Alexandre Naime Barbosa MD, PhD
Professor Doutor - Infectologia
UNESP - Faculdade de Medicina
2020 - Botucatu - SP - Brasil
Vínculos e Conflitos de Interesse (CFM e ANVISA)
Vínculos:
- UNESP/Medicina: Professor Doutor MD PhD, Chefe do Departamento de Infectologia
- HC FMB Botucatu: Chefe da Infectologia e Infectologista Público e Privado
- SAE Infectologia Botucatu: Diretor Clínico e Responsável por HIV, VHB, VHC e HTLV
- Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI): Especialista e Membro Titular
- SBI: Membro da Comissão do Título de Especialista
- Ministério da Saúde - Médico de Referência em Genotipagem do HIV
- HC FMB Botucatu: Coordenador do Grupo Técnico Médico da COVID-19
Sem Potenciais Conflitos de Interesse nessa Apresentação
Declaração de Conteúdo e de Uso da Apresentação
O material que se segue faz parte do projeto didático do
Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa
Objetivos
1. Ensino: Treinamento de Estudantes e Profissionais da Área de Saúde;
2. Extensão: Facilitar o Contato da População em Geral com Conceitos Científicos;
3. Científico: Fomentar a Discussão Científica e Compartilhar Material Didático.
Autoria e Cessão
1. Conteúdo: Os dados contidos estão referenciados, em respeito ao autor original;
2. Uso: Está permitido o uso do material, desde que citada a fonte;
3. Contato: fale com o autor e conheça o seu projeto didático em:
Sde. Monolike: Objetivo Discussão Teórico Prática
1. Contextualização Clínica
2. Abordagem Sindrômica
3. Mononucleose Infecciosa
4. Outros Patógenos da Síndrome
5. Condutas no Diagnóstico e Manejo Clínico
6. Discussão Final
Sde. Monolike - Caso Clínico
Sde. Monolike - Caso Clínico
Sde. Monolike - Caso Clínico
Síndrome Monolike - Características Gerais
90%
Síndrome Monolike - Quadro Clínico EBV e CMV
Síndrome Monolike - Quadro Clínico HIV Agudo
Síndrome Monolike - Toxoplasmose Aguda
Síndrome Monolike – Outros Diferenciais
Síndrome Monolike - Ciclo do EBV
Síndrome Monolike - EBV Epidemiologia
Síndrome Monolike - Clínica da Mononucleose
Síndrome Monolike - Clínica da Mononucleose
Síndrome Monolike - Clínica da Mononucleose
Síndrome Monolike - Clínica da Mononucleose
Síndrome Monolike - Clínica da Mononucleose
Síndrome Monolike - Citomegalovirose Aguda
Síndrome Monolike - Citomegalovirose Aguda
Síndrome Monolike - Citomegalovirose Aguda
Síndrome Monolike - Toxoplasmose Aguda
Síndrome Monolike - Toxoplasmose Aguda
HIV/Aids: Populações Chave no Brasil
Boletim Epidemiológico HIV/Aids, 2017
HIV/Aids: Órgãos de Transmissão Sexual
 Mucosa ou Epitélio
 Vascularização
 Rede Linfática
 Área de Exposição
 DSTs ou Lesões de Órgãos
HIV/Aids: Infecção Inicial
< 72h, chance de
impedir a formação
de pró-vírus, ARVs
impedem a perpetuação
da infecção
Infecção crônica
pelo HIV, ARVs controlam
replicação, mas não
esterilizam as células
Síndrome Monolike - HIV Agudo
Síndrome Monolike - Diagnóstico Laboratorial
Teste de
Avidez em
Gestantes
Síndrome Monolike - Manejo Clínico
Infecção pelo EBV Crônica - Potencial Neoplásico
Sde. Monolike - Caso Clínico
Síndrome Monolike - Considerações Finais
 EBV, CMV, HIV e T. gondii : sintomatologia semelhante
 Herpes 6, V. Zoster, Rubéola, Varicela, T. pallidum, VHA, VHB, VHC...
 Febre, Faringite, Linfoadenopatia e Hepato-Esplenomegalia: +++++
 Rash, Úlceras Orais e Linfocitose: +++
 Diagnóstico: Sorologias Específicas
 EBV, CMV e T. gondii: sintomático
 HIV: tratar sempre na fase aguda
 T. gondii: tratar em casos muito sintomáticos
Obrigado pela Atenção!
SAE de Infectologia UNESP HC UNESP Botucatu Faculdade de Medicina UNESP
@dr.alexandre.naime.barbosa @drbarbosa
@NaimeDrAlexandre Naime Barbosa

Sindrome linfoadenopatica febril monolike 2020

  • 1.
