O documento discute as reuniões de tratamento espiritual, afirmando que embora tenham trazido benefícios, seu objetivo principal não é a cura física, mas a elevação moral. Aponta problemas como o despreparo de dirigentes e a substituição do estudo sério pela imaginação. Defende que as melhores reuniões de tratamento são as de estudo do Evangelho, onde impera a razão em vez do misticismo.