pós-morte e as religiões
“Do ponto de vista religioso o Espiritismo tem por base as
verdades fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma,
a imortalidade, as penas e as recompensas futuras, sendo,
porém, independente de qualquer culto em particular. Seu
objetivo é provar àqueles que negam, ou que duvidam, que a
alma existe, que ela sobrevive ao corpo e que sofre, após a
morte, as consequências do bem e do mal que praticar
durante a vida corpórea: o objetivo de todas as religiões”.
“O Espiritismo na sua Expressão mais Simples – Allan Kardec
j
u
d
a
í
s
m
o
“(...) Os saduceus mantinham a crença mais
antiga de que os mortos não retornavam e
negavam, portanto a ressurreição e a
imortalidade da alma. Os essênios
acreditavam na imortalidade da alma e
negavam a ressurreição. E os fariseus, os
percussores do judaísmo rabínico, mantinham
a crença na ressurreição e na imortalidade da
alma, crença esta partilhada com os primeiros
cristãos.”
“A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Rabino Alexandre Leone.
j
u
d
a
í
s
m
o “A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Rabino Alexandre Leone.
“Não é difícil ler no pensamento de
Hillel indícios de uma outra crença
que começará a se delinear nos meios
místicos judaicos a partir da Idade
Média: a ideia da reencarnação. Não
que Hillel já tivesse no século I uma
clara ideia da reencarnação, mas sua
visão da ressurreição se parece muito
com a crença na reencarnação.”
j
u
d
a
í
s
m
o “A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Rabino Alexandre Leone.
“Essa interpretação é corroborada por
alguns estudiosos que leem as
afirmações de Flávio Josefo passagens
como em Antiguidades Judaicas
(18:1,3) e em As Guerras dos Judeus
(2:8,14) alusões à crença na
reencarnação já no período dos
primeiros rabinos do primeiro século.”
c
a
t
o
l
i
c
i
s
m
o
“Ressurreição não é a revitalização do
cadáver, mas a transformação humana
inteira e global por dentro de novas
dimensões do ser.”(...) Tal ressurreição, porém,
não mais está sendo compreendido como
revitalização de um cadáver depois de um
longo intervalo entre morte e ressurreição. (...)
Deus, na morte da pessoa, ressuscita esta
pessoa humana inteira e global, com todas as
suas dimensões.”
“A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Renold Blank.
c
a
t
o
l
i
c
i
s
m
o
“Para poder participar porém, da nova
maneira de ser, oferecida por Deus numa
existência pós-morte, esta pessoa ainda
precisa de evolução. É a convicção da teologia
católica, que tal evolução, depois da única
vida vivida, é possível na morte. Ela está
sendo compreendida como uma das
experiências marcantes do primeiro encontro
com Deus. O seu nome tradicionalmente é
conhecido como “experiência de Purgatório.”
“A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Renold Blank.
i
s
l
a
m
i
s
m
o
“Após a morte nossa alma entra no
universo denominado barzakh, que é
o universo intermediário entre o
universo material e o espiritual, onde
ficará até o fim dos tempos, o Dia do
Julgamento Final. (...). Neste dia,
todas as almas serão ressuscitadas e
colocadas diante do Senhor para o
Julgamento Final que determinará a
sua morada Eterna, Paraíso ou
Inferno.”
“A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Sheikh Muhammad Ragip.
i
s
l
a
m
i
s
m
o
“O primeiro a ser
ressuscitado será o Profeta
Muhammad, depois os
demais profetas. Ao Profeta
Muhammad será concedida
a graça de interceder pela
sua comunidade junto a
Allah.”
“A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Sheikh Muhammad Ragip.
i
s
l
a
m
i
s
m
o
“As almas serão levadas à Balança para
que suas ações e intenções sejam
pesadas, serão depois conduzidas a
passar pela ponte de Sirat, imensa ponte
que passa sobre o Inferno em toda a sua
extensão, mais afiada que uma espada e
mais fina que um fio de cabelo. Os infiéis,
por decreto de Allah escorregarão e
cairão no Inferno, e os pés dos fiéis serão
feitos rápidos por conta da generosidade
e misericórdia de Allah.”
