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Um culto bem preparado
7 DE AGOSTO DE 2012 por FESOFAP0000
1. LITURGIA
Liturgia – culto público oficiado por uma igreja. Forma pela qual um culto público e conduzido. Pode ser
formal ou informal.
A palavra liturgia originalmente significa serviço ou dever público. Com a evolução dos séculos, no
cristianismo, a linguagem, gestos, cânticos e parâmetros usados no culto público e nas demais reuniões de
adoração e exposição da Palavra de Deus, são sinônimos de liturgia.
O culto da igreja é uma reunião de fiéis, um ajuntamento. Mas o que é igreja?
– É uma comunidade;
– É espiritualidade;
– É uma agência de salvação de pessoas;
– É cada pessoa, cada congregante;
– É o corpo de Cristo.
Igreja é também definida como assembléia de cidadãos da cidade celeste, convocados para fora do mundo e
congregados no Corpo de Cristo; ou uma comunidade de crentes em Cristo que se reúnem num determinado
lugar; ou ainda, uma comunidade dos discípulos de Jesus que seguem seus passos e dão continuidade à sua
missão, isto é, a missão de Jesus.
Missão de Jesus: Missão dos discípulos: O propósito da
Igreja:
– Dar vida e vida em abundância – Jo 10:10;
– Buscar e salvar os perdidos – Mt 18:11;
– Servir e não para ser servido, dando a sua vida – Mc 10:45;
– Libertar, evangelizar, curar a anunciar – Lc 4:18.
– O amor é a marca dos discípulos – Jo 13:05;
– Dar frutos que permaneçam – Jo. 15:8 e 16;
– Renunciar a si mesmo – Mt 16:24;
– Fazer outros discípulos, batizando e ensinando
Mt 28:19
– Adoração;
– Evangelismo;
– Serviço;
– Ensino, discipulado;
– Comunhão
– Edificação (I Co 14:28)
2. O QUE SIGNIFICA CULTUAR?
“Significa ir à igreja e escutar o sermão do pregador”.
– É atribuir honra e glória a quem ou a que o adorador considera de valor supremo;
– Veneração ou devoção expressa em público ou pessoalmente;
– Reconhecer o valor (worship).
3. LITURGIA É UM RITUAL?
No tempo em que vivemos, assim como no passado, existem símbolos que escolhemos como
exemplo. Um pequeno gesto logo se transforma num rito. Todo rito tem um patrimônio simbólico a ser
celebrado, e, às vezes, este patrimônio simbólico possui vários ritos, compondo um verdadeiro ritual.
A liturgia de uma cerimônia define-se como a forma da celebração de um amplo conjunto simbólico, no
caso, evangelho. Um ritual expressa um período completo de sentido. Pensando assim, podemos afirmar
que o culto é um ritual destinado a celebrar o patrimônio simbólico do evangelho.
Num “período litúrgico” de um culto, o conteúdo e a forma são peças imprescindíveis que expressam o que
se quer salientar. O que sempre ocorre é uma liturgia estática, repetida culto após culto, alterando apenas os
hinos, as leituras bíblicas e o conteúdo dos sermões.
O Evangelho é muito rico e extenso. Ele envolve toda a nossa vida e a vida da comunidade. É impossível
que seu conteúdo se esgote numa única celebração, mesmo que repetido várias vezes. Uma liturgia “pré-
fabricada” prejudica a celebração do evangelho como um rico patrimônio simbólico. Este tipo de liturgia
força diversos ritos por parte dos oficiantes, deixando o culto numa superficialidade por não utilizar as
riquezas do evangelho, e principalmente, por não suprir as verdadeiras necessidades dos fiéis.
Um bom culto deve ser criativo e relevante, falando sobre o que as pessoas estão sentido, vivendo, pensando,
e, expressando, com o que elas trouxeram para expressar; deve ser bem dinâmico e com objetivos claros.
Uma liturgia estagnada revela uma liderança limitada na compreensão do evangelho, sem criatividade para
inserir numa ordem de culto programada, expressões espontâneas que se identifiquem com os participantes.
Precisamos questionar se estamos permitindo em nossas igrejas a expressão dos conteúdos do evangelho que
proferimos. Para auxiliar nesta reflexão, lançamos algumas questões:
– O que pretende expressar cada elemento da liturgia programada?
– A forma escolhida é aquela que melhor se presta a esta expressão?
– Estão sendo celebradas aquelas categorias que definem o homem impactado pela mensagem
(humildade, mansidão, serviço, etc.)?
– Qual a melhor forma para celebrar a adoração e a comunhão na ordem de culto?
Não podemos deixar de considerar o espaço físico da igreja. Além das quatro paredes que a cercam, ela
possui um púlpito à frente e diversos bancos ou cadeiras viradas em direção a este púlpito, assim montada
para que uma pessoa fale e as outras ouçam. Esta disposição mobiliária dificulta a participação de alguém
que não esteja no púlpito, evitando por vezes a comunhão, a troca de experiências, os testemunhos, etc.
As soluções para estas questões aparecerão quando nos desligarmos dos constrangimentos culturais que
tanto nos impede de encontrarmos soluções criativas.
Para que estes problemas possam ser enfrentados de frente é imprescindível uma boa compreensão da
liderança da igreja quanto aos conjuntos simbólicos a serem celebrados, e que estes sejam ensinados a toda a
igreja, para que não cause um mal-entendido litúrgico. Este mal-entendido pode até ser uma visão mágica de
culto, onde a pessoa acredita que freqüentar, estar presente, passar pelas diversas etapas programadas do
culto tenha o poder purificador, de produzir santidade, de remissão, ou ainda poder de agradar a Deus. Esta
visão é a mais comum em nossos dias.
Mas não é de hoje que as pessoas se apegam �forma para agradar a Deus. Em Isaías (1:10-20) encontramos
o Senhor convidando o povo a apresentar um culto mais significante (v.18), que exista transformação de
vidas. A cada minuto, o culto deve mostrar ao participante porque ele está ali, e, que ele deva corresponder-
se com Deus, ali em seu íntimo. O membro não deve ir à igreja com a missão de apenas cumprir todos os
itens da liturgia programada. Ele deve ir para adorar e cultuar a Deus.
È fundamental que se saiba o que está dizendo; que viva o conteúdo do evangelho, sem estar preso a frases
feitas e clichês. A forma pode ser alterada semser adulterada, podendo até receber outras contribuições,
sem medo de ser irreverente ou de perder-se. A liberdade é conquistada à medida que se conheça bem o
objeto, no nosso caso, o evangelho.
Na verdade, o culto a Deus não admite espectadores. Todos são atores e devem saber o que estão dizendo, de
forma literal ou dramática (ritual), porque o Deus do culto sonda os corações.
Que fazer para que nosso ritual litúrgico não seja um mero espetáculo? É preciso criatividade. E num
certo sentido, a liturgia tende a matar a criatividade. É necessário, portanto, muito bom senso, para que sejam
bem dosados os vários elementos á disposição.
4. ADORAÇÃO E ATOS LITÚRGICOS
“O objetivo fundamental de um culto é tornar Deus real e pessoal”.
“A forma do culto deve ser o veículo mais adequado para conduzir o adorador a um encontro real com
Deus”.
“A maneira como uma igreja adora reflete a teologia da comunidade”.
Quem é Deus: Rei X Pai
Santidade X Amor
Reverência X Liberdade
“Se o culto concentra-se no homem, em vez de Deus, sugere um Deus que é um simples espectador que
acompanha nossa atividade, como um avô que se diverte com as brincadeiras de seus netos”.
“Se nossa adoração não incentiva os membros da comunidade cristã a reconhecerem a dignidade de Deus e
do Cordeiro (Ap 4:11), ela falha em princípio”.
4.1 Vocabulário Bíblico
“Em nosso mundo evangélico, repleto de reuniões, de estudos bíblicos, de bons livros, de música sacra, de
mensagens, de conferências, de retiros, deveria se esperar que os cristãos refletissem o efeito destas
atividades em vidas caracterizadas pela santidade. Mas, talvez, muitas vezes, vivamos uma espécie de
“esquizofrenia espiritual”, onde dividimos a vida em dois compartimentos: um, envolvendo as atividades
religiosas (cantar, orar, testemunhas) e outro, envolvendo todas as atividades não-religiosas (conversas,
sociabilidade, tempo de trabalho e lazer, sentados à mesa, ou atentos aos programas de televisão)”
4.2 Conceito de Adoração
– Proskunéo – beijar ajoelhando-se ou prostrando-se – Jo 4:23. É um ato de submissão, reconhecendo a
inferioridade diante da superioridade. É também um ato de humildade e reverência. O ambiente de culto
deve deixar muito claro quem é o Senhor. Porque viemos? Para submeter-nos ao Senhor.
– Latreia – Servir. Adoração é render-se e servir a Deus. Mt 4:10 diz: somente ao
Senhor – proskunéo (adorar) – e somente a ele darás – latreia (culto) – atos litúgicos.
– Threskéia – religião, adoração – Tg 1:26-27;
– Leitourgeo – Lc 1:23 e Rm 15:16 – serviço sacerdotal, sacrifício.
5. ISAÍAS 6 – CONCEPÇÃO LITÚRGICA
Existem vários tipos de culto: Louvor e Adoração, Ações de Graças, Cantado, Evangelístico, Ceia do
Senhor, Batismos, Casamentos, Funerais, Público, Individual e Missões.
A Bíblia nos apresenta em Isaías 6, através de uma experiência pessoal, um culto que tem sido
modelo para nossas igrejas:
a) Consciência de Deus e Sua Presença Viva – contemplação, visão, reverência, temor,
deslumbramento. Deus está presente. – v. 1 e 2;
b) Adoração – Os atributos de Deus são reconhecidos aqui: Santidade, Onipresença,
Soberania, Eternidade, Supremacia. – v. 3 e 4;
c) Confissão – Em reconhecimento do poder de Deus vem o reconhecimento da fraqueza
humana. – v. 5;
d) Perdão – Renovação da consciência, purificação da alma que é alcançada através da
confissão e arrependimento. – v. 6 e 7;
e) Mensagem ou Exortação – É quando ouvimos a voz de Deus e a recebemos – v. 8;
f) Consagração – Depois de purificados e reconciliados, respondemos dedicando nossas
vidas no altar. – v. 9.
Em todos estes itens devemos intercalar orações, textos bíblicos, hinos, testemunhos, etc. O culto do começo
ao fim é louvor. Quando estamos prestando culto, três pessoas estão envolvidas neste momento: Deus, o
crente e o próximo.
CULTO
CRENTE
(comunhão)
DEUS CRENTE PRÓXIMO NÃO CRENTE
(evangelizando e
testemunhando)
6. ENTENDENDO O QUE É CULTO
Visões Diversas
– Uma reunião da igreja;
– Um encontro com Deus;
– A Celebração do evangelho;
– Ajuntamento do Povo de Deus;
– A Comunhão em ação;
– A presença de Deus se manifestando e a resposta do povo de Deus;
– Um serviço prestado a Deus pelo povo escolhido por Ele;
– Sinônimo de Adoração.
A) Definição Bíblica:
– I Co 10:31: “Portanto quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de
Deus”.
