Caderno de Leitura                   “A Cidade dos Resmungos”     Título: “A cidade dos resmungos”;     Autor: William J. ...
Enquanto os aldeões se riam o vendedor esticou umacordae amarrou-a entre dois postes e disse:     -Agora gostava que cada ...
mostrou que os aldeões deviam relativizar os seus problemas epartilhar as suas preocupações, apelando à interajuda.     Ap...
fogueira onde cantaram músicas que os faziam lembrar os seuspaíses.     Na manhã seguinte, os três astronautas depararam-s...
Caderno de Leitura     Título: “A Árvore”     Autor: Sophia de Mello Breyner Anderson     Editora: Figueirinhas13ª Edição ...
netos e assim perpetuamos o passado de um povo, de umacidade, de uma ilha e de uma cultura. A velha árvore era assimrecord...
comprimido. Quando acordaram verificaram que tinham mais de30 anos.     Eles continuaram a ser sugados por uma força estra...
“Triângulo Jota - O Vampiro do Dente de Ouro ”     Título: “Triângulo Jota – O Vampiro do Dente de Ouro”     Autor:Álvaro ...
participar, por isso, chamou dois amigos: o Figurinha e oGilberto. Juntos formaram a “Brigada do Invisível”.     À noite, ...
Quando esta acabou, a Joana ficou apavorada com aquiloque viu. E quando viu o Médium e o D. Pintado a dirigirem-separa o c...
morrer. Naquele nota sobre o “Sono da Morte” afirmava que opaciente ficava morto por 42 horas e que depois voltava aacorda...
outro par de óculos muito bons, algures em casa.     A verdade é que passámos a casa toda, a pente fino, e sóencontrámos u...
Quando ia por o tubarão no aquário, reparei que o aquárioera muito pequeno para um peixe daqueles, por isso decidiucolocá-...
escamas azuis e verdes, que desde a boca até à barbatana nãomedia mais que dez centímetros, com uma expressão nos seusolho...
Os dias passavam e os pais não desmudavam a sua opinião então apequena Lulu decidiu sair de casa e ir procurar o Brontossa...
apatossauro (nome a atirar para o feioso). Acontece que eu sou escritora,e isso dá-me o direito de escolher o que escrevo....
Os dias passaram e a água era escassa, até que numa manhãabrasadora, Elena viu um rasto de serpente, mas este não era um r...
Posteriormente Elena acordou do seu sono para a eternidade epediu a Tom que a levasse até à aldeia mais próxima onde ela i...
penas cor de prata.      Esta gaivota ia numa viagem em direção a Hamburgo, em que jáviajava à mais de 6h. Mas em plena vi...
voa; Ditosa fica felicíssima e Zorbas sente-se orgulhoso por ter cumpridoas promessas.Passagem preferida/frases: “Zorbas p...
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  1. 1. Caderno de Leitura “A Cidade dos Resmungos” Título: “A cidade dos resmungos”; Autor: William J. Bennett; Editora: Nova Fronteira; Data: 1996; Resumo: Era uma vez um lugar chamado “A Cidade dos resmungos”.Nesta cidade todas as pessoas resmungavam, resmungavam,resmungavam. Eles estavam sempre a resmungar com tudo ecom nada e todos tinham problemas. Todos tinham umproblema e todos achavam que alguém devia fazer alguma coisa. Um dia chegou à cidade um vendedor ambulante. Aoperceber toda aquela inquietação e choradeira, gritou: -Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotadosde trigo, os pomares carregados de frutas… Depois de um longo discurso sobre aquele magnífico lugar,o vendedor disse que ia ajudar os cidadãos a serem felizes. Oshabitantes começaram-se a rir, pois o vendedor estava com asroupas todas remendadas e eles ao olharem para ele pensaram“Como é que alguém tão pobre nos pode ensinar a ser feliz?”.
