12º Café Científico  da SOGOPE Rastreamento pré-natal de cromossomopatias Antonio C.V. Lopes Prof. Associado, Doutor FMB/U...
 
DEFEITOS CONGÊNITOS <ul><li>INCIDÊNCA: 3 A 5 % </li></ul><ul><li>Lee RT. et al, 2001 </li></ul>
ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS <ul><li>INCIDÊNCIA </li></ul><ul><li>ABORTO ESPONTANEO  60 % </li></ul><ul><li>RN À TERMO  0,5 % <...
<ul><li>Idade materna  ≥35 anos </li></ul><ul><li>Alterações  dos testes de rastreamento </li></ul>Fatores de Riscos GERAI...
<ul><li>  Filho anterior com defeito estrutural ou cromossômico </li></ul><ul><li>  Filho anterior natimorto ou neomorto...
Rastreamento  pré-natal de cromossomopatias Cronologia <ul><li>Anamnese obstétrica  </li></ul><ul><ul><ul><li>Bennet, 1999...
<ul><li>Marcador bioquímico para  trissomia do 21 </li></ul><ul><li>Alfafetoproteína  </li></ul><ul><li>Merkatz , 1984 </l...
<ul><li>Associação de marcadores bioquímicos para trissomia do 18: </li></ul><ul><li>alfafetoproteína (baixo) </li></ul><u...
<ul><li>MARCADORES ULTRASSONOGRÁFICOS </li></ul>Rastreamento  pré-natal de cromossomopatias Cronologia Ville, 1988,  Milun...
Marcadores  ultrassonográficos no  rastreamento de cromossomopatias fetais <ul><li>Translucência nucal (TN)  </li></ul><ul...
<ul><li>Ducto venoso fetal (DV) </li></ul><ul><li>(Nicolaides et al., 1992); (Murta et al., 2002) </li></ul>Marcadores ult...
<ul><li>Osso nasal fetal (ON) </li></ul><ul><li>(Cicero et al., 2001; Otano et al., 2002) </li></ul>Marcadores  ultra-sono...
<ul><li>Novos marcadores bioquímicos: PAPP-A e  β hCG </li></ul><ul><li>(Wapner et al.,2003) </li></ul><ul><li>Combinação ...
Testes de Rastreamento de Trissomia do 21 e Taxa de  Detecção (taxa de falso positivo 5%) Faster Trial, N Engl J  Med 2005...
Qual gestante deve ser rastreada? <ul><li>  Idealmente, todas, antes da 20 ª semana, independente da idade materna </li><...
Teste de Rastreamento  X  Procedimentos Diagnósticos <ul><li>  Rastreamento identifica  população de risco  para Trissomi...
<ul><li>Métodos invasivos  detectam  todos fetos com trissomias autossômicas, aneuploidias sexuais e mosaicismos </li></ul...
Como interpretar os resultados dos testes de rastreamento? <ul><li>Os resultados devem oferecer o risco individual em núme...
A medida da TN isoladamente é o bastante? <ul><li>TN isolada tem  taxa de detecção baixa </li></ul><ul><li>TN tem alta tax...
<ul><li>Trissomia do 21 </li></ul><ul><li>Taxa de detecção    72%  </li></ul><ul><li>Taxa de falso positivo    5% </li></u...
Teste de rastreamento combinado
<ul><li>Taxa de detecção trissomia 21: 90 % </li></ul><ul><li>Taxa de falso positivo: 5 % </li></ul><ul><li>Idade materna ...
Sensibilidade dos teste de rastreamento do primeiro trimestre (IM +TN + PAPP-A +  β HCG) Estudo N= S. de Down Taxa detecçã...
<ul><li>  Trissomia do 18 (qualquer idade materna) </li></ul><ul><li>Taxa de detecção 90% </li></ul><ul><li>(Wapner R, et...
Fatores que influenciam na escolha do método de rastreamento <ul><li>  Idade gestacional </li></ul><ul><li>  Número de f...
Rastreamento Integrado <ul><li>Utilização de testes do primeiro e segundo trimestre para cálculo do risco fetal </li></ul>...
<ul><li>Vantagens </li></ul><ul><li>Maior taxa de detecção </li></ul><ul><li>Menor taxa de falso positivo </li></ul><ul><l...
Rastreamento  Seqüencial <ul><li>Pacientes são submetidas ao teste do primeiro trimestre </li></ul><ul><li>Resultado alto ...
