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Centro de Formação de Associação de Escolas
do Tua e Douro Superior

RELATÓRIO CRÍTICO FINAL DA OFICINA DE FORMAÇÃO

INTEGRAÇÃO DAS TIC NO ENSINO-APRENDIZAGEM DO PORTUGUÊS:
ANÁLISE E PRODUÇÃO DE RECURSOS DIDÁTICOS DIGITAIS

Formador
José António Batista

Formando
Maria Isabel Teixeira Jaime Ricardo

Endereço do blog criado na Oficina de Formação:
isabeljricardo.blogspot.pt

Mirandela, 6 de janeiro de 2014
Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo

ÍNDICE

INTRODUÇÃO…………………………………………………………………… 3
1. As TIC no processo de ensino/aprendizagem do português…………………. 4
2. Ferramentas da Web 2.0 exploradas e suas potencialidades
para a melhoria / inovação de práticas…………………………………………… 5
3. Trabalhos realizados………………………………………………………………….. 6
4. Consecução dos objetivos…………………………………………………………. 7
5. Apreciação da metodologia………………………………………………………… 8
6. Duração…………………………………………………………………………………. 8
7. Grau de motivação……………………………………………………………………. 8
CONCLUSÂO……………………………………………………………………… 9
BIBLIOGRAFIA…………………………………………………………………...10

2
Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo

INTRODUÇÃO

É

um

facto

que

o

ensino-aprendizagem

do

Português

exige

o

acompanhamento do desenvolvimento tecnológico, ou seja, obriga à inovação nas
Tecnologias de Informação e Comunicação utilizadas em sala de aula, caso
contrário, provocar-se-ia obviamente um gradual afastamento e desinteresse face a
u público exigente, informado e especialista em novas tecnologias: os nossos
alunos.
Não é verdade que os adolescentes, os nossos alunos dominam muito melhor
todas as novas tecnologias mais depressa do que nós, seus professores? Temos
então a obrigação de os acompanhar!
Nós, os docentes, devemos promover o uso das Tecnologias de Informação
e Comunicação no ensino-aprendizagem do Português, de forma a dinamizar e
renovar o ensino da língua materna. Por estarmos atentos e conscientes desta
realidade, decidimos participar nesta Oficina de Formação, de forma a poder
integrar o mais possível as TIC no ensino, analisando e produzindo recursos
didáticos digitais fundamentais e motivadores para os nossos alunos.
Num primeiro momento deste relatório, procuraremos refletir sobre a
importância das TIC no processo de ensino / aprendizagem do Português.
De seguida, referir-nos-emos às ferramentas da Web 2.0 exploradas e suas
potencialidades para a melhoria/inovação de práticas.
Posteriormente, serão enumerados os trabalhos desenvolvidos. Debruçarnos-emos ainda sobre a consecução dos objetivos, em função das expectativas e
dos resultados esperados, competências adquiridas, evolução e dificuldades
sentidas/superadas. Procederemos à apreciação da metodologia aos participantes
e dos recursos disponibilizados, do tempo concedido à realização dos diversos
trabalhos, do nosso grau de participação e envolvimentos no cumprimento dos
mesmos.
Finalmente, faremos um balanço global d Oficina de Formação e
apresentaremos as referências bibliográficas consultadas.

3
Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo

1. As TIC no processo de ensino/aprendizagem do português.

Como já foi referido anteriormente, compete-nos a nós professores de
Português proporcionar aos alunos de hoje um ensino e aprendizagem que os
envolva, satisfaça as suas necessidades e cumpra os objetivos que procuram
alcançar.
Até há poucos anos atrás, o professor detinha a autoridade total, o controlo
absoluto na sala de aula, mas hoje tem que dividir essas funções com os alunos
para obter o sucesso e resultados desejados.
A sociedade mudou, existe uma nova geração de professores e
consequentemente uma nova forma de ensinar. Com o aparecimento de recursos
múltiplos, de acesso livre, a aprendizagem já não se limita exclusivamente ao
tempo de aula. O ambiente educativo inclui o professor, o aluno, a comunidade de
aprendizagem e recursos múltiplos. O ensino evoluiu para um ensino que combina
o tempo presencial na sala de aula com o tempo em linha, fora do horário escolar.
A aprendizagem torna-se então contínua e plural. O professor passa a ter o papel
de mediador do saber.
De acordo com o deputado da Assembleia Nacional Francesa, Jean-Michel
Fourgous (2012), na missão parlamentar sobre a modernização da escola para o
numérico (digital), passámos de um ensino em que o professor estava sozinho
frente aos alunos para um ensino misto, onde o docente se integra na rede dos
saberes e das aprendizagens. As tecnologias da informação e da comunicação
para o ensino são fundamentais, pois oferecem a oportunidade à escola de estar
mais em sintonia com a sociedade.
Tomámos consciência da importância das TIC para as nossas práticas
educativas e, por isso, temos procurado mais equipamentos e formação, já que a
nossa profissão aumentou em exigência e complexidade. Sabemos que a escola
volta a ser, com a ajuda das TIC, um local de aprendizagem e não um lugar
afastado do mundo real. O suporte numérico reforça a concentração, a motivação e
a participação na aula. Permite ainda que os alunos, que desenvolvem novas
competências,

