• “Agosto Lilás” é uma campanha de
conscientização pelo fim da
violência contra a mulher. Ela faz
referência ao aniversário da Lei
Maria da Penha, instituída pela Lei
nº 11.340 (de 07 de agosto de
2006), que em 2022 completou 16
anos. A cor lilás simboliza respeito,
dignidade, devoção, piedade,
sinceridade, espiritualidade,
purificação e transformação.
Dados
• Pesquisas como do Instituto Datafolha,
intitulada “Uma em cada quatro
mulheres foi vítima de algum tipo de
violência na pandemia no
Brasil”, apontam que todos os
dias milhares de mulheres sofrem
algum tipo de violência, seja ela física,
moral, psicológica, sexual ou
patrimonial.
Violência
Física
Violência
Psicológica
Exemplos de
violência
psicológica
• AMEAÇAS
• CONSTRANGIMENTO
• HUMILHAÇÃO
• MANIPULAÇÃO
• ISOLAMENTO (PROIBIR DE ESTUDAR E VIAJAR OU DE FALAR COM
AMIGOS E PARENTES)
• VIGILÂNCIA CONSTANTE
• PERSEGUIÇÃO CONTUMAZ
• INSULTOS
• CHANTAGEM
• EXPLORAÇÃO
• LIMITAÇÃO DO DIREITO DE IR E VIR
• RIDICULARIZAÇÃO
• TIRAR A LIBERDADE DE CRENÇA
• DISTORCER E OMITIR FATOS PARA DEIXAR A MULHER EM DÚVIDA
SOBRE A SUA MEMÓRIA E SANIDADE (GASLIGHTING)
VIOLÊNCIA
SEXUAL
• Trata-se de qualquer
conduta que constranja a
presenciar, a manter ou a
participar de relação sexual
não desejada mediante
intimidação, ameaça,
coação ou uso da força.
• ESTUPRO
• OBRIGAR A MULHER A FAZER ATOS
SEXUAIS QUE CAUSAM
DESCONFORTO OU REPULSA
• IMPEDIR O USO DE MÉTODOS
CONTRACEPTIVOS OU FORÇAR A
MULHER A ABORTAR
• FORÇAR MATRIMÔNIO, GRAVIDEZ
OU PROSTITUIÇÃO POR MEIO DE
COAÇÃO, CHANTAGEM, SUBORNO
OU MANIPULAÇÃO
• LIMITAR OU ANULAR O EXERCÍCIO
DOS DIREITOS SEXUAIS E
REPRODUTIVOS DA MULHER
VIOLÊNCIA
PATRIMONIAL
• Entendida como qualquer
conduta que configure retenção,
subtração, destruição parcial ou
total de seus objetos,
instrumentos de trabalho,
documentos pessoais, bens,
valores e direitos ou recursos
econômicos, incluindo os
destinados a satisfazer suas
necessidades.
CAUSAR DANOS
PROPOSITAIS A
OBJETOS DA
MULHER OU
DOS QUAIS ELA
GOSTE
PRIVAR DE
BENS, VALORES
OU RECURSOS
ECONÔMICOS
ESTELIONATO
FURTO,
EXTORSÃO OU
DANO
DESTRUIÇÃO
DE
DOCUMENTOS
PESSOAIS
DEIXAR DE
PAGAR PENSÃO
ALIMENTÍCIA
CONTROLAR O
DINHEIRO
VIOLÊNCIA
MORAL
É considerada qualquer
conduta que configure
calúnia, difamação ou injúria.
• ACUSAR A MULHER DE TRAIÇÃO
• EMITIR JUÍZOS MORAIS SOBRE A CONDUTA
• FAZER CRÍTICAS MENTIROSAS
• EXPOR A VIDA ÍNTIMA
• REBAIXAR A MULHER POR MEIO DE XINGAMENTOS QUE INCIDEM SOBRE A SUA ÍNDOLE
• DESVALORIZAR A VÍTIMA PELO SEU MODO DE SE VESTIR
CULTURA DA
VIOLÊNCIA E
DISCRIMINAÇÃO
• Seja na esfera pública ou
privada, os abusos contra a
mulher ocorrem de muitas
formas. Frases como:
Entre tantas outras, compõem o
panorama cultural de uma sociedade
patriarcal que legitima, banaliza,
promove e silencia diante da violência
contra a mulher.
Mudar essa mentalidade e combater
os estereótipos de gênero é uma
maneira de enfrentar e não tolerar
mais esse tipo de agressão.
