SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 4
SISTEMA HÍDRICO URBANO 
JAQUELINE CAMARGO SANTOS* 
* Graduanda do Curso de Licenciatura Plena em Biologia – FIES/UNIBEM - FACULDADES 
INTEGRADAS “ESPÍRITA” – UNIBEM - Curitiba – PR 
Orientada pelo Professor JORGE AUGUSTO CALLADO AFONSO - Disciplina de Gestão Ambiental 
Palavras-Chave: água, sistema 
hídrico, bacia hidrográficas, 
saneamento. 
Keywords: water, water 
system, hydrographic basin, 
sanitation. 
Resumo: Na segunda metade do século XX o 
desenvolvimento urbano se acelerou e trouxe como 
consequência uma grande competição pelos mesmos 
recursos naturais e o descaso com a biodiversidade 
natural. A ocupação do homem nas bacias 
hidrográficas foi realizada com pouco planejamento, 
tendo como objetivos o mínimo custo e o máximo 
benefício de seus usuários, sem maior preocupação 
com a preservação do meio ambiente. Com o 
crescimento demográfico e da exploração da água, os 
recursos naturais têm-se deteriorado [1]. A diminuição 
da disponibilidade dos recursos hídricos e deterioração 
da qualidade das águas traz como conseqüência sérios 
problemas de saúde pública. A grande crise da água, 
prevista para o ano de 2020, [2] tem preocupado 
cientistas de todo o mundo. Uma crise dessas 
proporções poderá conduzir ao caos hídrico, portanto 
projetos com múltiplas finalidades devem ser 
desenvolvidos, além de um amplo projeto para a 
conscientização mundial. 
Abstract: In the second half of the twentieth 
century urban development has accelerated and 
consequently brought a great competition for the same 
resources and neglect of natural biodiversity. The 
occupation of man in river basins was performed with 
little planning, having as objective the minimum cost 
and maximum benefit for their users, without much 
concern for the preservation of the environment. With 
population growth and exploitation of water, natural 
resources have deteriorated [1]. The decreased 
availability of water resources and deterioration of 
water quality as a result brings serious public health 
problems. The major water crisis, planned for the year 
2020, [2] has worried scientists around the world. A 
crisis of this magnitude could lead to chaos water, so 
projects with multiple objectives must be developed, 
as well as a broad project for global awareness. 
O desenvolvimento sustentável 
urbano tem como objetivo melhorar a 
qualidade da vida da população e a 
conservação ambiental. Faz-se portanto, 
essencial integrar a qualidade de vida com 
um ambiente conservado que atenda às
necessidades da população, garantindo 
harmonia do homem e da natureza. 
Tendo em vista que sem água não 
há vida, torna-se extremamente necessário 
a estruturação de um modelo de gestão 
hídrica que atenda adequadamente todo o 
País e não apenas um modelo isolado que 
mal dá suporte a população local. 
Para uma interpretação ecológica 
da qualidade das águas superficiais e/ou 
para estabelecer um sistema de 
monitoramento, é necessário a utilização 
de simples e que dêem informações 
objetivas e interpretáveis, partindo para 
critérios próprios que considerem as 
características peculiares dos recursos 
hídricos [3]. 
É suficientemente claro que a 
Gestão das Águas e a Gestão Ambiental 
são atividades inter-relacionadas [3]. 
A negligência do Estado com a 
construção das cidades e o 
desenvolvimento de uma política urbana 
correta visando não apenas o 
desenvolvimento econômico, mas 
principalmente social, é responsável pela 
ilegalidade como fator estrutural na 
dinâmica de expansão urbana [4]. 
Atualmente, a cada 14 segundos, 
morre uma criança vítima de doenças 
hídricas [2]. 
A disponibilidade de água, tanto 
em quantidade como em qualidade, é um 
dos principais fatores limitantes ao 
desenvolvimento das cidades. Para a 
manutenção sustentável do recurso água é 
necessário o desenvolvimento de 
instrumentos gerenciais de proteção, 
planejamento e utilização, adequando o 
planejamento urbano de acordo com a 
vocação natural do sistema hídrico [5]. 
As fontes difusas de poluição, 
especialmente a agricultura, têm sido 
objeto de atenção em muitos países devido 
à dificuldade de se estabelecer 
procedimentos de avaliação de impactos 
ambientais e de adotar padrões aceitáveis, 
como outrora ocorreu com as fontes 
pontuais. Por isso, tratamento especial e 
diferenciado deve ser dado as bacias 
consideradas como manancial de 
abastecimento, pois a qualidade da água 
bruta depende da forma pela qual os 
demais compartimentos do sistema são 
manejados [4]. 
Atualmente a SANEPAR possui 
um Programa de Conservação de 
Mananciais que tem por objetivo a 
implementação de ações estruturais e não 
estruturais visando a melhoria da 
qualidade das águas dos mananciais de 
abastecimento público e sua manutenção 
[5]. 
A consideração sobre as 
perspectivas de longo prazo no 
aproveitamento dos recursos e o equilíbrio 
entre alternativas de expansão de 
capacidade e gestão da demanda são 
atributos que vêm sendo associados a uma 
visão mais recente da gestão de recursos 
hídricos, conhecida como gestão 
integrada. 
Iniciativas voltadas ao controle de 
poluição na fonte, contrapostas à postura 
convencional de ampliar as capacidades 
estruturais de tratamento dos efeitos, 
constituem elementos de gestão integrada 
que cada vez mais se aplicam ao caso das 
bacias urbanizadas [6]. 
No estado do Paraná, a SANEPAR 
nas 700 localidades onde atua atende uma 
população de cerca de 6,5 milhões de 
habitantes utilizando-se de 950 
mananciais de abastecimento [7]. 
O problema das cheias urbanas é 
um problema de alocação de espaço. Os 
rios, na época das chuvas, veiculam mais 
água e necessitam, para tanto, de espaço
para esse transporte. O espaço assim 
ocupado é denominado várzea do rio. Ora, 
se a cidade ocupa esse espaço, o rio o 
