MemePop - Adriana Amaral

1.624 visualizações

Publicada em

0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.624
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
427
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
12
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

MemePop - Adriana Amaral

  1. 1. MEMES: MICRONARRATIVAS DA CULTURA POP ADRIANA AMARAL Professora do Pós-graduação em Ciências da Comunicação e do curso de Comunicação Digital da UNISINOS. Pesquisadora CNPq @adriaramaral
  2. 2. PONTOS PARA O DEBATE 1) Origem do termo2) De onde vêm os memes na cultura digital? 3) Estrutura dos memes 4) Meme como prática cultural 5) Meme como performance 6) Meme e o digital trash
  3. 3. ORIGENS: MEME BEGINS Mimeme (grego) Meme - abreviação Richard Dawkins – biólogo evolucionista inglês Livro “ O gene egoísta ” (1976)Transmite a ideia de uma unidade de transmissão cultural ou de imitação Metáfora biológica
  4. 4. ...os memes devem ser considerados como estruturas vivas,não apenas metafórica mas tecnicamente. Quando você planta um meme fértil em minha mente, você literalmente parasitameu cérebro, transformando-o num veículo para a propagação do meme, exatamente como um vírus pode parasitar o mecanismo genético de uma célula hospedeira. Exemplos de memes são melodias, idéias, "slogans", modas do vestuário... (DAWKINS, 2007 [1976])
  5. 5. Imitation of life - REMO termo meme virou ele mesmo um meme saindo da biologia e sendo pensado em outras áreas como a comunicação Para a especialista em memética Susan Blackmore (2000), memes são instruções que contém comportamentos arquivados no cérebro (ou em outros objetos) e passados adiante por imitação
  6. 6. DE ONDE VÊ OS MEMES NA CULTURA DIGITAL? REBOOT Produtos midiáticos da cultura pop (TV, Cinema, Música, etc) Acontecimentos Causos e experiências de pessoas comuns publicadas na rede Comportamentos emergentes Não há autenticidade
  7. 7. MAPEANDO AS ORIGENS INTERNÉTICAS DOS MEMESLúdico 4 CHAN (2 CHAN em 2003) – Christian PooleCômico 2004 – Fechou e reabriuTrash Cultura OtakuSpoofs / Paródias Mainstream / UndergroundAuto-ajuda Trolls / Anonymous(FONTANELLA, 2010, Digg FELINTO, 2007) Tumblr Reddit 9 Gag
  8. 8. ESTRUTURA DOS MEMES Unidade visual / textual Economia simbólica Concisão linguistica (MARINO, 2012)
  9. 9. EIKE LOUCURA @narcisaoficialBordões replicáveis como forma de apropriação da identidade (SANTOS, 2011)
  10. 10. MEME COMO PRÁTICA CULTURAL Cultura Remix Hibridismo Cultural Mashups
  11. 11. MEME COMO PERFORMANCEa performance se situa num contexto ao mesmo tempo cultural e situacional: nesse contexto ela aparece como uma "emergência", um fenômeno que sai desse contexto ao mesmo tempo em que nele encontra lugar. Algo se criou, atingiu a plenitude e, assim, ultrapassa o curso comum dos acontecimentos. (ZUMTHOR, 2000)
  12. 12. MEME O DIGITAL TRASH Digital Trash (PEREIRA, 2006)A nova cultura digital se diferencia daquela anterior, produto direto do que foi considerado por alguns puristas de tradição frankfurtiana como o lixo da cultura de massa — criticada especialmente a partir de produtos como histórias em quadrinhos, rock’n’roll e cinema hollywoodiano — a partir da possibilidade do próprio público dominar os meios para a produção de obras que passam a dialogar diretamente com a cultura contemporânea #trashhunting
  13. 13. HIPÓTESEMeme – Elemento performativo estrutural e hipertextual da cultura pop que se replica através dos processos de viralização Meme como micronarrativa da cultura pop Cultura Jovem – bordões, gírias, piadas internas, pertencimento, grupos
  14. 14. REFERÊNCIASBLACKMORE, Susan. The Meme Machine , Oxford and New York, Oxford University Press, 2000.DAWKINS, Richard. O gene egoísta. SP: Cia das Letras, 2007 (tradução do livro de 1976)FELINTO, Erick. Videotrash: o YouTube e a cultura do spoof na Internet, Compós, 2007. Disponível em: http://tinyurl.com/99zk5tfFONTANELLA, Fernando. Nós somos Anonymous: anonimato, trolls e a subcultura dos imageboards.Intercom, 2010.http://tinyurl.com/98q2lofMARINO, Thomaz S. Estudo sobre a origem e propagação dos memes em ambientes digitais. TCC Comunicação Digital, Unisinos, 2012.SANTOS, Dierli M. A apropriação de identidade no ambiente virtual: uma abordagem sobre os perfis fakes do Twitter, TCC, Jornalismo, Unisinos, 2011. http://tinyurl.com/9rnhohk
  15. 15. VALEU!!

×