Maria da Penha
Trecho do
livro Sobrevivi...
posso
contar (1994)
• Conhecia também uma violência
praticada de forma quase invisível,
que é o preconceito contra as
mulheres, desrespeito que abre
caminho para atos mais severos e
graves contra nós. Apesar de nossas
conquistas, mesmo não tendo as
melhores oportunidades, ainda
costumam dizer que somos
inferiores, e isso continua a
transparecer em comentários
públicos, piadas, letras de músicas,
filmes ou peças de publicidade.
Dizem que somos más motoristas,
que gostamos de ser agredidas, que
devemos nos restringir à cozinha, à
cama ou às sombras.
Lei Maria Da Penha
• A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) define que a violência
doméstica contra a mulher é crime e aponta as formas de evitar,
enfrentar e punir a agressão. Também indica a responsabilidade que
cada órgão público tem para ajudar a mulher que está sofrendo a
violência.
• Com a Lei Maria da Penha, o juiz e a autoridade policial (em situações
especificadas previstas em lei) passaram a ter poderes para conceder
as medidas protetivas de urgência.
Feminicídio aumenta e escola pode ajudar a
evitar
• Dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP)
mostram números alarmantes de mulheres que foram vítimas de violência no Estado,
com um acumulado de 138,8 mil ocorrências registradas entre junho de 2021 e junho
deste ano.
O número de vítimas de feminicídio em Santa Catarina dobrou neste ano. De janeiro até
maio, 26 mulheres perderam a vida por conta da condição de gênero. No mesmo
período do ano passado foram 13 casos.
• Um balanço no Paraná, da Secretaria de Estado Segurança Pública (Sesp), mostra que
uma mulher morreu vítima de feminicídio a cada cinco dias no estado no primeiro
trimestre deste ano. Conforme os dados, foram 19 crimes registrados entre janeiro e
março de 2022.
“Hoje cada dia mais no Brasil a gente vive a repressão doméstica e a violência contra a
mulher é uma das grandes preocupações da sociedade e da comunidade educacional. A
escola é um espaço de debate, de discussão, de formação. É importante que desde
pequenininhos tenhamos essa preocupação sobre a discussão de gênero e que a escola
seja um dos espaços formais onde se discuta a o combate à violência contra a mulher",
disse Berenice D’Arc Jacinto.
• Existe em nosso meio, infelizmente, um machismo estrutural, sem falar no desemprego e
a pobreza que tanto têm afetado ainda mais as nossas mulheres. O poder aquisitivo da
população brasileira tem diminuído drasticamente, principalmente durante a pandemia e
agora na pós-pandemia e com isso as mulheres foram as mais prejudicadas.
ONU lança a campanha #ParaCadaUma, contra a violência doméstica e familiar no Brasil
vidas partidas
Agosto Lilás.pptx

Agosto Lilás.pptx

  • 2.
    • “Agosto Lilás”é uma campanha de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Ela faz referência ao aniversário da Lei Maria da Penha, instituída pela Lei nº 11.340 (de 07 de agosto de 2006), que em 2022 completou 16 anos. A cor lilás simboliza respeito, dignidade, devoção, piedade, sinceridade, espiritualidade, purificação e transformação.
  • 3.
    Dados • Pesquisas comodo Instituto Datafolha, intitulada “Uma em cada quatro mulheres foi vítima de algum tipo de violência na pandemia no Brasil”, apontam que todos os dias milhares de mulheres sofrem algum tipo de violência, seja ela física, moral, psicológica, sexual ou patrimonial.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
    Exemplos de violência psicológica • AMEAÇAS •CONSTRANGIMENTO • HUMILHAÇÃO • MANIPULAÇÃO • ISOLAMENTO (PROIBIR DE ESTUDAR E VIAJAR OU DE FALAR COM AMIGOS E PARENTES) • VIGILÂNCIA CONSTANTE • PERSEGUIÇÃO CONTUMAZ • INSULTOS • CHANTAGEM • EXPLORAÇÃO • LIMITAÇÃO DO DIREITO DE IR E VIR • RIDICULARIZAÇÃO • TIRAR A LIBERDADE DE CRENÇA • DISTORCER E OMITIR FATOS PARA DEIXAR A MULHER EM DÚVIDA SOBRE A SUA MEMÓRIA E SANIDADE (GASLIGHTING)
  • 7.
    VIOLÊNCIA SEXUAL • Trata-se dequalquer conduta que constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força.
  • 8.
    • ESTUPRO • OBRIGARA MULHER A FAZER ATOS SEXUAIS QUE CAUSAM DESCONFORTO OU REPULSA • IMPEDIR O USO DE MÉTODOS CONTRACEPTIVOS OU FORÇAR A MULHER A ABORTAR • FORÇAR MATRIMÔNIO, GRAVIDEZ OU PROSTITUIÇÃO POR MEIO DE COAÇÃO, CHANTAGEM, SUBORNO OU MANIPULAÇÃO • LIMITAR OU ANULAR O EXERCÍCIO DOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS DA MULHER
  • 9.