“A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Sheikh Muhammad Ragip.
“Dirige-se apenas (o Espiritismo) aos que a ele
vêm livremente, e dele necessitam. Não se dirige
aos que têm uma fé qualquer e que esta fé basta,
mas aos que não a têm ou que duvidam, e lhes dá
a crença que lhes falta, não mais particularmente
a do catolicismo, do protestantismo, do judaísmo
ou do islamismo, mas a crença fundamental, base
indispensável de toda religião. Aí termina o seu
papel. Estabelecida esta base, cada um é livre
para seguir a rota que melhor satisfaça à sua
razão.”
(Allan Kardec)
“Revista Espírita” – setembro de 1867.
a hora final
“Dolorosas, cheias de angústias para uns, a morte não
é, para outros, senão um sono agradável seguido de um
despertar silencioso. O desprendimento é fácil para
aquele que previamente se desligou das coisas deste
mundo, para aquele que aspira, aos bens espirituais e
que cumpriu os seus deveres. Há, ao contrário, luta,
agonia prolongada, no Espírito preso à Terra, que só
conheceu os gozos materiais e deixou de preparar-se
para essa viagem.”
“Depois da Morte”, Léon Denis.
r
e
e
n
c
o
n
t
r
o
s
“(...) Quase sempre eles o
vêm receber na sua volta ao
mundo dos Espíritos e o
ajudam a se libertar das
faixas da matéria.”
“O Livro dos Espíritos”, questão nº 160.
o
e
s
p
í
r
i
t
a
“O conhecimento do Espiritismo tem
alguma influência sobre a duração, mais
ou menos longa, dessa perturbação?
- Uma influência muito grande, uma vez
que o Espírito já compreendia
antecipadamente sua situação. Mas a
prática do bem e a consciência pura
exercem maior influência.”
“O Livro dos Espíritos”, questão nº 165.
vida espírita
“O ensino dos Espíritos sobre a vida
de além-túmulo faz-nos saber que
no espaço não há lugar algum
destinados à contemplação estéril, à
beatitude ociosa. Todas as regiões
do espaço estão povoadas por
Espíritos laboriosos.”
“Depois da Morte”, Léon Denis.
“ – Espírito errante, que
aspira a um novo
destino e o espera.”
“O Livro dos Espíritos”, questão nº 224.
“O Espírito progride no estado
errante?
- Pode melhorar-se bastante,
sempre de acordo com a sua
vontade e o seu desejo; mas é na
existência corpórea que ele põe em
prática as novas ideias
adquiridas.”
“O Livro dos Espíritos”, questão nº 230.
“ – Estudam o seu passado e procuram
meio de se elevarem. Veem, observam o que
se passa nos lugares que percorrem; escutam
os discursos dos homens esclarecidos e os
conselhos dos Espíritos mais elevados que
eles e isso lhes proporcionam ideias que não
possuíam.”
“O Livro dos Espíritos”, questão nº 227.
Mundos
Transitórios
Percepções e
Sensações
Relações de
Além-Túmulo
Relações
Simpáticas e
Antipáticas
Lembrança
da Existência
Corpórea
“- Sim, sem dúvida, se ela se baseia numa
verdadeira simpatia: mas se as causas de
ordem física tiverem maior influência que
a simpatia, ele cessa com as causas. As
afeições, entre os Espíritos, são mais
sólidas e mais duráveis que na Terra,
porque não estão subordinadas ao
capricho dos interesses materiais e do
amor próprio.”
“O Livro dos Espíritos”, questão nº 297.
provas da vida espírita
“(...) Mas é uma consolação
poderdes comunicar-vos com os
vossos amigos, enquanto esperais o
aparecimento de outros mais
diretos e mais acessíveis aos
vossos sentidos.”
“O Livro dos Espíritos”, questão nº 934.
t
c
i
“A palavra Transcomunicação foi criada
pelo físico e estudioso de TCI, Dr. Ernst
Senkowski. Surgiu com a finalidade de
ser um termo genérico para designar
as formas tradicionais de comunicação
mediúnica, como suas novas formas
por meio de equipamentos
eletrônicos.”