  2. 2. Enquanto os aldeões se riam o vendedor esticou umacordae amarrou-a entre dois postes e disse: -Agora gostava que cada um de vocês escreva num papel adizer qual é que o vosso problema e depois ponha neste cesto;farei com que os vossos problemas se tornem em felicidade. A multidão assim o fez. Depois o mercador pendurou, nacorda, as mensagens e disse: -Agora cada um de vocês deve tirar desta linha mágica omenor problema que encontrar. No final, cada aldeão segurava o seu próprio problema quetinha colocado na “linha mágica”. Passagem preferida/frases:“Daí por diante, o povo daquelacidade deixou de resmungar constantemente. E sempre quealguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava novendedor e a sua corda mágica.” Esta é a minha passagem preferida, pois as pessoas nuncase dão conta dos problemas dos outros, só querem é saber dassuas dificuldades. Conclusão: Em suma, ao longo da história os aldeõesaperceberam-se que nem sempre os seus problemas secomparavam ao das outras pessoas. Assim sendo, quando ovendedor apareceu na aldeia, conhecedor de diferentes culturase, por sua vez, em contacto permanente com diferentes pessoas
  3. 3. mostrou que os aldeões deviam relativizar os seus problemas epartilhar as suas preocupações, apelando à interajuda. Apreciação: “Os Três Astronautas” Título: “Os Três Astronautas” Autor:Umberto Eco e Eugini Cami Editora: Lisboa, Quetzal Editores Data: 1989 Resumo: Era uma vez três astronautas que iam de viagem a Marte.Eles eram de países diferentes; um era Inglês, outro russo e oterceiro era chinês; todos eles gostavam de cantar músicastradicionais dos seus países. Mas não simpatizavam uns com osoutros e com as respectivas melodias. Quando chegaram a Marte o inglês, o russo e o chinêsestavam muito assustados eeste sentimento foi manifestadopelos três astronautas, por isso, juntaram-se e acenderam uma
  4. 4. fogueira onde cantaram músicas que os faziam lembrar os seuspaíses. Na manhã seguinte, os três astronautas depararam-se comum extraterrestre. Em conjunto decidiram matá-lo para seprotegerem mas, de repente, um pássaro caiu de uma árvore e oextraterrestre agachou-se para socorre-lo, demonstrando a suacompaixão e solidariedade. Com este ato os astronautas perceberam que oextraterrestre apesar da suaaparência, não era mau. De volta à terra, os três companheiros compreenderam aimportância da comunicação, dos afetos e da interajuda. Passagem preferida/frases:“Era demasiado feio, e osterrestres pensavam que quem é feio também é mau”. Conclusão:A diferença que existe pode ser física, cultural ouaté mesmo religiosa, mas as emoções, os valores e a amizade sãoo que nos une e devemos valorizar. Apreciação:
  5. 5. Caderno de Leitura Título: “A Árvore” Autor: Sophia de Mello Breyner Anderson Editora: Figueirinhas13ª Edição Data: Setembro de 2002 Resumo: Este pequeno conto retrata a história de uma cidadejaponesa que tinha a maior árvore do mundo. Esta era tãogrande, tão grande que cobria a ilha onde os japoneseshabitavam. Um dia quando repararam que a árvore estava a crescerdemais, cortaram-lhe os ramos, fizeram fogueiras com eles ecom o tronco fabricaram uma barca. A barcanavegou ao longo de várias gerações, acabando porficar velho e sem utilidade. Em homenagem à tão preciosa árvore, os japoneses,optaram por construir um biwa (instrumentos típico do japão)com a madeira que restou da velha barca e, assim perpetuaram amemória desta gigantesca árvore. Frase preferida: “…porque os poemas passam de geraçãoem geração e são fiéisao seu povo.” Conclusão:A história do ser humano é feita de recordaçõese lembranças que são passadas de pais para filhos, de avós para
