SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 56
Baixar para ler offline
Protótipo #1:
Gestão por projetos em rede
Garagem Criativa
Equipe: Aron Krause Litvin // Daniel Muller Caminha // Liliane Basso
aron@estudionomade.com.br // daniel@estudionomade.com.br // lilianebasso@gmail.com
This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
DE ONDE
VENHO
ONDE
ESTOU
PRA ONDE
VOU
NOSSO CHECK IN
ESTABELECENDO
OS NÍVEIS DE
CONHECIMENTO
Quem sou eu hoje?
O que me move
agora? Por que?
CHECK IN DO GRUPO
Quais minhas
expectativas?
Os Living LABS William Mitchell
MIT - década 90
Pontos chave:
centralidade do usuário /
metodologia de pesquisa /
orientação para novas soluções /
ocorre em contextos da vida real /
Cidades laboratórios
e laboratórios Cidadãos
Cities and Citizen laboratories
Rede Enoll
Bruxelas, desde 2005
274 Living LABS no mundo
10 LL Brasil (desde 2011)
Tipos de LL
1) Espaços físicos onde pessoas
experimentam novas tecnologias,
enquanto são testadas na vida real.
2) Organização que coordena e facilita
atividades de inovação fomentadas pelos
usuários junto com governo, universidade,
empresas para desenvolver novos
serviços, produtos, negócios
(organizações facilitadoras).
3) Redes de inovação. O LL sendo toda a
rede.
Laboratório vivo /
Living lab
Living Labs são ecossistemas de inovação
aberta orientada para o cidadão, em
situações da vida real, em que a inovação é
totalmente integrado nos processos de co-
design e nos processos co-criativos de novas
tecnologias, produtos, serviços e infra-
estruturas sociais.
São metodologias de investigação
centradas no usuário.
Como faz?
Baseado em projeto.
Pensamento computacional.
Alfabetização em mídia e digital.
Equipes interdisciplinares.
Centrado no usuario.
Prototipando.
4 Helix
model
empresas
governo
cidadão
sociedade civil
universidade
Inovação Social
e Inovação Tecnológica?
"O termo inovação social refere-se a mudanças no modo
como indivíduos ou comunidades agem para resolver seus
problemas ou criar novas oportunidades. Tais inovações são
guiadas mais por mudanças de comportamento do que por
mudanças tecnológicas ou de mercado, geralmente
emergindo através de processos organizacionais “de baixo
para cima” em vez daqueles de “cima para baixo”.
Ezio Manzini
Inovação Social Conceito
ACHE
Morro da Cruz
Economia
Criativa
INTERVALINHO
Swarm
Entendemos por SWARM a formação de um movimento
orgânico e auto-organizado, que tem algum objetivo comum
e funciona de maneira distribuída, ou seja não centralizado
em apenas uma liderança. Seria a concepção ideal de uma
organização em REDE aberta e autônoma.
Rick Falckvinge propõe um esquema tático para criar esse
tipo de organização.
Conceito
Vamos fazer um exercício
prático...
Algumas questões precisam ser validadas:
Você acredita que pode potencializar seu projeto se
mais pessoas contribuirem em sua realização?
Você está disposto a soltar o controle sobre a sua
ideia?
Você tem algo a perder?
Para abrir seu projeto em
colaboração swarm...
Tudo começa pela apresentação de uma ideia
potente. A ideia, para funcionar como disparadora
do movimento, precisa seguir alguns requisitos...
ÉPICA
É o propósito que move seu projeto.
Qual a causa do seu projeto? O que ele
pretende transformar? A quem ele
beneficia? Que novas oportunidades cria?
Qual o sentido da sua existência?
TANGÍVEL
Seja muito claro no convite!
O que precisa ser feito?
Ao formular a apresentação da ideia, é
importante deixar claro o que precisa
acontecer para que ela seja bem
sucedida.
CREÍVEL
Precisa ser algo possível de ser realizado.
Quantas pessoas engajadas é preciso ter
para conseguir atingir um nível básico de
sucesso da ideia? Quem precisa ser
convidado? Essas pessoas existem em
grupos organizados? Onde elas estão?
INCLUSIVA
Facilitar o acesso para que todos com
interesse possam se sentir responsáveis.
Como elas vão receber o convite? Com qual
tecnologia? Em quais meios?
É fundamental empoderar líderes, essas
pessoas se auto-proclamam como lideranças:
“Vou fazer X para conseguir Y, quem quiser
me ajudar pode vir junto!”
ÉPICA
Qual a causa do seu projeto? O que ele
pretende transformar? A quem ele
beneficia? Que novas oportunidades
cria? Qual o sentido da sua existência?
TANGÍVEL
O que precisa ser feito?
Ao formular a apresentação da ideia, é
importante deixar claro o que precisa
acontecer para que ela seja bem
sucedida.
CREÍVEL
Quantas pessoas engajadas é preciso
ter para conseguir atingir um nível
básico de sucesso da ideia? Quem
precisa ser convidado? Essas pessoas
existem em grupos organizados?
Onde elas estão?
INCLUSIVA
Como elas vão receber o convite? Com
qual tecnologia? Em quais meios?
É fundamental empoderar líderes.
Formato de Manifesto “Vamos fazer X. Por que acreditamos que Y é
importante para W e com a força conjunta
trabalharemos em H, e dessa forma
alcançaremos T.”
Leitura de Manifestos
e discussão Tática
É importante deixar a mensagem clara, definindo o que é mais
relevante, é a arte da síntese.
As pessoas, para colaborarem, tem que saber de forma muito
clara o que precisam fazer (TANGÍVEL) e isso precisa ser factível
de ser realizado, melhor ainda se for simples (CREÍVEL).