Outros marcadores do primeiro trimestre <ul><li>▪  Ducto Venoso Fetal </li></ul><ul><li>▪  Osso nasal fetal </li></ul><ul>...
Qual é a nossa experiência?
<ul><li>Translucência nucal isolada </li></ul><ul><li>Sensibilidade  58,33 %  (IC95% 27,67 – 84,83%) </li></ul><ul><li>VPP...
<ul><li>  Ducto venoso fetal isolado </li></ul><ul><li>Sensibilidade  41,67 %  (IC95% 15,7 – 72,33%) </li></ul><ul><li>VP...
Osso nasal fetal   Nossa experiência:  <ul><li>Identificado em todos os fetos com trissomia </li></ul><ul><li>Lopes ACV et...
Osso nasal fetal <ul><li>Estudos europeus </li></ul><ul><li>Taxa detecção 66,7-80% </li></ul><ul><li>Taxa de falso positiv...
Osso nasal fetal Fatos importantes <ul><li>Diferenças étnicas : ausente em fetos euplóides </li></ul><ul><li>2,8% caucasia...
<ul><li>Associação da TN e DV </li></ul><ul><li>Monni et al., 2006 </li></ul>Testes ultra-sonográficos de rastreamento de ...
<ul><li>  TN e DV em paralelo (um positivo) </li></ul><ul><li>Sensibilidade 66,7%  (IC 95% 34,89 – 90,08) </li></ul><ul><...
Rastreamento utilizando Idade materna, TN, β hCG e PAPP-A <ul><li>Risco estimado de trissomia 21 </li></ul>Risco estimado ...
Marcadores ultra-sonográficos do segundo trimestre <ul><li>Ecogenicidade intestinal </li></ul><ul><li>Foco ecogênico intra...
Gravidez múltipla <ul><li>Testes bioquímicos não são sensíveis em gravidez múltipla </li></ul><ul><li>Número de casos esca...
<ul><li>Em gestação  monocoriônica  a TN é aumentada em 38% dos gêmeos que desenvolverão STFF </li></ul><ul><li>Sebire NJ....
O  que  fazer após teste de rastreamento do primeiro trimestre? <ul><li>Alto risco de aneuploidia:  </li></ul><ul><li>BVC ...
<ul><li>Alteração  da TN + alteração de  marcadores bioquímicos + cariótipo fetal  normal: </li></ul><ul><li>Risco de abor...
Procedimento invasivo pode ser aplicado a qualquer gestante? <ul><li>Todas devem ter a opção de testes invasivos </li></ul...
CONCLUSÕES
Com  tanto  teste , qual o recomendado? <ul><li>Avaliação do risco fetal universal </li></ul><ul><li>Teste do risco fetal ...
<ul><li>Alternativa:  IM + IG + TN  </li></ul><ul><li>Risco < 1:100  Finaliza </li></ul><ul><li>Risco > 1:100 IM + IG + TN...
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12 café aula 02 - dr. antonio carlos lopes - rastreamento prenatal de cromossomopatias

  1. 1. 12º Café Científico da SOGOPE Rastreamento pré-natal de cromossomopatias Antonio C.V. Lopes Prof. Associado, Doutor FMB/UFBA
  2. 3. DEFEITOS CONGÊNITOS <ul><li>INCIDÊNCA: 3 A 5 % </li></ul><ul><li>Lee RT. et al, 2001 </li></ul>
  3. 4. ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS <ul><li>INCIDÊNCIA </li></ul><ul><li>ABORTO ESPONTANEO 60 % </li></ul><ul><li>RN À TERMO 0,5 % </li></ul><ul><li>NATIMORTOS 7 % </li></ul><ul><li>Stoll C. et al, 2002 </li></ul>
  4. 5. <ul><li>Idade materna ≥35 anos </li></ul><ul><li>Alterações dos testes de rastreamento </li></ul>Fatores de Riscos GERAIS ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS
  5. 6. <ul><li> Filho anterior com defeito estrutural ou cromossômico </li></ul><ul><li> Filho anterior natimorto ou neomorto </li></ul><ul><li> Anormalidade estrutural parental </li></ul><ul><li> Translocação balanceada parental </li></ul><ul><li> Feto com risco de doença gênica </li></ul><ul><li> Doença materna </li></ul><ul><li> Exposição a teratógenos ou drogas </li></ul><ul><li> Infecção materna </li></ul>ESPECÍFICOS Fatores de Riscos ANOMALIAS CROMOSSÔMICAS
