FACULDADE DE ILHÉUS - CESUPI
sus
ILHÉUS-BA
2013
Por: Antônio Júnior
Fabiana Foeppel
Gilmário Carvalho
Gilza Silva
Henrique Reis
Itamar Araújo
Lívia Bertoldi
Ludennia Koch
Nadson Morais
Paula Isensee
Thaiane Fernandes
 TEMA: SUS
 OBJETIVO GERAL:
 Elucidar questões que permeiam e norteiam o SUS dentro do artigos 5º e
da Constituição Federal
 OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
 Analisar historicamente o processo SUS
INTRODUÇÃO
 ORIGEM: Elaboração e vigência
 Em 1975 é criado o Sistema Único de Saúde
 Em 1990 foi sancionada a Lei 8080/90 que criou
e regulamentou o SUS
HISTÓRICO DO SISTEMA ÚNICO DE
SAÚDE
SUS : segundo Lei nº 8080/90 é “um conjunto de
ações e serviços de saúde, que deverão ser
prestados por órgãos e instituições públicas
federais, estaduais e municipais, da Administração
direta e indireta e das fundações mantidas pelo
Poder Público, ainda podendo participar a iniciativa
privada, em caráter complementar (BRASIL,
1990)”.
HISTÓRICO DO SISTEMA ÚNICO DE
SAÚDE
 Universalidade;
 Integralidade;
 Equidade;
 Direito à informação.
PRINCÍPIOS
 Descentralização com comando único;
 Regionalização de saúde destinada a
promover condições de vida saudável;
 Participação Comunitária.
DIRETRIZES
 Formular e implementar a política nacional de
saúde;
 Assegurar o acesso equitativo ao conjunto de
serviços assistenciais;
 Identificar e divulgar os fatos determinantes e
condicionantes da saúde.
OBJETIVOS
 Ações de Vigilância à Saúde;
 Promoção da saúde em articulação Intersetorial
com outras áreas e órgãos governamentais;
 Regulação da prestação dos serviços privados de
assistência à saúde;
ATRIBUIÇÕES
 Formulação e execução da política de sangue e
coordenação do hemocentro;
 Assistência Terapêutica
ATRIBUIÇÕES
 UNIÃO
Ministro da Saúde
 ESTADO
 Secretário de Estado da Saúde
 MUNICÍPIOS
 Secretário Municipal de Saúde
COMPETÊNCIAS
 A proposta do Sistema Único de Saúde é
de um sistema que busca trazer ações que
promovem a saúde e uma melhor
qualidade de vida a todos. Sua busca por
uma saúde de forma democrática, é fruto
de um processo de lutas por igualdades
sociais, e uma conquista de todos os
brasileiros.
APLICABILIDADE DA LEI ORGÂNICA DA
SAÚDE
O Sistema Único de Saúde, por definição
constitucional, deve assistir toda a
população brasileira de forma universal,
igualitária e hierarquizada.
ACESSIBILIDADE AOS SERVIÇOS DE
SAÚDE
PROPOSTA DE AÇÃO
 Conscientização dos cidadãos quanto aos
direitos à saúde, previstos pela CF/88 e
pela Lei nº 8.080/90: Uma possibilidade de
concretização dos princípios e diretrizes do
SUS.
TEMA
 Geral;
 Específicos;
 Justificativa.
OBJETIVOS E JUSTIFICATIVA
 Este projeto será realizado em um colégio público
do município de Ilhéus-Bahia, localizado em um
bairro periférico da cidade, o Colégio Estadual Luís
Eduardo Magalhães.
 Inicialmente, será realizado um levantamento, junto
à coordenação do colégio, do número de alunos
matriculados nas primeiras, segundas e terceiras
séries do Ensino Médio, para definição do público
alvo do projeto.
METODOLOGIA
 Datashow;
 Folders para divulgação das palestras no colégio;
 Cartilhas do Sistema Único de Saúde impressas para
distribuição;
 Água mineral para consumo durante as palestras;
 Blocos de anotação e canetas para utilização dos alunos
durante as palestras.
