O documento discute o papel dos cristãos leigos na igreja e na sociedade, enfatizando sua importância como sujeitos eclesiais e missionários na transformação social, política e cultural. Destaca a necessidade de formar um laicado maduro e comprometido, que atue de maneira autônoma e responsável, em sintonia com a doutrina social da igreja. Também aborda desafios contemporâneos, como a secularização, individualismo e exclusão, propondo uma igreja aberta ao diálogo e à escuta das urgências do mundo.