POLÍTICAS DE SAÚDE – SUS – Lei
8.080 Criada em 19/09/1990

Professor:Marcio Pinto
POLÍTICAS DE SAÚDE – SUS – Lei
8.080 Criada em 19/09/1990

Professor:Marcio Pinto
Dispõe sobre:
Condições para promoção, proteção e
recuperação da saúde
 Organizacão e funcionamento dos serviços de
saúde (públicos ou privados) em todo território
nacional (Art. 1°)
 Disposições Gerais (Lei 8.080/90- Art. 2°)
SAÚDE = DIREITO fundamental do ser humano
= DEVER do Estado - ( políticas sociais
e econômicas que visem reduzir riscos e
agravos à saúde)

O

acesso às ações e serviços de saúde
(promoção,proteção e recuperação) deve
universal e igualitário.

O

dever do Estado NÃO exclui a
responsabilidade das pessoas, da família,
das empresas e da sociedade.


Art. 2° A saúde é um direito fundamental do ser humano,
devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao
seu pleno exercício.



§1° O dever do Estado de garantir a saúde consiste na
formulação e execução de políticas econômicas e
sociais que visem à redução de riscos de doenças e
de outros agravos e no estabelecimento de condições
que assegurem acesso universal e igualitário às
ações e aos serviços para a sua promoção,.proteção
ti recuperação.
§ 2° O dever do Estado não exclui o das pessoas, da
família, das empresas e da sociedade.
Disposições Gerais (Lei 8.8080/90-Art 3°)
Fatores Determinantes e Condicionantes de
Saúde:
Alimentação;
Trabalho;
Moradia;
Renda;
Saneamento básico;
Educação;
Meio ambiente;
Transporte
Acesso aos bens e serviços essenciais, entre outros




Art. 3 :Parágrafo único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por
força do disposto no artigo anterior, se destinam a qarantir às pessoas e à
coletividade condições de bem-estar físico. mental e social. ".
Definicão do SUS (Lei 8.080/90 - Art.40)
conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por
Instituições públicas federais, estaduais e municipais, :
da Administração direta, indireta, e pelas Fundações
Públicas ...
Ex. Unidades de saúde, Hospitais (incluindo os HUs),
Laboratórios, hemocentros, Institutos de pesquisa etc.


Estão incluídas: Instituições (F, E, M) de controle de
qualidade, pesquisa, produção de medicamentos,
sangue e hemoderivados, equipamentos para a saúde
...de forma COMPLEMENTAR pelas Instituições
Privadas






Art. 4º - O conjunto de ações e serviços de saúde,
prestados por órgãos e instituições públicas federais,
estaduais e municipais, da administração direta e indireta
e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o
Sistema Único de Saúde - SUS.
§ 1º - Estão incluídas no disposto neste artigo as
instituições públicas federais, estaduais e municipais de
controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos,
medicamentos inclusive de sangue e hemoderivados, e
de equipamentos para a saúde.
§ 2º - A iniciativa privada poderá participar do Sistema
Único de Saúde - SUS, em caráter complementar.
Objetivos do SUS (Lei 8080/90 Art. 5°)
A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e
determinantes de saúde;
 A formulação de política de saúde ...
 A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção,
proteção e recuperação de saúde, com a realização integrada
das ações assistenciais e das atividades preventivas
Execuções de ações de:
 Vigilância sanitária
ambientes
 Vigilância epidemiológica
medidas de prevenção e controle
das doenças ou agravos
 Saúde do trabalhador
vigilância epidemiológica + vigilância
sanitária ligadas à atividade profissional do trabalhador

















saneamento básico - formulação da política e execução de
ações
ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde
vigilância nutricional e a orientação alimentar
proteção ao meio ambiente, nele compreendido o do trabalho
a formulação da política de medicamentos, equipamentos,
Imunobiológicos
o controle e a fiscalização de :
serviços, produtos e substâncias de interesse para a saúde
a participação no controle e na fiscalização de: produtos
psicoativos, tóxicos e radioativos (produção, transporte, guarda
e utilização) ,,'
desenvolvimento científico e tecnológico em sua área de
atuação
formulação e execução da política de sangue e seus derivados
Vigilância Sanitária (Lei 8.080- Art.60 §10)






Art. 6° - § 10 Entende-se por vigilância sanitária um
conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir
riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários
decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação
de bens e da prestação de serviços de interesse da
saúde. abrangendo:
I - o controle de bens de consumo que, direta ou
indiretamente,
se
relacionem
com
a
saúde,
compreendidas todas as etapas e processos, da
produção ao consumo; e
II - o controle da prestação de serviços que se
relacionam direta ou Indiretamente com a saúde.
Vigilância Epidemiológica (Lei 8.080- Art.60 §20)
 Entende-se

por vigilância epidemiológica um
conjunto de ações que proporcionam o
conhecimento, a detecção ou prevenção de
qualquer
mudança
nos
fatores
determinantes e condicionantes de saúde
individual ou coletiva, com a finalidade de
recomendar e adotar as medidas de
prevenção e controle das doenças ou
agravos.
Saúde do Trabalhador
um conjunto de atividades que se destina, através das ações
de vigilância epidemiológica, sanitária, à promoção e proteção
da saúde dos trabalhadores
 visa à recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores
submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de
trabalho, abrangendo:
A saúde do trabalhador abrange:
I - assistência ao trabalhador vítima de acidentes de trabalho ou
portador de doença profissional e do trabalho:
II - participação, no âmbito de competência do Sistema Único de
Saúde (SUS), em estudos, pesquisas, avaliação e controle dos
riscos e agravos potenciais à saúde existentes no processo de
trabalho;