reclamará de qualquer forma e invadirá as 
áreas urbanizadas. A única forma de 
controlar as enchentes é, portanto, prover 
espaço para que a água ocupe seu lugar, o 
que pode ser conseguido através da 
preservação das áreas de várzea, ou da 
criação de novos espaços de 
detenção/retenção, como é o caso da 
implantação dos piscinões na região [6]. 
A foto acima ilustra a invasão da água em uma 
avenida de São Paulo. 
A maior parte da água que é 
retirada não é atualmente consumida e 
retorna a sua fonte sem nenhuma alteração 
significativa na qualidade. 
A água é um solvente versátil 
freqüentemente usado para transportar 
produtos residuais para longe do local de 
produção e descarga. Infelizmente, os 
produtos residuais transportados são 
freqüentemente tóxicos, e sua presença 
pode degradar seriamente o ambiente do 
rio, lago ou riacho receptor [8]. 
Espaço, terrenos, imóveis, são 
bens valorizados nas áreas urbanas. 
Remover a ocupação das várzeas como 
medida corretiva é muito mais custoso, 
sob vários aspectos, do que prevenir a 
ocupação. Da mesma forma, "criar" 
espaços para armazenar o excesso como 
nos casos dos piscinões também é caro, 
principalmente à medida que a 
urbanização se adensa [1]. 
Segundo o Relatório do 
Desenvolvimento Humano (RDH) 2006, 
que aborda a escassez e a relação da crise 
mundial da agua com poder e pobreza, a 
crise do abastecimento de agua e do 
esgotamento sanitário e, acima de tudo, 
uma crise dos pobres. De acordo com o 
Relatório, o principio perverso que se 
aplica a grande parte do mundo em 
desenvolvimento e de que as pessoas mais 
pobres não só tem acesso a menos agua, e 
a menos agua potável, como também 
pagam alguns dos preços mais elevados 
do mundo [9]. 
De acordo com a Organização 
Mundial de Saúde (OMS), o calculo dos 
requisitos mínimos de agua, para que os 
riscos a saúde sejam reduzidos, deve ser 
baseado nas demandas para hidratação, 
preparo e higienização de alimentos e 
promoção de higiene básica (lavar as 
mãos, tomar banho e lavar as roupas) [9]. 
A necessidade de integração entre 
os sistemas de gerenciamento de recursos 
hídricos e o planejamento metropolitano 
decorre do reconhecimento de que a 
lógica estrita das localidades, aplicada às 
bacias urbanizadas, leva à irracionalidade 
no investimento e na gestão dos sistemas 
setoriais. 
A gestão de sistemas setoriais a 
partir de uma lógica predominantemente 
local dá a ilusão de que, por tratar de 
diferentes setores convergindo para uma 
unidade geográfica restrita, promove a 
integração entre setores. No entanto, isso 
não é verdade se analisado à luz da 
funcionalidade dos sistemas setoriais em 
seu todo (e não em segmentos) [1]. 
Conclusão: 
O quadro socioambiental que 
caracteriza as sociedades contemporâneas 
revela que as ações dos humanos sobre o 
meio ambiente está causando impactos 
cada vez mais complexos, tanto em 
termos quantitativos quanto qualitativos.
Vilas e favelas são regiões das 
municipalidades que, ao longo da historia 
do Brasil, não foram priorizadas pelas 
politicas publicas de saneamento básico. 
A foto acima retrata a construção de casas em 
mananciais. 
O conceito de desenvolvimento 
sustentável surge como uma idéia força 
integradora para qualificar a necessidade 
de pensar uma outra forma de 
desenvolvimento. 
Experiências de Poder Local bem-sucedidas, 
principalmente por parte de 
administrações municipais, mostram que, 
havendo vontade política, é possível 
viabilizar ações governamentais pautadas 
pela adoção dos princípios de 
sustentabilidade ambiental conjugada a 
resultados na esfera do desenvolvimento 
econômico e social. 
O município possibilita, neste 
sentido, a articulação de políticas de 
caráter intersetorial do desenvolvimento 
social na medida em que se amplia o 
campo de análise e de atuação que inclui 
conceitos como qualidade de vida, 
exercício de direitos e expansão do 
desenvolvimento de capacidades. 
Longe dos “olhos da sociedade” 
que, embora não sejam vigilantes quando 
o assunto são as vilas e favelas, exercem 
algum grau de pressão sobre o poder 
publico e a companhia de agua e esgotos. 
A ocupação de periferias precárias é um 
fator que acaba por estender a cidade 
indefinidamente, o que gera uma 
necessidade de expansão dos sistemas à 
distancias cada vez maiores, com o 
consequente aumento dos custos de 
implantação. 
Referências 
[1] MORAES, D. e JORDAO, B. 
“Degradação de recursos hídricos e 
seus efeitos sobre a saúde humana.” 
Rev. Saúde Pública [online]., pp. 
vol.36, n.3, pp. 370-374. ISSN 0034- 
8910., 2002. 
[2] WREGE, M. “A ética da água.” 
Inform ANDES, vol. 96, p. 12, 2000. 
[3] MUÑOZ, H. “Interfaces da gestão de 
recursos hídricos: desafios da lei de 
águas de 1997.” Secretaria de 
Recursos Hídricos - Brasilia., pp. 75- 
108., 2000. 
[4] GROSTEIN, M. “METRÓPOLE E 
EXPANSÃO URBANA a persistência 
de processos “insustentáveis”.” SÃO 
PAULO EM PERSPECTIVA, vol. 15, 
p. 1, 2001. 
[5] ANDREOLI, C. V.; DALARMI, O.; 
LARA, A. e ANDREOLI, F. “Os 
Mananciais de Abastecimento do 
Sistema Integrado da Região 
Metropolitana de Curitiba.” 1999. 
[6] SILVA, R. e PORTO, M. “Gestão 
urbana e gestão das águas: caminhos 
da integração.” SCIELO BRASIL., vol. 
17, n. 47, pp. 129-145, 2003. 
[7] DECONTO, L. e SANTOS, J. 
“Produção de desinfetantes in loco – 
experiência da SANEPAR.” Sanare - 
Curitiba., vol. 4, n. 4, pp. 15-21, 1995. 
[8] WHITE, P. e RASMUSSEN, J. “The 
genotoxic hazards of domestic wastes 
in surface waters.” Mutat Res., vol. 
410, pp. 223-36, 1998. 
[9] PNAD - Instituto de Pesquisas 
Econômicas Aplicadas (Ipea). 2007 
Primeiras análises: saneamento 
básico e habitação. v. 5. 2008.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mulheres pela água
Mulheres pela águaMulheres pela água
Mulheres pela águafcmatosbh
 