  6. 7. Rastreamento pré-natal de cromossomopatias Cronologia <ul><li>Anamnese obstétrica </li></ul><ul><ul><ul><li>Bennet, 1999 </li></ul></ul></ul><ul><li>Idade cronológica materna </li></ul><ul><ul><ul><li>Snijders, 1999 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aconselhamento genético </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Amniocentese </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Biópsia de vilo corial </li></ul></ul></ul>
  7. 8. <ul><li>Marcador bioquímico para trissomia do 21 </li></ul><ul><li>Alfafetoproteína </li></ul><ul><li>Merkatz , 1984 </li></ul><ul><li>Associação de marcadores bioquímicos: </li></ul><ul><li>Alfafetoproteína </li></ul><ul><li>Gonadotrofina coriônica </li></ul><ul><li>Estriol não conjugado </li></ul><ul><li>Wald, 1998 </li></ul>Rastreamento pré-natal de cromossomopatias Cronologia
  8. 9. <ul><li>Associação de marcadores bioquímicos para trissomia do 18: </li></ul><ul><li>alfafetoproteína (baixo) </li></ul><ul><li>gonadotrofina coriônica (baixo) </li></ul><ul><li>estriol não conjugado (baixo) </li></ul><ul><ul><ul><li>Wald, 1998 </li></ul></ul></ul>Rastreamento pré-natal de cromossomopatias Cronologia
  9. 10. <ul><li>MARCADORES ULTRASSONOGRÁFICOS </li></ul>Rastreamento pré-natal de cromossomopatias Cronologia Ville, 1988, Milunsky, 1998, Nicolaides, 1992
  10. 11. Marcadores ultrassonográficos no rastreamento de cromossomopatias fetais <ul><li>Translucência nucal (TN) </li></ul><ul><li>(Nicolaides et al., 1992; Pandya et al., 1995) </li></ul>Época: 11,0 a 13,6 semanas
  11. 12. <ul><li>Ducto venoso fetal (DV) </li></ul><ul><li>(Nicolaides et al., 1992); (Murta et al., 2002) </li></ul>Marcadores ultra-sonográficos no rastreamento de cromossomopatias fetais
  12. 13. <ul><li>Osso nasal fetal (ON) </li></ul><ul><li>(Cicero et al., 2001; Otano et al., 2002) </li></ul>Marcadores ultra-sonográficos no rastreamento de cromossomopatias fetais
  13. 14. <ul><li>Novos marcadores bioquímicos: PAPP-A e β hCG </li></ul><ul><li>(Wapner et al.,2003) </li></ul><ul><li>Combinação de marcadores USG (TN), PAPP-A e β hCG </li></ul><ul><li>(Spencer et al., 2003) </li></ul>Rastreamento pré-natal de cromossomopatias Cronologia
  14. 15. Testes de Rastreamento de Trissomia do 21 e Taxa de Detecção (taxa de falso positivo 5%) Faster Trial, N Engl J Med 2005;353:201-11 TESTE DE RASTREAMENTO TAXA DE DETECÇÃO (%) RIMEIRO TRIMESTRE Translucência Nucal 64-70 TN, PAPP-A, β hCG 82-87 SEGUNDO TRIMESTRE Triplo Teste (AFP, E2, β hCG) 69 Teste Quádruplo (AFP, E2, β hCG , inhibin-A 81 Teste do primeiro e segundo trimestre Integrado (TN, PAPP-A, Teste quádruplo) 94-96 Testes plasmáticos integrados ( PAPP-A + quádruplo) 85-88 Testes seqüenciais 95
  15. 16. Qual gestante deve ser rastreada? <ul><li> Idealmente, todas, antes da 20 ª semana, independente da idade materna </li></ul><ul><li>Identifique disponibilidade de testes locais </li></ul><ul><li>Estabeleça critérios para o primeiro ou segundo trimestre da gravidez </li></ul><ul><li>Informe a taxa de detecção e taxa de falso positivo </li></ul><ul><li>Vantagens e desvantagens de cada método </li></ul><ul><li>Riscos e benefícios </li></ul><ul><li>Esclareça tratar-se de teste de rastreamento e não de diagnóstico </li></ul><ul><li>Permita ao casal tomar decisão </li></ul>
