Comunidades de Pratica

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Fala da importância das comunidades de prática.

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Comunidades de Pratica

  1. 1. Comunidades de Prática Palestrante: Alcebíades Araújo
  2. 2. Agenda <ul><li>Introdução </li></ul><ul><li>Conceitos </li></ul><ul><li>Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática </li></ul><ul><li>Características Essenciais do Moderador de CdPs </li></ul><ul><li>Benefícios das Comunidades de Prática </li></ul><ul><li>As Comunidades de Prática e a Web 2.0 </li></ul><ul><li>Referências </li></ul>
  3. 3. Introdução <ul><li>Comunidades de Prática (CdP) são conhecidas e estudadas há muito tempo em um contexto mais histórico, econômico-social e antropológico. </li></ul><ul><li>Concepções de trabalho baseados em grupos ou equipes foram introduzidas, muito estudadas e teorizadas nas décadas de 70 e 80 </li></ul><ul><li>Desde essa época, tarefas com essa característica foram motivos de investigação acadêmica e muitas teorias surgiram. </li></ul>
  4. 4. Introdução <ul><li>As comunidades de prática são essenciais na Era do Conhecimento </li></ul><ul><li>O conhecimento humano não faz sentido sem o contexto de comunidades. </li></ul><ul><li>O conhecimento humano evolui a partir do reconhecimento e validação de nossos pares nas comunidades das quais participamos. </li></ul><ul><li>Parte do que “sabemos” vem, ademais, da nossa aceitação do conhecimento validado por outras comunidades que respeitamos, mas das quais não fazemos parte e nem mesmo entendemos seus mecanismos de geração e validação de conhecimento. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Conceitos </li></ul>
  6. 6. Conceito <ul><li>O conceito foi “cunhado” Etienne Wenger (1952) </li></ul><ul><ul><li>Teórico organizacional e educacional </li></ul></ul><ul><ul><li>Suíço que atualmente vive na Califórnia </li></ul></ul><ul><li>Comunidades que reúnem pessoas unidas informalmente ou em um contexto – com responsabilidades no processo – por interesses comuns no aprendizado e principalmente na aplicação prática do aprendido. </li></ul>
  7. 7. Conceito <ul><li>“ Comunidades de Prática” é um termo que se refere às maneiras como as pessoas trabalham em conjunto e/ou se associam a outras naturalmente. </li></ul><ul><li>Ele reconhece e celebra o poder das comunidades informais de colegas, sua criatividade e recursos para resolver problemas, e sua habilidade de inventar maneiras melhores e mais fáceis de resolver seus desafios. </li></ul><ul><li>O que mantém os membros da CdP juntos é um sentido comum de propósito e uma necessidade real de saber o que os outros membros sabem. </li></ul>
  8. 8. Conceito <ul><li>Não é tão somente comunidade de “aprendizes”. </li></ul><ul><li>Não é tão somente um agregado de pessoas definidas por algumas características. </li></ul><ul><li>Comunidades de Prática (CdP) são “estruturas que aprendem”, pois são compostas por pessoas que têm compromisso de agregar as melhores práticas. </li></ul><ul><ul><li>São pessoas que aprendem, constroem e “fazem” a gestão do conhecimento (Wenger, 1998) </li></ul></ul>
  9. 9. Conceito Comunidades De Prática Domínio Comunidade Prática
  10. 10. Conceito Comunidades De Prática Domínio Comunidade Prática O membro precisa ter uma identidade definida pelo interesse compartilhado. Ser membro significa um compromisso com o grupo e competências que diferem seus membros de outras pessoas.
  11. 11. Conceito Comunidades De Prática Domínio Comunidade Prática Precisa proporcionar interação. Aprender é um ato social. As pessoas na comunidade de prática são atores que buscam, juntas, formas de superar um problema.
  12. 12. Conceito Comunidades De Prática Domínio Comunidade Prática Os membros de uma comunidade de prática desenvolvem um repertório de experiências, histórias e ferramentas, as quais os qualificam para enfrentar certas situações que se tornem recorrentes.
