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Práticas e Modelos de Auto-Avaliação de
                               Bibliotecas Escolares                               Sessão 3
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                                        Síntese da Sessão:
                        O Modelo de Auto-avaliação.
                     Problemáticas e conceitos implicados
Foram objectivos desta sessão:

      Perceber a estrutura e os conceitos implicados na construção do Modelo de Auto-
       Avaliação das Bibliotecas Escolares.

      Entender os factores críticos de sucesso inerentes à sua aplicação.

As tarefas propostas consistiram:

As formandas deveriam escolher uma das três tarefas propostas:
Tarefa 1:

Planificar um Workshop formativo de apresentação do Modelo de Auto-Avaliação dirigido à sua
escola/ agrupamento. As temáticas a abordar deveriam ser, entre outras, as seguintes:


- Pertinência da existência de um Modelo de Avaliação para as bibliotecas escolares.
- O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de melhoria de melhoria. Conceitos implicados.
- Organização estrutural e funcional.
- Integração/ Aplicação à realidade da escola/ biblioteca escolar. Oportunidades e
constrangimentos.
- Gestão participada das mudanças que a sua aplicação impõe. Níveis de participação da escola.



Tarefa 2:

Fazer uma análise crítica ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares, tendo em
conta os seguintes aspectos:

- O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de melhoria de melhoria. Conceitos implicados.
- Pertinência da existência de um Modelo de Avaliação para as bibliotecas escolares.
- Organização estrutural e funcional. Adequação e constrangimentos.
- Integração/ Aplicação à realidade da escola.
- Competências do professor bibliotecário e estratégias implicadas na sua aplicação.
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                               Bibliotecas Escolares                              Sessão 3
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Tarefa 3:

Elaborar um texto, recorrendo, para fundamentar as afirmações, a citações das leituras
obrigatórias, onde se reflectisse sobre:

      A implementação do Modelo de Auto-Avaliação requer uma liderança forte e uma
       mudança de atitude e de práticas por parte do professor bibliotecário e da escola.
      Aspectos que considera ser essenciais à mudança e que a implementação do Modelo vem
       necessariamente originar.



Realização das tarefas:
Em relação à realização das tarefas, devemos dizer que das actuais 19 formandas desta acção,
quatro não apresentaram a tarefa dentro do prazo estipulado para esta sessão. E dessas quatro,
duas não chegaram mesmo a colocar o seu trabalho na plataforma. As restantes elaboraram um
dos trabalhos propostos (7 optaram pela 1ª tarefa; outros 7 optaram pela 2ª tarefa e apenas 3
optaram pela 3ª tarefa). Das 17 formandas que realizaram o trabalho nesta sessão apenas uma
não apresentou a sua auto-avaliação.
Apesar de se verificar que nem todos cumpriram a actividade estipulada para esta sessão dentro
do prazo estipulado, consideramos que, dada a qualidade das participações, os objectivos da
sessão foram plenamente alcançados. Nota-se que as formandas estão a fazer um esforço para
apresentarem bons trabalhos.


REALIZAÇÂO DA 1ª TAREFA:
No que diz respeito à 1ª tarefa, em que se pedia para “planificar um Workshop”, algumas das
formandas não terão percebido bem o que era pedido e não se focaram concretamente e apenas
na planificação de uma sessão de trabalho, apresentando antes os documentos/ferramentas de
que se iriam servir durante a realização desse Workshop. Parece-nos que a construção dos
powerpoints e de todos os documentos de apoio lhes terá dado trabalho acrescido. Pretendia-se
mais um trabalho de preparação prévio da sessão como o que realizaram, por exemplo, as colegas
Alexandra Lopes e Isabel Reis( só para servir de exemplo). Não nos podemos esquecer que esta
formação pretende servir para apoiar o nosso trabalho nas escolas e os trabalhos que aqui são
Práticas e Modelos de Auto-Avaliação de
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pedidos podem e devem ser utilizados na nossa prática, e faz sentido prepararmos nas escolas
uma sessão de trabalho sobre esta matéria.