MAS, antes de tudo, precisam se sentir chamadas pela proposta
(ÉPICA). Os meios de convite e quem chamar fazem parte do
esquema tático (INCLUSIVO).
Convite por meio
de manifesto:
Vamos construir o primeiro Laboratório Cidadão de Porto Alegre! [1] Acreditamos
que esse equipamento social é o recurso mais contemporâneo para promoção de
cidadania e inovação social, assim vamos transformar nossa cidade pela base. [2]
Queremos sua colaboração para conhecer quais são os problemas reais mais
importantes, aqueles que estão próximos de você. Juntos trabalharemos no maior
painel visual de expressão pública que Porto Alegre já viu. Publique uma foto da
sua percepção do problema, com uma frase de explicação e o
#nospodemosresolver. [3] Dessa forma alcançaremos visibilidade de entidades
públicas e privadas e mostraremos que o cidadão tem capacidade de mudar a
cidade.
1 - Intenção: objetivo final do projeto.
2 - Causa: propósito que move, cativa pelo benefício comum.
3 - Convite: desafio específico que sugere tarefa de ação.
Atitudes atuais que merecem uma reflexão profunda:
Colaboração
Co-Criação
Confiança
Reciprocidade
Reconhecimento
Atitudes da
Inovação Social
Orquestração em
Rede Aberta
Este conceito refere-se, necessariamente,
aqueles que concentram seus próprios
esforços em auxiliar na busca externa de
tecnologias e na intermediação das
relações entre os membros da rede de
inovação.
Dimensões consolidadas
Descrição
e
Definição de agenda
Envolve a criação e a comunicação de uma agenda de desenvolvimento
que fornece direção e orientação aos membros da rede.
Mobilização
Contempla as iniciativas de atração e seleção de membros para integrar a
rede de inovação.
Criação e movimentação do
conhecimento
Trata das atividades e estruturas por meio das quais os membros da rede
controlam a sua própria criação de conhecimento, as formas de
apropriação e de difusão do conhecimento.
Estabilidade de rede
Aborda a co-criação de uma identidade da rede e o compartilhamento de
crenças e valores que associadas a outros elementos definem a cultura
da rede.
Coordenação
Compreende a definição de objetivos e metas, distribuição de
responsabilidades e funções entre os membros e monitoramento das
competências instaladas e do alcance dos objetivos e metas.
Dimensões da orquestração de redes
Inovação Fechada
e Inovação Aberta?
Novo papel da
inovação
da geração à conexão do conhecimento
Identificar, entender, selecionar e conectar-se
com a abundância de conhecimentos
disponíveis externamente;
Suprir as peças faltantes de conhecimento
ainda não desenvolvidas no plano externo;
Integrar conhecimento interno e externo a fim
de formar combinações mais complexas de
conhecimento, para criar novos sistemas de
produto;
Gerar rendimentos e lucros adicionais a
partir da venda de outputs de pesquisa a
outras empresas que os utilizarão.
Plataformas
habilitantes
Diferentes organizações colaborativas podem
expressar necessidades similares. Partindo
dessa observação, é possível conceber e
desenvolver iniciativas habilitantes capazes
de suportar uma variedade de organizações
colaborativas.
Exemplos de
Plataformas
habilitantes
1) Agências para a inovação social: catalisadores de novas
iniciativas e facilitadores daquelas existentes.
2) Sistemas de conexão: capazes de interligar melhor as
pessoas, pessoas e produtos/serviços ou produtos/serviços
entre si.
3) Espaços flexíveis: que possam ser utilizados por
comunidades em um "mix" de funções públicas e privadas.
4) Espaços experimentais: funcionam como incubadores de
novas empresas sociais e fazedores, acima de tudo, de
experimentos sóciotécnicos.
5) Sistemas avançados de produtos/serviços.
6) Equipamentos semiprofissionais: podem ser usados por
amadores e em espaços não especializados, aumentando o
número de pessoas que podem desfrutar de um grau de
qualidade que os equipamentos tem.
Sistema de
Serviços/Produtos
Colaborativos
Ezio Manzini
1.Fluidez de Uso
É o nível de esforço para participar/acessar ao produto
ou serviço. Importante saber as barreiras de uso do
produto ou serviço.
2. Replicabilidade
Simplicidade do sistema do produto para que possa ser
facilmente reaplicado em outros contextos.
3. Acesso diversificado
Criar diferentes graus de participação do consumidor.
Usuários podem entrar de varias maneiras. Compra,
logística, preço são exemplos de elementos.
4. Melhoria do suporte a comunicações
Como desenvolver conectividade entre a comunidade.
Leitura de Manifestos
e discussão Tática
Vamos criar UM MODELO
através da definição de
PARÂMETROS que nos
interessam.
sistema de artefatos tangível e intangível.
Como:
1) Identificar as barreiras de acesso ao meu projeto/produto/serviço?
2) Identificar os pontos que meu projeto pode ser copiado?
3) Desenvolver interação dos usuários com o produto/serviço?
4) Criar qualidade relacional entre os usuários?
Obrigado!
Garagem Criativa
Equipe: Aron Krause Litvin // Daniel Muller Caminha // Liliane Basso
aron@estudionomade.com.br // daniel@estudionomade.com.br // lilianebasso@gmail.com
This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Comunidades de Prática
Comunidades de PráticaComunidades de Prática
Comunidades de PráticaAdelina Silva
 