  13. 13. Conceito <ul><li>As CdPs oferecem um ambiente de aprendizado forte, baseado em trocas de informação sincronizadas ou assíncronas. </li></ul><ul><li>É no contexto de suas múltiplas CdPs que o conhecimento organizacional se desenvolve. </li></ul><ul><li>Ao apoiar ou institucionalizar CdPs, as organizações estarão promovendo o aprendizado coletivo e a inovação organizacional. </li></ul><ul><li>É um fato conhecido que as conexões significativas levam os indivíduos a níveis de criatividade bem além daqueles que eles alcançariam isolados. </li></ul><ul><ul><li>Nenhum de nós é melhor que todos nós. </li></ul></ul><ul><li>O aprendizado é um ato social. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática </li></ul>
  15. 15. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 1: Desenhar a CdP pensando na sua evolução </li></ul><ul><ul><li>Permita que novas pessoas se envolvam e que novos interesses sejam explorados. Aceite que haverá diferentes níveis de atividade e diferentes tipos de apoio serão necessários durante a vida da CdP. </li></ul></ul>
  16. 16. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 2: Manter o diálogo entre a perspectiva interna e externa </li></ul><ul><ul><li>Encoraje discussões entre as pessoas de dentro e de fora da comunidade sobre os resultados esperados para a CdP. </li></ul></ul><ul><ul><li>Por exemplo, encoraje ligações com outras comunidades da organização. </li></ul></ul>
  17. 17. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 3: Convidar para diferentes níveis de participação na CdP </li></ul><ul><ul><li>Algumas pessoas serão bastante ativas na comunidade, enquanto outras parecerão passivas. </li></ul></ul><ul><ul><li>Aceite que contribuições e aprendizado ocorrem de maneira distinta dependendo da pessoa. </li></ul></ul>
  18. 18. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 4: Desenvolver espaços abertos e fechados para a Comunidade </li></ul><ul><ul><li>Relacionamentos são formados a partir de eventos informais das comunidades e comunicação um-a-um. </li></ul></ul><ul><ul><li>Eventos formais e organizados e espaços públicos comuns de discussão são necessários para ajudar as pessoas se sentirem parte das CdPs. </li></ul></ul><ul><ul><li>Ambos tipos de abordagens são importantes. </li></ul></ul>
  19. 19. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 5: Focar no valor da CdP </li></ul><ul><ul><li>O verdadeiro valor da comunidade pode emergir à medida que ela se desenvolve e amadurece. </li></ul></ul><ul><ul><li>Membros da comunidade precisam ser explícitos quanto aos valores que estão sendo gerados. No início, isto pode ser útil para ajudar os membros a compreenderem melhor as CdPs. </li></ul></ul><ul><ul><li>Com o tempo, o valor gerado pela CdP precisa se tornar mais evidente e medidas concretas precisam ser buscadas e analisadas. </li></ul></ul>
  20. 20. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 6: Combinar familiaridade e estimulação </li></ul><ul><ul><li>Espaços comunitários comuns e atividades ajudam as pessoas se sentirem confortáveis em participar. </li></ul></ul><ul><ul><li>A introdução de novas idéias para desafiar o pensamento vigente também estimula o interesse e mantém as pessoas engajadas. </li></ul></ul>
  21. 21. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 7: Criar um ritmo para a comunidade </li></ul><ul><ul><li>Eventos regulares, com uma freqüência que evite a sensação de sobrecarga, criam pontos de convergência. </li></ul></ul><ul><ul><li>Eles encorajam as pessoas a continuarem a participar, ao invés de se distanciar gradativamente. </li></ul></ul>
  22. 22. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 8: Valorizar também a comunicação oral </li></ul><ul><ul><li>É importante notar que até que as pessoas desenvolvam um certo grau de confiança entre elas, a comunicação oral tende a ser menos arriscada para os membros da comunidade. </li></ul></ul><ul><ul><li>A comunicação escrita tem um sentido de permanência e de disseminação que nem todos os membros estão dispostos a correr. </li></ul></ul>
  23. 23. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 9: Desenvolver as regras de participação para a comunidade </li></ul><ul><ul><li>Entrar em uma Comunidade, principalmente quando estas incluem um ambiente on-line é como entrar em para qualquer ambiente novo. </li></ul></ul><ul><ul><li>As pessoas precisam aprender as regras de participação ou a “código de ética” da Comunidade (por exemplo, quanto, quando e como contribuir). </li></ul></ul><ul><ul><li>O líder (ou os líderes) da comunidade deve reprimir qualquer atividade que seja contra os princípios ou que não pertença à comunidade </li></ul></ul>