– Cl 3:17: “E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando
por ele graças a Deus Pai”.
– I Pe 4:11: “Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o em todas as
coisas, para que, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos
séculos dos séculos. Amém!”
– Mc 7:6-7: “Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: este povo honra-me
com o lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram ensinando doutrinas que são
preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus, guardais as tradições de homens”.
B) Ênfases e diversidades nos cultos evangélicos:
– Didática – ensinar a palavra – Mt 28:19;
– Evangelística – persuadir os perdidos a confiar em Cristo – At 2;
– Koinonia – comunhão – At 2:42;
– Eucaristia – a mística da Ceia do Senhor – I Co 11:23-24;
– Diakonia – serviço ao sofrimento;
– Carismática – celebração – I Co 14:24-25.
C) Adoração é:
– Amar extremamente;
– Render-se. Prostrar-se e beijar. Vida de submissão. Proskuneo – Jo 4:23; Mt 4:10;
– Servir. Oferecer atos de adoração – serviços religiosos – que agradem a Deus.Latreia – Mt 4:10, Êxodo,
Deuteronômio, Josué e Juizes, Lc 2:37, Rm 12:1, Hb 9:9, Ap 7:15;
– Portanto, é um ato de dar, de expressar, de ofertar, de reconhecer – atos litúrgicos -, muito mais que
receber e tirar proveito (atitudes egoístas);
– Reverenciar. Temer. Preocupar-se com o que agrada a Deus. Obedecer. Sebein ;
– Homenagear alguém que merece (louvar);
– É relacionamento/intimidade com a pessoa de Deus;
– Reconhecer quem Deus é: seus atributos e os seus atos poderosos;
– É vida consagrada a Deus;
– É um estilo de vida (I Cor. 10:31);
– “O transbordar de um coração grato, impulsionado pelo sentimento do favor divino”;
– “Resposta de celebração a tudo que Deus tem feito, está fazendo e promete fazer”;
– “Sacrifício oferecido a um Deus para aplacar a sua ira” (culto pagão).
D) Culto não é:
– Um espetáculo a ser assistido
– Ritos religiosos tradicionais (Mc 7:6-7)
– Uma seqüência de músicas, leituras e mensagem
E) Características do Culto
– Envolvente;
– Dinâmico;
– Prático: devemos ser levados a ter atitudes concretas e reais. A igreja primitiva deixa-nos o exemplo de
que os cultos levam à doutrina dos apóstolos, à comunhão dos santos, à igualdade social, à liberalidade
cristã, ao amor fraternal, à singeleza de coração, ao louvor a Deus, à simpatia do povo e ao crescimento da
igreja (At. 2).
F) Objetivos do Culto
– Os mesmos da igreja: adoração, comunhão, ensino, serviço e evangelismo;
– Tornar Deus real;
– Conduzir o adorador a um encontro com Deus.
G) Requisitos para o culto/adoração
– Verdadeiros adoradores – João 4;
– Sabem que suas vidas são conhecidas e descobertas diante de Deus (v. 19);
– O local primordial de adoração e culto é a própria vida, o seu corpo, templo do Espírito Santo;
– Não só aos sábados, mas todos os dias da semana, por 24 horas (v. 20-21);
– Só pode adorar quem conhece a Deus, e prossegue constantemente na busca do conhecimento e
intimidade com Ele (v. 22). Sabemos que isto só é possível através de Jesus (Fp 3:3);
– Saber que o Pai deve ser adorado com sinceridade e autenticidade, em espírito e em verdade. A
falsidade, a hipocrisia e a incoerência na vida não combinam com verdadeira adoração.
H) Culto é uma reunião da igreja
– Portanto, os objetivos do culto devem estar em concordância com os propósitos da igreja;
– Os propósitos da igreja podem ser resumidos em: adoração, comunhão, ensino ou discipulado, serviço e
evangelismo;
– Deve haver implicações de cada propósito nas nossas reuniões.
I) Sacrifícios e Ofertas do Culto Cristão
– No AT, os sacrifícios serviam para propiciação (Lv – 1:4-6); celebração (o cordeiro pascal – Ex 12:21-
22), sacrifícios de consagração (Lv. 6:19-23) e gratidão (manjares – Lv. 2);
– No NT, os sacrifícios dependem do sacrifício de Jesus – Is 53; I Co.5:21; I Pe. 2:24; I Jo 2:2, etc.):
– Nós oferecemos sacrifícios espirituais (I Pe 2:5); nossos corpos (Rm 12:1);
– Oferecemos louvor que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome e a prática do bem e mútua
cooperação (Hb 13:15-16);
– Oferecemos as pessoas que discipulamos ( Rm 15:6; Cl 1:28);
– Oferecemos nossos recursos (Fp 4:18; Ef 5:2);
– Lembramos o sacrifício de Jesus na Ceia do Senhor sem sacrificar o corpo de Cristo (I Co 10:16-17;
11:23-24).
J) A comunhão e o serviço em ação:
a) Bases:
– Todas as partes do corpo são importantes;
– Em cada reunião deve ter algo para cada um: homem/mulher, idoso/jovem, solteiro/casado, músico/sem
sensibilidade para a música, sábio/iletrado, etc;
– Cada cristão é um servo/ministro de Deus;
– Cada um tem uma função diferente, pois Deus deu, a cada crente, dons e talentos;
– A igreja precisa da participação de cada um;
– O Espírito Santo fala conosco quando falamos uns com os outros.
b) Ter comunhão significa:
– ORAR juntos e CANTAR juntos;
– FALAR uns aos outros (testemunhos, conhecer-se, grupos pequenos, atividades familiares);
– APRENDER juntos (estudos bíblicos, exortação, representações, filmes, conversas);
– COMER juntos;
– Cada semana a comunhão deve incluir estes ingredientes; onde a mistura pode ser diferente, o que dará
um SABOR diferente;
– As formas litúrgicas (maneiras de se expressar) não são tão importantes quanto pessoas;
– É mais importante ser sensível ao Espírito de Deus (flexibilidade) que obedecer a um esquema rígido;
– Algumas formas nos ajudam a fazer melhor certas coisas, mas as pessoas é que dão significado às
formas.
8. APLICAÇÕES PRÁTICAS:
– Sentar-se, às vezes, de forma que as pessoas vejam os rostos uma das outras, ou seja, em formas
circulares. Isto favorece a construção de relacionamentos interpessoais, estimula a participação… mas requer
o uso de cadeiras ao invés de bancos. Este recurso pode ser utilizado em cultos familiares, retiros, etc.
– Haverá momentos, todavia, em que a atenção deverá estar em uma só pessoa/foco e a melhor disposição
dos assentos é esta que estamos acostumados: em fileiras.
– A participação dá-se de múltiplas formas: aconselhamento, música, testemunho, recursos visuais,
ensino, abraços, cumprimentos.
– Incentivar as pessoas a que venham às reuniões para doar (além de receber), mas não para sentar e só
assistir.
– A música deve ser apresentada por idades, culturas e estilos representados na comunidade.
– Orações podem ser feitas a dois, em pequenos grupos, como um só grupo, ou em silêncio. Isto permite
que se dividam as cargas de cada um, se expressem necessidades pessoais e coletivas, e que haja
testemunhos abundantes.
– Esta comunhão deve ser muito bem planejada, para assegurar participação ampla e variada. Por isso, os
líderes e o pastor devem avaliar regularmente o andamento dos trabalhos.
DIRETRIZES PARA A CELEBRAÇÃO CRISTÃ
Coerência com o todo da vida de louvor e
adoração
“Quando não há culto na vida, não há vida no culto”
Sintonia como o Espírito de Deus, a começar
de quem ministra e administra a celebração
(pregadores, regentes, dirigentes,
instrumentistas, vocalista, sonoplastias,
auxiliares, etc.)
1. Unidade na visão bíblica;
2. Unidade na visão da IAP;
3. Unidade nos relacionamentos;
4. Unidade espiritual;
5. Unidade musical.
Diversidade e riqueza
“surpresas para a congregação”
1. Estilo musical;
2. Forma de expressão;
3. Dimensões da expressões;
4. Artefatos;
5. Repertório.
Participação Congregacional Ênfase na participação da congregação e não nas
participações eventuais (solos, conjuntos musicais,
instrumentos, celebrantes, etc.).
Celebração Contrição, quebrantamento, auto-avaliação e confissão devem
fazer parte das celebrações, mas não devem marcar o estilo da
celebração. O povo de Deus deve se reunir para se alegrar na
presença de Deus, louvar seu caráter santo e responder aos
feitos cotidianos de Deus com gratidão e louvor.
Informalidade, espontaneidade e comunhão As celebrações na igreja devem ser encaradas como reuniões
de família, integradas no todo da vivência comunitária, e não
como um evento extraordinário. As pessoas devem se sentir à
vontade para derramar o coração na presença de Deus. Devem
tomar conhecimento umas das outras e devem aproximar-se
mutuamente. Quem dá o tom de reverência é o dirigente e não
a congregação(dirigente de culto ou apresentador de TV?).
Edificação e Proclamação A celebração deve ter sua ênfase voltada para o povo de Deus
que celebra e busca edificação, sem, contudo, negligenciar a
necessidade de uma mensagem coerente capaz de impactar o
não cristão. Nesse caso, temos dois momentos distintos na
celebração: louvor e mensagem.Temas – Conteúdos e
linguagem devem ser harmonizados em cada um dos
segmentos da celebração.
Funcionalidade Não há necessidade de que cada celebração contemple todas
as dimensões de expressões litúrgicas, mas temos três
momentos presentes em todas: louvor, dedicação e
proclamação. As participações eventuais (coros, solistas, etc.)
devem possuir um propósito definido à luz das dimensões
contempladas na ocasião.
9. COMO PREPARAR UM PROGRAMA DE CULTO
(Sozinho)
1) Preparar-se espiritualmente:
a) Ore para que Deus o ajude nesta tarefa;
b) Ore por um discernimento das carências espirituais da sua comunidade reunida;
c) Ore pelas demais pessoas envolvidas na organização e execução do culto.
2) Junte informações necessárias:
a) Procure saber o título do sermão e o texto bíblico;
b) Qual a ênfase do programa?
c) Órgãos musicais envolvidos: coro, solistas, grupo de louvor, música instrumental,
coreografia, teatro, etc…
d) Repertório (nome, texto, e o máximo de informação a respeito das músicas).
3) Materiais necessários:
a) Hinários diversos;
b) Listagem dos cânticos por assunto, tonalidade, estilo…
c) Bíblia com concordância;
d) Livros devocionais;
e) Antigas ordens de culto.
4) Considere o perfil da comunidade reunida:
a) Metropolitana, suburbana, rural;
b) Jovens, velhos, crianças;
c) Nível sócio-cultural;
d) Tradicional, contemporâneo, formal, informal.
5) Lembrar objetivos e elementos de um culto:
a) Os objetivos gerais do culto devem ser transmitidos pelo pastor
b) O culto pode ser dividido em tópicos ou ser temático:
– Culto por tópicos – quando dividimos no planejamento as diversas partes do culto. Ex.:
louvor, celebração, adoração, contrição, proclamação, oração, consagração.
– Culto temático– quando o programa todo é montado em função do objetivo geral do culto.
