“Ser letrado e ler na vida e na cidadania é muito
mais que isso: é escapar da literalidade dos textos
e interpretá-los, colocando-os em relação com os
outros textos e discursos, de maneira situada na
realidade social”. Roxane Rojo
 Gênero escolhido: crônica narrativa
 Público Alvo: 6º ano
 Tempo previsto: 4 aulas
 Conteúdos e temas: Características de crônica
narrativa; elementos da narrativa.
 Competências e habilidades: Explorar, desenvolver
e ampliar as capacidades de leitura.
 Estratégias: Trabalho com diversas mídias,
apresentação de imagens, poemas, etc.
 Recursos: Texto escrito ou slide; Poema.
 Avaliação: Produção de uma crônica.
 Desenvolvimento das Capacidades de
Compreensão
 1. Ativação do conhecimento prévio
 Antes da leitura do texto, serão feitas perguntas
sobre o assunto:
 Você tem animal de estimação? Qual?
 Você já viu uma avestruz? Sabem como ela é?
 Alguém gostaria de ter uma avestruz?
 Uma avestruz poderia ser um animal de
estimação?
 2. Antecipação ou predição de conteúdos
(Levantamento de hipóteses)
 Por meio de perguntas, explore um pouco esse
título:
 Esse texto desperta sua atenção?
 O que ele sugere?
 Pelo título, dá para imaginar o assunto da crônica?
 Você sabe o que é uma crônica?
 Informações sobre o autor do texto.
 Mario Prata é um escritor, dramaturgo, jornalista e
cronista brasileiro. É natural de Uberaba, Minas Gerais,
mas viveu boa parte da infância e adolescência em Lins,
interior de São Paulo. Em mais de 50 anos de escrita,
tem no currículo 3 mil crônicas e cerca de 80 títulos,
entre romances, livros de contos, roteiros e peças
teatrais. Na carreira, recebeu 18 prêmios nacionais e
estrangeiros, com obras reconhecidas no cinema,
literatura, teatro e televisão.
 Fonte: www.marioprata.net. Acesso em 05 junho 2013.
 3. Checagem de hipóteses
 Leitura feita pelo professor (texto impresso
ou apresentado no data show).
 Durante a leitura da crônica o professor deve
ir retomando as hipóteses para verificar se
elas foram ou não confirmadas.
 4. Localização de informações:
 a) Definição de avestruz, de acordo com o
dicionário;
 b) Descrição e hábitos da ave.
 Os alunos podem preencher um quadro:
Nome científico
Peso
Altura
Expectativa de vida
 c) Sobre a estrutura do texto:
Elementos da narrativa
Foco narrativo 1ª ou 3ª pessoa?
Personagem Quais são?
Enredo Sequência de
acontecimentos
Tempo Palavras ou expressões que
indiquem a passagem do
tempo.
Espaço Palavras ou expressões que
indiquem o lugar dos
acontecimentos.
 5. Comparação de informações:
 Faça um desenho de animais de estimação que
possam viver num apartamento.
 Faça um desenho de uma avestruz e em seguida
compare-o com as imagens abaixo.
 6. Produção de inferências locais.
 Trabalhar o sentido de algumas palavras como:
 Struthio Camelus Australis;
 TPM;
 abominável;
 atrofiadas;
 Floripa;
 Higienópolis;
 gigolô.
 7. Produção de inferências globais:
 Discutir com os alunos questões como:
 a) Localização geográfica e suas implicações sociais
(Higienópolis);
 b) Localização histórica (“Adão, dando os nomes a
tudo que via pela frente”).
 8. Percepção de relações de intertextualidade:
 Distribuir cópias do poema para análise, verificando o que há em comum
nos dois textos.
O AVESTRUZ
O galo cantou
A ovelha despertou
E estava com fome!
O avestruz esperto
Papou tudo que
havia por perto.
Comeu melancia
Feijão e ervilha
Tomate, capim
E a boneca da menina.
O galo brigou
A menina chorou
O avestruz esperto,
Da confusão escapou.
 http://deversoemversos.blogspot.com.br/2012/10/o-avestruz.html
Acesso06 junho2013.
 9. Apreciações estéticas e/ou afetivas:
 Vocês gostaram do texto?
 Você ficou com pena da situação do menino?
 Você já vivenciou algo parecido?
 10. Apreciações éticas:
 Discutir:
 Você acha difícil criar um animal em apartamento
ou um animal selvagem na cidade?
 Por que o menino só muda de ideia quando passa a
conhecer os hábitos alimentares do bicho?
 Sugestão de avaliação:
 Criação de uma crônica narrativa sobre
situações com animais de estimação.
 Alexandra Petittu
 Carina Alves Ito
 Célia Regina Baeta
 Elaine Regina Salvalágio
 João Francisco de Paula Lico

Situação de aprendizagem 3

  • 1.