Na planificação desta actividade é fundamental não perder de vista que a auto-avaliação da BE só
adquire a dimensão desejada se a escola se sentir envolvida nela e se cada um dos intervenientes
tiver a noção de que o seu contributo é importante. Por isso é fundamental aproveitar esta
oportunidade para apresentar de uma forma simples, mas não simplista, alguns conceitos
subjacentes:
    Domínios e subdomínios
    Indicadores e factores críticos de desempenho
    Perfis de desempenho
    Prática baseada em evidências
    Valor
A apresentação do modelo é um bom pretexto para elucidar os professores sobre a profundidade
e alcance da missão da BE e para os alertar para a importância da colaboração entre esta e o
currículo.
É importante que nestes momentos de reflexão, nas escolas, incluam alguma inovação nas
estratégias utilizadas e salientamos a preocupação de alguns formandos em preverem momentos
em que pedem aos participantes que realizem trabalhos práticos pois, durante a realização destes
trabalhos , o professor bibliotecário poderá aproveitar para aprofundar a colaboração com os
departamentos, grupos disciplinares e conselhos de docentes. No entanto, chamamos a atenção
para que tenham cuidado com o tempo que é estipulado para a realização de cada uma das
tarefas pedidas aos professores.
É também importante uma perspectiva menos abordada nos trabalhos apresentados: a motivação
e envolvimento da Direcção neste processo. Será o/a Director/a a convocar as reuniões onde este
workshop se realizará e terá de ser discutida com ele/ela a melhor estratégia para o fazer.


REALIZAÇÂO DA 2ª TAREFA
Após a leitura dos trabalhos respeitantes à 2ª tarefa, constatámos que há textos onde
efectivamente se faz uma análise crítica e outros que se ficam por uma apresentação dos aspectos
essenciais do modelo. Julgamos que, com o tempo e com um melhor conhecimento do modelo e
das práticas que lhe são inerentes, todas as formandas poderão ter uma posição mais crítica e
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aprofundar a sua análise. Neste momento, sugerimos a leitura dos trabalhos das colegas porque,
nalguns casos, eles expressam ideias que podem despoletar outras reflexões e enriquecer o nosso
conhecimento do modelo.


Para fazer a síntese do trabalho realizado nesta tarefa, parece-nos útil transcrever algumas
citações das análises dos formandos que focam aspectos essenciais deste modelo, para depois as
comentarmos:


      “A avaliação de qualquer actividade é sempre pertinente, já que é condição essencial para a
detecção de problemas e dificuldades, no sentido do seu aperfeiçoamento posterior.”
Ana Salgueiro


“Uma vez que os objectivos consignados no Plano de Acção da BE devem ir ao encontro dos
estabelecidos pela Escola no seu Projecto Educativo e em outros documentos, o Modelo de
Avaliação, ao estar directamente ligado ao processo de planeamento da BE, estará
automaticamente ligado também ao ambiente externo da biblioteca (prioridades da escola,
adequação aos objectivos e estratégias de ensino-aprendizagem,...).”
Mª de Fátima Pedro


Este modelo tem muito boas condições para contribuir para a cultura avaliativa das escolas e deve
ser o mais possível articulado com a avaliação das mesmas. À luz dessa nova cultura, a avaliação
será vista como “exequível” e “como uma necessidade”, capaz de iluminar as tomadas de decisão.