“Espiritismo e Transcomunicação, Djalma Argollo.
“Ambos (Padre Pellegrino Ernetti e Padre
Gemelli) levaram ao conhecimento do Papa
Pio XII, que os teria tranquilizado, ao
considerar que esse fenômeno é do domínio
da ciência, estimulando-os a prosseguir
porque esse fato "poderá, talvez, marcar o
início de um novo estudo científico que virá
a confirmar a fé no além."
“Linha Direta do Além”, Pe. François Brune e Rèmy Chauvin.
t
c
i
t
c
i
“(...) o manual explica a necessidade de se
combinar a tecnologia eletrônica com um
tipo incomum de energia psíquica como a do
tipo utilizada por nosso associado William
O’Neil. Ele é o único membro de nossa
equipe de pesquisa que a possui em um nível
necessário.”
George Meek anunciando em uma conferência para a imprensa sobre o
projeto Mark, abril de 1982.
Já está bem... Tá mais gordo...
Não será nada fácil... Eu te amo...
Ermezinda vai quinta-feira...
t
c
i
“O Além da Esperança”, Sonia Rinaldi.
t
c
i
Abade Aloisio Wiesinger
Konstantin Raudive
t
r
v
p
“Sempre que há um trauma na luta
para nascer, a forma do trauma
revela-se um espelho simbólico e fiel
das experiências acumuladas de
mortes em vidas passadas, com todo
o terror e sofrimento que as
acompanham.”
“As Várias Vidas da Alma”, Roger Woolger.
e
q
m
“Na ausência de prova
científica consistente,
as pessoas
frequentemente
perguntam se eu
acredito que as EQMs
são uma evidência da
vida depois da vida.
Minha resposta é
“Sim.”
“A Luz que vem do Além”, Dr. Raymond A. Moody Jr.
e
q
m
“Ele me disse: “Irmão Heber, eu
estive no mundo do espírito duas
noites sucessivas, e de todos os
medos que enfrentei, o pior foi ter de
retornar ao meu corpo, apesar de eu
ter de fazê-lo.”
“A Luz que vem do Além”, Dr. Raymond A. Moody Jr.

VIDA APÓS A MORTE

  • 3.
    pós-morte e asreligiões “Do ponto de vista religioso o Espiritismo tem por base as verdades fundamentais de todas as religiões: Deus, a alma, a imortalidade, as penas e as recompensas futuras, sendo, porém, independente de qualquer culto em particular. Seu objetivo é provar àqueles que negam, ou que duvidam, que a alma existe, que ela sobrevive ao corpo e que sofre, após a morte, as consequências do bem e do mal que praticar durante a vida corpórea: o objetivo de todas as religiões”. “O Espiritismo na sua Expressão mais Simples – Allan Kardec
  • 4.
    j u d a í s m o “(...) Os saduceusmantinham a crença mais antiga de que os mortos não retornavam e negavam, portanto a ressurreição e a imortalidade da alma. Os essênios acreditavam na imortalidade da alma e negavam a ressurreição. E os fariseus, os percussores do judaísmo rabínico, mantinham a crença na ressurreição e na imortalidade da alma, crença esta partilhada com os primeiros cristãos.” “A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Rabino Alexandre Leone.
  • 5.
    j u d a í s m o “A Artede Morrer” – Visões Plurais – Rabino Alexandre Leone. “Não é difícil ler no pensamento de Hillel indícios de uma outra crença que começará a se delinear nos meios místicos judaicos a partir da Idade Média: a ideia da reencarnação. Não que Hillel já tivesse no século I uma clara ideia da reencarnação, mas sua visão da ressurreição se parece muito com a crença na reencarnação.”
  • 6.
    j u d a í s m o “A Artede Morrer” – Visões Plurais – Rabino Alexandre Leone. “Essa interpretação é corroborada por alguns estudiosos que leem as afirmações de Flávio Josefo passagens como em Antiguidades Judaicas (18:1,3) e em As Guerras dos Judeus (2:8,14) alusões à crença na reencarnação já no período dos primeiros rabinos do primeiro século.”