    Alexandre Naime BarbosaMD, PhD Professor Doutor - Infectologia UNESP - Faculdade de Medicina 2020 - Botucatu - SP - Brasil
  • 2.
    Vínculos e Conflitosde Interesse (CFM e ANVISA) Vínculos: - UNESP/Medicina: Professor Doutor MD PhD, Chefe do Departamento de Infectologia - HC FMB Botucatu: Chefe da Infectologia e Infectologista Público e Privado - SAE Infectologia Botucatu: Diretor Clínico e Responsável por HIV, VHB, VHC e HTLV - Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI): Especialista e Membro Titular - SBI: Membro da Comissão do Título de Especialista - Ministério da Saúde - Médico de Referência em Genotipagem do HIV - HC FMB Botucatu: Coordenador do Grupo Técnico Médico da COVID-19 Sem Potenciais Conflitos de Interesse nessa Apresentação
  • 3.
    Declaração de Conteúdoe de Uso da Apresentação O material que se segue faz parte do projeto didático do Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa Objetivos 1. Ensino: Treinamento de Estudantes e Profissionais da Área de Saúde; 2. Extensão: Facilitar o Contato da População em Geral com Conceitos Científicos; 3. Científico: Fomentar a Discussão Científica e Compartilhar Material Didático. Autoria e Cessão 1. Conteúdo: Os dados contidos estão referenciados, em respeito ao autor original; 2. Uso: Está permitido o uso do material, desde que citada a fonte; 3. Contato: fale com o autor e conheça o seu projeto didático em:
  • 4.
    Sde. Monolike: ObjetivoDiscussão Teórico Prática 1. Contextualização Clínica 2. Abordagem Sindrômica 3. Mononucleose Infecciosa 4. Outros Patógenos da Síndrome 5. Condutas no Diagnóstico e Manejo Clínico 6. Discussão Final
  • 5.
    Sde. Monolike -Caso Clínico
  • 6.
    Sde. Monolike -Caso Clínico
  • 7.
    Sde. Monolike -Caso Clínico
  • 8.
    Síndrome Monolike -Características Gerais 90%
  • 9.
    Síndrome Monolike -Quadro Clínico EBV e CMV
  • 10.
    Síndrome Monolike -Quadro Clínico HIV Agudo
  • 11.
    Síndrome Monolike -Toxoplasmose Aguda
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    Síndrome Monolike –Outros Diferenciais
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    Síndrome Monolike -EBV Epidemiologia
  • 15.
    Síndrome Monolike -Clínica da Mononucleose
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    Síndrome Monolike -Clínica da Mononucleose
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    Síndrome Monolike -Clínica da Mononucleose
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    Síndrome Monolike -Clínica da Mononucleose
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    Síndrome Monolike -Clínica da Mononucleose
  • 20.
    Síndrome Monolike -Citomegalovirose Aguda
  • 21.
    Síndrome Monolike -Citomegalovirose Aguda
  • 22.
    Síndrome Monolike -Citomegalovirose Aguda
  • 23.
    Síndrome Monolike -Toxoplasmose Aguda
  • 24.
    Síndrome Monolike -Toxoplasmose Aguda
  • 25.
    HIV/Aids: Populações Chaveno Brasil Boletim Epidemiológico HIV/Aids, 2017
  • 26.
    HIV/Aids: Órgãos deTransmissão Sexual  Mucosa ou Epitélio  Vascularização  Rede Linfática  Área de Exposição  DSTs ou Lesões de Órgãos
  • 27.
    HIV/Aids: Infecção Inicial <72h, chance de impedir a formação de pró-vírus, ARVs impedem a perpetuação da infecção Infecção crônica pelo HIV, ARVs controlam replicação, mas não esterilizam as células
  • 28.
  • 29.
    Síndrome Monolike -Diagnóstico Laboratorial Teste de Avidez em Gestantes
  • 30.
    Síndrome Monolike -Manejo Clínico
  • 31.