renovam

as aprendizagens,

desenvolvam

a

autonomia, a

criatividade, a capacidade de colaboração e a auto-estima.

4
Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo
Em suma o uso das TIC facilita todo o processo de ensino e aprendizagem:
maior ganho de tempo tanto na preparação como no decorrer da aula, maior
colaboração com os outros professores e famílias, melhor acompanhamento dos
alunos.

2. Ferramentas da Web 2.0 exploradas e suas potencialidades para a
melhoria / inovação de práticas.

2.1. Blogger
Através da nossa conta de email, com o email devidamente aberto, podemos
criar através do Blogger, o nosso Blog. Esta ferramenta é muito útil pois permite
uma boa interacção com os alunos, que podem consultar, utilizar para a realização
de tarefas propostas pelo docente, para pesquisar, recolher informações adicionais
sobre determinados temas abordados, para o complemento de aprendizagens ou
reforço das mesmas. Também pode ser lúdico, possibilitando ao aluno trabalhar a
língua materna de uma forma mais divertida, diferente do habitual, através de
questionários online, jogos…
2.2. Scribd
Esta ferramenta permitiu-nos fazer o upload de arquivos em PDF e Word
para os poder colocar no Blog, uma vez que o Blogger não faz esta tarefa.
2.3. Slideshare
Este instrumento permite-nos carregar outro tipo de documentos, como um
power-point. É mais fácil assim disponibilizar documentos mais extensos de uma
forma mais fácil e rápida no Blog.
2.4. You tube
Podemos ainda partilhar vídeos no Blog através desta ferramenta, copiando
o link encontrado no You Tube e copiá-lo no Blog. Dá-nos a possibilidade de utilizar
meios audiovisuais para complementar as aulas, como por exemplo a interpretação
de um poema de um autor em estudo.
2.5. Wordle
Esta é uma entre outras ferramentas que nos permite criar uma nuvem de
palavras, que poder servir para fazer um brainstorming inicial ou final para um
conteúdo. Ou ainda para levar à produção de um texto criativo, ou outra actividade
de carácter mais lúdico.

5
Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo
2.6. Prezi
Este instrumento é muito útil e intuitivo na produção de apresentações
dinâmicas, que substitui o power-point, conhecido por todos nós.Permite inserir
simultaneamente, imagens, textos e vídeo. È uma ferramenta muito completa e
muito fácil de manusear.
2.7. Vokihome
Esta ferramenta possibilita a criação de um mensageiro áudio para o nosso
Blog. Podemos escolher a sua apresentação, bem como o idioma utilizado. Através
do Voki, podemos personalizar ainda mais o nosso blog e saudar aqueles que o
visitam.
2.8. Skype
Através deste instrumento, podemos contactar com pessoas distantes de
nós e visualizá-las simultaneamente.
2.9. Mobilestudy
Esta última ferramenta permite a criação de um quis online, com questões
de resposta múltipla e de verdadeiro ou falso. Possibilita-nos a realização de
actividades complementares de estudo e pesquisa mais lúdicas e atrativas.
2.10. Webquest
A Webquest permite a realização de trabalhos de grupo online. Os alunos,
através de várias orientações, procuram reunir esforços para um objectivo comum.
È constituída pelos seguintes elementos: introdução, tarefas, processo, avaliação e
conclusão. Todos o materiais, recursos são fornecidos e disponibilizados online
pelo docente. Trata-se, por conseguinte, de um trabalho completamente orientado
pelo professor, em que os alunos seguem os passos indicados para chegar ao
objectivo final pretendido.
Constitui uma ferramenta muito interessante para complementar o estudo de
alguns conteúdos, nomeadamente no que diz respeito à análise de obras integrais,
trabalhos de projecto, que pressupõem um tempo mais abrangente para
concretização.

