Dgcyb2 t1 alunos_apresentacao_e_fundamentos

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Primeira aula de Cibercultura e Comunicação. Temas: conceitos gerais a partir de Pierre Lévy.

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  1. 2. <ul><li>Pai da Amanda e da Marina! </li></ul><ul><li>41 anos; músico; leitor inveterado (4 ou 5 livros ao mesmo tempo); viciado em séries de TV americanas; perfeccionista e admirador do potencial de meus alunos. </li></ul>
  2. 3. <ul><li>Licenciado em Letras Português-Inglês; Especialista em Língua Portuguesa e em Literatura Brasileira; Mestre em Educação; Doutor em Educação. </li></ul><ul><li>Experiência: ensino pré-escolar; toda a Educação Básica; cursos pré-vestibulares; cursos de redação criativa; cursos de redação in company ; PUCPR; UEPG; UTP; Uniube (EAD); Assessoria Linguística Sênior da British-American Tobacco (Souza Cruz do Brasil); membro de corpo consultivo editorial da IGI Global (EUA). Estou no UNICURITIBA desde 2009. </li></ul>
  3. 4. <ul><li>EMENTA </li></ul><ul><ul><li>O advento de novas formas de expressão individual, grupal e/ou institucional (culturais) com o surgimento dos espaços virtuais de informação e relacionamento. Discussão da questão da individualidade e dos direitos de criação nos espaços coletivos de fronteiras indefinidas. As inovações tecnológicas que beneficiam ou que põem em risco a integridade do indivíduo no espaço virtual. </li></ul></ul>
  4. 5. <ul><li>Metodologia geral: </li></ul><ul><ul><li>aulas dialogais com pontes para as manifestações práticas dos conteúdos discutidos; </li></ul></ul><ul><ul><li>seminários preparados pela turma e pelo professor; </li></ul></ul><ul><ul><li>espaços abertos; </li></ul></ul><ul><ul><li>bate-papos literários; </li></ul></ul><ul><ul><li>avaliações diversas: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>trabalhos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>provas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>apresentações; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>produções. </li></ul></ul></ul>
  5. 6. <ul><li>Ciberapresentação! </li></ul><ul><ul><li>Individualmente, produzir um vídeo de autoapresentação de 40 segundos a 1 minuto. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pode ser “eu diante da câmera”, mas fica mais interessante se você puder pesquisar uma linguagem diferenciada. Reinvente-se, represente-se, mas não minta. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Atenção: apresentações no terceiro encontro (todas!). </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Todas as aulas e conteúdos que discutiremos vocês encontrarão no Plano de Aulas . Procurem tê-lo impresso com vocês para evitarem perderem-se na sequência de atividades. Modificações serão informadas pelo professor e também estarão disponibilizadas no ambiente virtual. </li></ul></ul>
  6. 7. <ul><li>Segunda guerra mundial: sistemas de defesa precisavam de maior qualidade – automatizá-los era a solução. </li></ul><ul><ul><li>Aperfeiçoaram-se sistemas de radares. </li></ul></ul><ul><ul><li>Criaram-se os primeiros computadores. </li></ul></ul><ul><ul><li>Iniciam-se estudos sobre sistemas informatizados e comunicação. </li></ul></ul>Iniciou-se a era da interatividade homem-máquina Einstein (1950): três grandes bombas explodiram durante o séc. XX: a atômica, a populacional e a das telecomunicações
  7. 8. Homem usando a máquina.
  8. 9. Homem captando informações com a máquina: o radar (entre 1934 e 1939).
  9. 10. Homem tratando informações com a máquina: ENIAC (1946).
  10. 11. Homem distribuindo informações com a máquina: ARPANET (1969) Internet (1983) e WWW (1990). O termo “cyberspace” aparece pela primeira vez no romance “Neuromancer”, de William Gibson (1984).
  11. 12. Homem (re)criando com a máquina: hoje. Photoshop, ProTools, Second Life...
  12. 13. Homem competindo com a máquina? Hoje? Futuro? Inteligência artificial...
  13. 14. <ul><li>Cibercultura: relatório ao Conselho Europeu – implicações culturais do desenvolvimento das tecnologias digitais. </li></ul><ul><ul><li>Cita Roy Escott: o segundo dilúvio é informacional. </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Amplia: no mar das informações, cada um de nós é um Noé com arcas particulares. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Metáfora do impacto não é adequada: a tecnologia não é um ente externo, mas produto da sociedade e de uma cultura. Criamos o que queremos. </li></ul></ul>“ Uma técnica não é nem boa nem má (isto depende dos contextos, dos usos e dos pontos de vista), tampouco neutra (já que é condicionante ou restritiva, já que de um lado abre e de outro fecha o espectro de possibilidades).” LÉVY, Pierre. Cibercultura . São Paulo: Editora 34, 2010. (p.26 )
  14. 15. <ul><li>Característica mais importante da cibercultura: a inteligência coletiva que nasce das redes de colaboração. </li></ul>
  15. 16. Pense como esta teia se com- portaria se toda a água nela, de repente, pendesse para um dos lados. O que aconteceria? Mas como é que ela não se arrebenta mesmo tendo pingos tão grandes e sendo ela mesma tão frágil? A resposta é: equilíbrio dinâmico! Todos colaboram. Todos ganham.
  16. 17. <ul><li>“ Estou profundamente convencido de que permitir que os seres humanos conjuguem suas imaginações e inteligências ao serviço do desenvolvimento é o melhor uso possível das tecnologias digitais.” (LÉVY, Pierre. Cibercultura: informe al consejo de Europa . Ciudad de Mexico: Universidad Autónoma Metropolitana, 2007.) </li></ul><ul><li>“ ...os indivíduos dentro dos meios corporativos exercem (...) um poder muito superior ao de qualquer consumidor individual.” (JENKINS, Henry. Convergence culture: where old and new media collide . New York: NYU Press, 2008.) </li></ul>
  17. 18. <ul><li>Pensem, para o início do próximo encontro, em todas as mudanças econômicas, sociais, ambientais e culturais que o mundo da cibercultura encontraria se perdesse, de uma hora para outra, as seguintes tecnologias: </li></ul><ul><ul><li>telefones celulares; </li></ul></ul><ul><ul><li>caixas automáticos; </li></ul></ul><ul><ul><li>GPS; </li></ul></ul><ul><ul><li>internet; </li></ul></ul><ul><ul><li>satélites de rastreamento fotográfico; </li></ul></ul><ul><ul><li>gravação digital de som e imagem. </li></ul></ul>
  18. 19. <ul><li>FIM(?) </li></ul>

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