Pode ter os diversos momentos do culto por tópicos, mas tudo é planejado de uma forma que o
tema central do culto seja valorizado sempre.
– Elementos do culto:
· Celebração ð é o tempo de ajuntamento. Pessoas diferentes se reúnem para o culto. A
celebração é festiva. Com ênfase na alegria comunitária.
· Adoração ð momento de glorificação a Deus. Pode ser conseqüência da celebração.
Adoramos a Deus por seus atributos e por seus atos poderosos de amor. Deve ser transmitido
aos adoradores o valor de deus na vida das pessoas.
· Oração ð confissão, petição, intercessão: pessoas diferentes trazem expectativas e
problemas diferentes. A oração é a oportunidade de um contato individual, ou em pequenos
grupos, ou coletivo como o Deus adorado.
· Proclamação ð tempo para ouvir voz de Deus. A palavra é o centro deste momento e
normalmente acontece no sermão.
· Consagração ð é normalmente a resposta aos chamados de Deus para as nossas vidas. É
tempo de reflexão e se possível expressão desta resposta.
6) Selecione as músicas e outras formas de expressões de acordo com a sua função no culto.
a) Tenha um repertório variado, com estilo musical apropriado para o momento especifico a ser
vivido.
b) Evite quebras de emoção. Exemplo: euforia, imediatamente para contrição ou para
momentos que exijam grande concentração; ou vice-versa. Mudanças do ambiente devem ser
preparadas.
c) Evite “buracos” que quebram a prejudicam a visão e percepção do todo. (Obs: os momentos
de silêncio intencionais distinguem-se destes buracos).
7) Valorize o início e o final do culto – prelúdio e pósludio. Seja qual for a opção – música
instrumental, gravação, livre – planeje os efeitos desejados.
8) Escolher as pessoas que devem conduzir cada momento do culto.
9) Garanta que os responsáveis por cada uma das partes deste culto estejam informados e
sintonizados como o todo do culto.
a) Redigir o programa, detalhadamente, especificando cada passo e cada responsável.
10) Características desejadas para um culto:
a) Essência e conteúdo;
b) Relevante;
c) Unidade e coerência;
d) Envolvente, contagiante;
e) Criatividade;
f) Experiência/encontro sensível com Deus.
11) Quem deve dirigir o culto?
a) Requisitos espirituais:
– Conhecer a Palavra de Deus;
– Dependência de Deus;
– Convicção de sua missão de servo;
– Experiências espirituais crescentes;
– Unção do Espírito;
– Humildade.
b) Requisitos Técnicos:
– Facilidade de Expressão;
– Simpatia;
– Capacidade de síntese;
– Conhecimento;
– Liderança.
Um bom dirigente deve conhecer a comunidade. Jamais deve esquecer que ela é constituída de pessoas.
PESSOAS SÃO:
Experiências Analíticos Práticos Dinâmicos
Aprendem Sentindo Vendo e Ouvindo Pensando Fazendo
Gostam Discussão Mapas Questionar Passeio
Gostam Compartilhar Retroprojetor/
Data-show
Debater c/ líder Dramatização
Gostam Simular Recursos
audiovisuais
Pastores Retiros
– Pode-se utilizar dos sentidos (visão, audição, tato, olfato, paladar) no culto.
O culto deve trazer para a igreja:
– Comunhão – onde cada um faz parte da família de Deus;
– Discipulado – ensino – levar a Jesus
– Serviço – edificação
– Evangelismo
– Elogios, estímulos – Hb 10:24-25.
10. INSTRUÇÕES PRÁTICAS PARA OS DIRIGENTES DE CULTO
– Cuidar para que não haja excesso de barulho e baixa qualidade nos som dos instrumentos.
– Evitar falar entre e durante os cânticos. Todavia, é bom, ter comentários que levam à
reflexão.
– Evitar ficar repetindo letras das músicas enquanto o povo canta.
– Não transformar o auditório em robô. Não levar o povo a toda sorte de imitação, gestos,
repetição de frases de efeito, gritos, etc. “Agora faça isto”; “Não está bom, pode ser melhor…”
– Não exagerar no tempo dispensado ao louvor, não é a sua adoração que determinará se
ele é agradável a Deus e aos irmãos.
– Não deixar o povo muito em pé.
– Evitar textos difíceis de se entender. Toda palavra difícil deve ser explicada à congregação.
Ex.: “Ebenézer”, “No fragoso alcantil, nas escarpas da serra…”, etc.
– Evitar as “broncas” na igreja. A abordagem positiva é sempre melhor.
– Pouca participação: mude, por exemplo, para um momento de oração.
– Se quiser conduzir a igreja à adoração: ADORE, siga o exemplo.
– É importante a variedade. Diferentes dirigentes, diferente estilos.
– Desenvolva a capacidade de conviver com críticas.
– Tenha uma lista de cânticos da igreja. Classifique-os por temas e tonalidades.
– Comece onde o povo de Deus está espiritualmente. Verifique o clima espiritual da
congregação no momento.
– Evite exortar o povo para ser mais expressivo, ou você estará estimulado a religiosidade.
Evite cânticos que os obriguem a respostas externas, se não houver antes uma resposta interna.
Data-Show – Se sua igreja ou programação especial disponibilizar deste recurso, é importante que o
exploremos o máximo:
– Letras dos Hinos do BJ;
– Letras dos Cânticos;
– Leituras Bíblicas em conjunto – devido às várias versões da Bíblia que existem hoje, fica
muito difícil efetuar uma leitura alternada, como antigamente.
– Avisos – Ilustrados em Power Point, ou estilo jornal. Este recurso possibilita a criação de
pequenas “propagandas”.
– Testemunhos – Escolha algumas pessoas de sua igreja e filme depoimentos de
testemunhos.
– Trechos de Filmes e clipes – serve para ilustrar, como uma parábola. Em musicais ou
cantatas é possível interagir com a imagem projetada.
– Apresentação de bebê – colocar nome e fotos do bebê (na maternidade, com os pais, com
avós, etc).
11. PROGRAMAS DE CULTO
A) MODELO DE CULTO DA IGREJA ADVENTISTA DA PROMESSA
Baseado no Manual da IAP:
– O diretor deve chegar mais cedo para cuidar da programação. Ele é responsável pela
escolha dos hinos apropriados para o início e o final do culto.
– Anúncios – todos os avisos;
– Entrada dos mesários;
– Oração silenciosa pela mesa.
– Início em nome de Jesus.
– Cântico do hino congregacional do hinário Brados de Júbilo;
– Leitura bíblica – pelo diretor, pelo pregador ou outro responsável;
– Oração em favor do culto e da mensagem – pelo diretor ou outro responsável;
– Apresentação das visitas (nominalmente)
– Momento musical (grupo de louvor, solistas ou coral, a critério do diretor)
– Oferta – oração objetiva pelo diácono da escala, antes ou depois da coleta. Nunca por uma pessoa do
auditório. Agradecimento pelos dizimistas da semana.
– Palavras sobre os componentes da mesa.
– Número musical de introdução à mensagem
– Pregador: leitura bíblica e oração
– Pregação (Apelo)
– Oração em conjunto (com intercessão por necessitados)
– Hino Final – Hinário BJ
– Bênção Apostólica – ministrada somente por consagrados (pastores ou presbíteros)
– Momento de silêncio (oração silenciosa)
– Saída coordenada por um diácono ou diaconisa, iniciando pelo púlpito, coral, etc.
– Duração do culto – de 60 a 80 minutos. Iniciar sempre no horário. Aos sábados ás 10:15h, aos
domingos às 19:30h.
Esta programação da IAP é um pouco flexível. Por exemplo, no que se diz respeito aos anúncios, algumas
igrejas os fazem antes do início do culto, outras após o culto, existem as que fazem no meio do culto. Os
cultos não oficiais (Cultos da UMAP, SOFAP, DIJAP, conferências, cantatas, pôr-do-sol, etc.) tem liberdade
para fazer sua própria liturgia, contanto que não saia da filosofia bíblica da igreja:
O Culto deve ser divino (Hb 9:1) e racional (Rm 12:1). Divino no sentido de estar prestando adoração e
louvor à Divindade Eterna. Racional porque tanto os dirigentes, como a congregação, devem ter certeza que
o trabalho está sendo realizado segundo a vontade de Deus, e nos padrões bíblicos. Os cultos oficiais têm
valor doutrinário, isto é, que aborde temas que destaquem as doutrinas bíblicas, defendidas e vividas pela
igreja.
B) OUTRO EXEMPLO DE PROGRAMA DE CULTO
CULTO EVANGELÍSTICO – “TU ESTÁS CAÍDO”
– Prelúdio: Instrumental
– Oração Invocatória: Dirigente
– Hino Congregacional: hinário BJ
– Leitura Bíblica: Isaías 1:1-20
– Louvor (Grupo de Louvor):
– Sara-me Senhor e Sararei
– Cristo Levou Sobre Si
– Renova-me, Senhor Jesus
– Mensagem: (esboço):
– Caído, que doloroso! Aqui Deus diz:
a) Israel, tu caíste e te desligaste da tua aliança comigo
b) Caído da alegria com Ele
c) Caído no pecado, desviado dele.
– Um chamado amoroso: convertei-vos!
– Um chamado para a conversão:
a) Palavras de confissão
b) Palavras de arrependimento
– As bênçãos que sucedem a conversão:
a) Curá-los-ei; amá-los-ei
b) Serei para ti como o orvalho
c) Frutificareis como a oliveira
d) Serão para mim fragrâncias como a do Líbano.
e) Terão abundância
– Sublime Convite (Apelo)
– Oração e louvor
– Pastorais
– Bênção e Póslúdio
12. ATIVIDADES
1. Organize uma programação especial e preencha o quadro a seguir:
– Defina os objetivos principais do culto;
– Escolha um tema e um texto bíblico básico;
– Determine a duração do programa;
– Convide o(a) mensageiro(a) e deixe-o a par dos objetivos da programação e como ele será realizado.
Combine a duração “média” da mensagem;
– Escolha do repertório: quantos hinos, quantos cânticos, hinos especiais, solo, coral, etc., e sua
duração.
– Palavras especiais – de superintendente regional, presidente de resofap, pastor convidado,
autoridades civis, etc., também devem estar no programa com tempo determinado.
– Determine quais os recursos visuais que vão usar – peça teatral, dvd, banners, decoração, etc.
– Verificar a estrutura do local do culto – espaço do palco, ou da frente da igreja, aparelhos de som,
luz, data-show, retroprojetor, telão, camarim, cortinas, acomodações para a platéia, etc.
– Marcar data de ensaios gerais, se precisar.
ORDEM DE CULTO – ORGANIZADORES
Tema : _________________________ Texto básico: _________________ Objetivos do culto:
___________________
N.º Horário Item Responsável Som Data-show Iluminação
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
13
14
15
16
ORDEM DE CULTO – Participantes
–Dsa. Vilma Martins Bertulino
BIBLIOGRAFIA
BASDEN, Paul. Estilos de Louvor. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2000.
