Cirurgia Renal
É realizada para remover tumores ou
cálculos , inserção de tubos para
drenagem , remoção de um rim
afectado na doença renal , no
carcinoma renal ou transplante do rim.
• Recolher informação relativa aos hábitos do
doente: de vida do doente, a sua
profissão, sentimentos e pensamentos;

• Devem reflectir as necessidades do doente;
• Informar sobre o pós-operatório e os
objectivos do tratamento a longo prazo;
• Ensinos sobre ostomia;
• Preparação do doente para o aparecimento
de um estoma, através de desenhos
explicativos simples e informações claras da
cirurgia;
• Avaliação completa da função renal atual;
• Preparação do paciente para que se
consiga uma boa função renal;
• Encorajar o paciente á ingestão hídrica
para promover o aumento da eliminação
vesical;
• Administrar Antibioterapia:
 Muita precaução: alguns antibióticos
poderão ser tóxicos para o rim;
• Requer diferentes posicionamentos do paciente para
se expor adequadamente o lugar cirúrgico. Existem
três diferentes abordagens cirúrgicas mais comuns:
 Abordagem tóraco-abdominal
 Abordagem de flanco;
 Abordagem lombar;
Num doente submetido a uma cirurgia
urológica, deve ser dado ênfase especial a:
• Promoção da ventilação;
• Debito urinário;
• Prevenção da distensão;
• Hemorragias;
• Atenção aos tubos de drenagem e
penso;
• Reposição
de
líquidos
componentes sanguíneos;

e

de

• Caso ocorra infeção: são prescritos
antibióticos para a identificação do
microrganismo causal pela cultura;
• Realização de terapia com heparina em
dose baixa, para evitar a tromboembolia.
• Ensinar a função dos componentes da
urostomia: saco coletor, orifício de descarga
e válvula de esvaziamento;
• Ensinar a esvaziar e trocar o saco colector;
• Explicar que o edema do estoma deve
desaparecer gradualmente ( até 7 dias);
• Ensinar a medir o estoma (geralmente vai
diminuindo de tamanho);
• Explicar que se alargar o estoma pode
provocar problemas cutâneos, se apertar
pode
comprometer
a
circulação
ou
traumatizar;
É de extrema importância controlar o débito
urinário, pois o edema do estoma pode e/ou
impedir a drenagem de urina, provocando
hidronefrose ou rotura da anastomose.
• É esperada hematúria no inicio do pósoperatório.
•
•
•
•
•

