O documento discute a contribuição da Administração de Recursos Humanos para o sindicalismo no Brasil. Aborda fatores que influenciaram o movimento sindical brasileiro como a abertura política, o despreparo inicial dos sindicatos e dos gestores de RH, e a evolução dos líderes sindicais após treinamento. Defende que uma ordem social mais justa depende do equilíbrio entre sindicatos, empresas e governo.