O documento discute a ética na captação de recursos financeiros, apontando dilemas morais relacionados à organização beneficiada, ao captador e à relação entre eles. Defende que a perspectiva antropológica de seres humanos capazes de bons atos e virtude deve ser considerada à luz da Bíblia e teologia reformada, valorizando a filantropia. A captação requer ênfase no diálogo e cultivo da virtude para lidar com questões morais, sem descartar um modelo deontológico base