  • 7.
    c a t o l i c i s m o “Ressurreição não éa revitalização do cadáver, mas a transformação humana inteira e global por dentro de novas dimensões do ser.”(...) Tal ressurreição, porém, não mais está sendo compreendido como revitalização de um cadáver depois de um longo intervalo entre morte e ressurreição. (...) Deus, na morte da pessoa, ressuscita esta pessoa humana inteira e global, com todas as suas dimensões.” “A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Renold Blank.
  • 8.
    c a t o l i c i s m o “Para poder participarporém, da nova maneira de ser, oferecida por Deus numa existência pós-morte, esta pessoa ainda precisa de evolução. É a convicção da teologia católica, que tal evolução, depois da única vida vivida, é possível na morte. Ela está sendo compreendida como uma das experiências marcantes do primeiro encontro com Deus. O seu nome tradicionalmente é conhecido como “experiência de Purgatório.” “A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Renold Blank.
  • 9.
    i s l a m i s m o “Após a mortenossa alma entra no universo denominado barzakh, que é o universo intermediário entre o universo material e o espiritual, onde ficará até o fim dos tempos, o Dia do Julgamento Final. (...). Neste dia, todas as almas serão ressuscitadas e colocadas diante do Senhor para o Julgamento Final que determinará a sua morada Eterna, Paraíso ou Inferno.” “A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Sheikh Muhammad Ragip.
  • 10.
    i s l a m i s m o “O primeiro aser ressuscitado será o Profeta Muhammad, depois os demais profetas. Ao Profeta Muhammad será concedida a graça de interceder pela sua comunidade junto a Allah.” “A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Sheikh Muhammad Ragip.
  • 11.
    i s l a m i s m o “As almas serãolevadas à Balança para que suas ações e intenções sejam pesadas, serão depois conduzidas a passar pela ponte de Sirat, imensa ponte que passa sobre o Inferno em toda a sua extensão, mais afiada que uma espada e mais fina que um fio de cabelo. Os infiéis, por decreto de Allah escorregarão e cairão no Inferno, e os pés dos fiéis serão feitos rápidos por conta da generosidade e misericórdia de Allah.” “A Arte de Morrer” – Visões Plurais – Sheikh Muhammad Ragip.
  • 12.
    “Dirige-se apenas (oEspiritismo) aos que a ele vêm livremente, e dele necessitam. Não se dirige aos que têm uma fé qualquer e que esta fé basta, mas aos que não a têm ou que duvidam, e lhes dá a crença que lhes falta, não mais particularmente a do catolicismo, do protestantismo, do judaísmo ou do islamismo, mas a crença fundamental, base indispensável de toda religião. Aí termina o seu papel. Estabelecida esta base, cada um é livre para seguir a rota que melhor satisfaça à sua razão.” (Allan Kardec) “Revista Espírita” – setembro de 1867.
  • 13.
    a hora final “Dolorosas,cheias de angústias para uns, a morte não é, para outros, senão um sono agradável seguido de um despertar silencioso. O desprendimento é fácil para aquele que previamente se desligou das coisas deste mundo, para aquele que aspira, aos bens espirituais e que cumpriu os seus deveres. Há, ao contrário, luta, agonia prolongada, no Espírito preso à Terra, que só conheceu os gozos materiais e deixou de preparar-se para essa viagem.” “Depois da Morte”, Léon Denis.
  • 14.
    r e e n c o n t r o s “(...) Quase sempreeles o vêm receber na sua volta ao mundo dos Espíritos e o ajudam a se libertar das faixas da matéria.” “O Livro dos Espíritos”, questão nº 160.
  • 15.
    o e s p í r i t a “O conhecimento doEspiritismo tem alguma influência sobre a duração, mais ou menos longa, dessa perturbação? - Uma influência muito grande, uma vez que o Espírito já compreendia antecipadamente sua situação. Mas a prática do bem e a consciência pura exercem maior influência.” “O Livro dos Espíritos”, questão nº 165.
