Perdas Reprodutivas
 Anormalidades cromossômicas em casais
com história de aborto recente.
Alunas: Alanna Katarina, Isabe...
• O que é o aborto espontâneo ?
 Abortamento de repetição
FATORES DE RISCO PARA ABORTOS
ESPONTÂNEOS
• Idade da mulher
• Idade paterna
• Antecedente de aborto
• Fatores externos
CAUSAS DE ABORTO DE REPETIÇÃO
• Alterações cromossômicas e genéticas
• Alterações anatômicas
• Trombofilias
• Alterações e...
• Verificar a prevalência e as características
clínicas de casais com história de abortos de
repetição e anormalidade crom...
A amostra final foi composta por 108 casais (216
indivíduos) cuja análise cromossômica foi realizada com
sucesso. Suas ida...
Resultados
• Translocação e mosaicismo
• Avaliação cromossômica de outros familiares
da paciente, com a verificação de que...
• Três dos casais que tiveram um filho nativivo
(17,6%) eram portadores de anormalidades
cromossômicas.
Conclusão
• A frequência de anormalidades
cromossômicas verificada neste estudo (9,3%)
foi similar à da maior parte dos tr...
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Perdas Reprodutivas

  1. 1. Perdas Reprodutivas  Anormalidades cromossômicas em casais com história de aborto recente. Alunas: Alanna Katarina, Isabel Cristiane,Joana de Ângelis, Mayara Monique e Olívia Augusta. Professor: Alfredo Beuttenmmuller
  2. 2. • O que é o aborto espontâneo ?  Abortamento de repetição
  3. 3. FATORES DE RISCO PARA ABORTOS ESPONTÂNEOS • Idade da mulher • Idade paterna • Antecedente de aborto • Fatores externos
  4. 4. CAUSAS DE ABORTO DE REPETIÇÃO • Alterações cromossômicas e genéticas • Alterações anatômicas • Trombofilias • Alterações endócrino-metabólicas • Alterações imunológicas • Infecções • Fator masculino
  5. 5. • Verificar a prevalência e as características clínicas de casais com história de abortos de repetição e anormalidade cromossômica.  Análise cromossômica feita com o cariótipo por bandas GTG. Presença tanto de anormalidades cromossômicas com significado patológico como de alterações consideradas variantes da normalidade (polimorfismos).
  6. 6. A amostra final foi composta por 108 casais (216 indivíduos) cuja análise cromossômica foi realizada com sucesso. Suas idades variaram de 21 a 58 anos entre os homens (média de 31,4 anos) e de 19 a 43 anos entre as mulheres (média de 29,9 anos). O número de abortamentos por casal oscilou de dois a nove (média de 3,2), sendo que 41 casais (38%) apresentavam história de dois abortamentos; 39 (36%) de três abortos e 28 (26%) de quatro ou mais perdas gestacionais. Dois dos casais (1,9%) tinham tido um filho natimorto, sete (6,5%) uma criança polimalformada, 17 (15,7%) um filho nativivo e quatro (3,7%) dois filhos nativivos.
  7. 7. Resultados • Translocação e mosaicismo • Avaliação cromossômica de outros familiares da paciente, com a verificação de que havia mais três pessoas portadoras equilibradas da mesma translocação • Nenhum dos casais com alterações cromossômicas apresentava história de ter tido um filho natimorto ou mesmo polimalformado.
  8. 8. • Três dos casais que tiveram um filho nativivo (17,6%) eram portadores de anormalidades cromossômicas.
  9. 9. Conclusão • A frequência de anormalidades cromossômicas verificada neste estudo (9,3%) foi similar à da maior parte dos trabalhos realizados nos últimos 20 anos, a qual variou de 4,8 a 10,8%. Contudo, nos chamou a atenção o alto percentual de pacientes com mosaicismo. Acreditamos que este achado possa estar associado ao maior número de metáfases rotineiramente analisadas no presente serviço.

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