O documento discute as visões de Hegel e Marx sobre o trabalho. Enquanto Hegel via o trabalho como forma de autoconstrução do homem, Marx argumentava que no capitalismo o trabalho tornou-se alienante e exploratório, transformando o trabalhador em mercadoria. O texto também aborda como o trabalho pode ser visto como tortura ou condição de humanização, dependendo de como é estruturado na sociedade.