III - participação, no âmbito de competência do Sistema Único de
Saúde (SUS), da normatização, fiscalização e controle das
condições de produção, extração, armazenamento, transporte,
distribuição e manuseio de substancias, de produtos, maquinas e
de equipamentos que apresentem riscos a saúde do trabalhador;
IV - avaliação do impacto Que as tecnologias provocam à saúde
V - informação ao trabalhador e à sua respectiva entidade
sindical e às empresas sobre os riscos de acidentes de trabalho,
doença profissional e do trabalho, bem como os resultados de
fiscalizações, avaliações' ambientais e exames de saúde, de
admissão, periódicos e de demissão, respeitados os preceitos da
ética profissional;






VI - participação na normatização. fiscalização e controle
dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições e
empresas públicas e privadas;
VII- revisão periódica da Iistagem oficial de doenças
originadas no processo de trabalho, tendo na sua
elaboração colaboração das entidades sindicais; e
VIII – a garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer
ao órgão competente a interdição de máquina, de setor de
serviço ou de todo ambiente de trabalho, quando houver
exposição a risco iminente para a vida ou saúde dos
trabalhadores.
SUS-Construção
Princípios Doutrinários:
•Universalização
•Equidade
•Integralidade
Princípios Organizativos
•Regionalização e
Hierarquização
•Descentralização e comando
único
•Participação popular
SUS-Construção
Arcabouço Jurídico-Legal:
Constituição da república
Leis Orgânicas da Saúde
NOBs (Normas Operacionais Básicas)
NOAS(Norma Operacional da Assistência)
Constituição da República
 Artigo

196 -“A saúde é direito de todos e
dever do Estado, garantido mediante
políticas sociais e econômicas que visem à
redução do risco de doença e de outros
agravos e ao acesso universal igualitário às
ações e serviços para sua promoção,
proteção e recuperação”.
Constituição da República
“As ações e serviços públicos de saúde
integram uma rede regionalizada e
hierarquizada e constituem um Sistema
Único, organizado de acordo com as
seguintes diretrizes:
descentralização,
atendimento
integral,
participação
da
comunidade”...
Lei 8080(19/09/1990)


Dispõe sobre as condições para a promoção,
proteção e recuperação da saúde, a organização e o
funcionamento dos serviços correspondentes,
regulando em todo o território nacional, as ações e
os serviços executados, isolada ou conjuntamente,
em caráter permanente ou eventual, por pessoas
naturais de diteito público ou privado através de
entidades vinculadas ao sistema, observando o
princípio da eqidade, da integralidade, da
resolutividade e da gratuidade.
O que diz a Lei 8080?





Das disposições gerais:
A saúde é um direito fundamental do ser humano,
devendo o Estado prover as coindições ideais ao
seu pleno exercício;
A saúde tem como fatores determinantes e
condicionantes, entre outros, a alimentação, a
moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o
trabalho…
Lei 8142- 28 /12/1990

 Dispõe

sobre a participação da comunidade
na gestão do SUS e sobre as transferências
intergovernamentais de recursos financeiros
na área da saúde.
Participação da Comunidade






Conferências de Saúde
Reunirá a cada quatro anos com a representação
dos diversos segmentos sociais para avaliar a
situaçào de saúde e propor as diretrizes para a
formulação da política de saúde;
Conselhos de Saúde
Órgão colegiado composto por representantes do
governo, prestadores de serviço, profissionais de
saúde e usuários. Caráter permanente e
deliberativo. Atua na formulação de estratégias e no
controle da execução da política de saúde na
instância correspondente.
Quanto à transferência de recursos
 Os