RECURSOS
 Os resultados da atividade sugerida nessa
proposta de ação serão através da
aplicação de um questionário, formulado
pela equipe, com questões objetivas sobre
o assunto explanado.
AVALIAÇÃO
 Assim, entende-se que embora o sistema seja em tese
uma construção perfeita, que prevê levar atendimento
médico a todos os brasileiros, apresenta falhas na sua
execução prática pela série de entraves já
mencionados neste trabalho e amplamente divulgados
pela mídia. Uma das maneiras de se corrigir essas
falhas é levar ao conhecimento dos cidadãos usuários
do sistema, seus direitos e deveres em relação a poder
usufruir de maneira correta e eficaz do sistema
encurtando a distância entre a aplicação prática do
mesmo e sua teoria.
CONCLUSÃO
 ASSIS, Marluce Maria Araújo; VILLA, Tereza Cristina Scatena;
NASCIMENTO, Maria Angela Alves do. Acesso aos serviços de
saúde: uma possibilidade a ser construída na prática. Ciênc.
saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 8, n. 3, Jan. 2003. Disponível em:
<http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S14138123
2003000300016&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 19 de abril
de 2013.
 ASSIS, Marluce Maria Araújo; JESUS, Washington Luiz Abreu de.
Acesso aos serviços de saúde: abordagens, conceitos, políticas
e modelo de análise. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v.
17, n. 11, Nov. 2012 . Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413812320
12001100002&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 20 de abril de 2013.
REFERÊNCIAS
 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria Nacional de Assistência à
Saúde. ABC DO SUS – Doutrinas e Princípios / Ministério da
Saúde, Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. – Brasília:
Ministério da Saúde, 1990.
 BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Para entender
a gestão do SUS / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. -
Brasília : CONASS, 2003.
 BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as
condições para promoção, proteção e recuperação da saúde, a
organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá
outras providências. Disponível em: <
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm>. Acesso em:
abril/2013.
REFERÊNCIAS
 BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e
Participativa. A construção do SUS: histórias da Reforma Sanitária e
do Processo Participativo / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão
Estratégica e Participativa. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
Disponível em:
<http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/construcao_do_SUS.pdf>Ac
esso em: 22 de abril de 2013.
 CAMPOS, C.E.A. O desafio da integralidade segundo as perspectivas
da vigilância da saúde e da saúde da família. C S Col 2003; 8(2):509-
84.
REFERÊNCIAS
 GIOVANELLA, L., FLEURY, S. Universalidade da Atenção à Saúde:
acesso como categoria de análise. In: Eibenschutz C, organizadora.
Política de Saúde: o público e o privado. Rio de Janeiro: Fiocruz;
1995. p. 177-198.
 PONTES, Ana Paula Munhen de et al . O princípio de
universalidade do acesso aos serviços de saúde: o que pensam
os usuários?. Escola Anna Nery, Rio de Janeiro, v. 13, n.
3, set. 2009. Disponível em
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141481452
009000300007&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em : 20 de abril de 2013.
REFERÊNCIAS
 RAMOS D.D; LIMA, M.A.D.S. Acesso e acolhimento aos usuários
em uma unidade de saúde de Porto Alegre, Rio Grande do Sul,
Brasil. Cadernos de Saúde Pública 2003;19(1):27-34.
 SOUZA, R.R. O Sistema público de saúde brasileiro. Brasília:
Ministério da Saúde; 2002.
 TRAVASSOS, Claudia; MARTINS, Mônica. Uma revisão sobre os
conceitos de acesso e utilização dos serviços de saúde. Cadernos
de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2004. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102311X20
04000800014&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 20 de abril de 2013.
REFERÊNCIAS
 UNGLERT, C.V.S. O enfoque da acessibilidade no
planejamento da localização e dimensão de serviços de
saúde. Revista de Saúde Pública 1990; 24(6):445-452.
 VASCONCELOS, C.M.; PASCHE, D.F. O Sistema Único de
Saúde. In: Campos GWS, Minayo MCS, Akerman M,
Drumond Júnior M, Carvalho YM, organizadores. Tratado de
Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; 2006. p. 531-62.
