O VELHO E O MAR
ACERCA DO LIVRO…
 Título: “O Velho e o mar.”
 Título original norte-americano:”The Old Man and
  the Sea.”
 Autor: Erne...
RESUMO…
Era uma vez um velho que pescava sozinho num
  esquife na Corrente do Golfo e saíra havia já por
  oitenta e quatr...
(CONTINUAÇÃO DO RESUMO)
O velho era magro e seco, com profundas rugas na parte de
  trás do pescoço. As manchas castanhas ...
BIOGRAFIA DO AUTOR ERNEST HEMINGWAY…
   Hemingway era parte da comunidade de escritores
    expatriados em Paris, conheci...
(CONTINUAÇÃO DA BIOGRAFIA)

   A vida e a obra de Hemingway tem intensa relação
    com a Espanha, país onde viveu por qu...
(CONTINUAÇÃO DA BIOGRAFIA)

   Ainda muito jovem, decidiu ir à Europa pela
    primeira vez, quando a Grande Guerra assom...
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O Velho E O Mar - Jessica, 6ºC

  1. 1. O VELHO E O MAR
  2. 2. ACERCA DO LIVRO…  Título: “O Velho e o mar.”  Título original norte-americano:”The Old Man and the Sea.”  Autor: Ernest Hemingway.  Editora: Livros do Brasil.  Ilustrações: Bernardo Marques.  Personagens: Um velho, um rapaz e pescadores.
  3. 3. RESUMO… Era uma vez um velho que pescava sozinho num esquife na Corrente do Golfo e saíra havia já por oitenta e quatro dias sem apanhar um peixe . Nos primeiros quarenta dias um rapaz foi com ele . Mas, após quarenta dias sem um peixe, os pais do rapaz disseram que o velho estava definitivamente declaradamente salao o que é pior forma de azar, e o rapaz fora por ordem dos deles para outro barco que na primeira semana logo apanhou três belos peixes. Fazia tristeza ao rapaz ver todos os dias o velho voltar como esquife vazio e sempre descia a ajudá-lo a trazer as linhas arrumadas ou o croque, o arpão e a vela enrolada no mastro.
  4. 4. (CONTINUAÇÃO DO RESUMO) O velho era magro e seco, com profundas rugas na parte de trás do pescoço. As manchas castanhas do benigno cancro da pele que o sol provoca ao reflectir-se no mar dos trópicos viam-se-lhe no rosto. Tudo nele e dele era velho, menos os olhos que eram da cor do mar alegres e não- vencidos. O velho tinha sonhado que estava em África, quando era rapaz, e as extensas praias douradas , e as praias brancas tão brancas que faziam doer os olhos, os cabos alterosos e as grandes montanhas escuras. Vivia ao longo da costa agora, e em sonhos ouvia o estrondo da ressaca e via as canoas nativas deslizarem por ela. Tinha feito uma viagem com muitos pescadores, que na vinda para casa tinha estado uma trovoada, que passado algum tempo acalmou mas ainda estava um vento leve. Um dos pescadores pensou « o vento é nosso amigo lá isso é, e talvez noz ajude a chegar ao porto»(…)
  5. 5. BIOGRAFIA DO AUTOR ERNEST HEMINGWAY…  Hemingway era parte da comunidade de escritores expatriados em Paris, conhecida como quot;geração perdidaquot;, nome inventado e popularizado por Gertrude Stein. Levando uma vida turbulenta, Hemingway casou quatro vezes, além de vários relacionamentos românticos. Em 1952 publica quot;O Velho e o Marquot;, com o qual ganhou o prêmio Pulitzer (1953), considerada a sua obra-prima. Hemingway recebeu o prêmio Nobel de Literatura em 1954.
  6. 6. (CONTINUAÇÃO DA BIOGRAFIA)  A vida e a obra de Hemingway tem intensa relação com a Espanha, país onde viveu por quatro anos. Uma breve passagem, mas marcante para um escritor americano que estabeleceu uma relação emotiva e ideológica com os espanhóis. Em Pamplona, meados do século XX, fascinado pelas touradas, a ponto de tornar-se um toureiro amador, transporta essa experiência para dois livros: O Sol Também Se Levanta (1926) e Por Quem os Sinos Dobram (1940). Ao cobrir a Guerra Civil (1937) – como jornalista do North American Newspaper Alliance, não hesitou em se aliar às forças republicanas contra o fascismo.
  7. 7. (CONTINUAÇÃO DA BIOGRAFIA)  Ainda muito jovem, decidiu ir à Europa pela primeira vez, quando a Grande Guerra assombrava o mundo (1918). Hemingway havia terminado o segundo grau em Oak Park e trabalhado como jornalista no Kansas City Star. Tentou alistar-se, mas foi preterido por ter um problema na visão. Decidido a ir à guerra, conseguiu uma vaga de motorista de ambulância na Cruz Vermelha. Na Itália, apaixonou-se pela enfermeira Agnes Von Kurowsky, sua inspiração na criação da heroína de Adeus às armas (1929) – a inglesa Catherine Barkley. Atingido por uma bomba, retornou para Oak Park que, depois do que viu na Itália, tornou-se monótona demais.

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