  24. 24. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 10: Desenvolver Mapas de Especialização e garantir que os Perfis dos Usuários estejam atualizados </li></ul><ul><ul><li>Mapas de especialização podem incluir bancos de dados com listas e descrições das competências de indivíduos de dentro e/ou de fora da organização. </li></ul></ul><ul><ul><li>Esses mapas de especialização facilitam o compartilhamento de conhecimento tácito e o desenvolvimento de comunidades, ao permitir que as pessoas encontrem e estabeleçam contato pessoal mais rapidamente umas com as outras. </li></ul></ul><ul><ul><li>Perfis de usuários detalhados, precisos, atualizados e significativos ajudam a fomentar conexões e elevar o nível necessário de confiança entre os participantes. </li></ul></ul><ul><ul><li>As pessoas tendem a colaborar mais com umas as outras se os relacionamentos se tornarem um pouco mais pessoais. </li></ul></ul>
  25. 25. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 11: Reconhecer níveis diferentes de participação </li></ul><ul><ul><li>O reconhecimento e a identificação dos diferentes níveis de contribuição (tanto quantitativa, quanto qualitativa) de cada indivíduo são especialmente importantes para comunidades de troca de conhecimento. </li></ul></ul>
  26. 26. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 12: Liderar pelo exemplo </li></ul><ul><ul><li>A participação, freqüente, dos líderes de comunidade nas atividades da comunidade (especialmente se o líder também for um especialista em alguma área estratégica) certamente promoverá níveis mais altos de participação entre os membros da comunidade em geral. </li></ul></ul><ul><ul><li>Em particular, no início do funcionamento de comunidades de prática a participação direta e visível de líderes (pessoas respeitadas, não chefes) é essencial para que as CdPs decolem. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os primeiros meses de funcionamento de uma comunidade de prática são críticos. </li></ul></ul>
  27. 27. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 13: Criar, treinar e motivar um grupo central de pessoas que irão “gerir” a comunidade </li></ul><ul><ul><li>Embora dependam da participação voluntária de muitas pessoas, com freqüência o desenvolvimento das CdPs se beneficiam da existência de moderadores formais designados pelas organizações. </li></ul></ul><ul><ul><li>O trabalho destes moderadores não é, porém, um trabalho solitário. Seu sucesso depende, freqüentemente, do apoio e participação direta de um grupo central de co-moderadores ou participantes centrais que estão sempre atentos às necessidades das comunidades, não deixando, por exemplo, que nenhuma questão fique sem resposta ou comentários. </li></ul></ul>
  28. 28. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 14: Estabelecer um sentimento de identidade para a comunidade </li></ul><ul><ul><li>Um sentimento de identidade pode ser criado através do estabelecimento de um propósito claro, metas e objetivos específicos para a comunidade, assim como através do desenvolvimento e fomento de uma história para a comunidade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Informar aos novos membros como a comunidade teve início, quem estava envolvido no começo, etc. Também é importante criar um esforço forte de mensagem e marca (com pistas visuais adequadas). </li></ul></ul><ul><ul><li>Isso desempenha um papel crucial ao lembrar os membros de sua afiliação e promover os objetivos e valores da comunidade. </li></ul></ul>
  29. 29. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 15: Promover os Sucessos da Comunidade </li></ul><ul><ul><li>Líderes de comunidade astutos entendem, claramente, que na criação ou compartilhamento de conhecimento, as pessoas precisam ser voluntárias, e que os membros só podem ser encorajados, e não forçados, a participar. </li></ul></ul><ul><ul><li>Conseqüentemente, promover os sucessos da comunidade (on-line ou off-line) mexe com os membros e funciona como anúncio para participantes em potencial que ainda não entraram para a comunidade. </li></ul></ul>