“Segundo Todd, a prática de recolha de evidências é apresentada como primordial para uma, cada
vez mais, correcta actuação da BE e para a melhoria do impacto que ela produz nas
aprendizagens. É compreensível! Mas será que, embora não negando o papel que essa prática
efectivamente terá, não passaremos a preocupar-nos demasiado com a recolha de evidências, em
detrimento de uma melhor preparação de acções que visem o enriquecimento e a evolução dos
alunos, que é afinal o principal objectivo? Não passaremos a “gastar” tempo precioso na
construção de registos que evidenciem as práticas? Talvez seja uma questão de adquirir esse
hábito, visto que, por vezes, realizamos actividades das quais nem nos lembramos de efectuar um
pequeno registo escrito ou fotográfico.”
Mª de Fátima Pedro
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“As escolas têm contextos sociais heterogéneos, percursos diferentes, ofertas diversificadas,
professores e alunos oriundos de realidades diversas. Por isso, aplicação do modelo tem de ser
flexível e adaptada à realidade da escola, com identidade própria.”
Marta Fortunato


Sublinhamos aqui o carácter eminentemente formativo da avaliação que este modelo propõe e a
necessidade de prevermos processos rigorosos mas simples, de recolha de evidências, sob pena
de sermos assustadoramente soterrados. Esses processos deverão ser integrados nas nossas
rotinas.


“ Esta perspectiva constitui o valor que a BE e o bibliotecário escolar poderão ganhar na escola,
contribuindo para as mudanças globais necessárias na escola do mundo actual, caminhando no
sentido de uma melhor formação para a cidadania e de uma maior democratização do ensino.”
Ana Salgueiro


“Teremos de nos preocupar em mostrar o impacto efectivo nos utilizadores, em termos do
aumento de conhecimentos, de competências, de atitudes, de valores.”
Isabel Braga


“Ora, a BE deverá ser o      palco de um conjunto de aprendizagens que permitam ao aluno
desenvolver saberes. Formar indivíduos informados e capazes de desenvolver novas compreensões,
percepções e ideias. Contudo, para que a biblioteca consiga ter impacto nestas funções educativas,
é necessário que haja “abertura” por parte da escola/agrupamento.”
Sílvia Bastos


De facto, o valor da Biblioteca Escolar mede-se, em última instância, pelo impacto que tem na
aprendizagem dos alunos. Salienta-se também a importância deste modelo se constituir como
uma referência para todas as Bibliotecas Escolares.


“O professor bibliotecário, em conjunto com a equipa que o coadjuva, é o principal responsável por
esta mudança. Como tal, terá de ter qualificação na área, terá de ter características de líder, fazer
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a articulação com os vários órgãos da escola e fazer crer no valor da biblioteca e na sua
importância nas aprendizagens, ou seja, na construção do conhecimento. Deverá ainda informar-
se e formar-se permanentemente.”
Mª de Fátima Pedro

“E o professor bibliotecário, sozinho, pouco poderá fazer para conseguir a aferição desses impactos
ou até para os provocar. Por isso, é indicado como fundamental o trabalho colaborativo com os
outros professores, no interior do currículo , não só na BE mas também na e com a sala de aula. Na
verdade, as competências e missão que estamos a atribuir à BE só fazem sentido e só são possíveis
de concretizar se forem absorvidas, integradas no trabalho pedagógico das disciplinas e das
ACND.”
Isabel Braga


O perfil do professor Bibliotecário, disponível e incentivador da colaboração com os restantes
professores, aberto à inovação e o seu papel na implementação do modelo também são de
assinalar.


REALIZAÇÂO DA 3ª TAREFA
Para realizar esta 3º tarefa, as formandas deviam elaborar um texto claro, objectivo, crítico mas
bem fundamentado em citações dos textos que apoiavam a sua reflexão.