  6. 6. netos e assim perpetuamos o passado de um povo, de umacidade, de uma ilha e de uma cultura. A velha árvore era assimrecordada com saudade. Apreciação: “O Planeta Branco” Título: “OPlanetaBranco” Autor:Miguel Sousa Tavares Editora:Oficina do livro Data: 10ª edição: Janeiro, 2011 Resumo: Três astronautas navegam na Ítaca 3000 rumo a umplaneta onde existe água – Orizon S-3. A certo momento verifica-se que a nave se desvia do rumoprevisto e os astronautas não conseguiam repor a rota inicial.Como estavam desesperados, os astronautas tomaram um
  7. 7. comprimido. Quando acordaram verificaram que tinham mais de30 anos. Eles continuaram a ser sugados por uma força estranha quelhes sorveu até um Planeta Branco. Aí encontraram o guardião do Planeta que lhes informouque aquele era o lugar para onde os vivos que morriam iam,também acrescentou que as pessoas boas se iriam transformarem estrelas. À medida que, os cosmonautas se afastavam do PlanetaBranco, iam rejuvenescendo e também se iam esquecendodaquilo que tinha acontecido no Planeta Branco. Eles conseguiram recuperar a comunicação com a baseespacial do Sahara e receberam ordens para regressarem ao seumundo. Frase preferida: “Sempre fora assim a história do PlanetaTerra. A vontade de ir cada vez mais longe. De descobrir oindescoberto, de desvendar as trevas e vencer o medo.”. Conclusão: O Planeta Branco é um livro que retrata ahistória de três astronautas que seguiram o seu destino, ou seja,na procura de água, para salvar a Humanidade, mas esta missãoserá a mais difícil de todas pois partem para o território inimigo,o Universo. Apreciação:
  8. 8. “Triângulo Jota - O Vampiro do Dente de Ouro ” Título: “Triângulo Jota – O Vampiro do Dente de Ouro” Autor:Álvaro Magalhães Editora: ASA Data: 1ª edição:Junho de 2006 Resumo:Tudo começou quando a Joana foicontra um caixão, que se dirigia para ocemitério. Aí encontraram um velho amigo, oinspector Cavadinhas. Este contou ao Jorge, oirmão da Joana, o motivo para ele estar, ou seja, disse-lhes queestava a espiar os 2 irmãos Montenegro, antigos ladrões deumas jóias, famosas (quando a policia perseguia os irmãoMontenegro e o morto, um dos três irmãos, estes esconderam asjóias numa das campas e apenas o morto sabia em qual era. Naprisão o morto, era conhecido como o “Vampiro” devido àsgrandes doações de sangue que fazia). Depois de um dia exaustante, o triângulo jota (o Jorge, aJoana e o Joel), foram para suas casase depararam-se com a suaprima Xaninha. Quando esta descobriu que os primos iam começar umanova investigação, que envolvia mortos e vampiros, também quis
  9. 9. participar, por isso, chamou dois amigos: o Figurinha e oGilberto. Juntos formaram a “Brigada do Invisível”. À noite, a “Brigado do Invisível” e o “Triangulo Jota”dirigiram-se para o cemitério. Lá, aconteceu uma coisa muitoesquisita. Infelizmente só souberam de manhã que um políciaestava a vigiar o cemitério e ouviu um barulho dentro do jazigodo conde. Quandoentrou lá levou com um candelabro na cabeçae desmaiou, a única coisa que ele se recorda é a existência de umdente de ouro na boca do bandido. Quando a Joana ouviu isto, estremeceu e surgiu-lhe umapregunta preocupante: Será que existia um Vampiro com umdente de ouro à solta? Os dias passavam e a “Brigada do Invisível” estava naliderança da investigação, até que um amigo do Joel contou-lheque sabia a morada do Médium que o Conde e o D. Pintado (oDoutor Pintado era o Homem que estava encarregue de tirarsangue ao Conde). Por isso dirigiram-se para lá, quandochegaram repararam que a “Brigado do Invisível” estava notelhado, isso significa que a ser sessão de espiritismo tinhacomeçado. Esta sessão reunia os “habituais” e os irmãosMontenegro. Depois o Triângulo Jota decidiu ir para o outro lado dotelhado e observaram muitos atentos a sessão.