3. Trabalhos realizados.

Em

primeiro

lugar,

criamos

um

blog

individual

a

saber

isabeljricardo.blogspot.pt.

6
Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo
Utilizámos as ferramenta Sribd e Slideshare para enriquecer o Blog com
Fichas informativas, Fichas de Trabalho, Imagens, Vídeos e apresentações em
Power-Point. Colocámos uma imagem de Fernando Pessoa, um vídeo de António
Freire, interpretando o poema “Pedra Filosofal” de António Gedeão. Enriquecemos
ainda o Blog com fichas informativas e de trabalho sobre a Publicidade, os tipos de
anúncio, a importância da Imagem na Publicidade, as Categorias da Narrativa.
Incluímos ainda o Vídeo Publicitário “Sociedade Ponto Verde“ com tarefas a
executar após o seu visionamento, um ficha gramatical sobre as relações entre
palavras.
Iniciámos a Construção de uma Webquest sobre o Conto Narrativo “A fuga
de Wang-Fô” de Marguerite Yourcenar, mas não concluímos o trabalho de grupo,
devido a contratempos e impossibilidades adversos ao grupo.
Os trabalhos que se seguem também foram partilhados no nosso Blog.
Produzimos uma apresentação através do Prezi alusivo aos diferentes
compartimentos de uma casa, no caso da língua estrangeira, o Francês.
Realizámos uma nuvem de palavras através da ferramenta wordle. Através
desta nuvem de palavras, os alunos deviam descobrir os heterónimos de Fernando
Pessoa e produzimos um esquema com os três heterónimos de Fernando Pessoa
e exemplos de poemas escritos por cada um deles.
Construímos um Voki, que tem como objectivo dar as boas vindas aos
visitantes do Blog.
Para finalizar, elaborámos um pequeno questionário sobre o conhecimento
da história e Cultura Portuguesas, com a ferramenta Mobilestudy.

4. Consecução dos objetivos.

Esta oficina de formação favoreceu o manuseamento de várias dferramentas
desconhecidas, que se tornam cada vez mais essenciais para a prática letiva. Não
tive nenhuma dificuldade maior em adquirir esses novos conhecimentos nem tão
pouco em pô-los em prática. Foi uma formação muito enriquecedora e actualíssima
às nossa necessidades educativas atuais.

7
Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo
5. Apreciação da metodologia.

A metodologia utilizada pelo formador foi extremamente positiva, pois a
componente teórica foi transmitida de uma forma muito acessível e compreensível
para todos.
No que se refere à componente prática, o formador preocupou-se em
demonstrar passo a passo como se utilizavam as diversas ferramentas, apenas
faltou tempo para dedicarmos às referidas ferramentas para assimilarmos melhor
as suas potencialidades e permitir-nos uma utilização mais completa e efectiva. O
tempo foi demasiado curto para o conjunto de ferramentas trabalhadas, de forma a
ficarmos com um conhecimento mais fortalecido e sistematizado.

6. Duração.
De acordo com o mencionado atrás, faltou algum tempo para uma melhor
assimilação das componentes práticas. Carecemos de tempo para manusear
melhor determinadas ferramentas, mais complexas de trabalhar e utilizar.
Precisávamos

de

mais

tempo

para

uma

melhor

consecução

de

determinados trabalho, nomeadamente a Webquest, que interferia com vários
elementos e dificultou ainda mais todo o processo.

7. Grau de motivação.

Estivemos motivados ao longo de toda a oficina, que considerámos, como já
foi referido anteriormente, muito pertinente e necessária para o nosso bom
desempenho enquanto profissionais de ensino. È fulcral estarmos atentos e
conhecermos estas ferramentas que estão ao alcance de todos nós e, como
sabemos, em primeiro lugar, dos nossos alunos, que estão sempre um passo à
nossa frente na área das novas tecnologias.
Preocupamo-nos em concretizar todas as tarefas com a responsabilidade
necessária e exigida, bem como partilhar com os colegas e até auxilia-los na
realização dos seus.