A Implementação do Modelo de Auto-avaliação vem, necessariamente, acarretar mudanças.
Procuraremos, através de citações dos textos das formandas, elencar algumas dessas mudanças:
        “A liderança pressupõe um trabalho estreito e colaborativo com a escola e com os seus
       projectos, com os professores enquanto colaboradores essenciais junto dos alunos e com os
       alunos, enquanto objectos do empenho e dedicação de todos. Digamos que nesta
       liderança, o professor bibliotecário não surge isolado, mas apenas numa posição
       privilegiada para ser o motor da mudança”
       Madalena Cardoso


     “Mudar as práticas no meio escolar não é uma tarefa fácil e cabe ao PB responsabilizar-se
         pela construção de um Plano de Acção que apresente mudanças efectivas e bem
         planeadas, partindo da avaliação daquilo que é feito naquele contexto. Ele deverá ter
Práticas e Modelos de Auto-Avaliação de
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        sempre um papel activo e proactivo, tentando exercer influência junto dos professores e da
        Direcção, mostrando-se sempre como sendo um elemento útil e relevante para a sua
        prática enquanto docentes. “
        Christine Reyntjens

     “Torna-se fundamental que o Modelo:

- Tenha reconhecimento por parte das escolas e das equipas e se assuma como um instrumento
agregador, capaz de unir a escola e a equipa em torno do valor da BE e do impacto que pode ter
na escola e nas aprendizagens.

- Se assuma como instrumento de mudança e de melhoria da qualidade do funcionamento das
bibliotecas escolares, através do uso estratégico das evidências/ informação recolhida no
processo. Esta informação deve ser utilizada na planificação futura, com vista à continuidade ou
melhoria dos níveis atingidos.

- Tenha pontos de intersecção com a avaliação da escola e seja conhecida e reconhecida pela
direcção e pela escola que, desta forma, toma conhecimento do trabalho e impacto da biblioteca
escolar. “

Isabel Baptista



     Professor Bibliotecário, assim como a sua equipa, deverão implementar determinadas
        rotinas na sua prática que permitam a formalização da implementação da auto-avaliação
        e facilitem a recolha de evidências (tal como a sistematização de certos registos do seu
        trabalho – actividades, inciativas, contactos...)

      Christine Reyntjens


Felicitamos o conjunto da turma pelo trabalho desenvolvido e desejamos a todas a continuação de
um bom trabalho!
As formadoras