161 publicacao07102011101118 ciranda das águas
161 publicacao07102011101118 ciranda das águas161 publicacao07102011101118 ciranda das águas
161 publicacao07102011101118 ciranda das águasDaniel Oliveira Galdino
 
Recursos hídricos e meio ambiente
Recursos hídricos e meio ambienteRecursos hídricos e meio ambiente
Recursos hídricos e meio ambienteErick Amâncio
 
Aproveitamento da água da chuva e proveniente do esgoto secundario
Aproveitamento da água da chuva e proveniente do esgoto secundarioAproveitamento da água da chuva e proveniente do esgoto secundario
Aproveitamento da água da chuva e proveniente do esgoto secundarioTobias Vier Schwambach
 
Recursos Hidricos no Brasil
Recursos Hidricos no BrasilRecursos Hidricos no Brasil
Recursos Hidricos no BrasilRodrigo Mesquita
 
(158326828) 11 qualidade das-aguas_apostila_11_1_
(158326828) 11 qualidade das-aguas_apostila_11_1_(158326828) 11 qualidade das-aguas_apostila_11_1_
(158326828) 11 qualidade das-aguas_apostila_11_1_Marcio Souza
 
AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL NO RIO CAUAMÉ – PRAIA DA ...
AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL NO RIO CAUAMÉ – PRAIA DA ...AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL NO RIO CAUAMÉ – PRAIA DA ...
AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL NO RIO CAUAMÉ – PRAIA DA ...Heidelanna Bacelar
 
Trabalho isa janaina e kaka alterado apresentar
Trabalho isa janaina e kaka alterado apresentarTrabalho isa janaina e kaka alterado apresentar
Trabalho isa janaina e kaka alterado apresentarJOSE JULIARDO SOARES MONTE
 
Saneamento Básico para um Recife Sustentável
Saneamento Básico para um Recife SustentávelSaneamento Básico para um Recife Sustentável
Saneamento Básico para um Recife SustentávelDeputado Paulo Rubem - PDT
 
Manual de saneamento - FUNASA
Manual de saneamento  - FUNASAManual de saneamento  - FUNASA
Manual de saneamento - FUNASALaise Bastos
 
TVJur.com - Aula de Direito Ambiental - Recursos hídricos
TVJur.com - Aula de Direito Ambiental - Recursos hídricosTVJur.com - Aula de Direito Ambiental - Recursos hídricos
TVJur.com - Aula de Direito Ambiental - Recursos hídricosTVJur.com
 

Mais procurados (20)

Mulheres pela água
Mulheres pela águaMulheres pela água
Mulheres pela água
 
Gestão de bacias hidrográficas
Gestão de bacias hidrográficasGestão de bacias hidrográficas
Gestão de bacias hidrográficas
 
161 publicacao07102011101118 ciranda das águas
161 publicacao07102011101118 ciranda das águas161 publicacao07102011101118 ciranda das águas
161 publicacao07102011101118 ciranda das águas
 