REFERÊNCIAS
OBRIGADO!
Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a
alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a
previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a
assistência aos desamparados, na forma desta
Constituição.

sus

  • 1.
    FACULDADE DE ILHÉUS- CESUPI sus ILHÉUS-BA 2013 Por: Antônio Júnior Fabiana Foeppel Gilmário Carvalho Gilza Silva Henrique Reis Itamar Araújo Lívia Bertoldi Ludennia Koch Nadson Morais Paula Isensee Thaiane Fernandes
  • 2.
     TEMA: SUS OBJETIVO GERAL:  Elucidar questões que permeiam e norteiam o SUS dentro do artigos 5º e da Constituição Federal  OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Analisar historicamente o processo SUS INTRODUÇÃO
  • 3.
     ORIGEM: Elaboraçãoe vigência  Em 1975 é criado o Sistema Único de Saúde  Em 1990 foi sancionada a Lei 8080/90 que criou e regulamentou o SUS HISTÓRICO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
  • 4.
    SUS : segundoLei nº 8080/90 é “um conjunto de ações e serviços de saúde, que deverão ser prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, ainda podendo participar a iniciativa privada, em caráter complementar (BRASIL, 1990)”. HISTÓRICO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
  • 5.
     Universalidade;  Integralidade; Equidade;  Direito à informação. PRINCÍPIOS
  • 6.
     Descentralização comcomando único;  Regionalização de saúde destinada a promover condições de vida saudável;  Participação Comunitária. DIRETRIZES
  • 7.
     Formular eimplementar a política nacional de saúde;  Assegurar o acesso equitativo ao conjunto de serviços assistenciais;  Identificar e divulgar os fatos determinantes e condicionantes da saúde. OBJETIVOS
  • 8.
     Ações deVigilância à Saúde;  Promoção da saúde em articulação Intersetorial com outras áreas e órgãos governamentais;  Regulação da prestação dos serviços privados de assistência à saúde; ATRIBUIÇÕES
  • 9.
     Formulação eexecução da política de sangue e coordenação do hemocentro;  Assistência Terapêutica ATRIBUIÇÕES
  • 10.
     UNIÃO Ministro daSaúde  ESTADO  Secretário de Estado da Saúde  MUNICÍPIOS  Secretário Municipal de Saúde COMPETÊNCIAS
  • 11.
     A propostado Sistema Único de Saúde é de um sistema que busca trazer ações que promovem a saúde e uma melhor qualidade de vida a todos. Sua busca por uma saúde de forma democrática, é fruto de um processo de lutas por igualdades sociais, e uma conquista de todos os brasileiros. APLICABILIDADE DA LEI ORGÂNICA DA SAÚDE
  • 12.
    O Sistema Únicode Saúde, por definição constitucional, deve assistir toda a população brasileira de forma universal, igualitária e hierarquizada. ACESSIBILIDADE AOS SERVIÇOS DE SAÚDE
  • 13.
  • 14.
     Conscientização doscidadãos quanto aos direitos à saúde, previstos pela CF/88 e pela Lei nº 8.080/90: Uma possibilidade de concretização dos princípios e diretrizes do SUS. TEMA
  • 15.
     Geral;  Específicos; Justificativa. OBJETIVOS E JUSTIFICATIVA
  • 16.
     Este projetoserá realizado em um colégio público do município de Ilhéus-Bahia, localizado em um bairro periférico da cidade, o Colégio Estadual Luís Eduardo Magalhães.  Inicialmente, será realizado um levantamento, junto à coordenação do colégio, do número de alunos matriculados nas primeiras, segundas e terceiras séries do Ensino Médio, para definição do público alvo do projeto. METODOLOGIA
  • 17.
     Datashow;  Folderspara divulgação das palestras no colégio;  Cartilhas do Sistema Único de Saúde impressas para distribuição;  Água mineral para consumo durante as palestras;  Blocos de anotação e canetas para utilização dos alunos durante as palestras. RECURSOS
  • 18.
