2ª Parte da 6ª Sessão

                                       Metodologias de Operacionalização (parte II)
                                           Alínea 5) conforme Guia da Sessão
                                                   Acções Futuras- D2

Duas coisas que a BE deve deixar de fazer      Duas Coisas que a BE deve continuar a fazer       Duas coisas que a BE deve começar a fazer
O PB não deve nunca deixar de trabalhar        A BE deve continuar a dotar os alunos de         A BE deve responder à missão da escola,
isoladamente. O mesmo deve munir-se de         competências nas várias literacias. Sem          aos seus objectivos curriculares e de
recursos humanos capazes de liderar            perder de vista a literacia da informação, o     aprendizagem. Como tal, tem de deixar de
projectos de inovação e com determinados       ser-se capaz de lidar com a informação e         ser encarada como um mero depósito de
e variados perfis de competências,             utilizá-la em novas situações, em primeiro       livros e outros recursos continuamente à
constituindo-se, assim, uma equipa coesa,      lugar, está a literacia da leitura! É o saber-   espera dos seus utilizadores e a ganhar pó e
dinâmica e proactiva. Deste modo, o            ler que lhes vai permitir o acesso à             passar a ser um centro de aprendizagem,
trabalho da BE será conjunto, participado e    informação e consequentemente ao                 capaz de responder às necessidades dos
terá resultados positivos mais visíveis e os   conhecimento. Daí que seja importantíssimo       alunos. Isso implica uma mudança dos
utilizadores verão mais depressa atendidas     que a BE ajude e desenvolva nos alunos o         paradigmas da BE, na medida em que passa
as suas necessidades.                          prazer da leitura, programando actividades,      a ser o centro nevrálgico da escola, o
                                               desenvolvendo projectos relacionados com         centro das actividades culturais, um sítio
                                               essa prática primordial.                         vivo, agitado, onde trabalhem pessoas com
                                                                                                sentido de programação.
A BE não pode nunca deixar de possuir uma       Estando a BE ao serviço da escola e             Sabemos que vivemos numa sociedade
assistente operacional com perfil para         cumprindo a sua missão, deve continuar a         informacional e que vivemos na era digital.
trabalhar numa BE. Aliás, tendo em conta       articular o seu trabalho com o dos vários        Como tal, sem desprimor dos livros, nossos
todo o trabalho a desenvolver (muito dele      departamentos curriculares e demais              amigos eternos, devemos começar a
de bastidor) subjacente aos impactos           estruturas pedagógicas e educativas da           conceber uma BE inserida nos novos
positivos da BE, são sempre necessárias     escola. A BE deve, também, alargar a sua      ambientes informacionais e tecnológicos, a
duas AO (manhã e tarde) que façam, pelo     rede de socialização, cultura e educação às   ver a BE como um espaço de inovação por
menos, o trabalho de recepção dos seus      Associações de Pais, e outras entidades       excelência da escola. Porém, caberá à BE,
inúmeros utilizadores. É impensável que     exteriores, estabelecendo-se um diálogo       enquanto espaço de liberdade, onde os
seja o PB ou um professor colaborador com   permanente e interactivo, sempre em prol      alunos acedem à informação, através da
determinadas tarefas atribuídas a exercer   da realização das aprendizagens dos alunos    Net, sem estarem condicionados pelos
essas funções. Seria extremamente           com sucesso, vistos como futuros cidadãos     programas curriculares, controlar o caos
redutor.                                    aptos e capazes.                              desorganizado dos fluxos de informação,
                                                                                          desenvolvendo neles a capacidade de
                                                                                          transformar a informação em
                                                                                          conhecimento.

Helena Caroça

Sessao6parte2

  • 1.
    2ª Parte da6ª Sessão Metodologias de Operacionalização (parte II) Alínea 5) conforme Guia da Sessão Acções Futuras- D2 Duas coisas que a BE deve deixar de fazer Duas Coisas que a BE deve continuar a fazer Duas coisas que a BE deve começar a fazer O PB não deve nunca deixar de trabalhar A BE deve continuar a dotar os alunos de A BE deve responder à missão da escola, isoladamente. O mesmo deve munir-se de competências nas várias literacias. Sem aos seus objectivos curriculares e de recursos humanos capazes de liderar perder de vista a literacia da informação, o aprendizagem. Como tal, tem de deixar de projectos de inovação e com determinados ser-se capaz de lidar com a informação e ser encarada como um mero depósito de e variados perfis de competências, utilizá-la em novas situações, em primeiro livros e outros recursos continuamente à constituindo-se, assim, uma equipa coesa, lugar, está a literacia da leitura! É o saber- espera dos seus utilizadores e a ganhar pó e dinâmica e proactiva. Deste modo, o ler que lhes vai permitir o acesso à passar a ser um centro de aprendizagem, trabalho da BE será conjunto, participado e informação e consequentemente ao capaz de responder às necessidades dos terá resultados positivos mais visíveis e os conhecimento. Daí que seja importantíssimo alunos. Isso implica uma mudança dos utilizadores verão mais depressa atendidas que a BE ajude e desenvolva nos alunos o paradigmas da BE, na medida em que passa as suas necessidades. prazer da leitura, programando actividades, a ser o centro nevrálgico da escola, o desenvolvendo projectos relacionados com centro das actividades culturais, um sítio essa prática primordial. vivo, agitado, onde trabalhem pessoas com sentido de programação. A BE não pode nunca deixar de possuir uma Estando a BE ao serviço da escola e Sabemos que vivemos numa sociedade assistente operacional com perfil para cumprindo a sua missão, deve continuar a informacional e que vivemos na era digital. trabalhar numa BE. Aliás, tendo em conta articular o seu trabalho com o dos vários Como tal, sem desprimor dos livros, nossos todo o trabalho a desenvolver (muito dele departamentos curriculares e demais amigos eternos, devemos começar a de bastidor) subjacente aos impactos estruturas pedagógicas e educativas da conceber uma BE inserida nos novos
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    positivos da BE,são sempre necessárias escola. A BE deve, também, alargar a sua ambientes informacionais e tecnológicos, a duas AO (manhã e tarde) que façam, pelo rede de socialização, cultura e educação às ver a BE como um espaço de inovação por menos, o trabalho de recepção dos seus Associações de Pais, e outras entidades excelência da escola. Porém, caberá à BE, inúmeros utilizadores. É impensável que exteriores, estabelecendo-se um diálogo enquanto espaço de liberdade, onde os seja o PB ou um professor colaborador com permanente e interactivo, sempre em prol alunos acedem à informação, através da determinadas tarefas atribuídas a exercer da realização das aprendizagens dos alunos Net, sem estarem condicionados pelos essas funções. Seria extremamente com sucesso, vistos como futuros cidadãos programas curriculares, controlar o caos redutor. aptos e capazes. desorganizado dos fluxos de informação, desenvolvendo neles a capacidade de transformar a informação em conhecimento. Helena Caroça