8
Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo
CONCLUSÂO

A nossa realização como profissionais de ensino assenta na concretização
dos objectivos e necessidades dos discentes. Só assim nos sentimos valorizados e
a prestar um serviço útil. Estas foram as razões que levaram à frequência desta
Oficina de Formação.
A utilização das Tecnologias Educativas é uma prática imprescindível no
ensino e aprendizagem do Português. As TIC fazem parte do quotidiano dos
nossos educandos, pelo que não podemos excluí-las do ensino, arriscando-nos a
afastar os alunos, sequiosos de um saber mais actualizado, dinâmico, próximo do
seu dia-a-dia, em que as TIC são uma ferramenta insubstituível.
Em suma, esta formação possibilitou a concretização da nossa realização
pessoal e profissional que ambicionávamos à partida.

9
Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo
BIBLIOGRAFIA

Associação de Professores de Português (2002). O Ensino e a Aprendizagem do
Português na Transição do Milénio. Projecto Português 2002.
Carvalho, Ana Amélia Amorim (2007). “Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e
Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online ao LMS”. Sísifo – Revista de
Ciências da Educação, 03, pp. 25-40. Maio/Agosto 2007.

Direcção-Geral de Vocação Profissional (2004/2005). Programa Componente de
Formação Sociocultural Disciplina de Português. Cursos Profissionais de Nível
Secundário.

Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (2001/2002).
Programa de Português do Ensino Secundário.

Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (2009). Programa de
Português do Ensino Básico. Lisboa, Março de 2009.
Fourgous, Jen-Michel (2012a). “Réussir l’école numérique”. Mission parlementaire
de Jean-Michel Fourgous, depute des Yvelines, sur la modernization de l’école par
le numérique. Paris: Assemblée Nationale.
Miranda, Guilhermina Lobato (2007). “Limites e possibilidades da TIC na
educação”. Sísifo – Revista de Ciências da Educação, 03, pp. 41-50. Maio/Agosto
2007.
Romaní, Cristóbal Cobo (2012). “Explorando tendências para a Educação do
século XXI”. Cadernos de pesquisa. V.42.N.147, pp 848-867, Setembro/Dezembro
2012.

http://www.publico.pt/temas/jornal/quando-a-escola-deixar-de-ser-uma-fabrica-dealunos-27008265

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Relatório final oficina de formação isabel ricardo