Municípios, os Estados e o Distrito
Federal deverão contar com Fundo de
Saúde, Conselho de Saúde, Relatórios de
Gestão, contrapartida de recursos para a
saúde no respectivo orçamento e Comissão
de elaboração do Plano de Carreira , Cargos
e Salários.
Normas Operacionais Básicas
Entre os objetivos das Normas Operacionais temos:
• Induzir e estimular mudanças;
• Aprofundar e reorientar a implementação do SUS;
• Definir novos objetivos estratégicos, prioridades,
diretrizes, e movimentos tático-operacionais;
• Regular as relações entre seus gestores;
• Normatizar o SUS.
NOB 01/91
Os principais pontos da NOB/SUS 01/91 são:
 Equiparar prestadores públicos e privados, no que
se refere à modalidade de financiamento que passa
a ser, em ambos os casos, por pagamento pela
produção de
serviços;
 Centraliza a gestão do SUS no nível federal;
 Estabelece o instrumento convenial como forma de
transferência de recursos Federais para os Estados,
Distrito Federal e Municípios.
NOB 01/91
Considera como “municipalizados” dentro do SUS, os
municípios que atendam os requisitos básicos:
(a) criação dos Conselhos Municipais de Saúde;
(b) criação do Fundo Municipal de Saúde;
(c) Plano Municipal de Saúde aprovado pelos respectivos
Conselhos;
(d) Programação e Orçamentação da Saúde (PROS) como
detalhamento do Plano de Saúde;
(e) Contrapartida de recursos para a saúde do seu orçamento;
(f) Constituição de Comissão de Elaboração do Plano de Carreira,
Cargos e Salários(PCCS) com o prazo de dois anos para a sua
implantação.

NOB 01/93
 Formalizou

os princípios aprovados na 9ª
Conferência Nacional de Saúde (realizada
em 1992), que teve como tema central “a
municipalização é o caminho”, e
desencadeou um amplo processo de
municipalização da gestão com habilitação
dos municípios nas condições de gestão
criadas.
Os principais pontos da NOB 01/93
são:






Cria transferência regular e automática (fundo a
fundo) do teto global da assistência para municípios;
Habilita municípios como gestores;
Define o papel dos Estados de forma frágil, mas
esses, ainda assim, passam a assumir o papel de
gestor do sistema estadual de saúde;
São constituídas as Comissões Intergestores
Bipartite (de âmbito estadual) e Tripartite (nacional)
como importantes espaços de negociação,
pactuação, articulação, integração entre gestores.
NOB 01/96
A

NOB/SUS 01/96 promoveu um avanço no
processo de descentralização, criando novas
condições de gestão para os municípios e
Estados, caracterizando as
responsabilidades sanitárias do município
pela saúde de seus cidadãos e redefinindo
competências de Estados e municípios.
NOAS 01/2002 (Norma Operacional de
Assistência à Saúde)


Estabelece o processo de regionalização como estratégia
de hierarquização dos serviços de saúde e de busca de
maior equidade.

“
“O processo de regionalização deverá contemplar uma
lógica de planejamento integrado, compreendendo as
noções de territorialidade na identificação das prioridades
de intervenção e de conformação de sistemas funcionais
de saúde, não necessariamente restritos à abrangência
municipal, mas respeitando seus limites como unidade
indivisível, de forma a garantir o acesso dos cidadãos a
todas as ações e serviços necessários para resolução de
seus problemas de saúde, otimizando os recursos
disponíveis.”
NOAS 01/2002 (Norma Operacional de
Assistência à Saúde)


Três grupos de estratégias articuladas :



I



II – Fortalecimento da Capacidade de Gestão do SUS



III – Revisão de Critérios de Habilitação de
Municípios e Estados

– Regionalização e Organização da Assistência
Regionalização
 Desafios
 Definição

da divisão de responsabilidades entre
estados e municípios.
 Integração entre sistemas municipais.
 Planejamento e organização funcional do sistema.
 Financiamento e critérios de alocação de recursos orientação pelas necessidades da população e
aumento de transferências fundo a fundo.
 Resolutividade e acesso aos serviços.
Regionalização
1. Elaboração do Plano Diretor de
Regionalização
2. Ampliação da Atenção Básica
3. Qualificação das Microrregiões na
Assistência à Saúde
4. Organização da Média Complexidade
5. Política para a Alta Complexidade
1. Elaboração do Plano Diretor de Regionalização



Integra o Plano Estadual de Saúde
Conteúdo mínimo do plano de regionalização:
- organização do território estadual em regiões e
microrregiões de saúde;
- identificação das prioridades de intervenção em cada
região/microrregião;
- Plano Diretor de Investimentos;
- inserção e papel de todos os municípios nas microrregiões
de saúde, com identificação dos municípios sede, de sua
área de abrangência e dos fluxos de referência;
1. Elaboração do Plano Diretor de
Regionalização


Conteúdo mínimo do plano de regionalização:
- mecanismos de relacionamento intermunicipal (sistema de
referência);
- mecanismos de organização de fluxos de referência e
garantia do acesso da população aos serviços (centrais de
regulação, fluxos autorizativos, entre outros); e proposta de
estruturação de redes de referência especializadas em
áreas específicas.
- identificação das necessidades e proposta de fluxo de
referências para outros estados.
2. Ampliação da Atenção Básica


Ações a serem ofertadas por todos os municípios
brasileiros;



Áreas de atuação estratégicas da AB: controle da
tuberculose, eliminação da hanseníase, controle da
hipertensão, controle da diabetes mellitus, saúde da
criança, saúde da mulher e saúde bucal;



Incorporação de novos procedimentos à relação
atual do PAB
3. Qualificação das microrregiões na
assistência à saúde


Microrregião de saúde: base territorial de planejamento,
definida no âmbito estadual, de acordo com as características
e estratégias de regionalização de cada estado; pode
compreender um ou mais módulos assistenciais.