CORRÊA, Miguel – Como fazer um programa de culto – Apostila para FATAP;
FREDERICO, Denise Cordeiro de Souza. A Seleção de Cantos para o Culto Cristão: critérios obtidos a
partir da tensão entre tradição e contemporaneidade na música sacra cristã ocidental. 195 f. Tese (Doutora
em Teologia) – Instituto Ecumênico de Pós-Graduação em Teologia. São Leopoldo – RS, 1998.
GRUDEM, Wayne – Teologia Sistemática
HUSTAD, Donald P. A Música na Igreja. S. Paulo: Ed. Vida Nova, 1981.
MENDES, Genésio – Manual da Igreja Adventista da Promessa. 1ª ed. G. Ed. A Voz do Cenáculo. São
Paulo, 1993.
WARREN, Rick – Igreja com Propósitos
YAMAKAMI, Norio – A Igreja do Novo Testamento. Parte 1. Apostila para o Seminário Teológico
Metodista Livre.
Classificação
1 2 3 4 5
Comentários
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 15:28
Parabéns pelo trabalho muito bem elaborado, que a cada dia possamos persistir em fazer o
melhor pra Deus. é necessário, não passa do nosso dever dedicar a Ele todo o louvor e
adoração, porém, pensado, preparado e dedicado como lhe é devido, embora sejamos
imperfeitos ainda, temos condição de melhorar a cada dia na nossa dedicação ao Senhor que
nos criou.
Pr. Wilton Coelho da Silva
Simões Filho – Bahia
por Wilton Coelho
segunda-feira, 24 de maio de 2010 20:50
parabens mulheres da fesofap o trabalho de vc’s é maravilhoso e o poder do todo poderoso
que atua na mente e no coraçao de cada uma è estraordinario!
Glorificado é o nosso Deus todo poderoso paz ♥♥
IRMA Cleide Rodrigues CUIABA MT
por CLEIDE RODRIGUES
quinta-feira, 30 de setembro de 2010 9:56
irmãs vcs são maravilhosas, estávamos precisando mesmo destas informações, que são
indispensáveis para nós mulheres da SOFAP, DEIXO AQUI MINHA SUGESTÃO:que as irmãs
coloquem mas programações com temas e se possível até mesmos os louvores (letra, cantor,
como obter) abraços e a paz do Senhor. A IAP de Macapá ( congregação ZERÃO) SAÚDAM
A TODAS
por IRMÃ IVONEIDE BARBOSA
sábado, 16 de outubro de 2010 0:20
A Paz do Senhor! fiquei muito contente ao pesquisar no google ,procurando louvores para
elaborar uma programação e tive a felicidade de encontrar o trabalho maravilhoso pela
fesofap, gostei muito, que Deus continue abençando.
irmã giselli de jesus
iap do Rio de Janeiro (iap de Realengo barata)
pr. Rony
por ir.giselli de jesus
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 15:10
Graça e paz!
Sou pastor titular na Igreja Metodista Central em Dourados / MS, e confesso que há muito
procuro um bom material acerca de Liturgia. O que achamos por aí, geralmente, ou é algo
extremamente conservador, ou extremamente vago. Louvo a Deus por esta pesquisa, que me
foi de grande valia para orientar alguns de nossos ministros da área liturgica.
por Pr. Paulo Amendola Filho
segunda-feira, 11 de abril de 2011 9:05
A Paz do Senhor Jesus!!!
Olá! Sou Pastor da Assembléia de Deus, e tenho uma dúvida, ” Por que lemos a palavra de Deus de
pé?”, esta foi uma questão levantada por um de nossos membros. Nós nos baseamos na questão de
Reverência, e também no que diz a palara de Deus ao profeta “Ponte de pé, e Eu falarei contigo”. porém,
pesquisando sobre o assunto, somente encontrei como refeência ao assunto “O CONCILIO DO
VATICANO II” que da como regra liturgica a leitura biblica de pé como ato de reverência durante a
missa. Existe algo mais consistente para nós protestantes, ou estariamos simplesmente copiando um
ritual liturgico católico?.
por Marco Aurelio Pessanha da Sila
quarta-feira, 3 de agosto de 2011 22:05
PERGUNTA**********************
A Paz do Senhor Jesus!!!
Olá! Sou Pastor da Assembléia de Deus, e tenho uma dúvida, ” Por que lemos a palavra de Deus de
pé?”, esta foi uma questão levantada por um de nossos membros. Nós nos baseamos na questão de
Reverência, e também no que diz a palara de Deus ao profeta “Ponte de pé, e Eu falarei contigo”. porém,
pesquisando sobre o assunto, somente encontrei como refeência ao assunto “O CONCILIO DO
VATICANO II” que da como regra liturgica a leitura biblica de pé como ato de reverência durante a
missa. Existe algo mais consistente para nós protestantes, ou estariamos simplesmente copiando um
ritual liturgico católico?.
Por Marco Aurelio Pessanha Sila
RESPOSTA ***********************
Olá Pr. Marco Aurélio, a paz de Cristo!
Espero que esteja bem e com saúde. Sobre sua dúvida, “Por que lemos a palavra de Deus de pé?”, a
grande questão está, justamente, na reverência. É um modo de demonstrarmos respeito a Deus e de nós,
protestantes, mostrarmos para quem participa de nossas reuniões, que a Bíblia é um livro importante em
nosso meio e não pode ser comparado a outros. Todavia, acreditamos que não há nenhum problema em
lê-la assentado. Não existe um imperativo (uma ordem) na Bíblia que diga que ela deve ser lida em pé. E
olha que Paulo escreveu para Timóteo sobre a leitura pública das Escrituras. Ele disse: Até à minha
chegada, aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino (1 Tm 4:13, grifo nosso). A palavra leitura, neste
texto, na língua original, diz respeito a leitura pública das Escrituras. Por isso, a NVI traduz assim o
versículo: Até a minha chegada, dedique-se à leitura pública das Escrituras. Veja que há uma orientação
para se ler a Escritura, mas nada é dito sobre forma. No livro de Apocalipse, de igual forma, é dito que
são bem-aventuradas as pessoas que leem as palavras da revelação (1:3). Novamente, não temos a forma
como a leitura deve ser feita. Paulo disse, para os irmãos de Colossos, que a carta que fora enviada a eles
(Colossenses, em nossas Bíblias), deveria ser lida na igreja de Laodicéia (Cl 4:16). De novo, uma
instrução sobre leitura da Escrituras, mas nada é dito sobre a forma.
Quando, na igreja, a leitura das Escrituras é feita de pé, não estamos copiando um ritual litúrgico da
igreja católica. Uma que a igreja católica é bem mais nova do que a Bíblia, e muito mais ainda o
Concílio do Vaticano II (que aconteceu entre 1962-1965). A Bíblia já era lida muito antes disso. Mesmo
que a igreja tenha estabelecido a leitura de pé, quando olhamos a Bíblia, temos exemplo de textos onde a
Escritura foi assim. Por exemplo em Neemias 8. Quando Esdras abriu o livro da lei (é bem possível que
ele tenha lido os cinco primeiros livros que temos na Bíblia hoje), o povo se levantou (Ne 8:5). Este
episódio ocorreu há uns 400 e poucos anos antes de Jesus ter vindo à terra, antes mesmo da existência da
igreja. Na época de Jesus, também, ele tinha por hábito ir à sinagoga todo sábado, e lá ele ensinava a
Palavra de Deus. Num destes dias, segundo Lucas, ele se levantou para ler a Escritura, no caso, um rolo
do profeta Isaías (Lc 4:16-17). Então, se for pra dizer que estamos copiando alguém quando lemos a
Bíblia de pé, não é a igreja católica, mas os próprios relatos bíblicos de pessoas que leram as Escrituras
de pé (Esdras e Jesus). Todavia, de novo ressaltamos, não existem textos imperativos na Bíblia, que nos
ordenem ler a Bíblia de pé. Estes textos que citamos são narrativas e não ordens. Dentro do nosso
contexto, nós entendemos que ler de pé é mais reverente do que ler sentado, e, por isso, fazemos isso
(mesmo assim não estou certo de que em todo lugar no nosso país é assim). Em culturas onde, quando
alguém de autoridade vai falar os súditos têm de sentar, por exemplo, a Bíblia tem de ser lida sentado.
Não acho que lê-la sentada é falta de respeito. Apenas convencionamos isto. Acho que o que realmente
importa é a nossa atitude com relação à Palavra de Deus. Este livro mexe com a gente? É autoridade
mesmo para nós? Deixamos a palavra de Deus nos transformar? Praticamos os ensinos bíblicos?
Dedicamo-nos em crescer na graça e no conhecimento da Palavra? Isso, sim, faz diferença para Deus.
Do contrário, só teremos a Bíblia como um amuleto.
Que Deus o abençoe ricamente!
FESOFAP/DEC
por Fesofap/DEC
sábado, 15 de outubro de 2011 23:29
A PAZ DO SENHOR JESUS A TODOS! SOU NOVA CONVERTIDA DA ASSENBLEIA DE
DEUS E O MEU PASTOR QUE ME PREPARAR PARA ESTAR DE FRENTE AO CULTO DE
CONSAGRAÇÃO PORÉM ME SINTO INSEGURA NO Q FAZER,QUAL SEQUÊNCIA
DAR,QUAL HINO LOUVAR…COMO DEVE SER UM CULTO DE CONSAGRAÇÃO O QUE
DEVO FAZER?POR FAVOR ME RESPONDA,DESDE JÁ AGRADEÇO …FIQUE NA PAZ
por Iara
domingo, 16 de outubro de 2011 21:41
Querida Iara,
Que a paz do Senhor Jesus seja com você.
Ficamos felizes em saber que, apesar de ser nova convertida, você quer colocar-se à disposição para o
trabalho do Senhor. Este é um bom sinal e um bom começo.
Esta insegurança é natural. Mas submetendo-se à direção do Espírito Santo, você certamente encontrará
a melhor forma de realizar não apenas este, mas os demais trabalhos que lhe vierem à mão.
Podemos te oferecer alguma orientação básica sobre como tornar o culto mais edificante, como:
01. O culto é dirigido pelo Espírito Santo.
02. O culto significativo é marcado pela “ordem e pelo decoro”. (1ª Co 14:40).
03. A Igreja deve ser edificada por tudo que ocorre dentro do culto (1ª Co 14:26)
04. O culto deve ser um testemunho da bondade e da graça de Deus (1ª Te 5:18).
05. O culto é marcado por espontaneidade e liberdade. (1ª Te 5:19-21)
06. No culto deve haver uma participação ativa, que nasce da comunhão responsável. (1ª Co 14:26)
07. O culto deve ser marcado por humildade (Fp 2:3).
08. O culto deve ter um tema unificador. O sermão é a chave do tema.
09. O culto precisa ter ação, progresso e entusiasmo.
10. O culto é marcado pela variedade e diferentes ordens de culto.
11. O culto é marcado pelo chamamento a uma base elevada de ética, moral e vida santa.
Cada organização religiosa tem liberdade para, dentro dos padrões bíblicos, variar sua liturgia de culto e,
com facilidade você pode encontrar várias sugestões mesmo na internet. Mas acreditamos que o melhor
caminho talvez seja o de procurar junto ao seu pastor, autoridade espiritual sobre sua vida, a ajuda para
escolher a melhor liturgia, ou a indicação de um outro nome de uma irmã ou irmãos mais experientes
que poderão ajudá-la.