•
•
•
•
•

Desidratação;
Obstrução dos ureteres;
Função renal comprometida;
Diminuição do debito urinário;
Peritonite (se houver rotura da
anastomose);
Sangramento;
Pneumonia;
Infeção;
Distúrbios hídricos;
Trombose venosa profunda (TVP)
Está classificada como uma drenagem diminuída
ou ausente.
• Deverá ser comunicada de imediato ao
médico, porque poderá ser indicador de
obstrução!
 Gerando: dor; infecção e ruptura das
linhas de sutura.
Se, casualmente, o uréter ficar obstruído, deverá
ser introduzido de imediato um cateter
directamente no bacinete, a fim de prevenir
lesões renais.
Se entretanto, o uréter ficar totalmente obstruído
tem que ser introduzido um cateter de
nefrostomia no bacinete.
Uma alternativa á drenagem, devido a obstrução
uretral, é a colocação de um tubo de urostomia.
Se, por ventura, o uréter está desobstruído ou até
mesmo obstruído parcialmente, o bacinete deverá
ser drenado por um cateter ureteral que se faz
progredir para cima, através de um cistoscópio
pelo uréter até ao bacinete.
• Os cateteres de nefrostomia/uretral deverão ser
bem fixados, evitando a expulsão acidental assim
como um traumatismo nos tecidos .
 Os orifícios feitos por estes tubos são essencialmente
fístulas que rapidamente diminuem com a sua
remoção.
Risco de eliminação traqueobrônquica
ineficaz:
• Administrar analgésicos, conforme previsto;
• Amparar a incisão com as mãos ou
travesseiro para ajudar a tossir;
• Ajudar o paciente a mudar de posição com
frequência;
• Encorajar a deambulação precoce;
Débito urinário alterado
• Pesar diariamente;
• Realizar as mensurações corretas do
balanço hídrico;
• Monitorizar características da urina;
• Monitorizar os sinais vitais: T, pulso,
respiração e TA;
• Auscultar o coração e pulmões a cada
deslocamento;
Medo e ansiedade presente
• Avaliar o medo e a ansiedade do paciente;
• Avaliar o conhecimento do paciente acerca
do procedimento e resultados esperados;
• Avaliar as implicações existentes para a
família;
• Encorajar o paciente a verbalizar as
reacções, sentimentos e medos;
• Oferecer e arranjar a visita de um membro
do grupo de apoio;
• Proporcionar técnica de relaxamento:
musicoterapia;
• É o tratamento de escolha para doentes com
doença renal terminal;
• Envolve o transplante de um rim de um
doador vivo ou cadáver humano para um
receptor com doença renal terminal;
• A maioria dos pacientes são submetidos a
diálise durante meses ou anos, antes do
transplante.
• O paciente com doença renal terminal
irreversível é avaliado como candidato a um
possível transplante de rim.
• Os rins do paciente que não funcionam
podem, ou não, ser removidos e pode ser
instituída diálise até que seja obtido um
doador adequado.
• Os transplantes de rim de doadores vivos
compatíveis que possuem parentesco com o
paciente (com antigénios ABO e HLA
compatíveis) são mais bem sucedidos do que
aqueles de doadores falecidos.
• O rim transplantado é colocado na
fossa ilíaca do paciente, anterior à
crista ilíaca.
• O ureter do rim recentemente
transplantado é fixado à bexiga ou
anastomosado
ao
ureter
do
receptor.
• Um numero inadequado de órgãos disponíveis ainda é a maior
limitação ao tratamento bem sucedido de pacientes com
doença renal terminal.
• Os aloenxertos renais (de pessoas da
mesma espécie) podem obter-se de:
 Cadáveres;
 Familiares compatíveis;
 Gémeos idênticos;
• Em Portugal utiliza-se vulgarmente o rim
de cadáver;
• No pré operatório, realiza-se uma tipagem
para determinar a compatibilidade dos
tecidos e das células do doador e receptor.
 Posteriormente é também realizada a
pesquisa de anticorpos.
• São
administradas
drogas
imunossupressoras
para
suprimir
o
mecanismo de defesa imunológico do corpo
e evitar uma posterior rejeição do rim
transplantado.
No dia anterior ao transplante, poderá ser
necessário realizar hemodiálise.
• O doente não deve apresentar infecção
no momento do transplante renal.
Portanto, o paciente é avaliado e tratado
quanto à doença genital e cáries dentárias.

• O trato urinário inferior é estudado para
avaliar a função do colo vesical e para
detectar o refluxo uretral.
• O doente a ser transplantado pode apresentar
um quadro de ansiedade e depressão por ter
passado por um longo período de espera para
ser submetido ao transplante.

• Cabe ao enfermeiro acalmar o doente e
explicar todo o procedimento cirúrgico, para
que este não se apresente tão ansioso com o
transplante, bem como responder a todas as
suas dúvidas.
Como em todas as intervenções cirúrgicas,
o enfermeiro deve preparar o utente para a
intervenção a ser submetido.
• Manter a homeostasia até que o rim
transplantando esteja a funcionar bem;
• Administração de imunossupressores.

• A rejeição e insuficiência do enxerto renal
pode ocorrer:
 24 a 72 horas;
 3 a 14 dias;
 Após 3 semanas.
Diminuição do débito urinário

Febre

Dor ou sensibilidade sobre o
enxerto renal

Edema

Hipertensão

Aumento súbito de peso: 1 a 2 kg
em 24 horas

Aumento da creatinina e ureia,
séricas

Diminuição da clearance de
creatinina

Evidência de rejeição na ecografia
ou na biópsia

Astenia
• São realizados exames laboratoriais
para contagem de leucócitos e
plaquetas, devido à imunossupressão
causar depressão na formação de
leucócitos e plaquetas.
• O paciente tem de ser constantemente
monitorizado, pois, pode ocorrer uma
infecção, devido à sua susceptibilidade
causada pela toma de imunossupressores.

