Consulta
      de
estomaterapia
Mariana Liberdade Oliveira Guimarães
Nº 22108
Consulta de estomaterapia
CHVNG
                         Horário:     Segundas    e
                          Quintas-feiras, no período
                          da manhã
                         Local: Serviço de Cirurgia
                          Geral Homens
                         Efectuada       por    um
                          Enfermeiro Estomaterapeuta

     Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
Estomoterapia



                   O que diz respeito ao Estoma




             Trabalho realizado por Mariana
         Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                           UFP
O que é um ostomizado?
   Paciente que foi sujeito à confecção de
    uma ostomia

O que é uma ostomia?
   Procedimento cirúrgico que consiste na
    abertura de um órgão oco, fazendo uma
    comunicação com o exterior a partir de
    uma fistula ou estoma
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                Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                  UFP
O que é um estomaterapeuta?
   É um Enfermeiro especializado em estomaterapia, ou seja,
    treinado para tratar e lidar com os assuntos que envolvam
    os estomas.
   O      título   de     Estomaterapeuta     é     concedido
    pela SOBEST mediante concurso público. Sendo a principal
    exigência a realização de um curso de especialização.
    Assim, quando o Enfermeiro conclui a especialização, ainda,
    não é um estomaterapeuta mas sim um Enfermeiro pós-
    graduado em estomaterapia (PGET). A denominação de
    Estomaterapeuta só pode ser usada pelos enfermeiros
    aprovados no concurso.
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                                        UFP
Ostomias
   Podem ser caracterizadas relativamente à
    duração:


           Temporárias                          Permanentes




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                                   UFP
Ostomias Temporárias
  A ostomia temporária pode ser:
- decorrente de um trauma (ex: por arma branca ou arma
   de fogo na região do colon)
- necessária se o trato intestinal não puder ser preparado
   adequadamente para a cirurgia por causa de um
   bloqueio, por doença ou tecido cicatricial.
- necessária para que a cicatrização de uma cirurgia
   ocorra sem a irritação pela passagem das fezes;
- para proteger uma anastomose, tendo em vista o seu
   fecho num curto espaço de tempo.
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                                     UFP
Ostomias Permanentes
  A ostomia permanente é realizada quando o
   grupo de músculos que controla o recto e
   consequentemente a eliminação das fezes não
   funciona adequadamente, requerendo sua
   remoção, não existindo a possibilidade de
   restabelecer o trânsito intestinal.
 Geralmente estas condições são decorrentes de
   patologias como:
- tumor retal baixo;
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- doença inflamatória. UFP
                  Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
Ostomias
   Podem ser               Ostomias de                    Ostomias
                             eliminação                   Respiratórias
    classificadas
    relativamente
    à          sua                 Urinárias
    finalidade

                                 Intestinais

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                                   UFP
Algumas Ostomias de
Eliminação Intestinais


   Ileostomias                   Colostomia




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                        UFP
Íleostomias
   A ileostomia é um tipo se ostomia
    intestinal que faz a comunicação do
    intestino delgado, com o exterior. As
    ileostomias localizam-se sempre no lado
    inferior direito do abdómen



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                                 UFP
Colostomia
   A colostomia é um tipo de ostomia
    intestinal que faz a comunicação do cólon
    com o exterior.




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                                  UFP
Ostomias de Eliminação
                   Urinárias


                                                                 Conducto
Ureterostomias   Citostomias                   Nefrostomia        ileal ou
                                                                 colónico




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                                          UFP
Citostomia
   O estoma é feito a partir da bexiga.


Ureterostomia
   O estoma é feito a partir dos ureteres.


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                                   UFP
Nefrostomia
   O estoma é feito a partir do rim.




