SlideShare uma empresa Scribd logo
Slide 1
Utilização estratégica da transferência de
embriões em rebanhos de corte e de leite
Prof. Dr. Marcelo M. Seneda
Universidade Estadual de Londrina
Slide 2
Como abordar o tema embriões hoje?
• Protocolos?
• Eficiência das técnicas (in vivo / in vitro)?
• Receptoras?
• Sistemas de produção?
• ...?
Slide 3
Como abordar o tema embriões hoje?
• Embrião já foi “mina de ouro”
• Embrião já foi “vilão”
• Embrião já foi modismo
• Embrião já foi “solução para tudo”
E hoje...?
Lembrando que o Brasil é liderança
mundial em Tecnologia de Embriões!
Slide 4
Qual aplicação
real da utilização
de embriões na
pecuária atual?
Slide 5
Mercado
Slide 6
Evolução do mercado nacional de PIVE
SBTE, 2016
Slide 7
PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA
LEITE
CORTE
Eficiência
produtiva
Maior produção/ Mesmo espaço
EFICIÊNCIA REPRODUTIVA
Slide 8
Biotécnicas
reprodutivas
Bem Estar
animal
Boas práticas
de manejo
Pecuária de precisão
PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA
EFICIÊNCIA REPRODUTIVA
Slide 9
PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA
EFICIÊNCIA REPRODUTIVA
PROTOCOLOS HORMONAIS
IATF
TETF
REGULAÇÃO PRECISA DA DINÂMICA FOLICULAR
Extraordinários
avanços na
eficiência
reprodutiva em
larga escala
Slide 10
PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA
Embrião
Maior resistência embrionária
ao estresse térmico
Aceleração do ganho
genético entre gerações
Uso do sêmen sexado
Aproveitamento ovários
abatedouro
Slide 11
Doadoras
Receptoras
Desafios enfrentados para programas de
transferência da PIVE em larga escala
FATORES LIMITANTES:
Longas distâncias entre
doadora-laboratório-
receptora
Escassez de receptoras
Grande número de
bezerros do sexo
indesejado
Slide 12 Programas de transferência de
embrião em larga escala
PIVE
Redução do intervalo entre gerações e uso
racional de receptoras
CRIOPRESERVAÇÃO Armazenamento de embriões por tempo
indeterminado
SÊMEN SEXADO
Reduz pela metade o número de receptoras para a
quantidade esperada de bezerros do sexo
desejado
ESTRATÉGIAS PARA O MERCADO:
Slide 13 Programas de transferência de
embrião em larga escala
Estratégias para o mercado: Criopreservação de embriões
Vitrificação
Congelamento
Lento
Alta concentração
de crioprotetores
Mão de obra
especializada
Baixa concentração
de crioprotetores
Transferência direta
Slide 14 Desempenho do sêmen sexado na
PIVE e na IATF
IATF
40% TC
0,4 prenhezes/
dose
PIVE
100 oócitos/dose
12 prenhezes/
dose
30 embriões
30 %
40% TC
Slide 15
0
20
40
60
80
100
Maturação Fertilização Cliavagem Blastocistos
%
1990
2000
2010
PIVE em bovinos – técnica estabelecida
IVM IVF IVC Blastocysts
Courtesy of Vilceu Bordignon – McGill University
Slide 16 In vivo vs. In vitro
In vivo
In vitro
58 %
38 %
74 %
In vitro
In vitro In vitro
In vitro
In vitro
In vivo In vivo In vivo
In vivoIn vivo
82 %
Rizos et al., 2002
Maturation
22 h
Fertilization
18 h
Culture
7-8 days
GV MII 1 cell Blastocyst
Slide 17
0
20
40
60
80
100
Maturação Fertilização Cliavagem Blastocistos
%
1990
2000
2010
PIVE em bovinos – técnica estabelecida
20-25%
40-50%
IVM IVF IVC Blastocysts
Courtesy of Vilceu Bordignon
Slide 18 Eficiência PIVE
Oócitos recuperados
Oócitos maturados
Oócitos fecundados
embriões
prenhez
Laboratório
Campo
Slide 19 PIVE Brasil
• Maioria dos países: PIVE última opção
 Brasil: PIVE primeira opção
Slide 20 In vivo X in vitro embryo production
Pontes et al., 2009
Donors (I – VI)
I II III IV V VI
Total no. OPU IVF 5 5 4 4 5 5
Mean no. oocytes/collection 36.6 25.6 49 29.7 22.8 16
Mean no. viable oocytes/collection 32.2 23.4 45.2 26 19.6 14.4
Mean no. embryos/OPU IVF 15.6 10.4 24.1 10.3 6.8 3.8
Mean no. pregnancies/OPU IVF 4.8 2.8 9.25 4.3 2.2 1
Total no. MOET 2 3 2 2 2 3
Mean no. embryos/collection 10 4.3 6.5 2 12.5 5.3
Mean no. pregnant/collection 5.5 2 1 1.5 6.5 1.3
Table 2. Variation in embryo production among 6 Nelore cows (I – VI), comparing in
vitro (OPU / IVF) versus in vivo (MOET) procedures.
