Este artigo discute os impactos da crise econômica global no trabalho e sindicalismo. A crise expôs as fragilidades do neoliberalismo e suas consequências negativas para os trabalhadores, como a precarização e perda de direitos. A globalização fragmentou o trabalho através da flexibilização. Isso representa um retrocesso para a Europa, berço dos direitos trabalhistas. O sindicalismo enfrenta novos desafios nesse cenário.