  10. 10. Quando esta acabou, a Joana ficou apavorada com aquiloque viu. E quando viu o Médium e o D. Pintado a dirigirem-separa o cemitério com os irmãos Montenegro, e concluiu que o“Vampiro” tinha divulgado, qual era a campa onde estavam asjóias. Posteriormente, o Figurinha e Gilberto ficaram cheios demedo, e a Xaninha entrou na sala onde tudo tinha acontecido eespreitou para dentro de uma arca…lá estava o cadáver domorto e umas informações sobre um “Sono da Morte - A Poçãodo Doutor Pintado”. Quando a Xaninha deparou-se com isto deuum salto e fugiu. Porém o “Triângulo Jota” decidiu investigar, porisso, desceram do telhado e começaram a ler, a informaçãoreferente ao ”Sono da Morte”. Ulteriormente dirigiram-se ao cemitério, onde encontrarama polícia, os irmãos Montenegro o D. Pintado e o Médium. Quando o Joel e os amigos chegaram (o “Triângulo Jota”)depararam-se com o Inspector Cavadinhas e um bilhete doConde. Neste dizia o seguinte: Irmãos, gosto muito de vocês! Espero que estejam bem, euestou nas caraíbas a aproveitar o Sol com um copo de limonada. Vemo-nos no outro mundo. Ass: o Conde O Joel foi o único que consegui perceber o que se tinhapassado, porque o conde tinha morrido ressuscitado e voltou a
  11. 11. morrer. Naquele nota sobre o “Sono da Morte” afirmava que opaciente ficava morto por 42 horas e que depois voltava aacordar, mas nas outras experiências do Doutor todos ospacientes tinham morrido após as 48 horas. Porém o condetomou sem saber os efeitos secundários, mas ao contrário dosoutros ele conseguiu sobreviver. E enganar os gananciosos. Passagem preferida/frases:“Se era conde tinha de servampiro. Nos filmes os vampiros são quase sempre condes.Chiça! Não era eu que casava com um. Quando ele adormecessedava-me uma dentada no pescoço – disse a Xaninha” Apreciação: Tubarão na Banheira Título: “O Tubarão na Banheira” Autor:David Machado Editora: Editorial Presença Data: 1ª edição: Lisboa, Outubro, 2009 Resumo: Tudo começou quando o meuavô, partiu os óculos, ele não estava nadapreocupado, pois afirmava que tinha um
  12. 12. outro par de óculos muito bons, algures em casa. A verdade é que passámos a casa toda, a pente fino, e sóencontrámos um aquário. Quando olhei para ele senti algumatristeza por não ter um peixe, e o meu avô prometeu levar-me àpesca. No dia seguinte, apanhámos um táxi e dirigimo-nos à praia.Quando lá chega-mos o meu avô adormeceu na areia e a minhalinha foi mordida, foi uma batalha exaustante e no fim, dei decaras com um peixe de escamas azuis e verdes, que desde a bocaaté à barbatana não media mais do que dez centímetros, comuma expressão nos seus olhos vermelhos de berlinde. O nomeque lhe dei foi Osvaldo. Depois levámos o Osvaldo e metemo-lo no aquário.Passado alguns minutos consegui perceber que o Osvaldo estavacom alguma Melancolia, por isso pediu ao avô se no dia seguintepodiam ir pescar um amigo para o pequeno Osvaldo. E foi issoque aconteceu, no dia seguinte o menino e o Avô apanharam umtáxi e dirigiram-se à praia. Mais uma vez um peixe mordeu a linha e começou a puxarcom força, desta vez não saiu um peixe pequeno, saiu um peixemuito grande, um autêntico TUBARÃO. Mal o Avô o viu, disse que achava que era um bocadinhogrande, mas mesmo assim chamou o Táxi e pôs o tubarão nabagagem juntamente com água Salgada.