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                                   UFP
Conducto ileal ou colónico
   O orifício (estoma) é feito a partir da
    ligação dos ureteres a uma porção do
    intestino delgado (íleon, denominando-se
    conducto ileal) ou grosso (cólon,
    denominando-se conducto colónico)



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                                  UFP
Ostomias Respiratórias



       Traqueostomias               Traqueotomias




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                              UFP
Traqueotomias e traqueostomias
                             Traqueotomia o corte
                              cirúrgico feito à altura
                              da traquéia cervical
                           Nas Traqueostomias É
                              feita uma incisão na
                              traqueia abaixo do ponto
                              congestionado e um
                              tubo é inserido no local
                              para permitir a entrada
                              livre de ar.
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                   UFP
Complicações das Ostomias




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                           UFP
Hemorragia
   Perda sanguínea a partir do estoma ou da sutura muco-
    cutânea
   Complicação pouco frequente
   Normalmente causada por uma inadequada hemostase
    durante a construção do estoma
   A compressão local normalmente é suficiente




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                                      UFP
Edema
 Engrossamento da mucosa e sub-mucosa
  por acumulação de líquido adquirindo um
  aspecto pálido e translúcido
 Trata-se aplicando soro fisiológico frio,
  solução glicosada ou açúcar sob o estoma



                  Trabalho realizado por Mariana
              Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                UFP
Isquemia e Necrose
 Ocorrem quando o fluxo de sangue é
  interrompido ou insuficiente resultante da
  não vascularização do intestino, pondo em
  causa a viabilidade do estoma ou mesmo
  a morte tecidular.
 A isquemia é mais frequente nas primeiras
  24 horas pós-operatório
 Convem monitorizar a sua evolução ou
                  Trabalho realizado por Mariana
  cicatrizaçãoLiberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                UFP
Deiscência Muco-cutânea
 A deiscência muco-cutânea é a separação
  da mucosa intestinal da pele peri-estomal
 Se for parcial trata-se com lavagem e
  espera-se que cicatrize por segunda
  intenção
 Se for total é necessário suturá-lo para
  evitar uma estenose ou um afundamento
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                                UFP
Retracção  Afundamento
 Afundamento Um deslize do intestino,
  abaixo do nivel da pele
 Retracção aparece como um defeito
  concavo no abdómen devido a uma
  tracção excessiva ao nível da sutura



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Abcesso
 É a cavidade neoformada num tecido
  localizado e encapsulado por uma
  membrana de tecido inflamatório cuja
  parede interior é denominada por
  membrana piogénica
 Tratamento     consiste na drenagem,
  lavagem com SF, desinfecção e se
  necessaria        administração   de
  antibioterapiaTrabalho realizado por Mariana
            Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                              UFP
Oclusão
 Normalmente provoca dor, náusea,
  vómito, distenção abdominal
 Se for parcial pode haver perda parcial de
  grandes quantidades de efluente líquido e
  consequentemente              desiquilibrio
  electroliquido


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                                UFP
Perfuração
 Pode ser intra ou extra-abdominal
 Intra-abdominal pode evoluir para uma
  peritonite
 Extra-abdominal pode evoluir para uma
  supuração peri-estomal ou fistula externa



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                                UFP
Prolapso
 Aumento do volume do estoma que sai
  fora da parede abdominal mais do que é
  normal (exteriorização excessiva)
É     mais frequente nas colostomias
  transversas que nas ileostomias ou nos
  condutos ileais
 Reduzir a posição de «pé»

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Estenose
 Aperto da circunferência do estoma, pode
  ser interna ou ao nível da pele
 Mais frequente nas colostomias




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                                UFP
Hérnia
   Saliência em redor do estoma, uma
    tumefacção abdominal que diminui com o
    paciente deitado




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                                 UFP
Ulceração
 Pequenas lesões que aparecem na
  mucosa do estoma
 Acontece normalmente quando tem outras
  complicações associadas como edema ou
  prolapso



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                               UFP
Recidiva de Tumor
 Aparecimento de protuberâncias na
  mucosa, união muco-cutânea ou zona
  peristomal
 Trata-se realizando um novo estoma
 Se for um pseudopólipos costumam
  melhorar com nitrato de prata
 Se os pólipos forem grandes devem ser
  ressecados    Trabalho realizado por Mariana
            Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                              UFP
Granulomas
 Lesões nodulares que aparecem na união
  muco-cutânea
 Deve-se cauterizar os granulomas com
  nitrato de prata