Slide 21
MELHOR GENÉTICA:
DOADORAS DA FAZENDA
RECEPTORAS:
DISPONIBILIDADE DA
FAZENDA
TE/GADO DE CORTE
Slide 22
Slide 23
Pontes et al., 2009
Nelore donors (A – J)
Oocyte production (n)
OPU A B C D E F G H I J
1 46 37 11 22 20 13 19 61 44 14
2 48 23 35 60 5 15 18 75 40 13
3 33 24 13 68 40 21 15 65 23 15
4 39 25 13 46 17 21 34 46 28 13
5 30 19 8 - 32 - - - - -
Folículos antrais – importância aplicada
Critério de seleção de doadoras OPU/PIVE
Slide 24
Slide 25
> 6 OPU
Total Oócitos Embriões viáveis Prenhez 60 dias
Alta (n=78) 58.94 ± 2.04 A 15.06 ±0.86 A 5.52 ± 0.81 A
Média alta (n=80) 32.61 ± 0.50 B 9.17 ± 0.63 B 3.32 ± 0.33 B
Média baixa (n=79) 22.13 ± 0.50 C 6.00 ± 0.39 C 1.92 ± 0.20 B
Baixa (n=80) 10.26 ± 0.57 D 2.42 ± 0.25 D 0.85 ± 0.13 B
TOTAL (n=317) 30.84 ± 0.88 8.13 ± 0.30 2.91 ± 0.013
Pontes et al., 2011
Classificação de doadoras Nelore
conforme a produção de oócitos
Slide 26 Folículos antrais – importância aplicada
Critério de seleção de doadoras OPU/PIVE
Pontes et al., 2011
Slide 27
In vitro In vivo
Procedures 96 43
Procedures per animal 3.2±1.2 1.4±0.6
Total of viable embryos 910 289
Viable embryos per procedure 9.4±5.3a 6.7±3.7 b
OPU/IVF vs. MOET in the same
Nelore (Bos indicus) donors (n = 30)
Pontes et al, 2009
Slide 28
Uso do embrião
gado corte
Slide 29
Aplicação técnica de
embriões em rebanhos
de corte: escala
comercial
Slide 30 TE/GADO DE CORTE
Produção in vitro de
Embriões/PIVE
PERSPECTIVAS:
ABATEDOURO
Sêmen Sexado
✓ Menor custo
✓ Maior qualidade genética
Slide 31 TE/GADO DE CORTE
Uso estratégico da TE
❖TRÊS PROTOCOLOS
SEQUENCIAIS:
1)TETF
2)IATF
3)IATF
Ganho genético
+
Sucesso prenhez
Slide 32 TE/GADO DE CORTE
Uso estratégico da TE
3) IATF
2) IATF
1) TETF
PRIMEIRA tentativa
Bezerro superior
VAZIA
PRENHA + 2 CHANCES DE
PRENHEZ
Slide 33 TE/GADO DE CORTE
Desafios
embrião
in vitro
Mortalidade
embrionária
elevada
Taxa de prenhez
reduzida
Alternativas
❖RESSINCRONIZAÇÃO
❖DIAGNÓSTICO
SUPER-PRECOCE
(DOPPLER: 20-22 DIAS)
Slide 34 TE/GADO DE CORTE
❖Ultrassonografia
Doppler
• Maior precisão na classificação CL receptora
• Utilização na ressincronização super precoce
Pugliesi et al. (2017)
Slide 35 TE/GADO DE CORTE
Diagnóstico Gestacional
INDICADO: AOS 28 DIAS DE GESTAÇÃO
INDICADO: AOS 20-22 DIAS DE
GESTAÇÃO
90 A 100% DE ACURÁCIA
Fonte: Pugliesi et al. (2017)
Slide 36 TE/GADO DE CORTE
D0 D7 D14
TETF P4
P4 INJETAVEL
DISPOSITIVO
D22
CE
eCG
PGF2α
DOPPLER
ESCALA 0-1
VAZIAS
IATF
S
I
N
C
D24
Fonte: Pugliesi et al. (2017)
Professor, como
Slide 37 TE/GADO DE CORTE
Avaliação de receptoras antes da TETF
D0D-2D-10 D7
DOPPLER
P4
BE
CE
eCG
PGF2α
TETF
2
3
4
Fonte: Pugliesi et al. (2017)
Slide 38 TE/GADO DE CORTE
❖DIAGNÓSTICO SUPER-PRECOCE
✓ DIMINUI TEMPO DE RESSINCRONIZAÇÃO
✓ PERMITE SELECIONAR AS MELHORES
RECEPTORAS DE EMBRIÕES PARA TETF
✓ MELHORA A EFICIÊNCIA PRODUTIVA DO
REBANHO
Slide 39
E a contagem de
folículos antrais
CFA?
Slide 40
Bos taurus:
Contagem de folículos antrais = AMH
Ireland et al., 2008.
Contagem Folículos Antrais (CFA)
Slide 41
BURNS et al., 2005.
Dosagem
AMH=
Grande variabilidade na prod oo
entre fêmeas da mesma raça,
femeas com alta e baixa qtde oo.
Slide 42
46,0 47,6
46,0
49,0 49,2
47,4 47,5
20,0
23,8 23,0 24,0 22,0
19,7
22,1
8,2 8,7 9,0 9,8
8,2 8,8 8,8
0
10
20
30
40
50
60
D0 D60 D120 D180 D240 D300 MEAN
N°defolículosantrais
Avaliações com ultrassom
Média
Repetibilidade G-alta = 0,90
G-intermediária = 0,89
G-baixa = 0,92
Alta
Intermediária
Baixa
a
b
c
Contagem folículos antrais - CFA
Slide 43
Bos taurus:
Alta contagem de folículos antrais
Burns et al., 2005; Ireland et al., 2008; Mossa et al., 2013; Jimenez-Krassel et al., 2015.