• É necessário distinguir rejeição renal de
infecção renal, pois os sintomas podem
ser idênticos mas o tratamento é
diferenciado.
• A hemodiálise pode ser necessária no
pós-operatório,
para
manter
a
homeostasia,
até
que
o
rim
transplantado
esteja
a
funcionar
correctamente.
• O paciente pode apresentar alterações
significativas no estado hidroelectrolítico,
devendo-se
realizar
uma
monitorização
cuidadosa.
• O débito do catéter urinário deve ser medido
em intervalos de 30 minutos a 1 hora.
• Após a remoção do catéter, o paciente deverá
ser instruído a urinar frequentemente para
evitar tensão da linha de sutura vesical.
• Os líquidos intravenosos são administrados de
acordo com o volume urinário e os níveis
séricos de eletrólitos e da forma prescrita pelo
médico.
• A rejeição de um transplante é uma questão de preocupação
para o doente e família.
• O medo de rejeição do rim e das complicações do
tratamento
imunossupressor
(diabetes,
osteoporose, glaucoma, catarata, acne, síndrome
de Cushing e fragilidade capilar) representam
grandes tensões psicológicas sobre o paciente.
• A ansiedade e a incerteza sobre o futuro e o difícil
ajuste pós-transplante são frequentemente
causas de tensão para o paciente e para a sua
família.
Informar o paciente que o acompanhamento após
transplante é necessário para o resto da vida;
Ensinar sobre:
•
•
•
•
•
•
•

Dieta e ingestão de líquidos;
Medicação;
Peso diário;
Medida diária de urina;
Controle da ingestão e excreção;
Prevenção de infecção;
Reinicio das actividades (a maioria dos doentes pode
regressar ao trabalho no espaço de 6 a 12 semanas);
• Levantamento de pesos (mais de 10 kg) deve ser
evitado durante 6 semanas e até que a ferida cirúrgica
esteja completamente cicatrizada;
• Evitar desportos de contacto nos quais o rim
transplantado poderá ser lesado;
• Assegurar que o paciente compreendeu a necessidade de
continuar a tomar o imunossupressor da forma prescrita;
• Instruir a avaliar e a relatar sinais de rejeição do rim
transplantado ou sinais de infecção.
Bibliografia
• BRUNNER & SUDDARTH. Tratado de
Enfermagem Médico-Cirúrgica; 7ª Edição,
Editora Guanabara, Koogan 2003,
Volume IV;
• PHIPPS W; SANDS J; MAREK J.
Enfermagem Médico-Cirúrgica: conceitos
e prática clínica; 6ª Edição, Editora
Lusociência, Loures 2003.
ESS Jean Piaget / Gaia
 Unidade Curricular: Enfermagem
Médico-Cirúrgica e Especialidades II
 Professora: Margarida Ferreira
 Trabalho elaborado por:
• Cláudia Sofia Santos nº 48308
• Joana Nunes nº 49140
• Marlene Magalhães nº 48546
• Sara Mota nº 48428
• Rita Torres nº

