempenho Físico (PBD). O Diretor de Estágio registrará, na FCIE, a apreciação qualitativa (menção e nota), segundo os critérios estabelecidos pelo próprio TAF. b. Caráter Militar CARÁTER MILITAR é o conjunto de valores aceitos pela maioria dos integrantes de um agrupamento, capaz de conferir a este agrupamento, como um todo, reações coletivas semelhantes em termos de procedimentos e sentimentos (PPB/1). Ao final do Estágio, o seu Diretor apreciará todas as observações disponíveis e proporá ao Comandante, Chefe ou diretor da OM, o Conceito (menção e nota) registrado na FCIE. A avaliação do Caráter Militar será feita segundo os seguintes critérios: 1) Atributos da Área afetiva Os atributos da área afetiva são definidos em OII próprios (ver 1ª Parte deste PP) e evidenciados na condições por eles estabelecidas. A avaliação resultará da observação contínua do Estagiário em todas as oportunidades, no serviço e fora dele, nas relações com superiores, pares e subordinados, no exercício das atividades funcionais, na vida privada e nas atividades sociais. 2) Conduta Militar A avaliação será feita por meio da observação das atitudes e comportamentos do Estagiário, considerando, particularmente, as manifestações de disciplina, de cumprimento do dever e de cortesia militar. 3) Conduta Civil A avaliação será feita por meio da observação do comportamento social do Estagiário, particularmente, as manifestações de educação, cortesia, urbanidade, boas maneiras, dentro e fora do serviço. c. Parecer do Comandante, Chefe ou diretor da OM Cabe ao Comandante, Chefe ou Diretor da OM a avaliação final do Estagiário e a emissão do seu parecer pessoal sobre o mesmo. 1) O Comandante, Chefe ou Diretor da OM apreciará os registros (menções e notas) lançados na FCIE, fazendo constar e processar na Ficha de Avaliação e Conceituação do Estagiário (modelo na página 51.00) as notas correspondentes aos atributos e qualidades dela constantes. A Média Final será transformada em Menção Final segundo os seguintes critérios: Média Final Menção Final 0,00 a 4,99 Insuficiente 5,00 a 5,99 Regular 6,00 a 7,99 Bem 8,00 a 10,00 Muito Bem 2) No seu Parecer Final, na Ficha de Avaliação e Conceituação do Estagiário, o Comandante, Chefe ou Diretor da OM emitirá o seu conceito pessoal, concluindo se o Estagiário reúne condições para: - ter confirmada sua graduação de 3º Sargento Técnico Temporário; e - receber prorrogações de tempo de serviço.
  55. 55. Não há instrução individual que possa ser conduzida, satisfatoriamente, sem controle individual. Na folha que se segue, é apresentado o modelo da FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DE ESTAGIÁRIO (FCIE). Os registros na FCIE são da responsabilidade do Diretor do Estágio e serão submetidos à apreciação do Comandante, Chefe ou Diretor da OM. II. MODELO DE FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DE ESTAGIÁRIO – 2ª FASE
  56. 56. ESTÁGIO BÁSICO DE SARGENTO TEMPORÁRIO / 2ª FASE FICHA DE CONTROLE DE INSTRUÇÃO DO (FCIE) 3º Sgt Tec Tmpr: ATRIBUTOS DA ÁREA AFETIVA OII MB B R I NOTA MÉDIA DEMONSTRAÇÃO DE ATITUDES E COMPORTAMENTOS MB B R I NOTA Conduta Militar Conduta Civil APROVEITAMENTO DEMONSTRAÇÃO DE ATITUDES E COMPORTAMENTOS MB B R I NOTA Aproveita- mento Desembaraço Preparo Técnico- Profissional Cultura Geral Desempenho Físico MÉDIA Os OII serão verificados segundo os respectivos Padrões Evidenciados e terão uma apreciação qualitativa (Menção), a qual levará em conta o empenho, a adequação técnica e a eficácia demonstrados pelo Estagiário na concretização dos mesmos. As demais qualidades constantes da FCIE serão avaliadas pelo Diretor de Estágio, também por meio de uma apreciação qualitativa (Menção). As menções MB, B e R serão expressas, também, por uma nota correspondente, segundo a relação abaixo: MB 9,0 B 7,0 R 5,0 A menção Insuficiente (I) inabilitará o Estagiário para a confirmação na graduação de 3º Sargento Técnico Temporário e, também, para a prorrogação do tempo de serviço. Quartel em __________________________ , ________________ _____________________________________ Assinatura do Diretor do Estágio (local) (data)
  57. 57. Na página seguinte, é apresentado o modelo da FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DO ESTAGIÁRIO. Os resultados nela registrados serão publicados em Boletim Interno da OM. ESSE REGISTRO CORRESPONDERÁ À AVALIAÇÃO FINAL DO ESTAGIÁRIO. III. MODELO DE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DO ESTAGIÁRIO – 2ª FASE
  58. 58. ESTÁGIO BÁSICO DE SARGENTO TEMPORÁRIO / 2ª FASE FICHA DE AVALIAÇÃO E CONCEITUAÇÃO DO ESTAGIÁRIO NOME IDENTIDADE HABILITAÇÃO / ESPECIALIZAÇÃO QUALIDADES E ATRIBUTOS NOTAS (1) MÉDIAS OBSERVAÇÕES DESEMPENHO INDIVIDUAL Aproveitamento A (1) As notas serão números inteiros entre 0 e 10. (2) A Média Final (MF) será o resultado da operação abaixo, com aproximação até centésimos: MF = (A+B) / 2 (3) A Menção Final será atribuída conforme a tabela de correspondência constante da FCIE. Desembaraço Preparo Ténico-Profissional Cultura Geral Vigor e Desempenho Físico CARÁTER MILITAR Atributos da Área Afetiva BConduta Militar Conduta Civil MÉDIA FINAL (MF) (2) MENÇÃO FINAL (3) PARECER FINAL DO COMANDANTE - Reúne __________ condições para ser confirmado(a) na graduação de 3º Sargento Técnico Temporário. - Reúne __________ condições para ter prorrogado seu tempo de serviço militar. Quartel em _____________________________________ ___________________________________________ (Assinatura do Comandante da OM) (*) Muito Boas, Boas, Regulares ou Insuficientes. (Local e data) (*) (*)

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