✓ Somente aspectos positivos:
- Quantidade e qualidade de embriões;
- Prenhez / fertilidade;
- Maior produção leite;
- Maior resistência doenças
Contagem Folículos Antrais (CFA)
Slide 44
BAIXA CFAALTA CFA
Tamanho do ovário
Reserva folicular ovariana
N de embriões/SOV
[ ] de AMH
[ ] de progesterona
Espessura endometrial
Qualidade das células - Cumulus oophorus
Fertilidade
Ireland et al., 2007; 2008; 2011; Mossa et al., 2012; Evans et al., 2012; Walsh et al., 2014; Martinez et al., 2016.
Slide 45
Contagem folículos antrais
Bos indicus
Mesmo padrão de Bos taurus?
Slide 46
Rosa et al., 2018
PIVE em Bos indicus conforme a CFA
Slide 47
Bos taurus:
Alta contagem de folículos antrais
Taxa de Prenhez
Mossa et al., 2013.
Contagem Folículos Antrais (CFA)
Slide 48 Taxa de prenhez à IATF de vacas Nelore
conforme CFA
Santos et al., 2014.
Slide 49 Características de produção e CFA
Bos indicus-taurus
Slide 50 Ponderações percentuais utilizados na
desmama e sobreano
Severo, 1994.
Slide 51
Experimento I
Slide 52 Coeficiente de determinação dos 4
modelos estatísticos sobre CFA
Coeficiente de regressão e valor de P para CFA e características do
mérito genético de diferentes modelos em novilhas Bos indicus-taurus.
A CADA 1 PONTO DE AUMENTO DO ESCORE DE PRECOCIDADE AO DESMAME
MENOS 3 FOLÍCULOS ANTRAIS: BAIXA CFA
Slide 53 Coeficiente de determinação dos 4
modelos estatísticos sobre CFA
No modelo estatístico 4 o efeito touro consegue explicar geneticamente 17% dos resultados.
Slide 54 Coeficiente de determinação dos 4
modelos estatísticos sobre CFA
Frequência de distribuição genética (DECA) em novilhas de corte de
acordo com a CFA
Slide 55
Considerações CFA e embriões
PIVE: vantagem quantitativa para alta CFA
Mérito genético: baixa correlação com CFA
Usar CFA como critério adicional / secundário
Slide 56 Transdutor microconvexo
intravaginal 7,5 MHz
Slide 57
Uso do embrião
gado leite
Slide 58
Crescimento do
embrião em rebanhos
de leite: aplicação
estratégica
in vivo e in vitro
Slide 59
PECUÁRIA LEITEIRA
AUSÊNCIA DE
ESTAÇÃO DE
MONTA
IEP DEPENDENTE
DA CURVA
LACTACIONAL
ALTA SELEÇÃO
GENÉTICA
Reprodução trabalhada o
ano todo
Escolha de animais
com mérito genético
Produção de leite Fertilidade
Slide 60
Ganho genético por geração em rebanhos
leiteiros com IA ou TE
Slide 61
Embrião
produzido in vivo
Slide 62
Efeito da IA e da TE na taxa de prenhez de vacas
Holandesas de alta produção.
Rodrigues et al., 2008
Slide 63
Efeito da IA e da TE na taxa de prenhez de vacas Holandesas
de alta produção repetidoras de serviço
Rodrigues et al., 2008
Slide 64
0%
10%
20%
30%
40%
50%
60%
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
IA TE
a
a a
a a
a
a
a
a
a
a
a
b b b
b
b
b
b b
b b
b
b
Taxa de concepção à inseminação artificial (n= 18.568) e à transferência de
embriões (n= 4.871) em vacas holandesas de alta produção de acordo com o
mês do ano.
Rodrigues et al , 2007
Slide 65 Taxa de concepção à inseminação artificial e à transferência de embriões
em vacas holandesas de alta produção repetidoras de cio de acordo com o
mês do ano.
0%
10%
20%
30%
40%
50%
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Mês
TaxadeConcepção
IA TE
* * * * * * * * * * * *
0%
10%
20%
30%
40%
50%
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12
Mês
TaxadeConcepção
IA TE
* * * * * * * * * * * *
REAPEAT BREEDERS (≥4 SERVIÇOS)
Efeito Mês (IA vs TE)
Rodrigues et al , 2007
Slide 66 TE/GADO DE CORTE
LIMITAÇÕES DA SOV
Produção in vivo de
Embriões/SOV
✓ Intervalo entre os
tratamentos de SOV: 35 a
40 dias
✓ Limite de 3-4 tratamentos
de SOV sequenciais;
Slide 67
Embrião
produzido in vitro
Slide 68
Embriões in vitro
• Menor taxa de prenhez
• Maior taxa de morte embrionária
• Maior sucesso uso sêmen sexado
• OPU / PIVE permite produção contínua
Slide 69
In vitro In vivo
Procedures 96 43
Procedures per animal 3.2±1.2 1.4±0.6
Total of viable embryos 910 289
Viable embryos per procedure 9.4±5.3a 6.7±3.7 b
OPU/IVF vs. MOET in the same
donors
Pontes et al, 2009
Slide 70
Produção in vitro de
Embriões/PIVE
Produção in vivo de
Embriões/SOV
✓ MENOR mortalidade
embrionária;
✓ MAIOR taxa de prenhez;
✓ quantidade de embriões
viáveis por coleta;
✓ MAIOR mortalidade
embrionária;
✓ MENOR taxa de prenhez;
✓ quantidade de embriões
viáveis por animal;
COMPARAÇÃO ENTRE AS BIOTÉCNICAS
Slide 71
‘’0% sêmen, 100% embrião’’
Fazendas de leite
Substituir IA pela PIVE??