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Dermatite de Contacto
 Reacção     inflamatória    causada       por
  agentes externos de tipo fisico ou quimico
 Dermatites      de    contacto      irritativa
  provocadas por substancias
 Dermatites     de    contacto     alérgicas
  aparecimento de vermilhidão que pode
  evoluir para inflamação grave com
  formação de vesiculas
                   Trabalho realizado por Mariana
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Candidiase
   A candidiase é uma infecção fúngica
    causada pela Candida Albicans, são
    vesiculo-pustulosas que se rompem
    rapidamente dando origem a pequenas
    erosões, formam muitas vezes placas
    eritomatosas brilhantes e exsudativas que
    causam prurido, podendo surgir tambem
    lesões
                    Trabalho realizado por Mariana
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                                  UFP
Foliculite
   Infecção bacteriana causa normalmente por
    Staphilococcus e Streptococcus
   Inflamação dos folículos pilosos em redor do
    estoma, pode observar-se desde um ponto
    avermelhado até uma pustula semiesférica
    perfurada por um pelo e rodeada duma zona
    ruborizada


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Depósito de Cristais de Fosfato
   Cristais de fosfato são depositos esbranquiçados na mucosa
    estomal ou na pele periestomal, a presença de urina alcalina leva à
    formação de cristais de fosfato que se depositam no estoma e pele
    circundante
   Deve-se drenar o dispositivo, reforçar a hidratação e acidificar a
    urina.
   A pele peristomal deve ser lavada com uma solução de agua
    avinagrada, e aplicar durante cerca de 20 minutos compressas
    embebidas nessa solução
   Devemos avisar o paciente que o estoma e a pele circundante
    ficam esbranquiçados.

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                                         UFP
Consulta de Estomaterapia




             Trabalho realizado por Mariana
         Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                           UFP
Objectivos da Consulta
   Apoiar a pessoa ostomizada/família na fase pré-operatória, pós
    operatória e pós alta, a fim de assegurar a continuidade de
    cuidados
   Detectar problemas, prevenir complicações e reencaminhar para o
    médico
   Colaborar na preparação de exames
   Colaborar na reintegração familiar, social e laboral
   Promover a autonomia e bem-estar da pessoa ostomizada
   Informar sobre os recursos existentes na comunidade
   Dar conhecimento sobre a legislação aplicável á pessoa
    ostomizada
   Dar a conhecer os diferentes materiais de ostomia
                             Trabalho realizado por Mariana
   Esclarecer dúvidas Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                 UFP
Focos
         Conhecimento
         Imagem Corporal
         Auto-estima
         Maceração
         Desidratação
         Hemorragia

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            Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                              UFP
Conhecimento
 Conhecimento não demonstrado em
  relação aos cuidados à ostomia
 Conhecimento não demonstrado pelo
  prestador de cuidados em relação aos
  cuidados à ostomia



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              Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                UFP
Numa fase pré operatória
 Informar o doente
 Fornecer informação escrita
 Marcar o estoma
 Esclarecer duvidas