É natural um certo “nervosismo” na direção, principalmente quando se está iniciando neste serviço.
No entanto, o Senhor Jesus e o Espírito Santo de Deus, estão prontos a nos ajudar e orientar.
Coloque-se nas mãos de nosso Senhor, prepare-se com alegria, peça a Ele que a ajude, e certamente Ele
o fará.
E lembre-se:
“Onde há o Espírito de Deus, há liberdade” 2ª Cor 3:17
FESOFAP
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Um culto bem preparado

  • 1. Um culto bem preparado 7 DE AGOSTO DE 2012 por FESOFAP0000 1. LITURGIA Liturgia – culto público oficiado por uma igreja. Forma pela qual um culto público e conduzido. Pode ser formal ou informal. A palavra liturgia originalmente significa serviço ou dever público. Com a evolução dos séculos, no cristianismo, a linguagem, gestos, cânticos e parâmetros usados no culto público e nas demais reuniões de adoração e exposição da Palavra de Deus, são sinônimos de liturgia. O culto da igreja é uma reunião de fiéis, um ajuntamento. Mas o que é igreja? – É uma comunidade; – É espiritualidade; – É uma agência de salvação de pessoas; – É cada pessoa, cada congregante; – É o corpo de Cristo. Igreja é também definida como assembléia de cidadãos da cidade celeste, convocados para fora do mundo e congregados no Corpo de Cristo; ou uma comunidade de crentes em Cristo que se reúnem num determinado lugar; ou ainda, uma comunidade dos discípulos de Jesus que seguem seus passos e dão continuidade à sua missão, isto é, a missão de Jesus. Missão de Jesus: Missão dos discípulos: O propósito da Igreja: – Dar vida e vida em abundância – Jo 10:10; – Buscar e salvar os perdidos – Mt 18:11; – Servir e não para ser servido, dando a sua vida – Mc 10:45; – Libertar, evangelizar, curar a anunciar – Lc 4:18. – O amor é a marca dos discípulos – Jo 13:05; – Dar frutos que permaneçam – Jo. 15:8 e 16; – Renunciar a si mesmo – Mt 16:24; – Fazer outros discípulos, batizando e ensinando Mt 28:19 – Adoração; – Evangelismo; – Serviço; – Ensino, discipulado; – Comunhão – Edificação (I Co 14:28) 2. O QUE SIGNIFICA CULTUAR? “Significa ir à igreja e escutar o sermão do pregador”. – É atribuir honra e glória a quem ou a que o adorador considera de valor supremo; – Veneração ou devoção expressa em público ou pessoalmente; – Reconhecer o valor (worship). 3. LITURGIA É UM RITUAL? No tempo em que vivemos, assim como no passado, existem símbolos que escolhemos como exemplo. Um pequeno gesto logo se transforma num rito. Todo rito tem um patrimônio simbólico a ser celebrado, e, às vezes, este patrimônio simbólico possui vários ritos, compondo um verdadeiro ritual. A liturgia de uma cerimônia define-se como a forma da celebração de um amplo conjunto simbólico, no caso, evangelho. Um ritual expressa um período completo de sentido. Pensando assim, podemos afirmar que o culto é um ritual destinado a celebrar o patrimônio simbólico do evangelho.
  • 2. Num “período litúrgico” de um culto, o conteúdo e a forma são peças imprescindíveis que expressam o que se quer salientar. O que sempre ocorre é uma liturgia estática, repetida culto após culto, alterando apenas os hinos, as leituras bíblicas e o conteúdo dos sermões. O Evangelho é muito rico e extenso. Ele envolve toda a nossa vida e a vida da comunidade. É impossível que seu conteúdo se esgote numa única celebração, mesmo que repetido várias vezes. Uma liturgia “pré- fabricada” prejudica a celebração do evangelho como um rico patrimônio simbólico. Este tipo de liturgia força diversos ritos por parte dos oficiantes, deixando o culto numa superficialidade por não utilizar as riquezas do evangelho, e principalmente, por não suprir as verdadeiras necessidades dos fiéis. Um bom culto deve ser criativo e relevante, falando sobre o que as pessoas estão sentido, vivendo, pensando, e, expressando, com o que elas trouxeram para expressar; deve ser bem dinâmico e com objetivos claros. Uma liturgia estagnada revela uma liderança limitada na compreensão do evangelho, sem criatividade para inserir numa ordem de culto programada, expressões espontâneas que se identifiquem com os participantes. Precisamos questionar se estamos permitindo em nossas igrejas a expressão dos conteúdos do evangelho que proferimos. Para auxiliar nesta reflexão, lançamos algumas questões: – O que pretende expressar cada elemento da liturgia programada? – A forma escolhida é aquela que melhor se presta a esta expressão? – Estão sendo celebradas aquelas categorias que definem o homem impactado pela mensagem (humildade, mansidão, serviço, etc.)? – Qual a melhor forma para celebrar a adoração e a comunhão na ordem de culto? Não podemos deixar de considerar o espaço físico da igreja. Além das quatro paredes que a cercam, ela possui um púlpito à frente e diversos bancos ou cadeiras viradas em direção a este púlpito, assim montada para que uma pessoa fale e as outras ouçam. Esta disposição mobiliária dificulta a participação de alguém que não esteja no púlpito, evitando por vezes a comunhão, a troca de experiências, os testemunhos, etc. As soluções para estas questões aparecerão quando nos desligarmos dos constrangimentos culturais que tanto nos impede de encontrarmos soluções criativas. Para que estes problemas possam ser enfrentados de frente é imprescindível uma boa compreensão da liderança da igreja quanto aos conjuntos simbólicos a serem celebrados, e que estes sejam ensinados a toda a igreja, para que não cause um mal-entendido litúrgico. Este mal-entendido pode até ser uma visão mágica de culto, onde a pessoa acredita que freqüentar, estar presente, passar pelas diversas etapas programadas do culto tenha o poder purificador, de produzir santidade, de remissão, ou ainda poder de agradar a Deus. Esta visão é a mais comum em nossos dias. Mas não é de hoje que as pessoas se apegam �forma para agradar a Deus. Em Isaías (1:10-20) encontramos o Senhor convidando o povo a apresentar um culto mais significante (v.18), que exista transformação de vidas. A cada minuto, o culto deve mostrar ao participante porque ele está ali, e, que ele deva corresponder- se com Deus, ali em seu íntimo. O membro não deve ir à igreja com a missão de apenas cumprir todos os itens da liturgia programada. Ele deve ir para adorar e cultuar a Deus. È fundamental que se saiba o que está dizendo; que viva o conteúdo do evangelho, sem estar preso a frases feitas e clichês. A forma pode ser alterada semser adulterada, podendo até receber outras contribuições, sem medo de ser irreverente ou de perder-se. A liberdade é conquistada à medida que se conheça bem o objeto, no nosso caso, o evangelho. Na verdade, o culto a Deus não admite espectadores. Todos são atores e devem saber o que estão dizendo, de forma literal ou dramática (ritual), porque o Deus do culto sonda os corações. Que fazer para que nosso ritual litúrgico não seja um mero espetáculo? É preciso criatividade. E num certo sentido, a liturgia tende a matar a criatividade. É necessário, portanto, muito bom senso, para que sejam bem dosados os vários elementos á disposição. 4. ADORAÇÃO E ATOS LITÚRGICOS
  • 3. “O objetivo fundamental de um culto é tornar Deus real e pessoal”. “A forma do culto deve ser o veículo mais adequado para conduzir o adorador a um encontro real com Deus”. “A maneira como uma igreja adora reflete a teologia da comunidade”. Quem é Deus: Rei X Pai Santidade X Amor Reverência X Liberdade “Se o culto concentra-se no homem, em vez de Deus, sugere um Deus que é um simples espectador que acompanha nossa atividade, como um avô que se diverte com as brincadeiras de seus netos”. “Se nossa adoração não incentiva os membros da comunidade cristã a reconhecerem a dignidade de Deus e do Cordeiro (Ap 4:11), ela falha em princípio”. 4.1 Vocabulário Bíblico “Em nosso mundo evangélico, repleto de reuniões, de estudos bíblicos, de bons livros, de música sacra, de mensagens, de conferências, de retiros, deveria se esperar que os cristãos refletissem o efeito destas atividades em vidas caracterizadas pela santidade. Mas, talvez, muitas vezes, vivamos uma espécie de “esquizofrenia espiritual”, onde dividimos a vida em dois compartimentos: um, envolvendo as atividades religiosas (cantar, orar, testemunhas) e outro, envolvendo todas as atividades não-religiosas (conversas, sociabilidade, tempo de trabalho e lazer, sentados à mesa, ou atentos aos programas de televisão)” 4.2 Conceito de Adoração – Proskunéo – beijar ajoelhando-se ou prostrando-se – Jo 4:23. É um ato de submissão, reconhecendo a inferioridade diante da superioridade. É também um ato de humildade e reverência. O ambiente de culto deve deixar muito claro quem é o Senhor. Porque viemos? Para submeter-nos ao Senhor. – Latreia – Servir. Adoração é render-se e servir a Deus. Mt 4:10 diz: somente ao Senhor – proskunéo (adorar) – e somente a ele darás – latreia (culto) – atos litúgicos. – Threskéia – religião, adoração – Tg 1:26-27; – Leitourgeo – Lc 1:23 e Rm 15:16 – serviço sacerdotal, sacrifício. 5. ISAÍAS 6 – CONCEPÇÃO LITÚRGICA Existem vários tipos de culto: Louvor e Adoração, Ações de Graças, Cantado, Evangelístico, Ceia do Senhor, Batismos, Casamentos, Funerais, Público, Individual e Missões. A Bíblia nos apresenta em Isaías 6, através de uma experiência pessoal, um culto que tem sido modelo para nossas igrejas: a) Consciência de Deus e Sua Presença Viva – contemplação, visão, reverência, temor, deslumbramento. Deus está presente. – v. 1 e 2; b) Adoração – Os atributos de Deus são reconhecidos aqui: Santidade, Onipresença, Soberania, Eternidade, Supremacia. – v. 3 e 4; c) Confissão – Em reconhecimento do poder de Deus vem o reconhecimento da fraqueza humana. – v. 5; d) Perdão – Renovação da consciência, purificação da alma que é alcançada através da confissão e arrependimento. – v. 6 e 7; e) Mensagem ou Exortação – É quando ouvimos a voz de Deus e a recebemos – v. 8; f) Consagração – Depois de purificados e reconciliados, respondemos dedicando nossas vidas no altar. – v. 9.