Slide 72
Objetivo:
Selecionar a genética superior + produção de fêmeas
Taxa de concepção IEP Déficit de vacas na ordenha
Mortalidade embrionária
Slide 73
Readequação
• Meses friosIATF
• Meses quentesTE
Uso estratégico de todas as biotécnicas
no gado leiteiro:
SELEÇÃO DE ANIMAIS QUE RESPONDAM BEM A
CADA BIOTÉCNICA
Slide 74 Produção de oócitos em doadoras
de aptidão leiteira
Doadoras N Média oócitos /
OPU
taurus Holstein 180 11.4
indicus Gir
leiteiro
617 17.1
taurus-indicus Girolando
¾
44 16.7
taurus-indicus Girolando
½
37 31.4
Pontes et al., 2010
Slide 75
Vacas Gir n Oócitos Embriões Prenhez %
I 56 41.6 ±10.6 8.6 ± 5.7a 46.0
II 63 25.2 ± 3.0 5.2 ± 3.6b 44.9
III 63 15.9 ± 2.6 3.8 ± 2.8c 43.9
IV 69 6.7 ± 3.1 1.8±1.8d 45.6
P - - - <0.001 <0.95
Oliveira et al., 2009
Gado leiteiro
Critério de seleção de doadoras OPU/PIVE
Slide 76 CATEGORIAS COM MELHOR PRODUÇÃO
DE OÓCITOS
1. Não lactantes /
Não gestantes
2. Gestantes
3. Novilhas
4. Vazias em lactação
Slide 77
SÊMEN SEXADO
Produção
de
bezerras
fêmeas
Menor
número
de
receptoras
Slide 78
Números:
Doadoras Gir: 617
Doadoras HPB: 180
Embriões produzidos: 16.924
Slide 79
CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES
Diferença de
composição
lipídica entre
embriões in
vivo e in
vitro
Vitrificação
(congelamento
ultra rápido)
Congelamento
lento e
transferência
direta
Slide 80
Raça
Doadora
Embriões
transferidos
Prenhezes
n
Prenhezes
%
Receptoras
Gir 785 314 40% Novilhas Girolanda
Gir 235 87 37% Novilhas ½ sangue
Holandês 621 168 34 % Vacas Holandesas
Holandês 415 92 22% Vacas Holandesas
Holandês 543 221 41% Novilhas Holandesas
Girolanda 743 356 48% Vacas Nelore
Taxa de prenhez com embriões in vitro
vitrificados em gado leiteiro
Sanches et al., 2013
Slide 81
Slide 82 PERSPECTIVAS FUTURAS PARA A TRANFERÊNCIA
DE EMBRIÃO NO GADO LEITEIRO
• Recuperação de oócitos provenientes de bezerras e
novilhas pré-púberes
• Avaliação genômica para a escolha de doadoras com
alto mérito genético
• Congelamento lento + DT (Direct transfer)
• Estudos epigenéticos integrando genoma e ambiente
Slide 83
Melhoramento genético dos rebanhos de corte e leite
Crescimento da pecuária $$$
Utilização estratégica da transferência de embrião
Melhores índices reprodutivos Prenhez estável
Sistema de produção sustentável
Eficiência reprodutiva do rebanho
CONCLUSÃO
Slide 84
Qual aplicação
real da utilização
de embriões na
pecuária atual?
Slide 85
Embrião em gado de corte:
• Integrar in vitro e in vivo (selecionar
perfil doadora)
• Inserido contexto comercial
• Sêmen sexado macho / fêmea (in vitro)
• Programas com ovários abatedouro
• Integração TETF e IATF
• Embrião: 1º. serviço estação monta
Slide 86
Embrião em gado de leite:
• Embrião in vivo: melhor taxa prenhez
• Embrião in vitro: sêmen sexado fêmea
• Laboratório FIV fazendas grande porte
• Embriões congelados – DT (opção para
todos)
• Inserido contexto comercial
• Integração: Embrião in vivo, in vitro e
IA / IATF (garantir regularidade
prenhez)
Slide 87
Uso de embriões
1. Mérito genético doadora
2. Doadora com maior população folicular
3. Identificar qual técnica (in vivo ou in vitro)
permite maior rendimento da doadora
4. Uso estratégico / combinado entre
embriões (in vivo/ in vitro) IA, IATF, touro
repasse
5. Embriões in vitro a partir de bezerras: leite
6. Integração com genômica / marcadores
7. Ultrassom Dopper: incremento eficiência
(diagnóstico precoce e avaliação CL)
Slide 88
Mensagem final
Slide 89
Como abordar o tema embriões hoje?
• Embrião “mina de ouro”
• Embrião “vilão”
• Embrião modismo
• Embrião “solução para tudo”
E hoje...?