  16. 17. Teste de Rastreamento X Procedimentos Diagnósticos <ul><li> Rastreamento identifica população de risco para Trissomias do 21, 13 e 18, XO </li></ul><ul><li>A realização de teste invasivo apenas em pacientes com rastreamento positivo, identifica mais fetos anormais que se aplicados na população geral </li></ul><ul><li>Menos teste invasivo, reduz taxa de perdas de fetos normais </li></ul><ul><li>Testes de rastreamentos não detectam todos fetos com aneuploidias </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Métodos invasivos detectam todos fetos com trissomias autossômicas, aneuploidias sexuais e mosaicismos </li></ul><ul><li>Pacientes com alto risco de cromossopatias preferem métodos diagnósticos </li></ul>Teste de Rastreamento X Procedimentos Diagnósticos
  18. 19. Como interpretar os resultados dos testes de rastreamento? <ul><li>Os resultados devem oferecer o risco individual em números </li></ul><ul><li>Devem ser fundamentados no risco calculado para a idade materna, testes bioquímicos e TN </li></ul><ul><li>Os resultados devem ser confrontados com os riscos populacionais e com o risco para a idade antes do teste </li></ul>
  19. 20. A medida da TN isoladamente é o bastante? <ul><li>TN isolada tem taxa de detecção baixa </li></ul><ul><li>TN tem alta taxa de detecção quando </li></ul><ul><li>associado marcadores bioquímicos </li></ul><ul><li>TN isolada é útil em gravidezes múltiplas </li></ul>
  20. 21. <ul><li>Trissomia do 21 </li></ul><ul><li>Taxa de detecção 72% </li></ul><ul><li>Taxa de falso positivo 5% </li></ul><ul><li> Trissomia do 18 </li></ul><ul><li>Taxa de detecção 74,8% </li></ul><ul><li>Trissomia do 13 </li></ul><ul><li>Taxa de detecção 72% </li></ul><ul><li>Síndrome de Turner </li></ul><ul><li>Taxa de detecção 87% </li></ul><ul><li>Triploidias </li></ul><ul><li>Taxa de detecção 59% </li></ul><ul><li>Outras cromossomopatias </li></ul><ul><li>Taxa de detecção 55% </li></ul><ul><li> </li></ul><ul><li>(Snijders RJ et al., 1998) </li></ul>Taxa de detecção da TN isoladamente
  21. 22. Teste de rastreamento combinado
  22. 23. <ul><li>Taxa de detecção trissomia 21: 90 % </li></ul><ul><li>Taxa de falso positivo: 5 % </li></ul><ul><li>Idade materna isolada 30 % </li></ul><ul><li>Idade materna + testes bioquímicos </li></ul><ul><li>do segundo trimestre 65% </li></ul><ul><li>Spencer K. et al., 1999 </li></ul>Sensibilidade dos teste de rastreamento do primeiro trimestre (TN + PAPP-A + β HCG)
  23. 24. Sensibilidade dos teste de rastreamento do primeiro trimestre (IM +TN + PAPP-A + β HCG) Estudo N= S. de Down Taxa detecção % BUN (Wapner,2003) 8.216 61 79 FASTER (Malone, 2003) 33.557 84 83 SURUSS (Wald, 2003) 47,053 101 83 OSCAR (Spencer, 2003) 15.030 82 90 TOTAL 103.856 328 84
  24. 25. <ul><li> Trissomia do 18 (qualquer idade materna) </li></ul><ul><li>Taxa de detecção 90% </li></ul><ul><li>(Wapner R, et al., 2003) </li></ul>Sensibilidade dos teste de rastreamento do primeiro trimestre (TN + PAPP-A + β HCG)
  25. 26. Fatores que influenciam na escolha do método de rastreamento <ul><li> Idade gestacional </li></ul><ul><li> Número de fetos </li></ul><ul><li> Passado obstétrico </li></ul><ul><li> História familiar </li></ul><ul><li> Disponibilidade de medida da TN </li></ul><ul><li>Sensibilidade do teste e limitações </li></ul><ul><li>Desejo de testes precoces </li></ul><ul><li>Intenção de interrupção da gravidez </li></ul>