  • 1. Centro de Formação de Associação de Escolas do Tua e Douro Superior RELATÓRIO CRÍTICO FINAL DA OFICINA DE FORMAÇÃO INTEGRAÇÃO DAS TIC NO ENSINO-APRENDIZAGEM DO PORTUGUÊS: ANÁLISE E PRODUÇÃO DE RECURSOS DIDÁTICOS DIGITAIS Formador José António Batista Formando Maria Isabel Teixeira Jaime Ricardo Endereço do blog criado na Oficina de Formação: isabeljricardo.blogspot.pt Mirandela, 6 de janeiro de 2014
  • 2. Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo ÍNDICE INTRODUÇÃO…………………………………………………………………… 3 1. As TIC no processo de ensino/aprendizagem do português…………………. 4 2. Ferramentas da Web 2.0 exploradas e suas potencialidades para a melhoria / inovação de práticas…………………………………………… 5 3. Trabalhos realizados………………………………………………………………….. 6 4. Consecução dos objetivos…………………………………………………………. 7 5. Apreciação da metodologia………………………………………………………… 8 6. Duração…………………………………………………………………………………. 8 7. Grau de motivação……………………………………………………………………. 8 CONCLUSÂO……………………………………………………………………… 9 BIBLIOGRAFIA…………………………………………………………………...10 2
  • 3. Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo INTRODUÇÃO É um facto que o ensino-aprendizagem do Português exige o acompanhamento do desenvolvimento tecnológico, ou seja, obriga à inovação nas Tecnologias de Informação e Comunicação utilizadas em sala de aula, caso contrário, provocar-se-ia obviamente um gradual afastamento e desinteresse face a u público exigente, informado e especialista em novas tecnologias: os nossos alunos. Não é verdade que os adolescentes, os nossos alunos dominam muito melhor todas as novas tecnologias mais depressa do que nós, seus professores? Temos então a obrigação de os acompanhar! Nós, os docentes, devemos promover o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no ensino-aprendizagem do Português, de forma a dinamizar e renovar o ensino da língua materna. Por estarmos atentos e conscientes desta realidade, decidimos participar nesta Oficina de Formação, de forma a poder integrar o mais possível as TIC no ensino, analisando e produzindo recursos didáticos digitais fundamentais e motivadores para os nossos alunos. Num primeiro momento deste relatório, procuraremos refletir sobre a importância das TIC no processo de ensino / aprendizagem do Português. De seguida, referir-nos-emos às ferramentas da Web 2.0 exploradas e suas potencialidades para a melhoria/inovação de práticas. Posteriormente, serão enumerados os trabalhos desenvolvidos. Debruçarnos-emos ainda sobre a consecução dos objetivos, em função das expectativas e dos resultados esperados, competências adquiridas, evolução e dificuldades sentidas/superadas. Procederemos à apreciação da metodologia aos participantes e dos recursos disponibilizados, do tempo concedido à realização dos diversos trabalhos, do nosso grau de participação e envolvimentos no cumprimento dos mesmos. Finalmente, faremos um balanço global d Oficina de Formação e apresentaremos as referências bibliográficas consultadas. 3
  • 4. Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo 1. As TIC no processo de ensino/aprendizagem do português. Como já foi referido anteriormente, compete-nos a nós professores de Português proporcionar aos alunos de hoje um ensino e aprendizagem que os envolva, satisfaça as suas necessidades e cumpra os objetivos que procuram alcançar. Até há poucos anos atrás, o professor detinha a autoridade total, o controlo absoluto na sala de aula, mas hoje tem que dividir essas funções com os alunos para obter o sucesso e resultados desejados. A sociedade mudou, existe uma nova geração de professores e consequentemente uma nova forma de ensinar. Com o aparecimento de recursos múltiplos, de acesso livre, a aprendizagem já não se limita exclusivamente ao tempo de aula. O ambiente educativo inclui o professor, o aluno, a comunidade de aprendizagem e recursos múltiplos. O ensino evoluiu para um ensino que combina o tempo presencial na sala de aula com o tempo em linha, fora do horário escolar. A aprendizagem torna-se então contínua e plural. O professor passa a ter o papel de mediador do saber. De acordo com o deputado da Assembleia Nacional Francesa, Jean-Michel Fourgous (2012), na missão parlamentar sobre a modernização da escola para o numérico (digital), passámos de um ensino em que o professor estava sozinho frente aos alunos para um ensino misto, onde o docente se integra na rede dos saberes e das aprendizagens. As tecnologias da informação e da comunicação para o ensino são fundamentais, pois oferecem a oportunidade à escola de estar mais em sintonia com a sociedade. Tomámos consciência da importância das TIC para as nossas práticas educativas e, por isso, temos procurado mais equipamentos e formação, já que a nossa profissão aumentou em exigência e complexidade. Sabemos que a escola volta a ser, com a ajuda das TIC, um local de aprendizagem e não um lugar afastado do mundo real. O suporte numérico reforça a concentração, a motivação e a participação na aula. Permite ainda que os alunos, que desenvolvem novas competências, renovam as aprendizagens, desenvolvam a autonomia, a criatividade, a capacidade de colaboração e a auto-estima. 4