  • 4. Em todos estes itens devemos intercalar orações, textos bíblicos, hinos, testemunhos, etc. O culto do começo ao fim é louvor. Quando estamos prestando culto, três pessoas estão envolvidas neste momento: Deus, o crente e o próximo. CULTO CRENTE (comunhão) DEUS CRENTE PRÓXIMO NÃO CRENTE (evangelizando e testemunhando) 6. ENTENDENDO O QUE É CULTO Visões Diversas – Uma reunião da igreja; – Um encontro com Deus; – A Celebração do evangelho; – Ajuntamento do Povo de Deus; – A Comunhão em ação; – A presença de Deus se manifestando e a resposta do povo de Deus; – Um serviço prestado a Deus pelo povo escolhido por Ele; – Sinônimo de Adoração. A) Definição Bíblica: – I Co 10:31: “Portanto quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus”. – Cl 3:17: “E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai”. – I Pe 4:11: “Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus; se alguém serve, faça-o em todas as coisas, para que, seja Deus glorificado, por meio de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém!” – Mc 7:6-7: “Bem profetizou Isaías a respeito de vós, hipócritas, como está escrito: este povo honra-me com o lábios, mas o seu coração está longe de mim. E em vão me adoram ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus, guardais as tradições de homens”. B) Ênfases e diversidades nos cultos evangélicos: – Didática – ensinar a palavra – Mt 28:19; – Evangelística – persuadir os perdidos a confiar em Cristo – At 2; – Koinonia – comunhão – At 2:42; – Eucaristia – a mística da Ceia do Senhor – I Co 11:23-24; – Diakonia – serviço ao sofrimento; – Carismática – celebração – I Co 14:24-25. C) Adoração é: – Amar extremamente; – Render-se. Prostrar-se e beijar. Vida de submissão. Proskuneo – Jo 4:23; Mt 4:10;
  • 5. – Servir. Oferecer atos de adoração – serviços religiosos – que agradem a Deus.Latreia – Mt 4:10, Êxodo, Deuteronômio, Josué e Juizes, Lc 2:37, Rm 12:1, Hb 9:9, Ap 7:15; – Portanto, é um ato de dar, de expressar, de ofertar, de reconhecer – atos litúrgicos -, muito mais que receber e tirar proveito (atitudes egoístas); – Reverenciar. Temer. Preocupar-se com o que agrada a Deus. Obedecer. Sebein ; – Homenagear alguém que merece (louvar); – É relacionamento/intimidade com a pessoa de Deus; – Reconhecer quem Deus é: seus atributos e os seus atos poderosos; – É vida consagrada a Deus; – É um estilo de vida (I Cor. 10:31); – “O transbordar de um coração grato, impulsionado pelo sentimento do favor divino”; – “Resposta de celebração a tudo que Deus tem feito, está fazendo e promete fazer”; – “Sacrifício oferecido a um Deus para aplacar a sua ira” (culto pagão). D) Culto não é: – Um espetáculo a ser assistido – Ritos religiosos tradicionais (Mc 7:6-7) – Uma seqüência de músicas, leituras e mensagem E) Características do Culto – Envolvente; – Dinâmico; – Prático: devemos ser levados a ter atitudes concretas e reais. A igreja primitiva deixa-nos o exemplo de que os cultos levam à doutrina dos apóstolos, à comunhão dos santos, à igualdade social, à liberalidade cristã, ao amor fraternal, à singeleza de coração, ao louvor a Deus, à simpatia do povo e ao crescimento da igreja (At. 2). F) Objetivos do Culto – Os mesmos da igreja: adoração, comunhão, ensino, serviço e evangelismo; – Tornar Deus real; – Conduzir o adorador a um encontro com Deus. G) Requisitos para o culto/adoração – Verdadeiros adoradores – João 4; – Sabem que suas vidas são conhecidas e descobertas diante de Deus (v. 19); – O local primordial de adoração e culto é a própria vida, o seu corpo, templo do Espírito Santo; – Não só aos sábados, mas todos os dias da semana, por 24 horas (v. 20-21); – Só pode adorar quem conhece a Deus, e prossegue constantemente na busca do conhecimento e intimidade com Ele (v. 22). Sabemos que isto só é possível através de Jesus (Fp 3:3); – Saber que o Pai deve ser adorado com sinceridade e autenticidade, em espírito e em verdade. A falsidade, a hipocrisia e a incoerência na vida não combinam com verdadeira adoração. H) Culto é uma reunião da igreja – Portanto, os objetivos do culto devem estar em concordância com os propósitos da igreja; – Os propósitos da igreja podem ser resumidos em: adoração, comunhão, ensino ou discipulado, serviço e evangelismo; – Deve haver implicações de cada propósito nas nossas reuniões. I) Sacrifícios e Ofertas do Culto Cristão
  • 6. – No AT, os sacrifícios serviam para propiciação (Lv – 1:4-6); celebração (o cordeiro pascal – Ex 12:21- 22), sacrifícios de consagração (Lv. 6:19-23) e gratidão (manjares – Lv. 2); – No NT, os sacrifícios dependem do sacrifício de Jesus – Is 53; I Co.5:21; I Pe. 2:24; I Jo 2:2, etc.): – Nós oferecemos sacrifícios espirituais (I Pe 2:5); nossos corpos (Rm 12:1); – Oferecemos louvor que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome e a prática do bem e mútua cooperação (Hb 13:15-16); – Oferecemos as pessoas que discipulamos ( Rm 15:6; Cl 1:28); – Oferecemos nossos recursos (Fp 4:18; Ef 5:2); – Lembramos o sacrifício de Jesus na Ceia do Senhor sem sacrificar o corpo de Cristo (I Co 10:16-17; 11:23-24). J) A comunhão e o serviço em ação: a) Bases: – Todas as partes do corpo são importantes; – Em cada reunião deve ter algo para cada um: homem/mulher, idoso/jovem, solteiro/casado, músico/sem sensibilidade para a música, sábio/iletrado, etc; – Cada cristão é um servo/ministro de Deus; – Cada um tem uma função diferente, pois Deus deu, a cada crente, dons e talentos; – A igreja precisa da participação de cada um; – O Espírito Santo fala conosco quando falamos uns com os outros. b) Ter comunhão significa: – ORAR juntos e CANTAR juntos; – FALAR uns aos outros (testemunhos, conhecer-se, grupos pequenos, atividades familiares); – APRENDER juntos (estudos bíblicos, exortação, representações, filmes, conversas); – COMER juntos; – Cada semana a comunhão deve incluir estes ingredientes; onde a mistura pode ser diferente, o que dará um SABOR diferente; – As formas litúrgicas (maneiras de se expressar) não são tão importantes quanto pessoas; – É mais importante ser sensível ao Espírito de Deus (flexibilidade) que obedecer a um esquema rígido; – Algumas formas nos ajudam a fazer melhor certas coisas, mas as pessoas é que dão significado às formas. 8. APLICAÇÕES PRÁTICAS: – Sentar-se, às vezes, de forma que as pessoas vejam os rostos uma das outras, ou seja, em formas circulares. Isto favorece a construção de relacionamentos interpessoais, estimula a participação… mas requer o uso de cadeiras ao invés de bancos. Este recurso pode ser utilizado em cultos familiares, retiros, etc. – Haverá momentos, todavia, em que a atenção deverá estar em uma só pessoa/foco e a melhor disposição dos assentos é esta que estamos acostumados: em fileiras. – A participação dá-se de múltiplas formas: aconselhamento, música, testemunho, recursos visuais, ensino, abraços, cumprimentos. – Incentivar as pessoas a que venham às reuniões para doar (além de receber), mas não para sentar e só assistir. – A música deve ser apresentada por idades, culturas e estilos representados na comunidade. – Orações podem ser feitas a dois, em pequenos grupos, como um só grupo, ou em silêncio. Isto permite que se dividam as cargas de cada um, se expressem necessidades pessoais e coletivas, e que haja testemunhos abundantes. – Esta comunhão deve ser muito bem planejada, para assegurar participação ampla e variada. Por isso, os líderes e o pastor devem avaliar regularmente o andamento dos trabalhos.
  • 7. DIRETRIZES PARA A CELEBRAÇÃO CRISTÃ Coerência com o todo da vida de louvor e adoração “Quando não há culto na vida, não há vida no culto” Sintonia como o Espírito de Deus, a começar de quem ministra e administra a celebração (pregadores, regentes, dirigentes, instrumentistas, vocalista, sonoplastias, auxiliares, etc.) 1. Unidade na visão bíblica; 2. Unidade na visão da IAP; 3. Unidade nos relacionamentos; 4. Unidade espiritual; 5. Unidade musical. Diversidade e riqueza “surpresas para a congregação” 1. Estilo musical; 2. Forma de expressão; 3. Dimensões da expressões; 4. Artefatos; 5. Repertório. Participação Congregacional Ênfase na participação da congregação e não nas participações eventuais (solos, conjuntos musicais, instrumentos, celebrantes, etc.). Celebração Contrição, quebrantamento, auto-avaliação e confissão devem fazer parte das celebrações, mas não devem marcar o estilo da celebração. O povo de Deus deve se reunir para se alegrar na presença de Deus, louvar seu caráter santo e responder aos feitos cotidianos de Deus com gratidão e louvor. Informalidade, espontaneidade e comunhão As celebrações na igreja devem ser encaradas como reuniões de família, integradas no todo da vivência comunitária, e não como um evento extraordinário. As pessoas devem se sentir à vontade para derramar o coração na presença de Deus. Devem tomar conhecimento umas das outras e devem aproximar-se mutuamente. Quem dá o tom de reverência é o dirigente e não a congregação(dirigente de culto ou apresentador de TV?). Edificação e Proclamação A celebração deve ter sua ênfase voltada para o povo de Deus que celebra e busca edificação, sem, contudo, negligenciar a necessidade de uma mensagem coerente capaz de impactar o não cristão. Nesse caso, temos dois momentos distintos na celebração: louvor e mensagem.Temas – Conteúdos e linguagem devem ser harmonizados em cada um dos segmentos da celebração. Funcionalidade Não há necessidade de que cada celebração contemple todas as dimensões de expressões litúrgicas, mas temos três momentos presentes em todas: louvor, dedicação e proclamação. As participações eventuais (coros, solistas, etc.) devem possuir um propósito definido à luz das dimensões contempladas na ocasião. 9. COMO PREPARAR UM PROGRAMA DE CULTO (Sozinho) 1) Preparar-se espiritualmente: a) Ore para que Deus o ajude nesta tarefa;
  • 8. b) Ore por um discernimento das carências espirituais da sua comunidade reunida; c) Ore pelas demais pessoas envolvidas na organização e execução do culto. 2) Junte informações necessárias: a) Procure saber o título do sermão e o texto bíblico; b) Qual a ênfase do programa? c) Órgãos musicais envolvidos: coro, solistas, grupo de louvor, música instrumental, coreografia, teatro, etc… d) Repertório (nome, texto, e o máximo de informação a respeito das músicas). 3) Materiais necessários: a) Hinários diversos; b) Listagem dos cânticos por assunto, tonalidade, estilo… c) Bíblia com concordância; d) Livros devocionais; e) Antigas ordens de culto. 4) Considere o perfil da comunidade reunida: a) Metropolitana, suburbana, rural; b) Jovens, velhos, crianças; c) Nível sócio-cultural; d) Tradicional, contemporâneo, formal, informal. 5) Lembrar objetivos e elementos de um culto: a) Os objetivos gerais do culto devem ser transmitidos pelo pastor b) O culto pode ser dividido em tópicos ou ser temático: – Culto por tópicos – quando dividimos no planejamento as diversas partes do culto. Ex.: louvor, celebração, adoração, contrição, proclamação, oração, consagração. – Culto temático– quando o programa todo é montado em função do objetivo geral do culto. Pode ter os diversos momentos do culto por tópicos, mas tudo é planejado de uma forma que o tema central do culto seja valorizado sempre. – Elementos do culto: · Celebração ð é o tempo de ajuntamento. Pessoas diferentes se reúnem para o culto. A celebração é festiva. Com ênfase na alegria comunitária. · Adoração ð momento de glorificação a Deus. Pode ser conseqüência da celebração. Adoramos a Deus por seus atributos e por seus atos poderosos de amor. Deve ser transmitido aos adoradores o valor de deus na vida das pessoas. · Oração ð confissão, petição, intercessão: pessoas diferentes trazem expectativas e problemas diferentes. A oração é a oportunidade de um contato individual, ou em pequenos grupos, ou coletivo como o Deus adorado. · Proclamação ð tempo para ouvir voz de Deus. A palavra é o centro deste momento e normalmente acontece no sermão. · Consagração ð é normalmente a resposta aos chamados de Deus para as nossas vidas. É tempo de reflexão e se possível expressão desta resposta. 6) Selecione as músicas e outras formas de expressões de acordo com a sua função no culto. a) Tenha um repertório variado, com estilo musical apropriado para o momento especifico a ser vivido. b) Evite quebras de emoção. Exemplo: euforia, imediatamente para contrição ou para momentos que exijam grande concentração; ou vice-versa. Mudanças do ambiente devem ser preparadas. c) Evite “buracos” que quebram a prejudicam a visão e percepção do todo. (Obs: os momentos de silêncio intencionais distinguem-se destes buracos). 7) Valorize o início e o final do culto – prelúdio e pósludio. Seja qual for a opção – música instrumental, gravação, livre – planeje os efeitos desejados.