                  Trabalho realizado por Mariana
              Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                UFP
Pós-operatório - 1ª etapa
   Ensinar sobre o uso do equipamento de ostomia
    de peça única e de duas peças
   Ensinar sobre cuidados de higiene à ostomia
   Ensinar sobre frequência da eliminação
   Ensinar sobre auto-vigilância
   Ensinar sobre prevenção de complicações
   Ensinar sobre dieta
   Instruir prestador de cuidadados sobre cuidados
    à ostomia
                        Trabalho realizado por Mariana
   Esclarecer dúvidas UFP
                    Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
Pós-operatório – 2ª Etapa
   Assistir sobre o uso de equipamentos às
    ostomias
   Assistir nos cuidados de higiene à ostomia
   Incentivar ao auto-cuidado
   Incentivar o prestador de cuidados nos cuidados
    às ostomias
   Treinar sobre o uso de equipamento
   Incentivar à auto-vigilancia
   Esclarecer dúvidas Oliveira Guimarães, nº22108,
                       Trabalho realizado por Mariana
                   Liberdade
                          UFP
Pós-operatórios – 3ª etapa
   Supervisionar uso de equipamento de
    ostomia
   Supervisionar cuidados de higiene à ostomia
   Planear consulta de estomaterapia em
    ambulatório
   Fornecer contacto de associações
   Informar onde adquirir dispositivos de
    ostomia
   Esclarecer dúvidas
                    Trabalho realizado por Mariana
                Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                  UFP
Alta
   No dia da alta são esclarecidas todas as dúvidas ao
    doente
   É entregue um kit de ostomizado constituido por alguns
    dispositivos de peça única ou de duas peças conforme a
    adaptação do doente, ou caso ainda não esteja
    adaptado a um especifico dispositivos dos dois tipos, um
    molde com varios tamanhos para aplicar no corte da
    placa
   Esclarecimento de todas as duvidas pendentes
   Estado emocional do doente?
                        Trabalho realizado por Mariana
                    Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                      UFP
Imagem Corporal
   Imagem Corporal alterada por presença de
    estoma

Encorajar o doente a expressar os seus sentimentos
Encorajar a olhar e a tocar o local do corpo alterado
Referir ao médico (apoio psicológico


                      Trabalho realizado por Mariana
                  Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                    UFP
Auto-estima
   Auto-estima diminuida por presença de
    ostomia

Estabelecer um relacionamento empatico
Evitar critica destrutiva
Proporcionar privacidade e ambiente seguro
Encorajar a visitas
                    Trabalho realizado por Mariana
                Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                  UFP
Maceração
 Risco de Maceração de pele peri-estomal
 Maceração de pele peri-estomal


Limpar a pele periférica ao estoma
Manter a pele seca
Executar o tratamento à pele macerada

                 Trabalho realizado por Mariana
             Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                               UFP
Desidratação
 Risco de Desidratação
 Desidratação presente


Vigiar sinais de desidratação
Monitorizar entradas e saídas de líquidos
Monitorizar peso corporal
Planear ingestão de líquidos
Ensinar sobre sinais de desidratação
Vigiar eliminaçãoLiberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                   urinária por Mariana
                     Trabalho realizado

                                UFP
Hemorragia
 Risco de hemorragia
 Hemorragia presente


Perda sanguínea pelo estoma
Vigiar pele e mucosas
Vigiar perda sanguínea pelo estoma
Referir ao médico
                 Trabalho realizado por Mariana
             Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                               UFP
Depois da alta clínica
 Os Individuos continuam a ser seguidos
  de forma ambulatória,
 Devem ser informados que o Centro de
  Saúde fornece gratuitamente os sacos e
  placas
 Ser informados
 Ser referenciados para o médico caso
  necessário     Trabalho realizado por Mariana
             Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                               UFP
Observação do Estoma
  • Cor (vermelho vivo ou rosa escuro)
 • Forma (corpo e base do estoma regulares)
 • Tamanho (pós operatório pode ficar
 edemaciada)
 • Integridade da mucosa (ausência de lesões)
 • Protusão (alça intestinal exteriorizada)
 • Humidade (aspecto brilhante - muco)
 • A pele periestomal (higiene e prevenção de
 lesões)
                   Trabalho realizado por Mariana
               Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                 UFP
Características do conteúdo
eliminado
   As fezes no caso duma colostomia devem ser
    sólidas e consistentes - como antes - pelo que
    as bolsas a utilizar serão fechadas.
   As fezes no caso duma ileostomia devem ser
    líquidas e abundantes (mais tarde serão
    pastosas segundo a alimentação) pelo que as
    bolsas a utilizar serão abertas. Incluem pinça
    para vazar o seu conteúdo tantas vezes quantas
    forem necessárias.
                     Trabalho realizado por Mariana
                 Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
                                   UFP
A minha experiencia da consulta