  26. 27. Rastreamento Integrado <ul><li>Utilização de testes do primeiro e segundo trimestre para cálculo do risco fetal </li></ul><ul><li>Resultados fornecidos após realização dos testes </li></ul><ul><li>Taxa de detecção 94-96%; taxa de falso positivo 5% </li></ul><ul><li>Wapner R. et al., 2003 </li></ul>
  27. 28. <ul><li>Vantagens </li></ul><ul><li>Maior taxa de detecção </li></ul><ul><li>Menor taxa de falso positivo </li></ul><ul><li>Menos exames invasivos </li></ul><ul><li>Desvantagens </li></ul><ul><li>Maior tempo de espera dos resultados </li></ul><ul><li>Falta de aderência ao teste </li></ul>Rastreamento Integrado
  28. 29. Rastreamento Seqüencial <ul><li>Pacientes são submetidas ao teste do primeiro trimestre </li></ul><ul><li>Resultado alto risco: teste diagnóstico invasivo </li></ul><ul><li>Resultado baixo risco: teste do segundo trimestre </li></ul>
  29. 30. Outros marcadores do primeiro trimestre <ul><li>▪ Ducto Venoso Fetal </li></ul><ul><li>▪ Osso nasal fetal </li></ul><ul><li>Regurgitação da tricúspide </li></ul><ul><li>Comprimento do femur e úmero </li></ul><ul><li>Diametro do cordão umbilical </li></ul><ul><li>Volume do tronco e abdome </li></ul><ul><li>Comprimeto crânio-caudal </li></ul><ul><li>Angulo frontomaxilofacial </li></ul>
  30. 31. Qual é a nossa experiência?
  31. 32. <ul><li>Translucência nucal isolada </li></ul><ul><li>Sensibilidade 58,33 % (IC95% 27,67 – 84,83%) </li></ul><ul><li>VPP 35,0 % (IC95% 15,39 – 59,22%) </li></ul><ul><li>Lopes ACV et al., Radiol Bras 2008:41(2):93-97 </li></ul><ul><li>Nicolaides et al., 1992, - sensibilidade 75,0% </li></ul><ul><li>Monni et al., 2006, - sensibilidade 52,8% </li></ul>Testes ultra-sonográficos de rastreamento de cromossomopatias fetais
  32. 33. <ul><li> Ducto venoso fetal isolado </li></ul><ul><li>Sensibilidade 41,67 % (IC95% 15,7 – 72,33%) </li></ul><ul><li>VPP 45,45% (IC95% 16,75 – 76,62%) </li></ul><ul><li>Lopes ACV et al., Radiol Bras 2008:41(2):93-97 </li></ul><ul><li>Antolin et al., 2001, - 65,0% </li></ul><ul><li>Murta et al., 2002, - 93,1% </li></ul>Testes ultra-sonográficos de rastreamento de cromossomopatias fetais
  33. 34. Osso nasal fetal Nossa experiência: <ul><li>Identificado em todos os fetos com trissomia </li></ul><ul><li>Lopes ACV et al., Radiol Bras 2008:41(2):93-97 </li></ul><ul><li>Malone encontrou em 82% </li></ul><ul><li>Malone FD. et al., 2004 </li></ul>
  34. 35. Osso nasal fetal <ul><li>Estudos europeus </li></ul><ul><li>Taxa detecção 66,7-80% </li></ul><ul><li>Taxa de falso positivo 0,2-1,4% </li></ul><ul><li>Zoppi MA. et al., 2003, Viora E. et al., 2003 </li></ul><ul><li>Apenas 42% dos fetos com trissomia 21 tinham ausência de osso nasal </li></ul><ul><li>Avaliação do ON no primeiro trimestre é difícil </li></ul><ul><li>Sepulveda W. et al., Obstet Gynecol 2007;109:1040-1045 </li></ul>
  35. 36. Osso nasal fetal Fatos importantes <ul><li>Diferenças étnicas : ausente em fetos euplóides </li></ul><ul><li>2,8% caucasianos </li></ul><ul><li>6,8% asiáticos </li></ul><ul><li>10,4% afro-descendentes </li></ul><ul><li>Recomendação: aplicar em pacientes de alto risco após teste combinado do primeiro trimestre </li></ul>
  36. 37. <ul><li>Associação da TN e DV </li></ul><ul><li>Monni et al., 2006 </li></ul>Testes ultra-sonográficos de rastreamento de cromossomopatias fetais
