Este documento analisa nomes incomuns de empresas e produtos no Brasil, discutindo os prós e contras destes nomes na visão mercadológica e popular. Exemplos incluem nomes de cachaças, doces, drinks e empresas com nomes de duplo sentido ou que geram interpretações sarcásticas. O documento conclui que um nome bom não garante um bom produto, e vice-versa, e que o trabalho contínuo de construção da marca é mais importante do que apenas o nome.