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  1. 1. TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO EDUCACIONAL II<br />ABRAHAM ANTOINE MOLES (1920-1992)<br />OBRA: SOCIODINAMIQUE DE LA CULTURE, Mouton, Paris, 1967<br />Resumo do II capitulo : O Mercado Intelectual e a Cultura<br />Joana Fernandes Nº. A59998<br />José Mendes Nº. A50348<br />
  2. 2.
  3. 3. PERFIL BIOGRÁFICO<br />Estudou engenharia eléctrica no Instituto Politécnico de Grenoble e doutorou-se em Física em La Soborna de Paris (1952). Encarregado do departamento de acústica e vibração do Laboratório de Estudos Mecânicos do CNRS em Marselha, realiza diversas viagens a centros de investigação europeus e americanos. Amplia os seus estudos no campo da Filosofia e das Ciências Sociais e interessa-se pelo movimento Bauhaus. Doutorou-se em Filosofia (1956) com uma tese sobre a criação científica e a teoria da informação e a percepção estética. Viaja aos Estados Unidos, enviado pelo MIT e a Universidade de Columbia e obtém uma bolsa da Fundação Rockfeller. Exerce a docência como professor na Hochschule für Gestaltung de Ulm na Alemanha, e mais tarde incorpora-se na Universidade de Estrasburgo, onde desenvolverá grande parte da sua actividade académica no campo da Psicologia Social. Fundador do Instituto de Psicologia Social das Comunicações - l’Ecole de Strasbourg- onde desenvolverá as suas teorias acerca da comunicação e os meios, as formas e o desenho, a microsociologia, etc.<br /> Abraham Moles, publicou numerosas obras sobre a comunicação, dentre as quais: Sociodinamique de la Culture, Paris et L Haye, Mouton, 1967. <br />
  4. 4. <ul><li>Na primeira metade do século XX, nas sociedades industrializadas ocidentais desenvolveu-se a cultura de massas.
  5. 5. Os grandes entretenimentos colectivos, como os concertos de música e os espectáculos desportivos, constituem alternativas às tensões e às manifestações de revolta, como meio de canalização de conflitos.
  6. 6. A cultura de massas passou, gradualmente, a ser uma “indústria cultural” que transforma em consumíveis uma vasta gama de bens culturais.
  7. 7. A “indústria cultural” foi criada para “compensar”, especialmente, as multidões trabalhadoras da monotonia e da solidão características das sociedades desenvolvidas, independentemente do desejo de lucro por parte dos seus promotores.</li></li></ul><li><ul><li> A cultura de massas é pensada e elaborada para ser transmitida às grandes massas na forma de bens de consumo culturais; direcciona-se para o imediato, é multifacetada, é de duração efémera, geralmente aborda os temas de um modo superficial, é difundida pelos mass-media, tende a formar um “tipo de pessoa média”, recorre à publicidade e à propaganda com uma dupla função: económicae sociocultural.
  8. 8. A cultura de massas surge, assim, como forma cultural típica dos indivíduos nas sociedades industrializadas ocidentais, na primeira metade do século XX.</li></li></ul><li>Abraham Moles analisa as mensagens culturais como mercadorias, desmistificando, de certo modo, as perspectivas românticas ou espiritualistas da cultura. A materialidade ou a física das mensagens culturais deverá ser estudada independentemente dos seus conteúdos.<br />
  9. 9. Terminologia de A. Moles<br />canais culturais (mundo da comunicação) <br />produtos culturais (mensagens globais) <br />ideias(no mundo dos signos)<br />narrativas ou contos (no mundo dos mitos) <br />obras escritas (no mundo da literatura) <br />quadros(no universo pictórico) <br />mímica, filme e teatro (no mundo do movimento) <br />obras musicais (no mundo musical) <br />publicações e teorias (no mundo das ciências). <br />De referir, ainda, o conceito de culturemarelacionado com a natureza dos elementos (semantemas, palavras, símbolos, mítemas, ideias, formulações, frases, morfemas, actos elementares, acordes, objectos sonoros, temas musicais, fragmentos de significação, ideias, representação), com os modos de comunicação de massas(textos, linguagem falada, rádio, desenho animado, edição, publicidade, cinema, televisão, disco, concerto, literatura científica, bibliotecas, etc., <br />
  10. 10.
  11. 11. À “interacção permanente entre a cultura e o meio que a sustenta” é que Abraham Moles chama a “sociodinâmica da cultura”, <br />
  12. 12. A. Moles pergunta-se se é «possível e desejável acelerar ou diminuir a velocidade de rotação deste ciclo.»<br />
  13. 13. Referências bibliográficas:<br />BERTRAND, Yves (2002). Teorias Contemporâneas da Comunicação. Lisboa: Instituto Piaget.<br />BOURDON, Jérôme (2006). Introdução aos Media. Porto: Campo das Letras.<br />Castells, Manuel (2004). A Galáxia Internet. Reflexões sobre a Internet, Negócios e Sociedade. Lisboa: FCG.<br />CLOUTIER, Jean (1975). A Era do Emerec ou a Comunicação Áudio-scripto-visual na hora dos self-media. Lisboa: I.T.E.<br />LÉVY, P. (2000). Cibercultura. Lisboa: Instituto Piaget.<br />MOLES, Abraham A. (1974). Sociodinâmica da Cultura. São Paulo: Ed. Perspectivas.<br />MORIN, Edgar (1993). Cultura de Massas no Século XX - O Espírito do Tempo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1999.<br />MORIN, Edgar (2002). Reformar o Pensamento. Lisboa: Instituto Piaget.<br />SILVA, Bento Duarte. Âmago da Comunicação Educativa. Cadernos do Noroeste, Comunicação e Sociedade 2. Série Comunicação, vol.14 (1-2), pp.689-710. <br />SILVA, Bento Duarte (1998). Educação e Comunicação – Uma análise das implicações da utilização do discurso audiovisual em contexto pedagógico. Braga: IEP – Centro de Estudos em Educação e Psicologia da Universidade do Minho.<br />

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