  37. 38. <ul><li> TN e DV em paralelo (um positivo) </li></ul><ul><li>Sensibilidade 66,7% (IC 95% 34,89 – 90,08) </li></ul><ul><li>VPP 14,29% (IC 95% 7,61 – 23,62) </li></ul><ul><li> TN e DV (ambos negativos) </li></ul><ul><li>VPN 100% (IC 95% 47,82 - 100%) </li></ul>Testes ultra-sonográficos de rastreamento de cromossomopatias fetais Lopes ACV et al., Radiol Bras 2008:41:93
  38. 39. Rastreamento utilizando Idade materna, TN, β hCG e PAPP-A <ul><li>Risco estimado de trissomia 21 </li></ul>Risco estimado de trissomia 21 Alto Alto risco >1:100 BVC Risco intermediário 1:101 a 1:1000 Risco Intermediário 1:101 a 1:1000 Baixo Risco 1:1001 ou menor Osso Nasal DV Regurgitação Tricúspide Positivo Negativo Finaliza Nicolaides KH. Ultrasound Obstet Gynecol 2005; 25: 221-226
  39. 40. Marcadores ultra-sonográficos do segundo trimestre <ul><li>Ecogenicidade intestinal </li></ul><ul><li>Foco ecogênico intra-cardíaco </li></ul><ul><li>Dilatação da pélvis renal </li></ul><ul><li>Crítica: baixa sensibilidade e especificidade </li></ul><ul><li>Smith-Bindman R. et al., 2001 </li></ul><ul><li>Taxa de detecção aumenta quando associado a outras malformações </li></ul><ul><li>Taxa de detecção 50-75% </li></ul><ul><li>Taxa de falso positivo 21,9% </li></ul><ul><li>Bromley B. et al., 2003 </li></ul>
  40. 41. Gravidez múltipla <ul><li>Testes bioquímicos não são sensíveis em gravidez múltipla </li></ul><ul><li>Número de casos escassos para cálculo estatístico </li></ul><ul><li>Marcadores do feto normal soma-se ao do feto anormal </li></ul>
  41. 42. <ul><li>Em gestação monocoriônica a TN é aumentada em 38% dos gêmeos que desenvolverão STFF </li></ul><ul><li>Sebire NJ. et al., 1997 </li></ul><ul><li>Aconselhamento genético complexo face normalidade de um dos fetos </li></ul>Gravidez múltipla
  42. 43. O que fazer após teste de rastreamento do primeiro trimestre? <ul><li>Alto risco de aneuploidia: </li></ul><ul><li>BVC ou Amniocentese </li></ul><ul><li>TN ≥ 2,5 mm + cariótipo fetal normal: </li></ul><ul><li>USG morfológico (síndromes genéticas, hérnia diafragmática, defeitos da parede abdominal) </li></ul><ul><li>Ecocardiografia fetal (malformações cardíacas) </li></ul>
  43. 44. <ul><li>Alteração da TN + alteração de marcadores bioquímicos + cariótipo fetal normal: </li></ul><ul><li>Risco de abortamento espontâneo </li></ul><ul><li>Óbito fetal </li></ul><ul><li>Parto prematuro </li></ul><ul><li>RN de baixo peso </li></ul><ul><li>Smith GC. et al., 2006 </li></ul>O que fazer após teste de rastreamento do primeiro trimestre?
  44. 45. Procedimento invasivo pode ser aplicado a qualquer gestante? <ul><li>Todas devem ter a opção de testes invasivos </li></ul><ul><li>Esclarecimentos sobres riscos x benefícios </li></ul><ul><li>Esclarecer as diferenças entre teste de rastreamento x teste de diagnóstico </li></ul><ul><li>A decisão deve ser baseada na preferência da gestante </li></ul><ul><li>Idade materna ≥ 35 anos não deve ser nível de corte para rastreamento ou diagnóstico </li></ul>
  45. 46. CONCLUSÕES
  46. 47. Com tanto teste , qual o recomendado? <ul><li>Avaliação do risco fetal universal </li></ul><ul><li>Teste do risco fetal do primeiro trimestre </li></ul><ul><li>IM + IG + TN + PAPP-A + β hCG </li></ul>
  47. 48. <ul><li>Alternativa: IM + IG + TN </li></ul><ul><li>Risco < 1:100 Finaliza </li></ul><ul><li>Risco > 1:100 IM + IG + TN + DV </li></ul><ul><li>Confirma ou aumenta o Risco </li></ul><ul><li>4. BVC ou Amniocentese </li></ul>Com tanto teste, qual o recomendo?
  48. 49. AULA DE OBSTETRÍCIA

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