O documento discute três ideias preconcebidas sobre naming: (1) que nomes precisam ser curtos; (2) que nomes precisam ser fáceis de falar; e (3) que associações negativas devem ser evitadas. O autor argumenta que esses não são critérios absolutos e que nomes originais podem construir sua própria significação independentemente de tamanho, som ou associações iniciais.