  • 5. Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo Em suma o uso das TIC facilita todo o processo de ensino e aprendizagem: maior ganho de tempo tanto na preparação como no decorrer da aula, maior colaboração com os outros professores e famílias, melhor acompanhamento dos alunos. 2. Ferramentas da Web 2.0 exploradas e suas potencialidades para a melhoria / inovação de práticas. 2.1. Blogger Através da nossa conta de email, com o email devidamente aberto, podemos criar através do Blogger, o nosso Blog. Esta ferramenta é muito útil pois permite uma boa interacção com os alunos, que podem consultar, utilizar para a realização de tarefas propostas pelo docente, para pesquisar, recolher informações adicionais sobre determinados temas abordados, para o complemento de aprendizagens ou reforço das mesmas. Também pode ser lúdico, possibilitando ao aluno trabalhar a língua materna de uma forma mais divertida, diferente do habitual, através de questionários online, jogos… 2.2. Scribd Esta ferramenta permitiu-nos fazer o upload de arquivos em PDF e Word para os poder colocar no Blog, uma vez que o Blogger não faz esta tarefa. 2.3. Slideshare Este instrumento permite-nos carregar outro tipo de documentos, como um power-point. É mais fácil assim disponibilizar documentos mais extensos de uma forma mais fácil e rápida no Blog. 2.4. You tube Podemos ainda partilhar vídeos no Blog através desta ferramenta, copiando o link encontrado no You Tube e copiá-lo no Blog. Dá-nos a possibilidade de utilizar meios audiovisuais para complementar as aulas, como por exemplo a interpretação de um poema de um autor em estudo. 2.5. Wordle Esta é uma entre outras ferramentas que nos permite criar uma nuvem de palavras, que poder servir para fazer um brainstorming inicial ou final para um conteúdo. Ou ainda para levar à produção de um texto criativo, ou outra actividade de carácter mais lúdico. 5
  • 6. Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo 2.6. Prezi Este instrumento é muito útil e intuitivo na produção de apresentações dinâmicas, que substitui o power-point, conhecido por todos nós.Permite inserir simultaneamente, imagens, textos e vídeo. È uma ferramenta muito completa e muito fácil de manusear. 2.7. Vokihome Esta ferramenta possibilita a criação de um mensageiro áudio para o nosso Blog. Podemos escolher a sua apresentação, bem como o idioma utilizado. Através do Voki, podemos personalizar ainda mais o nosso blog e saudar aqueles que o visitam. 2.8. Skype Através deste instrumento, podemos contactar com pessoas distantes de nós e visualizá-las simultaneamente. 2.9. Mobilestudy Esta última ferramenta permite a criação de um quis online, com questões de resposta múltipla e de verdadeiro ou falso. Possibilita-nos a realização de actividades complementares de estudo e pesquisa mais lúdicas e atrativas. 2.10. Webquest A Webquest permite a realização de trabalhos de grupo online. Os alunos, através de várias orientações, procuram reunir esforços para um objectivo comum. È constituída pelos seguintes elementos: introdução, tarefas, processo, avaliação e conclusão. Todos o materiais, recursos são fornecidos e disponibilizados online pelo docente. Trata-se, por conseguinte, de um trabalho completamente orientado pelo professor, em que os alunos seguem os passos indicados para chegar ao objectivo final pretendido. Constitui uma ferramenta muito interessante para complementar o estudo de alguns conteúdos, nomeadamente no que diz respeito à análise de obras integrais, trabalhos de projecto, que pressupõem um tempo mais abrangente para concretização. 3. Trabalhos realizados. Em primeiro lugar, criamos um blog individual a saber isabeljricardo.blogspot.pt. 6
  • 7. Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo Utilizámos as ferramenta Sribd e Slideshare para enriquecer o Blog com Fichas informativas, Fichas de Trabalho, Imagens, Vídeos e apresentações em Power-Point. Colocámos uma imagem de Fernando Pessoa, um vídeo de António Freire, interpretando o poema “Pedra Filosofal” de António Gedeão. Enriquecemos ainda o Blog com fichas informativas e de trabalho sobre a Publicidade, os tipos de anúncio, a importância da Imagem na Publicidade, as Categorias da Narrativa. Incluímos ainda o Vídeo Publicitário “Sociedade Ponto Verde“ com tarefas a executar após o seu visionamento, um ficha gramatical sobre as relações entre palavras. Iniciámos a Construção de uma Webquest sobre o Conto Narrativo “A fuga de Wang-Fô” de Marguerite Yourcenar, mas não concluímos o trabalho de grupo, devido a contratempos e impossibilidades adversos ao grupo. Os trabalhos que se seguem também foram partilhados no nosso Blog. Produzimos uma apresentação através do Prezi alusivo aos diferentes compartimentos de uma casa, no caso da língua estrangeira, o Francês. Realizámos uma nuvem de palavras através da ferramenta wordle. Através desta nuvem de palavras, os alunos deviam descobrir os heterónimos de Fernando Pessoa e produzimos um esquema com os três heterónimos de Fernando Pessoa e exemplos de poemas escritos por cada um deles. Construímos um Voki, que tem como objectivo dar as boas vindas aos visitantes do Blog. Para finalizar, elaborámos um pequeno questionário sobre o conhecimento da história e Cultura Portuguesas, com a ferramenta Mobilestudy. 