Helena Araújo
Isabel Mendinhos

Novembro de 2009

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  • 1. Práticas e Modelos de Auto-Avaliação de Bibliotecas Escolares Sessão 3 2ª sessão online Síntese da Sessão: O Modelo de Auto-avaliação. Problemáticas e conceitos implicados Foram objectivos desta sessão:  Perceber a estrutura e os conceitos implicados na construção do Modelo de Auto- Avaliação das Bibliotecas Escolares.  Entender os factores críticos de sucesso inerentes à sua aplicação. As tarefas propostas consistiram: As formandas deveriam escolher uma das três tarefas propostas: Tarefa 1: Planificar um Workshop formativo de apresentação do Modelo de Auto-Avaliação dirigido à sua escola/ agrupamento. As temáticas a abordar deveriam ser, entre outras, as seguintes: - Pertinência da existência de um Modelo de Avaliação para as bibliotecas escolares. - O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de melhoria de melhoria. Conceitos implicados. - Organização estrutural e funcional. - Integração/ Aplicação à realidade da escola/ biblioteca escolar. Oportunidades e constrangimentos. - Gestão participada das mudanças que a sua aplicação impõe. Níveis de participação da escola. Tarefa 2: Fazer uma análise crítica ao Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares, tendo em conta os seguintes aspectos: - O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de melhoria de melhoria. Conceitos implicados. - Pertinência da existência de um Modelo de Avaliação para as bibliotecas escolares. - Organização estrutural e funcional. Adequação e constrangimentos. - Integração/ Aplicação à realidade da escola. - Competências do professor bibliotecário e estratégias implicadas na sua aplicação.
  • 2. Práticas e Modelos de Auto-Avaliação de Bibliotecas Escolares Sessão 3 2ª sessão online Tarefa 3: Elaborar um texto, recorrendo, para fundamentar as afirmações, a citações das leituras obrigatórias, onde se reflectisse sobre:  A implementação do Modelo de Auto-Avaliação requer uma liderança forte e uma mudança de atitude e de práticas por parte do professor bibliotecário e da escola.  Aspectos que considera ser essenciais à mudança e que a implementação do Modelo vem necessariamente originar. Realização das tarefas: Em relação à realização das tarefas, devemos dizer que das actuais 19 formandas desta acção, quatro não apresentaram a tarefa dentro do prazo estipulado para esta sessão. E dessas quatro, duas não chegaram mesmo a colocar o seu trabalho na plataforma. As restantes elaboraram um dos trabalhos propostos (7 optaram pela 1ª tarefa; outros 7 optaram pela 2ª tarefa e apenas 3 optaram pela 3ª tarefa). Das 17 formandas que realizaram o trabalho nesta sessão apenas uma não apresentou a sua auto-avaliação. Apesar de se verificar que nem todos cumpriram a actividade estipulada para esta sessão dentro do prazo estipulado, consideramos que, dada a qualidade das participações, os objectivos da sessão foram plenamente alcançados. Nota-se que as formandas estão a fazer um esforço para apresentarem bons trabalhos. REALIZAÇÂO DA 1ª TAREFA: No que diz respeito à 1ª tarefa, em que se pedia para “planificar um Workshop”, algumas das formandas não terão percebido bem o que era pedido e não se focaram concretamente e apenas na planificação de uma sessão de trabalho, apresentando antes os documentos/ferramentas de que se iriam servir durante a realização desse Workshop. Parece-nos que a construção dos powerpoints e de todos os documentos de apoio lhes terá dado trabalho acrescido. Pretendia-se mais um trabalho de preparação prévio da sessão como o que realizaram, por exemplo, as colegas Alexandra Lopes e Isabel Reis( só para servir de exemplo). Não nos podemos esquecer que esta formação pretende servir para apoiar o nosso trabalho nas escolas e os trabalhos que aqui são
  • 3. Práticas e Modelos de Auto-Avaliação de Bibliotecas Escolares Sessão 3 2ª sessão online pedidos podem e devem ser utilizados na nossa prática, e faz sentido prepararmos nas escolas uma sessão de trabalho sobre esta matéria. Na planificação desta actividade é fundamental não perder de vista que a auto-avaliação da BE só adquire a dimensão desejada se a escola se sentir envolvida nela e se cada um dos intervenientes tiver a noção de que o seu contributo é importante. Por isso é fundamental aproveitar esta oportunidade para apresentar de uma forma simples, mas não simplista, alguns conceitos subjacentes:  Domínios e subdomínios  Indicadores e factores críticos de desempenho  Perfis de desempenho  Prática baseada em evidências  Valor A apresentação