Módulo assistencial: módulo territorial com resolubilidade
correspondente ao primeiro nível de referência (laboratório,
radiologia simples, US obstétrica, psicologia, fisioterapia,
ações de odontologia especializada, leitos hospitalares), com
área de abrangência mínima a ser definida para cada UF.
I - REGIONALIZAÇÃO
3. Qualificação das microrregiões na
assistência à saúde
 Estado Exemplo:
Município Sede

Microrregião 1

Módulo 1
Módulo
2

Microrregião 2

Módulo
1

Módulo
2

Módulo 3

Microrregião 3
Financiamento


Implantação de valor per capita nacional
correspondente a esse conjunto de serviços
ambulatoriais;



Após qualificação da microrregião: transferência
fundo a fundo para município-sede do montante de
recursos , correspondente à cobertura de sua
população e à cobertura da população residente em
outros municípios do mesmo módulo assistencial,
nesse grupo de serviços
OBSTÁCULOS DA DESCENTRALIZAÇÃO E
REGIONALIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA
Dificuldades de Financiamento
 Insuficiência de capacidade gerencial
 Excessiva burocracia administrativa
 Pouca experiência em processos de
democratização e descentralização
 Insuficiência de mecanismos jurídicos para
regulação da rede privada
 Formação de Recursos Humanos

Regionalização da Assistência à
Saúde
no Âmbito do Estado do Rio de
Janeiro

“Consolidando a Integração Regional”
O Estado do Rio:

14.367.083 habitantes.
 92 municípios; 09 regiões de saúde; 23 microrregiões;
 22 municípios habilitados em GPSM pela NOB 96;
 70 municípios habilitados em GPAB pela NOB 96;
 Um dos estados com maior capacidade instalada de
serviços de saúde do País.
 Um dos estados com maior capacidade instalada de
 serviços PÚBLICOS do País.
 Possui 19 Unidades Hospitalares próprias; 06 institutos;
 02 postos de assistência médica; 02 laboratórios; 01
escola de formação técnica

Rio de Janeiro:






Plano Estadual de Saúde aprovado pelo Conselho
Estadual de Saúde em abril de 2002 – Diário Oficial
de 06 de abril de 2002 – Ano XXVIII – nº 63A –
Parte I, pág. 42;
Plano Diretor de Regionalização aprovado pelo
Conselho Estadual de Saúde e pelo Ministério da
Saúde;
Habilitado em Gestão Plena do Sistema Estadual
em agosto de 2002 (novas responsabilidades e
fortalecimento dos papéis de planejamento e
regulação do estado);


ISeminário de Planejamento Estratégico em Saúde –
2000.Foram identificadas as prioridades de intervenção em
cada região do Estado, com a definição das principais
estratégias a serem desenvolvidas.



Oficinas regionais/Regionalização da Assistência à Saúde
– 2001.Foi definido o desenho da organização da
assistência regio-nalizada no Estado, com a conformação
dos módulos assistenciais.



II Seminário de Planejamento Estratégico em Saúde –
2002. Foram traçadas estratégias para habilitação dos
municípios e qualificação das microrregiões.
Critérios para a Regionalização







Geográfico
Populacional
Acessibilidade
Capacidade instalada (atual e potencial)
Decisão política dos gestores municipais
Previsão de investimentos
Regiões e Microregiões de Saúde

Regiões

População

Baia da Ilha Grande
Baixada Litorânea
Centro Sul
Médio Paraíba
Metropolitana I
Metropolitana II
Noroeste
Norte
Serrana
Estado

173.555
441.000
294.987
784.813
9.131.585
1.708.815
283.049
684.409
837.837
14.367.083

Microrregi Municípios
Municípios
ões
Sede
Adscritos
1
2
1
2
7
2
2
6
5
2
8
4
5
12
0
4
6
1
2
8
6
2
6
2
3
12
4
23
67
25
Política de Média Complexidade




Estipula critérios de ações mínimas que devem ser
oferecidas nos módulos asssistenciais;
As demais ações assistenciais de média
complexidade podem ser garantidas no âmbito
microrregional, regional ou mesmo estadual, de
acordo com o tipo de serviço, a disponibilidade
tecnológica, as características do estado e a
definição no Plano Diretor de Regionalização do
estado.
Política de Alta Complexidade
Cabe ao MS:
a) definição de normas nacionais;

b) controle do cadastro nacional de prestadores de serviços;
c) vistoria de serviços, quando lhe couber, de acordo com as normas de
cadastramento estabelecidas pelo próprio Ministério da Saúde;
d) definição de incorporação dos procedimentos a serem ofertados à população
pelo SUS;
e) definição do elenco de procedimentos de alta complexidade;
f) estabelecimento de estratégias que possibilitem o acesso mais equânime
diminuindo as diferenças regionais na alocação dos serviços;
g) definição de mecanismos de garantia de acesso para as referências
interestaduais, através da Central Nacional de Regulação para Procedimentos
de Alta Complexidade;
h) formulação de mecanismos voltados à melhoria da qualidade dos serviços
prestados;
i) financiamento das ações.
Política de Alta Complexidade