      Trabalho realizado por Mariana
  Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
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Registo da consulta
 Doente vem só ou acompanhado
 Características do estoma
 Complicações caso existam
 Peso do doente




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Bibliografia
   http://www.abraso.org.br/ostomias.html
   http://www.santacasacm.org.br/artigos/artigo.php?id=70
   http://www.dicionarioinformal.com.br/ostomia/
   http://www.apostomizados.pt/pt/item/2-associacao/25-
    laboratorios/36-bbraun
   http://estomoterapiaoeste.wordpress.com/cuidados-a-ostomia/
   http://www.ostomizados.com/paginas_diversas/duvidas_frequentes.
    html
   http://pt.wikipedia.org/wiki/Ostomia
   http://ostomias.no.sapo.pt/
   http://ostomiasemfronteiras.blogspot.com/2011/02/uma-ostomia-
    pode-ser-temporaria-ou.html
                           Trabalho realizado por Mariana
                       Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
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Consulta de estomoterapia3

  • 1.
    Consulta de estomaterapia Mariana Liberdade Oliveira Guimarães Nº 22108
  • 2.
    Consulta de estomaterapia CHVNG  Horário: Segundas e Quintas-feiras, no período da manhã  Local: Serviço de Cirurgia Geral Homens  Efectuada por um Enfermeiro Estomaterapeuta Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 3.
    Estomoterapia O que diz respeito ao Estoma Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 4.
    O que éum ostomizado?  Paciente que foi sujeito à confecção de uma ostomia O que é uma ostomia?  Procedimento cirúrgico que consiste na abertura de um órgão oco, fazendo uma comunicação com o exterior a partir de uma fistula ou estoma Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 5.
    O que éum estomaterapeuta?  É um Enfermeiro especializado em estomaterapia, ou seja, treinado para tratar e lidar com os assuntos que envolvam os estomas.  O título de Estomaterapeuta é concedido pela SOBEST mediante concurso público. Sendo a principal exigência a realização de um curso de especialização. Assim, quando o Enfermeiro conclui a especialização, ainda, não é um estomaterapeuta mas sim um Enfermeiro pós- graduado em estomaterapia (PGET). A denominação de Estomaterapeuta só pode ser usada pelos enfermeiros aprovados no concurso. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 6.
    Ostomias  Podem ser caracterizadas relativamente à duração: Temporárias Permanentes Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 7.
    Ostomias Temporárias  A ostomia temporária pode ser: - decorrente de um trauma (ex: por arma branca ou arma de fogo na região do colon) - necessária se o trato intestinal não puder ser preparado adequadamente para a cirurgia por causa de um bloqueio, por doença ou tecido cicatricial. - necessária para que a cicatrização de uma cirurgia ocorra sem a irritação pela passagem das fezes; - para proteger uma anastomose, tendo em vista o seu fecho num curto espaço de tempo. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 8.
    Ostomias Permanentes  A ostomia permanente é realizada quando o grupo de músculos que controla o recto e consequentemente a eliminação das fezes não funciona adequadamente, requerendo sua remoção, não existindo a possibilidade de restabelecer o trânsito intestinal.  Geralmente estas condições são decorrentes de patologias como: - tumor retal baixo; Trabalho realizado por Mariana - doença inflamatória. UFP Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
  • 9.
    Ostomias  Podem ser Ostomias de Ostomias eliminação Respiratórias classificadas relativamente à sua Urinárias finalidade Intestinais Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 10.
    Algumas Ostomias de EliminaçãoIntestinais Ileostomias Colostomia Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 11.
    Íleostomias  A ileostomia é um tipo se ostomia intestinal que faz a comunicação do intestino delgado, com o exterior. As ileostomias localizam-se sempre no lado inferior direito do abdómen Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 12.
    Colostomia  A colostomia é um tipo de ostomia intestinal que faz a comunicação do cólon com o exterior. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 13.