Transplante renal final

  • 1.
  • 2.
    É realizada pararemover tumores ou cálculos , inserção de tubos para drenagem , remoção de um rim afectado na doença renal , no carcinoma renal ou transplante do rim.
  • 3.
    • Recolher informaçãorelativa aos hábitos do doente: de vida do doente, a sua profissão, sentimentos e pensamentos; • Devem reflectir as necessidades do doente; • Informar sobre o pós-operatório e os objectivos do tratamento a longo prazo; • Ensinos sobre ostomia; • Preparação do doente para o aparecimento de um estoma, através de desenhos explicativos simples e informações claras da cirurgia;
  • 4.
    • Avaliação completada função renal atual; • Preparação do paciente para que se consiga uma boa função renal; • Encorajar o paciente á ingestão hídrica para promover o aumento da eliminação vesical; • Administrar Antibioterapia:  Muita precaução: alguns antibióticos poderão ser tóxicos para o rim;
  • 5.
    • Requer diferentesposicionamentos do paciente para se expor adequadamente o lugar cirúrgico. Existem três diferentes abordagens cirúrgicas mais comuns:  Abordagem tóraco-abdominal  Abordagem de flanco;  Abordagem lombar;
  • 6.
    Num doente submetidoa uma cirurgia urológica, deve ser dado ênfase especial a: • Promoção da ventilação; • Debito urinário; • Prevenção da distensão; • Hemorragias; • Atenção aos tubos de drenagem e penso;
  • 7.
    • Reposição de líquidos componentes sanguíneos; e de •Caso ocorra infeção: são prescritos antibióticos para a identificação do microrganismo causal pela cultura; • Realização de terapia com heparina em dose baixa, para evitar a tromboembolia.
  • 8.
    • Ensinar afunção dos componentes da urostomia: saco coletor, orifício de descarga e válvula de esvaziamento; • Ensinar a esvaziar e trocar o saco colector; • Explicar que o edema do estoma deve desaparecer gradualmente ( até 7 dias); • Ensinar a medir o estoma (geralmente vai diminuindo de tamanho); • Explicar que se alargar o estoma pode provocar problemas cutâneos, se apertar pode comprometer a circulação ou traumatizar;
  • 9.
    É de extremaimportância controlar o débito urinário, pois o edema do estoma pode e/ou impedir a drenagem de urina, provocando hidronefrose ou rotura da anastomose. • É esperada hematúria no inicio do pósoperatório.
  • 10.
    • • • • • • • • • • Desidratação; Obstrução dos ureteres; Funçãorenal comprometida; Diminuição do debito urinário; Peritonite (se houver rotura da anastomose); Sangramento; Pneumonia; Infeção; Distúrbios hídricos; Trombose venosa profunda (TVP)
  • 11.
    Está classificada comouma drenagem diminuída ou ausente. • Deverá ser comunicada de imediato ao médico, porque poderá ser indicador de obstrução!  Gerando: dor; infecção e ruptura das linhas de sutura. Se, casualmente, o uréter ficar obstruído, deverá ser introduzido de imediato um cateter directamente no bacinete, a fim de prevenir lesões renais. Se entretanto, o uréter ficar totalmente obstruído tem que ser introduzido um cateter de nefrostomia no bacinete.
  • 12.
    Uma alternativa ádrenagem, devido a obstrução uretral, é a colocação de um tubo de urostomia. Se, por ventura, o uréter está desobstruído ou até mesmo obstruído parcialmente, o bacinete deverá ser drenado por um cateter ureteral que se faz progredir para cima, através de um cistoscópio pelo uréter até ao bacinete. • Os cateteres de nefrostomia/uretral deverão ser bem fixados, evitando a expulsão acidental assim como um traumatismo nos tecidos .  Os orifícios feitos por estes tubos são essencialmente fístulas que rapidamente diminuem com a sua remoção.
  • 14.
    Risco de eliminaçãotraqueobrônquica ineficaz: • Administrar analgésicos, conforme previsto; • Amparar a incisão com as mãos ou travesseiro para ajudar a tossir; • Ajudar o paciente a mudar de posição com frequência; • Encorajar a deambulação precoce;
  • 15.
    Débito urinário alterado •Pesar diariamente; • Realizar as mensurações corretas do balanço hídrico; • Monitorizar características da urina; • Monitorizar os sinais vitais: T, pulso, respiração e TA; • Auscultar o coração e pulmões a cada deslocamento;
  • 16.
    Medo e ansiedadepresente • Avaliar o medo e a ansiedade do paciente; • Avaliar o conhecimento do paciente acerca do procedimento e resultados esperados; • Avaliar as implicações existentes para a família; • Encorajar o paciente a verbalizar as reacções, sentimentos e medos; • Oferecer e arranjar a visita de um membro do grupo de apoio; • Proporcionar técnica de relaxamento: musicoterapia;
  • 18.
    • É otratamento de escolha para doentes com doença renal terminal; • Envolve o transplante de um rim de um doador vivo ou cadáver humano para um receptor com doença renal terminal; • A maioria dos pacientes são submetidos a diálise durante meses ou anos, antes do transplante.
  • 19.
    • O pacientecom doença renal terminal irreversível é avaliado como candidato a um possível transplante de rim. • Os rins do paciente que não funcionam podem, ou não, ser removidos e pode ser instituída diálise até que seja obtido um doador adequado. • Os transplantes de rim de doadores vivos compatíveis que possuem parentesco com o paciente (com antigénios ABO e HLA compatíveis) são mais bem sucedidos do que aqueles de doadores falecidos.