     Os resultadosda atividade sugerida nessa proposta de ação serão através da aplicação de um questionário, formulado pela equipe, com questões objetivas sobre o assunto explanado. AVALIAÇÃO
  • 19.
     Assim, entende-seque embora o sistema seja em tese uma construção perfeita, que prevê levar atendimento médico a todos os brasileiros, apresenta falhas na sua execução prática pela série de entraves já mencionados neste trabalho e amplamente divulgados pela mídia. Uma das maneiras de se corrigir essas falhas é levar ao conhecimento dos cidadãos usuários do sistema, seus direitos e deveres em relação a poder usufruir de maneira correta e eficaz do sistema encurtando a distância entre a aplicação prática do mesmo e sua teoria. CONCLUSÃO
  • 20.
     ASSIS, MarluceMaria Araújo; VILLA, Tereza Cristina Scatena; NASCIMENTO, Maria Angela Alves do. Acesso aos serviços de saúde: uma possibilidade a ser construída na prática. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 8, n. 3, Jan. 2003. Disponível em: <http://www.scielosp.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S14138123 2003000300016&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 19 de abril de 2013.  ASSIS, Marluce Maria Araújo; JESUS, Washington Luiz Abreu de. Acesso aos serviços de saúde: abordagens, conceitos, políticas e modelo de análise. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro, v. 17, n. 11, Nov. 2012 . Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413812320 12001100002&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 20 de abril de 2013. REFERÊNCIAS
  • 21.
     BRASIL. Ministérioda Saúde. Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. ABC DO SUS – Doutrinas e Princípios / Ministério da Saúde, Secretaria Nacional de Assistência à Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 1990.  BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Para entender a gestão do SUS / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. - Brasília : CONASS, 2003.  BRASIL. Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990. Dispõe sobre as condições para promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes e dá outras providências. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8080.htm>. Acesso em: abril/2013. REFERÊNCIAS
  • 22.
     BRASIL. Ministérioda Saúde. Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. A construção do SUS: histórias da Reforma Sanitária e do Processo Participativo / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa. – Brasília: Ministério da Saúde, 2006. Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/construcao_do_SUS.pdf>Ac esso em: 22 de abril de 2013.  CAMPOS, C.E.A. O desafio da integralidade segundo as perspectivas da vigilância da saúde e da saúde da família. C S Col 2003; 8(2):509- 84. REFERÊNCIAS
  • 23.
     GIOVANELLA, L.,FLEURY, S. Universalidade da Atenção à Saúde: acesso como categoria de análise. In: Eibenschutz C, organizadora. Política de Saúde: o público e o privado. Rio de Janeiro: Fiocruz; 1995. p. 177-198.  PONTES, Ana Paula Munhen de et al . O princípio de universalidade do acesso aos serviços de saúde: o que pensam os usuários?. Escola Anna Nery, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, set. 2009. Disponível em <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141481452 009000300007&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em : 20 de abril de 2013. REFERÊNCIAS
  • 24.
     RAMOS D.D;LIMA, M.A.D.S. Acesso e acolhimento aos usuários em uma unidade de saúde de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. Cadernos de Saúde Pública 2003;19(1):27-34.  SOUZA, R.R. O Sistema público de saúde brasileiro. Brasília: Ministério da Saúde; 2002.  TRAVASSOS, Claudia; MARTINS, Mônica. Uma revisão sobre os conceitos de acesso e utilização dos serviços de saúde. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 2004. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102311X20 04000800014&lng=en&nrm=iso>. Acesso em: 20 de abril de 2013. REFERÊNCIAS
  • 25.
     UNGLERT, C.V.S.O enfoque da acessibilidade no planejamento da localização e dimensão de serviços de saúde. Revista de Saúde Pública 1990; 24(6):445-452.  VASCONCELOS, C.M.; PASCHE, D.F. O Sistema Único de Saúde. In: Campos GWS, Minayo MCS, Akerman M, Drumond Júnior M, Carvalho YM, organizadores. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; 2006. p. 531-62. REFERÊNCIAS
  • 26.
    OBRIGADO! Art. 6º Sãodireitos sociais a educação, a saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.