Embrião:
• Ferramenta tecnicamente estabelecida
• Estratégia eficiente para melhoramento genético
• Uso racional: pecuária de precisão
Slide 90
Evolução do profissional de
reprodução ao longo dos
SIRAA´s
• IATF
Slide 91
• IATF
• Marketing
• Gestão
• Avaliação Mercado
• Impacto ambiental
• Sustentabilidade
• Integração com outras técnicas
Slide 92
Slide 93
Slide 94 Muito obrigado pela atenção!
Slide 95 “O verdadeiro mérito está em participar da
construção de um país!
O bom combate é a satisfação real das pessoas
de valor”

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  • 1. Slide 1 Utilização estratégica da transferência de embriões em rebanhos de corte e de leite Prof. Dr. Marcelo M. Seneda Universidade Estadual de Londrina Slide 2 Como abordar o tema embriões hoje? • Protocolos? • Eficiência das técnicas (in vivo / in vitro)? • Receptoras? • Sistemas de produção? • ...? Slide 3 Como abordar o tema embriões hoje? • Embrião já foi “mina de ouro” • Embrião já foi “vilão” • Embrião já foi modismo • Embrião já foi “solução para tudo” E hoje...? Lembrando que o Brasil é liderança mundial em Tecnologia de Embriões!
  • 2. Slide 4 Qual aplicação real da utilização de embriões na pecuária atual? Slide 5 Mercado Slide 6 Evolução do mercado nacional de PIVE SBTE, 2016
  • 3. Slide 7 PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA LEITE CORTE Eficiência produtiva Maior produção/ Mesmo espaço EFICIÊNCIA REPRODUTIVA Slide 8 Biotécnicas reprodutivas Bem Estar animal Boas práticas de manejo Pecuária de precisão PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA EFICIÊNCIA REPRODUTIVA Slide 9 PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA EFICIÊNCIA REPRODUTIVA PROTOCOLOS HORMONAIS IATF TETF REGULAÇÃO PRECISA DA DINÂMICA FOLICULAR Extraordinários avanços na eficiência reprodutiva em larga escala
  • 4. Slide 10 PRODUÇÃO EM LARGA ESCALA Embrião Maior resistência embrionária ao estresse térmico Aceleração do ganho genético entre gerações Uso do sêmen sexado Aproveitamento ovários abatedouro Slide 11 Doadoras Receptoras Desafios enfrentados para programas de transferência da PIVE em larga escala FATORES LIMITANTES: Longas distâncias entre doadora-laboratório- receptora Escassez de receptoras Grande número de bezerros do sexo indesejado Slide 12 Programas de transferência de embrião em larga escala PIVE Redução do intervalo entre gerações e uso racional de receptoras CRIOPRESERVAÇÃO Armazenamento de embriões por tempo indeterminado SÊMEN SEXADO Reduz pela metade o número de receptoras para a quantidade esperada de bezerros do sexo desejado ESTRATÉGIAS PARA O MERCADO:
  • 5. Slide 13 Programas de transferência de embrião em larga escala Estratégias para o mercado: Criopreservação de embriões Vitrificação Congelamento Lento Alta concentração de crioprotetores Mão de obra especializada Baixa concentração de crioprotetores Transferência direta Slide 14 Desempenho do sêmen sexado na PIVE e na IATF IATF 40% TC 0,4 prenhezes/ dose PIVE 100 oócitos/dose 12 prenhezes/ dose 30 embriões 30 % 40% TC Slide 15 0 20 40 60 80 100 Maturação Fertilização Cliavagem Blastocistos % 1990 2000 2010 PIVE em bovinos – técnica estabelecida IVM IVF IVC Blastocysts Courtesy of Vilceu Bordignon – McGill University
  • 6. Slide 16 In vivo vs. In vitro In vivo In vitro 58 % 38 % 74 % In vitro In vitro In vitro In vitro In vitro In vivo In vivo In vivo In vivoIn vivo 82 % Rizos et al., 2002 Maturation 22 h Fertilization 18 h Culture 7-8 days GV MII 1 cell Blastocyst Slide 17 0 20 40 60 80 100 Maturação Fertilização Cliavagem Blastocistos % 1990 2000 2010 PIVE em bovinos – técnica estabelecida 20-25% 40-50% IVM IVF IVC Blastocysts Courtesy of Vilceu Bordignon Slide 18 Eficiência PIVE Oócitos recuperados Oócitos maturados Oócitos fecundados embriões prenhez Laboratório Campo