  • 16.
    vida espírita “O ensinodos Espíritos sobre a vida de além-túmulo faz-nos saber que no espaço não há lugar algum destinados à contemplação estéril, à beatitude ociosa. Todas as regiões do espaço estão povoadas por Espíritos laboriosos.” “Depois da Morte”, Léon Denis.
  • 17.
    “ – Espíritoerrante, que aspira a um novo destino e o espera.” “O Livro dos Espíritos”, questão nº 224.
  • 18.
    “O Espírito progrideno estado errante? - Pode melhorar-se bastante, sempre de acordo com a sua vontade e o seu desejo; mas é na existência corpórea que ele põe em prática as novas ideias adquiridas.” “O Livro dos Espíritos”, questão nº 230.
  • 19.
    “ – Estudamo seu passado e procuram meio de se elevarem. Veem, observam o que se passa nos lugares que percorrem; escutam os discursos dos homens esclarecidos e os conselhos dos Espíritos mais elevados que eles e isso lhes proporcionam ideias que não possuíam.” “O Livro dos Espíritos”, questão nº 227.
  • 20.
  • 21.
    “- Sim, semdúvida, se ela se baseia numa verdadeira simpatia: mas se as causas de ordem física tiverem maior influência que a simpatia, ele cessa com as causas. As afeições, entre os Espíritos, são mais sólidas e mais duráveis que na Terra, porque não estão subordinadas ao capricho dos interesses materiais e do amor próprio.” “O Livro dos Espíritos”, questão nº 297.
  • 22.
    provas da vidaespírita “(...) Mas é uma consolação poderdes comunicar-vos com os vossos amigos, enquanto esperais o aparecimento de outros mais diretos e mais acessíveis aos vossos sentidos.” “O Livro dos Espíritos”, questão nº 934.
  • 23.
    t c i “A palavra Transcomunicaçãofoi criada pelo físico e estudioso de TCI, Dr. Ernst Senkowski. Surgiu com a finalidade de ser um termo genérico para designar as formas tradicionais de comunicação mediúnica, como suas novas formas por meio de equipamentos eletrônicos.” “Espiritismo e Transcomunicação, Djalma Argollo.
  • 24.
    “Ambos (Padre PellegrinoErnetti e Padre Gemelli) levaram ao conhecimento do Papa Pio XII, que os teria tranquilizado, ao considerar que esse fenômeno é do domínio da ciência, estimulando-os a prosseguir porque esse fato "poderá, talvez, marcar o início de um novo estudo científico que virá a confirmar a fé no além." “Linha Direta do Além”, Pe. François Brune e Rèmy Chauvin. t c i
  • 25.
    t c i “(...) o manualexplica a necessidade de se combinar a tecnologia eletrônica com um tipo incomum de energia psíquica como a do tipo utilizada por nosso associado William O’Neil. Ele é o único membro de nossa equipe de pesquisa que a possui em um nível necessário.” George Meek anunciando em uma conferência para a imprensa sobre o projeto Mark, abril de 1982.
  • 26.
    Já está bem...Tá mais gordo... Não será nada fácil... Eu te amo... Ermezinda vai quinta-feira... t c i “O Além da Esperança”, Sonia Rinaldi.
  • 27.
  • 28.
    t r v p “Sempre que háum trauma na luta para nascer, a forma do trauma revela-se um espelho simbólico e fiel das experiências acumuladas de mortes em vidas passadas, com todo o terror e sofrimento que as acompanham.” “As Várias Vidas da Alma”, Roger Woolger.
  • 29.
    e q m “Na ausência deprova científica consistente, as pessoas frequentemente perguntam se eu acredito que as EQMs são uma evidência da vida depois da vida. Minha resposta é “Sim.” “A Luz que vem do Além”, Dr. Raymond A. Moody Jr.
  • 30.
    e q m “Ele me disse:“Irmão Heber, eu estive no mundo do espírito duas noites sucessivas, e de todos os medos que enfrentei, o pior foi ter de retornar ao meu corpo, apesar de eu ter de fazê-lo.” “A Luz que vem do Além”, Dr. Raymond A. Moody Jr.