    Ostomias de Eliminação Urinárias Conducto Ureterostomias Citostomias Nefrostomia ileal ou colónico Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 14.
    Citostomia  O estoma é feito a partir da bexiga. Ureterostomia  O estoma é feito a partir dos ureteres. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 15.
    Nefrostomia  O estoma é feito a partir do rim. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 16.
    Conducto ileal oucolónico  O orifício (estoma) é feito a partir da ligação dos ureteres a uma porção do intestino delgado (íleon, denominando-se conducto ileal) ou grosso (cólon, denominando-se conducto colónico) Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 17.
    Ostomias Respiratórias Traqueostomias Traqueotomias Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 18.
    Traqueotomias e traqueostomias  Traqueotomia o corte cirúrgico feito à altura da traquéia cervical  Nas Traqueostomias É feita uma incisão na traqueia abaixo do ponto congestionado e um tubo é inserido no local para permitir a entrada livre de ar. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 19.
    Complicações das Ostomias Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 20.
    Hemorragia  Perda sanguínea a partir do estoma ou da sutura muco- cutânea  Complicação pouco frequente  Normalmente causada por uma inadequada hemostase durante a construção do estoma  A compressão local normalmente é suficiente Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 21.
    Edema  Engrossamento damucosa e sub-mucosa por acumulação de líquido adquirindo um aspecto pálido e translúcido  Trata-se aplicando soro fisiológico frio, solução glicosada ou açúcar sob o estoma Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 22.
    Isquemia e Necrose Ocorrem quando o fluxo de sangue é interrompido ou insuficiente resultante da não vascularização do intestino, pondo em causa a viabilidade do estoma ou mesmo a morte tecidular.  A isquemia é mais frequente nas primeiras 24 horas pós-operatório  Convem monitorizar a sua evolução ou Trabalho realizado por Mariana cicatrizaçãoLiberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 23.
    Deiscência Muco-cutânea  Adeiscência muco-cutânea é a separação da mucosa intestinal da pele peri-estomal  Se for parcial trata-se com lavagem e espera-se que cicatrize por segunda intenção  Se for total é necessário suturá-lo para evitar uma estenose ou um afundamento Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 24.
    Retracção Afundamento Afundamento Um deslize do intestino, abaixo do nivel da pele  Retracção aparece como um defeito concavo no abdómen devido a uma tracção excessiva ao nível da sutura Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 25.
    Abcesso  É acavidade neoformada num tecido localizado e encapsulado por uma membrana de tecido inflamatório cuja parede interior é denominada por membrana piogénica  Tratamento consiste na drenagem, lavagem com SF, desinfecção e se necessaria administração de antibioterapiaTrabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 26.
    Oclusão  Normalmente provocador, náusea, vómito, distenção abdominal  Se for parcial pode haver perda parcial de grandes quantidades de efluente líquido e consequentemente desiquilibrio electroliquido Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 27.
    Perfuração  Pode serintra ou extra-abdominal  Intra-abdominal pode evoluir para uma peritonite  Extra-abdominal pode evoluir para uma supuração peri-estomal ou fistula externa Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 28.
    Prolapso  Aumento dovolume do estoma que sai fora da parede abdominal mais do que é normal (exteriorização excessiva) É mais frequente nas colostomias transversas que nas ileostomias ou nos condutos ileais  Reduzir a posição de «pé» Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 29.
    Estenose  Aperto dacircunferência do estoma, pode ser interna ou ao nível da pele  Mais frequente nas colostomias Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 30.
    Hérnia  Saliência em redor do estoma, uma tumefacção abdominal que diminui com o paciente deitado Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 31.