    Infecção pelo EBVCrônica - Potencial Neoplásico
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    Sde. Monolike -Caso Clínico
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    Síndrome Monolike -Considerações Finais  EBV, CMV, HIV e T. gondii : sintomatologia semelhante  Herpes 6, V. Zoster, Rubéola, Varicela, T. pallidum, VHA, VHB, VHC...  Febre, Faringite, Linfoadenopatia e Hepato-Esplenomegalia: +++++  Rash, Úlceras Orais e Linfocitose: +++  Diagnóstico: Sorologias Específicas  EBV, CMV e T. gondii: sintomático  HIV: tratar sempre na fase aguda  T. gondii: tratar em casos muito sintomáticos
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    Obrigado pela Atenção! SAEde Infectologia UNESP HC UNESP Botucatu Faculdade de Medicina UNESP @dr.alexandre.naime.barbosa @drbarbosa @NaimeDrAlexandre Naime Barbosa

Notas do Editor

  • #2 Olá! Meu nome é Alexandre Naime Barbosa, e gostaria de dar as boas vindas à atividade Síndrome Linfoadenopática Febril (Mononucleose Loke) – Discussão Baseada em Casos Clínicos, voltada para fornecer elementos básicos de conexão entre fundamentos biológicos e a prática clínica para alunos de medicina até o 4º Ano.
  • #3 Me apresentando, atualmente sou Professor Doutor, Chefe do Departamento de Infectologia da UNESP, Chefe da Infectologia e Infectologista Público e Privado do HC FMB UNESP, Diretor Clínico e Responsável por pelos ambulatórios de HIV, VHB, VHC e HTLV do SAE de Infectologia da FAMESP/Botucatu, Especialista e Membro Titular da SBI, compondo a Comissão do Título de Especialista, sou Médico de Referência em Genotipagem do HIV do Ministério da Saúde e não tenho potenciais conflitos de interesse na atual apresentação.
  • #4 Gostaria também de convidar à todos para acessar os slides dessa aula e muitos outros conteúdos no meu website de repositório www.drbarbosa.org, cuja missão se baseia em: 1. Ensino: Treinamento de Estudantes e Profissionais da Área de Saúde; 2. Extensão: Facilitar o Contato da População em Geral com Conceitos Científicos; 3. Científico: Fomentar a Discussão Científica e Compartilhar Material Didático. Em relação ao conteúdo, os dados apresentados estão referenciados, em respeito ao autor original; sendo que está permitido o uso do material, desde que citada a fonte; em caso de dúvidas fale com o autor e conheça o seu projeto didático no website www.drbarbosa.org.
  • #5 O objetivos dessa discussão é fornecer uma abordagem teórico-prática envolvendo: Contextualização Clínica
  • #9 A Síndrome Linfoadenopática Febril, também conhecida como Sde. Da Mononucleose Infecciosa Símile, ou Monolike, é um conjunto de sinais e sintomas comuns à infecção aguda de diversos patógenos, principalmente o EBV, cuja primo-infecção sintomática se chama Mononucleose Infecciosa, sendo que cerca de 90% dos pacientes com essa sde. tem como etiologia o EBV. O quadro clínico da sde. é composto principalmente por febre, aumento e inflamação dos linfonodos, dor de garganta e fadiga. Outros sintomas como perda do apetite, cefaleia, cansaço, náuseas, placas esbranquiçadas e vermelhidão na orofaringe, aftas bucais, tosse seca, calafrios, dores musculares, hepatoesplenomegalia e dor abdominal podem estar presentes. Além do EBV, outros patógenos podem mimetizar essa sde., ppte. CMV, HIV Agudo, Toxoplasmose Aguda, Rubéola, Hepatites Virais Agudas entre outros.
  • #10 O quadro clínico da sde. Monolike pode variar entre os principais patógenos, da seguinte forma: Ler slide
  • #11 A sintomatologia da Infecção Aguda pelo HIV se comporta da seguinte forma: Ler slide
  • #12 Em relação ao TG, ler slide
  • #13 É importante lembrar que outras condições clínicas podem mimetizar a Sde. Monolike, como: ler slide
  • #14 Abordando especificamente o EBV, seu ciclo se iniciar na transmissão por gotículas ou saliva, onde o vírus penetra pela mucosa oral principalmente, e se reproduz em células epiteliais da orofaringe, infectando também de forma intensa os linfócitos B do local, sendo esses linfócitos drenados para a mucosa linfóide e para os gânglios linfáticos satélites e adjacentes. Portanto, maior parte dos sinais e sintomas são consequências da proliferação e infiltração dos tecidos linfóides.
  • #15 Em relação à epidemiologia do EBV, temos: ler slide
  • #16 Os sintomas mais comuns da Mononucleose Infecciosa são: ler slide
  • #17 A faringite na MI é: ler slide
  • #18 A linfoadenopatia da MI está presente em até 90% dos casos, e se caracteriza por:
  • #19 A hepatomegalia (ler slide)
  • #20 Ler slide
  • #24 Ler slide
  • #25 Ler slide
  • #35 Muito obrigado pela atenção e convido à todos para acessarem essa aula e muitos outros conteúdos no meu website de repositório www.drbarbosa.org, e também nas redes sociais Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter. Um forte abraço!