Ética Eclesial
Comunitária
Ser humano: ser ético em face do outro
Pessoa, Comunidade e Sociedade
A constituição do sujeito ético na fé cristã
A crise...
Abordagens
 A partir da antropologia e de si mesmo: o ser
humano, criatura e imagem de Deus;
 A partir da práxis e voltado para ela: como
estão agindo os cristãos e o que devo fazer
como crente em Jesus cristo?
 A partir da comunidade cristã: o que
devemos fazer como comunidade que
confessa Jesus Cristo como Senhor?
 A partir de uma filosofia interpretada no
horizonte da fé cristã;
Abordagens
 A partir da sociedade: como as atuais
práticas e estruturas sociais nos desafiam
como cristãos e cristãs?
 A partir de todos esses aspectos
contemplados na Bíblia como Palavra de
Deus;
 A partir dos valores bíblicos e humanos
 A partir das relações existenciais com o
mundo (natureza, sociedade, o outro);
Abordagens
 A partir dos novos e grandes desafios
colocados pela ciência e tecnologia à fé
cristã;
 A partir de mandamentos e princípios da
Bíblia;
 A partir das motivações profundas do ser
humano e em diálogo com a Bíblia;
 A partir do valor pessoa;
cristã que envolve a responsabilidade
 O tema de fundo da teologia bíblica é a
interpelação de Deus e a resposta humana:
 Evento e Palavra
 Teologia é responsiva
 É da responsividade que se constitui o sujeito
da fé e da ética cristã
 Ser de resposta e de palavra
A máquina global
Contexto
 Máquina global
 Individualismo
 Violência
 Guerra
 Empobrecimento
 Fome
Pós-modernidade
 Ceticismo face às “grandes narrativas”
 Estruturas e organizações mais importantes
que pessoas
 Encobrimento da responsabilidade face ao
aparato maquinal anônimo
 Relativismo e crise dos paradigmas
 Permissivismo extremo
 Niilismo
Ética da Comunidade Cristã
 Êthos e Éthos
 Ética cristã como o estudo de nossa ação
apropriada enquanto resposta à presença
de Cristo e de seu Reino nas situações
concretas que a Igreja vive no mundo.
PRAXIS
INTERPELAÇÃO E RESPOSTA: movimento de
constituição do sujeito
TESTEMUNHO
Alter e a alteridade
 O outro e o próximo
 O outro e Cristo
 O outro e Deus
Só sou “eu” porque assim fui constituído diante
de um “tu” e em resposta a esse outro/a que
não eu.
Nossa gênese é solidariamente dependente do
outro. Sociedade e comunidade: sentidos
sociológicos e éticos.
PRAXIS E VALORES
 Vida e validades
 Sentimentos e validades
 Comunidade e validades
 Pessoa e validades
 VALOR ÉTICO: valor originário que dá forma
e sentido a outros valores
Vida cotidiana e ética
 A vida cotidiana como fundo e não como
superfície
 Princípio da vida vivida e da subjetividade
atuante
 Nossos “mundos” entrelaçados
VALORES FORMADORES DE
VALORES
Amor estudo
Justiça dinheiro
Fidelidade conforto
Graça trabalho
Paz família
Pessoa saúde
Fé amizade
compaixão
Uma circunstância pode alterar uma escala de
valores
Praxis do Reino
Atuar com o outro no horizonte de Cristo e do
Reino
Relação “Agápe” e força da Graça
A comunidade como sal e fermento
O Reino como critério e como instância crítica :
transcendência e utopia
Pensar as validades
Valor e valor ético
Aspectos do valor ético
O valor ético e a responsabilidade da Igreja
Ética da Igreja: o tempo e o Reino de Deus
Ética da Comunidade Cristã
Ser cristão: pessoa na comunidade de Cristo
como sujeito ético
A Igreja como sujeito ético
A Igreja responsável pela criação no horizonte
da Nova Criação
Dimensão pública da ética cristã comunitária
Bíblia: responsabilidade face a face
O ser humano como Imago Dei:
Imago natural
Imago política
Imago ética
A Nova Criação e a Imago Christi
Pecado
Apropriação indébita e dominadora da criação e
do outro/a
Formas de relacionamento idolátrica e
fetichizada
O pecado social : conexão social para o mal
A crise humana, a crise do mundo, a morte,
Moral social e ética comunitária
Moral vigente: necessidade, ambigüidade,
opressão, dissipação
Carne, mundo, século
Consciência moral e responsabilidade ética
cristã
O princípio Babilônia
Estrutura e ordem opressora; “Egito”.
Uma ordem opressora sacrifica valores mais
altos a valores mais baixos e justifica a
inversão. Estruturação que replica o mal.
Pode fazer o mal virar bem e o bem virar mal.
 A Máquina: Matrix
Transformação em Cristo
 Transformação da pessoa
 Transformação comunitária
 Transformação social
 As novas validades sob a ótica da Graça
 As novas validades e a força do Espírito
 As novas validades do Reino e da Nova
Criação
O princípio Nova Jerusalém
 Ética e escatologia
 O Sermão do Monte e sua significação para a
ética comunitária
 Amor, Poder e Justiça em perspectiva
escatológica
Responsabilidade ética e mundo atual
 A crise
 As respostas da Igreja como
responsabilidade diante de si mesma, diante
do outro e diante de Deus
 Por que a Igreja tem falhado?