Recursos hídricos e meio ambiente
Recursos hídricos e meio ambienteRecursos hídricos e meio ambiente
Recursos hídricos e meio ambiente
 
Aproveitamento da água da chuva e proveniente do esgoto secundario
Aproveitamento da água da chuva e proveniente do esgoto secundarioAproveitamento da água da chuva e proveniente do esgoto secundario
Aproveitamento da água da chuva e proveniente do esgoto secundario
 
Recursos Hidricos no Brasil
Recursos Hidricos no BrasilRecursos Hidricos no Brasil
Recursos Hidricos no Brasil
 
(158326828) 11 qualidade das-aguas_apostila_11_1_
(158326828) 11 qualidade das-aguas_apostila_11_1_(158326828) 11 qualidade das-aguas_apostila_11_1_
(158326828) 11 qualidade das-aguas_apostila_11_1_
 
AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL NO RIO CAUAMÉ – PRAIA DA ...
AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL NO RIO CAUAMÉ – PRAIA DA ...AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL NO RIO CAUAMÉ – PRAIA DA ...
AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DO IMPACTO SOCIOAMBIENTAL NO RIO CAUAMÉ – PRAIA DA ...
 
Trabalho isa janaina e kaka alterado apresentar
Trabalho isa janaina e kaka alterado apresentarTrabalho isa janaina e kaka alterado apresentar
Trabalho isa janaina e kaka alterado apresentar
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
Aula 1
 
Saneamento Básico para um Recife Sustentável
Saneamento Básico para um Recife SustentávelSaneamento Básico para um Recife Sustentável
Saneamento Básico para um Recife Sustentável
 
Manual de saneamento - FUNASA
Manual de saneamento  - FUNASAManual de saneamento  - FUNASA
Manual de saneamento - FUNASA
 
Informativo insp 47
Informativo insp   47Informativo insp   47
Informativo insp 47
 
Luis henrique ferreira
Luis henrique ferreiraLuis henrique ferreira
Luis henrique ferreira
 
Geografia A
Geografia AGeografia A
Geografia A
 
Gestao Recursos Hídricos
Gestao Recursos HídricosGestao Recursos Hídricos
Gestao Recursos Hídricos
 
Liduina carvalho pegada ecológica
Liduina carvalho pegada ecológicaLiduina carvalho pegada ecológica
Liduina carvalho pegada ecológica
 
TVJur.com - Aula de Direito Ambiental - Recursos hídricos
TVJur.com - Aula de Direito Ambiental - Recursos hídricosTVJur.com - Aula de Direito Ambiental - Recursos hídricos
TVJur.com - Aula de Direito Ambiental - Recursos hídricos
 
Informativo insp 11
Informativo insp   11Informativo insp   11
Informativo insp 11
 
Situacao-problema
Situacao-problemaSituacao-problema
Situacao-problema
 

Semelhante a Sistema Hídrico

Águas Residuais - UNESCO
Águas Residuais - UNESCOÁguas Residuais - UNESCO
Águas Residuais - UNESCO2016arqmiriam
 
Apostila recursos hidridicos
Apostila recursos hidridicosApostila recursos hidridicos
Apostila recursos hidridicosi_ramos
 
Sistema de captação e reutilização da água das chuvas
Sistema de captação e reutilização da água das chuvasSistema de captação e reutilização da água das chuvas
Sistema de captação e reutilização da água das chuvasWagner Costa Botelho
 
APRESENTAÇÃO DE Gestão Ambiental - MEIO AMBIENTE.pptx
APRESENTAÇÃO DE Gestão Ambiental - MEIO AMBIENTE.pptxAPRESENTAÇÃO DE Gestão Ambiental - MEIO AMBIENTE.pptx
APRESENTAÇÃO DE Gestão Ambiental - MEIO AMBIENTE.pptxbrunomattos46
 
Proposta Crise Hídrica.pdf
Proposta Crise Hídrica.pdfProposta Crise Hídrica.pdf
Proposta Crise Hídrica.pdfssuser52d478
 
recursos hídricos, geografia
recursos hídricos, geografiarecursos hídricos, geografia
recursos hídricos, geografiaNilton Goulart
 
Politica de recursos hidricos no brasil
Politica de recursos hidricos no brasilPolitica de recursos hidricos no brasil
Politica de recursos hidricos no brasilgbruck53
 
Retratos de governanças das águas no Brasil: Comitê de Bacia do Rio Doce
Retratos de governanças das águas no Brasil: Comitê de Bacia do Rio DoceRetratos de governanças das águas no Brasil: Comitê de Bacia do Rio Doce
Retratos de governanças das águas no Brasil: Comitê de Bacia do Rio Docefcmatosbh
 
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Grande
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio GrandeRetratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Grande
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Grandefcmatosbh
 
Retratos de governança das águas no Brasil: Comitê do Rio São Francisco
Retratos de governança das águas no Brasil: Comitê do Rio São FranciscoRetratos de governança das águas no Brasil: Comitê do Rio São Francisco
Retratos de governança das águas no Brasil: Comitê do Rio São Franciscofcmatosbh
 
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Verd...
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Verd...Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Verd...
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Verd...fcmatosbh
 