Apresentação Templo
Apresentação TemploApresentação Templo
Apresentação TemploTemplo
 
Projeto Aplicado Desafiar - Gamificação ASKE
Projeto Aplicado Desafiar - Gamificação ASKEProjeto Aplicado Desafiar - Gamificação ASKE
Projeto Aplicado Desafiar - Gamificação ASKECinara Miranda
 
Os princípios da cocriação
Os princípios da cocriaçãoOs princípios da cocriação
Os princípios da cocriaçãoaugustodefranco .
 
Crowdsourcing e a revolução na tomada de decisões empresariais.
Crowdsourcing e a revolução na tomada de decisões empresariais.Crowdsourcing e a revolução na tomada de decisões empresariais.
Crowdsourcing e a revolução na tomada de decisões empresariais.Waggl Brasil
 
Comunidades de Prática: conceitos, resultados e métodos de gestão
Comunidades de Prática: conceitos, resultados e métodos de gestãoComunidades de Prática: conceitos, resultados e métodos de gestão
Comunidades de Prática: conceitos, resultados e métodos de gestãoJose Claudio Terra
 
Comunidades virtuais de práticas
Comunidades virtuais de práticasComunidades virtuais de práticas
Comunidades virtuais de práticasDanila Dourado
 
Crowdsourcing no Jornalismo
Crowdsourcing no JornalismoCrowdsourcing no Jornalismo
Crowdsourcing no JornalismoRui Miguel
 
O que é o SecondLife? Sabia que este pode catalisar a colaboração na sua empr...
O que é o SecondLife? Sabia que este pode catalisar a colaboração na sua empr...O que é o SecondLife? Sabia que este pode catalisar a colaboração na sua empr...
O que é o SecondLife? Sabia que este pode catalisar a colaboração na sua empr...Francisco Gonçalves
 
Open innovation sebrae mg
Open innovation sebrae mgOpen innovation sebrae mg
Open innovation sebrae mgFlávio Moreira
 
Anteprojeto.com
Anteprojeto.comAnteprojeto.com
Anteprojeto.com.start
 
Comunidades De Prática E Comunidades Virtuais: Ferramentas Estratégicas Para A
Comunidades De Prática E Comunidades Virtuais: Ferramentas Estratégicas Para AComunidades De Prática E Comunidades Virtuais: Ferramentas Estratégicas Para A
Comunidades De Prática E Comunidades Virtuais: Ferramentas Estratégicas Para ARafael Arza
 
TEIAS APRESENTACAO
TEIAS APRESENTACAOTEIAS APRESENTACAO
TEIAS APRESENTACAOminasinvest
 
Como posso usar as Redes Sociais ao meu favor
Como posso usar as Redes Sociais ao meu favorComo posso usar as Redes Sociais ao meu favor
Como posso usar as Redes Sociais ao meu favorCarolina Almeida
 

Mais procurados (20)

Comunidades de Prática
Comunidades de PráticaComunidades de Prática
Comunidades de Prática
 