    “Ser letrado eler na vida e na cidadania é muito mais que isso: é escapar da literalidade dos textos e interpretá-los, colocando-os em relação com os outros textos e discursos, de maneira situada na realidade social”. Roxane Rojo
  • 2.
     Gênero escolhido:crônica narrativa  Público Alvo: 6º ano  Tempo previsto: 4 aulas  Conteúdos e temas: Características de crônica narrativa; elementos da narrativa.  Competências e habilidades: Explorar, desenvolver e ampliar as capacidades de leitura.  Estratégias: Trabalho com diversas mídias, apresentação de imagens, poemas, etc.  Recursos: Texto escrito ou slide; Poema.  Avaliação: Produção de uma crônica.
  • 3.
     Desenvolvimento dasCapacidades de Compreensão  1. Ativação do conhecimento prévio  Antes da leitura do texto, serão feitas perguntas sobre o assunto:  Você tem animal de estimação? Qual?  Você já viu uma avestruz? Sabem como ela é?  Alguém gostaria de ter uma avestruz?  Uma avestruz poderia ser um animal de estimação?
  • 4.
     2. Antecipaçãoou predição de conteúdos (Levantamento de hipóteses)  Por meio de perguntas, explore um pouco esse título:  Esse texto desperta sua atenção?  O que ele sugere?  Pelo título, dá para imaginar o assunto da crônica?  Você sabe o que é uma crônica?
  • 5.
     Informações sobreo autor do texto.  Mario Prata é um escritor, dramaturgo, jornalista e cronista brasileiro. É natural de Uberaba, Minas Gerais, mas viveu boa parte da infância e adolescência em Lins, interior de São Paulo. Em mais de 50 anos de escrita, tem no currículo 3 mil crônicas e cerca de 80 títulos, entre romances, livros de contos, roteiros e peças teatrais. Na carreira, recebeu 18 prêmios nacionais e estrangeiros, com obras reconhecidas no cinema, literatura, teatro e televisão.  Fonte: www.marioprata.net. Acesso em 05 junho 2013.
  • 6.
     3. Checagemde hipóteses  Leitura feita pelo professor (texto impresso ou apresentado no data show).  Durante a leitura da crônica o professor deve ir retomando as hipóteses para verificar se elas foram ou não confirmadas.
  • 7.
     4. Localizaçãode informações:  a) Definição de avestruz, de acordo com o dicionário;  b) Descrição e hábitos da ave.  Os alunos podem preencher um quadro: Nome científico Peso Altura Expectativa de vida
  • 8.
     c) Sobrea estrutura do texto: Elementos da narrativa Foco narrativo 1ª ou 3ª pessoa? Personagem Quais são? Enredo Sequência de acontecimentos Tempo Palavras ou expressões que indiquem a passagem do tempo. Espaço Palavras ou expressões que indiquem o lugar dos acontecimentos.
  • 9.
     5. Comparaçãode informações:  Faça um desenho de animais de estimação que possam viver num apartamento.  Faça um desenho de uma avestruz e em seguida compare-o com as imagens abaixo.
  • 10.
     6. Produçãode inferências locais.  Trabalhar o sentido de algumas palavras como:  Struthio Camelus Australis;  TPM;  abominável;  atrofiadas;  Floripa;  Higienópolis;  gigolô.
  • 11.
     7. Produçãode inferências globais:  Discutir com os alunos questões como:  a) Localização geográfica e suas implicações sociais (Higienópolis);  b) Localização histórica (“Adão, dando os nomes a tudo que via pela frente”).
  • 12.
     8. Percepçãode relações de intertextualidade:  Distribuir cópias do poema para análise, verificando o que há em comum nos dois textos. O AVESTRUZ O galo cantou A ovelha despertou E estava com fome! O avestruz esperto Papou tudo que havia por perto. Comeu melancia Feijão e ervilha Tomate, capim E a boneca da menina. O galo brigou A menina chorou O avestruz esperto, Da confusão escapou.  http://deversoemversos.blogspot.com.br/2012/10/o-avestruz.html Acesso06 junho2013.
  • 13.
     9. Apreciaçõesestéticas e/ou afetivas:  Vocês gostaram do texto?  Você ficou com pena da situação do menino?  Você já vivenciou algo parecido?
  • 14.
     10. Apreciaçõeséticas:  Discutir:  Você acha difícil criar um animal em apartamento ou um animal selvagem na cidade?  Por que o menino só muda de ideia quando passa a conhecer os hábitos alimentares do bicho?
  • 15.
     Sugestão deavaliação:  Criação de uma crônica narrativa sobre situações com animais de estimação.
  • 16.
     Alexandra Petittu Carina Alves Ito  Célia Regina Baeta  Elaine Regina Salvalágio  João Francisco de Paula Lico