Gestão Ambiental - Escassez de Recursos Hídricos.pdf
Gestão Ambiental - Escassez de Recursos Hídricos.pdfGestão Ambiental - Escassez de Recursos Hídricos.pdf
Gestão Ambiental - Escassez de Recursos Hídricos.pdfHELENO FAVACHO
 
Retratos de Governanças das Águas _ Comitê para integração da bacia hidro...
Retratos de Governanças das Águas _ Comitê para integração da bacia hidro...Retratos de Governanças das Águas _ Comitê para integração da bacia hidro...
Retratos de Governanças das Águas _ Comitê para integração da bacia hidro...fcmatosbh
 
Pap012919 tecnologias vivas aplicadas ao saneamento rural - xx sbrh
Pap012919   tecnologias vivas aplicadas ao saneamento rural - xx sbrhPap012919   tecnologias vivas aplicadas ao saneamento rural - xx sbrh
Pap012919 tecnologias vivas aplicadas ao saneamento rural - xx sbrhEvandro Sanguinetto
 

Semelhante a Sistema Hídrico (20)

Águas Residuais - UNESCO
Águas Residuais - UNESCOÁguas Residuais - UNESCO
Águas Residuais - UNESCO
 
Apostila recursos hidridicos
Apostila recursos hidridicosApostila recursos hidridicos
Apostila recursos hidridicos
 
Ciência Equatorial - ISSN 2179-9563 - V1N1 2011
Ciência Equatorial - ISSN 2179-9563 - V1N1 2011Ciência Equatorial - ISSN 2179-9563 - V1N1 2011
Ciência Equatorial - ISSN 2179-9563 - V1N1 2011
 
Sistema de captação e reutilização da água das chuvas
Sistema de captação e reutilização da água das chuvasSistema de captação e reutilização da água das chuvas
Sistema de captação e reutilização da água das chuvas
 
Gotícula.pptx
Gotícula.pptxGotícula.pptx
Gotícula.pptx
 
APRESENTAÇÃO DE Gestão Ambiental - MEIO AMBIENTE.pptx
APRESENTAÇÃO DE Gestão Ambiental - MEIO AMBIENTE.pptxAPRESENTAÇÃO DE Gestão Ambiental - MEIO AMBIENTE.pptx
APRESENTAÇÃO DE Gestão Ambiental - MEIO AMBIENTE.pptx
 
Proposta Crise Hídrica.pdf
Proposta Crise Hídrica.pdfProposta Crise Hídrica.pdf
Proposta Crise Hídrica.pdf
 
recursos hídricos, geografia
recursos hídricos, geografiarecursos hídricos, geografia
recursos hídricos, geografia
 
Si g
Si gSi g
Si g
 
manual_controlador.pdf
manual_controlador.pdfmanual_controlador.pdf
manual_controlador.pdf
 
Politica de recursos hidricos no brasil
Politica de recursos hidricos no brasilPolitica de recursos hidricos no brasil
Politica de recursos hidricos no brasil
 
Retratos de governanças das águas no Brasil: Comitê de Bacia do Rio Doce
Retratos de governanças das águas no Brasil: Comitê de Bacia do Rio DoceRetratos de governanças das águas no Brasil: Comitê de Bacia do Rio Doce
Retratos de governanças das águas no Brasil: Comitê de Bacia do Rio Doce
 
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Grande
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio GrandeRetratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Grande
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Grande
 
Retratos de governança das águas no Brasil: Comitê do Rio São Francisco
Retratos de governança das águas no Brasil: Comitê do Rio São FranciscoRetratos de governança das águas no Brasil: Comitê do Rio São Francisco
Retratos de governança das águas no Brasil: Comitê do Rio São Francisco
 
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Verd...
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Verd...Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Verd...
Retratos de Governanças das Águas: Comitê da bacia hidrográfica do Rio Verd...
 
Projeto 21 Ppt
Projeto 21 PptProjeto 21 Ppt
Projeto 21 Ppt
 
Gestão Ambiental - Escassez de Recursos Hídricos.pdf
Gestão Ambiental - Escassez de Recursos Hídricos.pdfGestão Ambiental - Escassez de Recursos Hídricos.pdf
Gestão Ambiental - Escassez de Recursos Hídricos.pdf
 
Retratos de Governanças das Águas _ Comitê para integração da bacia hidro...
Retratos de Governanças das Águas _ Comitê para integração da bacia hidro...Retratos de Governanças das Águas _ Comitê para integração da bacia hidro...
Retratos de Governanças das Águas _ Comitê para integração da bacia hidro...
 