  30. 30. Desenvolvimento e Suporte às Comunidades de Prática <ul><li>Princípio 16: Monitorar o nível de atividade e satisfação </li></ul><ul><ul><li>Líderes ativos monitoram as estatísticas sobre o nível de participação dos usuários, as áreas de conteúdo mais procuradas e visitadas, a freqüência das contribuições. </li></ul></ul><ul><ul><li>Eles também fazem pesquisas on-line e off-line, de tempos em tempos, para compreender as necessidades e os níveis de satisfação dos usuários. </li></ul></ul><ul><ul><li>Com este tipo de dados nas mãos, eles podem guiar suas ações para as causas dos problemas ocasionais e/ou diminuição na participação. </li></ul></ul>
  31. 31. <ul><li>Características Essenciais do Moderador de CdPs </li></ul>
  32. 32. Características Essenciais do Moderador de CdPs <ul><li>Habilidades de Liderança </li></ul><ul><ul><li>O moderador deve abrir canais de comunicação com os participantes, permitindo absorver as suas demandas e construir uma visão que reflita o pensamento da Comunidade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Dessa forma, os liderados sentirão que os seus objetivos foram considerados e apoiarão a missão do líder. </li></ul></ul>
  33. 33. Características Essenciais do Moderador de CdPs <ul><li>Habilidades de Negociação </li></ul><ul><ul><li>Deve constantemente negociar com os participantes as demandas relacionadas à participação. </li></ul></ul><ul><ul><li>Deve ser ciente da escassez do recurso tempo e mostrar boa argumentação para seduzir as pessoas a participarem. </li></ul></ul><ul><ul><li>A negociação não se limita somente ao aspecto interno dos participantes, uma vez que o moderador deverá negociar constantemente com organizações externas, representando a Comunidade. </li></ul></ul>
  34. 34. Características Essenciais do Moderador de CdPs <ul><li>Habilidades de Comunicação </li></ul><ul><ul><li>Envolve a boa comunicação com os diferentes membros da Comunidade, alguns com posições de destaque e relevância no ambiente e outros com pouca experiência. </li></ul></ul><ul><ul><li>A comunicação das regras e limites deve ser clara e explicitada a todos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Deve possuir boa redação para evitar interpretações dúbias e facilidade de comunicação oral para representar a comunidade nos eventos pertinentes. </li></ul></ul>
  35. 35. Características Essenciais do Moderador de CdPs <ul><li>Solução de Conflitos </li></ul><ul><ul><li>Alguns temas conflitantes, competições entre membros/instituições e características pessoais dos participantes conduzem para a instauração de conflitos. </li></ul></ul><ul><ul><li>O moderador deve procurar conhecer características dos participantes e evitar que focos de conflito sejam constantes no ambiente da Comunidade. </li></ul></ul><ul><ul><li>O moderador deve ser um grande “apagador de incêndios” e, sobretudo, utilizar positivamente situações conflituosas que possam existir. </li></ul></ul>
  36. 36. Características Essenciais do Moderador de CdPs <ul><li>Habilidades Técnicas </li></ul><ul><ul><li>O ambiente virtual exige, a utilização adequada de ferramentas específicas, o que exige do moderador habilidades técnicas para conseguir transitar livremente por esse ambiente. </li></ul></ul><ul><ul><li>A técnica não significa dominar regras de computação e programação, mas sim saber interagir, sem problemas, pelo ambiente virtual e conseguir aproveitar os recursos da melhor maneira possível. </li></ul></ul>
  37. 37. <ul><li>Benefícios das Comunidades de Prática </li></ul>
  38. 38. Benefícios das CdPs <ul><li>Para as Organizações </li></ul><ul><ul><li>Agilizam a detecção e registro de sinais de novas tendências no mercado; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ajudam a melhor servir clientes existentes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ajudam a desenvolver relacionamentos mais fortes com clientes; </li></ul></ul><ul><ul><li>Reduzem as barreiras culturais entre áreas funcionais e localidades distintas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Podem desempenhar um papel em atividades de fusão e aquisição; </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhoram o capital social da organização; </li></ul></ul><ul><ul><li>Servem como fórum para apoio a decisões tomadas em consenso; </li></ul></ul>
  39. 39. Benefícios das CdPs <ul><li>Para os Indivíduos </li></ul><ul><ul><li>CdPs, por outro lado, só trazem os resultados apresentados se houver uma efetiva participação das pessoas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Por isso, é preciso entender como as CdPs podem gerar benefícios para as pessoas que participam das mesmas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Embora a perspectiva mais óbvia é que as comunidades de mais sucesso têm um forte fator de “o que isso traz para mim” envolvido, é possível argumentar que inúmeras razões mais psicológicas também desempenham um importante papel para vários indivíduos; </li></ul></ul>
