Síntese da Sessão 5
Foram objectivos desta sessão:
 Compreender como é que a auto-avaliação pode ser concretizada para demonstrar a
contribuição da BE para o ensino e aprendizagem e a missão e objectivos da escola.
 Ganhar familiaridade com o processo de auto-avaliação adoptado pelo Modelo de Auto-
avaliação RBE e capacitar para a sua aplicação.
 Conhecer as técnicas e instrumentos propostos, o modo como se organizam e podem ser
usados
Foram leituras obrigatórias:
A principal fonte de informação utilizada foi o próprio modelo.
As tarefas propostas consistiram:
Escolha, em alternativa, um dos seguintes Domínios/Subdomínios:
 A.2. (Promoção das Literacias da Informação, Tecnológica e Digital)
 B. (Leitura e Literacia)
 C1 (Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular
Estabelecer um Plano de Avaliação específico e o mais concretizado possível para esse Domínio/Sub-
domínio, recorrendo às leituras da sessão e às indicações da tarefa
Em simultâneo decorreu na Plataforma ao longo da sessão um Fórum de discussão, no qual se esperava
que cada formando apresentasse em um ou dois posts, uma ou duas questões que se coloquem nesta
1ª fase de operacionalização do Modelo e que interagisse com um ou dois colegas formandos, no
esclarecimento das questões que por ele/s tiverem sido colocadas.
Realização das tarefas:
Em relação à realização das tarefas, podemos considerar que esta turma está de parabéns.
Participaram com pontualidade na unidade, com excepção da Maria Cristina Rosa que não
publicou qualquer participação e da Dora Gomes que apenas participou no fórum.
Síntese do trabalho relativo ao Plano de Avaliação:
Foi feita uma apreciação por escrito a cada um dos trabalhos apresentados, dando feedback
personalizado a cada formando em relação à concretização da tarefa. A maioria dos
participantes demonstrou alguns constrangimentos na realização deste trabalho mas, com
maior ou menos profundidade, a tarefa foi realizada embora não se cumprindo em pleno os
objectivos desta sessão para alguns formandos. Ainda se verificaram algumas confusões ao
nível conceptual e que se reflectem depois nesta fase de operacionalização do modelo como,
por exemplo, entre o que é o plano de acção e o plano de avaliação ou entre instrumentos e
evidências. Outro aspecto menos conseguido por alguns formandos, e que correspondia à
essência desta tarefa (estabelecer um Plano de Avaliação específico e o mais concretizado
possível), foi o de se tentar focalizar na realidade da sua escola/agrupamento, fazendo um
plano “à sua medida” o que poderia ter constituído uma mais-valia para o futuro próximo em
fez de fazer uma quase transcrição, vaga e imprecisa, das indicações do MABE.
Síntese do Fórum:
Também nesta proposta as formadoras tiveram alguma dificuldade em fazer cumprir os
objectivos da sessão. A maioria dos formandos sentiu uma enorme necessidade de partilhar
ansiedades e constrangimentos em vez de colocar questões práticas que se lhes levantassem
nesta 1ª fase de operacionalização do Modelo sendo que, no início, a interacção girou mais à
volta de questões de carácter existencial do que pragmático. As formadoras optaram por
sublinhar em cada participação os aspectos que se poderiam relevar de pertinência para o
debate de ideias. Depois dos “avisos à navegação” ainda foi difícil focalizar o conjunto turma na
tarefa mas o teor das intervenções melhorou. Apesar destas questões, verificou-se um elevado
nível de participação com 81 posts, revelador do interesse dos formandos por encontrar um
espaço/tempo para poder discutir com os seus pares aspectos que os preocupam.
Apesar de tudo, e porque temos consciência do esforço, felicitamos o conjunto da turma pelo
trabalho desenvolvido e desejamos a todos a continuação de um bom trabalho!
As formadoras
Júlia e Margarida

Sintese sessao 5

  • 1.
    Síntese da Sessão5 Foram objectivos desta sessão:  Compreender como é que a auto-avaliação pode ser concretizada para demonstrar a contribuição da BE para o ensino e aprendizagem e a missão e objectivos da escola.  Ganhar familiaridade com o processo de auto-avaliação adoptado pelo Modelo de Auto- avaliação RBE e capacitar para a sua aplicação.  Conhecer as técnicas e instrumentos propostos, o modo como se organizam e podem ser usados Foram leituras obrigatórias: A principal fonte de informação utilizada foi o próprio modelo. As tarefas propostas consistiram: Escolha, em alternativa, um dos seguintes Domínios/Subdomínios:  A.2. (Promoção das Literacias da Informação, Tecnológica e Digital)  B. (Leitura e Literacia)  C1 (Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular Estabelecer um Plano de Avaliação específico e o mais concretizado possível para esse Domínio/Sub- domínio, recorrendo às leituras da sessão e às indicações da tarefa Em simultâneo decorreu na Plataforma ao longo da sessão um Fórum de discussão, no qual se esperava que cada formando apresentasse em um ou dois posts, uma ou duas questões que se coloquem nesta 1ª fase de operacionalização do Modelo e que interagisse com um ou dois colegas formandos, no esclarecimento das questões que por ele/s tiverem sido colocadas. Realização das tarefas: Em relação à realização das tarefas, podemos considerar que esta turma está de parabéns. Participaram com pontualidade na unidade, com excepção da Maria Cristina Rosa que não publicou qualquer participação e da Dora Gomes que apenas participou no fórum.
  • 2.
    Síntese do trabalhorelativo ao Plano de Avaliação: Foi feita uma apreciação por escrito a cada um dos trabalhos apresentados, dando feedback personalizado a cada formando em relação à concretização da tarefa. A maioria dos participantes demonstrou alguns constrangimentos na realização deste trabalho mas, com maior ou menos profundidade, a tarefa foi realizada embora não se cumprindo em pleno os objectivos desta sessão para alguns formandos. Ainda se verificaram algumas confusões ao nível conceptual e que se reflectem depois nesta fase de operacionalização do modelo como, por exemplo, entre o que é o plano de acção e o plano de avaliação ou entre instrumentos e evidências. Outro aspecto menos conseguido por alguns formandos, e que correspondia à essência desta tarefa (estabelecer um Plano de Avaliação específico e o mais concretizado possível), foi o de se tentar focalizar na realidade da sua escola/agrupamento, fazendo um plano “à sua medida” o que poderia ter constituído uma mais-valia para o futuro próximo em fez de fazer uma quase transcrição, vaga e imprecisa, das indicações do MABE. Síntese do Fórum: Também nesta proposta as formadoras tiveram alguma dificuldade em fazer cumprir os objectivos da sessão. A maioria dos formandos sentiu uma enorme necessidade de partilhar ansiedades e constrangimentos em vez de colocar questões práticas que se lhes levantassem nesta 1ª fase de operacionalização do Modelo sendo que, no início, a interacção girou mais à volta de questões de carácter existencial do que pragmático. As formadoras optaram por sublinhar em cada participação os aspectos que se poderiam relevar de pertinência para o debate de ideias. Depois dos “avisos à navegação” ainda foi difícil focalizar o conjunto turma na tarefa mas o teor das intervenções melhorou. Apesar destas questões, verificou-se um elevado nível de participação com 81 posts, revelador do interesse dos formandos por encontrar um espaço/tempo para poder discutir com os seus pares aspectos que os preocupam. Apesar de tudo, e porque temos consciência do esforço, felicitamos o conjunto da turma pelo trabalho desenvolvido e desejamos a todos a continuação de um bom trabalho! As formadoras Júlia e Margarida