  • 7. Slide 19 PIVE Brasil • Maioria dos países: PIVE última opção  Brasil: PIVE primeira opção Slide 20 In vivo X in vitro embryo production Pontes et al., 2009 Donors (I – VI) I II III IV V VI Total no. OPU IVF 5 5 4 4 5 5 Mean no. oocytes/collection 36.6 25.6 49 29.7 22.8 16 Mean no. viable oocytes/collection 32.2 23.4 45.2 26 19.6 14.4 Mean no. embryos/OPU IVF 15.6 10.4 24.1 10.3 6.8 3.8 Mean no. pregnancies/OPU IVF 4.8 2.8 9.25 4.3 2.2 1 Total no. MOET 2 3 2 2 2 3 Mean no. embryos/collection 10 4.3 6.5 2 12.5 5.3 Mean no. pregnant/collection 5.5 2 1 1.5 6.5 1.3 Table 2. Variation in embryo production among 6 Nelore cows (I – VI), comparing in vitro (OPU / IVF) versus in vivo (MOET) procedures. Slide 21 MELHOR GENÉTICA: DOADORAS DA FAZENDA RECEPTORAS: DISPONIBILIDADE DA FAZENDA TE/GADO DE CORTE
  • 8. Slide 22 Slide 23 Pontes et al., 2009 Nelore donors (A – J) Oocyte production (n) OPU A B C D E F G H I J 1 46 37 11 22 20 13 19 61 44 14 2 48 23 35 60 5 15 18 75 40 13 3 33 24 13 68 40 21 15 65 23 15 4 39 25 13 46 17 21 34 46 28 13 5 30 19 8 - 32 - - - - - Folículos antrais – importância aplicada Critério de seleção de doadoras OPU/PIVE Slide 24
  • 9. Slide 25 > 6 OPU Total Oócitos Embriões viáveis Prenhez 60 dias Alta (n=78) 58.94 ± 2.04 A 15.06 ±0.86 A 5.52 ± 0.81 A Média alta (n=80) 32.61 ± 0.50 B 9.17 ± 0.63 B 3.32 ± 0.33 B Média baixa (n=79) 22.13 ± 0.50 C 6.00 ± 0.39 C 1.92 ± 0.20 B Baixa (n=80) 10.26 ± 0.57 D 2.42 ± 0.25 D 0.85 ± 0.13 B TOTAL (n=317) 30.84 ± 0.88 8.13 ± 0.30 2.91 ± 0.013 Pontes et al., 2011 Classificação de doadoras Nelore conforme a produção de oócitos Slide 26 Folículos antrais – importância aplicada Critério de seleção de doadoras OPU/PIVE Pontes et al., 2011 Slide 27 In vitro In vivo Procedures 96 43 Procedures per animal 3.2±1.2 1.4±0.6 Total of viable embryos 910 289 Viable embryos per procedure 9.4±5.3a 6.7±3.7 b OPU/IVF vs. MOET in the same Nelore (Bos indicus) donors (n = 30) Pontes et al, 2009
  • 10. Slide 28 Uso do embrião gado corte Slide 29 Aplicação técnica de embriões em rebanhos de corte: escala comercial Slide 30 TE/GADO DE CORTE Produção in vitro de Embriões/PIVE PERSPECTIVAS: ABATEDOURO Sêmen Sexado ✓ Menor custo ✓ Maior qualidade genética
  • 11. Slide 31 TE/GADO DE CORTE Uso estratégico da TE ❖TRÊS PROTOCOLOS SEQUENCIAIS: 1)TETF 2)IATF 3)IATF Ganho genético + Sucesso prenhez Slide 32 TE/GADO DE CORTE Uso estratégico da TE 3) IATF 2) IATF 1) TETF PRIMEIRA tentativa Bezerro superior VAZIA PRENHA + 2 CHANCES DE PRENHEZ Slide 33 TE/GADO DE CORTE Desafios embrião in vitro Mortalidade embrionária elevada Taxa de prenhez reduzida Alternativas ❖RESSINCRONIZAÇÃO ❖DIAGNÓSTICO SUPER-PRECOCE (DOPPLER: 20-22 DIAS)
  • 12. Slide 34 TE/GADO DE CORTE ❖Ultrassonografia Doppler • Maior precisão na classificação CL receptora • Utilização na ressincronização super precoce Pugliesi et al. (2017) Slide 35 TE/GADO DE CORTE Diagnóstico Gestacional INDICADO: AOS 28 DIAS DE GESTAÇÃO INDICADO: AOS 20-22 DIAS DE GESTAÇÃO 90 A 100% DE ACURÁCIA Fonte: Pugliesi et al. (2017) Slide 36 TE/GADO DE CORTE D0 D7 D14 TETF P4 P4 INJETAVEL DISPOSITIVO D22 CE eCG PGF2α DOPPLER ESCALA 0-1 VAZIAS IATF S I N C D24 Fonte: Pugliesi et al. (2017) Professor, como
  • 13. Slide 37 TE/GADO DE CORTE Avaliação de receptoras antes da TETF D0D-2D-10 D7 DOPPLER P4 BE CE eCG PGF2α TETF 2 3 4 Fonte: Pugliesi et al. (2017) Slide 38 TE/GADO DE CORTE ❖DIAGNÓSTICO SUPER-PRECOCE ✓ DIMINUI TEMPO DE RESSINCRONIZAÇÃO ✓ PERMITE SELECIONAR AS MELHORES RECEPTORAS DE EMBRIÕES PARA TETF ✓ MELHORA A EFICIÊNCIA PRODUTIVA DO REBANHO Slide 39 E a contagem de folículos antrais CFA?