4. Consecução dos objetivos. Esta oficina de formação favoreceu o manuseamento de várias dferramentas desconhecidas, que se tornam cada vez mais essenciais para a prática letiva. Não tive nenhuma dificuldade maior em adquirir esses novos conhecimentos nem tão pouco em pô-los em prática. Foi uma formação muito enriquecedora e actualíssima às nossa necessidades educativas atuais. 7
  • 8. Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo 5. Apreciação da metodologia. A metodologia utilizada pelo formador foi extremamente positiva, pois a componente teórica foi transmitida de uma forma muito acessível e compreensível para todos. No que se refere à componente prática, o formador preocupou-se em demonstrar passo a passo como se utilizavam as diversas ferramentas, apenas faltou tempo para dedicarmos às referidas ferramentas para assimilarmos melhor as suas potencialidades e permitir-nos uma utilização mais completa e efectiva. O tempo foi demasiado curto para o conjunto de ferramentas trabalhadas, de forma a ficarmos com um conhecimento mais fortalecido e sistematizado. 6. Duração. De acordo com o mencionado atrás, faltou algum tempo para uma melhor assimilação das componentes práticas. Carecemos de tempo para manusear melhor determinadas ferramentas, mais complexas de trabalhar e utilizar. Precisávamos de mais tempo para uma melhor consecução de determinados trabalho, nomeadamente a Webquest, que interferia com vários elementos e dificultou ainda mais todo o processo. 7. Grau de motivação. Estivemos motivados ao longo de toda a oficina, que considerámos, como já foi referido anteriormente, muito pertinente e necessária para o nosso bom desempenho enquanto profissionais de ensino. È fulcral estarmos atentos e conhecermos estas ferramentas que estão ao alcance de todos nós e, como sabemos, em primeiro lugar, dos nossos alunos, que estão sempre um passo à nossa frente na área das novas tecnologias. Preocupamo-nos em concretizar todas as tarefas com a responsabilidade necessária e exigida, bem como partilhar com os colegas e até auxilia-los na realização dos seus. 8
  • 9. Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo CONCLUSÂO A nossa realização como profissionais de ensino assenta na concretização dos objectivos e necessidades dos discentes. Só assim nos sentimos valorizados e a prestar um serviço útil. Estas foram as razões que levaram à frequência desta Oficina de Formação. A utilização das Tecnologias Educativas é uma prática imprescindível no ensino e aprendizagem do Português. As TIC fazem parte do quotidiano dos nossos educandos, pelo que não podemos excluí-las do ensino, arriscando-nos a afastar os alunos, sequiosos de um saber mais actualizado, dinâmico, próximo do seu dia-a-dia, em que as TIC são uma ferramenta insubstituível. Em suma, esta formação possibilitou a concretização da nossa realização pessoal e profissional que ambicionávamos à partida. 9
  • 10. Relatório Crítico Final – Isabel Ricardo BIBLIOGRAFIA Associação de Professores de Português (2002). O Ensino e a Aprendizagem do Português na Transição do Milénio. Projecto Português 2002. Carvalho, Ana Amélia Amorim (2007). “Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online ao LMS”. Sísifo – Revista de Ciências da Educação, 03, pp. 25-40. Maio/Agosto 2007. Direcção-Geral de Vocação Profissional (2004/2005). Programa Componente de Formação Sociocultural Disciplina de Português. Cursos Profissionais de Nível Secundário. Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (2001/2002). Programa de Português do Ensino Secundário. Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular (2009). Programa de Português do Ensino Básico. Lisboa, Março de 2009. Fourgous, Jen-Michel (2012a). “Réussir l’école numérique”. Mission parlementaire de Jean-Michel Fourgous, depute des Yvelines, sur la modernization de l’école par le numérique. Paris: Assemblée Nationale. Miranda, Guilhermina Lobato (2007). “Limites e possibilidades da TIC na educação”. Sísifo – Revista de Ciências da Educação, 03, pp. 41-50. Maio/Agosto 2007. Romaní, Cristóbal Cobo (2012). “Explorando tendências para a Educação do século XXI”. Cadernos de pesquisa. V.42.N.147, pp 848-867, Setembro/Dezembro 2012. http://www.publico.pt/temas/jornal/quando-a-escola-deixar-de-ser-uma-fabrica-dealunos-27008265 10