Apresentação Templo
Apresentação TemploApresentação Templo
Apresentação Templo
 
Fis3 Jorge Duarte
Fis3 Jorge DuarteFis3 Jorge Duarte
Fis3 Jorge Duarte
 
Projeto Aplicado Desafiar - Gamificação ASKE
Projeto Aplicado Desafiar - Gamificação ASKEProjeto Aplicado Desafiar - Gamificação ASKE
Projeto Aplicado Desafiar - Gamificação ASKE
 
CCM_ICPD_1
CCM_ICPD_1CCM_ICPD_1
CCM_ICPD_1
 
Os princípios da cocriação
Os princípios da cocriaçãoOs princípios da cocriação
Os princípios da cocriação
 
Crowdsourcing e a revolução na tomada de decisões empresariais.
Crowdsourcing e a revolução na tomada de decisões empresariais.Crowdsourcing e a revolução na tomada de decisões empresariais.
Crowdsourcing e a revolução na tomada de decisões empresariais.
 
Comunidades de Prática: conceitos, resultados e métodos de gestão
Comunidades de Prática: conceitos, resultados e métodos de gestãoComunidades de Prática: conceitos, resultados e métodos de gestão
Comunidades de Prática: conceitos, resultados e métodos de gestão
 
HubVentures NOW.ventures
HubVentures   NOW.venturesHubVentures   NOW.ventures
HubVentures NOW.ventures
 
Comunidades virtuais de práticas
Comunidades virtuais de práticasComunidades virtuais de práticas
Comunidades virtuais de práticas
 
Crowdsourcing no Jornalismo
Crowdsourcing no JornalismoCrowdsourcing no Jornalismo
Crowdsourcing no Jornalismo
 
O que é o SecondLife? Sabia que este pode catalisar a colaboração na sua empr...
O que é o SecondLife? Sabia que este pode catalisar a colaboração na sua empr...O que é o SecondLife? Sabia que este pode catalisar a colaboração na sua empr...
O que é o SecondLife? Sabia que este pode catalisar a colaboração na sua empr...
 
Reconstrutores urbanos
Reconstrutores urbanosReconstrutores urbanos
Reconstrutores urbanos
 
Open innovation sebrae mg
Open innovation sebrae mgOpen innovation sebrae mg
Open innovation sebrae mg
 
Anteprojeto.com
Anteprojeto.comAnteprojeto.com
Anteprojeto.com
 
Comunidades De Prática E Comunidades Virtuais: Ferramentas Estratégicas Para A
Comunidades De Prática E Comunidades Virtuais: Ferramentas Estratégicas Para AComunidades De Prática E Comunidades Virtuais: Ferramentas Estratégicas Para A
Comunidades De Prática E Comunidades Virtuais: Ferramentas Estratégicas Para A
 
Jornada Empreendedora
Jornada EmpreendedoraJornada Empreendedora
Jornada Empreendedora
 
TEIAS APRESENTACAO
TEIAS APRESENTACAOTEIAS APRESENTACAO
TEIAS APRESENTACAO
 
Como posso usar as Redes Sociais ao meu favor
Como posso usar as Redes Sociais ao meu favorComo posso usar as Redes Sociais ao meu favor
Como posso usar as Redes Sociais ao meu favor
 
FGV/EAESP - Caderno de Inovacao | Vol. 9
FGV/EAESP - Caderno de Inovacao | Vol. 9FGV/EAESP - Caderno de Inovacao | Vol. 9
FGV/EAESP - Caderno de Inovacao | Vol. 9
 

Destaque (8)

Amani's poem
Amani's poemAmani's poem
Amani's poem
 
Javier marías
Javier maríasJavier marías
Javier marías
 
IOSH
IOSHIOSH
IOSH
 
Canadian embassy
Canadian embassyCanadian embassy
Canadian embassy
 
Презентация Вятчиной Виты для круглого стола "Профстандарты оценщика"
Презентация Вятчиной Виты для круглого стола "Профстандарты оценщика"Презентация Вятчиной Виты для круглого стола "Профстандарты оценщика"
Презентация Вятчиной Виты для круглого стола "Профстандарты оценщика"
 
Aula 07- nocões de carga térmica
Aula 07- nocões de carga térmicaAula 07- nocões de carga térmica
Aula 07- nocões de carga térmica
 
Контур экстерн. Общее описание
Контур экстерн. Общее описаниеКонтур экстерн. Общее описание
Контур экстерн. Общее описание
 
Quan tri chat luong toan dien
Quan tri chat luong toan dienQuan tri chat luong toan dien
Quan tri chat luong toan dien
 

Semelhante a Workshop Tecna PUCRS // Gestão por projetos em rede (Maio 2015)

Teia deEmpreendedores com impacto na sociedade
Teia deEmpreendedores com impacto na sociedadeTeia deEmpreendedores com impacto na sociedade
Teia deEmpreendedores com impacto na sociedademinasinvest
 