A regulação dos serviços de alta complexidade será
de responsabilidade do gestor municipal,quando o
município encontrar-se na condição de Gestão
Plena do Sistema Municipal, e de responsabilidade
do gestor estadual, nas demais situações.
A programação deve prever, quando necessário, a
referência de pacientes para outros estados,assim
como reconhecer o fluxo programado de pacientes
de outros estados.
Relevância dos Serviços de Alta
Complexidade no SUS









Aumento significativo dos casos de Doenças
Crônicas Não Transmissíveis;
Microorganismos patógenos multirresistentes;
Violência Urbana (PAF, Acidentes de Trânsito,etc);
Envelhecimento da População;
Estilo de vida urbano e fatores de risco para
cardiopatias;
Drogadição.
Obrigado!

SUS para Concursos

  • 1.
    POLÍTICAS DE SAÚDE– SUS – Lei 8.080 Criada em 19/09/1990 Professor:Marcio Pinto
  • 2.
    POLÍTICAS DE SAÚDE– SUS – Lei 8.080 Criada em 19/09/1990 Professor:Marcio Pinto
  • 3.
    Dispõe sobre: Condições parapromoção, proteção e recuperação da saúde  Organizacão e funcionamento dos serviços de saúde (públicos ou privados) em todo território nacional (Art. 1°)  Disposições Gerais (Lei 8.080/90- Art. 2°) SAÚDE = DIREITO fundamental do ser humano = DEVER do Estado - ( políticas sociais e econômicas que visem reduzir riscos e agravos à saúde) 
  • 4.
    O acesso às açõese serviços de saúde (promoção,proteção e recuperação) deve universal e igualitário. O dever do Estado NÃO exclui a responsabilidade das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
  • 5.
     Art. 2° Asaúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício.  §1° O dever do Estado de garantir a saúde consiste na formulação e execução de políticas econômicas e sociais que visem à redução de riscos de doenças e de outros agravos e no estabelecimento de condições que assegurem acesso universal e igualitário às ações e aos serviços para a sua promoção,.proteção ti recuperação. § 2° O dever do Estado não exclui o das pessoas, da família, das empresas e da sociedade.
  • 6.
    Disposições Gerais (Lei8.8080/90-Art 3°) Fatores Determinantes e Condicionantes de Saúde: Alimentação; Trabalho; Moradia; Renda; Saneamento básico; Educação; Meio ambiente; Transporte Acesso aos bens e serviços essenciais, entre outros   Art. 3 :Parágrafo único. Dizem respeito também à saúde as ações que, por força do disposto no artigo anterior, se destinam a qarantir às pessoas e à coletividade condições de bem-estar físico. mental e social. ".
  • 7.
    Definicão do SUS(Lei 8.080/90 - Art.40) conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por Instituições públicas federais, estaduais e municipais, : da Administração direta, indireta, e pelas Fundações Públicas ... Ex. Unidades de saúde, Hospitais (incluindo os HUs), Laboratórios, hemocentros, Institutos de pesquisa etc.  Estão incluídas: Instituições (F, E, M) de controle de qualidade, pesquisa, produção de medicamentos, sangue e hemoderivados, equipamentos para a saúde
  • 8.
    ...de forma COMPLEMENTARpelas Instituições Privadas    Art. 4º - O conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, constitui o Sistema Único de Saúde - SUS. § 1º - Estão incluídas no disposto neste artigo as instituições públicas federais, estaduais e municipais de controle de qualidade, pesquisa e produção de insumos, medicamentos inclusive de sangue e hemoderivados, e de equipamentos para a saúde. § 2º - A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde - SUS, em caráter complementar.
  • 9.
    Objetivos do SUS(Lei 8080/90 Art. 5°) A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes de saúde;  A formulação de política de saúde ...  A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação de saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas Execuções de ações de:  Vigilância sanitária ambientes  Vigilância epidemiológica medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos  Saúde do trabalhador vigilância epidemiológica + vigilância sanitária ligadas à atividade profissional do trabalhador 
  • 10.
              saneamento básico -formulação da política e execução de ações ordenação da formação de recursos humanos na área de saúde vigilância nutricional e a orientação alimentar proteção ao meio ambiente, nele compreendido o do trabalho a formulação da política de medicamentos, equipamentos, Imunobiológicos o controle e a fiscalização de : serviços, produtos e substâncias de interesse para a saúde a participação no controle e na fiscalização de: produtos psicoativos, tóxicos e radioativos (produção, transporte, guarda e utilização) ,,' desenvolvimento científico e tecnológico em sua área de atuação formulação e execução da política de sangue e seus derivados
  • 11.
    Vigilância Sanitária (Lei8.080- Art.60 §10)    Art. 6° - § 10 Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde. abrangendo: I - o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo; e II - o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou Indiretamente com a saúde.
  • 12.