    VIOLÊNCIA PATRIMONIAL • Entendida comoqualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas necessidades.
  • 10.
    CAUSAR DANOS PROPOSITAIS A OBJETOSDA MULHER OU DOS QUAIS ELA GOSTE PRIVAR DE BENS, VALORES OU RECURSOS ECONÔMICOS ESTELIONATO FURTO, EXTORSÃO OU DANO DESTRUIÇÃO DE DOCUMENTOS PESSOAIS DEIXAR DE PAGAR PENSÃO ALIMENTÍCIA CONTROLAR O DINHEIRO
  • 11.
    VIOLÊNCIA MORAL É considerada qualquer condutaque configure calúnia, difamação ou injúria.
  • 12.
    • ACUSAR AMULHER DE TRAIÇÃO • EMITIR JUÍZOS MORAIS SOBRE A CONDUTA • FAZER CRÍTICAS MENTIROSAS • EXPOR A VIDA ÍNTIMA • REBAIXAR A MULHER POR MEIO DE XINGAMENTOS QUE INCIDEM SOBRE A SUA ÍNDOLE • DESVALORIZAR A VÍTIMA PELO SEU MODO DE SE VESTIR
  • 13.
    CULTURA DA VIOLÊNCIA E DISCRIMINAÇÃO •Seja na esfera pública ou privada, os abusos contra a mulher ocorrem de muitas formas. Frases como:
  • 14.
    Entre tantas outras,compõem o panorama cultural de uma sociedade patriarcal que legitima, banaliza, promove e silencia diante da violência contra a mulher. Mudar essa mentalidade e combater os estereótipos de gênero é uma maneira de enfrentar e não tolerar mais esse tipo de agressão.
  • 15.
    Maria da Penha Trechodo livro Sobrevivi... posso contar (1994) • Conhecia também uma violência praticada de forma quase invisível, que é o preconceito contra as mulheres, desrespeito que abre caminho para atos mais severos e graves contra nós. Apesar de nossas conquistas, mesmo não tendo as melhores oportunidades, ainda costumam dizer que somos inferiores, e isso continua a transparecer em comentários públicos, piadas, letras de músicas, filmes ou peças de publicidade. Dizem que somos más motoristas, que gostamos de ser agredidas, que devemos nos restringir à cozinha, à cama ou às sombras.
  • 16.
    Lei Maria DaPenha • A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) define que a violência doméstica contra a mulher é crime e aponta as formas de evitar, enfrentar e punir a agressão. Também indica a responsabilidade que cada órgão público tem para ajudar a mulher que está sofrendo a violência. • Com a Lei Maria da Penha, o juiz e a autoridade policial (em situações especificadas previstas em lei) passaram a ter poderes para conceder as medidas protetivas de urgência.
  • 19.
    Feminicídio aumenta eescola pode ajudar a evitar • Dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP) mostram números alarmantes de mulheres que foram vítimas de violência no Estado, com um acumulado de 138,8 mil ocorrências registradas entre junho de 2021 e junho deste ano. O número de vítimas de feminicídio em Santa Catarina dobrou neste ano. De janeiro até maio, 26 mulheres perderam a vida por conta da condição de gênero. No mesmo período do ano passado foram 13 casos.
  • 20.
    • Um balançono Paraná, da Secretaria de Estado Segurança Pública (Sesp), mostra que uma mulher morreu vítima de feminicídio a cada cinco dias no estado no primeiro trimestre deste ano. Conforme os dados, foram 19 crimes registrados entre janeiro e março de 2022. “Hoje cada dia mais no Brasil a gente vive a repressão doméstica e a violência contra a mulher é uma das grandes preocupações da sociedade e da comunidade educacional. A escola é um espaço de debate, de discussão, de formação. É importante que desde pequenininhos tenhamos essa preocupação sobre a discussão de gênero e que a escola seja um dos espaços formais onde se discuta a o combate à violência contra a mulher", disse Berenice D’Arc Jacinto.
  • 21.
    • Existe emnosso meio, infelizmente, um machismo estrutural, sem falar no desemprego e a pobreza que tanto têm afetado ainda mais as nossas mulheres. O poder aquisitivo da população brasileira tem diminuído drasticamente, principalmente durante a pandemia e agora na pós-pandemia e com isso as mulheres foram as mais prejudicadas. ONU lança a campanha #ParaCadaUma, contra a violência doméstica e familiar no Brasil
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