Crowdsourcing e empresas
Crowdsourcing e empresasCrowdsourcing e empresas
Crowdsourcing e empresasAndrei Scheiner
 
Gestão do Relacionamento nas Mídias Sociais
Gestão do Relacionamento nas Mídias SociaisGestão do Relacionamento nas Mídias Sociais
Gestão do Relacionamento nas Mídias SociaisDanila Dourado
 
Conexão digital Florianópolis Palestra Vanessa Aguiar de Jeus
Conexão digital Florianópolis Palestra Vanessa Aguiar de JeusConexão digital Florianópolis Palestra Vanessa Aguiar de Jeus
Conexão digital Florianópolis Palestra Vanessa Aguiar de JeusVanessa Aguiar
 
Economia Criativa Inovação e Negocios - ESPM
Economia Criativa Inovação e Negocios - ESPMEconomia Criativa Inovação e Negocios - ESPM
Economia Criativa Inovação e Negocios - ESPMNei Grando
 
#4 Muito além do encontro
#4 Muito além do encontro#4 Muito além do encontro
#4 Muito além do encontroCamila Haddad
 
Workshop Design Thinking - Roberta Hentschke - Bora
Workshop Design Thinking - Roberta Hentschke - Bora Workshop Design Thinking - Roberta Hentschke - Bora
Workshop Design Thinking - Roberta Hentschke - Bora Idea
 
Time is money? - Uma análise sobre as novas demandas nas relações de trabalho
Time is money? - Uma análise sobre as novas demandas nas relações de trabalhoTime is money? - Uma análise sobre as novas demandas nas relações de trabalho
Time is money? - Uma análise sobre as novas demandas nas relações de trabalhoLupa | códigos culturais
 
Open design - uma experiência aberta e colaborativa para o ensino de design
Open design - uma experiência aberta e colaborativa para o ensino de designOpen design - uma experiência aberta e colaborativa para o ensino de design
Open design - uma experiência aberta e colaborativa para o ensino de designHeloisa Neves
 
Oportunidades para o Terceiro Setor no Mundo Digital
Oportunidades para o Terceiro Setor no Mundo DigitalOportunidades para o Terceiro Setor no Mundo Digital
Oportunidades para o Terceiro Setor no Mundo DigitalRede Brasil Voluntario
 
Mídias Sociais para organizações sem fins lucrativos
Mídias Sociais para organizações sem fins lucrativosMídias Sociais para organizações sem fins lucrativos
Mídias Sociais para organizações sem fins lucrativosClear Educação e Inovação
 
TCC Marcelo Fraiha - A Colaboração Social no Mundo dos Negócios e da Inovação...
TCC Marcelo Fraiha - A Colaboração Social no Mundo dos Negócios e da Inovação...TCC Marcelo Fraiha - A Colaboração Social no Mundo dos Negócios e da Inovação...
TCC Marcelo Fraiha - A Colaboração Social no Mundo dos Negócios e da Inovação...Marcelo Azevedo
 
Web - O que um geek antenado deve conhecer
Web - O que um geek antenado deve conhecerWeb - O que um geek antenado deve conhecer
Web - O que um geek antenado deve conhecerAislan Rafael
 
Sobre Social Business Design
Sobre Social Business DesignSobre Social Business Design
Sobre Social Business DesignAna Barroso
 
Comunicação em cenários de cocriação Claudio Moreira
Comunicação em cenários de cocriação Claudio MoreiraComunicação em cenários de cocriação Claudio Moreira
Comunicação em cenários de cocriação Claudio MoreiraClaudio Moreira
 
O que as organizações sociais inovadoras ensinam aos profissionais de comunic...
O que as organizações sociais inovadoras ensinam aos profissionais de comunic...O que as organizações sociais inovadoras ensinam aos profissionais de comunic...
O que as organizações sociais inovadoras ensinam aos profissionais de comunic...Bruna Pires
 

Semelhante a Workshop Tecna PUCRS // Gestão por projetos em rede (Maio 2015) (20)

Teia deEmpreendedores com impacto na sociedade
Teia deEmpreendedores com impacto na sociedadeTeia deEmpreendedores com impacto na sociedade
Teia deEmpreendedores com impacto na sociedade
 
Hub Ventures
Hub Ventures   Hub Ventures
Hub Ventures
 
Crowdsourcing e empresas
Crowdsourcing e empresasCrowdsourcing e empresas
Crowdsourcing e empresas
 
Trabalho
TrabalhoTrabalho
Trabalho
 
Gestão do Relacionamento nas Mídias Sociais
Gestão do Relacionamento nas Mídias SociaisGestão do Relacionamento nas Mídias Sociais
Gestão do Relacionamento nas Mídias Sociais
 