    Vigilância Epidemiológica (Lei8.080- Art.60 §20)  Entende-se por vigilância epidemiológica um conjunto de ações que proporcionam o conhecimento, a detecção ou prevenção de qualquer mudança nos fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, com a finalidade de recomendar e adotar as medidas de prevenção e controle das doenças ou agravos.
  • 13.
    Saúde do Trabalhador umconjunto de atividades que se destina, através das ações de vigilância epidemiológica, sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores  visa à recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho, abrangendo: A saúde do trabalhador abrange: I - assistência ao trabalhador vítima de acidentes de trabalho ou portador de doença profissional e do trabalho: II - participação, no âmbito de competência do Sistema Único de Saúde (SUS), em estudos, pesquisas, avaliação e controle dos riscos e agravos potenciais à saúde existentes no processo de trabalho; 
  • 14.
       III - participação,no âmbito de competência do Sistema Único de Saúde (SUS), da normatização, fiscalização e controle das condições de produção, extração, armazenamento, transporte, distribuição e manuseio de substancias, de produtos, maquinas e de equipamentos que apresentem riscos a saúde do trabalhador; IV - avaliação do impacto Que as tecnologias provocam à saúde V - informação ao trabalhador e à sua respectiva entidade sindical e às empresas sobre os riscos de acidentes de trabalho, doença profissional e do trabalho, bem como os resultados de fiscalizações, avaliações' ambientais e exames de saúde, de admissão, periódicos e de demissão, respeitados os preceitos da ética profissional;
  • 15.
       VI - participaçãona normatização. fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições e empresas públicas e privadas; VII- revisão periódica da Iistagem oficial de doenças originadas no processo de trabalho, tendo na sua elaboração colaboração das entidades sindicais; e VIII – a garantia ao sindicato dos trabalhadores de requerer ao órgão competente a interdição de máquina, de setor de serviço ou de todo ambiente de trabalho, quando houver exposição a risco iminente para a vida ou saúde dos trabalhadores.
  • 16.
  • 17.
    SUS-Construção Arcabouço Jurídico-Legal: Constituição darepública Leis Orgânicas da Saúde NOBs (Normas Operacionais Básicas) NOAS(Norma Operacional da Assistência)
  • 18.
    Constituição da República Artigo 196 -“A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”.
  • 19.
    Constituição da República “Asações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um Sistema Único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes: descentralização, atendimento integral, participação da comunidade”...
  • 20.
    Lei 8080(19/09/1990)  Dispõe sobreas condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, regulando em todo o território nacional, as ações e os serviços executados, isolada ou conjuntamente, em caráter permanente ou eventual, por pessoas naturais de diteito público ou privado através de entidades vinculadas ao sistema, observando o princípio da eqidade, da integralidade, da resolutividade e da gratuidade.
  • 21.
    O que diza Lei 8080?    Das disposições gerais: A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as coindições ideais ao seu pleno exercício; A saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho…
  • 22.
    Lei 8142- 28/12/1990  Dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde.
  • 23.
    Participação da Comunidade     Conferênciasde Saúde Reunirá a cada quatro anos com a representação dos diversos segmentos sociais para avaliar a situaçào de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde; Conselhos de Saúde Órgão colegiado composto por representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários. Caráter permanente e deliberativo. Atua na formulação de estratégias e no controle da execução da política de saúde na instância correspondente.
  • 24.
    Quanto à transferênciade recursos  Os Municípios, os Estados e o Distrito Federal deverão contar com Fundo de Saúde, Conselho de Saúde, Relatórios de Gestão, contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento e Comissão de elaboração do Plano de Carreira , Cargos e Salários.
  • 25.
    Normas Operacionais Básicas Entreos objetivos das Normas Operacionais temos: • Induzir e estimular mudanças; • Aprofundar e reorientar a implementação do SUS; • Definir novos objetivos estratégicos, prioridades, diretrizes, e movimentos tático-operacionais; • Regular as relações entre seus gestores; • Normatizar o SUS.
  • 26.
    NOB 01/91 Os principaispontos da NOB/SUS 01/91 são:  Equiparar prestadores públicos e privados, no que se refere à modalidade de financiamento que passa a ser, em ambos os casos, por pagamento pela produção de serviços;  Centraliza a gestão do SUS no nível federal;  Estabelece o instrumento convenial como forma de transferência de recursos Federais para os Estados, Distrito Federal e Municípios.
  • 27.