  13. 13. Quando ia por o tubarão no aquário, reparei que o aquárioera muito pequeno para um peixe daqueles, por isso decidiucolocá-lo na banheira, juntamente com o Osvaldo e o aquário. Aqueles dias foram de aflição, pois ninguém podia entrarna casa de banho e sair sem uma mordidela. O menino tambémviu que a relação entre o peixe e o tubarão não estava a resultar,por isso decidiu devolver o tubarão ao Mar. Quando chegou à praia, o primeiro a saltar foi o peixinho, elogo de seguida o tubarão. Depois do Avô ver a cara triste doneto decidiu que ambos iam pescar outro peixe. E assim foi,quando morderam a linha o avô e o neto tiveram que travar umaintensa batalha com aquele ser das profundezas. Mal estechegou a areia, o avô exclamou: - Bolas, este também é dos grandes! Uns dias mais tarde o avô encontrou os seus estimadosóculos, e dirigiu-se à casa de banho onde se encontrava o amigodo menino. Depois de entrar o som da sua voz ecoou por toda a casa,quando disse: - ESTÁ UMA BALEIA DENTRO DA BANHEIEA!Passagem preferida/frases: “Finalmente apareceu à superfície, a chapinhar entre aespuma das ondas da beira-mar: tratava-se de um peixinho de
  14. 14. escamas azuis e verdes, que desde a boca até à barbatana nãomedia mais que dez centímetros, com uma expressão nos seusolhos vermelhos de berlindes, …” Apreciação: LULU e o Brontossauro Título: LULU e o Brontossauro Autor:Judith Vitorst Editora: Gailivro Data: 1ªEdição, Abril de 2011 Resumo: Era uma vez uma meninachamada Lulu. Era filha única e os paisdavam-lhe tudo o que ela pedia e quandoestes recusavam ela começava a gritar e arebolar no chão até os pais cederem. Na semana em que a menina fazia anos ela pediu aos pais umBrontossauro, eles disseram “Não pode ser”. Mal ouviu isto Lulu começoua rebolar no chão e a gritar, mas os pais continuavam a dizer não.
  15. 15. Os dias passavam e os pais não desmudavam a sua opinião então apequena Lulu decidiu sair de casa e ir procurar o Brontossauro desejado. A floresta perto de sua casa pareceu-lhe o sítio ideal para procurar oBrontossauro. No caminho encontrou uma cobra, um tigre e um urso etratou todos mal e rudemente. Quando Lulu chegou à parte mais profunda, escura e silenciosa dafloresta, o local onde os Brontossauros viviam. Ao fim de algum tempo deparou-se com uma montanha quepossuía um pescoço muito cumprido, a cabeça muito pequena e comumas longas pernas. Como já devem ter reparado era um Brontossauro. Ao contrário do que era esperado a menina não conseguiuconvencer o Brontossauro a ir com ela, porém este simpatizou com amenina e decidiu que ela iria ser a sua pessoa de estimação. Ao fim de algum tempo a menina estava encarregue de entreter oBrontossauro. Depois de alguns minutos a implorar ao dinossauro para a deixar irembora a Lulu decidiu fugir. No caminho para casa encontrou-se com o urso, o tigre e a cobraque a LULU cumprimentou com muita educação e respeito e dirigiu-separa casa.Passagem preferida/frases: “Sei perfeitamente que as pessoas e osdinossauros nunca habitaram a Terra ao mesmo tempo. E também sei queos dinossauros estão extintos. Até sei que os paleontólogos (a malta queestuda os dinossauros) decidiram que um dinossauro outrora chamadobrontossauro (um nome bem bonito) devia passar a chamar-se
  16. 16. apatossauro (nome a atirar para o feioso). Acontece que eu sou escritora,e isso dá-me o direito de escolher o que escrevo. Apreciação: Feras e Heróis, A armadura dourado: Vípero - O Homem-Serpente Título: Feras e Heróis: A armadura Dourada Vípero – O Homem Serpente Autor:Adam Blade Editora: Verbo Resumo:Passado algum tempo desde a sua última aventura,osquatro amigos (Tom, Elena, Trovão cavalo do Tom ecinza lobo de Elena)dirigiam-se para o deserto de rubi com o objetivo de derrotar a Fera e devencer Malvel.