  40. 40. Benefícios das CdPs <ul><li>Para os Indivíduos </li></ul><ul><ul><li>Em várias empresas com experiência em CdP, ser um “membro de equipe” e um “indivíduo com bons contatos” são critérios chave para contratar ou promover funcionários; </li></ul></ul><ul><ul><li>Oferecem ambientes de aprendizado confiáveis e a oportunidade de entrar em contato com outros indivíduos com interesses, projetos, desafios e/ou motivações similares; </li></ul></ul><ul><ul><li>Oferecem aos funcionários filtros que ajudam a lidar com o excesso de informação; </li></ul></ul>
  41. 41. Benefícios das CdPs <ul><li>Para os Indivíduos </li></ul><ul><ul><li>Aprender com especialistas e colegas mantendo-se atualizado na área de atuação pessoal; </li></ul></ul><ul><ul><li>Apelam para a necessidade humana de socializar, pertencer e se identificar com um grupo de pessoas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ampliam a capacidade de resolução de problemas complexos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Capacidade de utilizar a inteligência coletiva da CdP, ao invés de depender do próprio conhecimento; </li></ul></ul></ul>
  42. 42. Benefícios das CdPs <ul><li>Para os Indivíduos </li></ul><ul><ul><li>Favorecem o reconhecimento por habilidades e conhecimentos específicos, não diretamente relacionados à descrição principal do próprio cargo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Melhoram os elos com colegas de outros locais e organizações; </li></ul></ul><ul><ul><li>Desenvolvem redes pessoais de longo prazo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Oferecem o espaço ideal para auto-realização e a busca de paixões pessoais; </li></ul></ul>
  43. 43. <ul><li>Comunidades de Prática e a Web 2.0 </li></ul>
  44. 44. As CdPs e a Web 2.0 <ul><li>As Plataformas para Redes Sociais são as principais ferramentas para o suporte de CdPs </li></ul><ul><ul><li>Estruturas de interação </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Interação entre os membros da comunidade; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Interação entre os membros de comunidades distintas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Estruturas de Feedback; </li></ul></ul><ul><ul><li>Monitoramento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Páginas Pessoais e Perfis; </li></ul></ul>
  45. 45. As CdPs e a Web 2.0 www.ning.com
  46. 46. As CdPs e a Web 2.0 http://www.brainreactions.net/
  47. 47. As CdPs e a Web 2.0 http://www.crowdspring.com/
  48. 48. As CdPs e a Web 2.0 http://www.innocentive.com/
  49. 49. As CdPs e a Web 2.0 http://www.fellowforce.com/
  50. 50. As CdPs e a Web 2.0 http://www.thelivebook.com/
  51. 51. As CdPs e a Web 2.0 http://www.webook.com/
  52. 52. As CdPs e a Web 2.0 http://www.openinnovators.net/list-open-innovation-crowdsourcing-examples/
  53. 53. As CdPs e a Web 2.0 http://www.go2web20.net/
  54. 54. <ul><li>Referências </li></ul>
  55. 55. Referências <ul><li>Indicado para “practitioners” que querem cultivar comunidades de prática </li></ul><ul><li>Ele demonstra como as comunidades podem ajudar na gestão do conhecimento </li></ul>
  56. 56. Referências <ul><li>Fala sobre o aprendizado social com base nas comunidades de prática </li></ul>
  57. 57. Referências <ul><li>Nesse pequeno livro, Wenger introduz o conceito de Comunidades de Prática </li></ul><ul><li>Compara os métodos tradicionais de aprendizado com o “aprendizado social” </li></ul>
  58. 58. Referências <ul><li>Aborda o uso de IA em sistemas educacionais </li></ul><ul><li>Escreveu em preparação de sua dissertação </li></ul>
  59. 59. Referências <ul><li>About us </li></ul><ul><li>Who we are : We are a diverse community of practitioners that has gathered to share knowledge and build a practice around our passion for and belief in the potential of communities of practice as a vehicle for positive organizational and world change. </li></ul><ul><li>http://cpsquare.org/ </li></ul>
  60. 60. Referências <ul><li>http://technologyforcommunities.com/ </li></ul><ul><li>Aborda as tecnologias utilizadas em comunidades de prática </li></ul>
  61. 61. <ul><li>Obrigado! </li></ul>

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