  • 14. Slide 40 Bos taurus: Contagem de folículos antrais = AMH Ireland et al., 2008. Contagem Folículos Antrais (CFA) Slide 41 BURNS et al., 2005. Dosagem AMH= Grande variabilidade na prod oo entre fêmeas da mesma raça, femeas com alta e baixa qtde oo. Slide 42 46,0 47,6 46,0 49,0 49,2 47,4 47,5 20,0 23,8 23,0 24,0 22,0 19,7 22,1 8,2 8,7 9,0 9,8 8,2 8,8 8,8 0 10 20 30 40 50 60 D0 D60 D120 D180 D240 D300 MEAN N°defolículosantrais Avaliações com ultrassom Média Repetibilidade G-alta = 0,90 G-intermediária = 0,89 G-baixa = 0,92 Alta Intermediária Baixa a b c Contagem folículos antrais - CFA
  • 15. Slide 43 Bos taurus: Alta contagem de folículos antrais Burns et al., 2005; Ireland et al., 2008; Mossa et al., 2013; Jimenez-Krassel et al., 2015. ✓ Somente aspectos positivos: - Quantidade e qualidade de embriões; - Prenhez / fertilidade; - Maior produção leite; - Maior resistência doenças Contagem Folículos Antrais (CFA) Slide 44 BAIXA CFAALTA CFA Tamanho do ovário Reserva folicular ovariana N de embriões/SOV [ ] de AMH [ ] de progesterona Espessura endometrial Qualidade das células - Cumulus oophorus Fertilidade Ireland et al., 2007; 2008; 2011; Mossa et al., 2012; Evans et al., 2012; Walsh et al., 2014; Martinez et al., 2016. Slide 45 Contagem folículos antrais Bos indicus Mesmo padrão de Bos taurus?
  • 16. Slide 46 Rosa et al., 2018 PIVE em Bos indicus conforme a CFA Slide 47 Bos taurus: Alta contagem de folículos antrais Taxa de Prenhez Mossa et al., 2013. Contagem Folículos Antrais (CFA) Slide 48 Taxa de prenhez à IATF de vacas Nelore conforme CFA Santos et al., 2014.
  • 17. Slide 49 Características de produção e CFA Bos indicus-taurus Slide 50 Ponderações percentuais utilizados na desmama e sobreano Severo, 1994. Slide 51 Experimento I
  • 18. Slide 52 Coeficiente de determinação dos 4 modelos estatísticos sobre CFA Coeficiente de regressão e valor de P para CFA e características do mérito genético de diferentes modelos em novilhas Bos indicus-taurus. A CADA 1 PONTO DE AUMENTO DO ESCORE DE PRECOCIDADE AO DESMAME MENOS 3 FOLÍCULOS ANTRAIS: BAIXA CFA Slide 53 Coeficiente de determinação dos 4 modelos estatísticos sobre CFA No modelo estatístico 4 o efeito touro consegue explicar geneticamente 17% dos resultados. Slide 54 Coeficiente de determinação dos 4 modelos estatísticos sobre CFA Frequência de distribuição genética (DECA) em novilhas de corte de acordo com a CFA
  • 19. Slide 55 Considerações CFA e embriões PIVE: vantagem quantitativa para alta CFA Mérito genético: baixa correlação com CFA Usar CFA como critério adicional / secundário Slide 56 Transdutor microconvexo intravaginal 7,5 MHz Slide 57 Uso do embrião gado leite
  • 20. Slide 58 Crescimento do embrião em rebanhos de leite: aplicação estratégica in vivo e in vitro Slide 59 PECUÁRIA LEITEIRA AUSÊNCIA DE ESTAÇÃO DE MONTA IEP DEPENDENTE DA CURVA LACTACIONAL ALTA SELEÇÃO GENÉTICA Reprodução trabalhada o ano todo Escolha de animais com mérito genético Produção de leite Fertilidade Slide 60 Ganho genético por geração em rebanhos leiteiros com IA ou TE
  • 21. Slide 61 Embrião produzido in vivo Slide 62 Efeito da IA e da TE na taxa de prenhez de vacas Holandesas de alta produção. Rodrigues et al., 2008 Slide 63 Efeito da IA e da TE na taxa de prenhez de vacas Holandesas de alta produção repetidoras de serviço Rodrigues et al., 2008
  • 22. Slide 64 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 IA TE a a a a a a a a a a a a b b b b b b b b b b b b Taxa de concepção à inseminação artificial (n= 18.568) e à transferência de embriões (n= 4.871) em vacas holandesas de alta produção de acordo com o mês do ano. Rodrigues et al , 2007 Slide 65 Taxa de concepção à inseminação artificial e à transferência de embriões em vacas holandesas de alta produção repetidoras de cio de acordo com o mês do ano. 0% 10% 20% 30% 40% 50% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Mês TaxadeConcepção IA TE * * * * * * * * * * * * 0% 10% 20% 30% 40% 50% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Mês TaxadeConcepção IA TE * * * * * * * * * * * * REAPEAT BREEDERS (≥4 SERVIÇOS) Efeito Mês (IA vs TE) Rodrigues et al , 2007 Slide 66 TE/GADO DE CORTE LIMITAÇÕES DA SOV Produção in vivo de Embriões/SOV ✓ Intervalo entre os tratamentos de SOV: 35 a 40 dias ✓ Limite de 3-4 tratamentos de SOV sequenciais;
  • 23. Slide 67 Embrião produzido in vitro Slide 68 Embriões in vitro • Menor taxa de prenhez • Maior taxa de morte embrionária • Maior sucesso uso sêmen sexado • OPU / PIVE permite produção contínua Slide 69 In vitro In vivo Procedures 96 43 Procedures per animal 3.2±1.2 1.4±0.6 Total of viable embryos 910 289 Viable embryos per procedure 9.4±5.3a 6.7±3.7 b OPU/IVF vs. MOET in the same donors Pontes et al, 2009