  • 9. 8) Escolher as pessoas que devem conduzir cada momento do culto. 9) Garanta que os responsáveis por cada uma das partes deste culto estejam informados e sintonizados como o todo do culto. a) Redigir o programa, detalhadamente, especificando cada passo e cada responsável. 10) Características desejadas para um culto: a) Essência e conteúdo; b) Relevante; c) Unidade e coerência; d) Envolvente, contagiante; e) Criatividade; f) Experiência/encontro sensível com Deus. 11) Quem deve dirigir o culto? a) Requisitos espirituais: – Conhecer a Palavra de Deus; – Dependência de Deus; – Convicção de sua missão de servo; – Experiências espirituais crescentes; – Unção do Espírito; – Humildade. b) Requisitos Técnicos: – Facilidade de Expressão; – Simpatia; – Capacidade de síntese; – Conhecimento; – Liderança. Um bom dirigente deve conhecer a comunidade. Jamais deve esquecer que ela é constituída de pessoas. PESSOAS SÃO: Experiências Analíticos Práticos Dinâmicos Aprendem Sentindo Vendo e Ouvindo Pensando Fazendo Gostam Discussão Mapas Questionar Passeio Gostam Compartilhar Retroprojetor/ Data-show Debater c/ líder Dramatização Gostam Simular Recursos audiovisuais Pastores Retiros – Pode-se utilizar dos sentidos (visão, audição, tato, olfato, paladar) no culto. O culto deve trazer para a igreja: – Comunhão – onde cada um faz parte da família de Deus; – Discipulado – ensino – levar a Jesus – Serviço – edificação – Evangelismo – Elogios, estímulos – Hb 10:24-25. 10. INSTRUÇÕES PRÁTICAS PARA OS DIRIGENTES DE CULTO
  • 10. – Cuidar para que não haja excesso de barulho e baixa qualidade nos som dos instrumentos. – Evitar falar entre e durante os cânticos. Todavia, é bom, ter comentários que levam à reflexão. – Evitar ficar repetindo letras das músicas enquanto o povo canta. – Não transformar o auditório em robô. Não levar o povo a toda sorte de imitação, gestos, repetição de frases de efeito, gritos, etc. “Agora faça isto”; “Não está bom, pode ser melhor…” – Não exagerar no tempo dispensado ao louvor, não é a sua adoração que determinará se ele é agradável a Deus e aos irmãos. – Não deixar o povo muito em pé. – Evitar textos difíceis de se entender. Toda palavra difícil deve ser explicada à congregação. Ex.: “Ebenézer”, “No fragoso alcantil, nas escarpas da serra…”, etc. – Evitar as “broncas” na igreja. A abordagem positiva é sempre melhor. – Pouca participação: mude, por exemplo, para um momento de oração. – Se quiser conduzir a igreja à adoração: ADORE, siga o exemplo. – É importante a variedade. Diferentes dirigentes, diferente estilos. – Desenvolva a capacidade de conviver com críticas. – Tenha uma lista de cânticos da igreja. Classifique-os por temas e tonalidades. – Comece onde o povo de Deus está espiritualmente. Verifique o clima espiritual da congregação no momento. – Evite exortar o povo para ser mais expressivo, ou você estará estimulado a religiosidade. Evite cânticos que os obriguem a respostas externas, se não houver antes uma resposta interna. Data-Show – Se sua igreja ou programação especial disponibilizar deste recurso, é importante que o exploremos o máximo: – Letras dos Hinos do BJ; – Letras dos Cânticos; – Leituras Bíblicas em conjunto – devido às várias versões da Bíblia que existem hoje, fica muito difícil efetuar uma leitura alternada, como antigamente. – Avisos – Ilustrados em Power Point, ou estilo jornal. Este recurso possibilita a criação de pequenas “propagandas”. – Testemunhos – Escolha algumas pessoas de sua igreja e filme depoimentos de testemunhos. – Trechos de Filmes e clipes – serve para ilustrar, como uma parábola. Em musicais ou cantatas é possível interagir com a imagem projetada. – Apresentação de bebê – colocar nome e fotos do bebê (na maternidade, com os pais, com avós, etc). 11. PROGRAMAS DE CULTO A) MODELO DE CULTO DA IGREJA ADVENTISTA DA PROMESSA Baseado no Manual da IAP: – O diretor deve chegar mais cedo para cuidar da programação. Ele é responsável pela escolha dos hinos apropriados para o início e o final do culto. – Anúncios – todos os avisos; – Entrada dos mesários; – Oração silenciosa pela mesa. – Início em nome de Jesus. – Cântico do hino congregacional do hinário Brados de Júbilo;
  • 11. – Leitura bíblica – pelo diretor, pelo pregador ou outro responsável; – Oração em favor do culto e da mensagem – pelo diretor ou outro responsável; – Apresentação das visitas (nominalmente) – Momento musical (grupo de louvor, solistas ou coral, a critério do diretor) – Oferta – oração objetiva pelo diácono da escala, antes ou depois da coleta. Nunca por uma pessoa do auditório. Agradecimento pelos dizimistas da semana. – Palavras sobre os componentes da mesa. – Número musical de introdução à mensagem – Pregador: leitura bíblica e oração – Pregação (Apelo) – Oração em conjunto (com intercessão por necessitados) – Hino Final – Hinário BJ – Bênção Apostólica – ministrada somente por consagrados (pastores ou presbíteros) – Momento de silêncio (oração silenciosa) – Saída coordenada por um diácono ou diaconisa, iniciando pelo púlpito, coral, etc. – Duração do culto – de 60 a 80 minutos. Iniciar sempre no horário. Aos sábados ás 10:15h, aos domingos às 19:30h. Esta programação da IAP é um pouco flexível. Por exemplo, no que se diz respeito aos anúncios, algumas igrejas os fazem antes do início do culto, outras após o culto, existem as que fazem no meio do culto. Os cultos não oficiais (Cultos da UMAP, SOFAP, DIJAP, conferências, cantatas, pôr-do-sol, etc.) tem liberdade para fazer sua própria liturgia, contanto que não saia da filosofia bíblica da igreja: O Culto deve ser divino (Hb 9:1) e racional (Rm 12:1). Divino no sentido de estar prestando adoração e louvor à Divindade Eterna. Racional porque tanto os dirigentes, como a congregação, devem ter certeza que o trabalho está sendo realizado segundo a vontade de Deus, e nos padrões bíblicos. Os cultos oficiais têm valor doutrinário, isto é, que aborde temas que destaquem as doutrinas bíblicas, defendidas e vividas pela igreja. B) OUTRO EXEMPLO DE PROGRAMA DE CULTO CULTO EVANGELÍSTICO – “TU ESTÁS CAÍDO” – Prelúdio: Instrumental – Oração Invocatória: Dirigente – Hino Congregacional: hinário BJ – Leitura Bíblica: Isaías 1:1-20 – Louvor (Grupo de Louvor): – Sara-me Senhor e Sararei – Cristo Levou Sobre Si – Renova-me, Senhor Jesus – Mensagem: (esboço): – Caído, que doloroso! Aqui Deus diz: a) Israel, tu caíste e te desligaste da tua aliança comigo b) Caído da alegria com Ele c) Caído no pecado, desviado dele. – Um chamado amoroso: convertei-vos! – Um chamado para a conversão: a) Palavras de confissão b) Palavras de arrependimento
  • 12. – As bênçãos que sucedem a conversão: a) Curá-los-ei; amá-los-ei b) Serei para ti como o orvalho c) Frutificareis como a oliveira d) Serão para mim fragrâncias como a do Líbano. e) Terão abundância – Sublime Convite (Apelo) – Oração e louvor – Pastorais – Bênção e Póslúdio 12. ATIVIDADES 1. Organize uma programação especial e preencha o quadro a seguir: – Defina os objetivos principais do culto; – Escolha um tema e um texto bíblico básico; – Determine a duração do programa; – Convide o(a) mensageiro(a) e deixe-o a par dos objetivos da programação e como ele será realizado. Combine a duração “média” da mensagem; – Escolha do repertório: quantos hinos, quantos cânticos, hinos especiais, solo, coral, etc., e sua duração. – Palavras especiais – de superintendente regional, presidente de resofap, pastor convidado, autoridades civis, etc., também devem estar no programa com tempo determinado. – Determine quais os recursos visuais que vão usar – peça teatral, dvd, banners, decoração, etc. – Verificar a estrutura do local do culto – espaço do palco, ou da frente da igreja, aparelhos de som, luz, data-show, retroprojetor, telão, camarim, cortinas, acomodações para a platéia, etc. – Marcar data de ensaios gerais, se precisar. ORDEM DE CULTO – ORGANIZADORES Tema : _________________________ Texto básico: _________________ Objetivos do culto: ___________________ N.º Horário Item Responsável Som Data-show Iluminação 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 13 14 15
  • 13. 16 ORDEM DE CULTO – Participantes –Dsa. Vilma Martins Bertulino BIBLIOGRAFIA BASDEN, Paul. Estilos de Louvor. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2000. CORRÊA, Miguel – Como fazer um programa de culto – Apostila para FATAP; FREDERICO, Denise Cordeiro de Souza. A Seleção de Cantos para o Culto Cristão: critérios obtidos a partir da tensão entre tradição e contemporaneidade na música sacra cristã ocidental. 195 f. Tese (Doutora em Teologia) – Instituto Ecumênico de Pós-Graduação em Teologia. São Leopoldo – RS, 1998. GRUDEM, Wayne – Teologia Sistemática HUSTAD, Donald P. A Música na Igreja. S. Paulo: Ed. Vida Nova, 1981. MENDES, Genésio – Manual da Igreja Adventista da Promessa. 1ª ed. G. Ed. A Voz do Cenáculo. São Paulo, 1993. WARREN, Rick – Igreja com Propósitos YAMAKAMI, Norio – A Igreja do Novo Testamento. Parte 1. Apostila para o Seminário Teológico Metodista Livre. Classificação 1 2 3 4 5 Comentários quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010 15:28 Parabéns pelo trabalho muito bem elaborado, que a cada dia possamos persistir em fazer o melhor pra Deus. é necessário, não passa do nosso dever dedicar a Ele todo o louvor e adoração, porém, pensado, preparado e dedicado como lhe é devido, embora sejamos imperfeitos ainda, temos condição de melhorar a cada dia na nossa dedicação ao Senhor que nos criou. Pr. Wilton Coelho da Silva Simões Filho – Bahia por Wilton Coelho segunda-feira, 24 de maio de 2010 20:50 parabens mulheres da fesofap o trabalho de vc’s é maravilhoso e o poder do todo poderoso que atua na mente e no coraçao de cada uma è estraordinario! Glorificado é o nosso Deus todo poderoso paz ♥♥ IRMA Cleide Rodrigues CUIABA MT por CLEIDE RODRIGUES quinta-feira, 30 de setembro de 2010 9:56