  • 20.
    • O rimtransplantado é colocado na fossa ilíaca do paciente, anterior à crista ilíaca. • O ureter do rim recentemente transplantado é fixado à bexiga ou anastomosado ao ureter do receptor.
  • 21.
    • Um numeroinadequado de órgãos disponíveis ainda é a maior limitação ao tratamento bem sucedido de pacientes com doença renal terminal. • Os aloenxertos renais (de pessoas da mesma espécie) podem obter-se de:  Cadáveres;  Familiares compatíveis;  Gémeos idênticos; • Em Portugal utiliza-se vulgarmente o rim de cadáver;
  • 22.
    • No préoperatório, realiza-se uma tipagem para determinar a compatibilidade dos tecidos e das células do doador e receptor.  Posteriormente é também realizada a pesquisa de anticorpos. • São administradas drogas imunossupressoras para suprimir o mecanismo de defesa imunológico do corpo e evitar uma posterior rejeição do rim transplantado. No dia anterior ao transplante, poderá ser necessário realizar hemodiálise.
  • 23.
    • O doentenão deve apresentar infecção no momento do transplante renal. Portanto, o paciente é avaliado e tratado quanto à doença genital e cáries dentárias. • O trato urinário inferior é estudado para avaliar a função do colo vesical e para detectar o refluxo uretral.
  • 24.
    • O doentea ser transplantado pode apresentar um quadro de ansiedade e depressão por ter passado por um longo período de espera para ser submetido ao transplante. • Cabe ao enfermeiro acalmar o doente e explicar todo o procedimento cirúrgico, para que este não se apresente tão ansioso com o transplante, bem como responder a todas as suas dúvidas. Como em todas as intervenções cirúrgicas, o enfermeiro deve preparar o utente para a intervenção a ser submetido.
  • 25.
    • Manter ahomeostasia até que o rim transplantando esteja a funcionar bem; • Administração de imunossupressores. • A rejeição e insuficiência do enxerto renal pode ocorrer:  24 a 72 horas;  3 a 14 dias;  Após 3 semanas.
  • 26.
    Diminuição do débitourinário Febre Dor ou sensibilidade sobre o enxerto renal Edema Hipertensão Aumento súbito de peso: 1 a 2 kg em 24 horas Aumento da creatinina e ureia, séricas Diminuição da clearance de creatinina Evidência de rejeição na ecografia ou na biópsia Astenia
  • 27.
    • São realizadosexames laboratoriais para contagem de leucócitos e plaquetas, devido à imunossupressão causar depressão na formação de leucócitos e plaquetas.
  • 28.
    • O pacientetem de ser constantemente monitorizado, pois, pode ocorrer uma infecção, devido à sua susceptibilidade causada pela toma de imunossupressores. • É necessário distinguir rejeição renal de infecção renal, pois os sintomas podem ser idênticos mas o tratamento é diferenciado.
  • 29.
    • A hemodiálisepode ser necessária no pós-operatório, para manter a homeostasia, até que o rim transplantado esteja a funcionar correctamente.
  • 30.
    • O pacientepode apresentar alterações significativas no estado hidroelectrolítico, devendo-se realizar uma monitorização cuidadosa. • O débito do catéter urinário deve ser medido em intervalos de 30 minutos a 1 hora. • Após a remoção do catéter, o paciente deverá ser instruído a urinar frequentemente para evitar tensão da linha de sutura vesical. • Os líquidos intravenosos são administrados de acordo com o volume urinário e os níveis séricos de eletrólitos e da forma prescrita pelo médico.
  • 31.
    • A rejeiçãode um transplante é uma questão de preocupação para o doente e família. • O medo de rejeição do rim e das complicações do tratamento imunossupressor (diabetes, osteoporose, glaucoma, catarata, acne, síndrome de Cushing e fragilidade capilar) representam grandes tensões psicológicas sobre o paciente. • A ansiedade e a incerteza sobre o futuro e o difícil ajuste pós-transplante são frequentemente causas de tensão para o paciente e para a sua família.
  • 32.
    Informar o pacienteque o acompanhamento após transplante é necessário para o resto da vida; Ensinar sobre: • • • • • • • Dieta e ingestão de líquidos; Medicação; Peso diário; Medida diária de urina; Controle da ingestão e excreção; Prevenção de infecção; Reinicio das actividades (a maioria dos doentes pode regressar ao trabalho no espaço de 6 a 12 semanas); • Levantamento de pesos (mais de 10 kg) deve ser evitado durante 6 semanas e até que a ferida cirúrgica esteja completamente cicatrizada; • Evitar desportos de contacto nos quais o rim transplantado poderá ser lesado;
  • 33.
    • Assegurar queo paciente compreendeu a necessidade de continuar a tomar o imunossupressor da forma prescrita; • Instruir a avaliar e a relatar sinais de rejeição do rim transplantado ou sinais de infecção.
  • 34.
    Bibliografia • BRUNNER &SUDDARTH. Tratado de Enfermagem Médico-Cirúrgica; 7ª Edição, Editora Guanabara, Koogan 2003, Volume IV; • PHIPPS W; SANDS J; MAREK J. Enfermagem Médico-Cirúrgica: conceitos e prática clínica; 6ª Edição, Editora Lusociência, Loures 2003.
  • 35.
    ESS Jean Piaget/ Gaia  Unidade Curricular: Enfermagem Médico-Cirúrgica e Especialidades II  Professora: Margarida Ferreira  Trabalho elaborado por: • Cláudia Sofia Santos nº 48308 • Joana Nunes nº 49140 • Marlene Magalhães nº 48546 • Sara Mota nº 48428 • Rita Torres nº