éTica comunitária

  • 1.
    Ética Eclesial Comunitária Ser humano:ser ético em face do outro Pessoa, Comunidade e Sociedade A constituição do sujeito ético na fé cristã
  • 2.
  • 3.
    Abordagens  A partirda antropologia e de si mesmo: o ser humano, criatura e imagem de Deus;  A partir da práxis e voltado para ela: como estão agindo os cristãos e o que devo fazer como crente em Jesus cristo?  A partir da comunidade cristã: o que devemos fazer como comunidade que confessa Jesus Cristo como Senhor?  A partir de uma filosofia interpretada no horizonte da fé cristã;
  • 4.
    Abordagens  A partirda sociedade: como as atuais práticas e estruturas sociais nos desafiam como cristãos e cristãs?  A partir de todos esses aspectos contemplados na Bíblia como Palavra de Deus;  A partir dos valores bíblicos e humanos  A partir das relações existenciais com o mundo (natureza, sociedade, o outro);
  • 5.
    Abordagens  A partirdos novos e grandes desafios colocados pela ciência e tecnologia à fé cristã;  A partir de mandamentos e princípios da Bíblia;  A partir das motivações profundas do ser humano e em diálogo com a Bíblia;  A partir do valor pessoa;
  • 6.
    cristã que envolvea responsabilidade  O tema de fundo da teologia bíblica é a interpelação de Deus e a resposta humana:  Evento e Palavra  Teologia é responsiva  É da responsividade que se constitui o sujeito da fé e da ética cristã  Ser de resposta e de palavra
  • 7.
  • 8.
    Contexto  Máquina global Individualismo  Violência  Guerra  Empobrecimento  Fome
  • 9.
    Pós-modernidade  Ceticismo faceàs “grandes narrativas”  Estruturas e organizações mais importantes que pessoas  Encobrimento da responsabilidade face ao aparato maquinal anônimo  Relativismo e crise dos paradigmas  Permissivismo extremo  Niilismo
  • 10.
    Ética da ComunidadeCristã  Êthos e Éthos  Ética cristã como o estudo de nossa ação apropriada enquanto resposta à presença de Cristo e de seu Reino nas situações concretas que a Igreja vive no mundo. PRAXIS INTERPELAÇÃO E RESPOSTA: movimento de constituição do sujeito TESTEMUNHO
  • 11.
    Alter e aalteridade  O outro e o próximo  O outro e Cristo  O outro e Deus Só sou “eu” porque assim fui constituído diante de um “tu” e em resposta a esse outro/a que não eu. Nossa gênese é solidariamente dependente do outro. Sociedade e comunidade: sentidos sociológicos e éticos.
  • 12.
    PRAXIS E VALORES Vida e validades  Sentimentos e validades  Comunidade e validades  Pessoa e validades  VALOR ÉTICO: valor originário que dá forma e sentido a outros valores
  • 13.
    Vida cotidiana eética  A vida cotidiana como fundo e não como superfície  Princípio da vida vivida e da subjetividade atuante  Nossos “mundos” entrelaçados
  • 14.
    VALORES FORMADORES DE VALORES Amorestudo Justiça dinheiro Fidelidade conforto Graça trabalho Paz família Pessoa saúde Fé amizade compaixão Uma circunstância pode alterar uma escala de valores
  • 15.
    Praxis do Reino Atuarcom o outro no horizonte de Cristo e do Reino Relação “Agápe” e força da Graça A comunidade como sal e fermento O Reino como critério e como instância crítica : transcendência e utopia
  • 16.
    Pensar as validades Valore valor ético Aspectos do valor ético O valor ético e a responsabilidade da Igreja Ética da Igreja: o tempo e o Reino de Deus
  • 17.
    Ética da ComunidadeCristã Ser cristão: pessoa na comunidade de Cristo como sujeito ético A Igreja como sujeito ético A Igreja responsável pela criação no horizonte da Nova Criação Dimensão pública da ética cristã comunitária
  • 18.
    Bíblia: responsabilidade facea face O ser humano como Imago Dei: Imago natural Imago política Imago ética A Nova Criação e a Imago Christi
  • 19.
    Pecado Apropriação indébita edominadora da criação e do outro/a Formas de relacionamento idolátrica e fetichizada O pecado social : conexão social para o mal A crise humana, a crise do mundo, a morte,
  • 20.
    Moral social eética comunitária Moral vigente: necessidade, ambigüidade, opressão, dissipação Carne, mundo, século Consciência moral e responsabilidade ética cristã
  • 21.
    O princípio Babilônia Estruturae ordem opressora; “Egito”. Uma ordem opressora sacrifica valores mais altos a valores mais baixos e justifica a inversão. Estruturação que replica o mal. Pode fazer o mal virar bem e o bem virar mal.  A Máquina: Matrix
  • 22.
    Transformação em Cristo Transformação da pessoa  Transformação comunitária  Transformação social  As novas validades sob a ótica da Graça  As novas validades e a força do Espírito  As novas validades do Reino e da Nova Criação
  • 23.
    O princípio NovaJerusalém  Ética e escatologia  O Sermão do Monte e sua significação para a ética comunitária  Amor, Poder e Justiça em perspectiva escatológica
  • 24.
    Responsabilidade ética emundo atual  A crise  As respostas da Igreja como responsabilidade diante de si mesma, diante do outro e diante de Deus  Por que a Igreja tem falhado?