O documento discute como as relações sociais de trabalho no capitalismo geram alienação. O trabalho deixa de humanizar e passa a alienar o ser humano de três formas: da natureza, de si mesmo e da espécie humana. Isso ocorre porque o trabalhador é assalariado e o produto de seu trabalho não lhe pertence, fazendo com que a natureza e o próprio trabalho se tornem estranhos.