  17. 17. Os dias passaram e a água era escassa, até que numa manhãabrasadora, Elena viu um rasto de serpente, mas este não era um rastoqualquer por isso Tom pressentiu que este se tratava do rasto da fera. Ao fim de algum tempo os dois amigos cruzaram-secom umacriatura invulgar num vale entre as dunas. Este possuía um corpomusculado de um homem, uma cauda de serpente (longa, grossa e forte)e duas cabeças mortíferas. Tom e Elena decidiram que iam fazer uma emboscada, porissoencaminharam-se paraas suasposições e investiram com um poderosoataque, porém Vípero antecipou-se e deferiu um ataque letal a Elena,perfurando com as suas mandíbulas o braço de Elena. Nesse preciso momento Tom tentou socorre-lamas as duas cabeçasde Vípero atravessaram-se no seu caminho impedindo o auxílio da suaamiga. A tenção aumentava entre Tom e o monstro e a certa altura Tomcom o desespero decidiu chamar um dos seus antigos amigos, Epos oPássaro de Fogo. Minutos depois Epos sobrevoava o deserto, e com a maior destrezadesfechou uma assombrosa bola de fogo por cima de Vípero, que fez comque este explodisse e com sigo libertasse pequenas serpentes que seespalharam pelo fervente deserto de rubi. Depois de uma exaustante batalha Tom correu para a sua amigapara cuidar dela, mas não adiantou de nada, pois ela continuava a sofrer,a morrer aos poucos e poucos. Até que algo inesperado aconteceu Epos derramou uma lágrimaque caiu suavemente no rosto de Elena.
  18. 18. Posteriormente Elena acordou do seu sono para a eternidade epediu a Tom que a levasse até à aldeia mais próxima onde ela iria sercurada e alimentada.Passagem preferida/frases: “O magnífico pássaro de fogo refulgia nocéu. As suas asas vermelho-douradas pareciam brilhar mais do que o Sol.Chamas projetavam-se da cauda e uma luz dourada irradiava das garras.” Apreciação: História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar Título: História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar Autor:Luis Sepúlveda Editora: Porto Editora Data: 6ªedição: janeiro de 2012 Resumo: Este livro relata a história de umabela gaivota chamada Kengah, uma gaivota de
  19. 19. penas cor de prata. Esta gaivota ia numa viagem em direção a Hamburgo, em que jáviajava à mais de 6h. Mas em plena viagem ocorreu um desastre, Kengahé engolida por uma maré negra. Esta tinha perdido os seus colegas devista. O petróleo colava-lhe as asas ao corpo, mas Kengah com umaenorme força de vontade, consegue voar, e sem mais força cai na varandade um gato. Esse gato chamava-se Zorbas. Era um gato grande, preto e gordo;um gato de bom coração. Kengah cai na varanda de Zorbas e desesperada pede ajuda, masantes de Zorbas ir pedir ajuda ela pede-lhe 3 coisas. Esta pediu-lhe paraguardar o último ovo que ela iria pôr, tomar conta da gaivotinha e ensina-la a voar. Zorbas vai rapidamente pedir ajuda aos seus amigos gatos, masquando estes chegaram já Kengah estava morta. Olharam e viram umovinho azul com pintinhas, era o ovo que Zorbas iria cuidar. Zorbas e osamigos (Colonello, Sabetudo e Secretário) enterraram a gaivota. Passando alguns dias o ovo estalou e apareceu a gaivota, ao inícioZorbas não sabia o sexo, mas foi pedir ajuda a Barlavento, um gato comimensa experiência, um gato do mar. Barlavento afirma que é uma gaivotae Zorbas e os amigos decidem chamar-lhe Ditosa. Ditosa é uma gaivotalinda, branca com asas cor de prata, como a mãe, é uma gaivota amável edesde logo se sente da família dos gatos. Até ali Zorbas tinha cumpridotodos os desejos de Kengah menos um, ensinar a gaivota avoar… Tentaram, tentaram e tentaram, muitas vezes falharam, até queum dia Zorbas pede ajuda a um humano que escreve poemas, essehumano leva-lhes ao alto da torre de S. Miguel. Este deixa Ditosa e ela
  20. 20. voa; Ditosa fica felicíssima e Zorbas sente-se orgulhoso por ter cumpridoas promessas.Passagem preferida/frases: “Zorbas permaneceu ali a contemplá-la,até que não soube se foram as gotas de chuva ou as lágrimas que lheembaciaram os olhos amarelos de gato grande, preto e gordo, de gatobom, de gato nobre, de gato do porto. Apreciação:

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