    Ulceração  Pequenas lesõesque aparecem na mucosa do estoma  Acontece normalmente quando tem outras complicações associadas como edema ou prolapso Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 32.
    Recidiva de Tumor Aparecimento de protuberâncias na mucosa, união muco-cutânea ou zona peristomal  Trata-se realizando um novo estoma  Se for um pseudopólipos costumam melhorar com nitrato de prata  Se os pólipos forem grandes devem ser ressecados Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 33.
    Granulomas  Lesões nodularesque aparecem na união muco-cutânea  Deve-se cauterizar os granulomas com nitrato de prata Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 34.
    Dermatite de Contacto Reacção inflamatória causada por agentes externos de tipo fisico ou quimico  Dermatites de contacto irritativa provocadas por substancias  Dermatites de contacto alérgicas aparecimento de vermilhidão que pode evoluir para inflamação grave com formação de vesiculas Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 35.
    Candidiase  A candidiase é uma infecção fúngica causada pela Candida Albicans, são vesiculo-pustulosas que se rompem rapidamente dando origem a pequenas erosões, formam muitas vezes placas eritomatosas brilhantes e exsudativas que causam prurido, podendo surgir tambem lesões Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 36.
    Foliculite  Infecção bacteriana causa normalmente por Staphilococcus e Streptococcus  Inflamação dos folículos pilosos em redor do estoma, pode observar-se desde um ponto avermelhado até uma pustula semiesférica perfurada por um pelo e rodeada duma zona ruborizada Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 37.
    Depósito de Cristaisde Fosfato  Cristais de fosfato são depositos esbranquiçados na mucosa estomal ou na pele periestomal, a presença de urina alcalina leva à formação de cristais de fosfato que se depositam no estoma e pele circundante  Deve-se drenar o dispositivo, reforçar a hidratação e acidificar a urina.  A pele peristomal deve ser lavada com uma solução de agua avinagrada, e aplicar durante cerca de 20 minutos compressas embebidas nessa solução  Devemos avisar o paciente que o estoma e a pele circundante ficam esbranquiçados. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 38.
    Consulta de Estomaterapia Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 39.
    Objectivos da Consulta  Apoiar a pessoa ostomizada/família na fase pré-operatória, pós operatória e pós alta, a fim de assegurar a continuidade de cuidados  Detectar problemas, prevenir complicações e reencaminhar para o médico  Colaborar na preparação de exames  Colaborar na reintegração familiar, social e laboral  Promover a autonomia e bem-estar da pessoa ostomizada  Informar sobre os recursos existentes na comunidade  Dar conhecimento sobre a legislação aplicável á pessoa ostomizada  Dar a conhecer os diferentes materiais de ostomia Trabalho realizado por Mariana  Esclarecer dúvidas Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 40.
    Focos  Conhecimento  Imagem Corporal  Auto-estima  Maceração  Desidratação  Hemorragia Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 41.
    Conhecimento  Conhecimento nãodemonstrado em relação aos cuidados à ostomia  Conhecimento não demonstrado pelo prestador de cuidados em relação aos cuidados à ostomia Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 42.
    Numa fase préoperatória  Informar o doente  Fornecer informação escrita  Marcar o estoma  Esclarecer duvidas Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 43.
    Pós-operatório - 1ªetapa  Ensinar sobre o uso do equipamento de ostomia de peça única e de duas peças  Ensinar sobre cuidados de higiene à ostomia  Ensinar sobre frequência da eliminação  Ensinar sobre auto-vigilância  Ensinar sobre prevenção de complicações  Ensinar sobre dieta  Instruir prestador de cuidadados sobre cuidados à ostomia Trabalho realizado por Mariana  Esclarecer dúvidas UFP Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108,
  • 44.
    Pós-operatório – 2ªEtapa  Assistir sobre o uso de equipamentos às ostomias  Assistir nos cuidados de higiene à ostomia  Incentivar ao auto-cuidado  Incentivar o prestador de cuidados nos cuidados às ostomias  Treinar sobre o uso de equipamento  Incentivar à auto-vigilancia  Esclarecer dúvidas Oliveira Guimarães, nº22108, Trabalho realizado por Mariana Liberdade UFP