Pap012919 tecnologias vivas aplicadas ao saneamento rural - xx sbrh
Pap012919   tecnologias vivas aplicadas ao saneamento rural - xx sbrhPap012919   tecnologias vivas aplicadas ao saneamento rural - xx sbrh
Pap012919 tecnologias vivas aplicadas ao saneamento rural - xx sbrh
 
Consenso Istambul
Consenso IstambulConsenso Istambul
Consenso Istambul
 

Mais de Adriana Heloisa

Jogo biomas caderno pistas norte
Jogo biomas caderno  pistas  norteJogo biomas caderno  pistas  norte
Jogo biomas caderno pistas norteAdriana Heloisa
 
Jogo biomas orientações professor
Jogo biomas orientações professorJogo biomas orientações professor
Jogo biomas orientações professorAdriana Heloisa
 
Jogo biomas orientações aluno
Jogo biomas orientações alunoJogo biomas orientações aluno
Jogo biomas orientações alunoAdriana Heloisa
 
Jogo biomas caderno pistas sul
Jogo biomas caderno pistas sulJogo biomas caderno pistas sul
Jogo biomas caderno pistas sulAdriana Heloisa
 
Líquens como bioindicadores qualidade do ar em centros urbanos
Líquens como bioindicadores qualidade do ar em centros urbanosLíquens como bioindicadores qualidade do ar em centros urbanos
Líquens como bioindicadores qualidade do ar em centros urbanosAdriana Heloisa
 
A importância da arborização nos centros urbanos
A importância da arborização nos centros urbanosA importância da arborização nos centros urbanos
A importância da arborização nos centros urbanosAdriana Heloisa
 

Mais de Adriana Heloisa (12)

Jogo biomas caderno pistas norte
Jogo biomas caderno  pistas  norteJogo biomas caderno  pistas  norte
Jogo biomas caderno pistas norte
 
Jogo biomas orientações professor
Jogo biomas orientações professorJogo biomas orientações professor
Jogo biomas orientações professor
 
Jogo biomas orientações aluno
Jogo biomas orientações alunoJogo biomas orientações aluno
Jogo biomas orientações aluno
 
Jogo biomas caderno pistas sul
Jogo biomas caderno pistas sulJogo biomas caderno pistas sul
Jogo biomas caderno pistas sul
 
Opiliones
OpilionesOpiliones
Opiliones
 
Abuso de medicamentos
Abuso de medicamentosAbuso de medicamentos
Abuso de medicamentos
 
Pragas urbanas
Pragas urbanasPragas urbanas
Pragas urbanas
 
Líquens como bioindicadores qualidade do ar em centros urbanos
Líquens como bioindicadores qualidade do ar em centros urbanosLíquens como bioindicadores qualidade do ar em centros urbanos
Líquens como bioindicadores qualidade do ar em centros urbanos
 
Energia Eólica
Energia EólicaEnergia Eólica
Energia Eólica
 
A importância da arborização nos centros urbanos
A importância da arborização nos centros urbanosA importância da arborização nos centros urbanos
A importância da arborização nos centros urbanos
 
Genética na escola
Genética na escolaGenética na escola
Genética na escola
 
roteiro filme Rio
roteiro filme Rioroteiro filme Rio
roteiro filme Rio
 

Último

Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaNós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaIlda Bicacro
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.HandersonFabio
 
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfCarolineNunes80
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxIlda Bicacro
 
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfAS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfssuserbb4ac2
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptxlucioalmeida2702
 
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptxTIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptxMarceloMonteiro213738
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfmaria794949
 
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteDescrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteLeonel Morgado
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalcarlaOliveira438
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfanálise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfMaiteFerreira4
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaHenrique Santos
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisIlda Bicacro
 
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.pptAula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.pptParticular
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxIlda Bicacro
 
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....LuizHenriquedeAlmeid6
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroBrenda Fritz
 

Último (20)

Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-NovaNós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
Nós Propomos! Infraestruturas em Proença-a-Nova
 
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
APH- Avaliação de cena , analise geral do ambiente e paciente.
 
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
 
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdfo-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
o-homem-que-calculava-malba-tahan-1_123516.pdf
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdfAS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
AS COLUNAS B E J E SUAS POSICOES CONFORME O RITO.pdf
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
 
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptxTIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
TIPOS DE CALOR CALOR LATENTE E CALOR SENSIVEL.pptx
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
 
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamenteDescrever e planear atividades imersivas estruturadamente
Descrever e planear atividades imersivas estruturadamente
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
 
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdfprova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
prova do exame nacional Port. 2008 - 2ª fase - Criterios.pdf
 
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdfanálise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
análise obra Nós matamos o cão Tinhoso.pdf
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de Infância
 
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos AnimaisNós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
Nós Propomos! Canil/Gatil na Sertã - Amigos dos Animais
 
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.pptAula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
Aula 5 - Fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.ppt
 
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptxEB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
EB1 Cumeada Co(n)Vida à Leitura - Livros à Solta_Serta.pptx
 
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
Slides Lição 8, Central Gospel, Os 144 Mil Que Não Se Curvarão Ao Anticristo....
 