Conexão digital Florianópolis Palestra Vanessa Aguiar de Jeus
Conexão digital Florianópolis Palestra Vanessa Aguiar de JeusConexão digital Florianópolis Palestra Vanessa Aguiar de Jeus
Conexão digital Florianópolis Palestra Vanessa Aguiar de Jeus
 
Vanessa Aguiar de Jesus
Vanessa Aguiar de JesusVanessa Aguiar de Jesus
Vanessa Aguiar de Jesus
 
Economia Criativa Inovação e Negocios - ESPM
Economia Criativa Inovação e Negocios - ESPMEconomia Criativa Inovação e Negocios - ESPM
Economia Criativa Inovação e Negocios - ESPM
 
#4 Muito além do encontro
#4 Muito além do encontro#4 Muito além do encontro
#4 Muito além do encontro
 
Workshop Design Thinking - Roberta Hentschke - Bora
Workshop Design Thinking - Roberta Hentschke - Bora Workshop Design Thinking - Roberta Hentschke - Bora
Workshop Design Thinking - Roberta Hentschke - Bora
 
Time is money? - Uma análise sobre as novas demandas nas relações de trabalho
Time is money? - Uma análise sobre as novas demandas nas relações de trabalhoTime is money? - Uma análise sobre as novas demandas nas relações de trabalho
Time is money? - Uma análise sobre as novas demandas nas relações de trabalho
 
Open design - uma experiência aberta e colaborativa para o ensino de design
Open design - uma experiência aberta e colaborativa para o ensino de designOpen design - uma experiência aberta e colaborativa para o ensino de design
Open design - uma experiência aberta e colaborativa para o ensino de design
 
Colabora Mundo
Colabora MundoColabora Mundo
Colabora Mundo
 
Oportunidades para o Terceiro Setor no Mundo Digital
Oportunidades para o Terceiro Setor no Mundo DigitalOportunidades para o Terceiro Setor no Mundo Digital
Oportunidades para o Terceiro Setor no Mundo Digital
 
Mídias Sociais para organizações sem fins lucrativos
Mídias Sociais para organizações sem fins lucrativosMídias Sociais para organizações sem fins lucrativos
Mídias Sociais para organizações sem fins lucrativos
 
TCC Marcelo Fraiha - A Colaboração Social no Mundo dos Negócios e da Inovação...
TCC Marcelo Fraiha - A Colaboração Social no Mundo dos Negócios e da Inovação...TCC Marcelo Fraiha - A Colaboração Social no Mundo dos Negócios e da Inovação...
TCC Marcelo Fraiha - A Colaboração Social no Mundo dos Negócios e da Inovação...
 
Web - O que um geek antenado deve conhecer
Web - O que um geek antenado deve conhecerWeb - O que um geek antenado deve conhecer
Web - O que um geek antenado deve conhecer
 
Sobre Social Business Design
Sobre Social Business DesignSobre Social Business Design
Sobre Social Business Design
 
Comunicação em cenários de cocriação Claudio Moreira
Comunicação em cenários de cocriação Claudio MoreiraComunicação em cenários de cocriação Claudio Moreira
Comunicação em cenários de cocriação Claudio Moreira
 
O que as organizações sociais inovadoras ensinam aos profissionais de comunic...
O que as organizações sociais inovadoras ensinam aos profissionais de comunic...O que as organizações sociais inovadoras ensinam aos profissionais de comunic...
O que as organizações sociais inovadoras ensinam aos profissionais de comunic...
 

Workshop Tecna PUCRS // Gestão por projetos em rede (Maio 2015)