do modelo é um bom pretexto para elucidar os professores sobre a profundidade e alcance da missão da BE e para os alertar para a importância da colaboração entre esta e o currículo. É importante que nestes momentos de reflexão, nas escolas, incluam alguma inovação nas estratégias utilizadas e salientamos a preocupação de alguns formandos em preverem momentos em que pedem aos participantes que realizem trabalhos práticos pois, durante a realização destes trabalhos , o professor bibliotecário poderá aproveitar para aprofundar a colaboração com os departamentos, grupos disciplinares e conselhos de docentes. No entanto, chamamos a atenção para que tenham cuidado com o tempo que é estipulado para a realização de cada uma das tarefas pedidas aos professores. É também importante uma perspectiva menos abordada nos trabalhos apresentados: a motivação e envolvimento da Direcção neste processo. Será o/a Director/a a convocar as reuniões onde este workshop se realizará e terá de ser discutida com ele/ela a melhor estratégia para o fazer. REALIZAÇÂO DA 2ª TAREFA Após a leitura dos trabalhos respeitantes à 2ª tarefa, constatámos que há textos onde efectivamente se faz uma análise crítica e outros que se ficam por uma apresentação dos aspectos essenciais do modelo. Julgamos que, com o tempo e com um melhor conhecimento do modelo e das práticas que lhe são inerentes, todas as formandas poderão ter uma posição mais crítica e
  • 4. Práticas e Modelos de Auto-Avaliação de Bibliotecas Escolares Sessão 3 2ª sessão online aprofundar a sua análise. Neste momento, sugerimos a leitura dos trabalhos das colegas porque, nalguns casos, eles expressam ideias que podem despoletar outras reflexões e enriquecer o nosso conhecimento do modelo. Para fazer a síntese do trabalho realizado nesta tarefa, parece-nos útil transcrever algumas citações das análises dos formandos que focam aspectos essenciais deste modelo, para depois as comentarmos: “A avaliação de qualquer actividade é sempre pertinente, já que é condição essencial para a detecção de problemas e dificuldades, no sentido do seu aperfeiçoamento posterior.” Ana Salgueiro “Uma vez que os objectivos consignados no Plano de Acção da BE devem ir ao encontro dos estabelecidos pela Escola no seu Projecto Educativo e em outros documentos, o Modelo de Avaliação, ao estar directamente ligado ao processo de planeamento da BE, estará automaticamente ligado também ao ambiente externo da biblioteca (prioridades da escola, adequação aos objectivos e estratégias de ensino-aprendizagem,...).” Mª de Fátima Pedro Este modelo tem muito boas condições para contribuir para a cultura avaliativa das escolas e deve ser o mais possível articulado com a avaliação das mesmas. À luz dessa nova cultura, a avaliação será vista como “exequível” e “como uma necessidade”, capaz de iluminar as tomadas de decisão. “Segundo Todd, a prática de recolha de evidências é apresentada como primordial para uma, cada vez mais, correcta actuação da BE e para a melhoria do impacto que ela produz nas aprendizagens. É compreensível! Mas será que, embora não negando o papel que essa prática efectivamente terá, não passaremos a preocupar-nos demasiado com a recolha de evidências, em detrimento de uma melhor preparação de acções que visem o enriquecimento e a evolução dos alunos, que é afinal o principal objectivo? Não passaremos a “gastar” tempo precioso na construção de registos que evidenciem as práticas? Talvez seja uma questão de adquirir esse hábito, visto que, por vezes, realizamos actividades das quais nem nos lembramos de efectuar um pequeno registo escrito ou fotográfico.” Mª de Fátima Pedro
  • 5. Práticas e Modelos de Auto-Avaliação de Bibliotecas Escolares Sessão 3 2ª sessão online “As escolas têm contextos sociais heterogéneos, percursos diferentes, ofertas diversificadas, professores e alunos oriundos de realidades diversas. Por isso, aplicação do modelo tem de ser flexível e adaptada à realidade da escola, com identidade própria.” Marta Fortunato Sublinhamos aqui o carácter eminentemente formativo da avaliação que este modelo propõe e a necessidade de prevermos processos rigorosos mas simples, de recolha de evidências, sob pena de sermos assustadoramente soterrados. Esses processos deverão ser integrados nas nossas rotinas. “ Esta perspectiva constitui o valor que a BE e o bibliotecário escolar poderão ganhar na escola, contribuindo para as mudanças globais necessárias na escola do mundo actual, caminhando no sentido de uma melhor formação para a cidadania e de uma maior democratização do ensino.” Ana Salgueiro “Teremos