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livroMeu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
Meu corpo - Ruth Rocha e Anna Flora livro
 

Sistema Hídrico

  • 1. SISTEMA HÍDRICO URBANO JAQUELINE CAMARGO SANTOS* * Graduanda do Curso de Licenciatura Plena em Biologia – FIES/UNIBEM - FACULDADES INTEGRADAS “ESPÍRITA” – UNIBEM - Curitiba – PR Orientada pelo Professor JORGE AUGUSTO CALLADO AFONSO - Disciplina de Gestão Ambiental Palavras-Chave: água, sistema hídrico, bacia hidrográficas, saneamento. Keywords: water, water system, hydrographic basin, sanitation. Resumo: Na segunda metade do século XX o desenvolvimento urbano se acelerou e trouxe como consequência uma grande competição pelos mesmos recursos naturais e o descaso com a biodiversidade natural. A ocupação do homem nas bacias hidrográficas foi realizada com pouco planejamento, tendo como objetivos o mínimo custo e o máximo benefício de seus usuários, sem maior preocupação com a preservação do meio ambiente. Com o crescimento demográfico e da exploração da água, os recursos naturais têm-se deteriorado [1]. A diminuição da disponibilidade dos recursos hídricos e deterioração da qualidade das águas traz como conseqüência sérios problemas de saúde pública. A grande crise da água, prevista para o ano de 2020, [2] tem preocupado cientistas de todo o mundo. Uma crise dessas proporções poderá conduzir ao caos hídrico, portanto projetos com múltiplas finalidades devem ser desenvolvidos, além de um amplo projeto para a conscientização mundial. Abstract: In the second half of the twentieth century urban development has accelerated and consequently brought a great competition for the same resources and neglect of natural biodiversity. The occupation of man in river basins was performed with little planning, having as objective the minimum cost and maximum benefit for their users, without much concern for the preservation of the environment. With population growth and exploitation of water, natural resources have deteriorated [1]. The decreased availability of water resources and deterioration of water quality as a result brings serious public health problems. The major water crisis, planned for the year 2020, [2] has worried scientists around the world. A crisis of this magnitude could lead to chaos water, so projects with multiple objectives must be developed, as well as a broad project for global awareness. O desenvolvimento sustentável urbano tem como objetivo melhorar a qualidade da vida da população e a conservação ambiental. Faz-se portanto, essencial integrar a qualidade de vida com um ambiente conservado que atenda às
  • 2. necessidades da população, garantindo harmonia do homem e da natureza. Tendo em vista que sem água não há vida, torna-se extremamente necessário a estruturação de um modelo de gestão hídrica que atenda adequadamente todo o País e não apenas um modelo isolado que mal dá suporte a população local. Para uma interpretação ecológica da qualidade das águas superficiais e/ou para estabelecer um sistema de monitoramento, é necessário a utilização de simples e que dêem informações objetivas e interpretáveis, partindo para critérios próprios que considerem as características peculiares dos recursos hídricos [3]. É suficientemente claro que a Gestão das Águas e a Gestão Ambiental são atividades inter-relacionadas [3]. A negligência do Estado com a construção das cidades e o desenvolvimento de uma política urbana correta visando não apenas o desenvolvimento econômico, mas principalmente social, é responsável pela ilegalidade como fator estrutural na dinâmica de expansão urbana [4]. Atualmente, a cada 14 segundos, morre uma criança vítima de doenças hídricas [2]. A disponibilidade de água, tanto em quantidade como em qualidade, é um dos principais fatores limitantes ao desenvolvimento das cidades. Para a manutenção sustentável do recurso água é necessário o desenvolvimento de instrumentos gerenciais de proteção, planejamento e utilização, adequando o planejamento urbano de acordo com a vocação natural do sistema hídrico [5]. As fontes difusas de poluição, especialmente a agricultura, têm sido objeto de atenção em muitos países devido à dificuldade de se estabelecer procedimentos de avaliação de impactos ambientais e de adotar padrões aceitáveis, como outrora ocorreu com as fontes pontuais. Por isso, tratamento especial e diferenciado deve ser dado as bacias consideradas como manancial de abastecimento, pois a qualidade da água bruta depende da forma pela qual os demais compartimentos do sistema são manejados [4]. Atualmente a SANEPAR possui um Programa de Conservação de Mananciais que tem por objetivo a implementação de ações estruturais e não estruturais visando a melhoria da qualidade das águas dos mananciais de abastecimento público e sua manutenção [5]. A consideração sobre as perspectivas de longo prazo no aproveitamento dos recursos e o equilíbrio entre alternativas de expansão de capacidade e gestão da demanda são atributos que vêm sendo associados a uma visão mais recente da gestão de recursos hídricos, conhecida como gestão integrada. Iniciativas voltadas ao controle de poluição na fonte, contrapostas à postura convencional de ampliar as capacidades estruturais de tratamento dos efeitos, constituem elementos de gestão integrada que cada vez mais se aplicam ao caso das bacias urbanizadas [6]. No estado do Paraná, a SANEPAR nas 700 localidades onde atua atende uma população de cerca de 6,5 milhões de habitantes utilizando-se de 950 mananciais de abastecimento [7]. O problema das cheias urbanas é um problema de alocação de espaço. Os rios, na época das chuvas, veiculam mais água e necessitam, para tanto, de espaço