  • 24. Slide 70 Produção in vitro de Embriões/PIVE Produção in vivo de Embriões/SOV ✓ MENOR mortalidade embrionária; ✓ MAIOR taxa de prenhez; ✓ quantidade de embriões viáveis por coleta; ✓ MAIOR mortalidade embrionária; ✓ MENOR taxa de prenhez; ✓ quantidade de embriões viáveis por animal; COMPARAÇÃO ENTRE AS BIOTÉCNICAS Slide 71 ‘’0% sêmen, 100% embrião’’ Fazendas de leite Substituir IA pela PIVE?? Slide 72 Objetivo: Selecionar a genética superior + produção de fêmeas Taxa de concepção IEP Déficit de vacas na ordenha Mortalidade embrionária
  • 25. Slide 73 Readequação • Meses friosIATF • Meses quentesTE Uso estratégico de todas as biotécnicas no gado leiteiro: SELEÇÃO DE ANIMAIS QUE RESPONDAM BEM A CADA BIOTÉCNICA Slide 74 Produção de oócitos em doadoras de aptidão leiteira Doadoras N Média oócitos / OPU taurus Holstein 180 11.4 indicus Gir leiteiro 617 17.1 taurus-indicus Girolando ¾ 44 16.7 taurus-indicus Girolando ½ 37 31.4 Pontes et al., 2010 Slide 75 Vacas Gir n Oócitos Embriões Prenhez % I 56 41.6 ±10.6 8.6 ± 5.7a 46.0 II 63 25.2 ± 3.0 5.2 ± 3.6b 44.9 III 63 15.9 ± 2.6 3.8 ± 2.8c 43.9 IV 69 6.7 ± 3.1 1.8±1.8d 45.6 P - - - <0.001 <0.95 Oliveira et al., 2009 Gado leiteiro Critério de seleção de doadoras OPU/PIVE
  • 26. Slide 76 CATEGORIAS COM MELHOR PRODUÇÃO DE OÓCITOS 1. Não lactantes / Não gestantes 2. Gestantes 3. Novilhas 4. Vazias em lactação Slide 77 SÊMEN SEXADO Produção de bezerras fêmeas Menor número de receptoras Slide 78 Números: Doadoras Gir: 617 Doadoras HPB: 180 Embriões produzidos: 16.924
  • 27. Slide 79 CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES Diferença de composição lipídica entre embriões in vivo e in vitro Vitrificação (congelamento ultra rápido) Congelamento lento e transferência direta Slide 80 Raça Doadora Embriões transferidos Prenhezes n Prenhezes % Receptoras Gir 785 314 40% Novilhas Girolanda Gir 235 87 37% Novilhas ½ sangue Holandês 621 168 34 % Vacas Holandesas Holandês 415 92 22% Vacas Holandesas Holandês 543 221 41% Novilhas Holandesas Girolanda 743 356 48% Vacas Nelore Taxa de prenhez com embriões in vitro vitrificados em gado leiteiro Sanches et al., 2013 Slide 81
  • 28. Slide 82 PERSPECTIVAS FUTURAS PARA A TRANFERÊNCIA DE EMBRIÃO NO GADO LEITEIRO • Recuperação de oócitos provenientes de bezerras e novilhas pré-púberes • Avaliação genômica para a escolha de doadoras com alto mérito genético • Congelamento lento + DT (Direct transfer) • Estudos epigenéticos integrando genoma e ambiente Slide 83 Melhoramento genético dos rebanhos de corte e leite Crescimento da pecuária $$$ Utilização estratégica da transferência de embrião Melhores índices reprodutivos Prenhez estável Sistema de produção sustentável Eficiência reprodutiva do rebanho CONCLUSÃO Slide 84 Qual aplicação real da utilização de embriões na pecuária atual?
  • 29. Slide 85 Embrião em gado de corte: • Integrar in vitro e in vivo (selecionar perfil doadora) • Inserido contexto comercial • Sêmen sexado macho / fêmea (in vitro) • Programas com ovários abatedouro • Integração TETF e IATF • Embrião: 1º. serviço estação monta Slide 86 Embrião em gado de leite: • Embrião in vivo: melhor taxa prenhez • Embrião in vitro: sêmen sexado fêmea • Laboratório FIV fazendas grande porte • Embriões congelados – DT (opção para todos) • Inserido contexto comercial • Integração: Embrião in vivo, in vitro e IA / IATF (garantir regularidade prenhez) Slide 87 Uso de embriões 1. Mérito genético doadora 2. Doadora com maior população folicular 3. Identificar qual técnica (in vivo ou in vitro) permite maior rendimento da doadora 4. Uso estratégico / combinado entre embriões (in vivo/ in vitro) IA, IATF, touro repasse 5. Embriões in vitro a partir de bezerras: leite 6. Integração com genômica / marcadores 7. Ultrassom Dopper: incremento eficiência (diagnóstico precoce e avaliação CL)
  • 30. Slide 88 Mensagem final Slide 89 Como abordar o tema embriões hoje? • Embrião “mina de ouro” • Embrião “vilão” • Embrião modismo • Embrião “solução para tudo” E hoje...? Embrião: • Ferramenta tecnicamente estabelecida • Estratégia eficiente para melhoramento genético • Uso racional: pecuária de precisão Slide 90 Evolução do profissional de reprodução ao longo dos SIRAA´s • IATF
  • 31. Slide 91 • IATF • Marketing • Gestão • Avaliação Mercado • Impacto ambiental • Sustentabilidade • Integração com outras técnicas Slide 92 Slide 93
  • 32. Slide 94 Muito obrigado pela atenção! Slide 95 “O verdadeiro mérito está em participar da construção de um país! O bom combate é a satisfação real das pessoas de valor”