    NOB 01/91 Considera como“municipalizados” dentro do SUS, os municípios que atendam os requisitos básicos: (a) criação dos Conselhos Municipais de Saúde; (b) criação do Fundo Municipal de Saúde; (c) Plano Municipal de Saúde aprovado pelos respectivos Conselhos; (d) Programação e Orçamentação da Saúde (PROS) como detalhamento do Plano de Saúde; (e) Contrapartida de recursos para a saúde do seu orçamento; (f) Constituição de Comissão de Elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários(PCCS) com o prazo de dois anos para a sua implantação. 
  • 28.
    NOB 01/93  Formalizou osprincípios aprovados na 9ª Conferência Nacional de Saúde (realizada em 1992), que teve como tema central “a municipalização é o caminho”, e desencadeou um amplo processo de municipalização da gestão com habilitação dos municípios nas condições de gestão criadas.
  • 29.
    Os principais pontosda NOB 01/93 são:     Cria transferência regular e automática (fundo a fundo) do teto global da assistência para municípios; Habilita municípios como gestores; Define o papel dos Estados de forma frágil, mas esses, ainda assim, passam a assumir o papel de gestor do sistema estadual de saúde; São constituídas as Comissões Intergestores Bipartite (de âmbito estadual) e Tripartite (nacional) como importantes espaços de negociação, pactuação, articulação, integração entre gestores.
  • 30.
    NOB 01/96 A NOB/SUS 01/96promoveu um avanço no processo de descentralização, criando novas condições de gestão para os municípios e Estados, caracterizando as responsabilidades sanitárias do município pela saúde de seus cidadãos e redefinindo competências de Estados e municípios.
  • 31.
    NOAS 01/2002 (NormaOperacional de Assistência à Saúde)  Estabelece o processo de regionalização como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde e de busca de maior equidade. “ “O processo de regionalização deverá contemplar uma lógica de planejamento integrado, compreendendo as noções de territorialidade na identificação das prioridades de intervenção e de conformação de sistemas funcionais de saúde, não necessariamente restritos à abrangência municipal, mas respeitando seus limites como unidade indivisível, de forma a garantir o acesso dos cidadãos a todas as ações e serviços necessários para resolução de seus problemas de saúde, otimizando os recursos disponíveis.”
  • 32.
    NOAS 01/2002 (NormaOperacional de Assistência à Saúde)  Três grupos de estratégias articuladas :  I  II – Fortalecimento da Capacidade de Gestão do SUS  III – Revisão de Critérios de Habilitação de Municípios e Estados – Regionalização e Organização da Assistência
  • 33.
    Regionalização  Desafios  Definição dadivisão de responsabilidades entre estados e municípios.  Integração entre sistemas municipais.  Planejamento e organização funcional do sistema.  Financiamento e critérios de alocação de recursos orientação pelas necessidades da população e aumento de transferências fundo a fundo.  Resolutividade e acesso aos serviços.
  • 34.
    Regionalização 1. Elaboração doPlano Diretor de Regionalização 2. Ampliação da Atenção Básica 3. Qualificação das Microrregiões na Assistência à Saúde 4. Organização da Média Complexidade 5. Política para a Alta Complexidade
  • 35.
    1. Elaboração doPlano Diretor de Regionalização   Integra o Plano Estadual de Saúde Conteúdo mínimo do plano de regionalização: - organização do território estadual em regiões e microrregiões de saúde; - identificação das prioridades de intervenção em cada região/microrregião; - Plano Diretor de Investimentos; - inserção e papel de todos os municípios nas microrregiões de saúde, com identificação dos municípios sede, de sua área de abrangência e dos fluxos de referência;
  • 36.
    1. Elaboração doPlano Diretor de Regionalização  Conteúdo mínimo do plano de regionalização: - mecanismos de relacionamento intermunicipal (sistema de referência); - mecanismos de organização de fluxos de referência e garantia do acesso da população aos serviços (centrais de regulação, fluxos autorizativos, entre outros); e proposta de estruturação de redes de referência especializadas em áreas específicas. - identificação das necessidades e proposta de fluxo de referências para outros estados.
  • 37.
    2. Ampliação daAtenção Básica  Ações a serem ofertadas por todos os municípios brasileiros;  Áreas de atuação estratégicas da AB: controle da tuberculose, eliminação da hanseníase, controle da hipertensão, controle da diabetes mellitus, saúde da criança, saúde da mulher e saúde bucal;  Incorporação de novos procedimentos à relação atual do PAB
  • 38.
    3. Qualificação dasmicrorregiões na assistência à saúde  Microrregião de saúde: base territorial de planejamento, definida no âmbito estadual, de acordo com as características e estratégias de regionalização de cada estado; pode compreender um ou mais módulos assistenciais.  Módulo assistencial: módulo territorial com resolubilidade correspondente ao primeiro nível de referência (laboratório, radiologia simples, US obstétrica, psicologia, fisioterapia, ações de odontologia especializada, leitos hospitalares), com área de abrangência mínima a ser definida para cada UF.
  • 39.
    I - REGIONALIZAÇÃO 3.Qualificação das microrregiões na assistência à saúde  Estado Exemplo: Município Sede Microrregião 1 Módulo 1 Módulo 2 Microrregião 2 Módulo 1 Módulo 2 Módulo 3 Microrregião 3