de nos preocupar em mostrar o impacto efectivo nos utilizadores, em termos do aumento de conhecimentos, de competências, de atitudes, de valores.” Isabel Braga “Ora, a BE deverá ser o palco de um conjunto de aprendizagens que permitam ao aluno desenvolver saberes. Formar indivíduos informados e capazes de desenvolver novas compreensões, percepções e ideias. Contudo, para que a biblioteca consiga ter impacto nestas funções educativas, é necessário que haja “abertura” por parte da escola/agrupamento.” Sílvia Bastos De facto, o valor da Biblioteca Escolar mede-se, em última instância, pelo impacto que tem na aprendizagem dos alunos. Salienta-se também a importância deste modelo se constituir como uma referência para todas as Bibliotecas Escolares. “O professor bibliotecário, em conjunto com a equipa que o coadjuva, é o principal responsável por esta mudança. Como tal, terá de ter qualificação na área, terá de ter características de líder, fazer
  • 6. Práticas e Modelos de Auto-Avaliação de Bibliotecas Escolares Sessão 3 2ª sessão online a articulação com os vários órgãos da escola e fazer crer no valor da biblioteca e na sua importância nas aprendizagens, ou seja, na construção do conhecimento. Deverá ainda informar- se e formar-se permanentemente.” Mª de Fátima Pedro “E o professor bibliotecário, sozinho, pouco poderá fazer para conseguir a aferição desses impactos ou até para os provocar. Por isso, é indicado como fundamental o trabalho colaborativo com os outros professores, no interior do currículo , não só na BE mas também na e com a sala de aula. Na verdade, as competências e missão que estamos a atribuir à BE só fazem sentido e só são possíveis de concretizar se forem absorvidas, integradas no trabalho pedagógico das disciplinas e das ACND.” Isabel Braga O perfil do professor Bibliotecário, disponível e incentivador da colaboração com os restantes professores, aberto à inovação e o seu papel na implementação do modelo também são de assinalar. REALIZAÇÂO DA 3ª TAREFA Para realizar esta 3º tarefa, as formandas deviam elaborar um texto claro, objectivo, crítico mas bem fundamentado em citações dos textos que apoiavam a sua reflexão. A Implementação do Modelo de Auto-avaliação vem, necessariamente, acarretar mudanças. Procuraremos, através de citações dos textos das formandas, elencar algumas dessas mudanças:  “A liderança pressupõe um trabalho estreito e colaborativo com a escola e com os seus projectos, com os professores enquanto colaboradores essenciais junto dos alunos e com os alunos, enquanto objectos do empenho e dedicação de todos. Digamos que nesta liderança, o professor bibliotecário não surge isolado, mas apenas numa posição privilegiada para ser o motor da mudança” Madalena Cardoso  “Mudar as práticas no meio escolar não é uma tarefa fácil e cabe ao PB responsabilizar-se pela construção de um Plano de Acção que apresente mudanças efectivas e bem planeadas, partindo da avaliação daquilo que é feito naquele contexto. Ele deverá ter
  • 7. Práticas e Modelos de Auto-Avaliação de Bibliotecas Escolares Sessão 3 2ª sessão online sempre um papel activo e proactivo, tentando exercer influência junto dos professores e da Direcção, mostrando-se sempre como sendo um elemento útil e relevante para a sua prática enquanto docentes. “ Christine Reyntjens  “Torna-se fundamental que o Modelo: - Tenha reconhecimento por parte das escolas e das equipas e se assuma como um instrumento agregador, capaz de unir a escola e a equipa em torno do valor da BE e do impacto que pode ter na escola e nas aprendizagens. - Se assuma como instrumento de mudança e de melhoria da qualidade do funcionamento das bibliotecas escolares, através do uso estratégico das evidências/ informação recolhida no processo. Esta informação deve ser utilizada na planificação futura, com vista à continuidade ou melhoria dos níveis atingidos. - Tenha pontos de intersecção com a avaliação da escola e seja conhecida e reconhecida pela direcção e pela escola que, desta forma, toma conhecimento do trabalho e impacto da biblioteca escolar. “ Isabel Baptista  Professor Bibliotecário, assim como a sua equipa, deverão implementar determinadas rotinas na sua prática que permitam a formalização da implementação da auto-avaliação e facilitem a recolha de evidências (tal como a sistematização de certos registos do seu trabalho – actividades, inciativas, contactos...) Christine Reyntjens Felicitamos o conjunto da turma pelo trabalho desenvolvido e desejamos a todas a continuação de um bom trabalho! As formadoras Helena Araújo Isabel Mendinhos Novembro de 2009