  • 3. para esse transporte. O espaço assim ocupado é denominado várzea do rio. Ora, se a cidade ocupa esse espaço, o rio o reclamará de qualquer forma e invadirá as áreas urbanizadas. A única forma de controlar as enchentes é, portanto, prover espaço para que a água ocupe seu lugar, o que pode ser conseguido através da preservação das áreas de várzea, ou da criação de novos espaços de detenção/retenção, como é o caso da implantação dos piscinões na região [6]. A foto acima ilustra a invasão da água em uma avenida de São Paulo. A maior parte da água que é retirada não é atualmente consumida e retorna a sua fonte sem nenhuma alteração significativa na qualidade. A água é um solvente versátil freqüentemente usado para transportar produtos residuais para longe do local de produção e descarga. Infelizmente, os produtos residuais transportados são freqüentemente tóxicos, e sua presença pode degradar seriamente o ambiente do rio, lago ou riacho receptor [8]. Espaço, terrenos, imóveis, são bens valorizados nas áreas urbanas. Remover a ocupação das várzeas como medida corretiva é muito mais custoso, sob vários aspectos, do que prevenir a ocupação. Da mesma forma, "criar" espaços para armazenar o excesso como nos casos dos piscinões também é caro, principalmente à medida que a urbanização se adensa [1]. Segundo o Relatório do Desenvolvimento Humano (RDH) 2006, que aborda a escassez e a relação da crise mundial da agua com poder e pobreza, a crise do abastecimento de agua e do esgotamento sanitário e, acima de tudo, uma crise dos pobres. De acordo com o Relatório, o principio perverso que se aplica a grande parte do mundo em desenvolvimento e de que as pessoas mais pobres não só tem acesso a menos agua, e a menos agua potável, como também pagam alguns dos preços mais elevados do mundo [9]. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o calculo dos requisitos mínimos de agua, para que os riscos a saúde sejam reduzidos, deve ser baseado nas demandas para hidratação, preparo e higienização de alimentos e promoção de higiene básica (lavar as mãos, tomar banho e lavar as roupas) [9]. A necessidade de integração entre os sistemas de gerenciamento de recursos hídricos e o planejamento metropolitano decorre do reconhecimento de que a lógica estrita das localidades, aplicada às bacias urbanizadas, leva à irracionalidade no investimento e na gestão dos sistemas setoriais. A gestão de sistemas setoriais a partir de uma lógica predominantemente local dá a ilusão de que, por tratar de diferentes setores convergindo para uma unidade geográfica restrita, promove a integração entre setores. No entanto, isso não é verdade se analisado à luz da funcionalidade dos sistemas setoriais em seu todo (e não em segmentos) [1]. Conclusão: O quadro socioambiental que caracteriza as sociedades contemporâneas revela que as ações dos humanos sobre o meio ambiente está causando impactos cada vez mais complexos, tanto em termos quantitativos quanto qualitativos.
  • 4. Vilas e favelas são regiões das municipalidades que, ao longo da historia do Brasil, não foram priorizadas pelas politicas publicas de saneamento básico. A foto acima retrata a construção de casas em mananciais. O conceito de desenvolvimento sustentável surge como uma idéia força integradora para qualificar a necessidade de pensar uma outra forma de desenvolvimento. Experiências de Poder Local bem-sucedidas, principalmente por parte de administrações municipais, mostram que, havendo vontade política, é possível viabilizar ações governamentais pautadas pela adoção dos princípios de sustentabilidade ambiental conjugada a resultados na esfera do desenvolvimento econômico e social. O município possibilita, neste sentido, a articulação de políticas de caráter intersetorial do desenvolvimento social na medida em que se amplia o campo de análise e de atuação que inclui conceitos como qualidade de vida, exercício de direitos e expansão do desenvolvimento de capacidades. Longe dos “olhos da sociedade” que, embora não sejam vigilantes quando o assunto são as vilas e favelas, exercem algum grau de pressão sobre o poder publico e a companhia de agua e esgotos. A ocupação de periferias precárias é um fator que acaba por estender a cidade indefinidamente, o que gera uma necessidade de expansão dos sistemas à distancias cada vez maiores, com o consequente aumento dos custos de implantação. Referências [1] MORAES, D. e JORDAO, B. “Degradação de recursos hídricos e seus efeitos sobre a saúde humana.” Rev. Saúde Pública [online]., pp. vol.36, n.3, pp. 370-374. ISSN 0034- 8910., 2002. [2] WREGE, M. “A ética da água.” Inform ANDES, vol. 96, p. 12, 2000. [3] MUÑOZ, H. “Interfaces da gestão de recursos hídricos: desafios da lei de águas de 1997.” Secretaria de Recursos Hídricos - Brasilia., pp. 75- 108., 2000. [4] GROSTEIN, M. “METRÓPOLE E EXPANSÃO URBANA a persistência de processos “insustentáveis”.” SÃO PAULO EM PERSPECTIVA, vol. 15, p. 1, 2001. [5] ANDREOLI, C. V.; DALARMI, O.; LARA, A. e ANDREOLI, F. “Os Mananciais de Abastecimento do Sistema Integrado da Região Metropolitana de Curitiba.” 1999. [6] SILVA, R. e PORTO, M. “Gestão urbana e gestão das águas: caminhos da integração.” SCIELO BRASIL., vol. 17, n. 47, pp. 129-145, 2003. [7] DECONTO, L. e SANTOS, J. “Produção de desinfetantes in loco – experiência da SANEPAR.” Sanare - Curitiba., vol. 4, n. 4, pp. 15-21, 1995. [8] WHITE, P. e RASMUSSEN, J. “The genotoxic hazards of domestic wastes in surface waters.” Mutat Res., vol. 410, pp. 223-36, 1998. [9] PNAD - Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea). 2007 Primeiras análises: saneamento básico e habitação. v. 5. 2008.