  • 40.
    Financiamento  Implantação de valorper capita nacional correspondente a esse conjunto de serviços ambulatoriais;  Após qualificação da microrregião: transferência fundo a fundo para município-sede do montante de recursos , correspondente à cobertura de sua população e à cobertura da população residente em outros municípios do mesmo módulo assistencial, nesse grupo de serviços
  • 41.
    OBSTÁCULOS DA DESCENTRALIZAÇÃOE REGIONALIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA Dificuldades de Financiamento  Insuficiência de capacidade gerencial  Excessiva burocracia administrativa  Pouca experiência em processos de democratização e descentralização  Insuficiência de mecanismos jurídicos para regulação da rede privada  Formação de Recursos Humanos 
  • 42.
    Regionalização da Assistênciaà Saúde no Âmbito do Estado do Rio de Janeiro “Consolidando a Integração Regional”
  • 43.
    O Estado doRio: 14.367.083 habitantes.  92 municípios; 09 regiões de saúde; 23 microrregiões;  22 municípios habilitados em GPSM pela NOB 96;  70 municípios habilitados em GPAB pela NOB 96;  Um dos estados com maior capacidade instalada de serviços de saúde do País.  Um dos estados com maior capacidade instalada de  serviços PÚBLICOS do País.  Possui 19 Unidades Hospitalares próprias; 06 institutos;  02 postos de assistência médica; 02 laboratórios; 01 escola de formação técnica 
  • 44.
    Rio de Janeiro:    PlanoEstadual de Saúde aprovado pelo Conselho Estadual de Saúde em abril de 2002 – Diário Oficial de 06 de abril de 2002 – Ano XXVIII – nº 63A – Parte I, pág. 42; Plano Diretor de Regionalização aprovado pelo Conselho Estadual de Saúde e pelo Ministério da Saúde; Habilitado em Gestão Plena do Sistema Estadual em agosto de 2002 (novas responsabilidades e fortalecimento dos papéis de planejamento e regulação do estado);
  • 45.
     ISeminário de PlanejamentoEstratégico em Saúde – 2000.Foram identificadas as prioridades de intervenção em cada região do Estado, com a definição das principais estratégias a serem desenvolvidas.  Oficinas regionais/Regionalização da Assistência à Saúde – 2001.Foi definido o desenho da organização da assistência regio-nalizada no Estado, com a conformação dos módulos assistenciais.  II Seminário de Planejamento Estratégico em Saúde – 2002. Foram traçadas estratégias para habilitação dos municípios e qualificação das microrregiões.
  • 46.
    Critérios para aRegionalização       Geográfico Populacional Acessibilidade Capacidade instalada (atual e potencial) Decisão política dos gestores municipais Previsão de investimentos
  • 48.
    Regiões e Microregiõesde Saúde Regiões População Baia da Ilha Grande Baixada Litorânea Centro Sul Médio Paraíba Metropolitana I Metropolitana II Noroeste Norte Serrana Estado 173.555 441.000 294.987 784.813 9.131.585 1.708.815 283.049 684.409 837.837 14.367.083 Microrregi Municípios Municípios ões Sede Adscritos 1 2 1 2 7 2 2 6 5 2 8 4 5 12 0 4 6 1 2 8 6 2 6 2 3 12 4 23 67 25
  • 49.
    Política de MédiaComplexidade   Estipula critérios de ações mínimas que devem ser oferecidas nos módulos asssistenciais; As demais ações assistenciais de média complexidade podem ser garantidas no âmbito microrregional, regional ou mesmo estadual, de acordo com o tipo de serviço, a disponibilidade tecnológica, as características do estado e a definição no Plano Diretor de Regionalização do estado.
  • 50.
    Política de AltaComplexidade Cabe ao MS: a) definição de normas nacionais; b) controle do cadastro nacional de prestadores de serviços; c) vistoria de serviços, quando lhe couber, de acordo com as normas de cadastramento estabelecidas pelo próprio Ministério da Saúde; d) definição de incorporação dos procedimentos a serem ofertados à população pelo SUS; e) definição do elenco de procedimentos de alta complexidade; f) estabelecimento de estratégias que possibilitem o acesso mais equânime diminuindo as diferenças regionais na alocação dos serviços; g) definição de mecanismos de garantia de acesso para as referências interestaduais, através da Central Nacional de Regulação para Procedimentos de Alta Complexidade; h) formulação de mecanismos voltados à melhoria da qualidade dos serviços prestados; i) financiamento das ações.
  • 51.
    Política de AltaComplexidade   A regulação dos serviços de alta complexidade será de responsabilidade do gestor municipal,quando o município encontrar-se na condição de Gestão Plena do Sistema Municipal, e de responsabilidade do gestor estadual, nas demais situações. A programação deve prever, quando necessário, a referência de pacientes para outros estados,assim como reconhecer o fluxo programado de pacientes de outros estados.
  • 52.
    Relevância dos Serviçosde Alta Complexidade no SUS       Aumento significativo dos casos de Doenças Crônicas Não Transmissíveis; Microorganismos patógenos multirresistentes; Violência Urbana (PAF, Acidentes de Trânsito,etc); Envelhecimento da População; Estilo de vida urbano e fatores de risco para cardiopatias; Drogadição.
  • 53.