  • 14. irmãs vcs são maravilhosas, estávamos precisando mesmo destas informações, que são indispensáveis para nós mulheres da SOFAP, DEIXO AQUI MINHA SUGESTÃO:que as irmãs coloquem mas programações com temas e se possível até mesmos os louvores (letra, cantor, como obter) abraços e a paz do Senhor. A IAP de Macapá ( congregação ZERÃO) SAÚDAM A TODAS por IRMÃ IVONEIDE BARBOSA sábado, 16 de outubro de 2010 0:20 A Paz do Senhor! fiquei muito contente ao pesquisar no google ,procurando louvores para elaborar uma programação e tive a felicidade de encontrar o trabalho maravilhoso pela fesofap, gostei muito, que Deus continue abençando. irmã giselli de jesus iap do Rio de Janeiro (iap de Realengo barata) pr. Rony por ir.giselli de jesus terça-feira, 15 de fevereiro de 2011 15:10 Graça e paz! Sou pastor titular na Igreja Metodista Central em Dourados / MS, e confesso que há muito procuro um bom material acerca de Liturgia. O que achamos por aí, geralmente, ou é algo extremamente conservador, ou extremamente vago. Louvo a Deus por esta pesquisa, que me foi de grande valia para orientar alguns de nossos ministros da área liturgica. por Pr. Paulo Amendola Filho segunda-feira, 11 de abril de 2011 9:05 A Paz do Senhor Jesus!!! Olá! Sou Pastor da Assembléia de Deus, e tenho uma dúvida, ” Por que lemos a palavra de Deus de pé?”, esta foi uma questão levantada por um de nossos membros. Nós nos baseamos na questão de Reverência, e também no que diz a palara de Deus ao profeta “Ponte de pé, e Eu falarei contigo”. porém, pesquisando sobre o assunto, somente encontrei como refeência ao assunto “O CONCILIO DO VATICANO II” que da como regra liturgica a leitura biblica de pé como ato de reverência durante a missa. Existe algo mais consistente para nós protestantes, ou estariamos simplesmente copiando um ritual liturgico católico?. por Marco Aurelio Pessanha da Sila quarta-feira, 3 de agosto de 2011 22:05 PERGUNTA********************** A Paz do Senhor Jesus!!! Olá! Sou Pastor da Assembléia de Deus, e tenho uma dúvida, ” Por que lemos a palavra de Deus de pé?”, esta foi uma questão levantada por um de nossos membros. Nós nos baseamos na questão de Reverência, e também no que diz a palara de Deus ao profeta “Ponte de pé, e Eu falarei contigo”. porém,
  • 15. pesquisando sobre o assunto, somente encontrei como refeência ao assunto “O CONCILIO DO VATICANO II” que da como regra liturgica a leitura biblica de pé como ato de reverência durante a missa. Existe algo mais consistente para nós protestantes, ou estariamos simplesmente copiando um ritual liturgico católico?. Por Marco Aurelio Pessanha Sila RESPOSTA *********************** Olá Pr. Marco Aurélio, a paz de Cristo! Espero que esteja bem e com saúde. Sobre sua dúvida, “Por que lemos a palavra de Deus de pé?”, a grande questão está, justamente, na reverência. É um modo de demonstrarmos respeito a Deus e de nós, protestantes, mostrarmos para quem participa de nossas reuniões, que a Bíblia é um livro importante em nosso meio e não pode ser comparado a outros. Todavia, acreditamos que não há nenhum problema em lê-la assentado. Não existe um imperativo (uma ordem) na Bíblia que diga que ela deve ser lida em pé. E olha que Paulo escreveu para Timóteo sobre a leitura pública das Escrituras. Ele disse: Até à minha chegada, aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino (1 Tm 4:13, grifo nosso). A palavra leitura, neste texto, na língua original, diz respeito a leitura pública das Escrituras. Por isso, a NVI traduz assim o versículo: Até a minha chegada, dedique-se à leitura pública das Escrituras. Veja que há uma orientação para se ler a Escritura, mas nada é dito sobre forma. No livro de Apocalipse, de igual forma, é dito que são bem-aventuradas as pessoas que leem as palavras da revelação (1:3). Novamente, não temos a forma como a leitura deve ser feita. Paulo disse, para os irmãos de Colossos, que a carta que fora enviada a eles (Colossenses, em nossas Bíblias), deveria ser lida na igreja de Laodicéia (Cl 4:16). De novo, uma instrução sobre leitura da Escrituras, mas nada é dito sobre a forma. Quando, na igreja, a leitura das Escrituras é feita de pé, não estamos copiando um ritual litúrgico da igreja católica. Uma que a igreja católica é bem mais nova do que a Bíblia, e muito mais ainda o Concílio do Vaticano II (que aconteceu entre 1962-1965). A Bíblia já era lida muito antes disso. Mesmo que a igreja tenha estabelecido a leitura de pé, quando olhamos a Bíblia, temos exemplo de textos onde a Escritura foi assim. Por exemplo em Neemias 8. Quando Esdras abriu o livro da lei (é bem possível que ele tenha lido os cinco primeiros livros que temos na Bíblia hoje), o povo se levantou (Ne 8:5). Este episódio ocorreu há uns 400 e poucos anos antes de Jesus ter vindo à terra, antes mesmo da existência da igreja. Na época de Jesus, também, ele tinha por hábito ir à sinagoga todo sábado, e lá ele ensinava a Palavra de Deus. Num destes dias, segundo Lucas, ele se levantou para ler a Escritura, no caso, um rolo do profeta Isaías (Lc 4:16-17). Então, se for pra dizer que estamos copiando alguém quando lemos a Bíblia de pé, não é a igreja católica, mas os próprios relatos bíblicos de pessoas que leram as Escrituras de pé (Esdras e Jesus). Todavia, de novo ressaltamos, não existem textos imperativos na Bíblia, que nos ordenem ler a Bíblia de pé. Estes textos que citamos são narrativas e não ordens. Dentro do nosso contexto, nós entendemos que ler de pé é mais reverente do que ler sentado, e, por isso, fazemos isso (mesmo assim não estou certo de que em todo lugar no nosso país é assim). Em culturas onde, quando alguém de autoridade vai falar os súditos têm de sentar, por exemplo, a Bíblia tem de ser lida sentado. Não acho que lê-la sentada é falta de respeito. Apenas convencionamos isto. Acho que o que realmente importa é a nossa atitude com relação à Palavra de Deus. Este livro mexe com a gente? É autoridade mesmo para nós? Deixamos a palavra de Deus nos transformar? Praticamos os ensinos bíblicos?
  • 16. Dedicamo-nos em crescer na graça e no conhecimento da Palavra? Isso, sim, faz diferença para Deus. Do contrário, só teremos a Bíblia como um amuleto. Que Deus o abençoe ricamente! FESOFAP/DEC por Fesofap/DEC sábado, 15 de outubro de 2011 23:29 A PAZ DO SENHOR JESUS A TODOS! SOU NOVA CONVERTIDA DA ASSENBLEIA DE DEUS E O MEU PASTOR QUE ME PREPARAR PARA ESTAR DE FRENTE AO CULTO DE CONSAGRAÇÃO PORÉM ME SINTO INSEGURA NO Q FAZER,QUAL SEQUÊNCIA DAR,QUAL HINO LOUVAR…COMO DEVE SER UM CULTO DE CONSAGRAÇÃO O QUE DEVO FAZER?POR FAVOR ME RESPONDA,DESDE JÁ AGRADEÇO …FIQUE NA PAZ por Iara domingo, 16 de outubro de 2011 21:41 Querida Iara, Que a paz do Senhor Jesus seja com você. Ficamos felizes em saber que, apesar de ser nova convertida, você quer colocar-se à disposição para o trabalho do Senhor. Este é um bom sinal e um bom começo. Esta insegurança é natural. Mas submetendo-se à direção do Espírito Santo, você certamente encontrará a melhor forma de realizar não apenas este, mas os demais trabalhos que lhe vierem à mão. Podemos te oferecer alguma orientação básica sobre como tornar o culto mais edificante, como: 01. O culto é dirigido pelo Espírito Santo. 02. O culto significativo é marcado pela “ordem e pelo decoro”. (1ª Co 14:40). 03. A Igreja deve ser edificada por tudo que ocorre dentro do culto (1ª Co 14:26) 04. O culto deve ser um testemunho da bondade e da graça de Deus (1ª Te 5:18). 05. O culto é marcado por espontaneidade e liberdade. (1ª Te 5:19-21) 06. No culto deve haver uma participação ativa, que nasce da comunhão responsável. (1ª Co 14:26) 07. O culto deve ser marcado por humildade (Fp 2:3). 08. O culto deve ter um tema unificador. O sermão é a chave do tema. 09. O culto precisa ter ação, progresso e entusiasmo. 10. O culto é marcado pela variedade e diferentes ordens de culto. 11. O culto é marcado pelo chamamento a uma base elevada de ética, moral e vida santa.
  • 17. Cada organização religiosa tem liberdade para, dentro dos padrões bíblicos, variar sua liturgia de culto e, com facilidade você pode encontrar várias sugestões mesmo na internet. Mas acreditamos que o melhor caminho talvez seja o de procurar junto ao seu pastor, autoridade espiritual sobre sua vida, a ajuda para escolher a melhor liturgia, ou a indicação de um outro nome de uma irmã ou irmãos mais experientes que poderão ajudá-la. É natural um certo “nervosismo” na direção, principalmente quando se está iniciando neste serviço. No entanto, o Senhor Jesus e o Espírito Santo de Deus, estão prontos a nos ajudar e orientar. Coloque-se nas mãos de nosso Senhor, prepare-se com alegria, peça a Ele que a ajude, e certamente Ele o fará. E lembre-se: “Onde há o Espírito de Deus, há liberdade” 2ª Cor 3:17 FESOFAP por Meire