  • 45.
    Pós-operatórios – 3ªetapa  Supervisionar uso de equipamento de ostomia  Supervisionar cuidados de higiene à ostomia  Planear consulta de estomaterapia em ambulatório  Fornecer contacto de associações  Informar onde adquirir dispositivos de ostomia  Esclarecer dúvidas Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 46.
    Alta  No dia da alta são esclarecidas todas as dúvidas ao doente  É entregue um kit de ostomizado constituido por alguns dispositivos de peça única ou de duas peças conforme a adaptação do doente, ou caso ainda não esteja adaptado a um especifico dispositivos dos dois tipos, um molde com varios tamanhos para aplicar no corte da placa  Esclarecimento de todas as duvidas pendentes  Estado emocional do doente? Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 47.
    Imagem Corporal  Imagem Corporal alterada por presença de estoma Encorajar o doente a expressar os seus sentimentos Encorajar a olhar e a tocar o local do corpo alterado Referir ao médico (apoio psicológico Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 48.
    Auto-estima  Auto-estima diminuida por presença de ostomia Estabelecer um relacionamento empatico Evitar critica destrutiva Proporcionar privacidade e ambiente seguro Encorajar a visitas Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 49.
    Maceração  Risco deMaceração de pele peri-estomal  Maceração de pele peri-estomal Limpar a pele periférica ao estoma Manter a pele seca Executar o tratamento à pele macerada Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 50.
    Desidratação  Risco deDesidratação  Desidratação presente Vigiar sinais de desidratação Monitorizar entradas e saídas de líquidos Monitorizar peso corporal Planear ingestão de líquidos Ensinar sobre sinais de desidratação Vigiar eliminaçãoLiberdade Oliveira Guimarães, nº22108, urinária por Mariana Trabalho realizado UFP
  • 51.
    Hemorragia  Risco dehemorragia  Hemorragia presente Perda sanguínea pelo estoma Vigiar pele e mucosas Vigiar perda sanguínea pelo estoma Referir ao médico Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 52.
    Depois da altaclínica  Os Individuos continuam a ser seguidos de forma ambulatória,  Devem ser informados que o Centro de Saúde fornece gratuitamente os sacos e placas  Ser informados  Ser referenciados para o médico caso necessário Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 53.
    Observação do Estoma • Cor (vermelho vivo ou rosa escuro) • Forma (corpo e base do estoma regulares) • Tamanho (pós operatório pode ficar edemaciada) • Integridade da mucosa (ausência de lesões) • Protusão (alça intestinal exteriorizada) • Humidade (aspecto brilhante - muco) • A pele periestomal (higiene e prevenção de lesões) Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 54.
    Características do conteúdo eliminado  As fezes no caso duma colostomia devem ser sólidas e consistentes - como antes - pelo que as bolsas a utilizar serão fechadas.  As fezes no caso duma ileostomia devem ser líquidas e abundantes (mais tarde serão pastosas segundo a alimentação) pelo que as bolsas a utilizar serão abertas. Incluem pinça para vazar o seu conteúdo tantas vezes quantas forem necessárias. Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 55.
    A minha experienciada consulta Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 56.
    Registo da consulta Doente vem só ou acompanhado  Características do estoma  Complicações caso existam  Peso do doente Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP
  • 57.
    Bibliografia  http://www.abraso.org.br/ostomias.html  http://www.santacasacm.org.br/artigos/artigo.php?id=70  http://www.dicionarioinformal.com.br/ostomia/  http://www.apostomizados.pt/pt/item/2-associacao/25- laboratorios/36-bbraun  http://estomoterapiaoeste.wordpress.com/cuidados-a-ostomia/  http://www.ostomizados.com/paginas_diversas/duvidas_frequentes. html  http://pt.wikipedia.org/wiki/Ostomia  http://ostomias.no.sapo.pt/  http://ostomiasemfronteiras.blogspot.com/2011/02/uma-ostomia- pode-ser-temporaria-ou.html Trabalho realizado por Mariana Liberdade Oliveira Guimarães, nº22108, UFP