  • 1. Protótipo #1: Gestão por projetos em rede Garagem Criativa Equipe: Aron Krause Litvin // Daniel Muller Caminha // Liliane Basso aron@estudionomade.com.br // daniel@estudionomade.com.br // lilianebasso@gmail.com This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
  • 3. ESTABELECENDO OS NÍVEIS DE CONHECIMENTO Quem sou eu hoje? O que me move agora? Por que? CHECK IN DO GRUPO Quais minhas expectativas?
  • 4. Os Living LABS William Mitchell MIT - década 90 Pontos chave: centralidade do usuário / metodologia de pesquisa / orientação para novas soluções / ocorre em contextos da vida real /
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9. Cidades laboratórios e laboratórios Cidadãos Cities and Citizen laboratories
  • 10. Rede Enoll Bruxelas, desde 2005 274 Living LABS no mundo 10 LL Brasil (desde 2011)
  • 11.
  • 12. Tipos de LL 1) Espaços físicos onde pessoas experimentam novas tecnologias, enquanto são testadas na vida real. 2) Organização que coordena e facilita atividades de inovação fomentadas pelos usuários junto com governo, universidade, empresas para desenvolver novos serviços, produtos, negócios (organizações facilitadoras). 3) Redes de inovação. O LL sendo toda a rede.
  • 13.
  • 14. Laboratório vivo / Living lab Living Labs são ecossistemas de inovação aberta orientada para o cidadão, em situações da vida real, em que a inovação é totalmente integrado nos processos de co- design e nos processos co-criativos de novas tecnologias, produtos, serviços e infra- estruturas sociais. São metodologias de investigação centradas no usuário.
  • 15. Como faz? Baseado em projeto. Pensamento computacional. Alfabetização em mídia e digital. Equipes interdisciplinares. Centrado no usuario. Prototipando.
  • 18. "O termo inovação social refere-se a mudanças no modo como indivíduos ou comunidades agem para resolver seus problemas ou criar novas oportunidades. Tais inovações são guiadas mais por mudanças de comportamento do que por mudanças tecnológicas ou de mercado, geralmente emergindo através de processos organizacionais “de baixo para cima” em vez daqueles de “cima para baixo”. Ezio Manzini Inovação Social Conceito
  • 19.
  • 20.
  • 23.
  • 24.
  • 26. Swarm Entendemos por SWARM a formação de um movimento orgânico e auto-organizado, que tem algum objetivo comum e funciona de maneira distribuída, ou seja não centralizado em apenas uma liderança. Seria a concepção ideal de uma organização em REDE aberta e autônoma. Rick Falckvinge propõe um esquema tático para criar esse tipo de organização. Conceito
  • 27. Vamos fazer um exercício prático... Algumas questões precisam ser validadas: Você acredita que pode potencializar seu projeto se mais pessoas contribuirem em sua realização? Você está disposto a soltar o controle sobre a sua ideia? Você tem algo a perder?
  • 28.
  • 29. Para abrir seu projeto em colaboração swarm... Tudo começa pela apresentação de uma ideia potente. A ideia, para funcionar como disparadora do movimento, precisa seguir alguns requisitos...
  • 30. ÉPICA É o propósito que move seu projeto. Qual a causa do seu projeto? O que ele pretende transformar? A quem ele beneficia? Que novas oportunidades cria? Qual o sentido da sua existência?
  • 31. TANGÍVEL Seja muito claro no convite! O que precisa ser feito? Ao formular a apresentação da ideia, é importante deixar claro o que precisa acontecer para que ela seja bem sucedida.
  • 32. CREÍVEL Precisa ser algo possível de ser realizado. Quantas pessoas engajadas é preciso ter para conseguir atingir um nível básico de sucesso da ideia? Quem precisa ser convidado? Essas pessoas existem em grupos organizados? Onde elas estão?
  • 33. INCLUSIVA Facilitar o acesso para que todos com interesse possam se sentir responsáveis. Como elas vão receber o convite? Com qual tecnologia? Em quais meios? É fundamental empoderar líderes, essas pessoas se auto-proclamam como lideranças: “Vou fazer X para conseguir Y, quem quiser me ajudar pode vir junto!”
  • 34. ÉPICA Qual a causa do seu projeto? O que ele pretende transformar? A quem ele beneficia? Que novas oportunidades cria? Qual o sentido da sua existência? TANGÍVEL O que precisa ser feito? Ao formular a apresentação da ideia, é importante deixar claro o que precisa acontecer para que ela seja bem sucedida. CREÍVEL Quantas pessoas engajadas é preciso ter para conseguir atingir um nível básico de sucesso da ideia? Quem precisa ser convidado? Essas pessoas existem em grupos organizados? Onde elas estão? INCLUSIVA Como elas vão receber o convite? Com qual tecnologia? Em quais meios? É fundamental empoderar líderes.
  • 35. Formato de Manifesto “Vamos fazer X. Por que acreditamos que Y é importante para W e com a força conjunta trabalharemos em H, e dessa forma alcançaremos T.”
  • 36. Leitura de Manifestos e discussão Tática
  • 37. É importante deixar a mensagem clara, definindo o que é mais relevante, é a arte da síntese. As pessoas, para colaborarem, tem que saber de forma muito clara o que precisam fazer (TANGÍVEL) e isso precisa ser factível de ser realizado, melhor ainda se for simples (CREÍVEL). MAS, antes de tudo, precisam se sentir chamadas pela proposta (ÉPICA). Os meios de convite e quem chamar fazem parte do esquema tático (INCLUSIVO). Convite por meio de manifesto:
  • 38. Vamos construir o primeiro Laboratório Cidadão de Porto Alegre! [1] Acreditamos que esse equipamento social é o recurso mais contemporâneo para promoção de cidadania e inovação social, assim vamos transformar nossa cidade pela base. [2] Queremos sua colaboração para conhecer quais são os problemas reais mais importantes, aqueles que estão próximos de você. Juntos trabalharemos no maior painel visual de expressão pública que Porto Alegre já viu. Publique uma foto da sua percepção do problema, com uma frase de explicação e o #nospodemosresolver. [3] Dessa forma alcançaremos visibilidade de entidades públicas e privadas e mostraremos que o cidadão tem capacidade de mudar a cidade. 1 - Intenção: objetivo final do projeto. 2 - Causa: propósito que move, cativa pelo benefício comum. 3 - Convite: desafio específico que sugere tarefa de ação.
  • 39. Atitudes atuais que merecem uma reflexão profunda: Colaboração Co-Criação Confiança Reciprocidade Reconhecimento Atitudes da Inovação Social
  • 40.
  • 41. Orquestração em Rede Aberta Este conceito refere-se, necessariamente, aqueles que concentram seus próprios esforços em auxiliar na busca externa de tecnologias e na intermediação das relações entre os membros da rede de inovação.
  • 42. Dimensões consolidadas Descrição e Definição de agenda Envolve a criação e a comunicação de uma agenda de desenvolvimento que fornece direção e orientação aos membros da rede. Mobilização Contempla as iniciativas de atração e seleção de membros para integrar a rede de inovação. Criação e movimentação do conhecimento Trata das atividades e estruturas por meio das quais os membros da rede controlam a sua própria criação de conhecimento, as formas de apropriação e de difusão do conhecimento. Estabilidade de rede Aborda a co-criação de uma identidade da rede e o compartilhamento de crenças e valores que associadas a outros elementos definem a cultura da rede. Coordenação Compreende a definição de objetivos e metas, distribuição de responsabilidades e funções entre os membros e monitoramento das competências instaladas e do alcance dos objetivos e metas. Dimensões da orquestração de redes
  • 44.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48. Novo papel da inovação da geração à conexão do conhecimento Identificar, entender, selecionar e conectar-se com a abundância de conhecimentos disponíveis externamente; Suprir as peças faltantes de conhecimento ainda não desenvolvidas no plano externo; Integrar conhecimento interno e externo a fim de formar combinações mais complexas de conhecimento, para criar novos sistemas de produto; Gerar rendimentos e lucros adicionais a partir da venda de outputs de pesquisa a outras empresas que os utilizarão.
  • 49. Plataformas habilitantes Diferentes organizações colaborativas podem expressar necessidades similares. Partindo dessa observação, é possível conceber e desenvolver iniciativas habilitantes capazes de suportar uma variedade de organizações colaborativas.
  • 50. Exemplos de Plataformas habilitantes 1) Agências para a inovação social: catalisadores de novas iniciativas e facilitadores daquelas existentes. 2) Sistemas de conexão: capazes de interligar melhor as pessoas, pessoas e produtos/serviços ou produtos/serviços entre si. 3) Espaços flexíveis: que possam ser utilizados por comunidades em um "mix" de funções públicas e privadas. 4) Espaços experimentais: funcionam como incubadores de novas empresas sociais e fazedores, acima de tudo, de experimentos sóciotécnicos. 5) Sistemas avançados de produtos/serviços. 6) Equipamentos semiprofissionais: podem ser usados por amadores e em espaços não especializados, aumentando o número de pessoas que podem desfrutar de um grau de qualidade que os equipamentos tem.
  • 51. Sistema de Serviços/Produtos Colaborativos Ezio Manzini 1.Fluidez de Uso É o nível de esforço para participar/acessar ao produto ou serviço. Importante saber as barreiras de uso do produto ou serviço. 2. Replicabilidade Simplicidade do sistema do produto para que possa ser facilmente reaplicado em outros contextos. 3. Acesso diversificado Criar diferentes graus de participação do consumidor. Usuários podem entrar de varias maneiras. Compra, logística, preço são exemplos de elementos. 4. Melhoria do suporte a comunicações Como desenvolver conectividade entre a comunidade.
  • 52.
  • 53. Leitura de Manifestos e discussão Tática
  • 54. Vamos criar UM MODELO através da definição de PARÂMETROS que nos interessam. sistema de artefatos tangível e intangível.
  • 55. Como: 1) Identificar as barreiras de acesso ao meu projeto/produto/serviço? 2) Identificar os pontos que meu projeto pode ser copiado? 3) Desenvolver interação dos usuários com o produto/serviço? 4) Criar qualidade relacional entre os usuários?
  • 56. Obrigado! Garagem Criativa Equipe: Aron Krause Litvin // Daniel Muller Caminha // Liliane Basso aron@estudionomade.com.br // daniel@estudionomade.com.br // lilianebasso@gmail.com This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.